Por Daniel Oliveira
Este vídeo é para ver. Ao contrário do que se tem dito, o crime não é mostra-lo. O crime é o que ele mostra. Não é um atentado à dignidade do ser humano filmar um enforcamento. O atentado é o enforcamento. Quem mata assim um assassino, seja ele quem for, torna-se igual àquele que matou. Quem, com responsabilidades políticas ou judiciais, aceita que se mate em nome de uma estranha ideia de justiça, seja numa ditadura ou numa democracia, é um assassino e um cobarde. Seja por enforcamento ou por injecção letal. A pena de morte é um crime. Um crime sem rosto, que é o mais sórdido de todos os crimes.
Sem comentários 4 Jan 07 em Sem categoria



O pior é que há quem veja… E quem aprecie (a maioria)…
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Concordo com estas palavras. No entanto, ao contrário de vocês, sou contra a pena de morte antes das 10 semanas de vida. Felizmente não sofro de hipocrisia.
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Eu também sou contra a pena de morte antes das dez semanas. Isso seria infanticídio. Se está a falar do aborto, nem você acredita no que diz. Caso contrário, a aceitar a lei actual, seria a favor da pena de morte para filhos de violadores e deficientes. É?
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Aceito o facto da lei actual permitir, com condições e por opção, nos casos de mal-formação do feto, perigo para a vida ou a saúde da mãe, e violação: são os casos em que não existe qualquer possibilidade de serem evitados nem existe responsabilidade dos progenitores; e em relação à violação, é também o resultado de outro crime, contra a liberdade e a autodeterminação sexual da mulher. E já agora relembro que a lei actual não foi referendada, nem é a que vai ser referendada em Fevereiro.
Os abortos indiscriminados sem ser naquelas razões de força maior e a pena de morte são Crimes contra a Humanidade e a Liberdade.
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A pena de morte não é necessariamente mais cruel do que a prisão prolongada (ou as penas de trabalhos forçados onde existirem). O menos mau dos sistemas penais deveria excluir a pena de morte devido ao seu carácter irrecuperável em caso de erro judicial, mas deveria simultaneamente reconhecer o direito de todos os condenados à opção pela eutanásia em condições humanas em substituição da expiação das suas penas.
Em relação ao enforcamento de Saddam Hussein, concordo que o crime não é mostrá-lo. Antes pelo contrário: o crime é procurar esconder os crimes de guerra dos governos agressores e disfarçar mais uma farsa judicial na pior tradição da suprema fantochada de Nuremberga.
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Não respondeu à minha pergunta: acha que os filhos de violadores devem ser enforcados? Não acha, evidentemente. Por isso reconhece que não estamos a falar de nada que seja semelhante. Apenas isso. Por isso, evitemos a demagogia.
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Eu respondi à pergunta. Repito: o filho de um violador resulta de um crime; dar aos progenitores a opção de aborto nas primeiras semanas é garantir a liberdade e a autodeterminação sexual. Aceito isso.
Os princípios pelos quais sou contra o aborto indiscriminado sem motivos de força maior são os mesmos pelos quais sou contra a pena de morte: por essa razão não fiz demagogia, fiz uma comparação com os que defendem o aborto sem motivo mas dizem ser contra a pena de morte, chamando-lhes hipócritas.
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No comentário anterior, na primeira frase, eu pretendia dizer “dar à progenitora” e não “dar aos progenitores”.
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Se considera que o feto é uma vida, exactamente como outra qualquer, é indiferente se nasce de um crime. Não tem culpa disso. Eu sou contra a pena de morte em qualquer caso. Sem excepções. E se percebi você também. Já no aborto não tem a mesma posição. E correctamente. Porque não é a mesma coisa e nas suas duas posições diferentes você próprio o reconhece. A comparação é demagógica e a minha posição nada tem de hipócrita. Limito-me a não comparar o que é incomparável. Você compara, como se fosse igual, para depois tratar de maneira diferente. Como não poderia deixar de o fazer.
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A execução de Saddam, faz-se não de um futuro possível, mas de um passado repetido na barbárie.
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A pena de morte não deve ser excluída pela razão de ser de carácter irreparável em caso de erro judicial. A pena de morte deve ser excluída por que ao estado não cabe vingar mas fazer justiça. O indivíduo até pode merecer a pena de morte mas é necessário que os estados reconheçam que não têm nem o direito nem a justiça para o fazerem.
Quanto à comparação com o aborto, concordo com o Daniel, no entanto a gravidez por violação deveria obrigar o estado a garantir à mulher o direito de ela ter o filho e garantir o seu sustento e educação, uma vez que foi vítima de um crime. Só com essa garantia poder-se-ia falar de aborto por vontade da mulher. Se ninguém garantir a reparação do crime como se pode falar de liberdade em optar?
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Miguel Torga:
“A tragédia do homem, cadáver adiado, como lhe chamou Fernando Pessoa, não necessita dum remate extemporâneo no palco. É tensa bastante para dispensar um fim artificial, gizado por magarefes, megalómanos, potentados, racismos e ortodoxias. Por isso, humanos que somos, exijamos de forma inequívoca que seja dado a todos os povos um código de humanidade. Um código que garanta a cada cidadão o direito de morrer a sua própria morte”.
Vergílio Ferreira:
“…E acaso o criminoso não poderá ascender à maioridade que não tem? Suprimi-lo é suprimir a possibilidade de que o absoluto conscientemente se instale nele. Suprimi-lo é suprimir o Universo que aí pode instaurar-se, porque se o nosso “eu” fecha um cerco a tudo o que existe, a nossa morte é efectivamente, depois de mortos, a morte do universo”.
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Discordo em parte,Daniel.É desnecessário mostrá-lo ad nausean como têm feito as televisoes do enforcamento de Saddam Hussein.Era mesmo necessário aquele espectaculo de morte,em que um homem está,nao a enfrentar a morte,mas três tipos,cobardemente de cara tapada com passa-montanhas,que o querem matar?Era mesmo necessário,depois,reproduzir quase na íntegra o infame video gravado por um telemóvel?É que apesar de nao ser ver o alçapao a abrir e a consequente consumaçao da morte,tudo aquilo é um espectaculo degradante,passado até á exaustão pelas nossas tvs!Nao houve sequer advertencias do tipo “sao imagens que podem ferir algumas susceptibilidades”…Enfim,continuamos numa deriva voyerista em que tudo vale,até tirar olhos…e mostrar um corpo com rosto apresentando hematomas em resultado da forca.
Contribuiu-se assim para dar espaço áqueles que lá no Iraque queriam nao fazer justiça,mas apenas vingança,porque foi disso que se tratou!!
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o que vem a ser uma “ideia estranha de justiça”?! quem define “estranha” e quem define “justiça”?! afinal, se os valores são relativos…cobarde e assassino? pensou bem nas implicações do que diz?? a mim, parece-me muito incoerente…
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Se fizermos o exercício de extrair a morte deste assunto, o que não é fácil, estamos a comparar um acto sofrido por quem o faz com vingança! Não faz sentido. Os partidários do NÃO perdem fácilmente as estribeiras perdendo portanto a razão.
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Mas por que raio se mistura esta questão com a questão do aborto? Estarão ligadas entre si? Não me parece. A sanha que move os partidários do «não» fá-los disparar em todas as direcções. Responder-lhes é dar-lhes um crédito que não merecem. Não merecem quando não discutem de forma honesta.
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CLAP CLAP CLAP…nem mais, caro DO
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As 2 atitudes não são mutuamente exclusivas, de modo que Não, não vejo. Não vi ainda e não verei nunca. Cada um justifica o seu voyerismo como quer (ou como a sua consciência o deixa).
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Concordo com tudo excepto com a última frase, obviamente.
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Há aqui quem levante a questão que não se devem misturar as questões do aborto com pena de morte, embora ache que não se devem misturar as questões do aborto com a pena de morte, estava-se a discutir questões diversas. Mas a vida humana tem um ciclo que é determinado por critérios biológicos, com um começo e um fim, admitir que em qualquer parte deste percurso da vida possa haver uma intervenção humana na modificação desse percurso seja no principio ( aborto ) meio ou fim ( eutanásia, pena de morte) são casos em que se intervém sobre esse percurso de vida interrompendo-o. Exceptuo deste condicionalismo desse percurso o suicídio em que a própria pessoa “decide” por fim a vida, mas ao admitir esta intervenção humana, esta justificado o aborto a pena de morte a eutanásia etc. basta a sociedade legalizar essa intervenção. Dai que haja contradições em quem defende o aborto e é contrario a pena de morte ou vice versa A vida uma vez determinada passa a ser um facto biológico / cientifico e não é condicionável por acções humanas ou então é e essas acções são justificáveis e uns podem defender umas e outros outras mas não podem dizer que há contradições de uns em relação a outros, porque as contradições estão neles mesmos.
[‘‘Sou sobrevivente de um campo de concentração. Meus olhos viram o que nenhuma pessoa devia presenciar. Câmaras de gás construídas por engenheiros ilustrados. Crianças envenenadas por médicos instruídos. Bebês assassinados por enfermeiras treinadas. Mulheres e bebes mortos a tiros por ginasianos e universitários. Assim, desconfio da educação. Meu pedido é o seguinte: Ajudem os seus discípulos a serem humanos. Os seus esforços nunca deverão produzir monstros cultos, psicopatas hábeis ou Heichmans instruídos. Ler, escrever, saber história e aritmética só são importantes se servem para tornar nossos estudantes mais humanos’’]
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Eric, nenhum voyerismo. Pelo menos da minha parte. Tenho uma absoluta repulsa pela violência. Mas não me parece que a melhor forma de combater a pena de morte seja esconde-la. É mesmo a forma mais fácil para ela ser aceite. Se vir s jornais de referência europeus, não fizeram o mesmo que os jornais de referência portugueses e mostraram as imagens.
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Um homem que manda matar e torturar de forma sanguinária e sádica não se porta como um humano; e quem não se porta como um ser humano não tem direitos humanos: é para a forca com ele. Achar que os animais devem andar na rua é a degradação das degradações – a forca é o único direito de todos os ditadores!
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estou de olho em ti.
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“quem não se porta como um ser humano não tem direitos humanos”? estranha lógica… como tu não prestas, isso permite-nos não prestar também em relação a ti? ou pondo preto no branco: como tu és um filho-da-puta, nós também devemos ser filhos-da-puta para ti. caro JV, que pensamentos tão elevados e coerentes!!!
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“Um homem que manda matar e torturar de forma sanguinária e sádica não se porta como um humano; e quem não se porta como um ser humano não tem direitos humanos”
É verdade, não se porta como um ser humano. Não é verdade quanto a não ter direitos humanos isso distingue a civilização da barbárie ou das ditaduras, isso significa que os outros seres humanos supostamente “civilizados” devem pensar como ele e proceder da mesma maneira? Olho por olho dente por dente a antiga lei de talião. Não, devem fazer justiça e fazer justiça é o contrário de vingança devem julgar e punir. Qual é a diferença entre ser o estado a matar ou um simples cidadão? Em ambos os casos trata-se de tirar uma vida interromper um ciclo de vida, por mais odiosa que seja. Logo isso é crime, mesmo que seja no caso de pena de morte, Só não é assim considerado e não punível por ser legal essa punição feita em nome da justiça e da sociedade
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“morte” à pena de morte.
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Qual é a diferença entre ser o estado a matar ou um simples cidadão?
O Estado pode matar, desde que seja um pulha. Aliás, isso até devia chamar-se limpar.
ou pondo preto no branco: como tu és um filho-da-puta, nós também devemos ser filhos-da-puta para ti
Mas sem dúvida alguma. Aliás, e já que gosta de plebeísmos, o Povo costuma dizer que «para filho da puta, filho da puta e meio». E com toda a razão.
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Tratado sobre o aborto
Quem mata assim, seja ele quem for, torna-se igual àquele que abortou, um bébé. Quem, com responsabilidades políticas, judiciais ou cívicas aceita que se mate em nome de uma estranha ideia de justiça, seja numa ditadura ou numa democracia, é um assassino e um cobarde. Seja por injecção letal ou qualquer outro método. O aborto é um crime. Um crime sem rosto, que é o mais sórdido de todos os crimes. Por isso, vota não à despenalização do aborto!
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JV e sem mais comentários, acabou de dizer tudo ao defender o “assassinato” institucionalizado pelo estado.
Só para reflexão
A pena capital viola o direito à vida assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos;
Representa a total negação dos Direitos Humanos;
É o assassínio premeditado e a sangue frio de um ser humano, pelo estado, em nome da justiça;
É o castigo mais cruel, desumano e degradante;
É um acto de violência irreversível, praticado pelo estado;
É incompatível com as normas de comportamento civilizado;
É uma resposta inapropriada e inaceitável
O sofrimento psicológico causado pelo conhecimento prévio da própria morte não podem ser quantificados.
["O que é a pena capital senão o mais premeditado dos assassinatos, ao qual não pode comparar-se nenhum acto criminoso, por mais calculado que seja? Pois, para que houvesse uma equivalência, a pena de morte teria de castigar um delinquente que tivesse avisado sua vítima da data na qual lhe infligiria uma morte horrível, e que a partir desse momento a mantivesse sob sua guarda durante meses. Tal monstro não é encontrável na vida real." ]
Albert Camus
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JV e sem mais comentários, acabou de dizer tudo ao defender o “assassinato” institucionalizado pelo estado.
Se quer chamar assassinato a uma punição equitativa, força nisso. Eu acho que um criminoso não deve ser privilegiado em relação à vítima: e se um assassinado não pode acordar no dia seguinte e voltar a ver os filhos, um assassino tão-pouco.
Só para reflexão
A pena capital viola o direito à vida assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos;
O assassino também a violou antes disso: se ele não respeita os direitos humanos, os direitos humanos não têm de o respeitar.
Representa a total negação dos Direitos Humanos;
Já acima se respondeu.
É o assassínio premeditado e a sangue frio de um ser humano, pelo estado, em nome da justiça;
Com todo o direito: quem, além do Estado, tem o direito de exercer a Justiça? E assasínio a sangue frio já tinha sido feito pelo condenado, pelo que está apenas a provar do seu remédio.
É o castigo mais cruel, desumano e degradante;
Mera questão de apreciação subjectiva – eu acho pior castigo ter de sustentar um assasino a vida toda, ou durante 25 anos. E ainda para mais, ter de o sustentar sem nunca ter cometido um crime.
É um acto de violência irreversível, praticado pelo estado;
Único que tem direito de, em certas ocasiões, exercer essa violência
É incompatível com as normas de comportamento civilizado;
Está portanto a dizer que os países onde há pena de morte não são civilizados. Fico sabendo: entende portanto que os EUA são o quê? E o Japão? E a Turquia? E a Grécia Clássica? E o Império Romano?
É uma resposta inapropriada e inaceitável
O sofrimento psicológico causado pelo conhecimento prévio da própria morte não podem ser quantificados.
O assassino que pensasse nisso antes de premir o gatilho…
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Quanto à citação de Camus, posso trazer-lhe meia dúzia de citações de outros filósofos que apoiam essa pena e outras piores ainda: Platão, Celso, Marco Aurélio, Séneca – é só escolher. Não é a dizer «o Intelectual XPTO já dizia isto» que a sua tese vinga…
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JV,
O homicídio de qualquer ser humano, ao ser «proibido», implica algo que nem o Estado pode corromper: não se deve matar.
Qual é a lógica de punir um crime com a execução do mesmo crime? Nenhuma. Está claro.
O seu raciocínio “olho por olho, dente por dente” está adequado para o “farwest”.
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O JV a tua visão já eu a conheço escusas de retirar frases e comentar isoladamente ou não és capaz de expressar ideias a não ser começando das frases dos outros?
A tua filosofia faz parte de uma filosofia do direito ou uma visão da vida que acha que a pessoa criminosa ou “pulha” não é recuperável e portanto a prisão para além de ser um encargo para a sociedade que tem os seus custos pode ser uma escola de crime, e um criminoso é um criminoso pelas suas opções individuais e não por culpa da sociedade. Vale mais morto que vivo.
Os principais argumentos são os seguintes:
Economia – como se a vida humana pudesse ter um preço, os defensores do assassinato estatal institucionalizado, quando o Estado mata ao invés de promover a vida, “informam” que matar um suposto autor de “crime hediondo” é mais barato que mantê-lo, por exemplo, aprisionado por toda a vida.
Intimidação – Há quem creia que, num Estado onde exista a pena capital, o assassinato institucionalizado, o eventual criminoso tenda a “pensar duas vezes” antes de cometer delito hediondo. Antes de mais nada, os factos apontam na direcção contrária, onde a pena de morte é praticada os índices de criminalidade são os mais elevados e violentos olha para os Estados Unidos, crimes nas escolas em edifícios públicos assaltos roubos e tudo com pena de morte.
Vingança – O mais sórdido e menos ético dos argumentos utilizados pelos defensores do assassinato institucionalizado. Descendo ao nível moral daqueles que qualificam como criminosos, os pregadores da vingança insistem na “Lei de Talião”,
Desumanidade – O que é que merece alguém que comete um crime hediondo (assalto, estupro ou sequestro com morte)? Ou o que é que alguém faria se algum seu ente querido fosse sordidamente seviciado e assassinado? Ora bem, não cabe a ninguém dizer quem é humano e quem, pelos seus crimes, deixou de o ser e com isso perdeu seus direitos
Banalidade do Mal – O defensor da pena capital, em geral, não se dão conta de seu grau de comprometimento com a medida que propõe, pensam que, por caber a outros a execução do que propõe já nada mais tem a ver com isso
O que é um facto é que sempre haverá crimes mesmo sabendo quem os pratica que há pena de morte. Alguns são premeditados outros praticados sob forte emoção. Uns serão condenados outros conseguirão bons advogados que os libertarão, resulta daqui uma injustiça? Ou haverá casos em que a sociedade deva ter excepções ao direito a vida para sua autodefesa?
Uns serão políticos, outros raciais, outros religiosos, outros de crime comum.
Mas essa de ir a antiga Grécia e Roma buscar princípios para defesa da pena de morte é de bárbaros, os exemplos são recomendáveis, com penas barbaras, quer dizer a humanidade e o estado não evoluiu mais na tua mente do que isso.
Aqueles que defendemos o direito à vida de todos, de todos sem excepção, não podemos ser confundidos com criminosos ou defensores de suas posturas. O que almejamos mesmo é o fim da barbárie e do ódio. Não é possível mas também não é com a pena de morte que se consegue.
Por mim assunto encerrado
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O JV a tua visão já eu a conheço escusas de retirar frases e comentar isoladamente ou não és capaz de expressar ideias a não ser começando das frases dos outros?
Gosto apenas de garantir que todos os pontos da argumentação alheia são rebatidas. Por isso parto das frases dos outros.
A tua filosofia faz parte de uma filosofia do direito ou uma visão da vida que acha que a pessoa criminosa ou “pulha” não é recuperável
Não é criminosa ou pulha: é criminosa e pulha.
e portanto a prisão para além de ser um encargo para a sociedade que tem os seus custos pode ser uma escola de crime, e um criminoso é um criminoso pelas suas opções individuais e não por culpa da sociedade. Vale mais morto que vivo.
No caso de um assassino, acertaste em cheio.
como se a vida humana pudesse ter um preço, os defensores do assassinato estatal institucionalizado, quando o Estado mata ao invés de promover a vida, “informam” que matar um suposto autor de “crime hediondo” é mais barato que mantê-lo, por exemplo, aprisionado por toda a vida
Objectivamente, é-o de longe. Mas a questão não é economicista: é uma obscenidade, uma imoralidade, uma degradação magna pôr os contribuintes a sustentar um assassino. Trata-se acima de tudo de um imperativo de consciência, e de uma aplicação judiciosa dos dinheiros públicos.
Há quem creia que, num Estado onde exista a pena capital, o assassinato institucionalizado, o eventual criminoso tenda a “pensar duas vezes” antes de cometer delito hediondo. Antes de mais nada, os factos apontam na direcção contrária, onde a pena de morte é praticada os índices de criminalidade são os mais elevados e violentos olha para os Estados Unidos, crimes nas escolas em edifícios públicos assaltos roubos e tudo com pena de morte.
De duas uma: ou não sabes que a grande maioria dos crimes de sangue praticados nos EUA decorrem da grande facilidade em obter armas (e és ignonrante), ou então sabes (e és desonesto) – escolhe. As pessoas podem muito facilmente armar-se, e assim, mesmo com a pena de morte, o crime é muito comum. Seria preciso aliar uma punição dura a um apertado controlo na venda de armas: era preciso saber prevenir, e saber remediar.
O mais sórdido e menos ético dos argumentos utilizados pelos defensores do assassinato institucionalizado. Descendo ao nível moral daqueles que qualificam como criminosos, os pregadores da vingança insistem na “Lei de Talião”
É perfeitamente justo que um crime seja pago pelo criminoso com uma reparação equivalente ao delito que cometeu. Não pode ficar a ganhar em relação da vítima: e se a vítima não pode acordar…
O que é que merece alguém que comete um crime hediondo (assalto, estupro ou sequestro com morte)? Ou o que é que alguém faria se algum seu ente querido fosse sordidamente seviciado e assassinado? Ora bem, não cabe a ninguém dizer quem é humano e quem, pelos seus crimes, deixou de o ser e com isso perdeu seus direitos
Compete, pois: compete aos Estados, que definem as legislações com todo o direito e legitimidade.
O defensor da pena capital, em geral, não se dão conta de seu grau de comprometimento com a medida que propõe, pensam que, por caber a outros a execução do que propõe já nada mais tem a ver com isso
Achas que eu tinha pejo em carregar no botãozinho para me ver livre de um cabo Costa? Think again…
O que é um facto é que sempre haverá crimes mesmo sabendo quem os pratica que há pena de morte.
Belíssima lógica, a vossa: «ah, mesmo que os matemos vai sempre haver crimes». Bem, msmo que os prendamos o crime não pára: devemos assumir então que não vale a pena prender??
Mas essa de ir a antiga Grécia e Roma buscar princípios para defesa da pena de morte é de bárbaros
Não, não: é de antes dos Bárbaros;)
A Antiguidade é uma época culturalmente muito avançada na qual a pena de morte era bm vista: recorri a ela porque dizias que a pena de morte era coisa de quem não é civilizado. Assumo que ou consideras Platão e Marco Aurélio homens não-civilizados, ou então tens um conceito de civilização que me escapa totalmente. Ah, e falta dizeres-me se o Japão e os EUA são ou não civilizados…
os exemplos são recomendáveis, com penas barbaras, quer dizer a humanidade e o estado não evoluiu mais na tua mente do que isso.
Evoluiu, mas aprender com o passado é muito importante: sobretudo com o passado que enforma o nosso tecido cultural: base do Direito actual é o Direito Romano; a do pensamento é o logos helénico – de outro modo, para que haveria História?
Aqueles que defendemos o direito à vida de todos, de todos sem excepção, não podemos ser confundidos com criminosos ou defensores de suas posturas. O que almejamos mesmo é o fim da barbárie e do ódio. Não é possível mas também não é com a pena de morte que se consegue
Volto a dizer o que disse há pouco: não é com a pena de morte que vamos lá, dizem vocês. Então é como? «Ah, bom é..» e nada dizem!
O que não entendem é que vossa ideologia, levada às últimas consequências, redunda no fim da Justiça: se não temos direito a matar porque é desumano, também o é privar o indivíduo de liberdade, ou forçá-lo ao serviço comunitário, ou espoliá-lo bens com coimas, etc. Seguindo o vosso raciocínio até ao fim, um assassino tem de… pedir desculpa… e é se quiser, que ninguém o pode obrigar – obrigar é desumano!
A punição pode não resolver: mas é remédio muito melhor do que não fazer nada.
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O homicídio de qualquer ser humano, ao ser «proibido», implica algo que nem o Estado pode corromper: não se deve matar.
Mas a questão é: um homem que desrespeita outro ao ponto de lhe tirar a vida a que ponto continua a ser humano? Se nem a vida dos outros respeita, não deve haver uma entidade que, capacitada para fazer Justiça (o Estado) o tire definitivamente da sociedade? E que ao fazê-lo não encarregue, imoralmente, os cidadãos de o sustentarem?
Qual é a lógica de punir um crime com a execução do mesmo crime?
Garantir que o criminoso não fica em vantagem em relação à vítima.
Nenhuma. Está claro.
Toda. Está cristalino.
O seu raciocínio “olho por olho, dente por dente” está adequado para o “farwest”.
E o seu raciocínio «dar a face direita a quem bate na esquerda» (já que gosta deictações bíblicas) está adequado à missa do Padre Borga, ou ao convento dos carmelitas.
Mas não vivemos no Céu – e temos de impedir o Inferno de alguma maneira…
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Mesmo depois da leitura da defesa, tão apaixonada, douta, poética até… de todos os criminosos, a única coisa que me apetece dizer é:
Em nome das suas vítimas, que bem ficava aquela gravatinha ao Pinochet, ao Bush e ao Bin Laden…
Mai nada.
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Daniel,não valia apena deixar no blog este vídeo execrável. Felizmente na Europa que a pena de morte foi banida, daí não perceber a sua preocupação em não querer deixar que esta seja escamoteada. Bem mais grave me pareceu a reacção tímida das autoridades portuguesas perante tal acto desumano, e muito mais grave ainda, as televisões portuguesas que exploraram este vídeo de um modo enjoativo. E tenho pena que os deputados portugueses não se tenham feito ouvir durante esta semana. Por exemplo, a malta do Bloco. Será que é porque ficava mal dizer que isto não se fazia ao Saddam?? E quem diz bloco diz os outros partidos.
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JV
Admitamos o absurdo de JV ter razão. Então só alguém acima de qualquer mácula, uma máquina perfeita e imensamente justa poderia condenar à pena de morte o pior dos facínoras. Essa costuma ser no entanto a definição de Deus. Isto é, não há humanos que correspondam a tal critério…! Não me parece que o governo do Iraque e muito menos a administração Bush, tenham qualquer direito ou sejam moralmente menos responsáveis do que foi Saddam ou outro ditador qualquer. Lembro que no próximo ano irão todos a correr ver os jogos olímpicos à China. Nada que Saddam tivesse feito não foi também feito pelo regime chinês. Onde está então a sua lógica JV. Quer ser o senhor o carrasco? Será o senhor esse ser impoluto e imensamente justo?
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O JV se não sabes a historia do direito isso é outra coisa mas dizeres que o crime tem a ver com o controlo de armas e com a pena de morte e se isso for feito diminuirá estás a sonhar. Quem quer cometer crimes arranja armas mesmo que sejam proibidas não conheces a teoria do Lumbroso “L’uomo Delinquente” criador da “Antropologia Criminal”. Lombroso afirmava a existência de um criminosos nato, caracterizado por determinados estigmas somato-psíquicos e cujo destino indeclinável era delinquir, sempre que determinadas condições ambientais se apresentassem. (Não sou seguidor dessa teoria ) Olha a tua volta e não é só nos EUA mas por exemplo Inglaterra França etc.
Quanto ao direito romano não progrediste nada. apesar de o direito romano ter sido o molde e a base do nosso direito juntamento com o canónico também fomos pioneiros na abolição dessa mesma pena, mas antigamente havia o
Período da vingança
Pode-se distinguir as diversas fases de evolução da vingança penal:
Fase da vingança
Fase da vingança privada. Fase da vingança divina. Fase da vingança pública.
Na denominada fase da vingança privada, cometido um crime, ocorria a reacção da vítima, dos parentes e até do grupo social (tribo), que agiam sem proporção a ofensa, atingindo não só o ofensor, como todo o seu grupo. A inexistência de um limite (falta de proporcionalidade) à agressão, bem como a vingança de sangue foi um dos períodos em que a vingança privada constituiu-se a mais frequente forma de punição, adoptada pelos povos primitivos.
A vingança privado constituía uma reacção natural e instintiva, por isso, foi apenas uma realidade sociológica, não uma instituição jurídica.
Duas grandes regulamentações, com o evoluir dos tempos, encontrou a vingança privada: o talião e a composição.
Apesar de se dizer pena de talião, não se tratava propriamente de uma pena, mas de um instrumento moderador da pena. Consistia em aplicar no delinquente ou ofensor o mal que ele causou ao ofendido, na mesma proporção.
Período Humanitário
O homem deve conhecer a justiça.
O Direito Penal e a Filosofia das Luzes.
Os povos estavam saturados de tanto barbarismo sob pretexto de aplicação da lei. Por isso, o período humanitário surge como reacção à arbitrariedade da administração da justiça penal e contra o carácter atroz das penas.
Os escritos de Montesquie, Voltaire, Rosseau, D’Alembert e o Cristianismo foram de suma importância para o humanismo, uma vez que constituíram o próprio alicerce do mesmo.
O pensamento predominante neste período ia de encontro a qualquer crueldade e se rebelava contra qualquer arcaísmo do tipo: “Homens, resisti à dor, e sereis salvos”. (Basileu Garcia).
Período Cientifico
Também conhecida como período criminológico, esta fase caracteriza-se por um notável entusiasmo científico. Começa a partir do século XIX, por volta do ano de 1850 e estende-se até os nossos dias. Inicia-se, neste período, a preocupação com o homem que delínque e a razão pela qual delínqüe.
Puig Peña refere-se a esse período, afirmando que “caracteriza-se pela irrupção das ciências penais no âmbito do Direito punitivo, e graças a ele se abandona o velho ponto de vista de considerar o delinquente como um tipo abstracto imaginando sua personalidade”.
O notável médico italiano César Lombroso, revoluciona o campo penal na época. Ferri e Garófalo também merecem destaque, além do determinismo e da Escola positivista que tiveram sua devida influência no período criminológico.
Todas estas fases levaram e evoluções do pensamento no sentido de abolir penas degradantes e actos semelhantes aos crimes praticados pelos criminosos mas pelo estado, por isso tu só vês o caso pelo lado da vitima e do criminoso e no direito da vitima a praticar ou o estado em sua vez o mesmo tipo de crime que o criminoso praticou qual a diferença entre isto a e vingança pessoal do tempos antigos romanos e gregos? Não evoluíste mais nada e nem vale a pena dizer mais nada.
Algumas citações
“Pedirei a abolição da pena de morte enquanto não me provarem a infalibilidade dos juízos humanos.”
Marquês de Lafayette
” A pena de morte é um símbolo de terror e, nesta medida, uma confissão da debilidade do Estado.”
Mahatma Gandhi
“Mesmo sendo uma pessoa cujo marido e sogra foram assassinados, sou firme e decididamente contra a pena de morte… Um mal não se repara com outro mal, cometido em represália. A justiça em nada progride tirando a vida de um ser humano. O assassinato legalizado não contribui para o reforço dos valores morais.”
Coretta Scott King, viúva de Martin Luther King
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Admitamos o absurdo de JV ter razão. Então só alguém acima de qualquer mácula, uma máquina perfeita e imensamente justa poderia condenar à pena de morte o pior dos facínoras.
O seu erro começa aqui: é que não existe essa máquina impoluta e sem mácula. O que existem são Estados que exercem a Justiça: Estados que, porque humanos, estão expostos ao erro. Mas enfim, são o melhor que temos, e têm absoluto direito para definir o justo e o injusto. É que têm nmesmo, queira-o você ou não.
Essa costuma ser no entanto a definição de Deus. Isto é, não há humanos que correspondam a tal critério…!
Se o seu pressuposto de que só uma máquina impoluta pode condenar fosse verdadeiro, sim; como ele não o é, não.
Não me parece que o governo do Iraque e muito menos a administração Bush, tenham qualquer direito ou sejam moralmente menos responsáveis do que foi Saddam ou outro ditador qualquer.
Mas se a sua lógica é «quem já cometeu erros não pode condenar» então ninguém condena ninguém neste Mundo: dá-se rédea solta ao crime, porque não há entre os homens um único que jamais tenha cometido o mais pequenito pecadilho…
Lembro que no próximo ano irão todos a correr ver os jogos olímpicos à China. Nada que Saddam tivesse feito não foi também feito pelo regime chinês.
E os responsáveis do regime chinês mereciam, positivamente, a forca. Eles, Pinochet, Fidel, Videla, Médici, Musharraf, Kim Jong-Il, e todos os carniceiros deste Mundo.
Onde está então a sua lógica JV.
Exposta na minha argumentação.
Não: mas o Estado, não sendo necessariamente impoluto, tem como atribuição (como função aliás) aferir o justo. Logo, se decidir que o cidadão que comete um crime hediondo, um homicídio a sangue frio ou algo assim, então essa decisão tem força de lei – essa decisão é, na prática, justa.
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O comentário anterior é meu.
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ainda bem
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Vendo este filme parece que voltamos uns séculos a trás. Todo o desenvolvimento que dizemos ter perdeu todo o seu significado. Como é possivel que isto tenha acontecido, num barracão qualquer no fim do mundo. Onde está a justiça e a dignidade das instituições neste caso?
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Completamente de acordo.
Como é que quem decretou a aplicação desta pena bárbara pode estar chocado com a sua exibição??
[Responder]
O Saddam foi enforcado?
Hip, Hip, Hurra!
Hip, Hip, Hurra!
Hip, Hip, Hurra!
Avisem-me quando for o Bush, o Putin, o Bin Laden…
A próxima rodada pago eu!
[Responder]
O Saddam foi enforcado?
Hip, Hip, Hurra!
Hip, Hip, Hurra!
Hip, Hip, Hurra!
Avisem-me quando for o Bush, o Putin, ou o Bin Laden…
A próxima rodada pago eu!
[Responder]
Apaguei três ou quatro comentários com insultos. Mesmo para debater com quem defende a pena de morte (eu não debato, há opiniões que não se discutem, lamentam-se) não é necessário recorrer à ordinarisse. E para responder a eles também não. Obrigado.
[Responder]
Para o jv/defensor-da-pena-de-morte:
Se (suponhamos) uma sua irmã fosse violada e ultrajada, o senhor optaria por uma pena de morte, ou por uma pena perpétua sabendo que desta resultaria mais sofrimento da parte do ultrajante? Penso que o senhor JV acha que o melhor mesmo é acabar com o sofrimento desse sujeito, o que na maior parte dos casos é o que eles mais desejam depois de se aperceberem do crime hediondo que cometeram.
Agora o JV está nitidamente a favor do acabar do sofrimento destes sujeitos dos quais chama de criminosos. Afinal em que ficamos?
Ah! E se o criminoso afinal não o ser? Como é que ficamos? Teremos que depois, e como o JV bem explica, matar os juízes porque cometeram assassínio qualificado?
Meu caro JV, cresça, leia, ouça, debata em conformidade e só depois (o que normalmente cai bem no fim dum biberão quentinho) venha para o século XXI falar em soluções que apenas hoje em dia os países atrasados (sim atrasados, não confunda com economia) possuem.
Aprende foda-se.
[Responder]
E mais:
Imagine-se numa situação de encontrar (outra vez uma suposição, obviamente) a sua irmã a ser violada por um sujeito, e que o senhor JV, no seu possuir duma arma desferiria 3 tiros, dos quais mataria tanto o violador como acidentalmente a sua (suposta) irmã. O que é que acha que o senhor mereceria ao abrigo da sua lei de justiça? Pena de morte? Não me parece. afinal o senhor JV apenas tentava em legitima defesa matar o violador e no entanto por engano matado também a própria irmã. Agora tente provar isto em tribunal… E melhor, tente provar isto nos EUA ou no Japão…
[Responder]
Para o jv/defensor-da-pena-de-morte:
Se (suponhamos) uma sua irmã fosse violada e ultrajada, o senhor optaria por uma pena de morte, ou por uma pena perpétua sabendo que desta resultaria mais sofrimento da parte do ultrajante?
Optaria por uma pena perpétua: a pena de morte só se aplicaria, no meu entender, em crimes de homicídio qualificado, posto que só assim o criminoso não ficaria em vantagem em relação à vítima.
Penso que o senhor JV acha que o melhor mesmo é acabar com o sofrimento desse sujeito, o que na maior parte dos casos é o que eles mais desejam depois de se aperceberem do crime hediondo que cometeram.
Pensa mal, mas isso já é comum entre muitos outros os comentadores deste blogue.
Agora o JV está nitidamente a favor do acabar do sofrimento destes sujeitos dos quais chama de criminosos. Afinal em que ficamos?
Ficamos como acima se disse: e se você não começasse a especular desalmadamente antes de me ouvir, ficava bem melhor na fotografia…
Ah! E se o criminoso afinal não o ser? Como é que ficamos? Teremos que depois, e como o JV bem explica, matar os juízes porque cometeram assassínio qualificado?
É uma das fatalidades de todos os sistemas judiciais e de todas as organizações feitas por seres humanos: correm sério risco de falhar. Mas quanto a isso, nada a fazer: mesmo agora podem falhar, e mesmo que soltem o inocente que foi preso nada lhe paga os meses ou anos que passou no cativeiro.
Meu caro JV, cresça, leia, ouça, debata em conformidade e só depois (o que normalmente cai bem no fim dum biberão quentinho) venha para o século XXI falar em soluções que apenas hoje em dia os países atrasados (sim atrasados, não confunda com economia) possuem.
Meu caro João Picapau, cresça você, porque só as pessoas com uma mente pueril chamam criança àqueles com quem estão a debater com seriedade. Quanto ao resto, então diga-me se além do ponto de vista económico, os EUA são política e culturalmente pouco civilizados (e não confunda os EUA com a Administração Bush: a presente Administração é uma aberração, como muitas outras que os Estados Democráticos – expostos erros, lá está – produzem).
Aprende foda-se.
[Responder]
Aprende foda-se.
Daniel, mais um que vai ter de apagar (peço desculpa, mas no outro comentário não consegui tirar esta frase,que ainda para mai está mal pontuada).
Imagine-se numa situação de encontrar (outra vez uma suposição, obviamente) a sua irmã a ser violada por um sujeito, e que o senhor JV, no seu possuir duma arma desferiria 3 tiros, dos quais mataria tanto o violador como acidentalmente a sua (suposta) irmã. O que é que acha que o senhor mereceria ao abrigo da sua lei de justiça? Pena de morte? Não me parece. afinal o senhor JV apenas tentava em legitima defesa matar o violador e no entanto por engano matado também a própria irmã. Agora tente provar isto em tribunal… E melhor, tente provar isto nos EUA ou no Japão…
Não seria difícil, descanse.
(o comentário anterior é meu)
[Responder]
Período Humanitário
O homem deve conhecer a justiça.
O Direito Penal e a Filosofia das Luzes.
Aquela em nome da qual o Marquês de Pombal, o Carlos III de Espanha e a Maria Teresa da Áustria açambarcaram o poder todo porque eram deéspotas «ilustrados»?
Começa bem…
Os povos estavam saturados de tanto barbarismo sob pretexto de aplicação da lei.
Onde leste isso? Há documentos da época com a opinião dos povos?
Por isso, o período humanitário surge como reacção à arbitrariedade da administração da justiça penal e contra o carácter atroz das penas.
Por parte de quem? Das “elites”? Ou das populações? É que ainda hoje, entre o Povo, se encontra vasta defesa da pena capital: ora repensa lá isso…
Os escritos de Montesquie Voltaire, Rosseau, D’Alembert e o Cristianismo foram de suma importância para o humanismo, uma vez que constituíram o próprio alicerce do mesmo.
Citaste pelo menos dois conselheiros de déspotas, e uma fé que serviu para fazer regredir 1000 Anos a Humanidade. Belíssimo…
O pensamento predominante neste período ia de encontro a qualquer crueldade e se rebelava contra qualquer arcaísmo do tipo: “Homens, resisti à dor, e sereis salvos”. (Basileu Garcia).
Vou decorar essa frase: quando me pedirem para explicar o que é o masoquismo, cito este Basileu na hora: é preciso ser muito degradado para erigir o sofrimento em virtude…
Período Cientifico
Também conhecida como período criminológico, esta fase caracteriza-se por um notável entusiasmo científico. Começa a partir do século XIX, por volta do ano de 1850 e estende-se até os nossos dias. Inicia-se, neste período, a preocupação com o homem que delínque e a razão pela qual delínqüe.
Puig Peña refere-se a esse período, afirmando que “caracteriza-se pela irrupção das ciências penais no âmbito do Direito punitivo, e graças a ele se abandona o velho ponto de vista de considerar o delinquente como um tipo abstracto imaginando sua personalidade”.
Agradeço a aula: isto saiu da tua cabeça, ou fizeste copy/paste de algum lado?
O notável médico italiano César Lombroso, revoluciona o campo penal na época. Ferri e Garófalo também merecem destaque, além do determinismo e da Escola positivista que tiveram sua devida influência no período criminológico.
Todas estas fases levaram e evoluções do pensamento no sentido de abolir penas degradantes e actos semelhantes aos crimes praticados pelos criminosos mas pelo estado, por isso tu só vês o caso pelo lado da vitima e do criminoso e no direito da vitima a praticar ou o estado em sua vez o mesmo tipo de crime que o criminoso praticou qual a diferença entre isto a e vingança pessoal do tempos antigos romanos e gregos?
Nenhuma. E em que medida é a vingança do tempo dos Romanos injusta? De maneira nenhuma. Não é por serem mais recentes que as ideias são mais justas: e quando vens com o não evoluíste mais nada e nem vale a pena dizer mais nada do fim, só demonstras uma profunda ignorância histórica, posto acreditares que, «as time goes by», a Humanidade se desenovlve contínua e ininterruptamente – e isto não é prova apenas da tua falta de conhecimentos: pensares assim, que andamos em curva evolutiva imparável desde o Homem de Atapuerca, é prova também de rotunda imbecilidade…
[Responder]
O JV enferma de vários erros no seu raciocínio que não vale a pena rebater mas só constatar. E sabe que mais não vale a pena perder tempo.
Quando se fala em pena de morte que não é compatível com actos civilizados o JV menciona o EUA e Japão assim como podia mencionar outros.
Uma civilização progride humaniza-se é recordada ou são seguidos certos princípios e filosofias não nessa base de penas cruéis mas naquilo que conseguiu de bom para a humanidade. Por exemplo a escravatura era uma base do sistema económico romano e não só, se actualmente uma mente iluminada “provasse” que era um sistema económico eficaz e altamente viável seria de introduzir? Ai entra a questão da humanização, e que foi evoluindo ao longo dos séculos.
Os impérios como dizia Atila nascem crescem expandem-se ate encontrar alguém que os trave e lhes ponha fim morrendo, o que resta depois?
Não sei qual o conceito de civilização do JV mas os Estados Unidos o Japão e muitos outros países como ele menciona e que tem pena de morte, podem ser considerados evoluídos, terem tecnologias de ponta, armamento altamente sofisticado, bens de consumo em abundância etc, mas isso qualquer ditador proporciona, basta ter dinheiro. mas outra coisa é esse pais ter humanidade respeitar direitos humanos tratar as pessoas com dignidade, respeito, justiça, não só no seu território mas nos territórios dos outros.
Isso significa um estado humanista, que não tem nada a ver com civilização avançada mas sim direitos educação e isso não se compra, mas consegue-se com educação que pode levar décadas séculos a evoluir.
E isso não significa, como diz o JV
[“É perfeitamente justo que um crime seja pago pelo criminoso com uma reparação equivalente ao delito que cometeu. Não pode ficar a ganhar em relação da vítima: e se a vítima não pode acordar”]
e vou lhe citar so algumas leis antigas para ver a semelhança do seu pensamento
Bbilónia e Roma
código de Hamurabi
“Art. 209 – Se alguém bate numa mulher livre e a faz abortar, deverá pagar dez siclos pelo feto”.
“Art. 210 – Se essa mulher morre, então deverá matar o filho dele”.
Quem ferir mortalmente um homem será condenado à morte. Quem ferir mortalmente um animal devolverá um semelhante: vida por vida. Se alguém prejudicar a pessoa de seu compatriota, ser-lhe-á feito assim como ele fez. Fractura por fractura, olho por olho, dente por dente; como ele prejudicou a outrem, assim ser-lhe-á feito
O mesmo pode-se dizer da Lei das XII Tábuas, de Roma (séc. V a.C.):
“Tábua VII, n. 11 – Se alguém fere alguém, que sofra a lei de Talião, salvo se houver composição
[Responder]
Tenho tanta pena dele,coitadinho.
[Responder]
Na maioria os comentários são maus e estúpidos.Mas,para esses,tenho uma notícia a dar-lhes:acho que o Suharto tem tido insónias a pensar no que o amigo amaricano lhe pode estar a prreparar…
Não se assustem,rapaziada,estava a brincar
[Responder]
O JV. Ora bem lavre ai um bocado da sua prosa porque esta sua argumentação em resposta ao que eu digo. é infantil
[“Os povos estavam saturados de tanto barbarismo sob pretexto de aplicação da lei.
Onde leste isso? Há documentos da época com a opinião dos povos?
Por isso, o período humanitário surge como reacção à arbitrariedade da administração da justiça penal e contra o carácter atroz das penas.
Por parte de quem? Das "elites"? Ou das populações? É que ainda hoje, entre o Povo, se encontra vasta defesa da pena capital: ora repensa lá isso...”]
Onde li isso? se há documentos da época? você se não é infantil parece.
Porque repare para isso e para chegar a essa conclusão teria que ler varias obras ou seja teria que estudar a sério vários períodos e varias evoluções, revoluções da historia da humanidade. para ver que da passagem da idade media a idade moderna e do absolutismo ao liberalismo os povos foram se tornando mais exigentes e conhecedores .
se quiser recuar bastante mesmo, um dos primeiros povos a exigir direitos e garantias foi o inglês através da magna carta.
[“Não é por serem mais recentes que as ideias são mais justas”]
Errado. A única coisa em que a humanidade não progride é a nível de sentimentos. Continuamos a amar, odiar, invejar, matar, nem melhor nem pior que os nossos antepassados desde as cavernas. onde progredimos foi a nível tecnológico e com uma diferença a nível comportamental, civilizamo-nos introduzimos conceitos de moral e de ética e modelamos as nossas acções temos códigos de conduta que nos impedem a alguns de nós de praticar actos bárbaros outros ainda continuam na idade das cavernas é preciso tira-los de lá. Puni-los se criminosos. Não matá-los.
Mas pelo caminho exposto
[“o Povo costuma dizer que «para filho da puta, filho da puta e meio». E com toda a razão.”]
acho que estás no bom caminho, continua a divertir-te.
[Responder]
Ezer: «[...] tenho uma notícia a dar-lhes: acho que o Suharto tem tido insónias a pensar no que o amigo amaricano lhe pode estar a prreparar…»
Hmmm, não estará o Ezer a confundir o Suharto com o «Papa Doc»?
[Responder]
Dizia eu próprio: “Hmmm, não estará o Ezer a confundir o Suharto com o «Papa Doc»?”
E corrijo desde já. Tem o Ezer toda a razão: o Suharto, ao contrário do que pensei, ainda está vivo e não precisa de rituais vudu para ter insónias. A propósito de vivos e mortos, aprecie-se esta delicada ironia.
[Responder]
O JV enferma de vários erros no seu raciocínio que não vale a pena rebater mas só constatar.
Não venha com histórias: se você fosse capaz de rebater fazia-o.
E sabe que mais não vale a pena perder tempo.
Já prepara a fuga?
Quando se fala em pena de morte que não é compatível com actos civilizados o JV menciona o EUA e Japão assim como podia mencionar outros.
Uma civilização progride humaniza-se é recordada ou são seguidos certos princípios e filosofias não nessa base de penas cruéis mas naquilo que conseguiu de bom para a humanidade.
E a pena de morte é má para a Humanidade porquê? Tenho dito que é a única forma de o criminosos não ficar em vantagem em relação à vítima – rebata isto, se puder.
Por exemplo a escravatura era uma base do sistema económico romano e não só, se actualmente uma mente iluminada “provasse” que era um sistema económico eficaz e altamente viável seria de introduzir? Ai entra a questão da humanização, e que foi evoluindo ao longo dos séculos.
Precisamente: aí tínhamos de aferir se valia a pena sacrificar a liberdade de uma pessoa pelo bem estar económico, e concluíamos rapidamente que não; pelo mesmo processo de aferição veríamos se era moral fazer com que o povo sustente assassinos, e chegávamos a igual conclusão de injustiça.
Os impérios como dizia Atila nascem crescem expandem-se ate encontrar alguém que os trave e lhes ponha fim morrendo, o que resta depois?
Não sei qual o conceito de civilização do JV mas os Estados Unidos o Japão e muitos outros países como ele menciona e que tem pena de morte, podem ser considerados evoluídos, terem tecnologias de ponta, armamento altamente sofisticado, bens de consumo em abundância etc, mas isso qualquer ditador proporciona, basta ter dinheiro. mas outra coisa é esse pais ter humanidade respeitar direitos humanos tratar as pessoas com dignidade, respeito, justiça, não só no seu território mas nos territórios dos outros.
Bem, o Japão e os EUA tratam os seus cidadãos com respeito e dignidade, proporcionam-lhes justiça, educação, saúde, segurança, etc. E isso em proporção muito maior do que países sem pena de morte (veja-se Portugal, por exemplo, ou o Bloco Leste). Isto é insofismável.
Isso significa um estado humanista, que não tem nada a ver com civilização avançada mas sim direitos educação e isso não se compra, mas consegue-se com educação que pode levar décadas séculos a evoluir
É um facto. Mas a questão que eu lhe coloco é: você pode, sem corar a seguir, dizer que os EUA e o Japão não têm populações educadas? Não são Estados onde o Humanismo impera? Não são Estados de Direito? Não respeitam, de um modo geral – e faço notar que uma coisa são os EUA outra a Administração Bush ou uma ou outra sua predecessora – os outros Estados e a sua soberania?
[Responder]
Onde li isso? se há documentos da época? você se não é infantil parece.
Porque repare para isso e para chegar a essa conclusão teria que ler varias obras ou seja teria que estudar a sério vários períodos e varias evoluções, revoluções da historia da humanidade.
Precisamente: teria de ter conhecimentos seguros do que estava a afirmar. Dizer com leviandade que se passou para o Período Humanitário «porque o Povo quis», sem poder sequer provar isso num caso ou outro para induzir os restante é errar brutalmente. Ou errar, ou usar de uma linguagem que ou é falaciosa ou revela uma lógica romanesca segundo a qual sempre que há uma Revolução é porque o Povo quis: e isso é ser bastante ingénuo, é ser infantilmente ingénuo…
para ver que da passagem da idade media a idade moderna e do absolutismo ao liberalismo os povos foram se tornando mais exigentes e conhecedores.
Não misture: a passagem da Idade Média à Idade Moderna não coincide com a passagem do Absolutismo ao Lieralismo. Quando muito, será da passagem do Feudalismo ao Absolutismo (muito por culpa do Cristianismo).
se quiser recuar bastante mesmo, um dos primeiros povos a exigir direitos e garantias foi o inglês através da magna carta.
A Magna Carta foi imposta pelo “Povo” Inglês? Mas você é absolutamente doido??? Quem impõe a Magna Carta a João Sem Terra é a Aristocracia Inglesa, na decorrência da clamorosa derrota perante as tropas francesas em Bouvines: os Nobres viram neste insuceso militar a gota de água na senda de erros de gestão do monarca, e impuseram-lhe uma Câmara fiscalizadora para que ese não arruinasse o Reino: por alguma razão esse documento estipula apenas a existência da Câmara dos Lordes, ao contrário das provisões de Oxford-Westminster, que criaram a Câmara dos Comuns – mas mesmo esta estava limitada, até ao séc. XIX, à Média Nobreza e aos homens-bons das cidades (ou seja, aos mercadores ricos). Da Magna Carta até chegarmos ao Povo, à arraia-miúda do Fernão Lopes, o que ainda faltava… eu não digo que você é ingénuo e acha que todas as revoluções são feitas pelo Povo?
Errado. A única coisa em que a humanidade não progride é a nível de sentimentos.
Absolutamente certo: a Humanidade progride e regride em todas as coisas: a menos que me queira dizer que a Idade Média foi um progresso em relação ao Império Romano, ou que Hitler foi uma evolução, se comparado com a Alemanha de Wimar (e vindo de quem vem, espera-se tudo…).
Continuamos a amar, odiar, invejar, matar, nem melhor nem pior que os nossos antepassados desde as cavernas. onde progredimos foi a nível tecnológico e com uma diferença a nível comportamental, civilizamo-nos introduzimos conceitos de moral e de ética e modelamos as nossas acções temos códigos de conduta que nos impedem a alguns de nós de praticar actos bárbaros outros ainda continuam na idade das cavernas é preciso tira-los de lá. Puni-los se criminosos. Não matá-los.
Depende do crime que cometem: se tiram a vida a um ser humano, não podem ficar em vantagem em relação à vítima – é matá-los, sem dó nem pena.
(NOTA: vejo evolução: afinal já não é reeducar, é punir. Está melhor…).
[Responder]
NOTA: em veja-se Portugal, por exemplo, ou o Bloco Leste, ler, obviamente, veja-se Portugal, por exemplo, ou os países do antigo Bloco Leste.
[Responder]
O JV rebata isto se puder? Ou és burro ou não consegues entender o que eu digo.
Fugir eu? de que, da tua argumentação? De facto tens demonstrado grandes ideias. O homem expõe-as compõe ai um texto, eu estou a rebater ou seja a explicar-te de novo as minhas próprias palavras. Para que hei de estar a perder tempo com coisas que já disse. Você faz-me lembrar um rouxinol. Olhe vá dar uma volta
Você diz
[“Quando se fala em pena de morte que não é compatível com actos civilizados o JV menciona o EUA e Japão assim como podia mencionar outros.
Uma civilização progride humaniza-se é recordada ou são seguidos certos princípios e filosofias não nessa base de penas cruéis mas naquilo que conseguiu de bom para a humanidade.
E a pena de morte é má para a Humanidade porquê? Tenho dito que é a única forma de o criminosos não ficar em vantagem em relação à vítima - rebata isto, se puder.”]
Esta aqui rebatido viu? Justiça não é vingança, acha que isto é civilização acha que isto é defensável? Só em mentes distorcidas
[“vou lhe citar só algumas leis antigas para ver a semelhança do seu pensamento
Bbilónia e Roma
código de Hamurabi
"Art. 209 – Se alguém bate numa mulher livre e a faz abortar, deverá pagar dez siclos pelo feto".
"Art. 210 – Se essa mulher morre, então deverá matar o filho dele".
Quem ferir mortalmente um homem será condenado à morte. Quem ferir mortalmente um animal devolverá um semelhante: vida por vida. Se alguém prejudicar a pessoa de seu compatriota, ser-lhe-á feito assim como ele fez. Fractura por fractura, olho por olho, dente por dente; como ele prejudicou a outrem, assim ser-lhe-á feito
O mesmo pode-se dizer da Lei das XII Tábuas, de Roma (séc. V a.C.):
"Tábua VII, n. 11 – Se alguém fere alguém, que sofra a lei de Talião, salvo se houver
composição”]
Você não tem um conceito de justiça mas de vingança esta aí a comparação.
O conceito de justiça não tem o poder de infligir um castigo por cada crime, mas sim de punir o mal. Essa é a justiça que deve ser feita e não cairmos na tentação de que para por exemplo se pudéssemos julgar o Hitler, Milosevic, Estaline, Mussolini, Pol Pot e que fossem castigados na mesma proporção do mal que fizeram à humanidade, teríamos que lhes infligir penas iguais, o que faria de nós, seres iguais ou piores
Então não teríamos qualquer justiça mas vingança se fossemos infligir um castigo por cada crime
E a justiça não é baseada na igualdade mas na equidade. Cada caso é um caso e se por exemplo ao aplicar uma lei, se se perceber que a aplicação pura e simples desta, sem atentar para as peculiaridades do caso concreto, pode levar a uma injustiça?
Pode e deve, portanto, sem fugir ao preceito jurídico, moldar a norma fria do texto ao elemento humano de cada caso. Isso e a equidade: aplicação ideal da norma ao caso concreto.
A equidade é princípio do direito natural e serve, às vezes, para corrigir as lacunas do direito legislado. Como a lei legislada tem um conteúdo geral e não abrange os casos excepcionais, concretos, pode ocorrer que, se for aplicada rigidamente, segundo um texto geral, em certos casos, conduzirá a injustiças que não se acham na intenção do legislador. Então é necessário interpretar ou emendar racionalmente a lei legislada conforme a intenção do legislador e as exigências da justiça, e esta correcção do direito positivo pelo natural constitui a equidade ou direito equitativo.
Á força da ideia da pena de morte está intimamente relacionada à cultura massiva do medo da violência, à busca ostensiva da segurança, em contraposição ao enfraquecimento do conceito de justiça, e à frequência da impunidade.
A pena de morte nada mais é senão a institucionalização pelo Estado de um dos mecanismos de defesa criados pela população para combater o acirramento da violência, enquanto os justiceiros e os esquadrões da morte situam-se entre os instrumentos informais e oficiosos.
As propostas de pena de morte ligam-se ao maniqueísmo do bem e do mal, na medida em que os “bons” julgam-se no direito de indicar a punição para os “maus”, enquanto aos “maus” é dada a oportunidade de expiação de suas culpas, oferecendo suas vidas em holocausto. trata-se de um equivocado conceito de justiça, ou, melhor dizendo, uma regulamentação da vingança, fundamentada na Lei de Talião: olho por olho, dente por dente.
A cada época, desde o desaparecimento dos suplícios, aparecem novas justificativas éticas, morais ou políticas para o direito de punir. A civilização aboliu o corpo como alvo da repressão penal, exposto vivo ou morto, esquartejado ou oferecido como espectáculo. Eliminou-se o domínio da pena sobre o sofrimento físico, a dor. Assim, a adopção da pena de morte configura uma regressão em termos de costumes e civilização.
A pena de morte, instrumento antigo e medieval e ultrapassado, existindo ainda em muitos países do mundo é trazida à baila sempre que ocorrem crimes violentos que abalam a opinião pública. Os argumentos utilitários empregados em sua defesa não se sustentam no exame da realidade, comovidos pelos crimes violentos apresentados e embalados na histeria colectiva da vingança, a sede de sangue que, ao fim e ao cabo, vai construir mais um componente de opressão do próprio povo.
E já agora outra questão o estado pode praticar crimes que proíbe aos particulares, pode porque cria leis para isso. Mas as leis são baseadas em princípios morais e éticos mas vale a pena pensar nisto em termos filosóficos e ver se isto é evolução.
O que eu creio que “seja” não é o JV. Sabe que mais vou mesmo fugir de si mas para não desaprender o pouco que ainda sei
[Responder]
Pois é JV não vale a pena perder muito tempo discutindo contigo. Está-se a falar de uma coisa e você entende outra.
Quando eu mencionei a magna carta, o que é que a magna carta tem a ver com o que você diz de ter sido imposta por joão sem terra a aristocracia e burguesia inglesa? Estávamos a falar de direitos e pena de morte e se eu a mencionei isso foi só por esta razão
A Carta Magna era um tratado de direitos, mas principalmente deveres, do rei para com os seus súbditos. e considera-se que este tratado marca o início da monarquia constitucional em Inglaterra. Qualquer aluno do secundário ao falar de direitos humanos sabe o que é a magna carta
Magna Carta
1- Temos resolvido e prometido ante Deus, confirmando a presente Carta perpetuamente, e para nossos sucessores, que a Igreja da Inglaterra seja livre e goze de seus direitos em toda sua integridade, permanecendo ilesas suas liberdades, de modo que resulte a liberdade nas eleições como a mais indispensável e necessária para a sobredita Igreja da Inglaterra. Por esta razão, assim o temos concedido e confirmado por nossas simples e espontânea vontade, antes de nossas discórdias com nossos Barões, e obtivemos a devida confirmação do Sumo Pontífice Inocêncio III, obrigando-nos à sua observância, e desejando que nossos herdeiros a guardem e cumpram perpetuamente e com boa fé.
2- Também concedemos perpetuamente, em nosso nome e no de nossos sucessores, para todos os homens livres do reino de Inglaterra, todas as liberdades, cuja continuação se expressam, transmissíveis a seus descendentes.
E ao contrário dos outros países que só séculos mais tarde conseguiram essa evolução, era isto que eu queria dizer mas vi que você não sabe do que eu falava.
È sabido que a legitimação das monarquias no passado idade media por exemplo, era de origem divina e esse direito era inquestionável, os reis eram reconhecidos pelo papa, destituídos, excomungados etc. a nossa história tem exemplos na primeira dinastia. Mais tarde esta teoria de origem divina foi posta em causa e surgiram teorias racionalistas e iluministas, surgem as teorias contratualistas mais precisamente na revolução francesa e o poder de legitimação não provem de seres celestiais como na idade media, que dá legitimidade à monarquia, nem em seres iluminados pela razão e sabedoria, absolutismo (despotismo esclarecido) mas em todos nós que juntando as nossas vontades através do voto transferimos e conferimos por um determinado prazo ( mandato) o seu exercício em nosso nome a quem elegemos, e que podemos destituir passado o prazo ou renovar.
E não. Você esta mesmo errado. Existe: idade antiga, (sem ir para trás pré-historia ) idade media, idade moderna e contemporânea
Regimes é que temos Feudalismo, absolutismo, liberalismo e depois quais quer escolher sem ser regimes, (cabralismo, fontismo, rotativismo,) republicanismo, fascismo comunismo etc. o senhor confunde épocas da historia com fases políticas dessa mesma historia
[“ e a humanidade progride e regride em todas as coisas essa é boa”].
[“Continuamos a amar, odiar, invejar, matar, nem melhor nem pior que os nossos antepassados desde as cavernas”]
não percebeu nada disto que eu disse. Você ama ou gosta mais da sua mulher ou dos seus filhos do que os seus pais de si, ou os seus avos dos seus pais, ou os seus bisavos dos seus avos, etc etc etc. Estes sentimentos não mudam mas se o senhor acha.
Quanto ao senhor achar que a humanidade retrocede se surgirem exemplos como o de Hitler não sei como o senhor chegou ai, mas evoluiu não percebo como não chega a mesma conclusão em relação a pena de morte é fantástico.
É que as ideias evoluem mesmo só não evoluem em algumas mentes.
[Responder]
Caro Ezer:Eh Eh!aquela do Suartho foi mesmo oportuna.Penso que sei onde queria chegar:entre 1965-67,um milhao de comunistas indonesios exterminados,entre 1975-99,200 mil timorenses assassinados ou vitimas de deslocaçoes forçadas pelas botas cardadas dos indonesios.E o que é que lhe aconteceu?Nada!o velho general só foi indiciado por nepotismo e tem escapado á barra do tribunal através de atestados médicos.O mesmo estratagema utilizado pelo facínora Pinochet.Mas pronto,ninguem fala disto.Pessoas como o Daniel Oliveira preferem atacar o Fidel e colocarem-no ao nivel do Pinochet(!) do que o Suarhto,um hitler asiático.Sim,nao foi só o Pol Pot.
[Responder]
O JV rebata isto se puder? Ou és burro ou não consegues entender o que eu digo.
Há alguma diferença entre não entender o que os outros dizem e ser burro? Se não, para quê o ou?
Fugir eu? de que, da tua argumentação?
Foi o que deste a entender com o «não vou perder tempo». Isso é paleio de quem prepara uma fuga de fininho.
De facto tens demonstrado grandes ideias. O homem expõe-as compõe ai um texto, eu estou a rebater ou seja a explicar-te de novo as minhas próprias palavras. Para que hei de estar a perder tempo com coisas que já disse.
Porque eu tas deito abaixo: se puderes replicar, fá-lo.
Você faz-me lembrar um rouxinol. Olhe vá dar uma volta
Tu não me fazes lembrar nada: tu de facto és um tipo sem nada na cabeça. E quanto a dar uma volta, isso querias tu, que eu fosse dar uma volta e não voltasse aqui para pisotear a tua argumentação sem direito a resposta: mas não tens sorte…
Esta aqui rebatido viu? Justiça não é vingança, acha que isto é civilização acha que isto é defensável?
De todo em todo: justiça é fazer com que o criminoso pague pelo crime que fez na justa medida do que cometeu. É aliás medida comummente aceite entre os juristas do nosso tempo que uma pena deve ser equiparada à gravidade do crime cometido: ora, a única que se equipara à morte é a morte.
Só em mentes distorcidas
Só em mentes distorcidas é que se aceita que um assassino seja sustentado indefinidamente por uma população inocente.
Você não tem um conceito de justiça mas de vingança esta aí a comparação.
O conceito de justiça não tem o poder de infligir um castigo por cada crime, mas sim de punir o mal.
E a vingança não é também a punição de um mal? A única diferença é que a Estado de Direito pune um mal de forma legitimada pelo voto popular.
pelo Essa é a justiça que deve ser feita e não cairmos na tentação de que para por exemplo se pudéssemos julgar o Hitler, Milosevic, Estaline, Mussolini, Pol Pot e que fossem castigados na mesma proporção do mal que fizeram à humanidade, teríamos que lhes infligir penas iguais, o que faria de nós, seres iguais ou piores
Nem por sombras: nós estamos a fazer com que eles sofram tanto como fizeram sofrer: nós estamos a punir, eles estavam a praticar violência injustificada. Ora, a punição da violência pelo Estado justifica-se; a violência gratuita não. Creio que até para um tipo tão subvertido no que à moral diz respeito como você isto é compreensível…
Então não teríamos qualquer justiça mas vingança se fossemos infligir um castigo por cada crime
Se quiser, chame-lhe vingança. E eu chamarei à sua «justiça» onde as punições são menos graves que os crimes cometidos nada menos do que desrespeito em estado puro pelas vítimas do crime.
E a justiça não é baseada na igualdade mas na equidade. Cada caso é um caso e se por exemplo ao aplicar uma lei, se se perceber que a aplicação pura e simples desta, sem atentar para as peculiaridades do caso concreto, pode levar a uma injustiça?
Então, atente-se nas peculiaridades do caso. Não me ouviu dizer que quem mata deve ir imediatamente para a forca, sem que um juíz avalie poderadamente as razões por trás do crime.
Pode e deve, portanto, sem fugir ao preceito jurídico, moldar a norma fria do texto ao elemento humano de cada caso. Isso e a equidade: aplicação ideal da norma ao caso concreto.
A equidade é princípio do direito natural e serve, às vezes, para corrigir as lacunas do direito legislado. Como a lei legislada tem um conteúdo geral e não abrange os casos excepcionais, concretos, pode ocorrer que, se for aplicada rigidamente, segundo um texto geral, em certos casos, conduzirá a injustiças que não se acham na intenção do legislador. Então é necessário interpretar ou emendar racionalmente a lei legislada conforme a intenção do legislador e as exigências da justiça, e esta correcção do direito positivo pelo natural constitui a equidade ou direito equitativo.
Concordo, e nunca me ouviu dizer o contrário.
Não sei em que medida a busca ostensiva da segurança pode enfraquecer a justiça: garantir que os cidadãos estão seguros em sua casa, na rua, no emprego, não é justo?
A pena de morte nada mais é senão a institucionalização pelo Estado de um dos mecanismos de defesa criados pela população para combater o acirramento da violência, enquanto os justiceiros e os esquadrões da morte situam-se entre os instrumentos informais e oficiosos.
E então, o que vê de mal nisso?
As propostas de pena de morte ligam-se ao maniqueísmo do bem e do mal, na medida em que os “bons” julgam-se no direito de indicar a punição para os “maus”, enquanto aos “maus” é dada a oportunidade de expiação de suas culpas, oferecendo suas vidas em holocausto. trata-se de um equivocado conceito de justiça, ou, melhor dizendo, uma regulamentação da vingança, fundamentada na Lei de Talião: olho por olho, dente por dente.
E daí? Nada vejo de injusto nisso: injusto seria o contrário, seria dar a um crim uma pena mais leve do que o mal que que se cometeu.
E quanto à ideia maniqueísta de que fala, em boa verdade é assim: o Estado está a julgar uma pessoa – e se entender que ela procedeu mal, pune-a. Queira-io você ou não, em todo o julgamento é a isto que se assiste: o Bem pune o Mal.
A cada época, desde o desaparecimento dos suplícios, aparecem novas justificativas éticas, morais ou políticas para o direito de punir. A civilização aboliu o corpo como alvo da repressão penal, exposto vivo ou morto, esquartejado ou oferecido como espectáculo. Eliminou-se o domínio da pena sobre o sofrimento físico, a dor. Assim, a adopção da pena de morte configura uma regressão em termos de costumes e civilização.
A menos que se considere que ter feito com que o criminoso passasse a sofrer penas mais leves tenha sido, isso sim, uma regressão.
A pena de morte, instrumento antigo e medieval e ultrapassado
Instrumento pré-medieval. E de modo nenhum ultrapassado.
existindo ainda em muitos países do mundo é trazida à baila sempre que ocorrem crimes violentos que abalam a opinião pública. Os argumentos utilitários empregados em sua defesa não se sustentam no exame da realidade, comovidos pelos crimes violentos apresentados e embalados na histeria colectiva da vingança, a sede de sangue que, ao fim e ao cabo, vai construir mais um componente de opressão do próprio povo.
Isso não lhe admito: não me chama opressor.
A pena de morte não é a prática de um crime de homicídio: matar um homem que nunca fez mal a ninguém é homicídio; matar um assassino, é aplicação de Justiça.
O que eu creio que “seja” não é o JV. Sabe que mais vou mesmo fugir de si mas para não desaprender o pouco que ainda sei
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O JV É UMA BESTA. PRONTO JÁ DISSE
[Responder]
Pois é JV não vale a pena perder muito tempo discutindo contigo. Está-se a falar de uma coisa e você entende outra.
Quando eu mencionei a magna carta, o que é que a magna carta tem a ver com o que você diz de ter sido imposta por joão sem terra a aristocracia e burguesia inglesa?
Tem a ver com o facto de tu teres dito que ela era uma demonstração de que o Povo Inglês queria direitos: está dito em um dos primeiros povos a exigir direitos e garantias foi o inglês através da magna carta. Isto é falso, posto que a Magna Carta é uma exigênia dos Nobres ingleses, não é do Povo. Portanto, a tua afirmação estava errada e teve de ser replicada – tenta não falar com leviandade daqui por diante, e não volta a acontecer. Duas vezes já bastaram…
Estávamos a falar de direitos e pena de morte e se eu a mencionei isso foi só por esta razão
A Carta Magna era um tratado de direitos, mas principalmente deveres, do rei para com os seus súbditos.
Não: dizias que tinha aparecido porque o Povo se tornou mais exigente e a impôs. Isso é falso, mas falso como as notas de 15€.
e considera-se que este tratado marca o início da monarquia constitucional em Inglaterra. Qualquer aluno do secundário ao falar de direitos humanos sabe o que é a magna carta
Sim, mas mesmo um aluno do secundário tem a obrigação de se informar sobre o que a Magna Carta foi, historicamente, se quiser debatê-la: e não pode dizer «a Magna Carta decorre da consciencialização do Povo Inglês, que a exigiu ao Rei», porque isso é uma alarvidade que nem a alunos do secundário se deve consentir.
Logo, podes limpar as mãos à parede com o que aprendeste no secundário sobre a razão de ser da Magna Carta.
E ao contrário dos outros países que só séculos mais tarde conseguiram essa evolução, era isto que eu queria dizer mas vi que você não sabe do que eu falava.
Não, não era isso que querias dizer, mas sim que a Magna Carta decorria de uma consciencialização e de uma exigência maior do Povo Inglês no que concerne aos direitos. Está a frase ali em cima, para quem a quiser ver: se não lês o que escreves, o mal é teu; eu leio, e replico com base nisso.
È sabido que a legitimação das monarquias no passado idade media por exemplo, era de origem divina e esse direito era inquestionável, os reis eram reconhecidos pelo papa, destituídos, excomungados etc. a nossa história tem exemplos na primeira dinastia. Mais tarde esta teoria de origem divina foi posta em causa e surgiram teorias racionalistas e iluministas, surgem as teorias contratualistas mais precisamente na revolução francesa e o poder de legitimação não provem de seres celestiais como na idade media, que dá legitimidade à monarquia, nem em seres iluminados pela razão e sabedoria, absolutismo (despotismo esclarecido) mas em todos nós que juntando as nossas vontades através do voto transferimos e conferimos por um determinado prazo ( mandato) o seu exercício em nosso nome a quem elegemos, e que podemos destituir passado o prazo ou renovar.
Essa ideia já estava presente em Atenas: asim se elegia a Assembleia dos 500, ou Bulé, que desempenhava, grosso modo, as funções dos Governos actuais.
E não. Você esta mesmo errado. Existe: idade antiga, (sem ir para trás pré-historia ) idade media, idade moderna e contemporânea
Regimes é que temos Feudalismo, absolutismo, liberalismo e depois quais quer escolher sem ser regimes, (cabralismo, fontismo, rotativismo,) republicanismo, fascismo comunismo etc. o senhor confunde épocas da historia com fases políticas dessa mesma historia
Eu não confundo nada: tu é que misturaste as duas coisas dizendo, e cito outra vez, da passagem da idade media a idade moderna e do absolutismo ao liberalismo os povos foram se tornando mais exigentes e conhecedores. Esta frase pode induzir ao erro de se considerar que a passagem da Idade Média à Idade Moderna equivale à passagem do Absolutismo ao Liberalismo, o que é um erro clamoroso. Daí o meu reparo. Talve tenha sido um rigorismo, concedo, mas pareceu-me importante.
não percebeu nada disto que eu disse. Você ama ou gosta mais da sua mulher ou dos seus filhos do que os seus pais de si, ou os seus avos dos seus pais, ou os seus bisavos dos seus avos, etc etc etc. Estes sentimentos não mudam mas se o senhor acha.
Eu não disse isso: você é que disse que a Humanidade só não progride nos sentimentos, mas em tudo o resto está em constante evolução. Eu disse que a regressão e o progresso existem conjuntamente na Humanidade. E mantenho – achar que isto anda em evolução constante é de uma estupidez grosseira…
Quanto ao senhor achar que a humanidade retrocede se surgirem exemplos como o de Hitler não sei como o senhor chegou ai
Aplicando um critério de justiça.
não percebo como não chega a mesma conclusão em relação a pena de morte é fantástico.
Aplicando um critério de justiça, também. Já lhe disse que um criminoso não pode ficar em vantagem em relação à vítima: nada há mais justo do que isto.
É que as ideias evoluem mesmo só não evoluem em algumas mentes.
Evoluem e regridem em toda a Humanidade. Aliás, se não regredissem, se não degenerassem, ninguém defendia as suas posições.
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O que eu creio que “seja” não é o JV. Sabe que mais vou mesmo fugir de si mas para não desaprender o pouco que ainda sei
Tanta conversa no início para agora reconhecer que foge mesmo: como hei-de eu entender esta gente?
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Caro Daniel, Apesar de estar nos antípodas do meu amigo em muitos assuntos, outros há em que concordo plenamente com o que escreve,sem qualquer tipo de espinhas. Este seu post sobre a morte do Saddam é um desses exemplos. Desta vez, a dignidade na morte está no supliciado e na forma como a enfrenta, de cara destapada. Os esbirros, esses, âparecem embuçados, como que envergonhados do acto que dirigiam. Irónica morte esta, de alguém que adquiriu nesse supremo momento uma “dignidade” que nunca teve em vida e que muitas vezes recusou a outros. Meu caro, continue a arrastá-los, pois são muitos e justificados “os interesses” que unem os homens de bem.
Paulo
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Quando eu mencionei a magna carta, o que é que a magna carta tem a ver com o que você diz de ter sido imposta por joão sem terra a aristocracia e burguesia inglesa?
Até por aqui se vê que quem não entende um átomo do que lê és tu, posto que o que se disse foi, e cito-me, quem impõe a Magna Carta a João Sem Terra é a Aristocracia Inglesa, na decorrência da clamorosa derrota perante as tropas francesas em Bouvines: os Nobres viram neste insucesso militar a gota de água na senda de erros de gestão do monarca, e impuseram-lhe uma Câmara fiscalizadora para que este não arruinasse o Reino. Ou seja, a Magna Carta não foi imposta por João Sem Terra aos Nobres como tu disseste na frase que cito acima, mas exactamente ao contrário: logo, assim se prova que quem de facto nada entende do que lê és tu.
Até agora estive tentado a mandar-te de volta ao secundário, para ver ver se aprendias alguma coisa. Mas perante a gravidade da situação, é bom que vás antes para os banquinhos da primária, e que aprendas por lá a ler decentemente: depois de saber ler vai aprender História, e quando a tiveres bem aprendida logo conversas com os «adultos».
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É fácil entender JV, agora a sério vá dar mesmo uma volta, você não diz nada de nada, limita-se a compilar palavras mas não sabe raciocinar nem escrever um texto expondo ideias e o seu ponto de vista da pena de morte da civilização da sua evolução etc etc.
E esta é fantástica
Mas eu quero que você mostre esses juristas que defendem a pena de morte e que
dizem isto
[“justiça é fazer com que o criminoso pague pelo crime que fez na justa medida do que cometeu. É aliás medida comummente aceite entre os juristas do nosso tempo que uma pena deve ser equiparada à gravidade do crime cometido: ora, a única que se equipara à morte é a morte.”]
[“A pena de morte nada mais é senão a institucionalização pelo Estado de um dos mecanismos de defesa criados pela população para combater o acirramento da violência, enquanto os justiceiros e os esquadrões da morte situam-se entre os instrumentos informais e oficiosos.
E então, o que vê de mal nisso?”]
Você nem se apercebe o que vejo de mal nisto, mas você não vê nem por sombras, num caso é justiça popular como devemos ser “evoluídos” mas afinal não somos, temos de o parecer e ser o estado a substituir os cidadãos a fazer essa justiça popular só isto.
Que não lhe chame opressor? Não me admite? Mas é o que as suas ideias no fundo até representam sabe isso não sabe? ou quer esconder e sentiu-se tocado.
A pena de morte é discriminatória e muitas vezes usada de forma desproporcionada contra os pobres, minorias e membros de comunidades raciais, étnicas e religiosas, atingindo por vezes inevitavelmente vítimas inocentes. Os prisioneiros executados não são necessariamente os piores, mas aqueles que eram demasiado pobres para contratar bons advogados ou que tiveram de enfrentar juizes mais duros. Nos EUA a maioria dos condenados são negros e hispânicos.
A pena de morte tem sido usada como uma forma de repressão política, uma forma de calar para sempre os adversários políticos. Em muitos destes casos, as vítimas são condenadas à morte após julgamentos injustos. Enquanto a pena de morte for aceite, a possibilidade de influências políticas manter-se-á.
Por outro lado, muitos políticos apoiam a pena de morte apenas para conseguirem mais votos; eles sabem que os eleitores desinformados e receosos pelos níveis de violência são entusiastas de pena capital.
Sabe que mais JV passe bem, recomendo-lhe o sodoku para exercitar o raciocinio
[Responder]
Ridículo não o JV mereces palmas, detectaste uma troca na minha argumentação acerca da magna carta ao dizer quem impôs o que a quem? Fantástico, não penses que não sabia só troquei mas olha lá tu para alem disso nem sequer lesta a magna carta. O homem perde algum tempo e lê-a eu dei-te ai umas dicas, Nem sabias o que isso marcava na historia da Inglaterra e dos direitos humanos de modo que quem tem muito que aprender és tu, mas eu não estou aqui para te dar lições esta bem
[Responder]
É fácil entender JV, agora a sério vá dar mesmo uma volta, você não diz nada de nada, limita-se a compilar palavras mas não sabe raciocinar nem escrever um texto expondo ideias e o seu ponto de vista da pena de morte da civilização da sua evolução etc etc.
Deixe-se de raivinha, amigo: não sabe responder, não responda. Acontece aos melhores ficar sem palavra..
Mas eu quero que você mostre esses juristas que defendem a pena de morte e que
dizem isto
Mais uma vez, não entendeu o que leu: é que nem com a frase à frente dos olhos – bolas, também é inépcia a mais! Nem lhe exigi que a fosse buscar a textos muito anteriores!
Vejamos o que eu disse: justiça é fazer com que o criminoso pague pelo crime que fez na justa medida do que cometeu. É aliás medida comummente aceite entre os juristas do nosso tempo que uma pena deve ser equiparada à gravidade do crime cometido: ora, a única que se equipara à morte é a morte.
Referências, as mais mínimas, as mais veladas, especificamente a juristas que defendem a pena de morte? Zero. A sua arenga nesse ponto não colhe.
Só falei de juristas para dizer que para estes é aceitável que um crime seja pago com uma pena equivalente ao mal que proporcionou. Ora, o mal causado pela morte só se repara com a morte.
Você nem se apercebe o que vejo de mal nisto, mas você não vê nem por sombras, num caso é justiça popular como devemos ser “evoluídos” mas afinal não somos, temos de o parecer e ser o estado a substituir os cidadãos a fazer essa justiça popular só isto.
Ah, vejo que percebeu: de facto o Estado tem de fazer aquilo que o Povo faria no seu lugar. A CRP é clara: «compete aos tribunais fazer justiça em nome do Povo». Ora, quem faz seja o que for em nome de outrém, se estiver de boa-fé, faz o que essa outra pessoa acharia melhor se estivesse no seu lugar: logo…
Que não lhe chame opressor? Não me admite? Mas é o que as suas ideias no fundo até representam sabe isso não sabe? ou quer esconder e sentiu-se tocado.
De maneira nenhuma: em momento nenhum propor que um assassino seja punido com a morte é aceitar repressão sobre as pessoas: todos têm direito à Liberdade, à Igualdade, à Justiça, a tudo. Mas se cometerem um crime de sangue, nada mais merecem que a morte.
A pena de morte é discriminatória e muitas vezes usada de forma desproporcionada contra os pobres, minorias e membros de comunidades raciais, étnicas e religiosas, atingindo por vezes inevitavelmente vítimas inocentes.
Não tenho dados concretos para afirmar isso, mas discordo profundamente se assim for. Faço porém notar que nada há na essência da pena de morte que exija que as minorias sejam mais causticadas por ela: isso tem a ver com o juíz, não com a lei.
Os prisioneiros executados não são necessariamente os piores, mas aqueles que eram demasiado pobres para contratar bons advogados ou que tiveram de enfrentar juizes mais duros.
Se são assassinos a sangue frio, devem morrer. E se se provar que o eram, não há advogado que lhes valha.
Mas enfim, nenhum regime é perfeito, e mais uma vez a culpa da desigualdade social não radica na exitência de pena de morte, mas em causas muito mais estruturais.
A pena de morte tem sido usada como uma forma de repressão política, uma forma de calar para sempre os adversários políticos. Em muitos destes casos, as vítimas são condenadas à morte após julgamentos injustos. Enquanto a pena de morte for aceite, a possibilidade de influências políticas manter-se-á.
Isso em Estados autoritários: ninguém fala em instituir um Estado autoritário. A pena de morte é um instrumento do autoritarismo, não é a base do autoritarismo. Dizer isso é afirmar que a culpa dos homicídios à punhlada é da existência de punhais…
Por outro lado, muitos políticos apoiam a pena de morte apenas para conseguirem mais votos; eles sabem que os eleitores desinformados e receosos pelos níveis de violência são entusiastas de pena capital.
E estão no seu direito. Contudo, dizer que é só por isso que a apoiam é mera especulação sua.
Sabe que mais JV passe bem, recomendo-lhe o sodoku para exercitar o raciocinio
Estranhamente, mau grado as minhas falhas de raciocínio, não respondeu a um só argumento dos que lhe contrapus no comment anterior: é lixado, não é?
Boa viagem, anónimo: se me recomendou sudoku, a si recomendo-lhe, mais uma vez, um regresso à escola primária, para ver se começa a dominar as ferramentas básicas – depois, “quando for grande”, falaremos…
[Responder]
Ridículo não o JV mereces palmas, detectaste uma troca na minha argumentação acerca da magna carta ao dizer quem impôs o que a quem?
Pois foi: é mesmo ridículo que tenhas incorrido num erro tão primário, não é? Mas enfim, de tão ignorante que és nada podias fazer para o evitar…
Fantástico, não penses que não sabia só troquei
Yeah, right…
mas olha lá tu para alem disso nem sequer lesta a magna carta.
Dizes tu. E eu posso dizer que tu nem sequer leste um bom livro sobre a História Medieval Inglesa, e posso prová-lo com a tua afirmação de que a Magna Carta decorria de uma consciencialização e exigência popular: a única diferença é que eu posso provar isso, e tu não.
O homem perde algum tempo e lê-a eu dei-te ai umas dicas, Nem sabias o que isso marcava na historia da Inglaterra
Tanto sabia que to disse
e dos direitos humanos de modo que quem tem muito que aprender és tu
Visto está que não (já agora, já que vais para a primária aprende por lá as regras de pontuação…).
mas eu não estou aqui para te dar lições esta bem
Tu? Dares-me lições a mim? Esta tem graça: já a formiga tem catarro, hein? Quem nasceu para tostão nunca chega a conto de reis, rapaz: põe-te no teu lugar, aprende a ler – e já agora a escrever – que logo falamos.
[Responder]
O JV, a magna carta e não pense que disse o contrario, o povo esta ai no lugar de súbditos que é o que se chama aos cidadaõs na monarquia, e o rei ao firmar a magna carta comprometia-se a cumprir regras especificas de respeito aos seus súbditos.
Se o povo se tornou mais exigente e acha que eu quis dizer isso e uma interpretação interprete a sua vontade a verdade é que foi uma conquista para o povo ( súbditos)
A noção de direito divino dos reis se baseava-se no suposto de que o monarca , como delegado de Deus, estava obrigado a cuidar dos seus cidadãos seres menores da criação a obediência era paga com a protecção
(Este sistema a ver se aprende continuou a vigorar na Europa a origem divina do poder por isso eu fiz referencia a magna carta mas dispenso as suas manigâncias e chamadas de atenção)
Nem sempre funcionou assim o rei João o mais impopular dos monarcas ingleses, desesperou os seus barões que se revoltaram 1215, logrando e conseguindo impor-se e obrigar o rei a firmar um acordo, chamado em latim Carta Magna.
O rei ao firmar a magna carta comprometia-se a cumprir regras especificas de respeito aos seus súbditos.. esta carta contem 63 artículos, a maioria relacionadas com o uso indevido por parte do rei, dos seus poderes judiciais e financeiros. as cláusulas 39 e 40, as mais celebres dizem:
39) nenhum homem livre poderá ser preso ou encarcerado sem julgamento prévio por parte dos seus iguais e de acordo com a lei do país [por homem livre entendia-se um adulto de sexo masculino súbdito da coroa, que nao era servo nem escravo.
40) A ninguém venderemos nem negaremos nem renunciaremos o direito a justiça.
“[Vejamos o que eu disse:
justiça é fazer com que o criminoso pague pelo crime que fez na justa medida do que cometeu. É aliás medida comummente aceite entre os juristas do nosso tempo que uma pena deve ser equiparada à gravidade do crime cometido: ora, a única que se equipara à morte é a morte.”]
quais são esses juristas? Correntes doutrinarias por exemplo, penalistas etc, porque eu conheço alguns e isso não é verdade, ninguém defende isso. gostava de conhecer de modo que avance alguns nomes.
[Responder]
O JV, a magna carta e não pense que disse o contrario, o povo esta ai no lugar de súbditos que é o que se chama aos cidadaõs na monarquia, e o rei ao firmar a magna carta comprometia-se a cumprir regras especificas de respeito aos seus súbditos.
Mas não foi imposta pelo Povo ao Rei. Estamos a falar da Idade Média, logo Povo significa laboratores, campesinos, mesteirais, etc. Tem algum rigor na linguagem que usas, digo-to pela terceira ou quarta vez.
Se o povo se tornou mais exigente e acha que eu quis dizer isso e uma interpretação interprete a sua vontade
Não é uma questão de interpretação: tu disseste um dos primeiros povos a exigir direitos e garantias foi o inglês através da magna carta. Ipsis verbis: tem lá paciência, mas erraste. Santa Paciência, toca a todos…
a verdade é que foi uma conquista para o povo (súbditos)
Em muito escassa medida, se pensarmos em Povo na acepção que tinha ao tempo, que é a que se deve empregar por uma questão de rigor.
A noção de direito divino dos reis se baseava-se no suposto de que o monarca , como delegado de Deus, estava obrigado a cuidar dos seus cidadãos seres menores da criação a obediência era paga com a protecção
(Este sistema a ver se aprende continuou a vigorar na Europa a origem divina do poder por isso eu fiz referencia a magna carta mas dispenso as suas manigâncias e chamadas de atenção)
Eu preferia chamar-lhe achegas, ajudas, acrescentos, mas enfim, se não quer não forço.
Nem sempre funcionou assim o rei João o mais impopular dos monarcas ingleses, desesperou os seus barões que se revoltaram 1215, logrando e conseguindo impor-se e obrigar o rei a firmar um acordo, chamado em latim Carta Magna.
O rei ao firmar a magna carta comprometia-se a cumprir regras especificas de respeito aos seus súbditos.. esta carta contem 63 artículos, a maioria relacionadas com o uso indevido por parte do rei, dos seus poderes judiciais e financeiros. as cláusulas 39 e 40, as mais celebres dizem:
39) nenhum homem livre poderá ser preso ou encarcerado sem julgamento prévio por parte dos seus iguais e de acordo com a lei do país [por homem livre entendia-se um adulto de sexo masculino súbdito da coroa, que nao era servo nem escravo.
40) A ninguém venderemos nem negaremos nem renunciaremos o direito a justiça.
Em que medida isto acrescenta um grão de arroz ao que se disse (que não foi por vontade do Povo que a Magna Carta se impôs)? Em nada. Isto justifica o teu erro de linguagem ao empregar o termo povo, e a demonstração de ignorância que buscaste remendar à pressa quando dizias que foi imposta por João Sem Terra? Claramente, não. Perdeste tempo a escrever um texto qualquer totalmente a despropósito – tempo que podias ter gasto a responder aos meus argumentos: desviar a discussão para mera exposição de conhecimentos sobre os antecedentes da Magna Carta soa a enrascanço no resto…
quais são esses juristas? Correntes doutrinarias por exemplo, penalistas etc, porque eu conheço alguns e isso não é verdade, ninguém defende isso. gostava de conhecer de modo que avance alguns nomes.
Qualquer jurista admite que um crime tem de ser punido com uma pena que se equipare ao crime que cometeu. É do b-a-ba do ofício, é por isso que não há uma só pena para todas as infracções: mas se conhece alguns que não concordam com isso, tudo bem. Estamos num país livre, onde todas as opiniões, mesmo as descabidas – como é o caso dessas – são aceitáveis…
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[“quais são esses juristas? Correntes doutrinarias por exemplo, penalistas etc, porque eu conheço alguns e isso não é verdade, ninguém defende isso. gostava de conhecer de modo que avance alguns nomes.”]
["Qualquer jurista admite que um crime tem de ser punido com uma pena que se equipare ao crime que cometeu. É do b-a-ba do ofício, é por isso que não há uma só pena para todas as infracções: mas se conhece alguns que não concordam com isso, tudo bem. Estamos num país livre, onde todas as opiniões, mesmo as descabidas - como é o caso dessas - são aceitáveis..."]
Isto és tu que dizes não me interessa a tua opinião. diz-me correntes doutrinarias, filosofias, jurisprudência. Da me nomes não de comentadores género Vasco Graça Moura da me nomes de penalistas, jurisconsultos etc , diz me em que doutrinas fundamentas a tua teoria da justiça da vingança da pena de morte. nomes.
[Responder]
Isto és tu que dizes não me interessa a tua opinião. diz-me correntes doutrinarias, filosofias, jurisprudência. Da me nomes não de comentadores género Vasco Graça Moura da me nomes de penalistas, jurisconsultos etc , diz me em que doutrinas fundamentas a tua teoria da justiça da vingança da pena de morte. nomes.
Não me referia a isso: quem disse que eu estava a falar de juristas que defendiam a pena de morte eras tu; eu nunca disse que me defendia com base na opinião de um jurista ou outro, mas tão-só que era comum entre os juristas aceitar que cada crime é punido de acordo com a sua gravidade – cada crime recebe uma punição de acordo com a gravidade que tem: e, do meu ponto de vista, a única punição equivalente para um crime de homicídio, é a morte. Mas nunca disse que havia juristas a defender a pena de morte. Todavia, se tanto insistes em ouvir a opinião de juristas, basta citar-me um: Orígenes, advogado do séc. III, que dizia que «as ideias não têm de se fundamentar no pensamento dos outros, mas tão-só na sua aceitação pela Razão Humana».
[Responder]
[“cada crime recebe uma punição de acordo com a gravidade que tem: e, do meu ponto de vista, a única punição equivalente para um crime de homicídio, é a morte”]
O JV agora sim mesmo a sério acabou aqui a conversa,
Isso é uma pura mentira é claro que há uma equivalência mas não necessariamente a morte já no tempo dos romanos isso era permitido em vez da lei de talião se houvesse acordo chegava-se a composição esta na lei das doze tábuas e que é uma espécie de punição mas não idêntica indemnizatória e privativa da liberdade.
De modos que a sua filosofia é barata e pessoal, o seu conceito de justiça é pessoal a sua pena de morte também.
Passe bem
[Responder]
Isso é uma pura mentira
Não, não é: isso é dos rudimentos do direito.
é claro que há uma equivalência mas não necessariamente a morte já no tempo dos romanos isso era permitido em vez da lei de talião se houvesse acordo chegava-se a composição esta na lei das doze tábuas e que é uma espécie de punição mas não idêntica indemnizatória e privativa da liberdade.
Não creio que acordos desses fossem muito frequentes, muito menos em casos de homicídio… Em todo o caso,vejo que já recuou em todos os pontos – agora nem sequer contrapõe!
De modos que a sua filosofia é barata e pessoal, o seu conceito de justiça é pessoal a sua pena de morte também.
Como, creio, o são a Justiça, a Filosofia e a Pena de Morte para todos os homens: a menos que acredite que existe, num qualquer Mundo inteligível o conceito de Pena de Morte, Filosofia, etc. (essa é uma ideia bastante platónica, que sinceramente não lhe fica bem e não lhe esperava).
Estou apenas a expor as minhas ideias, e a debatê-las com quem discorda de mim.
Mas enfim, se você quer ir embora (ainda que eu duvide que vá, já ameaçou algumas 5 vezes e até agora nada) até qualquer dia…
[Responder]
o jv teve o seu dia de glória… coitadinho!
[Responder]
O Nélio nunc há-de ter um dia de glória… falhado!
[Responder]
DO, é melhor tirares video que o JV já viu isso vezes demais.
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No meio disto tudo,uma excelente tirada foi a do Ezer:aquela do Suartho foi mesmo oportuna.Penso que sei onde ele queria chegar:entre 1965-67,um milhao de comunistas indonesios exterminados,entre 1975-99,200 mil timorenses assassinados ou vitimas de deslocaçoes forçadas pelas botas cardadas dos indonesios.E o que é que lhe aconteceu?Nada!o velho general só foi indiciado por nepotismo e tem escapado á barra do tribunal através de atestados médicos.O mesmo estratagema utilizado pelo facínora Pinochet.Mas pronto,ninguem fala disto.Pessoas como o Daniel Oliveira preferem atacar o Fidel e colocarem-no ao nivel do Pinochet(!) do que o Suarhto,um hitler asiático.Sim,nao foi só o Pol Pot.
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Receita de enforcamento infantil.
1) Mostra-se um enforcamento até à exaustão;
2) Defende-se que o enforcado apesar de mau rapaz é bom rapaz, melhor que o carrasco que, esse sim, é mesmo mau;
3) Espera-se dois ou três e as crianças começam a enforcar-se.
Parabéns Daniel por gostar tanto de praticar estas receitas! Um dia destes recebe o prémio nóbel da azelhice!
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Tenham dó. Agora não se deve mostrar as imagens por causa das crianças. E devemos não mostrar nada que seja violento. Até sermos todos crianças. O jornalismo não se pode infatilizar para poder ser visto por crianças. Os pais não devem deixar os seus filhos ver o telejornal.
De resto, só faltava aqui ser responsabilizado pela morte de crianças. Era mesmo só que faltava.
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«[...] e as crianças começam a enforcar-se.»
O argumento é perigoso. Já morreram crianças por tentarem descolar de cima do guarda-vestidos. Vamos proibir o Superman? E, ja´agora, tirar as pistolas ao Tintim, as espadas aos cavaleiros do rei Artur, os perigosos menhires ao Obelix?
Bem sei que essas historietas divertidas são todas fantasistas e, por assim dizer, a brincar. Mas desde quando é que o supremo ditador do sistema solar, especialista em cortar gente às fatias em gigantescos paper-shedders e eliminar populações inteiras só porque estava com azia, deixou de ser uma personagem de BD e se tornou uma pessoa de carne e osso?
Nenhuma criança de tenra idade vai fazer a distinção: a discriminação inteligente entre os factos e a ficção é própria dos adultos. Logo o perigo que o diabólico Saddam apresenta para as crianças, mesmo depois de morto, não parece superior, digamos, ao das amenas historietas canibalísticas ou incestuosas dos irmãos Grimm.
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“cada crime recebe uma punição de acordo com a gravidade que tem: e, do meu ponto de vista, a única punição equivalente para um crime de homicídio, é a morte”
E para os torturadores, a tortura? E para os violadores, a violação?
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O senhor Sinfonia do disparate “consontante” escolheu um belo nome para se autocatalogar.
Como argumentar contra tal excremento é mais constrangedor do que explicar uma piada seca e básica, eu assim me calo, pedindo aos restantes comentadores que: “Não se mencione o excremento.”
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Daniel,
“De resto, só faltava aqui ser responsabilizado pela morte de crianças. Era mesmo só que faltava.”
Não pretendia responsabilizá-lo de nada. De resto todos sabemos que não reúne condições para deixar de ser inimputável. Você nunca poderá ser responsabilizado pelo que quer que seja.
O mesmo se passa com o aborto. Você não é culpado de nada, nem tem de assumir responsabilidade nenhuma. Sinta-se em casa porque vivemos hoje o triunfo da inimputabilidade!
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Em relação ao aborto eu sou responsabilizavel por quê? Sabe o quê da minha vida?
Mesmo assim, sempre lhe digo que para ser responsabilizado por o que faço e digo tenho uma vantagem em relação a si: assino com o meu nome aquilo que escrevo.
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Daniel,
“De resto, só faltava aqui ser responsabilizado pela morte de crianças. Era mesmo só que faltava.”
Não pretendia responsabilizá-lo de nada. De resto todos sabemos que não reúne condições para deixar de ser inimputável. Você nunca poderá ser responsabilizado pelo que quer que seja.
O mesmo se passa com o aborto. Você não é culpado de nada, nem tem de assumir responsabilidade nenhuma. Sinta-se em casa porque vivemos hoje o triunfo da inimputabilidade!
(P.s.: Faltava a assinatura
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«De resto, só faltava aqui ser responsabilizado pela morte de crianças. Era mesmo só [o] que faltava.»
Mas olhe que vai ser… olhe que vai…
Assim que tivermos licença das autoridades para deixarmos de confundir os direitos de pessoas humanas com os de colónias de células ainda sem neurónios e muito menos sistema nervoso ou sensibilidade, sob o pretexto de que as almas do limbo pré-natal se vêem impedidas de se materializarem já, aqui e agora, sem hipótese de esperarem por melhor oportunidade, vai ver que também terá o seu lugar assegurado nos alvos a abater pelas brigadas do terrorismo humanista.
[Já agora corrijo: queria eu, como é óbvio escrever "shredder" na parte que tocava às Lendas das 1001 Noites]
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E para os torturadores, a tortura? E para os violadores, a violação?
Para isso há penas de prisões, para o criminoso sofrer tanto quanto fez sofrer com a ausência de liberdade e o confinamento a um espaço determinado por um determinado período.
Se bem que eu não via mal nenhum se os torturadores levassem uma boa sova que os deixasse de molho por uns tempos em razão do crime que cometeram: ou que os violadores fossem castrados, por exemplo…
PS- Saúdo o facto de o DO ter acabado por discutir comigo. Afinal sempre há questões que não são só para lamentar, mas também para argumentar: bem-vindo.
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Não disse que era responsável. Disse o contrário, que não era. Você não é responsável de coisa nenhuma. Esteja descansado.
Não sei nada da sua vida. Nem quero saber. É do foro privado. Apenas leio os seus disparates e reflicto-os no seu blogue como uma espécie de anti-espelho dialéctico. Digo o contrário do que você diz, apenas para o tornar um melhor argumentador. Estou preocupado com a sua educação ou falta dela…
Quanto às suas opiniões, não se aflija, não é responsável de nada. É irresponsável. É só isso que eu pretendo com os meus disparates. Não me leve a mal. Além do mais sou louco estreloucado!
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Tantos comentários… Basta vermos que se é contra a pena de morte ! E depois achar-se muito bem o aborto. HIPOCRISIA QUE TEM É IMPRESSIONANTE ! Um bocadinho de humildade e coerência não lhe ficava nada mal ! A imparcialidade num comentador é importante ainda por cima quando ele está num programa de tv !
Leia o meu artigo de 7 de janeiro no meu blog pa ver se muda de mentalidade e tem noçao do que é realmente fazer um comentário! A incoerência é muito má.
actualidade-presente.blogspot.com
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Gustavo Gama,
Pretende publicidade ao seu bloguezito, e vem aqui todo piripipó procurá-la.
Se você considera que a pena de morte é comparável ao aborto de um feto com 10 semanas; se na sua cabecinha tal comparação é feita como se pudessem comparar batatas com agriões, então eu só posso ter pena de si. nada mais.
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Empresa blogger, do google, revela dados pessoais de bloguistas portugueses. Blogue Povoaonline compelido a acabar.
A ver:
http://povoaonline.blogspot.com/2007_01_01_povoaonline_archive.html
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Lá está o Daniel com os seus exibicionismos éticos, a discorrer do alto da burra, babujando frases do mais bacoco politicamente correcto.
Sejamos claro:
todas estas indignadas opiniões sobre o enforcamento de Saddam, devem-se, não à excelência do seu farfalhudo bigode, mas porque é possível usar o evento como mais uma arma de arremesso na obsessão de crítica à América.
Só na China são executados mais de 300 indivíduos por dia, alguns deles com bigodes maiores que os do Saddam, e não há notícia de que os Daniéis que por aí andam, berrem como cabritos desmamados.
A verdade é que há pena de morte em democracias e ditaduras sem pena de norte.
Mesmo nos EUA, o repositório de todos os males do mundo e arredores, há estados que têm pena de morte e outros que não. A escolha, por incrível que pareça ao Daniel, é das respectivas populações.
Democrática portanto!
E em alguns dos países que se masturbam em pretensas superioridades éticas por terem abolido a pena de morte, a medida não foi democrática, mas resultante de imposições de elites.
Fascismo, portanto!
Mas sabe-se ao que vem o Daniel. O seu alvo são os americanos e verdadeiramente está-se nastintas para o Saddam e o “povo iraquiano” e as outras “causas” sobre as quais todos os Daniéis babam o seu “humanitarismo” de fancaria. Ninguém os vê tão empenhados relativamente ao “povo norte-coreano”, ou a terçar armas pelo Sr. Jiang-Xiao, um dos 10 000/ano, executados a tiro na China.
O seu objectivo é apenas exorcizar a obsessão antiamericana.
Fazem parte de uma ONG pujante que alguém já baptizou de “Estúpidos Sem Fronteiras”
Quanto à justiça do processo, o Daniel sabe o mesmo que eu, isto é, leu as gordas dos jornais e ouviu as manchetes das televisões e miscrou uns blogues.
A diferença é que eu não me sinto habilitado a tecer opinião sobre questões processuais que não conheço, mas há gajos quepensam que sabem por osmose tudo o que há a saber e tem opinião imperial sobre a questão.
A ignorância é sempre muito convencida.
Enfim, o homem foi abatido.
Pelo que se conhece da sua obra, deitou-se na cama que fez. A sua morte não me aquece nem me arrefece.
Não gostei de a ver televisionada,como, creio, a maioria das pessoas .
A morte, mesmo quando necessária, não é agradável de ver.
É como as vacas: sabermos que têm de morrer para nos afiambramos com os bifes de lombo, mas evitamos fazer sala no matadouro.
Todavia, caro Daniel, não gostar de ver a morte, não significa que se seja contra ela ou que não se apreciem os seus resultados.
Eu gosto bastante de bife de lombo de boi e acredito que o Daniel também trinca um bom churrasco de vez em quando.
Mas é óbvio que não vai para o matadouro assistir ao espectáculo, com um balde de pipocas estaladiças.
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É a primeira vez que vejo um comentador a usar tantos verbos de conteúdo sexual. É o marturbar, o ejacular… Que conclusões e podem tirar daqui?
Pelos seus escritos em que ataca gratuitamente e a toda a hora os Bê-é-zistas bem se vê que é mais um ignorante orgulhoso. Se ao menos tentasse perceber alguns dos argumentos, neste e noutros assuntos, talvez crescesse um bocadinho. Um bocadinho só. Mas não! Tem piada enfiar bifes numa discussão da internet, e ter uma opiniãozita sobre isto e aquilo sem dizer nada de especial. Você não é diferente do Daniel, e muito menos é melhor do que ele.
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Lidador,
É a primeira vez que vejo um comentador a usar tantos verbos de conteúdo sexual. É o marturbar, o ejacular… Que conclusões se podem tirar daqui?
Pelos seus escritos em que ataca gratuitamente e a toda a hora os Bê-é-zistas bem se vê que é mais um ignorante orgulhoso. Se ao menos tentasse perceber alguns dos argumentos, neste e noutros assuntos (e perceber em que se fundam), talvez crescesse um bocadinho. Um bocadinho só. Mas não! Tem piada enfiar bifes numa discussão da internet, e ter uma opiniãozita sobre isto e aquilo sem dizer nada de especial. Você não é diferente do Daniel, e muito menos é melhor do que ele.
Nota: Versão corrigida do post anterior.
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caro jv: todos os meus dias são de glória, porque me estou nas tintas para isso…
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Se se está nas tintas porque é que falou?
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Hipócrita! Se calhar defende o aborto, matança chocante de inocentes de dimensões tais que nem Herodes ou Hitler conseguiram ultrapassar!
Lá por serem carrascos não deixam de ser vis assassinos!
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para que você soubesse que me estou nas tintas para a glória. só isso.
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Agradeço o esclarecimento: creia que nem ia dormir direito esta noite se não soubesse a sua opinião sobre a glória…
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pronto. então agora já pode ir dormir descansado. bons sonhos.
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Caro “Prelúdio à sinfonia do perfeito disparate “, não sou grande apreciador de análises psicológicas de vão de escada. Nem vejo que a minha pobre pessoa seja assunto para teses.
Como alguém já disse, “as pessoas superiores discutem ideias, as normais discutem factos, as medíocres discutem pessoas”.
Não prefere deixar a minha pessoa em paz e deslocar a discussão para o patamar superior?
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“Eu gosto bastante de bife de lombo de boi e acredito que o Daniel também trinca um bom churrasco de vez em quando.
Mas é óbvio que não vai para o matadouro assistir ao espectáculo, com um balde de pipocas estaladiças.”
não sei não camarada lidador tanto quanto sei o camarada daniel é um apreciador de touradas como tal até deve gostar de assistir a alguns tipos de barbaridades.
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No meio disto tudo,uma excelente tirada foi a do Ezer:aquela do Suartho foi mesmo oportuna.Penso que sei onde ele queria chegar:entre 1965-67,um milhao de comunistas indonesios exterminados,entre 1975-99,200 mil timorenses assassinados ou vitimas de deslocaçoes forçadas pelas botas cardadas dos indonesios.E o que é que lhe aconteceu?Nada!o velho general só foi indiciado por nepotismo e tem escapado á barra do tribunal através de atestados médicos.O mesmo estratagema utilizado pelo facínora Pinochet.Mas pronto,ninguem fala disto.Pessoas como o Daniel Oliveira preferem atacar o Fidel e colocarem-no ao nivel do Pinochet(!) do que o Suarhto,um hitler asiático.Sim,nao foi só o Pol Pot.
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Caro lidador,
Acabou de se colocar nesse último patamar ao meu lado.
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Porque é que nem a filha mais velha, nem a mulher de Saddam Hussein, o reconheceram no Qatar, nem nas fotos??
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Pena de morte e Aborto é a mesma coisa… com o pormenor que no aborto apenas são mortos os inocentes.
Não à despenalização do aborto, porque o Estado não tem o direito de legislar a morte de ninguém!…
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Caro Daniel
Eu não sou a favor nem contra a pena de morte, mas também tem de se colocar na posição da familia das vitimas. Na pele dos milhões de pessoas que perderam um familiar, um amigo devido aos atentados cometidos por esse ditador. Se o Hitler estivesse vivo, também acha que seria um “crime” condená-lo à morte? Na minha opinião em relação aos chamados “Crimes contra a Humanidade” a condenação à pena capital é pouco comparado com o que eles fizeram!
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