O “políticamente correcto” já chegou à censura dos nomes? Se sim, isso tem um nome muito feio expressamente condenado no nº 4 do Artigo 46º da Constituição da República Portuguesa.
Além de ser duma falta de elegância pueril (o autor do post ainda nem descobriu que ninguém escolhe o nome que tem) e de uma apatetada pesporrência mais a mais de quem é dirigente de um alegado partido de “esquerda”.
O “políticamente correcto” já chegou à censura dos nomes? Se sim, isso tem um nome muito feio expressamente condenado no nº 4 do Artigo 46º da Constituição da República Portuguesa.
Além de ser duma falta de elegância pueril (o autor do post ainda nem descobriu que ninguém escolhe o nome que tem) e de uma apatetada pesporrência mais a mais de quem é dirigente de um alegado partido de “esquerda”.
Ó Margarida, o Lenine brasileiro não se chama Lenine. É nome artístico. Escolheu.
Ó Margarida, era uma piada ao nome, não tinha nenhum sentido político profundo ou implicações constitucionais (às vezes parece que substituiriam o marxismo pela Constituição da República, de tantas vezes que a chamam à colação)
Ó Margarida, não consigo dizer isto de outra forma: não há cu para a aturar! Você é a pessoa mais secante que alguma vez passou por estas caixas de comentários. Mais falho de sentido de humor que a Margarida, assim de repente, só me lembro de uma pessoa com que me cruzei há muitos anos. Chamava-se Modesto Navarro.
Pior ainda, se nesta altura da história um artista escolhe esse nome artístico, esperava que fosse gozado por toda a gente, nunca por quem é dirigente de um partido supostamente de “esquerda”.
Sónia, é mais um blogue de extrema-direita. Se me permite a sinceridade, não costumo dar grande opinião sobre lixo político que faz elogios a Hitler. Se a minha opinião será bem vinda (?), a sua, devo confessar-lhe, não me interessa para nada. Se esperava que a sua abordagem simpática diminuiria o meu asco, enganou-se. Sou pouco sensível à simpatia e tenho maus fígados. Passar bem.
Julgava que não. Mas gosta, sei que gosta. Se não lá me vem a Margarida dar com a Constituição na cabeça. E não, infelizmente não estava. Estava a curar ainda uma gripe que dura e dura e dura.
Investida no papel de casamenteira da blogesfera, venho aqui com o intuito de oriental o Daniel, você não pode ser assim de maus fígados, vamos tenha calma, focalize a testosterona. A verdade é que a Sónia , moça viva da extrema-direita, teve encanto no convite “bom fim de semana…se faz favor etc.” foi simpática, delicada e docinha. Sei imenso de relações humanas, diria mesmo sou catedrática na matéria, domino o livro Enamoramento e Amor de Francesco Alberoni, sinto muita química no ar, diria mesmo feromonas virtuais entre vocês. Daniel, vamos ser pragmáticos os oposto se atraem, já pensou na tensão erótica entre direita/esquerda, o brutal corte hermenêutico que pode nascer dessas forças opostas, o excelente sexo (mudanças de posição consecutivas, lutas pelo controlo, enfim cambalhotas múltiplas), se calhar existe aì um inesgotável potencial romântico. Vá lá ao Blog da rapariga e deixe-se de coisas.
Já agora as melhoras da gripe.
A Margarida soa-me a alguém familiar; aquela argumentação; a insistência sarna; os artigos da constituição sempre prontos a ser esgrimidos; despreza mais os de esquerda que não são os do seu partido do que os de direita; se não quer dizer o nome ao menos de-nos uma foto
Afinal agora só as mulheres é que têm pai, os homens são todos órfãos? E não, o meu pai que foi o melhor pai do mundo para os seus filhos e era uma excelentíssima pessoa era também o mais canino apoiante do Soares. E por favor não tornem a invocá-lo.
Margarida, eu acho que o ezer estava a falar do pai do Lenine. Do Lenine brasileiro. A Margarida é tão quezilenta que acho que já procura uma zaragata em cada esquina.
Margarida, já lhe disse que ao contrário de si só assino com o meu nome. Não encontrará entre os meus muitos defeitos o da cobardia. Poderá dizer o mesmo?
O que é se não caluniar ao insinuar que eu assino com nomes de outros? Não espere de mim tratamento mais simpático do que o que me oferece. Aliás, não faz aqui outra coisa se não ser deselegante. Todos os dias. Quando abandonar o estilo terá aqui um debatente sempre disponível.
o que conta não é o nome mas o que se faz com ele.
sobretudo o lenine.
“a ouvir, a ouvir, a ouvir sempre!”
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O “políticamente correcto” já chegou à censura dos nomes? Se sim, isso tem um nome muito feio expressamente condenado no nº 4 do Artigo 46º da Constituição da República Portuguesa.
Além de ser duma falta de elegância pueril (o autor do post ainda nem descobriu que ninguém escolhe o nome que tem) e de uma apatetada pesporrência mais a mais de quem é dirigente de um alegado partido de “esquerda”.
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O “políticamente correcto” já chegou à censura dos nomes? Se sim, isso tem um nome muito feio expressamente condenado no nº 4 do Artigo 46º da Constituição da República Portuguesa.
Além de ser duma falta de elegância pueril (o autor do post ainda nem descobriu que ninguém escolhe o nome que tem) e de uma apatetada pesporrência mais a mais de quem é dirigente de um alegado partido de “esquerda”.
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Ó Margarida, o Lenine brasileiro não se chama Lenine. É nome artístico. Escolheu.
Ó Margarida, era uma piada ao nome, não tinha nenhum sentido político profundo ou implicações constitucionais (às vezes parece que substituiriam o marxismo pela Constituição da República, de tantas vezes que a chamam à colação)
Ó Margarida, não consigo dizer isto de outra forma: não há cu para a aturar! Você é a pessoa mais secante que alguma vez passou por estas caixas de comentários. Mais falho de sentido de humor que a Margarida, assim de repente, só me lembro de uma pessoa com que me cruzei há muitos anos. Chamava-se Modesto Navarro.
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Pior ainda, se nesta altura da história um artista escolhe esse nome artístico, esperava que fosse gozado por toda a gente, nunca por quem é dirigente de um partido supostamente de “esquerda”.
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Bom fim de semana. Passa no Suck se faz favor. A tua opinião era benvinda…
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Daniel,
Eu gosto muito de ler, aqui e no Expresso. Mas os teus gostos musicais, desculpa que te diga, são uma merda.
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Margarida: soooooonnnnooooooooooooooooooooo.
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Sónia, é mais um blogue de extrema-direita. Se me permite a sinceridade, não costumo dar grande opinião sobre lixo político que faz elogios a Hitler. Se a minha opinião será bem vinda (?), a sua, devo confessar-lhe, não me interessa para nada. Se esperava que a sua abordagem simpática diminuiria o meu asco, enganou-se. Sou pouco sensível à simpatia e tenho maus fígados. Passar bem.
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Também estavas lá?
Só um reparo: o Lenine chama-se mesmo assim. Osvaldo Lenine Pimentel Macedo.
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Julgava que não. Mas gosta, sei que gosta. Se não lá me vem a Margarida dar com a Constituição na cabeça. E não, infelizmente não estava. Estava a curar ainda uma gripe que dura e dura e dura.
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Investida no papel de casamenteira da blogesfera, venho aqui com o intuito de oriental o Daniel, você não pode ser assim de maus fígados, vamos tenha calma, focalize a testosterona. A verdade é que a Sónia , moça viva da extrema-direita, teve encanto no convite “bom fim de semana…se faz favor etc.” foi simpática, delicada e docinha. Sei imenso de relações humanas, diria mesmo sou catedrática na matéria, domino o livro Enamoramento e Amor de Francesco Alberoni, sinto muita química no ar, diria mesmo feromonas virtuais entre vocês. Daniel, vamos ser pragmáticos os oposto se atraem, já pensou na tensão erótica entre direita/esquerda, o brutal corte hermenêutico que pode nascer dessas forças opostas, o excelente sexo (mudanças de posição consecutivas, lutas pelo controlo, enfim cambalhotas múltiplas), se calhar existe aì um inesgotável potencial romântico. Vá lá ao Blog da rapariga e deixe-se de coisas.
Já agora as melhoras da gripe.
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Últimamente o dono do blog não consegue acertar numa. Bolas!
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A Margarida soa-me a alguém familiar; aquela argumentação; a insistência sarna; os artigos da constituição sempre prontos a ser esgrimidos; despreza mais os de esquerda que não são os do seu partido do que os de direita; se não quer dizer o nome ao menos de-nos uma foto
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Seu pai é um comuna dos sete costados,so that…
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Maria João, se não fosse por outra coisa, sou comprometido. E pouco dado a romances cibernáuticos,
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Afinal agora só as mulheres é que têm pai, os homens são todos órfãos? E não, o meu pai que foi o melhor pai do mundo para os seus filhos e era uma excelentíssima pessoa era também o mais canino apoiante do Soares. E por favor não tornem a invocá-lo.
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Margarida, eu acho que o ezer estava a falar do pai do Lenine. Do Lenine brasileiro. A Margarida é tão quezilenta que acho que já procura uma zaragata em cada esquina.
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O ezer precisa de defensor ou é o seu alter-ego?
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Margarida, já lhe disse que ao contrário de si só assino com o meu nome. Não encontrará entre os meus muitos defeitos o da cobardia. Poderá dizer o mesmo?
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Em vez de responder, calunia. É o estilo.
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O que é se não caluniar ao insinuar que eu assino com nomes de outros? Não espere de mim tratamento mais simpático do que o que me oferece. Aliás, não faz aqui outra coisa se não ser deselegante. Todos os dias. Quando abandonar o estilo terá aqui um debatente sempre disponível.
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Foi um belíssimo concerto!
E para além de um Lenine, ainda havia um Tostoi (parece que sem ‘l’ mesmo) no palco.
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