Digamos que o assunto vale o que vale. É apenas revelador. Conta o DN que os jovens do PCP vetaram o nome de Ricardo Araújo Pereira como orador no 25 de Abril. Porque já foi militante e como se sabe quem sai é proscrito não apenas do PCP mas de todas as coisas em que o PCP se possa envolver com outros. A proposta foi feita pelos jovens do PS, que já viram o seu líder parodiado no assunto que mais os melindra: um diploma. Mas os jovens do PCP tinham uma carta forte para jogar. Propuseram, em troca, o representante do jovens do Partido Ecologista os Verdes. Um “fait divers” que mostra apenas como por vezes é difícil fazer coisas com o PCP. O desgraçado do RAP é que não teve nada a ver com a história. Lá estarei na mesma, como todos os anos, na Avenida da Liberdade.
Sem comentários 19 Abr 07 em Sem categoria



Quem sai do PCP é inimigo, quem não é, é adversário. O PCP no seu melhor.
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Caro Daniel…. já cá faltava…. confesso que pensei que fosse o seu primeiro post do dia, pelos vistos não foi…
Mas como diz o ditado “não há festa nem festança onde não esteja a dª constança” também o Daniel não perde uma oportunidade de cascar no PCP, nem que para isso assuma como verdadeira uma noticia do órgão oficial do governo Ps e uma proposta da JS…
Acha então que o facto de não ter sido aceite essa proposta só pode ser porque o RAP vendeu imperiais na Festa e agora já não vende. E já agora, porque raio é que um militante dos verdes deve ser desconsiderado, não deve nem pode ser.
Sabe que a projecção mediática de determinadas figuras às vezes tem destas coisas…. eu gosto dos Gato fedorento, acho que eles inovaram e praticam uma forma de humor e critica política arejada e muito bem feita, e ainda por cima atacam o governo, ainda bem… agora dai a achar que o RAP tem que estar na tribuna do desfile vai uma grande distância…. deixem-no fazer o que ele sabe.
Lá estaremos no desfile…….
Cumprimentos
PR
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Ah, a JCP… no comments.
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de facto, dar ao RAP o palco quando há jovens desse partido tão relevante na sociedade portuguesa como o PEV. A proposta do PEV só deve ser para rir.
PR: já cá faltava o “já cá faltava”. Nunca escrevo um post sobre o PCP que não tenha um comentário a dizer que não o devo fazer.
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sabe daniel, de facto você é um perseguido….
se eu fosse mal intencionado podia pensar que a vossa (BE e PS) fixação no RAP era precisamente por ele ter saido da JCP.
essa boca em relação ao PEV era escusada… fica-lhe mal.
e já agora espero que o RAP vá no desfile tal como eu, o Daniel e muitos milhares de portugueses
PR
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Claro que era, PR. É assim, o mundo procura ex-PCP’s, absolutamente anónimos, só para chatear o PCP.
E ainda me há de explicar qual é o problema dele ser ex-PCP. Porque é que isso incomoda o PCP.
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PR, não parece brilhante deixar de ter alguém que represente os movimentos da juventude a discursar só para vetar o RAP, pois não? Que aliás parece uma boa escolha: é jovem, é decididamente de esquerda (como o são todas as organizações que se associam ao desfile), é inteligente e articulado e tem atenção mediática mais ou menos garantida, o que não era aqui nada mau. Vetar este nome e inviabilizar assim que haja discursante jovem é um tiro no pé e pomo-nos a jeito para interpretações como a que o Daniel faz. Digo “pomo-nos” porque sou militante do PCP.
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Eu também lá estarei, tal como outros membros do Movimento Liberal Social; mas dispenso perfeitamente ouvir os discursos de seja quem fôr, especialmente se esse seja quem fôr estiver conotado com certos setores.
Prefiro estar lá de forma livre.
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Caro Daniel Oliveira,
e como já era previsível este post, gostaria de lhe dar conhecimento da seguinte nota de imprensa.
“A propósito da noticia do DN hoje publicada sob o título «PCP veta “Gato”» o PCP entende esclarecer o seguinte:
● Só por absoluta inexactidão, ou declarada má fé, se pode atribuir ao PCP, como é intenção da peça, a atitude de veto de Ricardo Araújo Pereira a propósito da intervenção de um jovem em representação de organizações juvenis na iniciativa de comemoração do 25 de Abril.
● Em rigor o que se pode afirmar é que esta questão, a exemplo do que sucedeu com a inviabilização do acordo sobre o “Apelo” dos promotores, é expressão da atitude dos que, no quadro da comissão promotora, agiram para impedir nas comemorações quaisquer referências ou juízos críticos à acção do governo do PS.
● Na actual situação – de agravamento dos problemas dos jovens e em particular dos jovens trabalhadores, que a recente lei sobre trabalho temporário veio acentuar, e de que a acção de luta de jovens trabalhadores de 28 de Março foi expressivo testemunho – a JCP apresentou e defendeu, desde o primeiro momento, por razões de actualidade política, a proposta (que chegou a ser consensualizada embora com a ausência da JS) de um jovem dirigente sindical (Pedro Frias) para a referida representação. É na sequência do desacordo manifestado já em momento posterior pelo representante da Juventude Socialista a esta proposta que o nome de Ricardo Araújo Pereira é apresentado e defendido (três reuniões mais tarde) pela JS e o BE. Perante o desacordo destas organizações àquela proposta foi ainda adiantado em alternativa, por iniciativa da Interjovem o nome de Joana Bastos para eventual consideração.
● Foi a falta de consenso entre as várias organizações juvenis – indispensável no processo de construção de decisões da comissão promotora das comemorações do 25 de Abril – que inviabilizou o acordo necessário para a referida escolha.
● O sentido que o título do DN e a peça que o acompanha pretende atingir é assim manifestamente tendencioso. Com igual «rigor» o DN poderia ter titulado “PS(ou BE) veta jovem sindicalista”.
● É assim absolutamente falso que o PCP tenha “vetado” o nome de Ricardo Araújo Pereira. Para o PCP, a presença de todos quantos, como Ricardo Araújo Pereira, e tantos outros designadamente dos meios artísticos e culturais, se queiram associar às comemorações de Abril é sinal de uma desejável manifestação de vontade democrática de participação e dos afirmação de valores de Abril.”
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Caro Daniel, o seu esforço para colar qualquer acção ou posição do PCP ou de um militante do PCP à vingança pela dissidência carece de inovação e criatividade.
O seu esforço para se “atirar” ao PCP ou tudo que envolve o PCP já cansa. preocupe-se em valorizar a grande manifestação do 25 de Abril, a pouco mais de um mês da grande jornada de luta – A GERVE GERAL de 30 de Maio.
Seja intelectualmente honesto e não se ponha a alimentar intrigas que apenas procuram desvalorizar a unidade em torno da comemorações populares do 25 de Abril.
Mas se calhar a atitude de DO não é de espantar. Já na década de 90 DO se esforçava por quebrar a unidade e o contributo da JCP para a luta. Lembra-se?
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Lendo o seu comentário não vejo em que ponto é mentira que a JCP tenha vetado o nome de Ricardo Araújo Pereira.
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Será a condição de ex-militante do PCP assim tão importante.
É uma espécie de condecoração, um título:
V. Exa. Ex-Militante do PCP.
O RAP pode ser jovem, inteligente, brilhante comediante, mas as comemorações de Abril não são comédia.
O facto da JCP não ter concordado com o referido nome nada teve que ver com facto de se tratar de um membro dessa ilustre espécie: «ex-militante do PCP».
Mas cada um diz o que quer e no que respeita ao PCP e à JCP isso é particularmente verdade, sobretudo se for dito pelos mui nobres e donos da verdade ex-militantes do PCP.
Qualquer dia junto-me a eles, pois são livres, anti-sectários, inteligentes, competentes, muito mediáticos e vão desde a Zita, ao Pina, passando pelo Daniel.
Falando sério, julgo que dão demasiada importância a essa condição (que não é condição nenhuma).
O PCP e a JCP apenas lamentam que tenham escolhido um outro caminho e não tenham continuado no Partido, mas a vida é assim, feita de opções e os caminhos nem sempre coincidem.
Limitamo-nos a observar onde andam todos aqueles que um dia disseram querer apenas um Partido mais de esquerda, mais socialista, mais revolucionário, mais influente, mais comunista.
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Infelizmente, mais um lamentável episódio protagonizado pelo PC. E é triste ver os jovens (da JCP) transformados em meros guardiões do templo.
E mais uma vez se prova que o PC não procura as convergências.
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Já agora, conta comigo para a unidade, mas ela não inclui ser pau mandado do PCP. E muito menos aceitar que alguém decide que é altura de me calar em nome da unidade. Farei tudo para que a greve geral corra bem. Espero que isso não inclua ter de obedecer à disciplina partidária de um partido que não é o meu. Se me der licença, claro.
Já agora, conte lá, Ricardo. Estou muito curioso. Será que foi na luta estudantil não permitir que o PCP decidisse nas suas sedes como deveria organizar-se a luta dos estudantes, que também era a minha? Se é isso, declaro-me culpado. Com imenso orgulho.
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jal, nota-se que lamenta imenso.
Já agora, várias vezes ouvi Canto e Castro em coisas sindicais. Não me lembro do mesmo tipo de considerações.
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Não é o PCP q tem um gajo que não tem a certeza que a Coreia do Norte não será uma democracia?
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Marvão,
Aconselho-te a ler a nota de imprensa do PCP com os esclarecimentos sobre a notícia construídade forma ablidosa. Como vês há imensa habilidade na valorização do desacordo da JCP em relação ao desacordo da JS em que um jovem sindicalista falasse. Ainda para mais quando a questão da precariedade laboral, em especial entre os jovens, faz parte da agenda da esquerda.
Caro Daniel,
Verifico que o BE não discute nas suas sedes a acção dos seus militantes nas lutas em que se envolvem. Mas acho que já li por aqui algo do género e recordo que o DO ignorou esse comentário.
Penso que a selectividade de DO denúncia a postura anti-comunista e o preconceito do próprio.
Não faça disto uma oportunidade para “criar” novos preconceitos sobre a unidade e o papel do PCP e a sua política de unidade, que DO se fosse intelectualmente honesto reconheceria.
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mais uma vez e perante a nota do PCP o daniel não diz nada, ou seja perante os factos responde com o preconceito e a arrogância….
é pena é que a falta de vergonha seja tanta que até no desfile do 25 de abril, ps e be repitam as suas estratégias habituais….
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Digo: que a nota diz que falso o que não desmente. Que vetou o nome de Ricardo Araújo Pereira.
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O esforço do PCP em mat´´eria de unidade é nulo e não há honestidade intelectual que permita dizer o contrário. Qualquer pessoa que já tenha trabalhado com o PCP em movimentos unitários e não seja do PCP o reconhece.
Concluindo: o PCP vetou o nome de Ricardo Araújo Pereira.
É normal que o orador que fala em nome de todos não seja de nenhuma das organizações. É o caso de Ricardo Araújo Pereira. Acontece que o sindicalista Pedro Frias, que seria tão importante ouvir, é, como não podia deixar de ser, do PCP. Pormenor que se esqueceram de referir.
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Lucia Gomes, o Ricardo Araujo Pereira foi VETADO por ser quem é.
O PCP é useiro e vezeiro neste tipo de manobras.
Acções unitarias para os sectarios da direcção do PCP, só são dignas do seu apoio, se eles as poderem controlar, ou no minimo condicionar.
Essa de um sindicalista que o Be e o PS teriam vetado dá vontade de rir… é logico que quem o PCP queria pôr a falar em nome da juventude era alguem, da sua confiança politica , mesmo que com capa de ecologista, como aliás são os do partido melancia.
Numa altura em que vemos a extrema-direita tentar sair do esgoto, em que só aparentemente tem estado escondida.
Numa altura em que o revisionismo de cariz fascizante, tenta dourar a pilula sobre o que foram Salazar , Caetano e a ditadura.
O que menos precisamos é que o sectarismo do PCP, venha de novo e uma vez mais ,trazer para a praça publica, as suas nunca resolvidas contradições com ex-militantes.
O 25 de Abril é de TODOS os anti-fascistas.
O 25 de Abril tem de ser divulgado ás novas gerações ,que infelizmente não sabem o que nós penamos no tempo da ditadura.
É lógico que não é o Ricardo Araujo Pereirta que me faz ir ou não ir ao desfile da Avenida, mas neste momento a sua presença, e a sua intervenção como representante de uma geração mais jovem, seria MUITO IMPORTANTE.
O PCP uma vez mais pôs a sua raivazinha sectaria, á frente do 25 de Abril e do que ele representa,e é pena.
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Registo que o porta voz de um movimento unitário não pode ser filiado em nenhum partido ou organização que participe em determinado movimento (unitário).
Quando andei pelas terras do Ribatejo as pessoas diziam: pela boca morre o peixe. Caro DO, veja lá se não se engasga.
Curioso que DO não desmente a afirmação do PCP que terá havido consenso com o nome Pedro Frias sem a presença da JS, ou seja, o BE do qual DO é dirigente esteve de acordo com Pedro Frias.
O que terá acontecido para o BE alterar a sua posição?
Registo que DO não argumenta sobre a política unitária do PCP, lança o boato e o preconceito.
Afinal o conceito de honestidade intelectual de DO (não confundir com o BE – espero eu) é o que se vê. Pena que tanta gente sem partido não partilhe da opinião de DO…
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Sobre a nota do PCP, e a quem vem aqui defendê-la, só posso dizer , tenham tino meus amigos.
Os factos não se alteram , para caberem na nossa maneira de encarar as situações.
A nota serve possivelmente para consumo interno, e para quem piamente acredita em tudo o que o PCP diz.
E tambem infelizmente para quem gostaria que o mundo tivesse só uma cõr, a noticia, e o que está a ela subjacente é clara,o PCP considera Ricardo Araujo Pereira personnna non grata, e isto diz tudo da mentalidade da direcção ACTUAL deste partido.
Se querem pôr sindicalistas ????, a falarem ,têm o Primeiro de Maio, o 25 de Abril é a Liberdade. e é bem mais importante, pelo menos para mim ,e para todos os anti-fascistas, do que meras agendas partidárias conjunturais.
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Ricardo, não desminto porque não estive lá.
De resto, o que é estranho é que os dois nomes que o PCP tem para propor contra um nome de um independente são do PCP e do PEV. Digamos que para espírito unitário…
Quanto ao resto, lamento não poder argumentar. Falo para quem já trabalhou em movimentos unitários em que o PCP estava presente. Todos sabem do que falamos. Há sempre, sempre, sempre problemas. E agora mais do que nunca. É uma cultura. Nada a fazer.
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A Lúcia Gomes postou a nota do Gabinete de Imprensa do PCP mas parece que ou não a conseguiram interpretar ou estão-se marimbando e pretendem continuar com a fantasia Pedro Correia/Daniel Oliveira.
Sugiro a re-leitura dessa nota onde está preto no branco que:
1 – oportunamente a JCP propôs que a representação juvenil estivesse a cargo de um jovem sindicalista (Pedro Frias) proposta que obteve o consenso das organizações juvenis presentes;
2 – porém 3 reuniões depois, a JS e o BE voltam à carga, marimbam-se do consenso anterior e propõem o RAP;
3 – perante o desacordo ao atropelo do que antes tinha sido consensualizado e para sair do impasse a Interjovem propôs uma ecologista (Joana Bastos) a que JS e BE se opuseram; e o desfecho foi salomónico: a juventude não terá representação.
Obviamente que com isto ganha principalmente o PS (que assim se safa de mais uma intervenção crítica e logo no 25 de Abril) e o dirigente do BE e autor do post, que pelo segundo mês consecutivo apresenta “trabalho” ao PS. Em 16 de Março foi o post intriguista acerca do congresso da Fenprof e curiosamente no dia em que o congresso começa “usa” deste modo indecente o RAP. Com amigos destes quem precisa de inimigos, presumo que esteja o gato a pensar.
Mesmo aos mais distraídos calculo que não terá passado despercebida a falta de consideração desde dirigente do BE na defesa de representação juvenil no palco do 25 de Abril em Lisboa por jovens sindicalistas e ecologistas e desejo que seja um caso isolado. Mas nunca se sabe, gata escaldada até da água fria tem medo…
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Só se enterram.
“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.”
Abraço.
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Só se enterram.
“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”.
Abraço.
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Adoro. Um sindicalista (mas não dizem que é do PCP). Uma ecologista (não dizem que é do PEV). O PCP estava disponível para que os outros escolhessem entre o PCP e os Verdes. Esta malta é que tem mau feitio.
Já agora, o PS faz parte das comemorações do 25 de Abril. Tem direito a estar nelas. O 25 de Abril Não é do PCP. É de todos os democratas. Se isto é fazer um serviço ao PS, assim seja. Não aceito que o PCP decida quem tem e não tem direito a comemorar a nossa liberdade.
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«calculo que não terá passado despercebida a falta de consideração desde dirigente do BE na defesa de representação juvenil no palco do 25 de Abril em Lisboa por jovens sindicalistas e ecologistas». De facto, há quem no PCP julgue que o Mundo acaba e começa na Soeiro Pereira Gomes. Meu Deus, que falta de consideração eu tenho se não aceito militantes e dirigentes do PCP e da CDU como os legítimos e únicos representantes de todos nós.
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O dirigente partidário e autor do post acaba de confirmar que de facto o grosso das organizações juvenis concordaram com a representação pelo sindicalista Pedro Frias, que só três reuniões depois, duas dessas organizações – JS e BE – inopinadamente mudaram de ideias; confirma também que não aceitaram nem a ecologista nem o sindicalista porque alegadamente são membros de dois partidos de esquerda. Confirma assim tudo o que eu disse e pelas piores razões (sectarismo exacerbado) e nomeadamente a instrumentalização despudorada do RAP. Pelos vistos tiveram mesmo necessidade para safar o PS.
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Margarida, você é mesmo estranha. Acabei de dizer que não estava lá por isso não faço ideia. E você diz que eu confirmo?
Por fim, sendo membro do Comité Central do PCP e funcionária daquele partido, e tendo o estranho e pouco dignificante hábito de, apesar das suas responsabilidades, assinar com pseudónimo em blogues, agradeço que se identifique. Se cola cada opinião expressa por mim aos meus cargos políticos, então é da mais elementar justiça que eu possa fazer o mesmo. Caso contrário faz jogo sujo.
Aliás, esta sua conduta, tendo em conta os cargos que ocupa, dizem muito de si.
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Alguém disse que os jovens do PC são meros guardiões do templo, mas engana-se: eles são os sacerdotes mais ortodoxos!
Ricardo Araújo Pereira está para o PC como os “ciminosos” em 1984, de Orwell – deixou de existir, é uma “impessoa”. Logo eles não o vetaram porque não reconhecem a sua existencia.
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Relembro os factos que o autor do post e membro da Comissão Política do BE insiste em chutar para o lado:
1 – oportunamente a JCP propôs que a representação juvenil estivesse a cargo de um jovem sindicalista (Pedro Frias) proposta que obteve o consenso das organizações juvenis presentes;
2 – porém 3 reuniões depois, a JS e o BE voltam à carga, marimbam-se do consenso anterior e propõem o RAP;
3 – perante o desacordo ao atropelo do que antes tinha sido consensualizado e para sair do impasse a Interjovem propôs uma ecologista (Joana Bastos) a que JS e BE se opuseram; e o desfecho foi salomónico: a juventude não terá representação.
Vem agora com a desculpa “não estava lá por isso não faço ideia”, como se não fosse obrigação de qualquer dirigente partidário responsável se não sabe perguntar a quem representou o partido.
Mas como o assunto lhe começa a ficar incómodo tenta distrair as atenções “inventando-me” mais uma biografia; pensa ele que assim escapa ao escrutínio na abusiva tentativa de interferir na eleição do SG da Fenprof em Março e agora na não representação da juventude no palco do 25 de Abril em Lisboa.
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Os militantes e simpatizantes do PCP, estão cegos, surdos e mudos, e ainda não perceberam que deram um valente tiro no pé ao CENSURAREM o nome de Ricardo Araujo Pereira.
Mas se calhar o problema é mais complexo e até de contornos preocupantes.
Há dias na Camara Municipal de Lisboa,foi discutido o cartaz racista do Marquês, o vereador do Partido Comunista Português, Ruben de Carvalho, defendeu o direito´á liberdade de expressão dessa canalha.
A tal ponto que um Blogue neo-nazi teceu rasgados elogios á postura do vereador comunista.
Ruben de Carvalho não teve uma palavra para verberar atitude da Camara de Lisboa de maioria PSD, ao CENSURAR e mandar retirar o cartaz dos Gatos, SIGNIFICATIVO.
Agora e uma vez mais o PCP, censura Ricardo Araujo Pereira, , conclusão para certos militantes e simpatizantes do PCP, o perigo não vem da extrema-direita xenofoba e racista, e sim dos humoristas do Gato Fedorento.
Temo que em Portugal suceda uma reedição da França dos anos 70, em quw centenas de militantes do PCF se passaram com armas e bagagens para a Frente Nacional do Le Pen!!!
Exagero da minha parte..
Veremos…
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O RAP não passou de um pretexto da JS e do BE para que não houvesse do palco do 25 de Abril em Lisboa um discurso feito por um jovem contra as políticas do governo. Isto é, a JS e o BE avançaram o nome do RAP, três reuniões DEPOIS de ter sido aprovado um jovem sindicalista para discursar. Usaram indecentemente o nome de RAP para esconderem que o que NÃO queriam mesmo era um jovem a malhar no palco do 25 de Abril em Lisboa nas políticas do governo do PS. Estes são os factos.
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Quando várias organizações se propõe organizar um acontecimento, em que alguém tem quer falar e têm que escolher um orador, se por acaso não chegam a acordo para propor um orador o mínimo que se espera das diversas organizações que participam nesse evento é que aceitem e respeitem as suas discordâncias e não utilizem esse acontecimento para ir para os jornais acusar a outra parte de “não-sei-quê”.
Fazer isso é falta de ética; é jogo baixo; é traição; é mesquinhez; é baixeza, é prova de que o objectivo dessas organizações não é propriamente comemorar o 25 de Abril, mas sim arranjar pretextos baixos e reles para atacar o PC.
Partir do princípio que por o nome que eles (PS e BE) propõem ser o de RAP, os outros tem que aceitar é provincianismo, e demonstra um pensamento muito pouco democrático.
O facto do D. Oliveira dar crédito a esta notícia é só mais uma questão de anticomunismo.
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O Pacheco tal como o Silva escondem-se nas ficções do século passado para não verem as tramas da semana passada. Que as houve, houve, que foi bem urdida foi, mas que o resultado foi lamentável, foi. Mas lá que salvaram o governo PS de uma denúncia juvenil a partir do Palco do 25 de Abril em Lisboa, salvaram.
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Mas qual é o espanto? Só agora descobriram como funciona o PCP? Eles são assim… está-lhes no sangue. Que sorte termos tido Mário Soares em 1975 para afastar esta gente definitivamente do poder! Eles criticam os outros partidos por tudo e mais alguma coisa, mas são os primeiros a querer impor as suas “leis”. E acho execrável a forma como os comunistas se apropriam do 25 de Abril. Eles deviam era chorar nesse dia, por não terem conseguido o que queriam: implantar uma ditadura comunista em Portugal, inspirada na União Soviética que Cunhal idolatrava! Ainda há alguém que acredita que eles sejam democratas?
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Vá lá, senhores, deixem-se disso. Essa rigidez é um dos vossos terríveis sinais de conservadorismo! Não vale a pena justificar o injustificável, é asneira.
É por essas e por outras que a revitalização do PCP não se faz.
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É só o que a Ana tem a dizer perante a justificação da injustificável manobra do BE e da JS? Se é, lamento-a. É que não há futuro de jeito quando o presente se afirma na dissimulação e na sacanice.
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Começo finalmente (sou lento…) a perceber porque é que as comemorações do “25 de Abril” se têm vindo a transformar numa espécie de comemorações do “5 de Outubro”…
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O PCP censurou o Ricardo dos Gatos.
O PCP não gosta de humor
O PCP tem medo do ridiculo, mas acaba por ser ridiculo com estas atitudes.
O PCP gosta é do Faria.
Mas quem é o Faria…
Um pau mandado , arranjado de encomenda para ler um discurso feito da Soeiro Pereira Gomes.
E onde é que está nesta comedia picara, o 25 de Abril dia da Liberdade, que se vai comemorar, unitariamente….
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O PCP, ao longo de toda a sua história, deu corpo a inúmeros movimentos unitários, fez da unidade uma bandeira na luta antifascista, sempre trabalhou com outros democratas e sectores de esquerda.
Neste caso concreto, ninguém dúvida, o PCP é a força que no desfile de Abril mobiliza milhares, engrossando as fileiras dos que não esquecem que Abril está por cumprir.
E o problema central reside nesta questão: estarão todas as forças promotoras do desfile dispostas a defender Abril, as suas conquistas e os interesses e direitos do Povo português? Existirão condições reais de unidade com o PS e as suas políticas governamentais?
Será que desfilar lado a lado com quem promove uma tão grande ofensiva contra os direitos dos trabalhadores, contra os serviços públicos e contra o próprio regime democrático saído de Abril, é promover a unidade das forças de esquerda?
Porque motivo vetaram o apelo comum?
Porque motivo vetaram o nome do orador anteriormente consensualizado?
O que representa a JS neste defile?
A unidade constroe-se em torno de questões concretas e não de declarações abstractas e ideais.
Do BE já sabemos o que esperar, presta os seus gentis serviços ao PS, apressando-se a acusar o PCP de quebrar a unidade.
É a velha história de uma esquerda que se formou e organiza em oposição ao PCP.
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«De resto, o que é estranho é que os dois nomes que o PCP tem para propor contra um nome de um independente são do PCP e do PEV. Digamos que para espírito unitário…»
Caro Daniel,
Não está a ser honesto ao fazer esta afirmação. A JCP apresentou uma proposta sem oposição declarada de qualquer organização, onde se inclui o BE. A proposta não só não teve oposição como foi concensualizada.
Passados uns dias a decisão das organizações deixa de ter validade porque a JS e o BE têm uma novidade. Por favor. Se se lembra dos seus tempos de associativismo estudantil e se se lembra dos espaços unitários em que esteve presente e em que o PCP também esteve não se deve recordar de tão oportunista forma de encarar e pensar o movimento unitário, a unidade.
O caso ganha redobrada gravidade ao tornar pública (por alguém presente nas reuniões) a discordância entretanto provocada, quebrando, assim, qualquer ponta de confiança entre as organizações presentes.
O que foi feito é demasiado grave para ignorar. A manobra, que DO parece querer associar-se ao ignorar os factos que se passaram durante todo o processo e não apenas na última reunião, poderá ter consequências demasiado graves para a construção de uma efectiva alternativa, democrática e patriota, que permita o desenvolvimento e o progresso do país.
Belo espirito unitário este que o Daniel está a promover de forma consciente e com conhecimento profundo de todo o processo, apesar de se refugiar na ausência da reunião.
Inocente é quem o quer ser. DO não só não é inocente como este seu comportamento consciente representa o papel que mais convém ao governo da política de direita do PS e de José Sócrates.
Por vezes diz-se que a história não se reprete. Infelizmente DO está a contribuir para que esta se repita. Quem perde é o povo português. Quem ganha é o capital e os seus representantes, mais ou menos mascarados.
[Responder]
Está visto que o pessoal de esquerda não se entende. O País com a esquerda não vai lá.
Viva a DIREITA!
[Responder]
Esta historia é mesmo humoristica…
Os senhores do PCP vêm dizer , que afinal foi a JS e os jovens do Bloco que vetaram o Faria do PCP ( ou aparentado…é o mesmo) porque ele queria fazer um discurso de ataque ao PS.
Donde se pode concluir que o Gato Fedorento foi vetado pelo PCP porque iria fazer um discurso contra o partido…
Alguem acredita….
Mas os fieis da capelinha querem-nos convencer….
Rezem filhos, mas nisso o Cunhal era mestre…. e vós uns meros aprendizes rascas…
[Responder]
Só gostava de o ver a denunciar os ataques do actual governo aos direitos dos trabalhadores com a mesma gana e a mesma garra com que ataca o PCP.
Diz que é uma espécie de motivação…
[Responder]
João Aguiar, é aliás público e notório que eu não ataco o governo.
Lamento dizer-lhe que por estar contra este governo (mais claro do que sou é difícil) não tenha de me calar sempre que o PCP faz coisas com as quais discordo. O centralismo não chega aqui. Chamas-se democracia. Se eu concordasse com as práticas do PCP era do PCP. E não sou. Nem o facto de, tal como os militantes do PCP, fazer oposição ao governo de Sócrates me obriga a qualquer tipo de silêncio respeitoso em relação ao PCP. Silêncio que o PCP, aliás, não tem em relação ao BE. E faz bem.
[Responder]
Quando fala um PCP falam logo dois ou 3 , só que todos papagueiam a mesma cassete.
Parecem clones unsdos outros, ninguem tem opiniões proprias , nem podem tê-las, está tudo nas notas do PCP
e toca a papaguear, assim não vão longe rapazinhos.
Parece que outra rapaziada , esta mais arruaceira, ficou um bocado escamada com a rusga da Judiciaria, e desistiram da festança que estavam a preparar para este fim de semana.
Só que esta rapaziada nazi, parce que tem cá gentinha que veio da toda a Europa, veremos se cancelaram a bacanal, mas não vão criar arruaças este fim de semana em Lisboa.
E viva a LIBERDADE….
[Responder]
Eu cá para mim …
Não há ai não…
Maior prazer que chatear…
o PCP….
Só valem oito por cento, mas dizem que eles é que trazem gente á rua…
Reservem o Rossio, tragam á borla ( como fazem sempre) muito pessoal em camionetas pagas pelas camaras do Partido, ponham os controleiros á porta do Rossio a ver quem entra, só quem tiver cartão e as contas da colectividade em dia, é que entra.
E façam o 25 de Abril dos puros com discursatas á mistura, sem ninguem a incomodá-los.
Já agora tragam tambem convidados desses paraisos de liberdade , Cuba, e a Coreia do Norte…
[Responder]
Se não foi o PCP que vetou quem foi?
(também publicado no ladroesdebicicletas.blogspot.com)
Como diz o Daniel no post, este assunto vale o que vale.
Concordo com esta afirmação e não participaria nesta discussão se alguns dos comentários não estivessem a partir de pressupostos falsos.
Presumo que alguns dos pressupostos errados têm a sua origem na nota de imprensa do PCP, publicada aqui pela Lúcia Gomes. Pelo que gostava de deixar algumas notas sobre essa mesma nota de imprensa.
1º Diz a nota de imprensa: “a JCP apresentou e defendeu, desde o primeiro momento, por razões de actualidade política, a proposta (que chegou a ser consensualizada embora com a ausência da JS) de um jovem dirigente sindical (Pedro Frias) para a referida representação. É na sequência do desacordo manifestado já em momento posterior pelo representante da Juventude Socialista a esta proposta que o nome de Ricardo Araújo Pereira é apresentado e defendido (três reuniões mais tarde) pela JS e o BE.
É falso que tanto o desacordo manifestado pela JS relativamente à proposta da JCP, como a sugestão do nome de Ricardo Araújo Pereira tenham ocorrido três reuniões mais tarde de uma suposta reunião em que teria havido um suposto consenso (“embora com a ausência da JS”, como refere a nota de imprensa do PCP).
Foi precisamente na primeira reunião entre organizações juvenis, em que estavam presentes apenas três organizações (JS, JCP e ECOLOjovem), que a JS demonstrou o seu desacordo face à proposta da JCP e defendeu o nome de Ricardo Araújo Pereira. O desacordo face ao nome para fazer a intervenção jovem existiu desde a primeira reunião. Portanto, se houve consenso posterior foi apenas entre a JCP, a ECOLOjovem e a Interjovem.
É verdade que a JS não esteve representada em duas reuniões posteriores, mas o desacordo face ao nome de Pedro Frias (jovem enfermeiro e sindicalista que merece todo o respeito por parte da JS) existe desde o primeiro momento em que se discutiram nomes.
Mesmo assim a JCP insistiu com o nome e levou-o a uma reunião da Comissão Promotora das comemorações apresentando-o como um nome consensualizado. Nessa reunião foi dito que não era verdade que houvesse consenso e a Comissão Promotora reafirmou a necessidade de as organizações juvenis chegarem a um consenso.
Houve mais duas reuniões de organizações juvenis e na primeira destas os dois nomes voltam a discussão: o nome de Pedro Frias defendido pela JCP, ECOLOjovem e Interjovem e o nome do Ricardo Araújo Pereira defendido pela JS e Jovens do Bloco. Os jovens da UGT não estiveram presentes mas anunciaram o seu apoio ao nome do Ricardo Araújo Pereira.
Na terceira reunião não voltou a haver acordo e assim terminaram as tentativas de consenso. Provavelmente por culpa de todas as partes, pela primeira vez, não vai haver intervenção jovem nas comemorações do 25 de Abril.
2º A nota de imprensa do PCP termina assim: “É assim absolutamente falso que o PCP tenha “vetado” o nome do Ricardo Araújo Pereira.”
Esta conclusão é no mínimo espantosa.
Só deixo uma pergunta: Se não foi o PCP quem foi?
3º Foi a primeira vez que não se chegou a um consenso e é a primeira vez que não vai haver intervenção jovem nas comemorações.
Que fique claro que se houve sempre consenso no passado foi porque a JS aceitou sempre o nome proposto pela JCP. Desta vez achávamos razoável que fosse ao contrário.
As comemorações do 25 de Abril não são propriedade do PCP ou da JCP. O PS e a JS também fazem parte da Comissão Promotora, entre muitas outras organizações.
Não propusemos ninguém da área política do PS ou da JS. Julgo estarmos todos de acordo se disser que o nome do Ricardo é insuspeito de ser socialista.
Defendemos o nome do Ricardo porque queríamos que a intervenção chegasse aos jovens portugueses. O Ricardo Araújo Pereira tem visibilidade, é politicamente inteligente e articulado, é de esquerda e constituía uma boa forma de levar o 25 de Abril aos jovens portugueses para quem o 25 de Abril ou o fascismo dizem cada vez menos.
Importa lembrar que as intervenções jovens foram sempre ignoradas pela comunicação social. Esta não seria de certeza.
Parece que o único defeito do Ricardo Araújo Pereira foi ter cometido o pecado original: ter abandonado o PCP.
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O esclarecimento do Pedro, que, para quem não saiba, é secretário-geral da JS, mostra bem como o que a Margarida escrevia era ma adulteração do que realmente se passou. Ficamos a saber que houve consenso quando os outros não estavam.
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Já agora, recordar que o PCP, impondo quase sempre oradores, tem já história de vetos a proscritos: Carlos Brito, quando saiu do PCP. Parece que todos temos que aceitar que quem foi do PCP é propriedade do PCP e nunca mais pode participar em acções unitárias. Mesmo quando foram militantes de base sem especial activismo (como o próprio RAP já afirmou) e são das mais populares figuras entre os jovens. O PCP apagou da fotografia e todos teríamos de comer e calar
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Comecei por ir ao site do PS e da JS e obviamente não encontrei lá nada, nadinha sobre esta questão. Idem. Idem, aspas, aspas no site do BE. Ora a Nota de Imprensa que o Pedro Nuno Santos (PNS) menciona é do PCP e qualquer um pode encontrá-la aqui: http://www.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=28151&Itemid=245
Estranho pois que tendo gerado tão grande discussão, só 24 horas depois o PNS tenha reagido e que continue o mutismo absoluto da JS e do BE.
Não pensem que com isto esteja a desvalorizar a prosa do juvenil SG. Pelo contrário, e até lhe agradeço a preciosa informação que me deu de afinal o sindicalista que a JCP propôs ser um jovem enfermeiro que presumo pelo que disse o PNS não é “politicamente inteligente e articulado”, e embora sendo de esquerda, cometeu o “pecado original” de ter sido eleito precisamente pelos colegas de profissão do sector que neste momenta mais dores de cabeça traz ao governo, a saúde!
Sim, de facto, esta era daquelas situações que justificavam a bomba atómica. Iam lá permitir que o Pedro Frias incendiasse o Rossio trazendo à baila o que eles bem querem esconder?
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Algumas notas sobre o caso
O Pedro Nuno Santos mente e sobre factos, só falou de alguns, e revela-se quando diz:
«É verdade que a JS não esteve representada em duas reuniões posteriores, mas o desacordo face ao nome de Pedro Frias (jovem enfermeiro e sindicalista que merece todo o respeito por parte da JS) existe desde o primeiro momento em que se discutiram nomes.»
Isto é ridiculo. Quer dizer, não vão a uma reunião e querem que haja consenso sobre o seu nome apresentado sem porem lá os pés… então queriam o quê? que se esperasse até estarem lá todas as organizações? e se tal nunca viesse a acontecer? a js é mais que outros? O RAP é mais q os outros?
mais…
«Mesmo assim a JCP insistiu » isto é falso! a JCP apresentou na comissão promotora o nome consensualizado em DUAS reuniões onde a JS não apareceu (mas que a JS teve SEMPRE conhecimento).
mais…
«3º Foi a primeira vez que não se chegou a um consenso e é a primeira vez que não vai haver intervenção jovem nas comemorações.
Que fique claro que se houve sempre consenso no passado foi porque a JS aceitou sempre o nome proposto pela JCP. Desta vez achávamos razoável que fosse ao contrário.»
isto é falso! é mentira! O secretário-geral da JS mente! recordo q o ano passado a js deu consenso a uma proposta da INTERJOVEM!
… e mais alguns factos,
o Bloco e a os jovens da UGT não fazem parte da comissão de juventude, porque raio é que tem ou deixam de ter de dar consenso? (em tom de curiosidade registe-se que os jovens da UGT nem foram à reunião p que não faltasse o seu fundamental consenso ligaram para o representante da JS a informar… palavras para quê)
Mas mesmo assim participaram em reuniões e de facto o bloco deu consenso sobre o nome do Pedro Frias (que depois foi levado à comissão promotora…), sobre isto o Daniel membro da comissão política do bloco, continua naturalmente calado… vá lá Daniel está sempre a dizer que o PCP quer calar este e aquele, fale homem… explique lá como é que alguem do bloco sem dobrar a espinha consegue falar sobre este caso…
… mas há mais
a JCP esclareceu ainda que no quadro político actual (e digo eu: por se tratar de uma intrevenção de e para a juventude) seria pertinente falar alguem ligado ao movimento juvenil q tivesse contacto directo e vivesse os seus problemas e anseios, algo que mereceu consenso entre as organizações. porque é que não foram coerentes? de que organização ou movimento juvenil faz parte o RAP? o que representa o RAP? já o Pedro Frias que faz parte da Interjovem, que é o departamento de juventude da maior organização social do nosso país representando milhares e milhares de portugueses… acho que ng acusa a CGTP-IN de querer ser dona do 25 de Abril… ainda assim á malucos para tudo.
… e há um facto final
a Interjovem aprensentou (como forma de se chegar a consenso) uma terceira proposta. A JCP cedeu. a JS não cedeu.
Só deixo duas perguntas: Se não foi o PCP quem foi?
terá sido a JS?
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Já agora esse Pedro Nuno Santos não será ENGENHEIRO?’
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O que é a Ecolojovem? Estrutura juvenil do PEV. O que é o PEV? A melancia: verdes por fora, vermelhos por dentro. O que é a Interjovem? Estrutura juvenil da CGTP, central sindical dirigida a partir da Soeiro Pereira Gomes. O que é a JCP? O que se sabe: mais marxistas que Marx.
Quem é Pedro Frias? Quem é Joana Bastos? Porque é que a JCP, a Ecolojovem e a Interjovem (a santíssima trindade, três em um) não propõem um jovem para lá das suas fileiras? Não querem o RAP? Proponham alguém que não tenha cartão, que chame os jovens que já não sabem o que é o 25 de Abril, por culpa de comemorações passadistas, esclerosadas, frias. Diz que é uma espécie de falta de abertura à sociedade, de incapacidade de trabalhar com outros, de discernir e colaborar com quem não é a voz do dono.
Dia 25 lá vão eles, os velhinhos da JCP e os mais velhinhos do PCP, a descer a Avenida a gritar “Abril é jovem, Abril é do povo”. Um grito sem rostos, com ou sem RAP.
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Ultima nota sobre de quem é e não é o 25 de Abril.
O 25 de Abril foi um processo revolucionário e libertador do povo português e só foi possível graças à determinação de tantos homens e mulheres que após e antes dele deram o melhor das suas vidas à luta contra a ditadura fascista dando por vezes a sua vida em nome da libertação da nossa pátria.
O 25 de Abril é um processo de libertação do nosso povo e de conquista da sua liberdade e da democracia não apenas no plano politico (liberdade de expressão, imprensa, voto, etc.) como no plano económico, social e cultural.
Logo, não sendo o PCP dono do 25 de Abril, nem isso pertendendo, regista-se e não se deixará de sublinhar e não se deixará rescreever o unico, insubstituivel e inegualavel papel do PCP na luta contra o fascismo a sua derrota e a construção do Portugal democrático e na construcção da mais ampla frente de combate anti-fascista. Assim sendo, deve ainda dizer-se que saundando-se a adesão de todos aqueles, que prezam os valores de Abril, às suas comemorações, não se deixa de estranhar porém a adesão às comemorações (e até a comissões promotoras dessas mesmas comemorações) de outros que para além do activo papel na reescrita da história e no branqueamento do fascismo, têm ao longo dos ultimos 30 anos contribuido activamente para a destruição do legado de Abril e para o retrocesso civilizacional, nomeadamente no que toca aos mais básicos direitos sociais e politicos. Abril nasceu para acabar com os donos, esses mesmos que hoje aplaudem os “pacotes laborais”, os “PRACES” os “SIMPLEX’S”, as Empresas de trabalho temporário, os contractos a prazo, etc, etc, etc. quem faz sorrir esses “donos” não defende efectivamente o 25 de Abril. Sauda-se apenas que Abril lhes permita este tipo de hipocrisias (“cravo de vermelho ao peito a muitos fica bem…”). Os comunistas n são nem querem ser os donos de Abril, n permitirão é que os derrotados de Abril decidam como havemos (nós democratas) de o comemorar.
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«Logo, não sendo o PCP dono do 25 de Abril, nem isso pertendendo, regista-se e não se deixará de sublinhar e não se deixará rescreever o unico, insubstituivel e inegualavel papel do PCP na luta contra o fascismo a sua derrota e a construção do Portugal democrático e na construcção da mais ampla frente de combate anti-fascista.»
Ou seja, o PCP não é dono do 25 de Abril mas o 25 de Abril é do PCP. Já gora, recordar que o 25 de Abril não foi preparado ou executado pelo PCP. Mas suponho que ainda assim todos temos de aceitar uma espécie de tutela moral do PCP cada vez que o quisermos comemorar.
De resto, os desmentidos continuam ao que escreveu Pedro Santos continuam a ser nada. Por fim, já respondia à questão de Pedro Frias. Acho mal que otodos tenham de aceitar, há quase 30 anos, que o orador pelos jovens tenha de ser militante do PCP (como é o caso) ou escolhido pelo PCP (ou suas secursais). E é evidente para qualquer pessoa que uma intervenção de RAP seria melhor que a de Pedro Frias, que nem a comunicação social nem nenhum dos manifestantes (incluindo quem os propõe) faria intenções de ouvir.
E disto tudo ser tão óbvio, confesso que estou um pouco cansado da discussão. Se o PCP quer participar em manifestações unitárias, se quer que elas incluam outros partidos, tem de se comportar tendo em conta que elas incluem outros partidos e não tratar o BE, o PS e todas as outras organizações como se fossem o PEV.
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Reparei que o SG da JS subscreveu blasé o “este assunto vale o que vale” do autor do post, (apesar dos 4.238 caracteres que entretanto gastou…) sem conseguir explicar QUANDO é que afinal propôs o RAP e QUAIS as razões para o baldanço a duas reuniões, quando era suposto estar tão empenhado na escolha.
Se dúvidas houvessem, fica claro que afinal o que nem BE nem JS queriam era um profissional eleito pelos seus pares do SECTOR da SAÙDE no palco no Rossio e muito menos depois nos telejornais e nos jornais.
Penso que o RAP passava bem sem esta conotação a bobo da corte engendrada pelos amigos da onça na JS e no BE e que seria o primeiro a aprovar o Pedro Frias para estar no Palco do 25 de Abril.
E para o ano deixo aos juvenis líderes do BE e da JS a sugestão de convidarem o Rui Mateus (esse mesmo do fax de Macau) dada a luta que lideram contra “vetos e proscritos”.
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Cara membro do CC do PCP (se refere todos pelos seus cargos partidários), o que ninguém queria é que fosse condição para subir à tribuna do 25 de Abril ter cartão de militante do PCP. A alternativa era melhor e o PCP não aceitou foi, pela primeira vez em dezenas de anos, não ser ele a decidir quem falava. E não sendo a proposta do PCP não podia ser nenhuma. Está clarissimo para toda a gente, cara dirigente do CC do PCP.
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“tensões de ouvir” de facto não faria, mas que tinha muito interesse em ouvir o Pedro Frias, não tenho dúvida.
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Compreende-se que o autor do post e dirigente partidário tenha de proteger o cunhado do líder dos ataques mais que merecidos do sindicalista dos enfermeiros Pedro Frias. Idem, idem, aspas, aspas quanto ao SG da JS. Mas insisto que não havia necessidade da instrumentalização indecente do RAP.
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Lendo o que por aqui vai sendo escrito pelos comentadores afectos ao PCP, uma coisa ressalta, a incapacidade de alinharem duas linhas, com um pensamento proprio sobre este VETO ao Gato Fedorento.
Quase se poderia dizer que de tão cómicos fazem concorrencia ao dito humorista.
Aliás e cada vez mais a todos os anti-fascistas e cidadãos livres e democratas , se põe a opção de participar ou não nestas pseudo-unitárias acções engendradas, protagonizadas, e controladas pelo PCP, e em que a participação de quem não é da côr, é um mero verbo de encher.
Pode ser politicamente incorrecto… eu sou… mas cada vez penso mais que unidade á esquerda pode ser feita com a base no PCP, MAS NUNCA com a sua direcção, e a alternativa é fazer o mesmo que no referendo da IGV, deixá-los sózinhos com as suas organizações pseudo-unitarias, e avançar com organizações que integrem em total liberdade de opinião, e em igualdade, sectores realmente democraticos.
Fiquem cientes e este caso bem o demonstra, unidade na acção para o PCP é o mesmo que come e cala…
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Eu pensava que havia aqui o mínimo de respeito por organizações e pessoas (pela sua dignidade, inteligência, etc.), mas reparemos:
«O que é a Ecolojovem? Estrutura juvenil do PEV. O que é o PEV? A melancia: verdes por fora, vermelhos por dentro. O que é a Interjovem? Estrutura juvenil da CGTP, central sindical dirigida a partir da Soeiro Pereira Gomes. O que é a JCP? O que se sabe: mais marxistas que Marx.
Quem é Pedro Frias? Quem é Joana Bastos?»
«RAP seria melhor que a de Pedro Frias»
O Daniel Oliveira é tão perspicaz tão perspicaz que consegue saber o que dizem as intervenções antes sequer de as ouvir ou ler… sim senhor, e depois o PCP é sectário…
«PCP (ou suas secursais(? ))»
«e não tratar o BE, o PS e todas as outras organizações como se fossem o PEV.»
«Essa de um sindicalista que o BE e o PS teriam vetado dá vontade de rir… é lógico que quem o PCP queria pôr a falar em nome da juventude era alguém, da sua confiança politica , mesmo que com capa de ecologista, como aliás são os do partido melancia.»
a sorte dos democratas é que à gente (e gente da comissão política do Bloco) que fala assim de organizações e pessoas. NÃO AS RESPEITA e escreve-o a quem quer ver que não respeita e ainda exige de outros a criação de consensos.
É preciso ter muitíssima lata!
Sobre o apoio do Bloco ao Pedro Frias!! e ao facto da Interjovem ter apresentado (como forma de se chegar a consenso) uma terceira proposta em que a JCP cedeu e a JS e o bloco não, sobre isto Daniel?…
Diz que é uma espécie de chutar para o lado…
mas olha numa coisa concedo eu também estou um pouco cansado… é que é tão evidente q isto é um golpe muito baixo e que o bloco não consegue dar a volta a questão pois nao teve um único momento de verticalidade, q de facto Daniel, o RAP deve estar nauseado com tanta falta de respeito pela juventude e tanta falta de respeito para com rapazes e raparigas que trabalham e lutam para mudar o país e olha eu também vou ficando…
vê lá ao menos se consegues responder àquilo que foi colocado (q n seja com tiradas sobre a independência e a autonomia e a inteligência dos membros das organizações, é que até o ambiente agradece) e passa bem.
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Antonio Fonseca os derrotados de Abril homem , não comemoram o 25 de Abril e a Liberdade, a discussão aqui é outra, mas não há dúvida não conseguem exergar para alem das paredes da Soeiro.
Digo-lhe mais ,os milhares de portugueses que anualmente , (cada vez menos infelizmente), descem a Avenida não vão aos discursos, aliás o PCP sabe isso, mas talvez por uma questão de sobrevivência tenha arranjado esta guerrinha de alecrim e manjerona.
Não sei a sua idade , mas para muitos cidadãos hoje com 30 ou 40 anos o 25 de Abril é algo de longinquo, tal como para mim eram as romagens ao Alto de S. João no 5 de Outubro, com cargas policiais e com a Pide a vigiar, ia-se porque era uma forma de luta contra o fascismo e a ditadura, os discursos eram ,como são agora, o menos importante.
Quem os houve realmente, algumas dezenas de pessoas, o que conta é a presença,se a questão do Ricardo tivesse sido encarada sem sectarismo nem desejos de controle, teria sido entendida como aquilo que poderia ter sido, uma forma positiva de divulgar ás novas gerações o que foi o 25 de Abril, não considero isto assim tão relevante, mas parece que o PCP considera, e só quer a falar alguem com cartão do partido, é mesquinho, é pequeno, e sobretudo é suicidario.
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Mas quem raio é o Pedro Frias????? E porque raio iria ele incendiar alguma coisa com o seu discurso???? Acordem PCP!! Tá-se tudo a marimbar para o que o homem vá dizer…não sejam pretenciosos a esse ponto. Já são donos da tribuna, divirtam-se com ela mas não nos chateiem…
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Mas quem raio é o Pedro Frias????? E porque raio iria ele incendiar alguma coisa com o seu discurso???? Acordem PCP!! Tá-se tudo a marimbar para o que o homem vá dizer…não sejam pretenciosos a esse ponto. Já são donos da tribuna, divirtam-se com ela mas não nos chateiem…
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O Pedro Frias é jovem, enfermeiro e sindicalista e presumo que até deve ser dos bons para merecer tanta jogada indecente do BE e da JS, já quando à(ao?)MCC ficámos a saber que é nobody. Bem me parecia que havia fantasmas de há séculos atrás por aqui. Acordem!
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Claro, aliás o convite ao RAp foi apenas por causa do enorme perigo que vinha da intervenção de Pedro Frias. E foi uma grande jogada, esta de retirar ao PCP o exclusivo da escolha dos oradores no 25 de Abril. Uma grande jogada. A Margarida delira.
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Eu não lhe chamei “grande” à jogada. Chamei-lhe com todas as letras, indecente!
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Camarada António Fonseca,
ninguém quis faltar ao respeito. Tenho muitos anos de associativismo para conhecer as jogadas do eixo JCP-Ecolojovem-Interjovem, que gostam sempre de controlar as estruturas onde estão (como tentaram algumas vezes com o Conselho Nacional de Juventude). Mas as minhas questões não eram apenas retóricas sobre a real influência e importância destas organizações hoje em dia, nomeadamente da Ecolojovem e da Interjovem. Porque não convidar um jovem de uma outra organização com idêntica importância que subscreva o ideário do 25 de Abril, que não seja famoso como o RAP. Tenho vários nomes que posso indicar com igual importância social à do sr. Pedro Frias, que farão um discurso tão apelativo como o jovem enfermeiro, sindicalista. Mas, se calhar, e este é o ponto da questão, não convencerão mais do que os habitués do desfile, apesar de terem muito valor e militância social e política. Se, por outro lado, eu tivesse RAP na tribuna talvez o 25 de Abril interessasse um bocadinho mais a um bocadinho mais de gente.
(De resto, não se apoquente homem, ninguém está a ser insultuoso, não se abespinhe!)
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Então o PCP criou um sindicato divisionista nos Bancarios do Sul e Ilhas e só arregimentou meia duzia de associados….
Noutro tempo isto tinha um nome….não controla o PCP DIVIDE.
Vamos a ver quanto tempo dura o Mario Nogueira á Frente da FENPROF, é que se ele vai para lá não para defender os professores, mas para cumprir as ordens e a agenda do PCP, a curto prazo vai dar estrilho de certeza.
E assim vai o sindicalismo em Portugal, cada vez menos participado, cada vez mais fechado sobre si proprio e sobre as estratégias partidarias.
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É interessante ver o desfasamento entre os apoiantes BE/PS e a interessantíssima maioria dos professores que no Congresso da Fenprof elegeram Mário Nogueira e com ele uma candidatura nacional, aberta, assente em critérios exclusivamente sindicais, que não irá dispensar ninguém em suma uma candidatura séria que não engana os professores e educadores.
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Imagino que a outra metade (a maioria não foi assim tão interessantíssima, escusa de se excitar) de professores também está desfasada. E o país, que em mais de 90%, não vota no PCP, também está desfasada da interessantíssima minoria?
Diga-me uma coisa, você não se cansa de repetir os essas frases feitas tipo “assente em critérios exclusivamente sindicais, que não irá dispensar ninguém…” Devo dizer que deve ser das pessoas mais aborrecidas que aqui comenta. Sempre prefiro os seus camaradas que me insultam. Ao menos não adormeço. Você ficou com o carisma de Carlos Carvalhas e a profundidade ideológica de Jerónimo de Sousa. Com Álvaro Cunhal é que não aprendeu nada.
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É uma chatice a vida, a realidade, a vontade dos professores expressa pelos votos no Congresso da Fenprof ter trocado as voltas aos desejos e fantasias deste membro da Comissão Política do BE.
No circo nem todos os palhaços me excitam assim tanto, divertem-me muito mais aqueles trapalhões dos flic-flacs, especialmente quando se espalham ao comprido.
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Margarida, a democracia nunca é uma chatice. Vai ver que ainda se converte.
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Caro Daniel, sabendo que não se trata de do tema do post, mas visto que o esquerda.net não noticia copio para aqui o seu post e o meu comentario se me permite.
«Limpeza sindical derrotada
Os números provisórios indicam que a lista “unitária” criada pela linha ortodoxa do PCP para a Fenprof elegerá menos delegados do que a lista realmente unitária (tem gente de vários partidos e de partido nenhum, característica comum a qualquer lista que se queira chamar de “unitária”) liderada pela independente Manuela Mendonça. Três consequências óbvias: a estratégia de limpeza que a nova direcção do PCP tem para todos os sectores em que militantes seus estão envolvidos leva a primeira derrota evidente; a tomada de assalto da CGTP (onde a Fenprof representa 10% dos sindicalizados), correndo com todas vozes criticas ou apenas dissonantes, incluindo as do próprio partido, segue ferida; e a substituição forçada de Carvalho da Silva por Mário Nogueira (candidato a lider da Fenprof previsivelmente derrotado) torna-se mais difícil.
Posted by Daniel Oliveira on março 27, 2007 11:58 AM | Permalink »
Amigos, leiam este post. Agora depois do Congresso. Leiam leiam leiam. Depois confrontem com a realidade. Agora vasculhem, vasculhem, vasculhem e encontrem uma linha que corresponda à realidade. E de facto Daniel, há três ou quatro consequências óbvias: 1º o Daniel Oliveira (membro da comissão politica do Bloco) não precebe nada de unidade na acção (só um lámiré: a unidade constroi-se apartir de bandeiras de luta ou propostas concretas e não apartir da mediação de forças políticas, não perceber isto é não saber o bê-à-bá); 2ª fala do que não sabe (ou fala do que não prova) e mente sobre os assuntos (ex.: “a tomada de assalto da CGTP” [por parte do PCP]; “substituição forçada de Carvalho da Silva por Mário Nogueira”); 3ª conclusão o Daniel Oliveira é uma pessoa educada e merece o mesmo tratamento e se de facto enganou alguem sobre estes assuntos com os seus posts através do seu blog [que não é o PCP mas a realidade que o desmente], então parabéns a si e a toda a mesa nacional do bloco.
4ª em jeito de conclusão vale ainda dizer que ao contrário do que acusa o PCP, o Daniel Oliveira não deve de facto tentar modelar a realidade à sua teoria, diria eu anticomunista. Provavelmente já não se lembra mas quando passou pelo PCP terá ouvido uma insuspeita (por não porvir de um comunista) frase que lhe dará um certo jeito “só a verdade é revolucionária”
António Fonseca
Rio de Mouro
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Caro Miguel,
Pode ter os anos que tiver de associativismo, pode conhecer as jogadas que conhecer, mas o que transcrevi e julgo não precisar de repetir, são, por muitas voltas que o mundo dê, por muitas cambalhotas retóricas que se faça, são falta de respeito e são exactamente insultuosoas para com as organizações e os seus membros. Não há volta a dar.
Ora finalmente chegamos ao ponto da questão. E a questão não é ser ou deixar de ser o RAP. A questão é que não haverá intrevenção sobre a juventude no 25 de Abril. E tal a acontecer tem pai e mãe. Como já expliquei 2 organizações apresentaram nomes sobre os quais houve, em relação a um deles (Pedro Frias) momentaneamente consenso e o outro (o RAP) nunca houve consenso. Mais tarde a Interjovem apresenta outro nome, a JCP cede, a JS não cede. Este é o ponto.
Pode o Miguel Marujo ou outra pessoa discorrer sobre as qualidades do RAP (que nem vou discutir, mas que, convirá que podendo ou n tratar-se do caso, como quase tudo na vida são naturalmente contestaveis) e posso eu e mais uns milhares de enfermeiros discorrer sobre as qualidades do Pedro Frias (que tal como as do RAP também elas são contestaveis).
Sobre a projecão mediatica, e este não é de todo o ponto (lembrar que ali naquelas reuniões se escolhiam politicamente nomes e não analises aos shares televisivos), há que dizer apenas que em democracia, limitar a nossa intrevenção àquilo que pode ou n passar na TV é no meu ponto de vista empobrecê-la, reduzir a democracia a um ecran e seria ilusório pensar que os ideiais de Abril passariam mais na TV se nos os democratas nos guiassemos pelos seus parametros. É ingenuo da parte de alguns, hipocrita da parte de outros.
Mas, não é isso que está em causa. As organizações podem ter os seus pontos de vista. Agora, no momento da decisão cada uma salvaguardando o que acha essencial e pondo o acessório de lado tenta chegar a consenso. Esta é a questão. Uns preferiram que não sendo o seu, não fosse nenhum, outros cederam para que houvesse intrevenção sobre juventude no 25 de Abril. A juventude portuguesa saberá avaliar.
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Pois é se o Nogueira não fosse eleito, teriamos a reedição da comedia picara, que foram a aceitação pelo PCP dos resultados da eleição para o Sindicato dos Professores da Grande Lisboa…
Aliás como se vê pelos Bancarios dos Sul e ilhas, e por esta historieta do Ricardo, quando não controla o PCP, ou boicota ou divide.
Qualquer dia valem tanto como a candidata do PCF 2%….
[Responder]
«Tenho muitos anos de associativismo para conhecer as jogadas do eixo JCP-Ecolojovem-Interjovem, que gostam sempre de controlar as estruturas onde estão (como tentaram algumas vezes com o Conselho Nacional de Juventude)»
Miguel, é com grande espanto que leio esta tua afirmação.
A JCP sempre defendeu a independência do CNJ, sempre se empenhou no seu pluralismo, ao contrário da JS e da JSD (lembras-te da birra da JS que levou à sua saída nos anos 90?).
Tivémos desentendimentos? Claro que tivémos, tal como convergências. Mas parece que te esqueceste.
Se várias propostas da JCP foram aprovadas (e lembro-me de muitas) é porque correspondiam à vontade e opinião da maioria das organizações.
Por fim espanta-me o teu desrespeito para com as diferentes organizações que na altura faziam parte do CNJ, que pelas tuaspalavras eram instrumentalizadas pela JCP. Tenho pena que hoje penses assim e que na altura nunca o tenhas dito nos CRP ou nas Assembleias Gerais.
Abraço,
Ricardo
PS: Sabes qualquer que fosse a organização do CNJ, a sua dimensão, actividade ou ideologia, todas me mereceram e merecem o meior dos respeitos. Até a Juventude Monárquica…
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O assunto vale o que vale e vale sobretudo por duas coisas: 1º o oportunismo todo o terreno que é propor o RAP para ter, a qualquer preço, impacto mediático.
2º A perca de tempo que é, e aqui estou eu a perder tempo( é a última vez prometo a mim-próprio) que é andar por aqui embrulhado com politicamente tontos intelectualmente desonestos.
Nota final, Fenprof:muitos delegados eleitos em reuniões promovidas, marcadas e dirigidas pelo SPGL foram impedidos pelo mesmo SPGL de participarem no congresso, com argumentos de vária indole alguns deliciosos, por exemplo eleições feitas fora de prazo!Eram eles quem estabelecia o calendário!!Em muitas dessas reuniões eleitorais quem as dirigia ( um membro do SPGL)entrava a matar “esclarecendo” que um dos candidatos era conotado com um P.! A outra claro era independente etc., etc..Se percebiam que o voto poderia não ir para a independente, delegado eleito incorrectamente, eleição fora de prazo, e por aí fora. cartas de proposto para as gavetas ou caixotes de lixo do SPGL! Essa rapaziada SPGL ou concordante com esta gajada SPGL com este comportamento miserável e golpista de que partido é? São os danieis que andam por aí a postar contra os que se querem apropriar do 25 de Abril! Esta gente não é travada por nenhum vício lógico. Ando-me a repetir mas vai demorar muito tempo para que volte a acontecer. Daniel pode ficar a olhar embevecido para o seu umbigo patético. Daqui a cem anos talvez perca tempo a entrar neste blog. De nariz tapado, evidentemente!
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Gostei da ideia de que é oportunismo pensar em quem é um orador tendo em conta o impacto mediático que ele vai ter. Isto de um partido que escolheu um secretário-geral assim. Sabíamos que não aprendiam com as derrotas, agora descobrimos que também não aprendem com as vitórias.
O meu um umbigo poderá ser patético. Mas eu não tenho culpa nenhuma. Foi a enfermeira que assistiu ao parto que o cortou mal. E acho muito mal, caro MAA, que esteja a gozar com as características físicas dos outros.
Compreendo que esteja irritado com o meu blogue. Agora imagine que tinha de aturar a Margarida aqui todos os dias…
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Já que se fala em directas , porque é que estas estruturas sindicais de cupula, não podem ser eleitas em votação SECRETA por TODOS os sindicalizados a nivel nacional.
Julgo que a representatividade do Nogueira do PCP ou da Mendonça seria certamente reforçada, se em vez de delegados eleitos ( sabe-se lá como e com que representatividade) fossem os sindicalizados directamente a votar, e a maxima um sindicalizado um voto, resolveria de vez todas as dúvidas.
Sobre o Ricardo Araujo Pereira, e as ditas organizações de juventude, só duas palavras e não volto ao assunto, o Ricardo dos Gatos seria uma mais valia, ao fazer uma intervenção no 25 de Abril, para quem como eu entende, que na data se comemora o dia da Liberdade, e não a defesa de agendas partidarias.
As DITAS organizações de juventude, algumas com pessoas bem entradas na idade, são meras correntes do partidos politicos, a maioria sem qualquer autonomia, sem representatividade real na juventude, e sem objectivos , para lá de se posicionarem para um futuro tacho, no partido a que pretencem.
A maioria delas fala em circuito fechado, e não tem a minima noção ( nem lhe interessa) os reais problemas a inquietação, da maioria dos jovens portugueses nos dias de hoje.
Por isso todo este arrufo de virgens ofendidas, por não poderam e uma vez mais fazerem vingar as ordens do seu C. C.
Vão bem encaminhados estes meninos, sem qualquer duvida… da cartilha percebem eles, e do país em que vivem será que percebem….
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Folgo ler o Ricardo anunciar o seu espanto perante o meu comentário de tentativa de controlo da JCP e satélites. Não se deve lembrar dos encontros nacionais de juventude, sobretudo o de 1999, onde uma plateia devidamente orquestrada pela JCP (de militantes de outras “alegadas” organizações) a intervirem para achincalharem o secretário de Estado da Juventude de então, presente na sala. O incomódo foi grande entre a comissão organizadora.
Da birra da JS lembro-me bem. Foi um dos que na sua organização tentou evitar a sua saída, mas sem grande sucesso (era birra de barriga farta: Sérgio Sousa Pinto e seus apaniguados tinham chegado ao poder).
Tivmos desentendimentos, sim, como convergências, não as esqueci. Mas também não esqueço os bloqueios em CRP e assembleias gerais a muitas propostas que não vinham do eixo JCP-Ecolojovem-Interjovem. Bloquear é diferente de dizer que vocês manipulavam “muitas” associações. Mas, sabes bem, pelas maiorias necessárias que muitas vezes bastava o entendimento dessas 3 e mais uma ou duas da área, para existir esse bloqueio.
De resto, estou tranquilo: denunciei sempre estas e outras práticas, critiquei sempre estes bloqueios, ou as formas como a JCP lidava com o ENJ.
Quanto ao António que me informa que «naquelas reuniões se escolhiam politicamente nomes e não analises aos shares televisivos» tenho de lhe dizer: não falei em shares, falei em chegar politicamente aos jovens e aí não há volta a dar: os desfiles dos últimos anos provam que os jovens não vão lá com estes “afunilamentos” políticos. É preciso a JCP abrir-se à sociedade que não seja o seu eixo. No dia em que a JCP propuser um nome de um tipo à sua direita (socialista, ex-comunistas, de direita, do centro, apartidário, o que for) mas que defenda a Liberdade de Abril (e há tantos, meus caros), que chame gente, que atinja mais jovens, nesse dia bato palmas. Até lá, vocês continuarão a criar um desfile excluivista, clubista, onde não entra mais ninguém.
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E que tal um 25 de Abril mais sexy para atrair a juventude. É que os jovens já não ligam a essas coisas da politica, é como com a TV, o que é preciso é “Big Brothers”, é o que o povo gosta!
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Miguel, pela primeira vez percebo de forma clara a tua filiação partidária. Percebo que tal como outros membros de diferentes organizações do CNJ procuraste defender os teus pontos de vista. E sendo essas as tuas opções claro que consideras achicalhamento a oposição a uma poolítica que não correspondia às promessas e opções do PS na oposição. Lá porque entre comissão organizadora havia quem muito apreciasse o AJS, ex-presidente do CNJ e do YF, não significa que os jovens representantes de diferentes expressões do associativismo não podessem ter uma opinião diferente. Continuo a achar que consideras que a JCP tinha mais influência orgânica do que efectivamente tinha.
Vejo que não reconheces o respeito e conhecimento da JCP sobre os anseios da juventude e das suas organizações.
E deves reconhecer que os membros da JCP sempre que representaram o CNJ, representaram-no dignificando-o e respeitando a diversidade do CNJ.
Eis alguma lições de unidade e associativismo que muita falta fazem a DO.
Essa do SG deve ser sobre o Coordenador da Mesa Nacional do BE, pois até me parece lembrar do que DO dizia sobre o Jerónimo antes do 17º Congresso do PCP.
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Dejá vu!!!
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Já venho tarde ao último comentário do Ricardo, que como bom PC (ok, como qualquer bom militante partidário, independentemente da cor do partido), vem acusar quem pensa de modo diferente de ter filiação partidária. Não tenho, nunca tive qualquer filiação partidária, sou de esquerda, e já votei em várias esquerdas. De resto, participei no CNJ (for the record) como militante do MCE-Movimento Católico de Estudantes, que procurava sempre trabalhar com todos, respeitando todos. Por isso, tentou evitar a saída da JS, como fez antes com a JSD e faria com a JCP, se o caso se pusesse.
O que continuo a afirmar é que a JCP tentava ter «mais influência orgânica do que efectivamente tinha». Tentava. Umas vezes conseguiu, outras não. Dei exemplos.
De resto, reconheço e respeito o «conhecimento da JCP sobre os anseios da juventude e das suas organizações», mas também reconheço que a JCP não reconhece o direito e os anseios de outros jovens, como o de ouvirmos RAP nas cerimónias do 25 de Abril, só porque não é do partido, ou sindicalizado, ou militante no eixo JCP/Ecolojovem/Interjovem.
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Hoje, pela primeira vez li o conteúdo deste blog e verifiquei, aqui pois então, as razões do estado da nação. Uns dizem que os elementos do PCP e da JCP são mais velhos do que os velhos e ~desceram a avenida no 25 de Abril, outros falam de sindicatos, de jovens e de professores e CGTP como se fossem qualquer das coisas, já agora são mesmo jovens ou apenas se intitulam?
Mas o que mais maracante está escrito nesta lenga lenga de teria revolucionária e democrática , são os mesmos conceitos que outrora marcaram a LCI, de que descende a veia trotskista do Bloco, que é o fraccionar cada vez mais e ainda mais uma vez tudo o que é de facto oposição ao poder instituído. Já agora que as coisas chegaram a este pé pergunto que acham da ideia de subverterem este mundo que não presta em nenhuma vertente, nem social, politica ou ecologicamente e substituí-lo por um outro nome.
Vejo aqui uns fundadores de “ideias(?)” histéricos a teorizarem sobre o PCP ou os sindicatos e aventuram-se mesmo contra o 25 de Abril, que tal se responderem ao desafio presente que é Portugal, sim este país onde vivemos ter perdido 51.000 empregos em apenas 6 meses, o que propôem que se faça, não fazem ideia pois não? É que se calhar nunca nenhum de vós trabalhou numa fábrica, comeu comida aquecida numa marmita, aquela em que muitos dos “velhinhos que desfilaram no 25 de Abril um dia pregaram com ela no chão e disseram: chega, basta, não!
Algum de vós sabe dizer não quando deve ser não e um sim apenas quando deve ser mesmo sim?
Que propõem para combater a miséria crescente em que mergulha o País e o desemprego que se estende sobre toda a mancha nacional, continuar a escolher entre as opções que recolhem mais de 90% dos votos dos que se opõem ao PCP? Exactamente os que conduziram este país a este caos? Que opções e escolhas propôem? Gostaria de Saber.
Ah, já agora o nome com que me identifico é mesmo o meu, isso mesmo porque o medo de falar já o perdi há muitos anos, quantos de vós pode afirmar o mesmo?
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