Já não venho aqui a este blogue há uns tempos, porque quando um “revolucionário” está a lutar por uma “causa”,~perde completamente a noção do ridículo.
Ultimamente o Daniel parece achar que a revolução mundial passa pelas partes pudibundas das fêmeas da espécie e está completamente obcecado. No calor da luta parece o saudoso Freitas e chuta para onde está virado.
Por exemplo, este seu post,teria sido abortado, ou melhor voluntariamente interrompido, se o Daniel usasse mais a parte superior do sistema nervoso central.
Para pensar…sim, isso mesmo.
Tal como se faz por exemplo na Holanda, onde, ao contrário do que o Daniel pensa (?), a coisa não é só chegar ali e bora lá fazer um aborto que tenho de ir fazer umas compras à Zara.
Há um período de reflexão, que, pasme Daniel, serve justamente para aquilo que o Daniel não costuma praticar com a frequência que seriaa desejável: pensar.
Chiça Daniel, acalme-se…a Revolução Púbica não precisa de activistas tão destrambelhados.
Caro Daniel,
O que obviamente se pretende é que exista, imposto por via legal, um período de reflexão entre a primeira manifestação de vontade e a decisão final que conduza ao aborto.
PS: O autor da frase não sou eu, apesar da similitude dos nomes:)
Daniel,
ao longo do seu blogue tenho detectado em si uma forte antipatia por tudo aquilo que o obrigue a pensar. É visível que o Daniel se o faz, fá-lo raramente. Por esse motivo, é que se espanta com a ideia da obrigatoriedade de pensar. Se issso se aplicasse a si seria um trauma.
Uma vez que não está habituado a pensar, convido-o a pensar vinte segundos comigo. Sei que é muito para si, mas vá lá tente. O assunto merece.
Uma mulher quando percebe que está grávida sem o ter planeado sente perplexidade. Essa surpresa pode acontecer numa situação em que a gravidez é inicialmente chocante e indesejada. O choque e o indesejado são por definição pouco propícios ao pensamento. O desejo de abortar pode ser nessas alturas uma precipitação. Muitas vezes, quando a mulher tem um período de reflexão acaba por encontrar alternativas a um aborto que lhe iria deixar marcas psicológicas profundas. Daí que, ao decidir não abortar, por ter parado para pensar está a fazer algo que a vai ajudar muito.
Pensar é difícil, mas traz vantagens.
Meu caro Daniel Oliveira tenho a maior das simpatias por si, e admiro bastante o seu trabalho e perseverança. Não substimo o seu ponto de vista e concordo com alguns aspectos. No entanto, parece-me que a questão fundamental neste referendo é: pode a mulher por motivos que não se encontrem actualmente na lei matar o seu filho? Não creio que argumentos tais como: a mulher não estar preparada para ser mãe justifiquem o aborto. Existe uma vida dentro dela. É dever das mulheres ( dos homens e da sociedade) proteger os seus filhos. Tenho pena que a sociedade actualmente banalize a vida, de tal forma, que a possa tornar dependente de uma simples opção por parte das mulheres. Ser mãe não é um fardo nem é uma doença. O aborto é duro para uma mulher porque ela sabe que está a matar o seu filho. O estado, como pessoa de bem, tem a responsabilidade de manter esta prática como excepção e não como regra. Bem sei que existe muita hipocrisia neste debate, mas penso ser um dado adquirido que o aborto conduz à morte dum filho.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Diz Daniel Oliveira num blog do Sim:
“Abestenção daria vitória ao ‘não’”.
Não concordo. Eu diria antes:
“A besta São daria vitória ao ‘Sim’”!
Já não venho aqui a este blogue há uns tempos, porque quando um “revolucionário” está a lutar por uma “causa”,~perde completamente a noção do ridículo.
Ultimamente o Daniel parece achar que a revolução mundial passa pelas partes pudibundas das fêmeas da espécie e está completamente obcecado. No calor da luta parece o saudoso Freitas e chuta para onde está virado.
Por exemplo, este seu post,teria sido abortado, ou melhor voluntariamente interrompido, se o Daniel usasse mais a parte superior do sistema nervoso central.
Para pensar…sim, isso mesmo.
Tal como se faz por exemplo na Holanda, onde, ao contrário do que o Daniel pensa (?), a coisa não é só chegar ali e bora lá fazer um aborto que tenho de ir fazer umas compras à Zara.
Há um período de reflexão, que, pasme Daniel, serve justamente para aquilo que o Daniel não costuma praticar com a frequência que seriaa desejável: pensar.
Chiça Daniel, acalme-se…a Revolução Púbica não precisa de activistas tão destrambelhados.
Caro Daniel,
O que obviamente se pretende é que exista, imposto por via legal, um período de reflexão entre a primeira manifestação de vontade e a decisão final que conduza ao aborto.
PS: O autor da frase não sou eu, apesar da similitude dos nomes:)
Daniel,
ao longo do seu blogue tenho detectado em si uma forte antipatia por tudo aquilo que o obrigue a pensar. É visível que o Daniel se o faz, fá-lo raramente. Por esse motivo, é que se espanta com a ideia da obrigatoriedade de pensar. Se issso se aplicasse a si seria um trauma.
Uma vez que não está habituado a pensar, convido-o a pensar vinte segundos comigo. Sei que é muito para si, mas vá lá tente. O assunto merece.
Uma mulher quando percebe que está grávida sem o ter planeado sente perplexidade. Essa surpresa pode acontecer numa situação em que a gravidez é inicialmente chocante e indesejada. O choque e o indesejado são por definição pouco propícios ao pensamento. O desejo de abortar pode ser nessas alturas uma precipitação. Muitas vezes, quando a mulher tem um período de reflexão acaba por encontrar alternativas a um aborto que lhe iria deixar marcas psicológicas profundas. Daí que, ao decidir não abortar, por ter parado para pensar está a fazer algo que a vai ajudar muito.
Pensar é difícil, mas traz vantagens.
Pensar vale a pena, se a alma não é pequena!
Meu caro Daniel Oliveira tenho a maior das simpatias por si, e admiro bastante o seu trabalho e perseverança. Não substimo o seu ponto de vista e concordo com alguns aspectos. No entanto, parece-me que a questão fundamental neste referendo é: pode a mulher por motivos que não se encontrem actualmente na lei matar o seu filho? Não creio que argumentos tais como: a mulher não estar preparada para ser mãe justifiquem o aborto. Existe uma vida dentro dela. É dever das mulheres ( dos homens e da sociedade) proteger os seus filhos. Tenho pena que a sociedade actualmente banalize a vida, de tal forma, que a possa tornar dependente de uma simples opção por parte das mulheres. Ser mãe não é um fardo nem é uma doença. O aborto é duro para uma mulher porque ela sabe que está a matar o seu filho. O estado, como pessoa de bem, tem a responsabilidade de manter esta prática como excepção e não como regra. Bem sei que existe muita hipocrisia neste debate, mas penso ser um dado adquirido que o aborto conduz à morte dum filho.