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	<title>Comentários em: Documentário: “Between the Walls” (actualizado)</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 21:28:12 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Duarte Sousa</title>
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		<dc:creator>Duarte Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 21:55:13 +0000</pubDate>
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		<description>Pedro Esteves: Precisamente!!!
A questão é mesmo essa, qual a alternativa ao imperialismo Americano ? 

Alternativas hão de surgir com o tempo. A UE é uma delas, ou pelo menos representa uma etapa para tal.

Para ser sincero, o meu desejo é chegar a ver uma UE que inclua a Turquia, Síria, Líbano e Israel. Claro que isto implica sérias reformas nestes países, mas creio que é possivel, sobretudo se a Turquia se tornar num caso de sucesso. 

A União do Mediterrâneo poderá também contribuir para o aprofundar da UE. Basta que haja interesse por partes do seus membros e que estes disponham das condições exigidas para tal. 

Israel e os EUA também terão de assumir um papel preponderante, sobretudo se surgir agora um confilito entre Israel, Líbano, Síria e Irão. 

Mas tal como disse, isso seria apenas um contratempo.

A tendência é para se formarem uniões entre países. Veja-se o caso da Ucrânia e de outros países de Leste que pretendem aderir à UE. A Geórgia também não esconde esse sentimento. 
Qualquer dia segue-se a Arménia, e por aí adiante. 

Também não me surpreenderia se os EUA constituirem daqui a uns anos uma união nos mesmos moldes da UE com países como o Canadá ou o México. O mesmo se poderá dizer da China, caso venha formar uma união com a Rússia, Coreia (Norte e Sul), Japão, Vietname entre outros países. 

E a partir daqui, a Rússia poderá agir com um ponte de ligação entre a UE e uma eventual União Asiática. 

Por sua vez, uma UE que abranja países do Norte de África, poderá formar depois uma ligação com uma possível União Africana. 

Eu julgo que esta será uma da sgrand emudanças na vida dos humanos nos próximos anos (ou séculos). 

Uma outra grande mudança surgirá dos avanços nas ciências biogenéticas. Refiro-me à formula da imortalidade. Esta é tendência da nossa evolução ao longo da História. Aumentar a nossa esperança de vida. Assim que for possivel controlar o "envelhecimento" das células humanas teremos condições para nos tornarmos praticamente imortais.

Essa será uma das condições para a próxima grande aventura dos humanos: a conquista do espaço. Para os humanos viajarem no espaço, terão de viver muitos anos para não morrerem durante as viagens até outros planetas a distâncias de milhares de anos luz. 

A meu ver, é no espaço, e através da Ciência, que encontraremos a verdade sobre as nossas origens, e pelo andar da História, parece que esse é o nosso destino natural. 

Todavia, existem três elementos perigosos que poderão condicionar essa evolução: 1) uma guerra nuclear à escala mundial; 2) a queda de um meteorito gigante cujas consequências arrasem também com a população humana; 3) a erupção do Yellowstone, i.e., a maior cãmara vulcânica do mundo, e que segundo vários cientistas já deveria ter entrado em actividade há uns anos, o que indica que a próxima explosão será ainda mais intensa.

Se escaparmos a estes perigos, talvez tenhamos futuro pelo qual ansiamos.


Shalom</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Esteves: Precisamente!!!<br />
A questão é mesmo essa, qual a alternativa ao imperialismo Americano ? </p>
<p>Alternativas hão de surgir com o tempo. A UE é uma delas, ou pelo menos representa uma etapa para tal.</p>
<p>Para ser sincero, o meu desejo é chegar a ver uma UE que inclua a Turquia, Síria, Líbano e Israel. Claro que isto implica sérias reformas nestes países, mas creio que é possivel, sobretudo se a Turquia se tornar num caso de sucesso. </p>
<p>A União do Mediterrâneo poderá também contribuir para o aprofundar da UE. Basta que haja interesse por partes do seus membros e que estes disponham das condições exigidas para tal. </p>
<p>Israel e os EUA também terão de assumir um papel preponderante, sobretudo se surgir agora um confilito entre Israel, Líbano, Síria e Irão. </p>
<p>Mas tal como disse, isso seria apenas um contratempo.</p>
<p>A tendência é para se formarem uniões entre países. Veja-se o caso da Ucrânia e de outros países de Leste que pretendem aderir à UE. A Geórgia também não esconde esse sentimento.<br />
Qualquer dia segue-se a Arménia, e por aí adiante. </p>
<p>Também não me surpreenderia se os EUA constituirem daqui a uns anos uma união nos mesmos moldes da UE com países como o Canadá ou o México. O mesmo se poderá dizer da China, caso venha formar uma união com a Rússia, Coreia (Norte e Sul), Japão, Vietname entre outros países. </p>
<p>E a partir daqui, a Rússia poderá agir com um ponte de ligação entre a UE e uma eventual União Asiática. </p>
<p>Por sua vez, uma UE que abranja países do Norte de África, poderá formar depois uma ligação com uma possível União Africana. </p>
<p>Eu julgo que esta será uma da sgrand emudanças na vida dos humanos nos próximos anos (ou séculos). </p>
<p>Uma outra grande mudança surgirá dos avanços nas ciências biogenéticas. Refiro-me à formula da imortalidade. Esta é tendência da nossa evolução ao longo da História. Aumentar a nossa esperança de vida. Assim que for possivel controlar o &#8220;envelhecimento&#8221; das células humanas teremos condições para nos tornarmos praticamente imortais.</p>
<p>Essa será uma das condições para a próxima grande aventura dos humanos: a conquista do espaço. Para os humanos viajarem no espaço, terão de viver muitos anos para não morrerem durante as viagens até outros planetas a distâncias de milhares de anos luz. </p>
<p>A meu ver, é no espaço, e através da Ciência, que encontraremos a verdade sobre as nossas origens, e pelo andar da História, parece que esse é o nosso destino natural. </p>
<p>Todavia, existem três elementos perigosos que poderão condicionar essa evolução: 1) uma guerra nuclear à escala mundial; 2) a queda de um meteorito gigante cujas consequências arrasem também com a população humana; 3) a erupção do Yellowstone, i.e., a maior cãmara vulcânica do mundo, e que segundo vários cientistas já deveria ter entrado em actividade há uns anos, o que indica que a próxima explosão será ainda mais intensa.</p>
<p>Se escaparmos a estes perigos, talvez tenhamos futuro pelo qual ansiamos.</p>
<p>Shalom</p>
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		<title>Por: Pedro Esteves</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/documentario-%e2%80%9cbetween-the-walls%e2%80%9d-actualizado/#comment-41038</link>
		<dc:creator>Pedro Esteves</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 20:57:03 +0000</pubDate>
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		<description>Duarte Sousa:"Mais facilmente apoiam um Sadam Hussein do que um George Bush, que apesar de todos os defeitos que lhe possamos apontar (e que não são nada poucos), a meu ver ainda é ligeiramente preferível."

Precisamente!!! 
A questão é mesmo essa, qual a alternativa ao imperialismo Americano ? 

Muitos utópicos vão alegar que é possível alcançar-se um acordo nas ONU, e que posteriormente um mundo alcançará o seu estado de Nirvana. 
Mas a realidade não se compadece com os delírios estéreis, e na prática, as grandes potencias vão sempre rivalizar entre si, e aqueles que baixarem os braços, estarão sempre à partida, condenados ao fracasso !

O Islão olha com desdém para o declínio ocidental, das mesma forma que os Romanos testemunhavam a queda do império Grego. (ouvi isso de um analista económico)

Em relação ás guerras fratricidas no seio do Islão, os obstinados tem um argumento bem porco para explicar isso, são fruto de um esquema mirabolante do Bush, para criar  clivagens e desunião, segundo os teóricos das conspirações, essas guerras milenares são culpa dos americanos que os patrocinam para se matarem uns ao outros!  O que é um argumento surreal, visto ser o Irão de um lado e Arábia Saudita do outro, a patrocinarem a guerra sunitas/xiitas no Iraque , e não a América, que coitada, está cada vez mais tida como "fraca" e que já não intimida ninguém.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Duarte Sousa:&#8221;Mais facilmente apoiam um Sadam Hussein do que um George Bush, que apesar de todos os defeitos que lhe possamos apontar (e que não são nada poucos), a meu ver ainda é ligeiramente preferível.&#8221;</p>
<p>Precisamente!!!<br />
A questão é mesmo essa, qual a alternativa ao imperialismo Americano ? </p>
<p>Muitos utópicos vão alegar que é possível alcançar-se um acordo nas ONU, e que posteriormente um mundo alcançará o seu estado de Nirvana.<br />
Mas a realidade não se compadece com os delírios estéreis, e na prática, as grandes potencias vão sempre rivalizar entre si, e aqueles que baixarem os braços, estarão sempre à partida, condenados ao fracasso !</p>
<p>O Islão olha com desdém para o declínio ocidental, das mesma forma que os Romanos testemunhavam a queda do império Grego. (ouvi isso de um analista económico)</p>
<p>Em relação ás guerras fratricidas no seio do Islão, os obstinados tem um argumento bem porco para explicar isso, são fruto de um esquema mirabolante do Bush, para criar  clivagens e desunião, segundo os teóricos das conspirações, essas guerras milenares são culpa dos americanos que os patrocinam para se matarem uns ao outros!  O que é um argumento surreal, visto ser o Irão de um lado e Arábia Saudita do outro, a patrocinarem a guerra sunitas/xiitas no Iraque , e não a América, que coitada, está cada vez mais tida como &#8220;fraca&#8221; e que já não intimida ninguém.</p>
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	<item>
		<title>Por: Duarte Sousa</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/documentario-%e2%80%9cbetween-the-walls%e2%80%9d-actualizado/#comment-41026</link>
		<dc:creator>Duarte Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 09:43:09 +0000</pubDate>
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		<description>Os EUA foi o país que mais contribuiu com ajudas financeiras para a Palestina, seguindo a UE e o Japão. Como é que as autoridades palestinianas decidirem aplicar esse dinheiro? Na compra de armas, munições, veículos, apartamentos em países estrangeiros,  escolas (onde se ensina pouco mais do que o Al-Corão e se encorajam os miúdos a aderirem à Jihad), contas privadas, campos de treinos, etc... 

Isto não quer dizer que não os israelitas não tenham cometido alguns excessos, mas sejamos razoáveis. É impossivel conviver pacificamente com vizinhos que se recusam a reconhecer o nosso direito à existência e ao domínio do nosso território. 

Outra coisa que deve ser tida em conta, é que as ofensivas de Israel não são nada em comparação com as agressões que os países muçulmanos praticam ente si (como o caso massacre dos curdos cometido pelos sunitas no Iraque, guerra entre o Irão e Iraque, invasão do Kuwait, o actual confronto entre sunitas e xiítas no Iraque, as perseguições às minorias no Irão etc.). 

Mas a Esquerda actual, mesmo apesar destes factos, opta por dar preferência a estes países. Mais facilmente apoiam um Sadam Hussein do que um George Bush, que apesar de todos os defeitos que lhe possamos apontar (e que não são nada poucos), a meu ver ainda é ligeiramente preferível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os EUA foi o país que mais contribuiu com ajudas financeiras para a Palestina, seguindo a UE e o Japão. Como é que as autoridades palestinianas decidirem aplicar esse dinheiro? Na compra de armas, munições, veículos, apartamentos em países estrangeiros,  escolas (onde se ensina pouco mais do que o Al-Corão e se encorajam os miúdos a aderirem à Jihad), contas privadas, campos de treinos, etc&#8230; </p>
<p>Isto não quer dizer que não os israelitas não tenham cometido alguns excessos, mas sejamos razoáveis. É impossivel conviver pacificamente com vizinhos que se recusam a reconhecer o nosso direito à existência e ao domínio do nosso território. </p>
<p>Outra coisa que deve ser tida em conta, é que as ofensivas de Israel não são nada em comparação com as agressões que os países muçulmanos praticam ente si (como o caso massacre dos curdos cometido pelos sunitas no Iraque, guerra entre o Irão e Iraque, invasão do Kuwait, o actual confronto entre sunitas e xiítas no Iraque, as perseguições às minorias no Irão etc.). </p>
<p>Mas a Esquerda actual, mesmo apesar destes factos, opta por dar preferência a estes países. Mais facilmente apoiam um Sadam Hussein do que um George Bush, que apesar de todos os defeitos que lhe possamos apontar (e que não são nada poucos), a meu ver ainda é ligeiramente preferível.</p>
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		<title>Por: Pedro Esteves</title>
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		<dc:creator>Pedro Esteves</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 10:07:11 +0000</pubDate>
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		<description>"Se leu o texto viu que eu disse que não era imparcial. Que era uma leitura política. A minha." 

na minha terra isso chama-se propaganda abusiva, com clara intenção de induzir a "sua" leitura politica na mente de alguns incautos ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se leu o texto viu que eu disse que não era imparcial. Que era uma leitura política. A minha.&#8221; </p>
<p>na minha terra isso chama-se propaganda abusiva, com clara intenção de induzir a &#8220;sua&#8221; leitura politica na mente de alguns incautos &#8230;</p>
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		<title>Por: Arrastão: Dois anos</title>
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		<dc:creator>Arrastão: Dois anos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 23:17:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] para o Líbano, Não escolho e A Mentira na Mentira: a guerra do Líbano Uma viagem à Palestina e “Between the Walls”: reportagem e documentário de uma viagem a Gaza, Cisjordânia e Israel A guerra que todos queriam, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] para o Líbano, Não escolho e A Mentira na Mentira: a guerra do Líbano Uma viagem à Palestina e “Between the Walls”: reportagem e documentário de uma viagem a Gaza, Cisjordânia e Israel A guerra que todos queriam, [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: J</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/documentario-%e2%80%9cbetween-the-walls%e2%80%9d-actualizado/#comment-5485</link>
		<dc:creator>J</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2006 13:23:49 +0000</pubDate>
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		<description>O Daniel Oliveira, para provar a sua "leitura política", poderia fazer um "teste ácido" às suas teses, e desobrir quem é intolerante e brutal.

a) Vestir-se como Árabe Muçulmano e passear-se em Tel Aviv

b) Vestir-se como Árabe Muçulmano e passear-se em Jerusalém

c) Vestir-se como Judeu Ortodoxo e passear-se em Ramallah

d) Vestir-se como Judeu Ortodoxo e passear-se em Meca

O que pensa que lhe aconteceria em cada uma das 4 situações?

PS Obviamente NUNCA experimente a c) e a d).

&lt;a href="http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?xml=/news/2000/10/19/15/wmid315.xml" rel="nofollow"&gt;http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?xml=/news/2000/10/19/15/wmid315.xml&lt;/a&gt;
&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_lynching_in_Ramallah" rel="nofollow"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/The_lynching_in_Ramallah&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Daniel Oliveira, para provar a sua &#8220;leitura política&#8221;, poderia fazer um &#8220;teste ácido&#8221; às suas teses, e desobrir quem é intolerante e brutal.</p>
<p>a) Vestir-se como Árabe Muçulmano e passear-se em Tel Aviv</p>
<p>b) Vestir-se como Árabe Muçulmano e passear-se em Jerusalém</p>
<p>c) Vestir-se como Judeu Ortodoxo e passear-se em Ramallah</p>
<p>d) Vestir-se como Judeu Ortodoxo e passear-se em Meca</p>
<p>O que pensa que lhe aconteceria em cada uma das 4 situações?</p>
<p>PS Obviamente NUNCA experimente a c) e a d).</p>
<p><a href="http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?xml=/news/2000/10/19/15/wmid315.xml" rel="nofollow">http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?xml=/news/2000/10/19/15/wmid315.xml</a><br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_lynching_in_Ramallah" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/The_lynching_in_Ramallah</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: J</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/documentario-%e2%80%9cbetween-the-walls%e2%80%9d-actualizado/#comment-5486</link>
		<dc:creator>J</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2006 12:35:54 +0000</pubDate>
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		<description>Dois portugueses saem de Portugal para entender melhor e fazer um documentário imparcial sobre o conflito Israelo-Palestiniano

Têm convicções firmes e não pretendem que os factos atrapalhem essas convicções.

O que há melhor para fazer:  pré-seleccionar um conjunto de pessoas que têm exactamente essas mesmas convicções e entrevistá-las, sem contraditório e sem perguntas difíceis. Grande surpresa, confirmam as conclusões que já tinham tirado.

E quem entrevistaram estes bravos repórteres que não gostam de dissonância cognitiva:

-Mustafa Barguti, um pacifista que pretende uma solução pacífica. Infelizmente ficou a faltar a explicação que apenas 2% dos Palestinianos votaram neste pacifista, preferindo a solução genocida do Hamas. Pormenores. Este pacifista mostra-se indignado com a "agressão israelita". Mas ficámos sem saber qual a opinião sobre a a "agressão palestiniana". Talvez não haja agressão palestiniana ou talvez este seja um pacifista unilateral.

-Um elemeno do Hamas.
Este é para mim o momento alto. Este senhor pertence a uma organização que pretende eliminar Israel e atirar os Judeus para o mar. Este senhor pede o apoio da Europa. Está triste por os Europeus já não ajudarem. Uma espécie de "porque não nos ajudam? Nós só queremos eliminar Israel e matar os Judeus!".
Num valente acto de dhimmitude, nenhum dos entrevistadores faz qualquer pergunta difícil.
Uma bela parelha de demopata / idiotas úteis. O elemento do Hamas queixa-se da falta de apoio externo. Os entrevistados ouvem, comem e calam. Nem uma perguntinha, tipo "acha correcto matar deliberamente civis inocentes, só por serem Judeus?". Nada. Propaganda terrorista gratuita, financiada por dois lunáticos. Engraçado, o elemento do Hamas prometeu que Hamas e Fatah se entenderiam através do diálogo. Premonitório.

Outro entevista, um elemento da extrema-esquerda israelita. Sim, coincidência, tem as mesmas opiniões sobre o conflito do que os entrevistadores.

Aposto que os entrevistadores tentaram descobrir algum elemento dos Naturei Carta para fazer uma peça ainda mais neutral, isenta, e credível, mas não devem ter encontrado ninguém. Fica para a próxima.

Temas abordados no documentário: a agressão Israelita, a exploração Israelita, a maldade Israelita, o sadismo Israelita, a usurpação Israelita.

Pergunta tipo: “é verdade que / pode confirmar que os Palestinianos são os bons/explorados/vítimas, os Israelitas são os maus/exploradores/culpados”. Para a resposta ser sempre a pretendida, excluíram-se da reportagem pessoas que poderiam responder “Não”. Just in case.

Temas não abordados (terão ficado para a 2a parte do documentário?): a Jihad Palestiniana (política externa oficial do governo do Hamas), os atentados terroristas, a eleição do Hamas, a recusa de negociar a paz em Camp David, a indoutrinação anti-semita Palestiniana, o herói Amin Al-Husseini. Enfim, temas menores neste conflito.

Grande conclusão desta reportagem “super-neutral” e “ultra-isenta”: a ideologia cega.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dois portugueses saem de Portugal para entender melhor e fazer um documentário imparcial sobre o conflito Israelo-Palestiniano</p>
<p>Têm convicções firmes e não pretendem que os factos atrapalhem essas convicções.</p>
<p>O que há melhor para fazer:  pré-seleccionar um conjunto de pessoas que têm exactamente essas mesmas convicções e entrevistá-las, sem contraditório e sem perguntas difíceis. Grande surpresa, confirmam as conclusões que já tinham tirado.</p>
<p>E quem entrevistaram estes bravos repórteres que não gostam de dissonância cognitiva:</p>
<p>-Mustafa Barguti, um pacifista que pretende uma solução pacífica. Infelizmente ficou a faltar a explicação que apenas 2% dos Palestinianos votaram neste pacifista, preferindo a solução genocida do Hamas. Pormenores. Este pacifista mostra-se indignado com a &#8220;agressão israelita&#8221;. Mas ficámos sem saber qual a opinião sobre a a &#8220;agressão palestiniana&#8221;. Talvez não haja agressão palestiniana ou talvez este seja um pacifista unilateral.</p>
<p>-Um elemeno do Hamas.<br />
Este é para mim o momento alto. Este senhor pertence a uma organização que pretende eliminar Israel e atirar os Judeus para o mar. Este senhor pede o apoio da Europa. Está triste por os Europeus já não ajudarem. Uma espécie de &#8220;porque não nos ajudam? Nós só queremos eliminar Israel e matar os Judeus!&#8221;.<br />
Num valente acto de dhimmitude, nenhum dos entrevistadores faz qualquer pergunta difícil.<br />
Uma bela parelha de demopata / idiotas úteis. O elemento do Hamas queixa-se da falta de apoio externo. Os entrevistados ouvem, comem e calam. Nem uma perguntinha, tipo &#8220;acha correcto matar deliberamente civis inocentes, só por serem Judeus?&#8221;. Nada. Propaganda terrorista gratuita, financiada por dois lunáticos. Engraçado, o elemento do Hamas prometeu que Hamas e Fatah se entenderiam através do diálogo. Premonitório.</p>
<p>Outro entevista, um elemento da extrema-esquerda israelita. Sim, coincidência, tem as mesmas opiniões sobre o conflito do que os entrevistadores.</p>
<p>Aposto que os entrevistadores tentaram descobrir algum elemento dos Naturei Carta para fazer uma peça ainda mais neutral, isenta, e credível, mas não devem ter encontrado ninguém. Fica para a próxima.</p>
<p>Temas abordados no documentário: a agressão Israelita, a exploração Israelita, a maldade Israelita, o sadismo Israelita, a usurpação Israelita.</p>
<p>Pergunta tipo: “é verdade que / pode confirmar que os Palestinianos são os bons/explorados/vítimas, os Israelitas são os maus/exploradores/culpados”. Para a resposta ser sempre a pretendida, excluíram-se da reportagem pessoas que poderiam responder “Não”. Just in case.</p>
<p>Temas não abordados (terão ficado para a 2a parte do documentário?): a Jihad Palestiniana (política externa oficial do governo do Hamas), os atentados terroristas, a eleição do Hamas, a recusa de negociar a paz em Camp David, a indoutrinação anti-semita Palestiniana, o herói Amin Al-Husseini. Enfim, temas menores neste conflito.</p>
<p>Grande conclusão desta reportagem “super-neutral” e “ultra-isenta”: a ideologia cega.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/documentario-%e2%80%9cbetween-the-walls%e2%80%9d-actualizado/#comment-5487</link>
		<dc:creator>Daniel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2006 03:03:07 +0000</pubDate>
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		<description>Se leu o texto viu que eu disse que não era imparcial. Que era uma leitura política. A minha. Ainda assim, aquilo a que chama extrema-esquerda israelita faz parte de Israel e não sofre menos com os atentados que o resto de Israel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se leu o texto viu que eu disse que não era imparcial. Que era uma leitura política. A minha. Ainda assim, aquilo a que chama extrema-esquerda israelita faz parte de Israel e não sofre menos com os atentados que o resto de Israel.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/documentario-%e2%80%9cbetween-the-walls%e2%80%9d-actualizado/#comment-5488</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2006 01:59:48 +0000</pubDate>
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		<description>Esta sim, é uma abordagem imparcial ao conflito: Ouvem-se ambas as partes, a parte árabe e a extrema-esquerda Israelita.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta sim, é uma abordagem imparcial ao conflito: Ouvem-se ambas as partes, a parte árabe e a extrema-esquerda Israelita.</p>
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		<title>Por: Miguel F</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/documentario-%e2%80%9cbetween-the-walls%e2%80%9d-actualizado/#comment-5489</link>
		<dc:creator>Miguel F</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Dec 2006 16:42:34 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre a parte 1: interessante o facto de uma marcha gay conseguir juntar cristãos, muçulmanos e judeus (no caso por serem todos contra) mostrando o quanto exacerbada é a religião por aquelas bandas e que totalmente desprovido de razão é o conflito que separa os mesmos grupos.

Parte 2: já tinha visto um documentário sobre a palhaçada que são os checkpoints. Também todos se lembram de um jornalista  baleado inúmeras vezes mesmo depois de estar no chão completamente imobilizado com a sua poderosa e periclitante arma - uma máquina fotográfica.

Parte 3: o sufoco económico deve-se apenas à não existência de matéria-prima abundante que justifique uma posição de um dos gigantes. Se por cada liderança duvidosa existente se cortasse a ajuda 75% do mundo entrava em colapso. Estas condicionantes nada mais são do que a contínua tentativa de exterminar de vez a Palestina do mapa.

Parte 4: A tão desejada imposição da democracia, sobejamente implantada no Iraque como se pode observar diariamente, parece desta feita na Palestina ter que reunir estranhos pressupostos para que seja verdadeiramente vista como uma democracia.

Parte 5: Desafia-se qualquer lugarejo que seja, a funcionar devidamente com  burocracia esquizofrénica até para importar sementes.

Parte 6: não consigo visualizar, comento depois.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a parte 1: interessante o facto de uma marcha gay conseguir juntar cristãos, muçulmanos e judeus (no caso por serem todos contra) mostrando o quanto exacerbada é a religião por aquelas bandas e que totalmente desprovido de razão é o conflito que separa os mesmos grupos.</p>
<p>Parte 2: já tinha visto um documentário sobre a palhaçada que são os checkpoints. Também todos se lembram de um jornalista  baleado inúmeras vezes mesmo depois de estar no chão completamente imobilizado com a sua poderosa e periclitante arma - uma máquina fotográfica.</p>
<p>Parte 3: o sufoco económico deve-se apenas à não existência de matéria-prima abundante que justifique uma posição de um dos gigantes. Se por cada liderança duvidosa existente se cortasse a ajuda 75% do mundo entrava em colapso. Estas condicionantes nada mais são do que a contínua tentativa de exterminar de vez a Palestina do mapa.</p>
<p>Parte 4: A tão desejada imposição da democracia, sobejamente implantada no Iraque como se pode observar diariamente, parece desta feita na Palestina ter que reunir estranhos pressupostos para que seja verdadeiramente vista como uma democracia.</p>
<p>Parte 5: Desafia-se qualquer lugarejo que seja, a funcionar devidamente com  burocracia esquizofrénica até para importar sementes.</p>
<p>Parte 6: não consigo visualizar, comento depois.</p>
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