Aulas de crianças ciganas em contentor são caso de «discriminação positiva»


53 respostas ao post “do que eu gostava era de ver o camarada alegre a rimar sobre estes contentores”  

  1. 1 1  Amêijoa Fresca

    Com o Bojador por ultrapassar
    e as respectivas tormentas socialistas,
    a descredibilização está a trespassar
    as alegres tiradas moralistas.

    Fechado num contentor
    pelos cadeados da incoerência,
    da razão não é o único detentor,
    vivendo de muita aparência!

    O mexilhão de crachá ao peito
    contra a incompetência “socialista”,
    escasso é o respeito
    para com uma política miserabilista!

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  2. 2 2  Sem Anestesia

    Margarida Moreira é um produto dos tempos que vivemos.

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  3. 3 3  Carlos Santos

    Lamentável episódio. E sempre com a DREN. Pode-se esperar alguma coisa de uma Europa xenófoba? Tenho tentado dar conta dessa fragilidade política e dos mitos económicos neoliberais da Europa em http://tinyurl.com/c3kn97. E receio não estar muito errado.

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  4. 4 4  Rui Paulino

    “Europa xenófoba”??? onde Carlos Santos???, se a há não sei onde ela se encontra, basta ver os milhões de estrangeiros que pululam por o nosso Continente… de qualquer maneira para gente como os ciganos sou xenófobo e com muito orgulho, antes isso que xenofílico e etno-masoquista!!!

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  5. 5 5  Daniel Oliveira

    Rui Paulino: suponho que quer mandar os ciganos para a terra deles, não é?

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  6. 6 6  fernando moreira de almeida

    Julgo que já é tempo de a malta habituar-se ao pensamento de esquerda moderna! Ou seja:
    Exigir sacrificio aos fracos e pobres
    Apoiar e defender os fortes e ricos
    Afinal quem é que insulta quem!

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  7. 7 7  alberto gomes

    Alguém sabe exactamente o que se passa nesta situação? Eu segui o link da notícia, e não vi rebatidas as afirmações da sra. Margarida Moreira.
    Gostaria de saber o que pensam os pais destas crianças, e já agora o que pensam os pais crianças de quem estas foram apartadas? E os professores, não terão algo a dizer?
    Há 2 ou 3 anos onde moro, a escola primária necessitou de obras, para o efeito a câmara montou um conjunto de contentores, que serviu de escola durante um ano lectivo completo, para cento e muitas crianças. Visto pelo exterior aquilo era pró feiote, no entanto no interior era bem cómodo e prático, com boas condições para as aulas, tinham até ar-condicionado, coisa que a escola nem antes nem depois das obras teve ou tem. Conto isto para explicar que quando se diz que, umas tantas crianças foram postas a ter aulas num contentor, não é necessáriamente uma maldade.
    Ainda assim fica a questão da segregação, por isso vou ficar á espera de mais informações, para ver se não é outra polémica como a das cadeiras.

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  8. 8 8  Rui Paulino

    Infelizmente esses nem terra têm para voltar, porque depois de milhares de anos, fazê-los voltar para o Norte da India não é lá muito viável, mas lá que dava jeito dava… os ciganos são um povo parasitário, lamuriento, porco e violento, por onde quer que passem causam a degradação, a sujidade, o aumento da criminalidade e como se tudo isso não bastasse, ainda usufruem de benefícios que são negados aos portugueses de raiz, para Europa xenófoba não estamos mal não senhor!

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  9. 9 9  Daniel Oliveira

    Não, caro Rui Paulino, têm terra: chama-se Portugal. Se a terra deles é outra, terá de andar uns milhares de anos para saber qual é a sua que, pelo menos do seu ponto de vista, é altamente improvável que seja esta. São tão portugueses de raiz como o senhor que virá do Norte de África, do norte da Europa ou de um qualquer outro lugar. Como todos nós.

    Com que raio de poder especial se julga o senhor para decidir que há uns portugueses que são portugueses e outros que não o são? Este país pertecence-lhe?

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  10. 10 10  J Ferro

    Ó homem, você acha que o Quique Flores é “parasitário, lamuriento, porco e violento” ?
    O problema dele, e do Benfica também, é que ele é trabalhador, tolerante, civilizado, educado e pacifico. E assim, não ganah campeonato nenhum…

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  11. 11 11  Rui Paulino

    Pertence-me tanto a mim como a si, se você pode decidir que eles são portugueses porque raio não posso eu decidir o contrário???

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  12. 12 12  Daniel Oliveira

    Porque não pode. A nacionalidade quem cá nasceu e está cá há tanto tempo como os demais não é matéria de decisão. Não pode decidir que uma parte dos portugueses perdem a nacionalidade. Não é um direito que lhe assiste. Se não eu decido que os Paulinos não são portugueses e passo a dizer que este país não é seu. Os ciganos não são imigrantes. São portugueses, nascidos em portugal, filhos, netos, bisnetos, trisnetos e por aí adiante de portugueses. A sua nacionalidade não tem discussão possível.

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  13. 13 13  Rui Paulino

    Tem piada mas acho que nem eles pensam ou acreditam nisso, basta ver a sua atitude de distanciamento face ao nosso modo de vida e aos nossos valores. Quanto à nacionalidade deles não ser matéria de decisão tem razão, pelo menos neste sistema político, mas o mundo dá muitas voltas, quem sabe o que o futuro nos reserva…

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  14. 14 14  Isabel

    Daniel

    Gostei de o ouvir a falar de nacionalidade, país e portugueses. Já falta pouco para o ouvir enaltecer a Pátria. Lá chegaremos…

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  15. 15 15  fado alexandrino

    São tão portugueses de raiz como o senhor que virá do Norte de África, do norte da Europa ou de um qualquer outro lugar. Como todos nós.

    Tem razão.
    Há no entanto uma pequena diferença.
    Eu pago IRS e se o senhor me encontrar cinco ciganos que façam o mesmo dou-lhe um doce.

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  16. 16 16  Samuel

    Os ciganos (que são portugueses, sim), os negros, portugueses ou imigrantes, mais os outros imigrantes em geral, prestam-nos um serviço inestimável: fazem.nos ver quem somos, realmente, por dentro. E porra, que não é nada bonito de ser ver!!!

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  17. 17 17  LAM

    Fado,
    isso não são questões de nacionalidade. É verdade o que diz, mas isso são outras coisas. Conhecerá como eu tantos que não sendo ciganos não pagam, ou pagam o que lhes apetece porque também declaram o que muito bem lhes apetece. O que o Estado (nós, sujeitos pagantes), perde com esses será infinitamente maior do que possa perder com os ciganos.
    E tanto maior será a dificuldade em obter o contributo social dos ciganos, quanto maior for o grau de segregação. Só tomando medidas para a sua integração e plenitude de cidadania se pode alcançar esse contributo. O contrário, ou medidas que não os tratem como iguais, para o melhor e o pior, só cavam essa diferença.

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  18. 18 18  Ricardo

    Eu não percebo é porque é que o DO se mantém em disputas estéreis com gente como Rui Paulino. Graças a isso, a juntar aos posts (ora apanho um de direita ora um de “esquerda” depende do dia) ainda temos comentários da direita mais fascizante, alegremente alimentados.

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  19. 19 19  Barbosa

    Nunca vi nenhum cigano a trabalhar como pedreiro ou carpinteiro nem serralheiro. São profissões que qualquer outra etnia pratica mesmo sem saber ler nem escrever. Agora estes queridos do D.O. não querem é trabalhar porque faz calos.
    Portanto sr. D.O. eu não tenho nenhum orgulho de ter conpatriotas destes no meu país pois considero-os como se fossem os cúcos da sociedade.
    Ponham-nos a trabalhar e a produzir como os demais para bem deste pobre país.
    È certo que são portugueses mas não prestam para nada. São PARASITAS.
    O D.O é que lhes devia pagar os subsidios.

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  20. 20 20  fado alexandrino

    LAM
    17 Mar 2009 às 20:46

    Há verdades que não se podem dizer.
    Uma delas é que não há um único cigano que queira ser integrado.

    Como todos sabemos mas fazemos por ignorar têm a sua comunidade fechada as suas leis os seus casamentos as suas religiões e claro os seus Mercedes e as Toyotas do RSI.

    Ao senhor Daniel Oliveira eu pedia cinco a si se me encontrar um que queira ser “português” dou-lhe dois doces.

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  21. 21 21  Mr Holmes

    Quem realmente, mas realmente conhece os ciganos portugueses só pode achar uma coisa – Isto só se resolvia com Lança-chamas e Motoserras. Quem se limita ao politicamente correcto e à treta da discriminação, das duas uma, ou não conhece minimamente o modo de vida, pensar, agir, sentir dos ciganos ou é um completo idiota. Aos segundos aconselho uma aproximação a uma qualquer comunidade, viver uma temporada por perto, uma interacção levezinha e depois conversamos. Antes disso não vale a pena é COMPLETA IGNORÂNCIA.

    DO 12 – “Os ciganos não são imigrantes. São portugueses, nascidos em portugal, filhos, netos, bisnetos, trisnetos e por aí adiante de portugueses”

    Já vi Senegaleses, Guineenses, Moldavos, Russos, Ucranianos, Brasileiros e por aí fora com muito menos tempo de Portugal a respeitar as leis, pagar impostos, a luz e a água, a ser educados com os outros, ter higiene, ter seguro do carro e podia continuar a enumerar um sem número de coisas, mas depois lembrei-me que já vi Romenos adultos, gordos como nababos, sujos como porcos, estendidos num relvado em frente ao apartamento, onde viviam às dezenas. Enquanto isso as crianças estavam junto a um semáfaro a importunar as pessoas, mendigando para os pais e tios. É claro que o facto de serem Romenos é irrelevante, já quanto ao facto de serem ciganos….

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  22. 22 22  Carlos Santos

    Fado Alexandrino,

    Eu diria que o seu nome tem qualquer coisa de inspiração andalusa. E já se sabe há ciganos na Andaluzia. Portanto, não seria de o deportar também? E a todos os portugueses que não pagam impostos, ou cometem qualquer outro tipo de infracção? mas selectivamente: os de infracção fiscal eram deportados para as Cayman. Os que roubam por ter fome podia ser para um sítio desolador qualquer.

    Rui Paulino,

    Eu confesso. Achei que estava a brincar. Nunca conheceu um cigano trabalhador? Uma perguntinha: quantos cidadãos da Noruega conhece? E sabe se trabalham todos? E já agora…o Rui Paulino trabalha?
    Curioso que estas mensagens apareçam depois da MFLeite ter apelado ao emprego para os portugueses.

    Ah velha direita!
    Carlos

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  23. 23 23  Luis Moreira

    A maioria dos milionários não pagam o IRS devido ao que ganham.Boa hipótese de nos vermos livres deles…

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  24. 24 24  Maria

    Nesta coisa de descriminações ,
    nem já os contentores são iguais aos outros ; )

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  25. 25 25  João Baptista Magalhaes

    Uma decisão que define um estilo!

    É, de faco, intolerável a segregação de 17 meninos ciganos, constituindo uma turma colocada num contentor, na escola de Barqueiros, em Barcelos.

    A Directora da Educação da Região Norte já nos habituou a um estilo muito especial, que nada tem a ver com o regime democrático, as contribuições que a informação e o conhecimento nos proporcionam no nosso tempo, século XXI.

    Não estranhamos, por isso, que considere “discriminação positiva” a segregação conducente ao aumentar dos preconceitos racistas, colocando num contentor feito sala de aula, uma turma de meninos ciganos, isolados dos restantes meninos da escola.

    A senhora directora não entende que a positividade da discriminação está no apoio à integração e não na segregação. Podia inspirar-se nas experiências que neste campo são feitas em muitas escolas, com grupos de teatro (eu próprio já participei nisso!), mediadores interculturais, clubes de reflexão ou aulas suplementares para grupos desfavorecidos.

    Mas a senhora directora que, como a senhora ministra, foi rapidamente promovida a doutora para integrar o governo socrático, não teve tempo para assimilar o trabalho de inclusão intercultural feito em muitas escolas ao nível da discriminação positiva. E, por isso, interpretou este conceito como colocar os ciganos em contentores e mandar os professores (considerados por este ministério como mulheres a dias) aturá-los.

    O princípio de Peter não levaria a melhores decisões.

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  26. 26 26  Antonio Cunha

    O que eu ainda não vi aqui debatido foi o facto de estas crianças estarem sem educação até o verão do ano passado. E foi a escola que os foi lá buscar e os colocou a estudar.

    A verdade e o lixo jornalistico andam de mão dada. O que o que vale é conspurcar as mentes dos mais incautos que depois vem para aqui destilar ódio. Isso chama-se populismo e baixa politica Daniel. E é feio e de muito mau gosto.

    in JN

    “Fonte do Agrupamento Abel Varzim disse, esta manhã, à Lusa, que a turma de alunos ciganos é fruto de um “entendimento” entre a comunidade e a escola, com o objectivo de “manter as crianças no sistema lectivo”.”

    “Ao meio-dia, quando todos os alunos da Escola Básica do primeiro ciclo da Lagoa Negra saem do estabelecimento para a cantina onde almoçam não há qualquer diferença entre crianças ciganas e não ciganas.”

    “Não há aqui problema nenhum. O pré-fabricado é bom, tem ar condicionado e tem muito boas condições e os meninos brincam juntos no recreio. Qual é o problema?”

    “A mesma posição tem a comunidade cigana, que elogia o esforço deste projecto educativo.

    “Os nossos filhos são tratados como as outras crianças, têm as mesmas aulas e até têm o Magalhães e tudo”, referiu a mãe de cinco crianças, que vive “há mais de dez anos” em Barqueiros.”

    “”Há aqui algum exagero”, disse Sandra Azevedo, referindo-se às críticas da Junta.

    A integração da cerca de vinte famílias de etnia cigana na freguesia onde vivem 2100 habitantes não é nova.

    Um estudo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, feito entre 2001/06, coordenado por Manuel Carlos Silva e realizado pela socióloga Carla Sofia Cid, abordou a integração dos ciganos no baixo Minho.

    Barqueiros foi uma das comunidades estudadas e aquela onde, “em termos autárquicos, as políticas de exclusão, tornaram-se políticas de reclusão”, referiu, na apresentação do estudo, Manuel Carlos Silva.

    O mesmo documento concluiu que a frequência de aulas por raparigas de 12 ou menos anos “adia” o casamento precoce das menores.

    A atitude que o Agrupamento Abel Varzim tomou em relação à comunidade cigana de Barqueiros foi apresentada, nesse estudo, como “um exemplo de integração”.

    Carla Sofia Cid registou cerca de 60 crianças ciganas a frequentar os estabelecimentos de ensino da freguesia. Um número que só foi alcançado depois de diversas “visitas dos professores aos acampamentos”.”

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  27. 27 27  jukitas

    Bem…
    De uma forma mais ou menos camuflada, grande parte dos cidadãos oriundos de familias pobres são colocados em turmas “especiais”.
    Por um lado entende-se, por outro não. Por um lado muitos desses alunos, porque não têm grande educação em casa, vão espalhar o terror para as salas de aula e incomodam os que realmente querem aprender, talvez (não sei) os que têm alguma educação em casa. . .
    Por outro lado, alguns, só por serem pobres, podem querer aprender e, sendo colocados nessas turmas, podem ficar prejudicados, pelos outros que só querem espalhar o terror. . .
    Bem , a solução seria, simplesmente, colocar todos os alunos aleatoriamente e premiar o mérito. Assim, o sistema, por si, e de uma forma justa, excluia os que não podiam ou não queriam estudar.
    Os nossos engenheiros sociais não deixariam . . .
    Assim passam todos! Analfabetos, incompetentes, etc.
    Paga quem não devia, ou seja, os que têm mérito. Mérito esse que dificilmente será reconhecido por causa da concorrência dos analfabetos promovidos nas secretarias do ME.

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  28. 28 28  António Guimarães

    Há que não confundir nacionalidade com identidade cultural e étnica. Os minhotos e os algarvios têm igual legitimidade em termos de nacionalidade, o que não implica absoluta identidade cultural e étnica.
    Escrevi sobro o que penso acerca do assunto:
    http://guimaraes2-observador.blogspot.com/2008/11/integracionismo-multiculturalismo-e.html

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  29. 29 29  CausasPerdidas

    E os taxistas são originários de que continente?
    Já agora: aos “patos-bravos” podemos considerá-los espécie indígena ou classificá-los de invasora – tal como algumas espécies vegetais que herdámos dos tempos em que ficámos que o epíteto de sermos um povo dado à descoberta de novos mundos e culturas?

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  30. 30 30  pedro mendonça

    …e ninguém a tira do lugar?

    que se discutam argumentos parvos e inconstutiocinais num blog ok, mas esta sra dirige uma parte da educação na república portuguesa, não há discussão, apurem-se responsabilidades, retome-se o sec xxi para o bem estar mental de tod@s.

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  31. 31 31  Fernando

    Os ciganos não são imigrantes. São portugueses, nascidos em portugal, filhos, netos, bisnetos, trisnetos e por aí adiante de portugueses. A sua nacionalidade não tem discussão possível.

    Como se para o Daniel Oliveira mesmo não nascendo em Portugal, não sendo nem filhos, nem netos, nem bisnetos de Portugueses não fossem á mesma “portugueses”. Há alguem no mundo que não seja Português? Parece que a palvara já foi tão dilatada que não quer dizer absolutamente NADA.

    Os ciganos não são Portugueses (se bem que há milhares por ai que também não são, alguns dos quais até andam a jogar á bola com equpamentos da “selecção”). É-me indiferente que lhes dêm um BI, só peço que não dê o meu IP ao SIS para me prenderem por “racismo”, isto de ter opiniões é criminalizável, conto com a sua aversão a atitudes pidescas para a minha salvaguarda.

    Não que concorde com os contentores, mas apenas por não achar que sejam condições de ensino adequadas. Não pela segregação, porque quem não andou na escola com ciganos que meta lá os filhos. O paraíso multicultural é bom para os outros, claro está.

    Mas é simples acabar com o problema da segregação… ouvi dizer que em sociedades étnicamente homogéneas não há racismo.

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  32. 32 32  Maria

    Ou seja
    o que é bom que todos aprendamos a ler e a escrever,desde que exista o cuidado de nesta coisa do todos, uns sejam mais do que outros, nem que para isso se arranjem mais uns milhões de contentores de preferência sem janelas .

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  33. 33 33  LAM

    Fado,
    Ninguém diz que essa integração é fácil, embora existam casos em algumas comunidades em que se deram passos importantes nesse sentido.
    Porque essa é de facto a única solução. É complicado? sem dúvida. Mas não há outra. Tudo que não for nesse sentido só piora a situação. Quanto mais segregação, seja sob que pretexto for, até o recente disparate da “discriminação positiva”, cava ainda mais essa diferença.

    Que outra solução tem o Fado? evidentemente tratando o assunto com seriedade e não com meia dúzia de palermices atiradas ao ar como um outro comentador aí atrás.

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  34. 34 34  David Fernandes

    A mim parece-me que o Daniel não sabe do que fala. Mas que o princípio que defende está certo, lá isso está.

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  35. 35 35  David Fernandes

    Além de que me escapa (ou talvez não) porque diabo uma acção que, pelos vistos, agrada a todos os visados, pode ser criticada.

    Se o problema está no objecto “contentor”, enfim, a estupidez de alguns é ainda maior do que eu imaginava.

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  36. 36 36  Rui Paulino

    Já percebi que o Ricardo é um verdadeiro democrata, assim que não gosta do que lê, censure-se o homem e não se discuta com ele, é por isto ser governado por meninos como você que estamos no esterco em que estamos, passar bem!!!

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  37. 37 37  valedovale

    Se fosse para fazer a vontade aos ciganos, então nem seriam eles a ir à escola, mas sim a escola a ir às suas comunidades. Se queremos que os ciganos participem activamente no desenvolvimento do nosso país, teremos que começar pelos mais novos e, pedagogica e geracionalmente ir alterando a sua “visão do mundo” e a sua atitude perante a sociedade que os rodeia. Não é mantendo-os em quarentena que iremos ter sucesso. Para além da evidente marginalização, importa relembrar o conceito de racismo de inteligência (Bourdieu) que julgo aplicar-se perfeitamente a esta etnografia…

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  38. 38 38  fado alexandrino

    Que outra solução tem o Fado (Alexandrino)?

    Não há solução nenhuma, quando a outra parte nenhuma iria aceitar.

    Como sabe as minhas ideias são de direita e portanto não comungam no abandalhamento social a que a esquerda levou, leva e infelizmente ainda vai levar este País.
    Portanto neste caso era preciso ser muito duro para com estas pessoas que constituem um “batustâo” onde quer que estejam.

    A verificação sistemática e rigorosa das condições em que vivem, do que vivem, porque é que não tendo rendimentos nenhuns se passeiam em belos carros.
    Onde estão as declarações de IRS, as facturas da mercadoria, o IVA etc. etc

    Recorde-se do espalhafato que foi a chegada deles ao tribunal (num Mercedes topo de gama) quando mataram um miúdo numa carrinha, onde o mesmo acompanhava os familiares num roubo.

    Em dez ciganos nove traficam droga e onze andam armados.
    Claro que estas ideias são utópicas.
    Enquanto a Lei do socialmente correcto vigorar, a única coisa que peço a Deus é não os ter como vizinhos.

    Aposto que o senhor também.

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  39. 39 39  Rafeiro Trauliteiro

    Foi você que pediu que os ciganos sejam colegas de turma dos seus filhos?
    Foi você que pediu o fim dos guetos?
    Então convide estes para seus vizinhos:

    http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1174768

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  40. 40 40  Zé Preto

    Histórias de Ciganos

    A escola básica 2/3 de Salgueiros, Viseu, foi esta quarta-feira invadida por alguns homens e mulheres armados de paus, na sequência de uma rixa entre dois alunos, disseram fontes da GNR e do estabelecimento de ensino.

    O vice-presidente da escola básica de D. Luís Loureiro, Paulo França, contou à Agência Lusa que, “no intervalo das 11:50 às 12:00, dois alunos de etnia cigana de 15 anos, pertencentes a acampamentos rivais, envolveram-se numa pequena rixa”.

    “Um deles acabou por cair e fazer um pequeno golpe na cabeça, mas que estava a deitar muito sangue. O irmão dele telefonou aos pais do telemóvel a dizer que ele estava muito mal e, cinco ou dez minutos depois, chegaram várias carrinhas”, contou.

    Segundo Paulo França, “eram para aí umas doze pessoas, que entraram pela escola dentro armadas com cinco bastões, um deles de ferro, e começaram a tentar encontrar o aluno ferido e o outro que o tinha agredido, dizendo que o iam matar”.

    “Ameaçaram professores e funcionários e acabaram mesmo por agredir com uma bofetada uma funcionária que os tentou impedir de entrar no edifício”, lamentou.

    Quando chegaram ao pé do aluno ferido, “viram que ele estava bem e a ser tratado por um funcionário que tem formação em primeiros socorros e as coisas serenaram, mas o mal já estava feito”, acrescentou.

    Paulo França disse que, “perante as ameaças aos alunos e a rapidez com que entraram na escola e praticamente a ocuparam”, o conselho executivo se sentiu “impotente para conter a invasão” e chamou a GNR, que identificou os elementos do grupo.

    O responsável admitiu ser “muito fácil entrar na escola”, quer pelo portão, “que é grande e que também é usado pelos fornecedores”, quer pela vedação.

    “Já pedimos verbas para a vedação e o portão, mas como se trata de uma extensão muito grande, o argumento é sempre a falta de verbas”, lamentou, avançando que, atendendo ao episódio de hoje, o conselho executivo vai voltar a fazer o pedido à Direcção Regional de Educação do Centro.

    A escola básica 2/3 de Silgueiros, que é sede de agrupamento, é frequentada por cerca de 270 alunos, uma dúzia dos quais de etnia cigana.

    “No primeiro ciclo já se tinham verificado problemas e houve até pais de etnia cigana que não colocaram os filhos em determinadas escolas. Mas aqui nunca tínhamos sentido a rivalidade desta forma”, garantiu.

    Fonte da GNR disse à Lusa que, “face ao que aconteceu hoje, haverá uma atenção acrescida” em relação aos locais de acampamento.

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  41. 41 41  LAM

    Fado, o que vê, e o que eu vejo também, não é substancialmente diferente. Independentemente de se ser de esquerda ou direita, factos são factos. Há um problema social de difícil resolução com grande parte de pessoas dessa etnia. Penso que ninguém que não tenha chegado agora de Marte pode negar isso.
    A questão será como resolver esse problema. E aí eu penso que só com medidas que promovam a integração, em alguns casos que imponham essa integração (porque não?, em vez do deixa andar que tem sido a maneira mais fácil que os políticos têm tido, não para resolverem o problema mas para “irem passando” pelo problema.)

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  42. 42 42  Rui Paulino

    Eu trabalho e muito Carlos Santos, só por curiosidade, o meu amigo também verga a mola ou não ?? Quer comparar os noruegueses com os ciganos?? Como estou com pena de si nem vou entrar no seu jogo que é para não ter de o humilhar publicamente… e não Carlos Santos, até hoje só conheci ciganos sujos, mal educados e violentos trabalhadores é que não, admito que possa existir por aí algum debaixo dum calhau mas uma andorinha não faz definitivamente a Primavera!!!

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  43. 43 43  Isabel

    Eu acho que a DREN está de parabéns. Isto é um esforço enorme para tornar o ensino público, personalizado.

    Pelo que já ouvi o “contentor” é um luxo.

    Os miúdos foram “arrancados” da rua e da possível marginalidade e vão estudar num ambiente educativo feito à sua medida, apoiados por uma equipa multidisciplinar.

    Quase que se poderá considerar uma experiência piloto.

    Eu estou optimista em relação esta medida. Penso que bem trabalhada e levada a sério poderá dar bons resultados para as crianças em questão, dando-lhes a possibilidade de se integrarem na sociedade no futuro. Terão tido, pelo menos, essa possibilidade.

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  44. 44 44  Fernando

    Quer comparar os noruegueses com os ciganos??

    São tão noruegueses uns como outros. Negar isso é racismo primário. Mesmo os ciganos que vivem em Portugal são tão noruegueses como os que de forma vulgar se costuma de chamar de “Noruegueses” (de forma xenófoba como se a terra não fosse de todos…).

    Quanto aos ter com os filhos, é o preço que justamente temos que pagar por sermos todos umas bestas xenófobas e colonialistas e outras coisas mais.

    Mais: se os ciganos não querem trabalhar a culpa é dos “Portugueses” (no sentido ultrapassado do termo, demasiado biológico e reductor, sem considerar os sentimentos dos nossos irmãos humanos) que por causa das suas atitudes os impelem para essa condição.

    Deixem-me ver se me esqueci de alguma coisa…

    Ahh, sim, e nós, os Portugueses, somos no fundo todos descendentes de pretos, mouros, marranos, e acho que até Incas e Chineses, pelo que não se percebe tanto racismo.

    Ia também falar de eurocentrimo mas depois lembrei-me que é apenas por causa do eurocentrismo que os ciganos são obrigados a ir á escola, pelo que não vou falar nisso, fica para outra vez quando for para expplicar como criticar os Africanos por degolarem trabalhadroes rurais é não compreender os enquadramentos culturais.

    Mas esta acho que cabe: a população Portuguesa está a diminuir, pelo que é fundamental apostar nos ciganos e noutras minorias igualmente louvaveis para que possam ter 20 filhos e assim assegurar as pensões. Assim podemos ficar descansados que os Portugueses (com P grande, os descendentes deste maravilhoso cadinho étnico!) do futuro serão menos monocromáticos e terão pensões, duas vantagens numa só.

    Ahh, e também nós somos um povo de emigrantes! Isto é fundamental para compreender como não podemos sequer emitir opinião sobre imigrantes.

    Aceitam-se sugestões, acho que cobri quase tudo.

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  45. 45 45  carlos

    Este tipo de noticias mete-me nojo. Infelizmente o BE cai sempre e engole o isco com anzol e tudo… o que é pena pois deita a perder tudo o resto.

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  46. 46 46  Maria

    “… e não Carlos Santos, até hoje só conheci ciganos sujos, mal educados e violentos trabalhadores é que não, admito que possa existir por aí algum debaixo dum calhau ”

    -E aqui está o verdadeiro exemplo de uma verdadeira pérola da sabedoria de um mundo imensamente reduzido a nada.

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  47. 47 47  cobardolas

    fado alexandrino:

    «A verificação sistemática e rigorosa das condições em que vivem, do que vivem, porque é que não tendo rendimentos nenhuns se passeiam em belos carros.
    Onde estão as declarações de IRS, as facturas da mercadoria, o IVA etc. etc»

    Engraçado, sou capaz de dizer o mesmo sobre outra classe social muito mas muito diferente…

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  48. 48 48  Tiago Almeida

    Nunca ninguém conheceu um cigano trabalhador?

    Não sei onde vivem mas eu sempre vi Feiras cheias de ciganos a trabalhar.

    Ou será que comprar bens, transportá-los e revendê-los com uma margem de lucro não é considerado trabalho?

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  49. 49 49  David Fernandes

    Maria, olhe que comigo passa-se o mesmo; todos os ciganos que conheci até hoje (e olhe que conheci bastantes) tinham aquelas características: sujos, mal educados, violentos.

    (Daqui até dizer que TODOS os ciganos do mundo são assim, vai um passo que não sou capaz de dar.)

    Mas que não tenho particular interesse em me cruzar com gente assim, lá isso não tenho; branca, verde, azul ou preta.

    Desde miúdo vivi ao lado de uma bouça (bela palavra) onde se montava um acampamento cigano e por lá ficava seis meses no ano.

    Podia contar-lhe dezenas de histórias mas suspeito que para si seria chinês barroco. Poupo-a ao incómodo.

    Se hoje já não vivem em barracas (sei onde vivem) aquelas características não desapareceram: sujos, mal educados, violentos.

    Sabe que há quem tenha opiniões baseadas na própria vida que viveu e não apenas nos livros que leu ou nas ideias que tem de um mundo perfeito.

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  50. 50 50  fado alexandrino

    Engraçado, sou capaz de dizer o mesmo sobre outra classe social muito mas muito diferente…

    Não sei, porque não disse, a quem se refere.
    Acontece que todas as classes sociais em Portugal podem ser fiscalizadas e se não são a culpa é do Governo.
    Experimente fazer isso aos ciganos.
    E

    Ou será que comprar bens, transportá-los e revendê-los com uma margem de lucro não é considerado trabalho?

    Sim, é considerado trabalho.
    Agora experimente dizer-lhes que têm que ter facturas de toda a mercadoria e declarar esses mesmos lucros ou pior ainda explicar á senhoras esposas que assim não podem ter o RSI.

    Com diz e bem outro comentador
    Sabe que há quem tenha opiniões baseadas na própria vida que viveu e não apenas nos livros que leu ou nas ideias que tem de um mundo perfeito.</i

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  51. 51 51  Maria

    49 David Fernandes
    19 Mar 2009 às 10:02

    Maria, olhe que comigo passa-se o mesmo; todos os ciganos que conheci até hoje (e olhe que conheci bastantes) tinham aquelas características: sujos, mal educados, violentos.

    (Daqui até dizer que TODOS os ciganos do mundo são assim, vai um passo que não sou capaz de dar.)

    –Faz muito bem em dominar os passos que pretende dar na sua vida é prova de que consegue pensar sobre o que faz ; ciganos como os que descreve claro que os há e brancos também, de como modo que nisto de defeitos, quem não tiver avise que eu adorava travar conhecimento para efeitos de tese sobre humanos de raça pura.

    Quanto ao que eu sei ou não sei sobre ciganos
    seria bem melhor não se adiantar assim tanto, porque sobre o que eu sei ou não sei saberá você muito pouco.

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  52. 52 52  Maria

    Contentores de luxo é uma ideia que ainda não me tinha assaltado.
    Vou ja´já daqui comprar pelo menos meia dúzia que é para me sentir melhor.

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  53. 53 53  David Fernandes

    Maria

    Permita-me corrigi-la: sobre o que a Maria sabe eu não sei “muito pouco”; de certo, certo, eu sei nada.

    Quer ver?

    Desconheço quanto tempo terá vivido paredes meias com uma comunidade cigana e quantos afilhados dessa comunidade terá; se saberá o que é trabalhar numa urgência hospitalar; se já terá tido a oportunidade de trabalhar no Serviço de Educação de uma autarquia, …

    Enfim. Como vê, o que eu sei e nada, é a mesma coisa mas deixe: isto que eu digo e sei são tudo ideias feitas.

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