em nenhum dos retratos se pode dizer que se resumem as mulhereas à sua suposta beleza; está lá a berthe morissot e até as jovens, tão eróticas, desnudas e descarnadas, do schiele. lindo.
João Andrade Bastos transporta uma análise completamente racista para a História da Arte. Não terá cultura suficiente para saber que o que ali está são quadros - e parece-me - todos de artistas europeus? E estranha que os pintores europeus tenham pintado a sua própria realidade? Não estão lá retratados os pobres da Renascença, que não tinham dinheiro para encomendar quadros, não é? Isso impede ou adultera a qualidade e valor do conceito deste filme? Por ser Ocidental, deita-se fora a Mona Lisa? NMF.
Podiam estar as belíssimas mulheres de Gauguin. Mas sinceramente não me parece que a discussão seja relevante. Nada mais assustador que aplicar a luta política à arte.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
elas…
elas brancas, elas ocidentais, elas bonitas…
não são elas, são algumas delas.
João, o politicamente correcto aplicado a isto não será um pouco demais?
Obrigado Daniel !
Mesmo belissimas elas !
Ralf
em nenhum dos retratos se pode dizer que se resumem as mulhereas à sua suposta beleza; está lá a berthe morissot e até as jovens, tão eróticas, desnudas e descarnadas, do schiele. lindo.
João Andrade Bastos transporta uma análise completamente racista para a História da Arte. Não terá cultura suficiente para saber que o que ali está são quadros - e parece-me - todos de artistas europeus? E estranha que os pintores europeus tenham pintado a sua própria realidade? Não estão lá retratados os pobres da Renascença, que não tinham dinheiro para encomendar quadros, não é? Isso impede ou adultera a qualidade e valor do conceito deste filme? Por ser Ocidental, deita-se fora a Mona Lisa? NMF.
Um maravilhoso exercício da História do Rosto na Arte.
Uma maravilha!
Tb vou postar!
São imagens de um “Eterno feminino” caucasiano, não?
Podiam estar as belíssimas mulheres de Gauguin. Mas sinceramente não me parece que a discussão seja relevante. Nada mais assustador que aplicar a luta política à arte.