Portugal é hoje o sexto país com taxa mais elevada de desemprego na OCDE, estando acima da média. Há 514 mil portugueses desempregados.


67 respostas ao post “É a isto que poderemos chamar uma vitória da esquerda?”  

  1. 1 1  João Costa

    Não Daniel, ainda não se pode chamar a isto uma vitória da esquerda. Com uma vitória verdadeiramente da esquerda, haveremos de chegar ao milhão de desempregados.

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  2. 2 2  tonibler

    É, sem a menor dúvida, o resultado da passagem de 50% da riqueza do país pelos cofres do estado e, consequentemente, a vitória da esquerda. Mais, se isto não é a esquerda, o que é?

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    Daniel Oliveira Reply:

    tonlibler, pena o aumento do desemprego não ter, em Portugal, nenhuma relação com o aumento do peso do Estado na economia. Por acaso até é ao contrário. Vem depois das privatizações. Não digo, como é evidente, que haja relação entre as duas coisas. Mas atribuir mais desemprego ao peso do Estado é que desafia os factos. Mas, vendo bem, caro tonibler, o que raio interessam os factos? Não é?

  3. 3 3  mWheels

    Portugal tem a sexta taxa de desemprego mais elevada da OCDE diz o Público. O facto de faltarem estatísticas de 8 países, e de a França ter o mesmo valor que Portugal, não parece sensibilizar o Público.

    http://apentefino.blogs.sapo.pt/113422.html

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  4. 4 4  Minhoto

    É uma infelicidade. Diga lá Daniel Oliveira o que propõe? Que a ideia não lhe corte a língua!

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  5. 5 5  The Studio

    ” É a isto que poderemos chamar uma vitória da esquerda? ”

    Acho que sim. Todas as propostas que conheço à esquerda (mais impostos sobre as empresas, mais imigração, menos flexibilidade laboral) vão no sentido de aumentar o desemprego. Por isso devem estar satifeitos.

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  6. 6 6  Pitoresco das Nevralgias

    Mesmo assim, ainda estamos atrás dos USA, da Hungria, da Eslováquia, da Irlanda e esmagados pelos 18,7 por cento da Espanha. Como é que um país há-de progredir com uma taxa de desemprego abaixo dos 25 por cento? Por mim, Portugal só será feliz quando os seus únicos trabalhadores activos forem a Nelinha e o Pinto de Sousa. A Nelinha como professora de ioga e o Pinto de Sousa a projectar moradias para a linha de Cascais. Que, aliás, é o segredo do milagre finlandês.

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  7. 7 7  Justicialista

    Sócrates está a fazer ao PS o mesmo que Blair fez ao Labour britânico e Schröder ao SPD alemão. Vejam a actual situação em que se encontra o Labour e o SPD, depois da terceira via, e verão como se encontrará o PS num futuro não muito distante.

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  8. 8 8  João Pedro

    E vai continuar a aumentar. As previsões apontam para crescimento negativo em Portugal para 2010 (quando a média europeia já é positiva), ie, o desemprego irá aumentar durante 2010 e 2011 a menos que ocorra um milagre.

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  9. 9 9  Antonio Cunha

    Por isso MFL quer rasgar as politicas de Socrates. Fugiu-lhe a boca para a verdade.

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  10. 10 10  aix

    O desemprego é uma situação muito mais dramática para quem o sofre do que para quem o comenta.Querer tirar dividendos políticos é, quanto a mim, inaceitável até porque está por provar a relação direita=desemprego; veja-se o caso Espanha.Se quiser(mos) criticar políticas deste governo não nos faltam argumentos.O do desemprego, nas condições internacionais adversas, para mim não colhe.

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  11. 11 11  V.P.O.

    Espero pacientemente que o povo se erga e faça a tão ansiada revolução. Disse.

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  12. 12 12  MigPT

    O comentário do DO ao comentário do Tonibler diz tudo da miopia económica da esquerda. O DO não percebe que a excessiva alocação de riqueza a factores que não acrescentam valor, como grande parte das despesas do estado, significa que as outras componentes do PIB ficam sem essa riqueza, incidindo principalmente na componente de FBCF, grande “alavancador” do crescimento económico sustentado. Será que o DO já ouviu falar da problemática do lençol curto?
    Seguindo o raciocínio do DO, o governo tem uma boa solução para acabar com o desemprego, contrata metade dos desempregados para abrir buracos e a outra metade para os fechar. Assim, sustentado pelos nossos impostos, o governo acaba com o desemprego. Genial não acha caro DO. Aqui fica o meu contributo para o programa do BE.

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    Daniel Oliveira Reply:

    MigPT, não deve ter lido o meu comentário. Eu não fiz uma relação mais Estado/mais emprego. Desmenti apenas a relação oposto, dizendo apenas que ela não se verifica de facto.

  13. 13 13  Borda-lo

    A Espanha sempre foi vista como um modelo de desenvolvimento. No entanto, a sua taxa de desemprego era mais elevada que em Portugal, sendo mesmo assustadora em algumas regiões. Mas todos os quadrantes políticos diziam para pormos os olhos na Espanha… nessa altura, o desemprego era um “mal menor” para se obter o tal crescimento económico

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  14. 14 14  xatoo

    o desemprego não tem a ver com “esta direita nem com esta esquerda” – fazem ambas parte da mesma concepção do regime neoliberal.
    Talvez o Daniel tivesse facilidade em transpôr para aqui o programa de governo que seria adoptado pelo BE caso ele por artes mágicas fosse maioria. Saíu ontem no jornal I nas não está disponivel online.
    Caso não fosse só retórica, (taxar o Capital) então é que se ia ver o que é que era bom prá tosse e como é que se iriam libertar do espartilho imposto pelo BCE e com 2/3 da população que é improdutiva.
    É que o vício da nossa burguesia é o parasitismo; não se trata de trabalho ou de emprego; trata-se de ganhar dinheiro

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    Daniel Oliveira Reply:

    xatoo, está disponível online no Esquerda-net

  15. 15 15  MigPT

    Onde é que a afirmação “Eu não fiz uma relação mais Estado/mais emprego” contradiz a afirmação “o aumento do desemprego não ter, em Portugal, nenhuma relação com o aumento do peso do Estado na economia. Por acaso até é ao contrário.” A ultima frase não quer dizer exactamente o inverso do que afirma????
    O DO já parece a MFL a contradizer-se.

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    Daniel Oliveira Reply:

    MigPT, o facto de ter acontecido o oposto não prova uma relação causal.

  16. 16 16  Luís Vicente

    Daniel, estou muito curioso sobre essa sua afirmação, segundo a qual a relação Menos Estado = Mais Emprego não se verifica. Em que se baseia?

    É que não consigo lembrar-me de qualquer momento da história do nosso país em que tenhamos passado por um momento de “Menos Estado”.

    Talvez queira dizer que há menos criação de emprego quando há menos investimento do Estado? É que não é a mesma coisa, e esconde o facto de o Estado cobrar o mesmo em impostos (logo, tendo o mesmo Peso) quer os gaste em investimento quer não.

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    Daniel Oliveira Reply:

    Luís Vicente, temos menos Estado hoje do que há 20 anos. Mais uma vez, respondo a uma relação feita por outro, não a fiz eu em sentido oposto

  17. 17 17  LAM

    A questão fundamental e o que tem inquinado as propostas da esquerda é esta confusão (que dá jeito a muita gente), de confundir o Ps com a esquerda.
    O Ps quando no poder NUNCA foi esquerda. Sob pretextos vários governou sempre como a direita governaria. O governo de Sócrates segue a tradição do partido desde os tempos de Mário Soares.
    Por isso o descalabro do desemprego, entre outros, é o resultado de políticas de direita deste governo de Sócrates bem como dos que lhe antecederam, do mesmo partido ou do sósia PSD.

    É o resultado de mais de 30 anos de governo dos mesmos responsáveis.

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  18. 18 18  Daniel Santos

    Daniel,
    Tenho pena do coitado do desemprego, que continua a ser arma política na mão esquerda ou na mão direita de muita gente.

    Ténis de mesa joga-se com uma bola e não com pessoas.

    Estamos cansados de trocas de acusações, queremos é acções e novas ideias, já que deste PS, bloco central e afins não se pode esperar mais nada.

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    Daniel Oliveira Reply:

    daniel santos, acha portato que o emprego deve sair do debate político. Assim como a generidade das coisas importantes.

  19. 19 19  Antonio Cunha

    Desemprego

    versus

    Lei de Okun

    Segundo a lei de Okun, por cada 2% de quebra do Produto interno Bruto (PIB) relativamente ao PIB potencial, a taxa de desemprego aumenta 1 ponto percentual.

    Assim, se o PIB se reduz de 100% do seu potencial para 98% do seu potencial, a taxa de desemprego aumenta em um ponto percentual, por exemplo de 6% para 7%.

    Esta proporcionalidade não é rigorosa, depende da estrutura económica de cada País. Arthur Okun (1929-1979) – Economista Americano – efectuou este estudo em relação à Economia dos EUA, tinha como principais preocupações, o crescimento económico e a contenção da inflação, com o objectivo de impedir a todo o custo, o aumento do desemprego e as consequências sociais e económicas desse aumento.

    Em Portugal, foi efectuado há uns anos pelo Banco de Portugal um estudo em que a média indicava que por cada aumento de 2,5% do PIB, a taxa de desemprego descia 1%. Actualmente, como todos sabemos, temos tido um crescimento económico bastante reduzido com avanços e recuos da taxa do Produto Interno Bruto (PIB).

    I – Relação entre a taxa do PIB

    e a taxa de desemprego em Portugal
    Taxas/Anos 2001 2002 2003 2004 2005
    PIB 1,7% 0,4% -1,1% 1,1% 0,3%
    Desemprego 4,1% 5,1% 6,4% 6,7% 7,6%

    Fonte : Banco de Portugal

    Como se verifica, há uma correlação elevada entre a taxa do PIB e a taxa de desemprego para os últimos cinco anos em Portugal, embora sem a proporcionalidade dos estudos de Okun e do estudo efectuado para o nosso País pelo Banco de Portugal.

    É notório que desde 2001 e após quebras sucessivas da taxa de crescimento do PIB, existe uma tendência clara e inequívoca para o aumento da taxa de desemprego, como se tem reflectido desde 2001 até ao momento presente.

    Não é só o crescimento económico e a taxa do PIB que influenciam o comportamento da taxa de desemprego, as políticas governamentais, a inflação, a procura interna entre outros factores/variáveis, podem influenciar a taxa de desemprego, todavia é unanime entre os Economistas que sem crescimento económico a diminuição do desemprego não é possível.

    No nosso País e em todos os Países, os partidos políticos prometem reduzir o desemprego, captar investimento, aumentar o crescimento económico, fomentar o desenvolvimento tecnológico, enfim, para serem mais competitivos que os adversários, para ganharem eleições. Todos nos lembramos dos 150.000 empregos prometidos pelo Eng. José Socrates e pelo PS, uma promessa arrojada, difícil e praticamente descartada, devido ao índice de dificuldade da mesma. O efeito desta promessa na percentagem eleitoral do PS não é quantificável, mas terá sido importante para a construção do resultado final das últimas legislativas.

    Passado um ano de governação, o espanto não podia ser maior, o Governo não criou o número de empregos que tinha prometido, pelo contrário vai extinguir 187 Organismos do Estado sem revelar o futuro dos trabalhadores (não despede, mas procede à mobilidade forçada dos trabalhadores da Função Pública), fecha maternidades e escolas, cria restrições no acesso ao subsídio de desemprego, com a introdução de limites nos descontos para a Segurança Social e de limite de idade para o acesso a esta prestação, reduz o peso do Estado na Economia, torna – se um Governo neoliberal, aplaudido pelos “velhos” socialistas indiferentes ao sofrimento das pessoas e das empresas, com a justificação de que estas medidas são para o bem do País e que são reformas fundamentais para o “combate” ao défice, no sentido de obter a sustentabilidade das Finanças Públicas e da Segurança Social, independentemente da taxa de desemprego continuar a subir, de existir cada vez mais endividamento das famílias, pobreza e exclusão social.

    Na minha opinião, estas medidas e reformas, contrariam a essência da ideologia socialista e até da social democracia clássica – um socialismo moderado – da defesa intransigente do pleno emprego, da justiça social, do igualitarismo, da limitação do papel do mercado (Economia mista ou social), da primazia do Estado Providência e do envolvimento alargado do Estado na vida social e económica.

    Está tudo ao contrário, o pseudo Governo Socialista fomenta a concentração capitalista, dificulta o acesso ao Estado Providência (ex: subsídio de desemprego e aumento da idade de reforma), diminui o peso do Estado e é indiferente ao aumento do desemprego, às dificuldades das classes desfavorecidas.

    Em França, as políticas neoliberais atingem de igual modo os jovens e as classes de rendimentos inferiores, com a promulgação da contestada Lei sobre o contrato de primeiro emprego (CPE). O período de experiência dos novos contratos passa de dois para um ano, depois de muita contestação nas ruas, do bloqueio de estradas, estações, vias de caminho-de-ferro e acessos a zonas industriais e comerciais. Este contrato, impossibilita o acesso dos jovens a uma estabilidade no emprego, à constituição de família, à compra da primeira habitação, retarda a transição para o inicio de uma vida independente, que todos nós ambicionamos obter quando atingimos a maioridade. No entanto, em França não existe um fosso tão grande entre a ideologia e as políticas implementadas pelo Presidente Chirac, na medida em que este, é um indivíduo de direita, defensor de políticas neoliberais, contrariamente ao Eng. José Socrates que é socialista e aplica medidas e reformas neoliberais, por isso o meu espanto caro Leitor.

    Questionam – me se em Portugal, estas políticas são acertadas, como Social Democrata digo – vos caros Leitores que não, são reformas radicais e neoliberais, que podiam ser implementadas gradualmente e não de forma imediata, conduzem ao descrédito da ideologia socialista, gerando mal estar social e quebra do compromisso do Estado para com todos os cidadãos.

    E a Economia privada ou a Economia empresarial, perguntam – me se há alguma medida que possa favorecer o crescimento económico e o investimento, digo – vos caros Leitores que a desburocratização da Administração Pública é uma boa medida, no entanto os impostos e as taxas continuam muito elevados e contrariam a perspectiva de um investimento elevado para os próximos anos, o crescimento económico e as taxas de crescimento do PIB, estarão abaixo da média da União Europeia.

    As soluções para a inversão do aumento continuado do desemprego e da exclusão social de muitos portugueses, não são atingidas com a actual política governamental.

    A Economia não cresce o suficiente e logo pela aplicação da Lei de Okun o desemprego não diminui, antes pelo contrário pode aumentar ainda mais e como o Estado vai ser alvo de uma grande reforma, com a extinção de Organismos e Serviços, não irá colmatar a falta de emprego gerado pela Economia pois não vai gerar emprego por si próprio.

    A perspectiva pessimista, será o aumento do desemprego e o endividamento crescente das famílias, a descida do nível de vida de muitos portugueses, a perspectiva optimista, será o Governo reformar a Administração Pública de forma gradual e possibilitar maiores apoios às empresas, como por exemplo a redução de impostos e outras medidas benéficas, no sentido de possibilitar taxas de crescimento do PIB elevadas e com isso reduzir – se o desemprego, verificando – se a Lei de Okun no bom sentido.

    José Alfredo Correia

    http://www.cm-castanheiradepera.pt/ocastanheirense/1783/jose_alfredo_correia.htm

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  20. 20 20  Henrique Morais

    Na Alemanha Nazi e na Italia Fascistas havia pleno emprego. Se bem que estes regimes, tinham mais de socialismo que de liberalismo, embora sejam considerados de direita.

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  21. 21 21  Antonio Cunha

    Muito se tem dito e escrito sobre o chamado “Peso do Estado na Economia”… Pois bem, este texto de Martim Avillez Figueiredo sintetiza excelentemente o problema:

    “Os números impressionam: em 1980, no I Governo de Sá Carneiro, o peso do Estado na economia valia 33,5%. Um ano mais tarde, Pinto Balsemão assumiu o poder até 1983, entregando o país ao executivo do Bloco Central com o Estado a pesar 36,5% do PIB. E por ai em diante: Cavaco recebeu o Governo em 1985 com 38,8% do PIB e saiu em 1995 com uma despesa pública em função do PIB fixada em 42,8%. Guterres manteve-se até 2002 e passou uma despesa a Durão Barroso contabilizada em 44,4% do PIB. Durão arrancou para Bruxelas deixando o registo de 45,8%, e Santana elevou a fasquia aos 46,4%. Será Sócrates (que fechou 2005 com uma despesa de 47,8%) capaz de chegar às eleições de 2009 com um valor inferior? Isso sim seria inédito, e louvável.”

    É inegável que não existe riqueza bastante gerada em Portugal pelo sector Privado para sustentar um “monstro” destas dimensões… Importa assim reduzir o tamanho da Besta (engordada por Cavaco e Guterres, sobretudo) em vez que a alimentar com um número crescente de impostos directos e indirectos ou com um aumento explosivo da eficácia da Máquina Fiscal, como tem feito Sócrates… A Besta tem que dimunuir de tamanho, sob pena de que, se não o fizer, cedo engolirá o resto de Portugal.

    Mas haverá agora condições para o fazer? É que reduzir o peso do Estado implicará sempre despedir alguém, mais cedo ou mais tarde… E a Economia, globalizante e neoliberal que se oferece como alternativa, tem condições para absorver estes novos desempregados, a engrossarem uma legião já grosse de quase meio milhão de almas?

    Não creio… Este modelo de Sociedade e de Economia estão esgotados… E esta contradição insanável é prova desse mesmo ultrapassamento.

    Urge portante encontrar alternativas…

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  22. 22 22  Antonio Cunha

    “deram Lisboa ao Santana.”

    Fujam, fujam. Todos aos Cacilheiros.

    Crianças e Mulheres primeiro…..

    Essa já não cola.

    Por Portugal ser dos paises mais à esquerda da europa é que está no estado em que está.

    Temos aqui que tomar decisões:

    1º – Escolher o modelo económico espanhol. Grande taxa de desemprego, melhor desenvolvimento económico.

    2º – Menos desemprego, menor ou nenhum desenvolvimento económico.

    E não adianta estar com merdas. É isto que todos tem medo de dizer.

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  23. 23 23  Antonio Cunha

    26 Daniel Oliveira

    Isso é mentira Daniel.

    Temos cada vez um maior peso do estado no PIB, e isso é ter mais estado.

    Veja o post #24

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    Daniel Oliveira Reply:

    António Cunha,
    Temos muito menos empresas públicas. Agora, basta ver o investimento público e privado em I&D em Portugal para perceber o resultado que teria se o Estado investisse menos. O problema deve ser posto ao contrário: que tipo de investimento fazem os privados em Portugal? E muitas veses isso resulta de opções, não de falta de capital para investir. A verdade é que os privados investem sobretudo em trabalho de baixo valor acrescentado, sobretudo em imobiliários e obras públicas e no comércio retalhista e indústria com poucas exigências tecnológicas. E se o Estado não fizesse a sua parte em investigação e desenvolvimento seria ainda pior.

  24. 24 24  xatoo

    A.Cunha
    mais uma vez vc é improdutivo no c&p
    a lei de Okun que “depende da estrutura económica de cada País” já não tem (se é que alguma vez teve) qualquer validade, menos ainda no paradigma actual
    p/e a economia dos EUA, que é a dominante a nivel global, gera-se em mais de 80 por cento através de filiais das suas empresas no estrangeiro. A esta “estrutura” chamam os marxistas “imperialismo” e a saída para o combater é a criação de estruturas nacionais próprias de produção que gerem emprego. Não é alistar jovens para ir policiar o Afeganistão (e mais o que se verá) por conta de lucros dos negócios da classe politico-militar dominante
    Com o aumento do desemprego, actualmente estamos a pagar o desmantelamento neoliberal da indústria e da agricultura portuguesas levados a cabo pelo PS/PSD/CDS nos últimos 35 anos

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  25. 25 25  João Pinto e Castro

    Antes de debitar tanta treta, conviria começar por saber que a notícia é falsa. Ver aqui: http://apentefino.blogs.sapo.pt/113422.html

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  26. 26 26  The Studio

    Daniel:

    Afinal o que é que a esquerda propõe para reduzir o desemprego? Todas as propostas que conheço da esquerda conduziriam a um aumento do desemprego. Propõe a construção de obras públicas, como por exemplo, a construção de mais estádios de futebol?

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  27. 27 27  Daniel Santos

    Não sair do debate publico, mas sim ser colocado no debate construtivo, não o de culpas e de números.

    É evidente que os números estão ai, são importantes e aterradores. Os culpados estão identificados, siga-se para a luta contra o estado da situação.

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  28. 28 28  joaquim azevedo

    Cunha #28, cito a solução:
    1º – Escolher o modelo económico espanhol. Grande taxa de desemprego, melhor desenvolvimento económico.
    2º – Menos desemprego, menor ou nenhum desenvolvimento económico.

    Ou seja, Cunha, se eu bem percebi, a sua tese diz-nos que quanto menos gente houver a trabalhar maior será o desenvolvimento económico. Logo, Portugal está no bom caminho. Esperemos que o desemprego aumente ainda mais porque quanto mais malta “andar ao alto” mais desenvolvidos ficamos.
    Eu não sei bem onde é que você vai sacar estas teorias maradas, mas lá que são originais lá isso são.

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  29. 29 29  fado alexandrino

    É um falso problema.
    Temos 440 mil estrangeiros a trabalhar em Portugal legais e certamente mais 200 mil ilegais.
    Com as políticas socialistas qualquer dia estamos todos desempregados e com necessidade de falar ucraniano ou brasileiro para nos fazermos entender na bicha para a sopa dos pobres ou nos centros de emprego.

    [Responder]

  30. 30 30  mancha negra

    O problema do Daniel “O oliveira”, é que não percebe que essa «igualdade» irritante que professa é a causa do próprio “desemprego”.
    À pala da “igualdade”, a competitividade empresarial/industrial/agrícola é praticamente NULA!
    Isto porque meia dúzia de saloios acha que se pode colocar a igualdade acima da liberdade. Perdemos a igualdade (porque afinal o Daniel continua mais igual que os outros), e perdemos a liberdade, que vai toda para a suposta “igualdade” e distribuição de riqueza.
    Ora bolas, que mudem o nome à República, porque isto assim é hipócrisia!!!

    Daniel “O oliveira”, além da crise económica, sub-primes e “desregulação” financeira (ou a crise de valores), um factor que o esquerdismo moral não repara, é que com a igualdade de acesso a bens de consumo etc (via crédito), disparou aquilo que afoga mais de metade dos seus amigos “iguais”.

    Para hoje sermos “iguais”, é a dívida que está à vista….

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  31. 31 31  mancha negra

    Daniel “O oliveira”
    «Temos muito menos empresas públicas.»

    Onde? Na sua cabeça? Na Cacânia?
    É necessário enumerar?

    The Studio

    «Afinal o que é que a esquerda propõe para reduzir o desemprego?»

    Criar uma secção para filmes de “negros” na Fnac? Unificar as cores, para ninguém se sentir excluído? Abolir sabores mediterrâneos?

    MMMM, o Daniel deve ter uma cartada. Criar serviços Estatais para assambarcar os “desempregados”. Tectos salariais para rematar a igualdade, farda unificada, 4 horas diárias de trabalho, 100 dias por ano para não dar despesa ao médico. Abolir a palavra “profissão”, criar um delegado da diferença….

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    mancha negra:
    TLP (e a parte de telecomunicações dos CTT)
    Central de Cervejas
    Banco Espirito Santo e Comercial de Lisboa
    BNU
    Banco Tota e Açores
    Rodoviária Nacional
    Tabanqueira
    Quer que continue?

  32. 32 32  mancha negra

    Daniel “O oliveira”, atirar 7 empresas ao ar é justificação a algo? Ou, são as empresas que escolheu a dedo e repete todas as noites a si mesmo, para tentar acreditar no que diz?

    Quer que lhe conte a História do Banco Espírito Santo?

    Rodoviária? Pois, mas onde é necessário e onde há a maior fatia, não se mexe; Carris.

    Daniel, nem sequer vou enumerar as empresas que beneficiam de isenção da TSU, que são constantemente ensonbradas pela asa Estatal (via Golden Share ou não)…

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  33. 33 33  Minhoto

    http://www.youtube.com/watch?v=d4mSP–gyYw&feature=PlayList&p=23829DCA15AF6F10&playnext=1&playnext_from=PL&index=8

    Não vale a pena continuar esta discussão com o Daniel Oliveira, o homem é comunista e é o mesmo do que estar a falar para a parede. O Rui Tavares, outro comunista iluminado, já escreve teoria económica no Público onde dá três saídas para a crise e os seus prognósticos (Nobel já!). É tão bom ser comunista, não há dúvidas, só há certezas.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    minhoto, mas se é falar com uma parede porque raio está cá todos os dias

  34. 34 34  Levy

    Mas desde quando é que uma descida do desemprego é uma vitória da esquerda? (ou da direita). O Daniel Oliveira esforça-se por fazer passar esses dogmas demagógicos, do tipo a direita é a favor do desemprego e a esquerda é contra o desemprego. Depois de classificarem quem é ou não de esquerda, agora os bloquistas de serviço decidem quem é pelo quê.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Levy: o que a Esquerda não pode é falar de vitórias quando o desemprego aumenta. Apenas isso.

  35. 35 35  tonibler

    Daniel,

    Essa das privatizações é de morrer a rir. Nem sei como é que deixas que passem essa coisa da Terra andar à volta do Sol quando é óbvio que o Sol nasce a Este e se põe a Oeste e, até, há quem diga que nasce no Japão, como os auto-rádios.
    O peso do estado na economia é muito maior agora que antes das privatizações, numa altura em que metade da população vivia no campo, não vivia da câmara municipal, do hospital municipal, da escola municipal, do aterro municipal, da estrada municipal, do clube municipal, da piscina municipal,…Mesmo que assim não fosse, a despesa tem um lag temporal porque vai com o serviço da dívida. Gostava de ver essa relação que não existe. Está onde? Quem a fez? Quais são os factos em que te baseias? Pois…, isso agora vai ser mais complicado…

    [Responder]

  36. 36 36  Chico da Tasca

    Daniel Oliveira e você acha que o Estado devia de estar a fabricar cervejas ou cigarros ?

    Acha também que deveria de continuar com um banco que foi roubado aos seus donos e fundadores nos tempos da roubalheira do PREC ?

    O Estado não tem de ter empresas meu amigo. Quem tem empresas, quem as cria e quem as gere é a sociedade civil !

    [Responder]

  37. 37 37  Chico da Tasca

    Estive a ler o pomposamente chamado Programa de Governo do BE.

    Como seria de esperar aquilo é de um irrealismo a todos os titulos !

    Mas básicamente, a questão do desemprego seria resolvida pelos “progresisstas” da seguinte maneira : através da expansão dos serviços públicos. Ou seja, criando empregos artificiais, à custa dos nossos impostos e/ou do défice, no Estado. Passariamos a ser um país de Funcionários Públicos e economia nula, porque o simples facto de alguém poder criar riqueza faria dele persona non-grata.

    Aconselho a que leiam.

    [Responder]

  38. 38 38  joaquim azevedo

    Fado Alexandrino #36, cito:
    “Com as políticas socialistas qualquer dia estamos todos desempregados e com necessidade de falar ucraniano ou brasileiro para nos fazermos entender na bicha para a sopa dos pobres ou nos centros de emprego.”

    Fado, segundo o nosso amigo Cunha, o desemprego é o caminho para a prosperidade. Entenda-se lá com o seu correligionário laranja que é para a malta saber com o que pode contar quando a Nelinha for PM.
    Agora que a Nelinha vem dizer que está de acordo com as políticas do sr Engenheiro, vai ser bonito ouvir as alternativas laranjas. Ai vai, vai…

    [Responder]

  39. 39 39  Levy

    47 # DO

    Nem a esquerda, nem a direita, nem ninguém. A não ser que alguém coloque no programa eleitoral como objectivo “promover o aumento do desemprego”. Depois, mesmo que nada tenha a ver com esse aumento, pode falar em vitória.

    [Responder]

  40. 40 40  joaquim azevedo

    Que gozo ver os “do costume” dizerem que a esquerda não tem soluções para o desemprego quando foram eles que o criaram.

    Ainda não perceberam que o desemprego (e a desigualdade social) nos chamados países desenvolvidos está a aumentar desde há vários anos; E que isto acontece porque as indústrias foram todas deslocalizadas para as zonas de mão de obra barata.
    De facto, as grandes multinacionais deslocalizam a fabricação dos seus produtos para países onde os direitos sociais são pouco mais que zero.
    Sobem os lucros ao mesmo tempo que aumentam o desemprego nos próprios países. No fundo, é o capitalismo ao mais alto nível – explorar sempre!

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  41. 41 41  Minhoto

    É o eco Daniel! É o eco!
    Falar para uma parede nas questões económicas não nas cívicas ou sociais, aí concordo ou discordo numa base construtiva.

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  42. 42 42  Minhoto

    joaquim azevedo

    O que são para si países desenvolvidos?
    O que aconteceu para si nesses países politicamente, economicamente e socialmente para que sejam desenvolvidos?

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  43. 43 43  fado alexandrino

    joaquim azevedo
    14 Jul 2009 às 21:23

    Vou-lhe explicar uma coisa.
    Quando se trata um político por “Nelinha” acho que há pouca possibilidades de quem usa esse estilo compreender o que tenho a dizer.
    E por isso não o digo.

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  44. 44 44  Antonio Cunha

    35 joaquim azevedo

    Nem vou me dar au trabalho de lhe explicar teorias económicas, mas deixo-lhe aqui um belo texto de alguem que está bem longe das minhas ideias

    “Há uma concepção ingénua, porém sensata, sobre a produtividade: quanto mais ela cresce, assim pensa o são raciocínio humano, mais alívio traz à vida em comum. A maior produtividade permite mais bens com menos trabalho. Não é maravilhoso? Em nossa época, no entanto, parece que o aumento da produtividade, além de criar uma quantidade exagerada de bens, resultou numa avalanche de desemprego e de miséria . ”

    http://obeco.planetaclix.pt/rkurz1.htm

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  45. 45 45  joaquim azevedo

    Minhoto, quando falo em “países desenvolvidos” estou a referir-me aqueles que normalmente aparecem mais bem classificados nos indicadores de bem estar social e económico. Poderá ser uma expressão pouco correcta mas acho que todos a entendem.

    Fado Alexandrino, lamento que leve tão a peito que eu chame “Nelinha” à sra. Doutora Manuela Ferreira Leite, mas não vejo que isso seja grave. Grave, sim, é você usar esse argumento para se furtar às respostas.

    Cunha, de acordo com a análise que você cita no comentário 54. A questão é exactamente essa. Se há produção alimentar em excesso qual a razão para haver fome? Se as máquinas trabalham por nós por que é que o sistema exige das pessoas que trabalhem cada vez mais horas?
    Ou seja, se eu, com a ajuda da máquina, produzo o mesmo em 5 horas do que antes, sem máquina, em 8, qual a razão para o patronato exigir que eu continue a trabalhar as 8 horas? De que me serve a tecnologia afinal, se continuo a dedicar ao trabalho o mesmo tempo? Aumentou o meu tempo de lazer? Não.
    Tenho mais disponibilidade para a família, os amigos, a leitura, o desporto, etc? Não.

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  46. 46 46  Panzermayer

    No comentário 23 está a solução para os nossos problemas económicos, obviamente toda a gente tem medo que lhes chamem nomes feios e portanto ninguém segue o que foi feito por aqueles regimes antes de 1939. Já um miúdo a quem eu há uns anos dava explicações de História me perguntava, “se em 1945 ganharam os bons porque é que isto está tudo uma granda merda???”.
    A rapaziada do sistema que vem para aqui comentar faça o favor de explicar ao meu pupilo esta pertinente dúvida existencial que o atormenta…

    [Responder]

  47. 47 47  joaquim azevedo

    Panzer, diga lá ao seu pupilo atormentado que se os “bons” tivessem perdido a Guerra para os Fascistas e para os Nazis, ele nunca teria direito a ter dúvidas existenciais, nem a fazer perguntas difíceis…

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  48. 48 48  Antonio Cunha

    55 joaquim azevedo

    Azevedo, algo para se instruir

    http://www.psd.pt/archive/doc/POVOLIVRE_15julho2009.pdf

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  49. 49 49  Panzermayer

    Essa é a sua opinião Azevedo, e para mim vale o que vale, NADA!!!

    [Responder]

  50. 50 50  joaquim azevedo

    Sim, Adolfo.

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  51. 51 51  fado alexandrino

    Aumentou o meu tempo de lazer? Não

    Então o senhor quer que o dono da empresa, aquele que suporta os custos e eventuais prejuizos lhe arranje mais tempo de lazer?
    Só se for como empregado nalgum parque de diversões.

    Se quer mais tempor para se entreter funde a sua própria empresa e entretenha-se.
    Vai ver como de repente muda logo de opinião.

    [Responder]

  52. 52 52  Panzermayer

    Azevedo você é mesmo estúpido ou isso é só a brincar???

    [Responder]

  53. 53 53  João Pedro

    Não se pode dizer que exista uma relação directa entre peso do estado e desemprego porque existem muitos factores explicativos. Ainda assim podemos ver o exemplo dos paises anglo-saxonicos, que têm um peso muito menor do estado do que a generalidade dos paises europeus, e apresentam normalmente taxas de desemprego inferiores. Se compararmos a média de taxa de desemprego nos ultimos anos, a média de EUA, UK e Austrália é muito inferior à média europeia. Penso não existirem duvidas de que alguma influencia terá.

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  54. 54 54  Antonio Cunha

    DO
    “. E se o Estado não fizesse a sua parte em investigação e desenvolvimento seria ainda pior.”

    Daniel aqui está o paradigma que tem assolado este pais desde o 25 de Abril.

    Aqueles 2 anos de brincadeira estragaram completamente o arranque fabuloso que poderiamos ter tido.

    Foram nacionalizações e um engordar do estado em barda que nada de proveitoso trouxeram ao pais senão um numero de funcionários publicos enorme e um peso do estado no pib imenso.

    E andamos à 30 anos a tentar emendar os erros do passado.

    Não existe nenhum economista sério que diga que Portugal não precisa de diminuir o peso do estado.

    Portugal tem um estado gordo, pesado aliàs super-obeso. Nos paises mais desenvolvidos como a Suecia o peso do estado é igual ao Portugues mas os serviços publicos com a saude, justiça, educação etc.., são de alta qualidade. Em Portugal é o que se vê.

    Portugal tem funcionários a mais e competencia e eficiencia a menos.

    Urge mudar isto JÁ, senão corremos o risco de cair ou para o lado do neo-liberalismo ou de outra coisa pior.

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  55. 55 55  Isabel

    #64 António Cunha

    O problema é que se o PSD ganhar irão entrar mais não sei quantos assessores e quadros. Como sempre, de princípio entram com contratos mas quando estivermos todos distraídos entram para o quadro.

    No PREC o aparelho do Estado e as empresas (roubadas) nacionalizadas foram assaltados por incompetentes cheios de direitos.

    A verdade é que à medida que os governos vão mudando mais o Estado se enche de inúteis, com honrosas excepções (saúde e auxiliares de educação, entre outros).

    Serve, no entanto, para manter uma confortável taxa de desemprego, mesmo que sufocando a economia.

    Ao contrário de si, não tenho nenhuma fé nem confiança num governo PSD, mesmo admitindo que terá melhores quadros.

    Será mais do mesmo, com a agravante de ser um ninho de víboras que ao fim de dois ou três meses de governo vão começar a arrancar as cabeças uns aos outros.

    E o País a afundar…

    Já era altura de começar a castigar o Centrão, responsável pela nossa estagnação e à semelhança da Europa civilizada, votar na Direita democrática, assumida e sem complexos.

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  56. 56 56  Antonio Cunha

    Meus amigos hoje estou contente

    O meu amigo Alberto João Jardim teve a coragem de dizer o que muitos e muitos Portugueses pensam

    “Jardim defende alteração da Constituição para proibir comunismo”

    http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1309489

    25 de Novembro sempre, comunismo nunca mais

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  57. 57 57  joaquim azevedo

    Fado Alexandrino, ainda não perdi a esperança de conhecer o seu pensamento sobre a problemática do trabalho. Por exemplo, quantas horas semanais acha que se deve trabalhar? Deve ou não pagar-se horas extras? Deve ou não respeitar-se os direitos de grávidas, deficientes, doentes crónicos, trabalhadores estudantes, acompanhamento na doença de familiar dependente, etc?
    E quanto a polivalência de funções? Como pensa que deve funcionar o esquema? Acha bem que um trabalhador desempenhe duas ou três funções na empresa e só aufira o salário relativo a uma? Se um tipo é contratado para cozinheiro deve, no fim do almoço, ir lavar as retretes do restaurante? E a senhora da limpeza do Pingo Doce deverá, caso seja necessário, fazer uma perninha na zona da padaria a amassar o trigo, ou cortar umas fatias de queijo na zona da alimentação?

    Caro Cunha, você exulta com o Alberto mas o PSD não é só o Alberto. Além do Grande Lider Alberto, já tinhamos a Grande Dama Manuela que quer suspender a democracia e agora, como se não bastasse, temos o Rei de Gaia Dom Filipe Menezes que pretende um Partido Único. Fantástico partido este!
    http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Vila%20Nova%20de%20Gaia&Option=Interior&content_id=1308367

    “Mas o actual presidente da Câmara quis antecipar-se junto dos eleitores, enviando-lhes uma “newsletter” em que não faz menção ao PSD, mas a um partido “único”.
    “Confio em si e no bom senso bairrista dos gaienses. O meu partido, o seu partido, o nosso partido em 11 de Outubro, será um único. O partido de Gaia”, reforça Menezes, que procurar demarcar as autárquicas das legislativas.”

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