israel flag.JPG

«A Federação Ganesa de Futebol pediu desculpa pelo facto de o seu defesa John Pantsil, após o final do jogo com a República Checa, ter festejado o triunfo com uma bandeira de Israel, provocando a ira de alguns meios árabes.» (Público)

Porque raio pedem desculpa? Desde quando mostrar a bandeira de Israel num jogo que nem é com um país árabe tem de ofender seja quem for? E ainda que fosse, qual era o problema? Está tudo doido?


Sem respostas ao post “Desculpa?”  

  1. 1 1  Ninno

    Louvo que, partindo da esquerda, tenha a coragem de admitir como o islamismo condiciona o politicamente correcto hoje.

  2. 2 2  ypsylony

    desculpa?!?! nao sabia dessa…absolutamente ridiculo……..

    http://regressodezaratustra.blogspot.com/

  3. 3 3  ypsylony

    apesar de nao ter muito a ver com o tema tinha que divulgar: http://www.youtube.com/watch?v=vdDPrmOHFPo&search=philosophie

    genial

  4. 4 4  a.pacheco

    Quando se soube hoje que mais 3 crianças foram assassinadas pelo exército sionista de Israel, não percebo porque é que alguem terá HONRA em andar com esta bandeira ás costas, mas enfim , há gostos para tudo….

  5. 5 5  B de Active

    Eu se fosse aos jogadores do México, caso eles marquem algum golo (e espero que tal não aconteça), tirava a bandira de Portugal desenhada pelo Daniel Oliveira e agitava-a no ar! Eu sei que não tem nada haver!

  6. 6 6  sem-fe

    esse pano é um simbolo religioso, portanto manifestação de obscurantismo e primitivismo.
    Atendendo às circunstâncias é também um acto de provocação e apelo à violência.
    Eu ainda não percebi esta obsessão de certa esquerda em apaniguar estas manifestações de uns quantos retrógrados e nocivas à sociedade que são as religiões.
    Estamos no século XXI, ninguém tem o direito de pensar contra a ciência e a técnica!

  7. 7 7  sdm

    E se fosse a bandeira da Alemanha nazi, com a suástica, alguém teria o direito de se ofender? Porquê? E se os jogadores da selecção portuguesa, em vez do hino nacional, cantassem, antes dos jogos, o “Deutschland, Deutschland über alles” inteirinho, alguém teria o direito de se indignar? Porquê?

    É evidente que o estado de Israel não é a Alemanha nazi, mas as muitas diferenças não apagam algumas semelhanças. Por exemplo: o atleta Obikwelu, nigeriano de origem, adquiriu a nacionalidade portuguesa e já representou a federação nacional da modalidade em competições internacionais. Será que o ganês Paintsill, que celebrou o golo com a bandeira de Israel, teria possibilidades de se tornar israelita?

    Por outro lado, é também óbvio que uma selecção nacional de futebol presente num campeonato mundial não deve à respectiva “pátria” mais do que, por exemplo, uma equipa de cientistas de um dado país num congresso internacional, mas o que é expectável é que um profissional pago para representar uma federação ou agremiação similar de âmbito nacional, se quiser festejar os seus êxitos com uma bandeira nacional, o faça com a do seu próprio país, ou não é assim?

    Que diria o Daniel se o jogador ganês, após marcar o golo, corresse para as bancadas para beijar apaixonadamente não a sua namorada também presente, mas sim… a namorada de um amigo? Acharia, ou não, que a namorada do jogador teria o direito de lhe exigir um pedido de desculpas?

    (No caso, a “namorada” seriam os ganeses, claro, não os “meios árabes”.)

  8. 8 8  Euroliberal

    Um ganês com a bandeira de iSSrael, só porque joga num clube de Telavive ? Era como no quarta, se ganharmos, o Cristiano Ronaldo exibir uma bandeira…inglesa !!! Esse palhaço ganês deve ser punido, para aprender a ser patriota, mas da sua própria Pátria, não do dos outros, como também fazem todos os buxecos… Para mais, sendo negro. É que a bandeira que exibe é exactamente a do único país no mundo que adoptou o modelo do apartheid sul-africano, modelo que devia inspirar nojo a qualquer africano… O mesmo se diga do roto portuga que o imita na bancada… Exibir numa manifestação de fraternidade universal a bandeira de uma entidade pária, ilegal, apartheidesca, racista e genocida, como a entidade nazi-sionista, é crime que devia ser punido com a expulsão imediata desse ganês traidor e lambe-cús.

  9. 9 9  ezer

    Eu gostaria de ver o comentário se fosse sobre Cuba…

  10. 10 10  sdm

    E é claro que, quando se indignam com o gesto do jogador, os tais “meios árabes” estão a fazer um aproveitamento político indevido e injusto, e que, quando pedem desculpas, os dirigentes da Federação ganesa estão a demonstrar a sua insanidade mental, ao passo que quando o ministro do desporto de Israel ou os inevitáveis Francisco José Viegas e Nuno Guerreiro rejubilam com aquele mesmo gesto estão simplesmente a expressar os seus mui respeitáveis sentimentos…

  11. 11 11  Ricardo

    Contexto: o homem mostrou a bandeira de Israel porque joga no campeonato desse país e, pelos vistos, é bem tratado. É em Israel que ganha o sustento para ele e para os seus.
    Agradeceu com esse gesto a cidadãos de um país que de outra forma não veriam a sua bandeira na Alemanha. Esta ira dos “meios árabes” é condicionamento psicológico puro e simples e tem ganho (e este pedido de desculpas prova) cada vez mais força. Patético.
    O Pantsil só tem um remédio: agitar uma bandeira maior da próxima vez.

  12. 12 12  JPimenta

    Também não percebo porque é que ele mostrou a bandeira de Israel, se está agradecido a alguém acho que devia de ser ao clube que lhe paga o ordenado. Já agora isto não é um problema de esquerda ou de direita mas de senso comum, então o homem não é livre de mostrar a bandeira que quiser, claro que é, e uma pessoa de esquerda também deve defender as liberdades individuais.

  13. 13 13  Borges

    Caro a.pacheco, os palestinianos fazem muito pior quando entram dentro de autocarros escolares em Telaviv e se fazem explodir!

  14. 14 14  LFM

    Sobre este estúpido incidente, tinha até hoje comentado em blogues alheios e ainda não o tinha feito no meu, onde entretanto já tive oportunidade de expor o meu raciocínio.

    A situação é verdadeiramente estúpida. Já sei por que motivo o imberbe do jogador mostrou a bandeira Israelita.
    Mas considero que não era o lugar, nem o momento, nem a atitude mais coerente para o fazer.
    Imagine que a nossa selecção ganhava e cada jogador entrava em campo com a bandeira do país onde está actualmente a trabalhar;
    Ou com a bandeira do país para onde vai trabalhar;
    Ou com a bandeira do país onde a prima trabalha;
    Seria um festival bonito de se ver, mas acho que até os pacíficos dos tugas não iam compreender tal atitude.

  15. 15 15  Conspirador

    Bem, o facto é que é proíbido mostrar qualquer tipo de mensagem dentro dos campos de futebol. Talvez esse seja o maior problema. E talvez o único, também. Mas imagina que era um italiano que fazia uma saudação nazi. Porque é que isso tinha de ser punido?

  16. 16 16  Daniel Arruda

    São proibidas manifestações de caracter político nos estádios e o jogador disse que nada tinha de político. Gostaria de saber se fosse um jogador a desfraldar uma bandeira da Palestina e depois viesse dizer que era porque “tinha uma namorada que prestava serviço humanitário nos territórios ocupados ilegalmente pelos israelitas”, se isso tb era visto como um gesto normal.
    Eu como adepto não posso levar uma bandeira que não tenha nada a ver com o jogo mas como esta era de Israel já se pode. Ainda este mundial adeptos mexicanos tinham uma faixa de apoio ao movimento zapatista, numa bandeira do México e tal não foi permitido. Bandeiras alemãs com a águia alemã foram proibidas nos estádios. A Austrália protestou contra o apelo da selecção pela paz em Timor porque achava que não era o momento próprio mas uma bandeira de Israel é permitida.

    Gostava que houvesse alguém que tivesse a coragem de gritar alto numa conferencia de imprensa ou num jogo.

    Fim ao massacre, á mortandade, á chacina levada a cabo pelo exercito israelita contra civis inocentes, muitas vezes crianças. Que gritasse que as fronteiras eram para ser cumpridas e que Israel deveria desocupar um país que não é deles. Que exclamasse que Israel é o grande culpado pela instabilidade na região.

    Só tenho pena que os opinion makers em Portugal sejam todos pró Israelitas. Daniel, um pouquito de distanciamento e descernimento não te fazia mal.

  17. 17 17  Daniel Oliveira

    Daniel Arruda, como sabes, em matéria de conflito israelo-palestiniano sou pró-palestiniano. Mas não sou, como também sabes, anti-israelita e não aceito bandeiras de estados proscritas. E adoraria ver um jogador com uma bandeira da Palestina, assim como tu também adorarias. A liberdade que reconheço a uns, rconheço a outros. A bandeira não tinha fins políticos, mas mesmo que tivesse eu nada teria a opôr.

    COmparar com uma bandeira nazi não faz qualquer sentido. Israel é um Estado reconhecido internacionalmente e as posições do Hamas ainda não fazem lei na FIFA.

  18. 18 18  a.pacheco

    Caro Borges, o sangue de um israelita é tão vermelho como o de um palestino.

    A dõr de uma mãe israelita a quem assassinaram um filho , é igual á dôr de uma mãe palestina a quem também assassinaram um filho.

    A condenação pelos actos terroristas cometidos por desesperados palestinos, deveria ser igual á condenação pelos actos terroristas perpetrados pelo exercito de Israel, infelizmente não é.

    Assassinatos de civis, assassinato de familias como sucedeu há pouco, esta morte de mais 3
    crianças, são sempre justificados como actos colaterais.

    Os bombistas palestinos pagam com a vida os seus actos.

    Os esbirros do exercito colonial sionista, gozam merecidas férias, medalhas, e o apoio dos srs, Borges que pululam por esse mundo fora, acolitados pelos Nunos Guerreiros, os Franciscos Josés Viegas, e todos aqueles que em nome de uma religião justificam os actos barbaros dos sionistas.

    Quanto ao jogador ganês, ele está ali ao serviço da selecção do Gana…. ou ao serviço da selecção de Israel…. por isso é um pouco estranho esta atitude, ou antes parece de encomenda….

    PS Já agora conheçam um pouco a história da fundação do Estado de Israel, e todos os actos TERRORISTAS cometidos E NÂO PUNIDOS, por muitos que mais tarde, foram primeiros-ministros, altas figura do Estado, generais, em suma Israel teve e tem as mãos sujas como sangue de muitos inocentes.

    Isto não é religião é BARBARIE…

  19. 19 19  sdm

    “Comparar com uma bandeira nazi não faz qualquer sentido. Israel é um Estado reconhecido internacionalmente” (Daniel Oliveira)

    A Alemanha nazi também era um Estado reconhecido internacionalmente, e a verdadeira extensão da barbárie só foi conhecida e reconhecida depois da queda do regime.

    Também um dia Israel, tal como hoje o conhecemos, será derrotado, e só então será reconhecida a verdadeira extensão da barbárie. Reconhecida, digo bem, porque conhecida já o é e só não a vê quem não quer: ao contrário dos nazis, genocidas tímidos e envergonhados (foram bastante discretos em relação aos campos de extermínio), os israelitas, genocidas arrogantes, não só vão dizimando o povo palestiniano à vista de todos, como, ainda por cima, exigem aplausos (e quem não aplaude é anti-semita).

  20. 20 20  Paulo

    Eu sou ateu e não gosto de futebol

  21. 21 21  Paulo

    Eu sou ateu e não gosto de futebol

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