Por Daniel Oliveira
Ségolène Royal anunciou na noite eleitoral a sua separação de François Hollande (via Womenage A Trois). Cada um sabe de si, mas quem justifica o privado em público está condenado a ter casamentos de campanha e divórcios de derrota.
Sem comentários 18 Jun 07 em Sem categoria



Esta senhora foi um dos maiores flopes da política mundial, fez uma campanha sem uma única ideia para a frança ou para a europa( quase que apetece dizer que só foi candidata porque é mulher). Esperemos que seja caso único embora me pareça que do outro lado do atlântico a esquerda se prepara para cometer o mesmo erro
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Para quem não precisou de anunciar publicamente a sua união parece-me estranho que o necessite para a desunião.
Enfim, as contradições saídas das gavetas bolorentas do Maio de 68!
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Já há muito tempo se sabe em França que Ségoléne mantinha um caso com um conhecido cantor da nova chanson française, ao mesmo tempo que o seu companheiro mantinha um caso com uma outra companheira. Tudo muito discreto, como convém a pessoas com ambições políticas e tão ao jeito da esquerda moderna, que tanto apregoa liberdade nos costumes mas que na verdade vive obcecada em mostrar as suas visrtudes públicas e manter os seus vícios bem privados. Aliás, ao bom jeito de Miterrand.
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Convenhamos que um gajo com aquela pinta de totó deveria ter escolhido uma “razoavelmente feia”. Ainda por cima, em vez de a mandar para casa coser meias, deixou-a andar na rua a bater perna. Que nos sirva de lição a todos…
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