117 respostas ao post “Do circo ou da luta de classes no Parlamento”  

  1. 1 1  Toninho

    Estamos quase a chegar ao nível da Coreia do Sul ou de Taiwan.

    Só é preciso é ter um pouco mais de paciência mas lá chegaremos.

    Cumprimentos.

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  2. 2 2  Marco Ribeiro

    Uma vergonha completa, é este tipo de “gente” que supostamente nos representa no parlamento e nos governa.

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  3. 3 3  Rui F

    Sabe mais a Dr. Maria José a dormir, do que 20 Ricardos – o PS agora atira uns Ricardos em forma de colete para proteger o 1º ministro das balas adversárias – com uns cafés em cima. A senhora educada e calmamente chamou palhaço ao senhor, que deveria estar ali a reunião toda e dizer “taite bitaites” com pouco nexo.

    O Primeiro ministro visceralmente zangado tinha acabado de chamar gaiato ao Dr Portas.
    Bem…

    Foi você que pediu um Bloco Central e um PS-CDS em maiorias absolutíssimas?

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  4. 4 4  Mouzinho

    Falta de classe, não luta de classes.

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  5. 5 5  Mel

    Bom dia a todos e todas

    Estou a ficar esgotada, fico irritada cada vez que vejo aquela Assembleia da Republica estes actuais deputados sem nível sem ética na política.
    E não achei piada nenhuma aquela palhaçada toda.
    Maria José Nogueira Pinto devia pedir desculpas a todos os palhaços deste país…
    E o deputado do PS deveria pedir desculpas a todas as pessoas que mudam de partido não são vendidos por esse facto.
    Sempre adorei a vida politica cheguei no entanto a um ponto que começo a não conseguir ouvir nenhum politica nenhum mesmo.

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  6. 6 6  Madalena Madeira

    Mas esse Ricardo Gonçalves , pelo que vi na TV, é um patego sem educação e ainda para + complexado até à última…o que este tipo fazia na comissão parlamentar , só pode ser tráfigo de influências ou de interesses. Não me sinto mesmo representada por um burgesso daqueles.

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  7. 7 7  Antonio Cunha

    Uma pessoa como MJNP não chama palhaço a alguém assim por dá cá aquela palha. É preciso saber o que provocou esta reacção nada normal, embora nada o justifique, que fique bem claro. Mas quem não se sente não é filho de boa gente, e estes amigos do PS pensam que podem fazer e dizer tudo o que lhes apetece.

    Comigo levava era logo duas broas.

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    Daniel Oliveira Reply:

    POr acaso, António Cunha, uma pessoa como Maria José Nogueira Pinto até já entrou pela conferência de imprensa de um vereador de outro partido, na CML, a fazer uma peixarada. Digamos que está longe de ter, em matéria de comportamento cívico, qualquer direito a dar lições a seja quem for. Para mim, cada um ao seu esilo, estão muitíssimo bem um para o outro.

  8. 8 8  Juca

    Que vergonha.

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  9. 9 9  Antonio Cunha

    Alguns sound bites do dia de ontem. Afinal o dito deputado do PS é useiro e vezeiro nestes comportamentos, e foi preciso uma mulher sem medo para o meter no lugar. Granda mulher. Assim mesmo é que é !!!!

    “Na reunião, outro deputado socialista, Rui Prudêncio, classificou ainda os parlamentares da Oposição de esquizofrénico e a deputada do PSD Rosário Águas acusou o Governo de ter mandado dois mil milhões de euros para debaixo do tapete. Perante o nível do debate, a ministra da Saúde, Ana Jorge, chegou a levar as mãos à cabeça.

    Ricardo Gonçalves, sempre eleito por Braga, é conhecido na sua bancada por comentários como os de aconselhar Jaime Gama a ‘ir à bruxa’ numa reunião à porta fechada após o presidente do Parlamento ter elogiado Alberto João Jardim. ”

    “ESPERO TER CORTADO O MAL PELA RAIZ”, Maria José Nogueira Pinto

    Correio da Manhã– Excedeu-se ou mantém o registo?

    Maria José Nogueira Pinto – Mantenho e explico: o sr. deputado em todas as comissões em que tenho participado tem este comportamento sistemático.

    – Foi uma atitude preventiva?

    – Espero ter cortado o mal pela raiz, senão aquelas comissões ficam comprometidas.

    – Acusou-a de superioridade.

    – Acusou-me de tudo. Mostra bem que provavelmente é uma pessoa, enfim… especial.”

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  10. 10 10  CausasPerdidas

    O “sonho húmido” da SIC: o parlamento devia ser sempre assim tão “interessante” todos os dias.

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  11. 11 11  ruimventura

    Do circo:
    A “vendida” ataca o “Palhaço” e vice-versa.
    Da luta de classes:
    A mana “vendida” tia da linha de Cascais ataca o “Bimbo” da Provincia e vice-versa.
    Ó Daniel que exagero!!!!!!!!!!!!!!!

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  12. 12 12  Patricia

    Desde que a AR tomou posse verificamos que os politicos em que votamos tem trabalhado imenso para que A Casa da Democracia se transforme numa tasca mal frequentada.E não pensem que os cidadãos fazem alguma distinção entre os deputados dos vários partidos,o que mais se ouve é que os politicos são todos iguais,em vez de trabalharem a pensar no País estão a pensar sobretudo nos seus interesses partidários.

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    Daniel Oliveira Reply:

    Patrícia dizer que são todos os iguais – os políticos, os afvogados, os trabalhadores, os polícias, os imigrantes, os espanhóis, os árabes – é coisa que as pessoas perguiçosas dizem sobre tudo para não se terem de dar ao trabalho de ter critério. Confesso que não sou muito condescendente com quem diz isso. Enquanto as pessoas disserem que são todos iguais (e não estou a fazer a distinção partidária) os péssimos ficam contentes. Safam-se.

  13. 13 13  Euroliberal

    Cortem já os comentários à Nogueira Pinto. Tia malcriadona… onde já se viu ? Não escreves mais no Arrastão.

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  14. 14 14  lingrinhas

    quando foi com o pinho foi como foi e agora?

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  15. 15 15  Pão Metálico

    O meu ilustre colega talonador da equipa de rugby de Medicina é que lhes deu bem. Boa João.

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  16. 16 16  fado alexandrino

    Pelo que se vê na televisão senta-se uma Ministra (que deve ter milhares de coisas importantes para fazer) e mais trinta e tal pessoas que não tem nada para fazer numa sala a discutir horas e horas e gastar milhares de euros e pelo meio a lançarem umas peixeiradas.
    O que eu gostava de saber era:
    Para que é que serve aquela comissão?
    Digam-me uma medida concreta e útil que já tenha sido tomada numa daquelas comissões?
    Muito obrigado.

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  17. 17 17  José Bastos

    O problema é que os verdadeiros palhaços somos todos nós.
    E somos palhaços pobres.

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  18. 18 18  joaquim azevedo

    A escola Alberto João vai fazendo o seu caminho. Quem nunca mandou calar durante 35 anos o desbocado da Madeira, não pode vir agora corrigir a conduta imprópria da Sra. Dra. de Cascais. Convém não esquecer que a dita Dra., para além de casada com o defensor oficial do Salazar (Jaime Nogueira Pinto) é também irmã da proeminente Sra. Jornalista Maria João Avilez que, por sua vez, é a esmerada esposa do Sr. Eng. Van Zeller, aquele que não gosta de salários mínimos. E, como sabemos, a estes ninguém os cala…

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  19. 19 19  yacopse

    Mas não há a minima duvida que todos os são politicos iguaizinhos, cambada de mentirosos, dizem hoje amanhã é mentira! Quer queira quer não o poder corrompe, e a miragem do poder também faz estragos veja-se o BE.

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    Daniel Oliveira Reply:

    yacopse, Gandi, esse aldrabão. Mandela, esse corrupto. Os mentirosos e os corruptos agradecem-lhe. Assim, no meio da generalização, podem continuar a tratar da sua vida sem se dar por eles.

  20. 20 20  Patricia

    Daniel a opinião não é a minha,mas é aquela que mais vezes oiço,sobretudo em relação aos politicos,não em relação aos outros grupos sociais que refere.Podemos ser mais ou menos condescendentes mas é a sociedade em que vivemos.E efectivamente assistindo ao que últimamente se tem passado,os politicos pouco tem feito para que essa opinião se modifique.

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  21. 21 21  Antonio Cunha

    joaquim azevedo

    Voce agora parecia aqueles rabetas da tertulia cor de rosa.

    é só má lingua. Veja lá se não se morde.

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  22. 22 22  maria

    este video só mostra a resposta de maria jose nogueira pinto a comentarios anteriores que não são visualizados. Não é muito ofensivo, comparativamente a todos os insultos que os portugueses foram alvos durante 4 anos de legislatura, perguntas não respondidas na AR seguida pela resposta habitual « o sr deputado está a entrar em ofensas pessoais » » o senhor deputado está a insultar-me». Fazendo uma retrospectiva de tudo que foi falado e comentado ao longo deste anos e linguagem e bastante cordial.

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  23. 23 23  João Cerqueira

    A Dra. Maria José Nogueira Pinto, grande admiradora de Salazar _ o maior português de sempre _ não podendo usar os métodos do dito estadista para calar os opositores _ podendo até a razão lhe assistir _ recorreu a métodos circenses.
    Demonstrando apurada técnica.
    Para além dos habituais circos de natal, os pais podem agora levar as criancinhas ao Parlamento, prevenindo-as de que em casa não devem tentar imitar os protagonistas.

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  24. 24 24  xatoo

    a tipa é casada com aquele coiso salazarista que escreve no jornal I – e isso diz tudo sobre a pose ostensiva. Este tipo de figurantes não representam nada, são meros actores da a-politica, a doutrina inóqua adoptada pelo reino neoconservador; é esta gente gente que forma o partido maioritário na Europa. portanto, respeitinho (e barda merda prós(ás) fascistas)

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  25. 25 25  A.R.A

    RUI F #3

    Primeiramente, gostava de frisar que Dr., para mim, é médico e sendo esta uma comissão parlamentar da saude, não ouvi nenhum Dr que tenha tido a mesma relevancia que as ditas avantesmas.

    De seguida declarar-me espantado como é que 2 deputados ao se comportarem daquela maneira ainda conseguem arrancar simpatias e partidarismos quando no fundo o homem é mesmo um palhaço e a mulher é mesmo uma vendida, embora, tenham a obrigação como representantes do povo de se comportarem de modo civico e exemplar sem evidenciarem as suas virtudes (que ficaram latentes nas intervenções) quando o caso é o debate numa comissão parlamentar de saude, um sector sobre o qual desesperamos por uma resolução.

    O que ficou deliberado?

    Segundo estes 2 deputados, o mal da saude é ser inimputavel portanto é deixar andar com algumas reprimendas pois nada mais há a fazer.

    E não entre pelo «ah! mas o outro disse isto e aquele disse aquilo» para justificar o injustificavel sobre o crasso testemunho de verdadeiros parasitas que deambulam no poder demonstrando que o mais grave é fazerem parte de uma escola politica que vai diluindo o país num caos ainda mais profundo.

    Se este é o exemplo governativo, não auguro grande futuro na resolução dos problemas do país.

    A.R.A

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  26. 26 26  luis

    Esta ordinária da Nogueira Pinto deve ter a memória curta – parece que já se esqueceu que foi por usar este tipo de linguagem insultuosa que foi corrida à estalada do CDS.

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  27. 27 27  cafc

    O “argumento” mais usado é o de “são todos iguais”, referindo-se a “políticos” e a Partidos.
    Seria interessante investigar se este “argumento” é espontâneo ou se foi “induzido” por “máquinas ocultas” de propaganda anti-democrática.

    Só para “falar” dos “políticos”, parece-me óbvio que muitos têm contribuído para alimentar esse tipo de opinião. Separar o trigo do joio é cada vez mais difícil, principalmente, com o tipo da maior parte da “comunicação social” existente.

    Posto isto, vou passar a uma proposta de Revisão Constitucional:

    1- A Assembleia da República terá (no máximo) 230 Deputados;
    2- O número de Deputados será determinado pelo método de Hondt;
    3- Se, por exemplo, só houver 50% de votos validamente expressos, o nº de Deputados será de 125.

    Que tal, para um princípio “louco-regenerador” da “Casa da Democracia”?

    Quem vota a favor? Quem vota contra?

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  28. 28 28  LAM

    Nas imagens não se vê como a coisa começou. No entanto desta senhora já são muitas.

    espreitem este relato do blog Antropocoiso, aquando da visita de Cavaco Silva a Moçambique, em cuja comitiva constava o insígne casal Jaime Nogueira Pinto/Maria José aspas.

    é isto:
    http://antropocoiso.blogspot.com/2008/03/gli-portugesi.html

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  29. 29 29  Toninho

    #12
    “…E não pensem que os cidadãos fazem alguma distinção entre os deputados dos vários partidos,o que mais se ouve é que os politicos são todos iguais,em vez de trabalharem a pensar no País estão a pensar sobretudo nos seus interesses partidários.”

    É isso mesmo Patricia e o Daniel que me desculpe mas experimente descer à praça e fazer um inquérito, daqueles que dispensam papel, caneta e fichas técnicas, fazendo portanto uso simples da língua e pergunte num universo dos passeantes lusos o que acham eles dos políticos/deputados nacionais.

    Aposto que em 10, nove lhe responderão:

    - “São todos uma cambada de xulos.”

    Depois, estou em crer que para arredondar o universo dos inquiridos, ainda existirá de certeza aquele mais tímido e desconfiado que apelará ao regresso do “Botas”, na proporção de 1 por cada esquina.

    No mínimo. :P

    Cumprimentos.

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  30. 30 30  camilo

    G’anda Zézinha!!!

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  31. 31 31  Barbosa

    Palhaços no circo parlamento.
    Não servem para mais nada.

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  32. 32 32  Rui F

    A.R.A

    Era Dra ou dra…ou qualquer coisa do género…mas fina como o pó de sapato ;-)

    Os Corninhos do Pinho, as “Jardinadas”, as reprimendas Sócratinas ao PP, as conclusões das comissões, etc, etc, fazem parte da encenação.
    È o Portugal com o pé no fundo do mar.

    #20 Joaquim Azevedo
    Que bela “trincha” essa família eim?

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  33. 33 33  simon

    Como em tudo na vida, certo que o dito deputado não passa de um grosso, com à partes, com dichotes, por expressar, diz ele, as suas ideias, e não por a todo o custo embargar, chatear, quem tentava expor as suas em digno e claro discurso, e então deu-lhe na mona a carapuça que nem casca de bolota, ridículo, tosco, o título bem assente de palhaço.

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  34. 34 34  joaquim azevedo

    Fado #18, esclareça-me se for possível. Não foi você que elegeu (no círculo de Lisboa) a Zezinha? E a Nelinha, e o Preto, quem votou neles, você?

    E a malta laranja de Braga que conseguiu eleger o João de Deus Pinheiro, o deputado que só aguentou 30 minutos no parlamento, estava com a cabeça onde?
    Se querem merecer o respeito dos deputados na AR, comecem por ter respeito por vocês próprios na hora da cruzinha.
    Eu tento não escolher gente mal criada para o Parlamento; eu tento não confiar o meu voto a quem transporta dinheiro camuflado em malas de viagem; também faço por não dar crédito a tipos que ostentam licenciaturas da Independente, da Moderna ou doutras falcatruas similares. Não o faço por pensar que sou mais que os outros, faço-o apenas por uma questão de higiene mental – gosto de dormir descansado.

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  35. 35 35  estouxim

    10 CausasPerdidas

    Subscrevo

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  36. 36 36  Cecília

    Não é que eu esteja, remotamente sequer, na linha da MJNP (nem política nem de Cascais). Nem é que eu ache que se deva chamar palhaço a um colega. Mas que há uma data deles na AR, lá isso há. E que fazem perder as estribeiras a qualquer um, lá isso fazem. Há os pobres, os ricos, os inteligentes e os burros. Alguns são imbecis.

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  37. 37 37  joaquim azevedo

    Cunha #24, má lingua foi a da sra Doutora, não a minha. Aliás, a sra Doutora já não é a primeira vez que se envolve em casos parecidos. Lembra-se daquela história dos empurrões e dos insultos no congresso do CDS? Vá ver quem eram os principais figurões da cena. Aposto que encontra lá a sra Doutora…

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  38. 38 38  zacarias

    realmente Jesus dizia para oferecer a outra face.
    mas, não me parece que haja muitos cristãos por aquí. A mim se alguém me der um estalo assento-lhe logo com outro. e se for na assembleia paciencia. é uma questão de honra.
    se há um idiota provocador que passa uma hora a boicotar o trabalho dos eleitos do povo, chamar-lhe palhaço é pouco.

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  39. 39 39  fado alexandrino

    Fado(Alexandrino) #18, esclareça-me se for possível. Não foi você que elegeu (no círculo de Lisboa) a Zezinha? E a Nelinha, e o Preto, quem votou neles, você?

    Neste post fiz um ou dois comentários que não foram publicados porque o senhor Daniel Oliveira é muito severo para quem discorda dele.
    Se este passar esclareço-o, com todo o gosto:

    Eu não voto a favor, voto contra.
    E contra quê?
    Contra o socialismo e o comunismo e portanto escolho aqueles que de momento me parecem melhor colocados para lhes fazer frente.
    Portanto, nomes para mim são nada.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Fado, não seja sonso.

  40. 40 40  cafc

    Sobre o comentário #42:

    Confissão “espontânea” deste comentador sobre o que tenho escrito, muitas vezes indirectamente, sobre as suas opiniôes.

    O penúltimo parágrafo é a “prova provada”. Estivesse o PNR melhor colocado e ele não votaria no PSD. Como se fartou de o anunciar em Março e, depois “recorreu” à “Maya” para tentar desdizer o que já tinha escrito.

    Não Daniel, não há “sonsice”.
    Há mentalidade “salazarenta” muito mal disfarçada. Não sei se o #42 já cá estava nas pseudo-eleições de 1969 (a chamada “primavera-marcelista”).
    Eu sei quais os “cartazes” afixados nessa altura pela ANP (ex-UN). Basta compará-los com este tipo de comentários. A comparação é como o “algodão que não engana”.

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  41. 41 41  joaquim azevedo

    Fado #42, cito:
    “Eu não voto a favor, voto contra.
    E contra quê?
    Contra o socialismo e o comunismo e portanto escolho aqueles que de momento me parecem melhor colocados para lhes fazer frente.”

    Pois bem, Fado, chama-se a isto A REACÇÃO. Parece bonito à primeira vista mas, quando se vai ver o resultado, fica o parlamento inundado de personagens duvidosas, para não dizer pior…

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  42. 42 42  Sérgio

    Daqui nada já vai haver remix…

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  43. 43 43  fado alexandrino

    Adoro (até pareço o Eduardo Pitta a escrever) quando se enervam com os meus comentários e ficam atrapalhados (esta é para o senhor Daniel) por não lhes saberem responder.

    Para o fulano que tem vergonha de escrever o meu nick vou esclarecê-lo (começar a ler devagar) que o meu blog é pessoal, pretende ser de brincadeira, não é político, não é de jornalista, não é de vulto público, não está engajado a nenhum partido político, não tem mais vinte sinecuras e portanto não quer ter a retumbância planetária que este tem.
    Daí o post sobre o maior clube do Mundo.

    O senhor Oliveira chama-me sonso, não é preocupante, outros chamam-me pior e outros melhor. Como as discussões com ele correm o risco de ou não responder ou cortar, fico-me por aqui.

    Senhor Joaquim Azevedo tem toda a razão. Penso o mesmo. O senhor olha para um dos lados da bancada eu para o outro.
    São gostos e dentro da miséria não desgosto do meu.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Fado: decida-se. Uns dias sou vulto público outros não. O seu blogue, assim como os seus comentários, são anónimos. O que só pode querer dizer que tem vergonha do que escreve. Como já lhe disse várias vezes, manter-se no anonimato retira-lhe qualquer autoridade para qualquer tipo de julgamento ético, moral, político ou outro de qualquer outra passoa.

  44. 44 44  cafc

    #47

    Está completamente “enfaralhado”.
    Se quiser “misturar” neste “post” os comentários que fiz noutro… por mim, tudo bem.
    Pode continuar com todas as “mixordices”, onde se inclui o 2ª parágrafo do seu comentário, por razões anteriormente, explicadas.

    Brilhantíssimo. O seu blogue tem essas características todas. E vem para este “dizer” que os seus autores deveriam fazer o que você não faz no seu.

    Quando voltar a “pôr os dedos” no teclado, tente “pensar” (eu sei que deve ser, para si, um exercício muito difícil mas, faça a experiência).
    Depois, escreva devagar. Quando chegar ao fim, leia devagar. Então, tente compreender se, aquilo que escreveu, não está em contradição com outras coisas que tenha “debitado”.
    Se conseguir fazer esse exercício, poucas vezes vai “carregar” no “Submit”.

    [Responder]

  45. 45 45  fado alexandrino

    Fado (Alexandrino): decida-se. Uns dias sou vulto público outros não.

    Já lhe expliquei. O senhor nesta terrinha pequena é de facto um vulto público, acontece é que a sua opinião não tem qualquer influência em nada que se passe em Portugal, é assim como que um divertissement.

    O meu apelido é muito raro e não desejo que os meus filhos nas suas profissões sejam prejudicados pelos meus escritos ou ideias, neste pobre país pode acontecer, e daí a razão do anonimato.

    Esta resposta (que espero desportivamente a deixe passar)demorou mais um bocadinho, porque andei à procura da tecla “submit” e não a encontrei.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Fado, escreveu exactamente o mesmo que a Isabel (“não criar embaraços aos meus filhos e demais família, que até podem não concordar comigo em alguns assuntos”/”O meu apelido é muito raro e não desejo que os meus filhos nas suas profissões sejam prejudicados pelos meus escritos ou ideias, neste pobre país pode acontecer, e daí a razão do anonimato.”. Suponho, claro, que é coincidência. Já agora, também tenho filhos. Que raio de justificação.

  46. 46 46  Isabel

    Eu chamo-me Isabel qualquer coisa. E não digo o que é para

    não levantar a dúvida sobre minhas homónimas

    não criar embaraços aos meus filhos e demais família, que até podem não concordar comigo em alguns assuntos

    porque no meu emprego dedico-me a trabalhar e ninguém tem nada que saber o que é que eu penso sobre assuntos que não são para ali chamados

    e porque dizer o meu nome ou não também é indiferente porque sou apenas uma humilde desconhecida cuja identidade nada diz a quem aqui vem

    A verdade é que o que eu aqui venho defender, defendo veementemente na praça pública

    e nunca submeto um texto sem ter a certeza que defenderia tudo o que escrevi cara a cara, (muitas vezes em detrimento da revisão ortográfica, mea culpa).

    Se me diz que os comentários anónimos não valem nada então porque é que os aceita?

    Será que algumas discussões fabulosas que já aqui aconteceram não tiveram sentido?

    Eu gosto imenso dos comentários do Fado, do Pinto, da Isabel Coutinho, do António Cunha e do meu caro joaquim azevedo (e de muitos outros com os quais até não concordo).

    Não preciso, nem quero conhecê-los pessoalmente. O que é engraçado é imaginá-los como imaginamos personagens de romance; para alguns heróis para outros malandros.

    PS A si Daniel isto não se aplica porque “conheço-o” da televisão onde a realidade mesmo que virtual, elimina a ficção.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Isabel, enquanto não fizer considerações sobre a minha pessoa, o seu anonimato, apesar de nunca valer o mesmo do que uma opinião com assinatura, é aceitável. A partir do momento em que, usando o facto do outro se identificar, faz considerações sobre ele, está a usar de armas que não dá aos outros. E isso é desleal. É apenas essa a minha questão com o anonimato. Sempre foi, sempre será. Por isso, mesmo quando não tinha prograva de televisão nenhum, assinava com o meu nome, onformava da minha militância, do meu percurso político e profissional. Sempre o fiz. Sempre o farei.

  47. 47 47  joaquim azevedo

    Fado #47, cito:
    “O senhor olha para um dos lados da bancada eu para o outro.”

    Errado, Fado. Eu olho para todos os lados. Já estive em Penafiel mas nunca me deixei seduzir pelos óculos…

    [Responder]

  48. 48 48  Isabel

    Daniel

    Você até sabe o meu nome. Não faz é a mais pequena ideia de quem eu sou porque não me conhece.

    Qual é a diferença?

    “Já agora, também tenho filhos. Que raio de justificação.”

    Você faz militância política. Isso está subjacente em algumas actividades que exerce.

    Nós não.

    Nós apenas reagimos às consequências das ditas militâncias.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Isabel, gosto do “nós apenas reagimos”. Uma estranha noção de cidadania.

  49. 49 49  fado alexandrino

    Suponho, claro, que é coincidência.

    O senhor não precisa de supor nada.
    Tem todas as ferramentas necessárias para saber de onde vêm os comentários e por isso foi um bocado indelicada a sugestão de uma osmose entre dois comentaristas.
    Um dos meus filhos é vendedor, o outro está num emprego precário, ambas as situações aconselham a maior prudência (muito relativa, pois bastas pessoas sabem quem eu sou) em evitar que o apelido seja mencionado.
    Tenho pena, todos gostamos do nosso pedacito de fama, mas este é o mundo em que vivemos.

    [Responder]

  50. 50 50  Isabel

    Daniel

    Reagir já é uma forma activa e individual de fazer política.

    Não se esqueça que vivemos num regime democrático mas socialista, organizado para descredibilizar o capitalismo democrático pela frente e abrir a porta de trás à sua manifestação mais selvagem.

    A nossa “reacção” é contra-corrente. É militância cívica, não partidária, tão válida como cidadania como a outra.

    A maioria da população nem sequer percebeu o que lhe está a acontecer. Nem sequer reage. Deixa-se ir na onda, embalada.

    Daí o estado a que isto chegou.

    [Responder]

  51. 51 51  joaquim azevedo

    Fado #57, lá está o capitalismo a toldar-lhe a liberdade de expressão, não é? Não posso dizer quem sou sob pena de o meu filho ser vítima de represálias. Dito por si, eu até estou tentado a acreditar que assim é.
    Apenas lamento que você continue a alimentar a chama de tal regime.

    Isabel #55, tal como o Daniel, fico curioso de saber quem são os “nós”. Eu sempre pensei, apesar das discordâncias, que a sra. falava pela sua própria cabeça. Afinal, parece que você representa um colectivo…
    Porreiro, pá!

    [Responder]

  52. 52 52  Isabel

    Joaquim

    Não me diga que o Louçã quando fala em “nós” não está a pensar pela sua (dele) cabeça, está a pensar por um colectivo.

    Donde se depreende que se várias pessoas pensarem da mesma maneira, não estão a pensar cada uma pela sua cabeça, certo?

    Estão a ser manipuladas.

    Brilhante, Joaquim.

    Mas você provavelmente sabe do que fala…

    E “nós” somos os que vimos para aqui desestabilizar o “mundinho perfeito” dos radicais de esquerda.

    Olhe que você à conta do Fado e do António Cunha, está bem mais informado e os seus argumentos bem mais profundos do que quando começou aqui a escrever.

    É que eles aqui, ao contrário de você, são do “contra”.

    E é sempre democraticamente saudável pormo-nos em causa de vez em quando.

    [Responder]

  53. 53 53  Isabel

    E “nós” também somos muitos dos que escrevem com nick, tal como você; Joaquins Azevedos só na lista telefónica do Porto deve haver centenas.

    [Responder]

  54. 54 54  Madalena Madeira

    51 Isabel ,

    Para a Isabel ( anónima,mas não assim tanto!) e todos os outros anónimos. Para que perca o medo de ser identificada , se quiser!

    Um grupo na net dispõe de mais informação
    do que qualquer um dos seus membros individualmente, criam sinergias, têm mais
    propensão a encontrar erros nas propostas de um determinado elemento do que o próprio
    grupo, trabalham como parte de um determinado grupo que pode estimular a encorajar os
    indivíduos a trabalhar melhor, cada membro pode imitar ou aprender com outros membros
    mais competentes e possuem a condição de anonimato, permitindo encorajar os participantes e identificar incorrecções e criticas.
    A blogosfera é, na sua essência, freudo -marxista , espaços onde a psique se reencontra
    com a filosofia e com a sociologia contemporâneas.
    A identidade inconsciente na blogosfera é um fenómeno psicológico e psicopatológico
    de ampliação com identidades, funções, papéis sociais, tarefas ocupacionais, fé
    comum, afinidades e divergências politicas e ideológicas.
    As imagens típicas, que são os arquétipos (órgão da psique pré-racional) de Jung,
    são nitidamente manifestadas na blogosfera, sobretudo política, do mesmo modo que a
    psicologia dos sonhos, da anarquia psíquica e as psicoses são frutíferas em dados sobre os
    cibercidadãos.
    Da blogosfera emergem novas fontes de poder político nas estruturas mentais de
    expressão dos pensamentos dos cibernautas e transmitem -se novas formas políticas no
    correcto uso da informação via internet.

    [Responder]

  55. 55 55  cafc

    Hoje não estou com disposição para comentários sérios. Há dias em que um homem chega, à tarde, a um “post” e só lhe “apetecia” escrever à noite.

    Mas, porém, contudo e todavia, “aqui vai”:

    1- Ao “purista da língua” (que passou um “post” inteiro a querer “corrigir” o Daniel), agradecia que me indicasse onde comprou a tecla “submit”. Só assim conseguiu enviar o comentário…;
    2- O “delírio” voltou, num “pedestal” muito maior.
    Se no parágrafo seguinte escrever uma ideia contrária à do parágrafo anterior, tal resulta de sermos “nós” (colectivo ou plural majestático) a pensar pelas nossas cabeças (terá alguma coisa a “ver” com a Hidra?)…

    Agora, vou “carregar” no “Submit”, utilizando o “rato”. Espero que resulte, como sempre aconteceu.

    [Responder]

  56. 56 56  joaquim azevedo

    Cara Isabel #60, vamos tentar desfazer confusões.
    1- Quando você afirma “nós reagimos” ou “nós tal e coisa”, está a falar de quem?
    2- O Loucã, e presumo que a esmagadora maioria dos lideres políticos, quando diz “nós” está, obviamente, a referir-se ao colectivo partidário que representa. Se não fosse assim para que serviriam as organizações locais e de base, as estruturas regionais dos partidos, os congressos e/ou convenções e todos esses sistemas de organização dos partidos? O tempo dos Homens Providenciais já lá vai, cara amiga. Doutra forma, teríamos apenas a opinião avulsa de um indivíduo que, por muito válida que fosse, seria apenas isso – uma opinião individual, nada mais.
    3- Uma coisa é, cada um pensando pela sua própria cabeça, contribuir para um projecto e/ou pensamento colectivo onde se encontram consensos. Outra, bem diferente, é um gajo pensar por todos os outros, e esses outros serem o rebanho do pastor-mor.
    4- Ao contrário do que você pensa, os Cunhas, os Fados, as Isabéis ou os Chicos da Tasca não desestabilizam coisa nenhuma, antes pelo contrário. Para mim, pelo menos, as vossas opiniões cada vez mais me encorajam a continuar a acreditar que tenho razão em ter escolhido este lado da barricada – o lado da decência, da justiça, da tolerância, da transparência, da coerência inteligente. Nunca optarei pela claque reaccionária que, a coberto de valores carregados de hipocrisia, nos quer impôr códigos de conduta baseados em preconceitos de raça, de orientação sexual, de valores morais supostamente superiores, de tradições herdadas no pior que a espécie humana tem, etc.
    Eu defendo uma sociedade aberta e sem medos, você não. Você defende uma sociedade em que os Homens (e Mulheres, já agora) sejam tementes a Deus, respeitem os ricos mesmo que sejam explorados e roubados por eles, votem em políticos corruptos se isso for útil para combater a Esquerda demoníaca.
    Até os desgraçados dos Imigrantes cheios de fome lhe fazem confusão, cara amiga. Você prefere não os ver, prefere varrê-los para debaixo do tapete – se as fronteiras forem devidamente controladas, escusamos de nos cruzar com os miseráveis deste Mundo…
    O que você não percebe é que um dia destes, o capitalismo vai fazer com que esses esfomeados invadam as zonas do Planeta onde está a comidinha. E, aì, não há fronteiras nem policias, nem caridadezinhas que os trave.
    5- O meu nome não consta da lista telefónica, Isabel. Deixei de apreciar telefones fixos a partir do momento em que o Capitalismo me começou a incomodar com telefonemas a qualquer hora para me vender TV’s por cabo, seguros, cartões de crédito, serviços de cozinha, aspiradores, cremes anti rugas, aumentos de pénis, viagens e estadias de sonho, etc.

    [Responder]

  57. 57 57  cafc

    Meu caro Joaquim Azevedo

    Cá estamos nós, “ambos todos os dois”, a tentar ter uma paciência de “santos”.

    Só que o meu amigo é “mais santo q’eu”. Ainda tenta explicar a quem não quer perceber, porque a “missão” da Isabel é a propaganda do seu fanatismo iurdesco (provocação deliberada).

    Bem, vamos ver se há mais episódios.
    Um abraço, meu amigo.

    [Responder]

  58. 58 58  Isabel

    joaquim azevedo

    Parabéns pelo seu comentário.

    Não lhe vou responder porque como você bem sabe fez uma interpretação abusiva e irracional sobre aquilo que penso e que já aqui escrevi muitas vezes.

    Mas que está bem escrito, está.

    Como vê os contactos com o capitalismo hipócrita têm-no feito progredir na organização das ideias e de conceitos. Pena é ainda não ter conseguido erradicar os preconceitos.

    Se tivessemos no Expresso e se tivesse pontos para dar, dava-lhos.

    É espantoso como você ainda hoje me consegue surpreender.

    [Responder]

  59. 59 59  joaquim azevedo

    Isabel, a técnica de “passar a mão no pelo” é muito antiga, caríssima. Você começa por fazer um elogio rasgado ao meu comentário para, de seguida, o desvalorizar completamente. Não responde por isto, não comenta por aquilo, continua a achar que eu estou grávido de preconceitos, que estou a evoluir porque aprendo com o Cunha(?) e com o Fado (?) e que até me daria uns pontos no “Expresso” se fosse caso disso. Confesso desconhecer a pontuação do “Expresso”. Quem tem o hábito de gastar dinheiro nesse jornal é a minha companheira. Eu limito-me a ler (de borla) a coluna do Daniel, a de um tipo reaccionário (Raposo, acho eu) que escreve logo ao lado, a do Miguel Sousa Tavares (quando ele cá está) e, depois, na revista, a Clara, o Comendador e aquela senhora que foi directora da casa Fernando Pessoa e cujo nome não me lembro agora – falha minha.
    Portanto, pontuações do “Expresso” é um assunto que não domino…
    Ah, também gosto de ler o senhor do futebol. É um tipo que consegue a proeza de transformar um jogo de 22 gajos atrás de uma bola num poema épico (ou vários) e isso deve ser valorizado, acho eu.
    Mas estas opiniões ou ditos, são apenas da minha inteira responsabilidade, cara Isabel. Não estou subordinado a nenhum “nós” como a sra. parece estar. Ninguém me vem pedir responsabilidades ou contas por aquilo que escrevo.
    E isso sabe bem, acredite…

    Cafc, a luta continua. Seja no Arrastão, seja no tasco da esquina. No fundo, “eles” sabem de que lado está a razão…

    [Responder]

  60. 60 60  cafc

    Eu não “disse”?

    Duas horas e quarenta e nove minutos depois, veio a confirmação.

    Se “estivesse” outra ideologia, passava a jogar no “Euromilhões”. Assim, limito-me a “tar” aqui no Arrastão, tentando “passar um bom bocado” do resto da minha vida.

    Boa-noite.

    [Responder]

  61. 61 61  Isabel

    Joaquim

    O que eu digo é o que eu penso e não tenho “dono” colectivo ou não.

    Não tenho religião nem estou filiada em nenhum partido político.

    Falo por mim para o melhor e para o pior.

    Mas a luta pela promoção da vida humana da concepção até à morte, CONTINUA…

    [Responder]

  62. 62 62  Antonio Cunha

    67 joaquim azevedo

    Azevedo, não te estiques que o jantar não foi elásticos. A razão está e estará sempre do lado de quem defende a democracia contra totalitarismos e fascismos.

    Isto não é uma guerra norte-sul, porto-Benfica, esquerda-direita. Isto é a nossa vida em sociedade, e como tal somos todos iguais e irmãos e compatriotas que defendemos aquilo que julgamos ser melhor para nós e para os outros.

    por isso deixe lá isso do “eles” e do “nós”

    Voce já parece aquele do “javali”

    [Responder]

  63. 63 63  Madalena Madeira

    Cá para mim a Isabel e a Isabel Coutinho são a mesma pessoa, não? , apesar de disfarçar bem os “heterónimos” !

    [Responder]

  64. 64 64  joaquim azevedo

    Cunha #70,
    “A paz, o pão, habitação, saúde, educação
    só há liberdade a sério quando houver.
    Liberdade de mudar e decidir
    quando pertencer ao povo o que o povo produzir”

    Esta é que é a minha guerra, Cunha.

    [Responder]

  65. 65 65  joaquim azevedo

    No comentário anterior houve uma troca na ordem de dois versos. Peço desculpa ao Sérgio Godinho.

    [Responder]

  66. 66 66  Isabel

    # 71 Madalena Madeira

    Qual era o interesse? Com tanto nome que para aí há, era falta de imaginação.

    É talvez um caso de duas pessoas que pensam, cada uma pela sua cabeça e chegam a conclusões semelhantes.

    [Responder]

  67. 67 67  cafc

    Cara Madalena Madeira

    Agora é que fiquei “danado” consigo. Estava eu convencido que era o “bruxo cá do sítio” e a minha amiga quer “estragar-me o negócio”.

    Vamos ver se surgem os “desmentidos oficiais”.
    Até lá, cumprimentos, minha amiga.

    [Responder]

  68. 68 68  joaquim azevedo

    Isabel #69, cito:
    “Mas a luta pela promoção da vida humana da concepção até à morte, CONTINUA…”

    Caríssima, eu até estaria tentado a lutar ao seu lado desde que você acrescentasse ao seu slogan a palavra “dignidade”.
    Ficaria assim: A luta pela promoção da dignidade da vida humana desde a concepção até à morte.
    É que, vida, não é apenas estar vivo, é muito mais do que isso. E, viver com dignidade, é coisa que a esmagadora maioria dos habitantes deste Planeta não alcança. Se alguns têm tudo, outros…

    [Responder]

  69. 69 69  cafc

    A incoerência devia ter limites.

    A amiga Isabel passou “o tempo todo” a afirmar-se como Cristã, não Católica.
    A partir das 21:43, do dia 14 Dez 2009, deixou de ter religião.
    Tem todo o direito a “converter-se” ao que achar melhor. Mas, tem o dever de não intervir com argumentos de “rotunda” (às “voltinhas”, até encontrar uma “saída” que lhe permita regressar ao pedestal onde sempre se colocou). Será o pedestal no meio da rotunda?

    Agora, que a Isabel já não tem religiâo, “valha-me deus”.

    [Responder]

  70. 70 70  Antonio Cunha

    72 joaquim azevedo

    Então continue a acreditar em histórias e musicas da carochinha…

    [Responder]

  71. 71 71  Madalena Madeira

    74 Isabel e cafc,

    Então vamos lá ver se acerto agora: a Isabel tem dupla personalidade ( o cérebro dividido ao meio ) , são 2 pessoas ( ou +) a ” mexer” com a cabeça dela . O cafc é capaz de ser uma mulher ! ou seja , uma bruxa , não?, mas escreve no masculino ( para disfarçar). O Joaquim Azevedo é o cafc. Acertei?
    O António Cunha e a Isabel Coutinho serão os únicos que realmente se identificarão ?!
    A Maria tb me parece genuína…?!

    Grande confusão?

    Ou Daniel ! combine lá um jantar para a gente ver se esta gente existe ou se é só mesmo virtual?

    [Responder]

  72. 72 72  Isabel

    Joaquim

    Priberam

    Promoção= Acesso ou elevação a cargo ou categoria superior.

    A promoção da vida pressupõe dignidade ou não é vida humana mas vida de animal.

    É a mensagem do Cristianismo, a base do Estado Social Europeu, que defende direitos e liberdades e a Vida…

    que começa, tal como você diz, na concepção.

    [Responder]

  73. 73 73  A.R.A

    ANTONIO CUNHA

    Tirando o fraco gosto clubistico do JOAQUIM AZEVEDO não mudaria uma virgula ao que ele lhe disse e se acha que a sociedade não deve almejar:

    A paz, o pão, habitação, saúde, educação
    só há liberdade a sério quando houver.
    Liberdade de mudar e decidir
    quando pertencer ao povo o que o povo produzir

    isso não é acreditar em historias da carochinha é, isso sim, aspirar por um mundo melhor onde viver com dignidade não se possa medir pelo dinheiro que temos.

    Repare que isto não coisas de comuna, pois, como já tive a oportunidade de discutir num outro post, é algo que os nordicos o fazem desde há muito e os resultados estão a vista.

    Portanto, Antonio, acerte lá os ponteiros e reveja bem as suas prioridades antes de afirmar que «somos todos iguais e irmãos e compatriotas que defendemos aquilo que julgamos ser melhor para nós e para os outros.» pois se, por exemplo, quiser fazer negocio com a minha saude não estou a ver como é que julga tal ser o melhor para mim, ou seja, se tiver dinheiro vivo senão vou para uma lista de espera infindavel e quando chegar a minha vez, já fui………..desta para melhor.

    Sinceramente acho que, atraves do seu modelo capitalista, não ha espaço para julgar o melhor para os outros visto que o bem dos outros será sempre o mal de alguns e se com isso não se promove capital, bem cedo será engolido pela economia de mercado.

    Assim, não se arme em “sabão” porque de historias e musicas da carochinha sabe o Antonio para embalar quem deixa.

    Na verdade, o amigo, perdeu mais uma grande oportunidade de estar ………… calado.

    A.R.A

    [Responder]

  74. 74 74  joaquim azevedo

    Pois é, Cunha #78, eu bem me parecia que o seu conceito daquilo que “é melhor para nós e para os outros”, afinal era só pela metade – acaba-se no “nós”.

    Isabel #80, fico à espera de comentários seus que defendam a dignidade da vida dos imigrantes que fogem das misérias locais e entram, ou tentam entrar, na Europa do estado social. Fico à espera que você defenda o RSI, que você entenda que há homossexuais que sentem o direito ao casamento como uma forma de dignidade e justiça, que você perceba a dignidade e a justiça de uma greve porque os “Belmiros” deste país querem pôr o pessoal a trabalhar 60 horas nos hipers. (Lembra-se do que eu lhe disse sobre o Código do Trabalho?)
    No fundo, fico à espera que você defenda o que é razoável. Mas, sinceramente, não acredito que o faça.

    [Responder]

  75. 75 75  Antonio Cunha

    “… os nordicos o fazem desde há muito e os resultados estão a vista.”

    Não o fazia assim tão adepto da Flexisegurança e conceitos afins. Sabe é que os países nórdicos para terem o que têm também trabalham muito e tem leis laborais nada comparáveis às nossas. Nós gostamos muito do sol na eira e da chuva no nabal.
    Como diz um amigo meu, o Português produz como um Marroquino e gasta como um Sueco.

    Do que eu não gosto é de trabalhar como um doido, pagar milhares e milhares de euros em impostos e depois ver o meu dinheiro ser desbaratado por um estado gastador e esbanjador.

    [Responder]

  76. 76 76  cafc

    Cara Madalena Madeira

    No meu comentário #75 estava a brincar. Referia-me ao facto de, 2 horas e 49 minutos depois, a nossa amiga Isabel ter confirmado uma “previsão” minha. Daí ter-me auto-proclamado “bruxo”.
    A amiga Madalena, no seu comentário #71, levantou uma hipótese verosímil. Que, a confirmar-se, me “destronaria”.

    Agora, a sério. Ao longo dos vários comentários que tenho escrito, já forneci dados da minha vida pessoal (alguns de carácter emotivo) que, para alguém que me tivesse conhecido, seriam mais do que suficientes para me identificar.

    “cafc” é, tão somente, a junção das iniciais do meu nome completo. E não acertou. Eu não sou o amigo Joaquim Azevedo e, adaptando o grande Bernardo Santareno (curiosamente, um pseudónimo) sou “Português, escrevinhador para o Arrastão, 59 anos de idade…”.

    Minha amiga, subscrevo a sua proposta (aliás, já aqui feita, em tempos, por outro companheiro).
    Vamos lá a esse convívio real, seja jantar ou outro evento qualquer. Mais do que saber se existimos mesmo, para nos conhecermos melhor.

    Cumprimentos, minha amiga.

    [Responder]

  77. 77 77  Madalena Madeira

    84 cafc ,

    41 anos , investigadora e poetisa nas horas vagas.
    Cumpts tb.

    [Responder]

  78. 78 78  A.R.A

    ANTONIO CUNHA

    Para sua informação, o amigo deve estar um tanto equivocado, pois os Portugueses são dos que mais horas trabalham, mais descontam em virtude do pouco que recebem e o seu poder de compra………..bom acho que o Antonio vive no mesmo país que eu, portanto, esta ladaínha não tem muito sentido, não é?

    Quer mais flexisegurança do que esta?

    Se o seu amigo tem essa visão da portugalidade laboral, de certo que nasceu desafogado, tirou o seu curso desafogadamente e agora é um CO numa empresa multinacional que lhe custou muito da sua vida pessoal. Um coitadinho!

    Veja se percebe, não me importava de pagar ainda mais impostos se os visse bem aplicados em sectores que fossem de tal modo bem geridos que pura e simplesmente se tornassem de acesso universal sem que se pagasse mais um chavo.

    Afinal quem conta a quem a historia da carochinha?

    Aquele Abraço
    A.R.A

    [Responder]

  79. 79 79  Antonio Cunha

    “Veja se percebe, não me importava de pagar ainda mais impostos se os visse bem aplicados em sectores que fossem de tal modo bem geridos que pura e simplesmente se tornassem de acesso universal sem que se pagasse mais um chavo.”

    Tambem eu meu caro amigo. Tambem eu.
    E para que isso seja possível é necessário reformular toda a função publica e torná-la eficiente, coisa que como bem sabe não o é.

    Meu caro, os Portugueses são dos que mais trabalham e dos que menos produzem. Sabia ? E o que fazem no tempo que sobra. Café, conversa da treta, internet, e tudo o que não seja trabalhar.

    Quer comparar o poder de comprar hoje com o que tínhamos no 25 de Abril ?

    E para sua informação tirei o meu curso à noite e pago pelo meu dinheiro. Mas isso já lho disse mais do q uma vez. Tenho uma pequena empresa da qual sou sócio e faço o que posso para que os meus empregados sejam o mais bem recompensados pelo seu trabalho.

    [Responder]

  80. 80 80  A.R.A

    ANTONIO CUNHA

    Estava a falar do seu amigo ou de si?

    Antonio, não desmerecendo o seu merito (que o tem) essa ideia simplista de que: eu é que trabalho e o restante vive a conta na sombra da bananeira, faz parte de um derrotismo patriotico institucionalizado que a mim pouco ou nada me diz.

    Enquanto se utilizar esse tipo de pensamento, utilizando maus exemplos para explicar o estado da nação esta a contribuir para que tudo se mantenha exactamente na mesma entre governantes e governados, entre empregadores e empregados, entre ricos e pobres.

    Não esta só na sua demanda e eu (como tantos outros) tambem fiz o que tive oportunidade de fazer (se calhar até podia ter feito mais) pela minha valorização pessoal, no caso, trabalhei 7 dias seguidos, por turnos, para hoje estar aqui de folga a escrever para si, pois vi muitos colegas meus de inestimavel valor serem “dispensados” e agora ha que compensar essa perda.

    Quer dirigir algum incentivo a esses mui valorozos novos desempregados, que após uma vida de trabalho foram tidos como “excedentarios”?

    Veja se percebe que o mal não é da função publica mas sim dos desastrosos gestores que elejemos para governar o nosso país.

    Como é informatico, vou-lhe falar em ingles (talvez assim me perceba)

    Antonio, look at the big picture and don’t loose yourself on minor details.

    Aquele Abraço amigo
    A.R.A

    [Responder]

  81. 81 81  Panzermayer

    Caro Azevedo ainda hoje me contaram que as meninas que vem de Luanda já prenhas chegam à Portela com a papelada toda devidamente preenchida para se dirigirem à repartição da Segurança Social mais próxima e sacar uns subsídios aqui ao portuga…Tenha vergonha na cara, você e a sua esquerda de traidores e igualitários da desgraça.Utilizando o que escreveu eu digo-lhe, zurre para aí o que zurrar é a área nacional que sempre defendeu este povo e esta nação de todos aqueles que a tentam descaracterizar. Você é um nojo Azevedo, você e todos os que pensam como você.
    Caro Daniel, estou-me nas tintas se vai censurar ou não o que escrevi, porque sei que para o censurar tem que o ler primeiro!!!

    [Responder]

  82. 82 82  cafc

    Cara Madalena Madeira

    Sabe a consideração (várias vezes aqui expressa) que tenho pelas suas opiniões.

    Continuo a “falar” a sério. Posso pedir-lhe que nos transmita uma das suas poesias?
    Acredito, muito sinceramente, que nos trará muita matéria para reflexão.

    Repito, estou a “falar” a sério.
    Cumprimentos, minha amiga e parabéns por ser quem é.

    [Responder]

  83. 83 83  joaquim azevedo

    Panzer #89, é quando o vejo reagir assim que eu sei que tenho razão no que afirmo. Você nem imagina o gozo que me dá ser insultado politicamente por alguém como o senhor. Acredite sinceramente que ficarei muito preocupado no dia em que você resolver concordar comigo. Aí, vou ficar a pensar que errei em alguma coisa…

    [Responder]

  84. 84 84  Panzermayer

    Azevedo, nunca terá esse problema acredite, no dia em que eu concordar com uma palavra do que você diz é porque “algo vai mal no reino da Dinamarca”. Lutar contra gente como você tem sido o objectivo principal da minha vida desde os 17 anos, e até o meu último suspiro neste mundo assim continuará a ser,não duvide disso nem por um segundo!!!!

    [Responder]

  85. 85 85  joaquim azevedo

    Panzer #92, o senhor começou tarde a sua corajosa luta. Como sabe, a decadência da Ditosa Pátria Amada já vem de muito longe e não é culpa minha de certeza. Há quem diga que foi em Alcácer Quibir que a nossa desgraça se iniciou, outros dizem que foi quando oferecemos o Brasil aos legítimos donos, outros ainda, afirmam que foi a descolonização que nos desgraçou – “Angola é Nossa!”.
    Razão tinha o Salazar que nos queria “orgulhosamente sós”. Se não houvesse mais Povos, seriamos os melhores do Mundo seguramente.

    ps: Fico muito emocionado sempre que alguém tem como principal objectivo da sua vida a minha pessoa. Nem sei se deva contar à minha companheira.

    [Responder]

  86. 86 86  Panzermayer

    Você é um bocadito infantil não é Azevedo???

    [Responder]

  87. 87 87  Isabel

    Então cafc, não diz nada?

    Suspendeu por 30 dias o seu lugar de controleiro/protector do joaquim azevedo?

    [Responder]

  88. 88 88  joaquim azevedo

    Sou, Panzer. Mas pelo menos não ando por aí a insultar as pessoas como você faz. Se crescer significa transformar-me num fascista malcriado como o senhor, então eu prefiro continuar na idade da inocência.

    Isabel #95, se quiser falar comigo, diga. Não invoque o meu Nome em vão. Como sabe isso é pecado.

    [Responder]

  89. 89 89  cafc

    Minha amiga Isabel

    Fiquei “enternecido” com o seu comentário #95.

    Até ao #69, definia-se como Cristã, não Católica.
    Nesse comentário afirmou não ter religião.
    Como a minha amiga tem tido uma “inabalável coerência” nos variadíssimos comentários que tem produzido, fico com uma certa curiosidade de saber em que “fase” estará ao ler este.

    1- Há uns tempos atrás, a minha amiga descreveu o “desgosto” que sentia, porque:
    A) Tinha “assistido” (e, até, chorado) ao início da minha amizade com o Panzermayer;
    B) De mim, a minha amiga não conseguia mais do que um “paternalismo distante”.

    2- Só neste “post”, a sua tendência para “circular” nas “rotundas” são evidentes. Basta ler o que escreveu, nomeadamente, nas várias vezes em que se referiu ao amigo Joaquim Azevedo;

    3- Espero que ele lhe responda, pois é o ofendido.

    4- Eu sei onde a minha amiga queria “chegar”.Tem tudo a ver com o que escrevi no ponto 1-. Se não perceber, “diga”. Terei todo o gosto de lhe explicar, em pormenor.

    Quando “voltar” a ter religião avise. Será mais fácil definir o “pecado” da inveja.
    Até lá, cumprimentos, minha amiga e “veja lá” se, aí no seu “nós”, não existe um conselheiro/protector”.

    [Responder]

  90. 90 90  joaquim azevedo

    Cara Madalena #79, não sou o cafc coisa nenhuma. E digo-lhe mais. Para mim, só o facto de alguém sugerir semelhante aldrabice constitui uma ofensa. Espero que, desfeito o equívoco, a sra não insista no tema.

    [Responder]

  91. 91 91  Isabel

    cafc

    Cristianismo não é religião. É uma filosofia de vida como o Budismo ou o Ghandismo.

    Religiões são por exemplo, o judeísmo, o catolicismo, o islamismo, o luteranismo, o calvinismo, os adventistas do 7º dia, o presbiterianismo e o marxismo.

    [Responder]

  92. 92 92  Panzermayer

    Azevedo, são tantos os exemplos que lhe poderia enumerar de pessoas a quem você aqui já ofendeu e insultou que estaria aqui a noite toda mas enfim, se você quer agora fazer-se passar por vítima do lobo mau fascista isso é lá consigo, é uma táctica como outra qualquer e que vale o que vale.

    [Responder]

  93. 93 93  João Cerqueira

    Senhora Isabel

    Esperando que não se ofenda da minha intromissão no seu debate com o senhor CAFC, parece-me que está enganada quando diz que o Cristianismo não é uma religião.
    O Cristianismo é a religião que se rege pelos ensinamentos de Cristo; dentro do Cristianismo há uma grande diversidade de crentes ou Igrejas como os católicos, os ortodoxos, os anglicanos, os evangélicos americanos e os evangélicos Jésus ti ama.
    O Islamismo e o Judaísmo também têm diferenças semelhantes entre os seus crentes.

    Melhores cumprimentos

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Isabel, ainda vai explicar porque é o catolicismo uma religião e não o é o xiismo, por exemplo. Só para perceber a lógica da coisa.

  94. 94 94  Isabel

    #101 João Cerqueira

    Desculpe discordar de si.

    A única vez em que o cristianismo se funde e confunde com uma religião é no catolicismo.

    O papa dos católicos é o sucessor de Pedro. Bento XVI ocupa o lugar do trono numa linha sucessória, como se de uma monarquia se tratasse, de regentes ou administradores delegados, legitimados por “filiação divina” e cuja nomeação é inspirada por Ele.

    Por isso se consideram os verdadeiros representantes de Cristo, alegando que as seitas, (no sentido de seccionadas), não são verdadeiras. Essa é a razão pela qual conseguem resultados ecuménicos com outra religiões e não conseguem dialogar sequer com as outras (poucas) famílias cristãs.

    A religião pressupõe uma fé, acreditar no que não pode provar, e adorar um deus com quem se comunica através de sinais passíveis de interpretação subjectiva.

    As religiões são uma forma de cultura, que em determinadas alturas mudam o pensamento dos homens, noutra deixam uma suave lembrança.

    É aí que eu enquadro o Cristianismo, filosofia/doutrina.

    Veja-se o estado social. Mesmo “trabalhado” por socialistas de raíz marxista, é um produto do pensamento de Cristo, veiculado pelas igrejas cristãs ao longo de séculos e que deixou a sua marca no pensamento livre e humanista que temos hoje, (ou pensavam que o sonho União Europeia era marxista?)

    Daí a razão pela qual eu luto pela manutenção de determinados símbolos importantes para manter esta raíz que tem dado tão bons resultados, apesar de todos os errros cometidos.

    Eu professo o Cristianismo, preceito de vida preconizado por Cristo, independentemente de acreditar se é Deus ou não.

    Considero-o um personagem modelo, que eu gostaria de seguir, e para isso utilizo os evangelhos que relatam a sua vida, como “manual de instruções”.

    E sim cafc, Cristo é o meu conselheiro/protector, por via duma Paz consequente de considerar o serviço ao próximo como objectivo de vida.

    É isto o Cristianismo e é para todos os que quiserem. É só chegar e “amar”.

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  95. 95 95  Isabel

    Daniel

    O xiismo está para o Islão como o os católicos ortodoxos, por exemplo, estão para o Cristianismo.

    São várias religiões que acreditam na manifestação do mesmo Deus, mas de forma diferente.

    O que está na base das diferenças é sempre a velha história do mais forte, do líder, do poder legítimo ou legitimado e não o Deus em si.

    Os católicos proclamam-se legítimos descendentes de Pedro e no entanto já reconhecem às seccções do Cristiansmo a qualidade de religião descendente de Cristo mas sem ser por linha directa, até porque estas não reconhecem a autoridade do papa como administrador delegado da gestão para a salvação proposta por Cristo.

    A verdade é que tirando os ortodoxos os protestantes não conseguiram impôr um papa. E porque não têm um líder universal forte, só têm expressão regional ou mesmo resídual.

    O problemas dos xiitas é principalmente sucessório. Proclamam-se descendentes legítimos do profeta, assim como os sunitas.

    É uma questão de regime.

    A monarquia por exemplo é um modelo de organização.

    No entanto uns acham que o seu representante legítimo é Duarte de Bragança. Outros haverá que acham que será D. Rosário.

    Mas apesar das diferenças de opinião sobre o herdeiro, todos são monárquicos.

    Com as religiões infelizmente, é mais ou menos a mesma coisa.

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  96. 96 96  cafc

    Minha amiga Isabel

    O seu comentário #99 só confirma, se houvesse necessidade de o fazer, o que lhe tinha “dito” em #97.

    Sugiro (sem qualquer “paternalismo”) que entre em debate com o amigo João Cerqueira.

    Quanto a mim, só lhe posso “dizer” o seguinte:

    1- Mais uma vez, “fugiu”. Desta vez em relação ao seu comentário #95. É “feio” fazer insinuações e, depois, fingir que elas não existiram;
    2- E, voltou à sua “inabalável coerência”. Deixo a questão do Cristianismo, pela sugestão que referi.

    Minha amiga, desculpe mas, não resisto a voltar à “abardinação”.
    O Cristianismo é uma filosofia de vida e o marxismo é uma religião (Isabel dixit).
    Com base nesses seus”novos conceitos”, poderá fazer uma alteração?
    Género, o marxismo é uma filosofia de vida e o leninismo, o stalinismo, o maoísmo é que são religiões. Mesmo sem terem um deus.

    Minha amiga, por amor de Ateu, reflicta um pouco mais. Cumprimentos.

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  97. 97 97  José Costa

    Só para enviar daqui a minha total solidariedade com os “compagnons de route”, cafc, ARA e Joaquim Azevedo com o qual, para além de partilhar ideias políticas e cívicas, partilho tb a cidade e “O Maioral” FCP :D

    Há e haverá sempre uma luta, ainda que apenas de ideias, entre dois lados da barricada, e eu conto-me na da Esquerda. O centro é uma ilusão para os amorfos.

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  98. 98 98  João Cerqueira

    Isabel

    Eu também sou cristão no sentido em que considero Cristo a figura mais importante da História, tendo em conta a época em que viveu, e tento viver de acordo com os seus valores.
    Nesse sentido, não discordo da afirmação de que seguir os ensinamentos de Cristo pode uma filosofia ou modo vida. Como tal, Ghandi e Mandela adoptaram comportamentos cristãos.

    E, para mim, essa é a grande diferença do Novo para o Velho Testamento ou para o Corão: a rejeição da violência e da vingança que permanece nos referidos textos sagrados e leva tanta a gente para a guerra santa, ou em nome de Deus.
    Para um cristão evangélico americano apoiar a guerra do Iraque, tem de ir ao Velho Testamento, pois jamais encontrará motivos no Novo.
    Dito isto, suponho que não há nenhum estudioso das religiões que não considere o Cristianismo uma religião.

    [Responder]

  99. 99 99  Isabel

    João Cerqueira

    Você chama Cristianismo ao que eu chamo religiões cristãs.

    Seguir os ensinamentos de Cristo não implica acreditar que Ele é Deus nem na sua ressureição. Isso é o que as religiões implicam. A filosofia, não.

    O Cristianismo é um “espaço” para todos, acreditem em Deus ou não.

    [Responder]

  100. 100 100  Isabel

    cafc

    “Género, o marxismo é uma filosofia de vida e o leninismo, o stalinismo, o maoísmo é que são religiões. Mesmo sem terem um deus.”

    Touchée!

    Se bem que o “profeta” Marx em termos de qualidade pessoal deixasse muito a desejar.

    [Responder]

  101. 101 101  cafc

    Meu caro José Costa

    Agradeço o seu comentário #106, com o qual, obviamente, concordo.
    Embora “alfacinha de gema” e benfiquista qb, desejo que o FCP seja “O Maioral” na “Champions”.

    Um abraço.

    [Responder]

  102. 102 102  joaquim azevedo

    Panzer #100 (tem um prémio), cito:
    “Azevedo, são tantos os exemplos que lhe poderia enumerar de pessoas a quem você aqui já ofendeu e insultou”

    Então diga lá, caro Patriota, quais são as pessoas que eu já ofendi e insultei. Se não o comprovar vou chamar-lhe mentiroso.
    Em contrapartida, você, pelo menos em relação à minha pessoa, já o tentou. Ora vejamos no seu #89:

    “Utilizando o que escreveu eu digo-lhe, zurre para aí o que zurrar é a área nacional que sempre defendeu este povo e esta nação de todos aqueles que a tentam descaracterizar. Você é um nojo Azevedo, você e todos os que pensam como você.”

    Sabe, Panzer, manter uma qualquer discussão a um nível minimamente educado não é para todos. E você é a prova disso mesmo.

    [Responder]

  103. 103 103  Panzermayer

    Em primeiro lugar detesto patriotas, especialmente os de poltrona, em relação às pessoas a quem por aqui você já faltou ao respeito são tantas que se elas o quiserem fazer que se acusem, eu por mim estou-me a borrifar. Escusado será dizer que você só o consegue fazer com a cobertura do Daniel caso contrário seria silenciado como os outros. Você é inclusive o comentador que ultrapassou todos os limites neste espaço ao colocar informações pessoais de outro comentador, portanto tenha mas é juizinho.
    Você é um hipócrita Azevedo, já que você provoca até ao limite e quando alguém se “passa” você diz que ele não tem educação, isso de onde eu venho chama-se hipocrisia e mau carácter.

    [Responder]

  104. 104 104  joaquim azevedo

    Pois é Panzer, à falta de melhor, desenterra-se um assunto que já foi devidamente explicado na altura. O Sr em causa a quem eu devassei a privacidade era membro da Causa Identitária e o nome dele estava no site da dita organização. Chamar a isto informações pessoais é ridículo, como é óbvio para todos, excepto para si.
    Se alguém vier para aqui dizer que o meu nome consta de uma determinada lista autárquica do Bloco, acha que deva acusá-lo de devassa da minha vida privada?
    De resto, Panzer, eu nunca usei palavras como zurrar, ladrar, e outras que tal para me dirigir a nenhum comentador. Já você não pode dizer o mesmo, pois não?

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  105. 105 105  Panzermayer

    São de facto palavras duras essas que você mencionou, mas há outras aparentemente mais próprias, que quando usadas de determinada maneira e em determinado contexto acredite que magoam e ferem muito mais! Apesar de tudo, um Bom Natal para si e para os seus.

    [Responder]

  106. 106 106  joaquim azevedo

    Confesso que não esperava esse cumprimento, Panzer. Registo a atitude e devolvo-lhe os votos: divirta-se com a sua família sempre que puder. No Natal e nos outros dias.

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