O comandante da prisão de Guantanamo considerou que o suicidio de três detidos foi um “acto de guerra” contra os Estados Unidos.
Por Daniel Oliveira 13 Jun 06 em Sem categoriaO comandante da prisão de Guantanamo considerou que o suicidio de três detidos foi um “acto de guerra” contra os Estados Unidos.
Por Daniel Oliveira 13 Jun 06 em Sem categoria
a chanceller alemã cortou relações com os EUA até que Guantanamo feche.
parece que alguém na política internacional tem o que é preciso, ou seja um cérebro.
Exacto!
e “deviam matá-los por isto” de novo, se possível, depois de mortos
Devem ter tido vontade de ir ter com as virgens que estão à espera deles.
VÃO ver ao http://resistir.info/ o que dizem os sauditas,sobre os seus 2 mortos…
Vou mandar 50 cêntimos ao Nuno Rogeiro para ele ir carpir as suas mágoas por este acto de guerra na tal casa de banho.
É muito fraco este Blogue. E com a Censura instituida ainda fica pior.
Guerra é guerra. Também não fazem cá falta nenhuma!
Daniel, não leio o Expresso há muitos anos e não pago a assinatura digital. Mas regressei agora de fora, estava ler os teus últimos posts e fiquei preocupado com aquela referência ao Coutinho. Por muito que custe (compreendo…), podes reproduzir a coisa?
CÁ VAI, MIGUEL:
«A EXTREMA-DIREITA existe em Portugal? A RTP resolveu formular esta questão arcana e encontrou resposta à altura: o líder da tribo, um jovem que, ironicamente, tem certos traços magrebinos, declarou publicamente que desejava um Portugal purificado, ou seja, um Portugal onde ele fosse o primeiro a ser despachado para Marrocos. E, de caçadeira na mão, o cavalheiro acrescentou que a malta estava disposta a tudo: a pegar em armas, a sair para as ruas e, como se provou, a terminar o dia na choldra. Heróico. Agora, e depois da libertação com termo de identidade e residência, parece que o tribunal pode julgar a inteligência, sempre fulgurante, da extrema-direita caseira.»
E AQUI CHEGA ONDE QUER:
«Nada a opor. Espero apenas que a mão seja pesada. Mas não apenas pesada: pesada e devidamente democrática. Que é como quem diz: capaz de viajar de um extremo ao outro, sem as inevitáveis distinções nostálgicas. Sei do que falo e relembro o que digo: há uns meses, a imprensa resolveu partilhar com o país a animação que o Bloco de Esquerda proporciona aos seus militantes. Jovem, queres entrar em manifestações, ocupar edifícios e violar a lei pública? Entra num workshop de «desobediência civil» e marcha para o pinhal. Durante dias, parece que o Bloco, sob orientação de um Baden-Powell terrorista, ensina os candidatos a pontapear o Estado de Direito com técnicas de profissional. O cozinhado não espanta: esta ideia de «guerrilha urbana» sempre apresentou um apelo romântico para criaturas de todas as cores. Lenine percebia do assunto. Mas Mussolini também. E, da extrema-esquerda à extrema-direita, ninguém escapa ao vírus da rua e da violência, que mais não é do que um desprezo larvar pela «democracia burguesa» em que vivemos. A única diferença, que se espera ultrapassada, é a benevolência com que se olha para uns e a dureza que se concede a outros.»
E CONCLUI:
«Uma injustiça. E, já agora, um desperdício. Até porque, na cela, há sempre espaço para mais um.»
Já sei pq o inenarrável atacou o energúmeno:é que o gajo tem ‘certos traços magrebinos’.Claro,devia ser ARIANO.Bem,esgalhado,ó Coitinho
Obrigado, Daniel. O homem é o quê? Donde vem? Isto é, o que fundamenta o seu opinion making (considerando que pensa mal, como se nota pela “argumentação”)?