Esperava-se que o “Público” desse conta da forma como o PS soube das colaborações dos assessores de Belém na elaboração do programa do PSD e que assumisse o disparate da manchete de ontem, que a meio do dia já estava completamente desfeita e que, não por acaso, toda a gente decidiu desvalorizar. Pelo contrário, fez uma fuga para a frente, com uma notícia igualmente absurda e com um ano e meio de vida, que não tem um único elemento que apoie a ideia de que a presidência pudesse estar “sob escuta”. Tem apenas uma velha história mal contada do incómodo da comitiva de Cavaco à Madeira com a presença de um assessor do governo. Alguém explica a alguém que nada disto é jornalismo de investigação?


17 respostas ao post “Diante do precipício, um passo em frente”  

  1. 1 1  zacuto

    o “jornalismo” do Publico mete nojo
    o JMF deve estar avençado ao PSD
    como é que é possivel o PR, que supostamente é presidente de todos os portugueses, embarcar neste jogo rasteiro de lançar lama sobre tudo e todos?

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  2. 2 2  João Baptista Magalhaes

    O problema parece-me ser o seguinte:

    Com ministérios tão pobres de boas ideias, o Governo resolveu fazer uma espionagem à casa da Presidência da República para caçar talentos. Utilizou como detectives especiais os dois mais brilhantes dirigentes do PS. Com a sua argúcia, verificaram logo que havia assessores de cavaco Silva a ajudar o PSD na produção de ideias para o sue programa.

    Poderíamos pensar: que mal há nisso?!…. Se as ideias são boas, ganham uma dimensão universal e deixam de pertencer a quem as produz; se são medíocres, perdem interesse e, pouco tempo depois, ninguém se lembra delas.

    Mas a preocupação dos diligentes dirigentes não foi com as ideias que melhor possam resolver os problemas dos portugueses, mas com as “cápsulas” que guardam ilusões.

    No jogo de oferta e procura, Sócrates gabava-se de ter as melhores “cápsulas das ilusões ideais”, mas, contraditoriamente, parece que tem necessidade de espiar a perigosa interferência dos assessores de Cavaco Silva na produção de boas ideias. E, por isso, quer o “mercado” seja fechado.

    É só isso.

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  3. 3 3  Fado Alexandrino

    Os jornalistas do Público, tirando talvez dois, são todos de esquerda.
    Mas da verdadeira esquerda, aquela certificada com registo de validade e vacinas em dia.
    Esta notícia é boa, porque incomoda o PS e incomoda o PSD e não tarda nada vai ser necessário entrevistar Louçã para ele dar uma opinião, uma ideia (um pouco mais difícil) uma solução (completamente fora de qualquer hipótese).
    Aguardemos calmamente, o povo é sereno.

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  4. 4 4  mário borges

    Como em tudo, um pouco por todo o lado, a qualidade vai decaindo aos poucos.
    É o passar dos anos e o verificar do conformismo. O Público já não vai passar daquilo. Aos poucos deixou de ser jornal de referência devido principalmente ao infortúnio de ter tido um director daqueles. O pior é que olha-se para os directores do Diário de Notícias e principalmente do I e é o caos…
    Não há por aí quem queira fazer um orgão de comunicação social (jornal ou rádio) com uma inclinação mais canhota? É que de dextros já estamos minados. E com a chegada da TVI 24 a coisa piorou.
    É ver a SIC agora a mostrar You Tubes e fotos de férias do poveco… Está pela hora da morte!
    Não há ninguém que se chegue à frente?
    Ó jornalistas da minha terra! Onde andais vós?

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  5. 5 5  António Cunha

    é vergonhoso o modo como publico passou de bestial a besta.

    Eu se fosse o Belmiro corria com aquela corja esquerdista sanguessuga que vai desde comentadores de musica merdosos a deputados do BE.

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    Daniel Oliveira Reply:

    António Cunham talvez não saiba, mas se fosse o Belmiro e despedisse com esse critério tinha de reintegrar todos. Coisas da vida e da lei.

  6. 6 6  Maria

    O Público não é nem pior nem melhor do que os outros todos.A verdade é que nos últimos tempos . basta soprar uma difaçãozita e eles vão lá debicar todos que isto da fama e dos aumentos salariais é uma pressa.

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  7. 7 7  Rafeiro Danado

    Um cão com dono, é o que o JMF é.

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  8. 8 8  Isabel Coutinho

    o jornalismo do Publico mete nojo; o jornalismo da TVI mete nojo. Eu resumo tudo mete nojo se contrariar o poder insituido.
    É o que acontece nas didaturas.
    Nas democracias civilizadas, há jornais e cadeias televisivas para todos os gostos e opiniões, mesmo que não sejam oficialmente “partidárias”. Comparem por exemplo o “Le Monde” com o “Le Figaro”.
    Deixem de se queixar, “mariquinhas”: enfrentem a realidade.

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  9. 9 9  Patricia

    O problema,como é referido num comentário anterior,não é o de ser contra ou a favor de quem num determinado momento ocupa o poder,é a qualidade do que se publica e noticia.É claro que em democracia há sempre diferentes opiniões,e existem até jornais em vários países que publicam a quem dão o seu apoio partidário,talvez fosse melhor fazer isso em Portugal,pelo menos evitavamos os que dão uma no cravo,mas a seguir se convier dão outra na ferradura.

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  10. 10 10  Manuel Monteiro

    O Cunha hoje acordou com a veia saneadora…
    Manuel Monteiro

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  11. 11 11  A. Borges Ferreira

    V. agora é mestre de jornalismo?
    Alguma vez fez jornalismo de investigação?
    Donde lhe vem a autoridade para opinar na matéria?

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    Daniel Oliveira Reply:

    “V. agora é mestre de jornalismo?”
    Não percebo a pergunta.

    “Alguma vez fez jornalismo de investigação?”
    Sim, mas não vejo a relevância da pergunta para o que escrevi. Posso explicar-lhe o que qualquer jornalista lhe pode explicar sobre o que falta para isto ser jornalismo de investigação: não há um único facto que permita fazer uma notícia. No máximo, a notícia ficaria pelo incómodo da Presidência da República. Mas para isso era necessário que a fonte anónima nos desse factos que provassem esse incómodo. Ela própria dizer que está incomodada vale zero, já que se trata de uma fonte anónima. As fontes anónimas dão informações, não dão estados de espirito. Para isto não é preciso ser mestre de nada. Basta ter umas luzes. Tenho um pouco mais do que luzes.

    “Donde lhe vem a autoridade para opinar na matéria?”
    De ser leitor. E, já agora, li uma coisas sobre o assunto, estudei e estudo umas coisas sobre o assunto e até sei umas coisas sobre o assunto graças a quase toda a minha vida profissional. Tudo mais do que outras pessoas que opinam (com todo o direito) em programas supostamente especializados sem que isso cause grande incómodo. Mas, ser leitor é autoridade que chega e sobra para opinar e não preciso de qualquer outra. Satisfeito? Quando lhe apetecer debater o pot e não a autoridade de quem o escreve, cá estarei.

    PS: por fim, agradeço que se decida se é o “explicador” ou o “A. Borges Ferreira”. É que não sei se sabe, mas o seu IP aparece. Não basta mudar o mail. E quando os comentários são escritos um logo depois do outro só podem ser da mesma pessoa. Não lhe vou dizer de onde me vem a autoridade para saber isto.

  12. 12 12  A. Borges Ferreira

    Sem ter ainda validado o meu comentário, V. apressou-se a responder-me com uma prosa cujo objectivo não descortino.
    Agradeço-lhe a provável intenção, mas acho que está equivocado: é que dispenso lições de jornalismo da sua parte.
    Quanto ao meu IP, faça dele o que quiser: a subtil ameaça não me intimida; já as tive bem maiores, num tempo que V. (felizmente para si) não viveu…
    Passe bem, que eu não conto voltar a visitá-lo.

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    Daniel Oliveira Reply:

    Qual ameaça? Disse apenas para se decidir que nick quer usar. De facto, acho uma desonestidade que uma só pessoa multiplique comentários como se fosse várias. De resto, não lhe dei lição nenhuma. Fez-me três perguntas e eu, fingindo que elas eram sérias e não apenas o que eram, respondi-lhe. Não queria? Lamento. Não as fizesse. Quanto não voltar, é-me, como deve imaginar, absolutamente indiferente.

  13. 13 13  Justicialista

    Com tantos problemas, é com isto que se entretêm os políticos? De tirar o chapéu a Francisco Louçã que não perde tempo com estas intrigas que vão entretendo quem não quer saber do povo!
    Num país civilizado, o BE já teria tido maioria absoluta! Até a Islândia, soube em tempo de colapso total, eleger a extrema-esquerda moderada para o governo!

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  1. 1 Arrastão: Orgia de irresponsabilidade

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