Para o Mundial falta tempo de fome, tempo de miséria, tempo de desemprego, tempo de desesperança, tempo de arrogância, tempo nublado com aguaceiros de empreiteiros, acompanhados de ventos aéreos e ondulação provocada pelo TGV.
Nem quando somos melhores,ganhamos! Erros íncriveis de profissionais. Mas a verdade é que no próximo já sabemos que não basta ser melhor.É preciso ser mais eficaz,o que se aplica ás actividades todas do país!
Bem, para mal do “Eng” o mundial acabou para os Portugas, os intervenientes já podem começar a tratar “mais” às claras dos contratos mega milionários.
Talvéz assim o país acorde… não estará mais que na hora do governo se ir embora??????????????
Depois em que é que isso contribui para cada um em termos objectivos? Muda alguma coisa na vida pessoal e familiar de cada? O conhecimento generalizado sobre o futebol acrescenta algo ao saber útil, académico e ou profissional, para se fazer avançar o país para fora do buraco em que já se encontra? Esse não é o patriotismo que uma nação necessita, foi desenvolvido para divertir e distrair-nos de tudo até e principalmente da condução dos nossos destinos como nos tempos de Salazar e Caetano, estamos a viver o prolongamento da época do fascismo mascarada de “democracia”, é necessário e urgente um despertar da pátria que ponha fim a este mau uso do amor patriótico que nutrimos.
quando é usado o patriotismo para se distrair a nação dos problemas graves que vive que fins tem? Será o bem da nação ou bem de alguns que tiram rendimentos económicos e políticos dessa diversão?
É necessário acordar a nação com urgência e acabar com esta manipulação do sentimento patriótico. Deixemos de ser uma nação de burros adormecidos. Basta! É este o grito patriótico que é urgente que sai das nossas gargantas, um grito que devemos traduzir em votos nos próximos pleitos eleitorais a todos os níveis e em todos os sentidos, abaixo os manipuladores do sentimento patriótico!!!
Parabéns pela magnífica intervenção no Prós e Contras. Sempre coerente, sempre intelectualmente irrepreensível, apesar da minha distância política. Efectivamente há muitos mundiais, e alguns mais importantes que o de futebol. Porém, espero que no 2010, Portugal consiga chegar à final e jogar (e, espero, perder) com a Espanha (que é a minha selecção). Se ganharem, comemorarei na mesma. Espero voltar por cá. No entanto, seguimos no eixo. Agora, à espera da inminente derrota da Espanha com a Itália (também os espanhóis hemos de acordar para a crise que chega)
Força, Daniel
Portugueses, temos que resolver de uma vez por todas se jogamos para ganhar ou se jogamos para encantar.
Ontem, contra o futebol “tecnológico” da Alemanha, só por milagre a nossa arte podia vencer. A eles bastou-lhes especializar-se numa única jogada para terem a vitória quase certa: meter meia dúzia de matulões de um metro e noventa dentro da nossa área e despejar bolas sobre a mesma.
Esta brutal eficácia tem apenas um problema, não dá gozo aos espectadores.
Por que razão devemos nós, que com as nossa habilidades encantamos o público, tentar competir com os alemães no “terreno deles”?
Ser Campeão da Europa significa pouco, até a Grécia o conseguiu. Para isso basta meter bolas na baliza como até os alemães sabem fazer, num futebol previsível do tipo Game Box.
O futebol tem vivido dos clubismos e dos nacionalismos mas, com a globalização mediática, esse já não é o melhor negócio. Das centenas de milhões de espectadores do jogo de ontem só umas escassas dezenas de milhões estavam directamente interessados no resultado do jogo. Os restantes ligaram a televisão para ver jogadas bonitas (os cavalheiros) e jogadores bonitos (as damas).
Ora nós, com a nossa proverbial distracção, não temos sabido tirar partido disso. Basta comparar as corridas coleantes do Deco ou do Nani com as correrias dos “bulldozers” alemães para perceber do que estou a falar. Nunca como ontem tive a sensação de ver a elegância e a subtileza contra o pernil e o presunto, gazelas contra rinocerontes.
Lembram-se dos globetrotters, os basquetebolistas americanos que eram pagos para mostrar a beleza do seu jogo ? É para aí que devemos caminhar. There’s no business like show business.
A nossa selecção deve passear-se pelo mundo, a peso de ouro, para dar prazer ao público e proporcionar às outras equipas a oportunidade, e a honra, de a vencer. As coberturas televisivas e o merchandising podem valer fortunas.
Os nossos estádios, que muitos consideraram em número excessivo, devem ser a base de uma nova indústria do espectáculo; tal como hoje vêm a Portugal para jogar golfe hão-de vir a Portugal, no futuro, para ver e jogar futebol. As “academias” de formação de jogadores devem, com base nos alunos ilustres que formaram, converter-se em “universidades” de reputação mundial e tirar disso os adequados proveitos.
O prazer de uma bela jogada, uma finta à Ronaldo, as mudanças subtis de velocidade do Deco, os passes magistrais do Quaresma ou do Nani pertencem mais ao circo do que ao primarismo anglo-saxónico dos campeonatos.
No circo ganha-se alguma coisa ? Não ! é o puro prazer.
Quero dar-lhe os parabéns pela forma inteligente e democrática, e o fairplay com que participou no programa “Prós e Contras da RTP” no dia 17 de junho.
Sou sportinguista (sofredor) e apreciador de futebol, e concordo com tudo o que tem escrito e dito relativamente ao tema futebol/ Euro.
“Para o bem da nação” continue assim, por muito que possa custar a alguns da “raça”.
Fazendo uma analogia entre o mundo do Futebol e este mundo em que vivemos, em que os governos mexem com milhões e os grandes clubes e bons jogadores também. Veja-se só os trinta milhões de euros que pede o Benfica por danos morais e materiais porque o FCP vai para a liga dos Campeões. Determinado jogador ganha mais numa semana do que eu ganho num ano. Veja-se a questão do Apito Dourado e do célebre advogado Valle de Azevedo, isto para não ir até ao estrangeiro, melhor dizendo a vários países da Europa todos melhor governados que o nosso, mesmo os que entraram há menos tempo para a União Europeia, é caso para perguntar, para onde foi o dinheiro que veio de Bruxelas? Não foi só para fazer estádios novos de futebol, como o do Algarve, instalado no parque das cidades. Eu olho para lá e não vejo qualquer cidade;vejo é corujas e morcegos ou será que são vampiros; o que vejo é que temos todos que pagar por estes investimentos, pelo novo aeroporto, pelo TGV e por todas as manias do dito engenheiro & ca.. O barco do futebol está a ir ao fundo, o meu também e este governo, vai de certeza com o homem que leva ao leme:
AOS PINTOS E SCOLARIS
Foi embandeirando em arco,
que se foi mais um europeu;
como se vai mais um barco,
deste governo nosso e o meu!
-
Eu desconto mais para o IRS,
e até pago mais pela comida;
e antes qu’outro mês comece,
já a minha vida está tremida!?
-
Quase todo meu povo treme,
p’lo andar é um tremor eterno;
já atormenta homem do leme:
-
e da Irlanda já sente tormenta,
Ó Pinto deixa já este governo;
Scolari com Inglês se contenta!
-
Pisco
“chutando-se” vai a pátria
de borco tombada
divertida & distraída,
feita pária, “agarrada”
na franja atrasada, desavergonhada
cantando o hino à glória
de ser subdesenvolvida
que com chutos e pontapés não e faz a história
Afonso Henriques, Camões e Pessoa
memória conspurcada
Negando-se à ciência
engajando-se em futebolísticas vitórias
que nos embutam mais a consciência esvaziada
até que do breu da alma derrotada
se erga movimento que torne acessória a diversão
e nos dê um momento mais alto à nação
de glória de saber fazer
de campeões da governação
de melhores da Europa em bem-estar e liberdade
que nos salve dos patrioteiros
reinvente o patriotismo
de orgulhos descobridores, de nós mesmos
dos nossos caminhos, aqui, aquém mar
que definitivamente não sejam tirania “representativa”
encapotada por chutos e pontapés de novos estados
novéis Antónios ao leme da barca “democrata”
filhos da pátria que nos pariu
Heróis do mar
e eternos servos do medo de mudar
de já tão rotas rótas
ergam-se novos heróis
cante-se um hino ao desenvolvimento
faça-se futuro com a urgência do amor
chute-se da pátria quem a quer levar com chutos & pontapés
Liberdade, Igualdade & Ciência
é temo de sermos heróis neste mar
a nossa pátria de amar
fazer, nova vida
que nos salve desta perdida
em que estão a afundar
Patriotas, sim
a quem não se ensina nem deixa nadar
nem ganhar com um novo pensar
a modernidade
de verdade
chutem-se daqui os patrioteiros do chuto
para finalmente podermos festejar a vitória
Goloooooooo, de Portugal!
“chutando-se” vai a pátria
de borco tombada
divertida & distraída,
feita pária, “agarrada”
na franja atrasada, desavergonhada
cantando o hino à glória
de ser subdesenvolvida
que com chutos e pontapés não se faz a história
Afonso Henriques, Camões e Pessoa
memória conspurcada
negando-se à ciência
engajando-se em futebolísticas vitórias
que nos embutam mais a consciência esvaziada
até que do breu da alma derrotada
se erga movimento que torne acessória a diversão
e dê um momento mais alto à nação
de glória de saber fazer
de campeões da governação
de melhores da Europa em bem-estar e liberdade
que nos salve dos patrioteiros
reinvente o patriotismo
de orgulhos descobridores, de nós mesmos
dos nossos caminhos, aqui, aquém mar
que definitivamente não sejam tirania “representativa”
encapotada por chutos e pontapés de novos estados
novéis Antónios ao leme da barca “democrata”
filhos da pátria que nos pariu
heróis do mar
e faz de nós eternos servos do medo de mudar
de já tão rotas rótas
ergam-se novos heróis
cante-se um hino ao desenvolvimento
faça-se futuro com a urgência do amor
chute-se da pátria quem a quer levar com chutos & pontapés no balão
basta do jogo do olha o patego
Liberdade, Igualdade & Ciência é o que falta
é tempo de sermos heróis neste mar
a pátria de amar
fazer, nova vida
que nos salve desta perdida
em que estão a afundar
Patriotas, sim
a quem não se ensina nem deixa nadar
nem ganhar com um novo pensar
a modernidade
de verdade
chutem-se daqui os patrioteiros do “chuto”
para finalmente podermos festejar a vitória
Goloooooooo, de Portugal!
Eu nao sou contra o futebol nem contra nenhum desporto em geral.Nao passo o meu tempo a pensar nisso nem tenho clube , mas gosto imenso de ver a selecçao portuguesa , quando se apresenta.
Vi o portugal alemanha, gostei do jogo, sinceramente tambem gostei do comportamento do ricardo , nao acho que tivesse sido por culpa dele que o jogo tivesse sido perdido , acho ate que muita gente ja falou demais e muito injustamente contra ele e scolari — sobretudo depois de ter visto a incrivel e + que favorita holanda perder por –3-1 ( !! ) contra uma inteligente e esforçadissima russia que bem merece estar onde esta.
Afinal nos demos muito mais luta e se perdemos perdemos por 3-2 o que muito nos honra.
Para alem disso devo recordar que a grande e por vezes arrogante frança saiu muito antes de nos , logo de facto nao consigo perceber tanta frustraçao naqueles que se irritam por nao termos conseguido chegar mais longe.
Jogo e jogo e e bonito quando se vence , mas tambem pode ser bonito quando se perde, tudo depende da forma como olhamos o mundo.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Está a referir-se a quê?
“Mundias… há muitos”!!!
Para o Mundial falta tempo de fome, tempo de miséria, tempo de desemprego, tempo de desesperança, tempo de arrogância, tempo nublado com aguaceiros de empreiteiros, acompanhados de ventos aéreos e ondulação provocada pelo TGV.
Nem quando somos melhores,ganhamos! Erros íncriveis de profissionais. Mas a verdade é que no próximo já sabemos que não basta ser melhor.É preciso ser mais eficaz,o que se aplica ás actividades todas do país!
Se é ao mundial de futebol é daqui a dois anos
Todo o tempo do mundo!
Assinem a petição: Ricardo, não obrigado
http://www.petitiononline.com/Ricardo/petition.html
Por favor assinem!!!
Acabou o circo.Agora sim,o socrates vai sufocar…
Ana
e porque não ao mundial de XADREZ…?????
Bem, para mal do “Eng” o mundial acabou para os Portugas, os intervenientes já podem começar a tratar “mais” às claras dos contratos mega milionários.
Talvéz assim o país acorde… não estará mais que na hora do governo se ir embora??????????????
patriota & mundial, de futebol? Basta!
Depois em que é que isso contribui para cada um em termos objectivos? Muda alguma coisa na vida pessoal e familiar de cada? O conhecimento generalizado sobre o futebol acrescenta algo ao saber útil, académico e ou profissional, para se fazer avançar o país para fora do buraco em que já se encontra? Esse não é o patriotismo que uma nação necessita, foi desenvolvido para divertir e distrair-nos de tudo até e principalmente da condução dos nossos destinos como nos tempos de Salazar e Caetano, estamos a viver o prolongamento da época do fascismo mascarada de “democracia”, é necessário e urgente um despertar da pátria que ponha fim a este mau uso do amor patriótico que nutrimos.
quando é usado o patriotismo para se distrair a nação dos problemas graves que vive que fins tem? Será o bem da nação ou bem de alguns que tiram rendimentos económicos e políticos dessa diversão?
É necessário acordar a nação com urgência e acabar com esta manipulação do sentimento patriótico. Deixemos de ser uma nação de burros adormecidos. Basta! É este o grito patriótico que é urgente que sai das nossas gargantas, um grito que devemos traduzir em votos nos próximos pleitos eleitorais a todos os níveis e em todos os sentidos, abaixo os manipuladores do sentimento patriótico!!!
O manipulador foice. Necessitamos de um treinador inteligente e criativo. Vai ser difícil encontrá-lo, mas ele tem de andar por aí!
he, he, he
Mundial de canoagem talvez…
q de resto é um desporto muito bom e respeitável…
http://criticademusica.blogspot.com/
Parabéns pela magnífica intervenção no Prós e Contras. Sempre coerente, sempre intelectualmente irrepreensível, apesar da minha distância política. Efectivamente há muitos mundiais, e alguns mais importantes que o de futebol. Porém, espero que no 2010, Portugal consiga chegar à final e jogar (e, espero, perder) com a Espanha (que é a minha selecção). Se ganharem, comemorarei na mesma. Espero voltar por cá. No entanto, seguimos no eixo. Agora, à espera da inminente derrota da Espanha com a Itália (também os espanhóis hemos de acordar para a crise que chega)
Força, Daniel
tívessemos esse suposto desmedido orgulho nacional noutras áreas e não estaríamos hoje em dia no fundo da Europa…
Portugueses, temos que resolver de uma vez por todas se jogamos para ganhar ou se jogamos para encantar.
Ontem, contra o futebol “tecnológico” da Alemanha, só por milagre a nossa arte podia vencer. A eles bastou-lhes especializar-se numa única jogada para terem a vitória quase certa: meter meia dúzia de matulões de um metro e noventa dentro da nossa área e despejar bolas sobre a mesma.
Esta brutal eficácia tem apenas um problema, não dá gozo aos espectadores.
Por que razão devemos nós, que com as nossa habilidades encantamos o público, tentar competir com os alemães no “terreno deles”?
Ser Campeão da Europa significa pouco, até a Grécia o conseguiu. Para isso basta meter bolas na baliza como até os alemães sabem fazer, num futebol previsível do tipo Game Box.
O futebol tem vivido dos clubismos e dos nacionalismos mas, com a globalização mediática, esse já não é o melhor negócio. Das centenas de milhões de espectadores do jogo de ontem só umas escassas dezenas de milhões estavam directamente interessados no resultado do jogo. Os restantes ligaram a televisão para ver jogadas bonitas (os cavalheiros) e jogadores bonitos (as damas).
Ora nós, com a nossa proverbial distracção, não temos sabido tirar partido disso. Basta comparar as corridas coleantes do Deco ou do Nani com as correrias dos “bulldozers” alemães para perceber do que estou a falar. Nunca como ontem tive a sensação de ver a elegância e a subtileza contra o pernil e o presunto, gazelas contra rinocerontes.
Lembram-se dos globetrotters, os basquetebolistas americanos que eram pagos para mostrar a beleza do seu jogo ? É para aí que devemos caminhar. There’s no business like show business.
A nossa selecção deve passear-se pelo mundo, a peso de ouro, para dar prazer ao público e proporcionar às outras equipas a oportunidade, e a honra, de a vencer. As coberturas televisivas e o merchandising podem valer fortunas.
Os nossos estádios, que muitos consideraram em número excessivo, devem ser a base de uma nova indústria do espectáculo; tal como hoje vêm a Portugal para jogar golfe hão-de vir a Portugal, no futuro, para ver e jogar futebol. As “academias” de formação de jogadores devem, com base nos alunos ilustres que formaram, converter-se em “universidades” de reputação mundial e tirar disso os adequados proveitos.
O prazer de uma bela jogada, uma finta à Ronaldo, as mudanças subtis de velocidade do Deco, os passes magistrais do Quaresma ou do Nani pertencem mais ao circo do que ao primarismo anglo-saxónico dos campeonatos.
No circo ganha-se alguma coisa ? Não ! é o puro prazer.
É mau para o governo - acabou-se o ópio do povo…
Caro Daniel Oliveira
Quero dar-lhe os parabéns pela forma inteligente e democrática, e o fairplay com que participou no programa “Prós e Contras da RTP” no dia 17 de junho.
Sou sportinguista (sofredor) e apreciador de futebol, e concordo com tudo o que tem escrito e dito relativamente ao tema futebol/ Euro.
“Para o bem da nação” continue assim, por muito que possa custar a alguns da “raça”.
Com os melhores cumprimentos,
Luis Fraga
Fazendo uma analogia entre o mundo do Futebol e este mundo em que vivemos, em que os governos mexem com milhões e os grandes clubes e bons jogadores também. Veja-se só os trinta milhões de euros que pede o Benfica por danos morais e materiais porque o FCP vai para a liga dos Campeões. Determinado jogador ganha mais numa semana do que eu ganho num ano. Veja-se a questão do Apito Dourado e do célebre advogado Valle de Azevedo, isto para não ir até ao estrangeiro, melhor dizendo a vários países da Europa todos melhor governados que o nosso, mesmo os que entraram há menos tempo para a União Europeia, é caso para perguntar, para onde foi o dinheiro que veio de Bruxelas? Não foi só para fazer estádios novos de futebol, como o do Algarve, instalado no parque das cidades. Eu olho para lá e não vejo qualquer cidade;vejo é corujas e morcegos ou será que são vampiros; o que vejo é que temos todos que pagar por estes investimentos, pelo novo aeroporto, pelo TGV e por todas as manias do dito engenheiro & ca.. O barco do futebol está a ir ao fundo, o meu também e este governo, vai de certeza com o homem que leva ao leme:
AOS PINTOS E SCOLARIS
Foi embandeirando em arco,
que se foi mais um europeu;
como se vai mais um barco,
deste governo nosso e o meu!
-
Eu desconto mais para o IRS,
e até pago mais pela comida;
e antes qu’outro mês comece,
já a minha vida está tremida!?
-
Quase todo meu povo treme,
p’lo andar é um tremor eterno;
já atormenta homem do leme:
-
e da Irlanda já sente tormenta,
Ó Pinto deixa já este governo;
Scolari com Inglês se contenta!
-
Pisco
“chutando-se” vai a pátria
de borco tombada
divertida & distraída,
feita pária, “agarrada”
na franja atrasada, desavergonhada
cantando o hino à glória
de ser subdesenvolvida
que com chutos e pontapés não e faz a história
Afonso Henriques, Camões e Pessoa
memória conspurcada
Negando-se à ciência
engajando-se em futebolísticas vitórias
que nos embutam mais a consciência esvaziada
até que do breu da alma derrotada
se erga movimento que torne acessória a diversão
e nos dê um momento mais alto à nação
de glória de saber fazer
de campeões da governação
de melhores da Europa em bem-estar e liberdade
que nos salve dos patrioteiros
reinvente o patriotismo
de orgulhos descobridores, de nós mesmos
dos nossos caminhos, aqui, aquém mar
que definitivamente não sejam tirania “representativa”
encapotada por chutos e pontapés de novos estados
novéis Antónios ao leme da barca “democrata”
filhos da pátria que nos pariu
Heróis do mar
e eternos servos do medo de mudar
de já tão rotas rótas
ergam-se novos heróis
cante-se um hino ao desenvolvimento
faça-se futuro com a urgência do amor
chute-se da pátria quem a quer levar com chutos & pontapés
Liberdade, Igualdade & Ciência
é temo de sermos heróis neste mar
a nossa pátria de amar
fazer, nova vida
que nos salve desta perdida
em que estão a afundar
Patriotas, sim
a quem não se ensina nem deixa nadar
nem ganhar com um novo pensar
a modernidade
de verdade
chutem-se daqui os patrioteiros do chuto
para finalmente podermos festejar a vitória
Goloooooooo, de Portugal!
“chutando-se” vai a pátria
de borco tombada
divertida & distraída,
feita pária, “agarrada”
na franja atrasada, desavergonhada
cantando o hino à glória
de ser subdesenvolvida
que com chutos e pontapés não se faz a história
Afonso Henriques, Camões e Pessoa
memória conspurcada
negando-se à ciência
engajando-se em futebolísticas vitórias
que nos embutam mais a consciência esvaziada
até que do breu da alma derrotada
se erga movimento que torne acessória a diversão
e dê um momento mais alto à nação
de glória de saber fazer
de campeões da governação
de melhores da Europa em bem-estar e liberdade
que nos salve dos patrioteiros
reinvente o patriotismo
de orgulhos descobridores, de nós mesmos
dos nossos caminhos, aqui, aquém mar
que definitivamente não sejam tirania “representativa”
encapotada por chutos e pontapés de novos estados
novéis Antónios ao leme da barca “democrata”
filhos da pátria que nos pariu
heróis do mar
e faz de nós eternos servos do medo de mudar
de já tão rotas rótas
ergam-se novos heróis
cante-se um hino ao desenvolvimento
faça-se futuro com a urgência do amor
chute-se da pátria quem a quer levar com chutos & pontapés no balão
basta do jogo do olha o patego
Liberdade, Igualdade & Ciência é o que falta
é tempo de sermos heróis neste mar
a pátria de amar
fazer, nova vida
que nos salve desta perdida
em que estão a afundar
Patriotas, sim
a quem não se ensina nem deixa nadar
nem ganhar com um novo pensar
a modernidade
de verdade
chutem-se daqui os patrioteiros do “chuto”
para finalmente podermos festejar a vitória
Goloooooooo, de Portugal!
Parabens pela participação no “prós e contras”.
Eu nao sou contra o futebol nem contra nenhum desporto em geral.Nao passo o meu tempo a pensar nisso nem tenho clube , mas gosto imenso de ver a selecçao portuguesa , quando se apresenta.
Vi o portugal alemanha, gostei do jogo, sinceramente tambem gostei do comportamento do ricardo , nao acho que tivesse sido por culpa dele que o jogo tivesse sido perdido , acho ate que muita gente ja falou demais e muito injustamente contra ele e scolari — sobretudo depois de ter visto a incrivel e + que favorita holanda perder por –3-1 ( !! ) contra uma inteligente e esforçadissima russia que bem merece estar onde esta.
Afinal nos demos muito mais luta e se perdemos perdemos por 3-2 o que muito nos honra.
Para alem disso devo recordar que a grande e por vezes arrogante frança saiu muito antes de nos , logo de facto nao consigo perceber tanta frustraçao naqueles que se irritam por nao termos conseguido chegar mais longe.
Jogo e jogo e e bonito quando se vence , mas tambem pode ser bonito quando se perde, tudo depende da forma como olhamos o mundo.