Por Daniel Oliveira

Irá realizar-se, a 29 de Novembro, na Suíça, um referendo para a interdição da construção de minaretes no país. Se o “sim” vencesse, a maioria proibiria uma minoria (o Islão é a segunda religião do país, com mais de 300 mil fiéis) de gozar do direito que a si própria garante: o de, dentro das regras normais em países democráticos e livres, ter, sem restrições, os seus espaços de culto. Onde acaba a democracia a começa uma ditadura da maioria?
Só não percebe o que esta gente quer de novo na Europa quem quer repetir os erros do passado e ignorar todos os sinais. Em cima, um dos cartazes do “sim”. É preciso dizer mais?
115 comentários 18 Out 09 em Sem categoria



Infelizmente a Esquerda na Suíça está a perder força. O Partido Socialista Suíço que há tempos era o maior partido do país e tinha grande influência em todo o país, foi ultrapassado pela extrema-direita representada pelo partido SVP.
Quantos mais imigrantes a Suíça (e a Europa) tiver, melhor será porque os imigrantes votam fortemente à esquerda. Graças aos imigrantes, os Trabalhistas noruegueses conseguiram a vitória nas eleições deste mês.
Só acrescentar que em Amsterdão, a Câmara Municipal é quase dominada pelos muçulmanos, eleitos pelo Partido Trabalhista holandês (PvdA).
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Podemos então dizer que não reconheces o direito dos suíços para decidirem o que querem e o que não querem no seu país.
Na tua opinião, contra a vontade da maioria, num país que soube conservar grande parte da sua paisagem urbana e rural, deve ser aberta uma excepção a uma minoria e autorizá-los a construir torreões com uma estética que desagrada à maior parte das pessoas e que nada tem a ver com a tradição do país.
Note-se que ninguém está a proibir as mesquitas. Apenas os minaretes.
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Onde acaba a democracia a começa uma ditadura da maioria?
Pergunta de nível um.
Começa exactamente no momento em que uma mulher não pode andar de calças em Sana’a ou no momento em que não se pode abrir uma igreja católica em Meca.
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Não!
Abraço.
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Precisamente o mesmo argumento produzido pelos opositores da IVG depois de perderem o referendo. A diferença é que desta vez o argumento é usado antes do referendo.
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Acho que foi aqui, que já fiz referência, ao grande, rápido, silencioso e perigoso aumento, da extrema direita na Europa e esta questão dos minaretes, não é mais do que um pequenino sinal, entre muitos outros.
A velha Europa nunca foi “santa” para as minorias e gosta de ter sempre a jeito uns “bodes expiatórios” para quando as coisas correm mal.
No futuro, o que mais me assusta, é quando a “Verdadeira Crise Económica”chegar porque, se acham que a actual é má, talvez daqui a menos de 15 anos, aconteça uma bem pior, quando começar a faltar, de vez, o petróleo (que há muito, já se sabe, não ser eterno) e vê-lo atingir preços inimagináveis.
Essa crise económica e social, irá virar tudo do avesso, portanto, a primeira jogada será, como sempre, a de culpar e descarregar em cima das minorias e nunca olhar para trás e culpar as políticas e os disparates que foram feitos.
Não é preciso ser adivinho, para ver que é para aí que caminhamos, pois não estão a fazer-se mudanças, realmente de fundo, nas políticas e a trabalhar já, na solução dos problemas de um futuro próximo, parando de vez, de “atamancar” o presente porque não será, pôr “paninhos quentes”nos sintomas que se irá evitar a verdadeira doença.
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Tanto quanto sei o direito a espaços próprios de culto não está de forma alguma em causa, apenas e só a autorização à construção de minaretes, algo que obviamente choca com a arquitectura local. Bem sei que em Portugal, país de anarquia arquitectónica, a questão possa causar estranheza.. mas ainda há países onde na hora de construir não vale-tudo, e ainda bem.
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Apesar de não concordar com este referendo, falar de ditadura é insultuoso.
Os “sinais que são ignorados”, como refere o Daniel, são os mesmos que grassam em toda a Europa: agressividade, proselitismo,intolerância e uma insuportável misoginia em relação às e aos kâfirs, os infiéis, os não-muçulmanos.
São os mesmos sinais que são alimentados por imãs radicais exportados directamente da península arábica e apoiados pelos media árabes vistos pela juventude muçulmana de segunda e terceira geração.
O discurso desconhecedor do terreno, repleto, admito, de boas intenções, é complacente face às sementes de uma sociedade totalitária e contra a qual as democracias ocidentais não têm conseguido lutar.
Para quem vive em Portugal este retrato pode parecer radical. Para não ser interpretado como de extrema-direita, aqui deixo um texto do partido comunista belga:
http://www.particommuniste.be/le-drapeau-rouge-en-ligne/le-numero-12/ilan-et-joe-au-dela-de-deux-crimes.html
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Sem querer defender os Suiços ou sequer parecido mas, não é o comunismo uma forma de ditadura de maioria? Até se fala em ditadura do proletariado…
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A Suiça é um País onde coabitam vários povos, tendo sido capaz de integrar todos oa emigrantes.
Vive de comércio e negócios, desenvolveu algumas indústirias não por ter matéria prima , mas por serem rentáveis e lucrativas. Por isso tem uma grande tolerância por todas as culturas porque sabiamente aplica a máxima “quando o dinheiro canta atá a orquestra se cala”.
Uma das grandes indústrias de que vive é o turismo. O turismo vive da IMAGEM. Têm ,por isso, que preservar a IMAGEM a todo o custo.
Como são rigorosos e vivem da IMAGEM, são pessoas pouco espontâneas. Tudo vende, até o comportamento.
Por isso todos os cantos e recantos da Suiça são quadros. Tudo é pintado ao detalhe. Tudo tem uma razão de ser.
Daí o facto dos minaretes irem contra a paisagem natural e indígena que os turistas esperam ver na Suiça. Não tem que ver com os muçulmanos.
Bem que poderíamos aprender com eles; a nossa única riqueza é o sol e o turismo é a nossa única indústria rentável.
E não são os minaretes que nos estragam a paisagem e nos envergonham.
São os prédios de Lisboa a cair de podres, a “casa portuguesa” feita em alumínio, ( pena não termos investido na indústria da cerâmica tão nossa e cultivado a arte de forrar os prédios de azulejos e sermos conhecidos por isso. Os espanhóis até nessa indústria já nos ultrapassarem, pelo menos na casa de banho.).
São as lixeiras ( depósitos de detritos que se vêem à beira das estradas ) e as garagens e armazéns feitos com restos de redes de galinheiro, tábuas e tapados com bocados de metal ondulado de várias qualidades.
São as marquises que, se bem que integradas na traça dos prédios não desfeiam por aí além, impedem que as varandas se encham de flores e cumpram a sua função de jardins longe do chão.
O pior de tudo são os entendais. Portugal é o País da roupa estendida. Já os Suiços, nas suas campanhas democráticas para referendos, escreviam em posters com fotografia de varandas portuguesas com a corda marota cheia de roupa, “para que a Suiça não se pareça com Portugal”.
Já não falo nas zonas antigas em que infelizmente isso é característico.
Falo das outras, em que não há hipótese de se ter uma paisagem urbana que não seja manchada por calças escuras, roupa interior (normalmente de grandes proporções), festivais de camisas, outras vezes de meias e até chinelinhos já vi.
Há sacrifícios que têm que ser feitos em função de bens maiores. Dói mudar de hábitos mas a verdade é que já nos chocamos quando vemos lixo depositado no contentor sem ser em sacos fechados ou vermos alguém atirar papéis para o chão. Há vinte anos isto era normal. Deixou de ser porque alguém teve a coragem de dizer que estava mal feito.
É neste ambiente que vivemos. É isto que mostramos aos turistas que poderiam gastar o dinheiro das férias nos nossos hotéis, cafés, lojas e museus.
Uma grande “barraca”.
O 25 de Novembro tirou os portugueses da barraca.
Quando é que se vai tirar a barraca dos portugueses.
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esperemos que a mesma maioria que se refere no post seja democrática no verdadeiro sentido, e assim diga não à proposta que os seus representantes pretendem ver aprovada e transformada em lei. A meu ver o problema está sempre na falta de curiosidade, sentido crítico, e capacidade de afirmação de si enquanto indíviduo, que cada um de nós vai tendo. o problema está no não triunfo do individualismo, ao contrátio do que hoje se diz. fosse o homem individualista como foi no renascimento e a sociedade que estariamos a construir seria muito diferente. estou por razões profissionais a desenvolver um projecto de comercialização de carne Halal nas nossas lojas (pertenço à maior empresa de distribuição portuguesa). Fui à procura e conheci muitos muçulmanos Portugueses, a quem aquele comentário idiota “lá na terra deles” não se aplica…conheci jovens como eu, e mais jovens ainda (com menos de 30 anos) com uma enorme capacidade e determinação. Com formação universitária, com visão empresarial e capacidade de empreendimento, com projectos de vida e capacidade de transformar o Mundo. Jovens que falam as mesmas linguas que nós falamos e depois sabem árabe, turco, duas linguas da índia… eu senti orgulho por eles serem Portugueses. Vindo eu de lado nenhum, em odivelas, no sr roubado e outros locais, receberam-me como amigo e partilharam toda a informação que necessitei. deram-me acesso à Mesquita. Umas destas jovens empresas é a Mk Halal… eu, por mim, espero que seja ainda melhor sucedida nos próximos anos. Ismail, bem hajas! E quando te mandarem parar e te perguntarem pelo passaporte, como me contaste, responde sempre com orgulho que és Português, quiça um dos melhores da tua geração.
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Lamento, mas não acredito que a preocupação do SVP seja com a paisagem ou com o ordenamento do território. É mesmo uma questão de xenofobia. Basta olhar para o cartaz: os minaretes estão representados de forma a sugerir mísseis e a mulher de burka em primeiro plano coloca-os num contexto que é étnico, religioso e cultural.
Isto, quanto ao SPV. Quanto aos eleitores que votarem “sim”, fá-lo-ão pelas mais diversas razões – incluindo, provavelmente, razões estéticas.
Eu, pessoalmente, não gosto de ver mulheres de burka – porque nunca sei se a usam de livre vontade ou coagidas. Nem gostaria de ver minaretes na Suíça (já não me importaria de os ver na Andaluzia ou no Algarve, ou mesmo em Lisboa). Mas se fosse suíço votaria “não” neste referendo, por vir de quem vem e por ter por trás uma agenda oculta que me repugna ainda mais que a burka.
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Correcção: SVP
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Esqueci-me de dizer que foi graças aos imigrantes que a Susana Amador, do PS, ganhou em Odivelas face à frente da direita unida, representada pelo Jornalista Hernani Carvalho que, como é seu hábito, utilizou muito racismo nesta eleição.
Na Amadora, Joaquim Raposo do PS, também deve os quase 50% que obteve aos imigrantes.
PS- Daniel, onde está a sua análise quanto ao resultado das autárquicas em relação aos outros partidos que não o BE? Disse que ia escrever, e ainda não o fez.
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#Miguel Soares
Um minarete é uma pequena torre construida “bem juntinha a uma mesquita”, não é propriamente algo que queira construir em frente ao cinema local
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“Olha que não, Daniel!Olha que não!”
Só está de volta quem partiu e, “eles” sempre “cá” estiveram, seja na “Aldeia Global”, seja aqui mesmo. É mesmo necessário estarmos atentos aos “pequenos sinais” e, por isso mesmo,
ainda ontem fiz referência aos “piolhos do Salazar”.
A questão fundamental, na minha opinião é que este referendo não visa uma espécie de “ordenamento do território”. Os Suíços nunca precisaram disso para o conseguirem. O bom senso dos seus autarcas sempre resolveu esse problema. Este referendo visa obter uma resposta que poderá PROIBIR EM TODO O PAÍS a construção de “monumentos/símbolos” de uma religião.
Todos, incluindo eu, se indignam com as perseguições religiosas que se praticam noutros Países e, cito apenas dois: Irão e a República Popular da China.
No caso da Suíça, poderíamos estar a caminho de uma situação “ligeiramente” parecida (o mal é começar) mas, com a “vantagem” de ter sido o povo a escolher. Fraca consolação…
Daniel, em tempos escreveste “A democracia não é, apenas, a vontade da maioria”. Para quem não percebeu essa afirmação, esta é a demonstração da razão que te assiste.
Imaginemos, só, a possibilidade de um referendo em Portugal sobre a proibição de construção de monumentos católicos (não escrevi igrejas).
Estou a delirar? Não!!!
É, MESMO, preciso aprender com os erros do passado e, basta “olhar” para as perseguições à Igreja Católica durante a I República. Aqui, em Portugal.
E termino, citando de cor, um “spot” televisivo :
“Um dos maiores erros do Mundo actual é pensar
que o passado não se volta a repetir!!!”
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Só duas notas:
A repetição da palavra mesmo, foi mesmo intencional.
Como se diz agora, faço uma “declaração de interesses”:
Não faço parte de nenhuma confissão religiosa.
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Sr. Daniel, o seu argumento é sempre o mesmo, vem aí o papão da 2ª guerra mundial. Começa a tornar-se repetitivo.
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O Daniel Oliveira só gosta da Democracia quando é a favor da sua visão do Mundo, quando não é lá vem a cassete do “esta gente quer de novo na Europa quem quer repetir os erros do passado e ignorar todos os sinais”.
Ó Daniel e que tal abrir uma sinagoga em Gaza, Arábia Saudita ou Iémen? Tem visto as manifestações islamitas radicais no Reino Unido? É isso que se quer para o resto da Europa? No fundo está a cagar-se pois o que interessa é isto estourar para depois virem os “amanhãs que cantam”, meu caro engana-se pois os cidadãos europeus, a peixeiras da Europa por exemplo, já viram para onde a “vanguarda intelectual” os quer levar e…JA!
Era interessante um estudo a nível europeu sobre a correlação entre minaretes e “subsídio para a preguiça”. Penso que as conclusões não vão ser muito inesperadas.
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a questao parece-me ter sido tornada politica e nao me parece ingénua. Se fosse apenas um problema estético ou de ordem urbanistica, poderia ser regulamentado via ordenamento municipal, proibindo construçoes acima de determinada altura.
Mesmo que fosse um problema meramente estético, de desagrado com a ornamentaçao religiosa, tal nao deveria nunca ser passivel de referendo visto que se trata de uma questao de gosto, logo inscrita no campo da liberdade individual. Podemos nao gostar das marquises de aluminio, mas faria sentido referendar a sua proibiçao?
Lembro a obrigaçao urbanistica durante o estado novo de todos os edificios religiosos que nao fossem católicos terem de afastar a sua fachada x metros da rua… Nao era proibiçao, mas demonstrava uma atitude e um pensamento descriminatório.
O referendo assume-se claramente como uma forma de colocar em causa um simbolo religioso, e pelo seu significado, a cultura e a populaçao que comunga essa religiao. Nao será totalitarismo, mas anda lá muito perto.
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Meus Caros, Para este “incidente” agora levantado pelos sempres incómodos e orgulhosos Suíços, sempre mui ciosos em decidir e defender o seu habitat”, vejo, com alguma mágoa, que a “esquerda” omite a questão mais importante – o direito de reciprocidade (e aqui aflorada pelo Fado Alexandrino). Defender este direito, já levantado em tempos por esse “perigoso Nazi” que é o Papa (uiii, o que malharam nele!!!), é crime de leza pátria. Qualquer minoria goza de mais direitos na Suíça, direitos que são apenas sonhos em qualquer dos tais países…Sim, para quando o direito de reciprocidade? Acrescento que nem estou a falar desse oásis que é Arábia Saudita. Vejam o que se passa em Marrocos, que almeja ser considerado membro de pleno direito na Europa e onde um Católico dificilmente pode ser considerado “marroquino”. Aqui, discute-se e defende-se o direito aos minaretes!!! Boa
Não rsisto também a uma bicada (pequenina) na Isabel (18) e no seu horror às marquises – concordo plenamente. As pessoas deviam (ser obrigadas) a ter todas lavandarias e espaços cobretos e arejados para secarem as suas roupas e pouparem os olhares mais esclarecidos e modernos aos tristes espectáculos das roupas a secar…Vamos pois propors mais uns decretos ea proibirem semelhantes atentados ao bom gosto! Como se quem recorre ao estendal e à marquise o fizesse por falta de gosto!!! Em que país vivem?
Um abraço e excelente discussão.
Paulo
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Pois é Daniel.
Haverá coisas a não referendar ou como o referendo não é panaceia para nada.
Por cá quiseram referendar um Tratado ou mesmo uma Constituição ( a Europeia ). Está recordado ?
Mas se gosta tanto de dara a voz ao povo porque se queixa neste caso ?
Cumprimentos
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9 Isabel 18 Out 2009 às 11:28
Excelente post, faz-me acreditar que resta uma réstia de esperança e que nem todos se nivelam pela mediocridade. Teve ainda outra vantagem, destruiu o post tão diligentemente escrito pelo senhor Daniel Oliveira. Estou mesmo a vê-lo a roer o lápis enquanto o escrevia.
Justicialista 18 Out 2009 às 6:00
A sua intervenção mostra bem que a intolerância de esquerda, embora minúscula em qualidade, é perigosa em quantidade.
Basta um louco, no caso V. Exa., para lançar fogo ao mundo.
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Na Suiça a soberania e a lei legitimada pelos cidadãos suiços é levada a sério. Na Suiça não se enunciam malabarismos semânticos com as consequências da democracia (poder do povo), designando aquelas que apreciamos como pérolas democráticas, e as outras como cancros da ditadura da maioria.
A Suiça sabe e cultiva há muito a soberania integral (legislativa, económica, cultural, etc). E por tal não faz confusões inúteis e populistas: os estrangeiros na Suiça são convidados do país, não são cidadãos-decisores sobre a soberania Suiça.
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“dentro das regras normais em países democráticos e livres, ter, sem restrições, os seus espaços de culto.”
Pois é Daniel, lá está você a ser faccioso.
Como nos países árabes não é permitido construir igrejas pronto, são lá as regras deles, ficamos assim, ponto final. Como nos países democráticos e livres existe, entre outras, a liberdade de culto, vamos lá deixar construir minaretes ( que não são espaços de culto! ) a torto e a direito, se possível excedendo as “necessidades” dos fieis muçulmanos nesse país. Não há pachorra!
Tente compreender o que representa, e qual é a primeira finalidade de um minarete, antes de vir para aqui gritar “Xenofóbia!”
Tente imaginar paises árabes com torres, de 200 metros de altura, com sinos, ao lado das igrejas. O exercício é difícil porque primeiro tem que imaginar as igrejas.
A sua frase “Só não percebe o que esta gente quer de novo na Europa quem quer repetir os erros do passado e ignorar todos os sinais”, tem dois sentidos, ou não percebe?
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Um blog colectivo do Alentejo: outros olhares para um espaço comum
acincotons.blogspot.com
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9 Isabel 18 Out 2009 às 11:28
O pior de tudo são os entendais.
Pior que os prédios de Lisboa a cair de podres, a “casa portuguesa” feita em alumínio?
Pior que as lixeiras ( depósitos de detritos que se vêem à beira das estradas ) e as garagens e armazéns feitos com restos de redes de galinheiro?
Ponho à sua consideração que o pior de tudo são mesmo as opiniões não fundamentadas e preconceituosas relativamente seja lá o que for.
E ponho à sua consideração porque ainda vejo um lampejo de inteligência e de aproximação da racionalidade na frase que escreve a seguir: Já não falo nas zonas antigas em que infelizmente isso é característico.
Infelizmente porquê?
Porque as pessoas que estendem a roupa à janela não têm na sua grande maioria outra hipótese, como um terraço, um quintal ou um pátio?
Porque de entre essas pessoas que não têm alternativa, muitas são tão pobres que não têm máquina de lavar – que centrifuga e isso impede que a roupa pingue sobre os passeios em baixo?
É tão fácil e dá tanto jeito proibir aos outros aquilo que neles nos incomoda. Mais difícil é dar-lhes alternativas e pedir-lhes que mudem os seus hábitos, não acha?
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Reduzir este tema a um suposto inocente direito à liberdade religiosa e ao “espaço de culto” é demasiado ingénuo.
O papel do minarete está associado a duas funções: chamamento para a oração (adhan) e símbolo de poder. Em qualquer parte do mundo, todas as estruturas verticais que se destacam em altura em relação à paisagem circulante, além de outras eventuais funções, constituem uma clara demonstração de poderio. Assim era por exemplo com as torres gémeas de Nova Iorque como símbolo de poderio do capitalismo americano (não foi por acaso que foram escolhidas como alvo de atentado), como é com os 800 metros de altura do Burj Dubai como símbolo do crescimento económico dos Emiratos Árabes Unidos, com as torres das catedrais francesas no período de afirmação religiosa na Europa, e à nossa humilde escala com a torre Vasco da Gama em função da Expo 98.
Dado que a função de chamamento para a oração é também possível de desempenhar a partir do telhado da mesquita, resta a tal função associada à demonstração de poder religioso. Não é por acaso, que a lei islâmica indica que a altura dos minaretes deva ser superior às das igrejas e sinagogas.
Conclusão: o que está realmente em causa, é a afirmação do poderio islâmico na Europa, e como tal, é perfeitamente legítimo que surjam movimentos europeus contra esta situação. Não se pretende restringir o direito à liberdade religiosa, até porque como já foi referido, ninguém está a proibir as mesquitas.
Por último, pretendo reforçar as questões já aqui levantas em torno das normas paisagísticas e urbanísticas, que só por si, constituem um elemento bastante pertinente.
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Pois eu acho muito bem.
Não existe islão moderado, aquilo é uma seita não democrática e terrorista. É darem-lhe o que eles querem que um dia destes estão a exigir a aplicação da Sharia, para eles e para os outros.
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Onde acaba a democracia a começa uma ditadura da maioria?
Só mesmo por maldade ou ignorância alguém pode dizer isto da democracia directa (ou referendária) suíça.
Não será necessário alongar-me neste comentário porque, se for um caso de maldade, os comentários #3 e #5, embora breves, são suficientes para deixar o articulista sem resposta, se for um caso de ignorância recomendo ao autor a consulta do sítio com o seguinte linque;
http://democratadirecto.wordpress.com
Como poderá constatar tem inúmeros materiais para informação e estudo sobre aquela que é considerada por muitos a mais avançada democracia do mundo – a democracia semi-directa suíça.
Tenho para mim a firme convicção que as pessoas só deveriam falar daquilo que conhecem, mas percebo que os ignorantes começam logo por sê-lo relativamente à sua própria ignorância.
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Comentário impopular, particularmente num antroólogo (profissão com imagem de defensor profissional de todos os relativismos e de tudo de todas as culturas):
O cartaz é de uma clara islamofobia.
Mas, como bem sabes, um minarete não é uma mesquita.
É um anexo que tem como única função chamar os fieis à oração (e fazê-la audível por todos) várias vezes por dia, incluindo ao nascer do sol.
É um instrumento de controlo social (onde a religião é dominante), de estímulo e de proselitismo (onde é minoritária). É também, depois de inventados os altifalantes, uma coisa muito barulhenta, que acorda toda a gente, muito antes das horas habituais em vida urbana.
Teologicamente, não é um acto de culto (que, nessa religião, deve ser um acto e experiência individual de cada fiel), mas uma imposição pública de um acto de culto, a fieis ou não.
O proselitismo que aí está envolvido é uma parte dos direitos religiosos, pelo menos na maioria das constituições europeias.
Un mormon, uma testemunha de Jeová ou um padre católico podem abordar-me para me convencer; podem até bater-me à porta. E eu posso não aceitar.
Não podem é montar-me uma aparelhagem de som à porta de casa, se eu não os quiser ouvir. Muito menos às 5 da manhã.
Os direitos religiosos não incluem a imposição das práticas da própria religião àqueles que não as professam, professem ou não alguma outra.
Vivendo a maior parte do tempo em Portugal, sou mais sensível ao alargamento da questão às procissões católicas que, por falta de freguesia, trazem à frente alguém a rezar ao microfone, dentro de um carro. Mesmo que estas sejam pontuais e não um despertador indesejado, várias vezes ao dia.
Contudo, creio que os meus vizinhos em Moçambique (país onde até se acorda cedo e onde, pelo menos no sul, a esmagadora maioria das pessoas que professa uma religião, seja ela qual for, o faz com um bom senso e distanciamento que me parecem saudáveis) compreenderiam o ponto levantado pelos suiços.
Incluindo os muitos muçulmanos que, lá por o serem, acham que não têm que regular a sua vida pelo nascer e o pôr do sol, quando vivem numa cidade, com ritmos diferentes desse.
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O 25 de Novembro tirou os portugueses da barraca… E voltou a metê-los na fossa.
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O problema se calhar não está nos minaretes. Provavelmente, está no seu uso. No entanto, parece-me que a democracia (nem digo a política, mas a cultural) não deveria ser encarada de forma mais global? Isto é, a prática mostra que normalmente quem chega à Europa pode desenvolver as suas crenças, às vezes mesmo perturbando e colidindo com hábitos locais. Parece-me que o grande objectivo deveria ser alargar este princípio a todo o globo, coisa de que nos esquecemos tantas vezes. Não tenho a mania de que todos os povos vivam a democracia à nossa maneira, mas penso que a aceitação da cultura de cada povo deve ser recíproca. Perguntem à comunidade Bahá’í se tenho ou não razão.
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A Suiça é um país tradicionalmente tolerante.
Se eles não querem lá minaretes, lá saberão porquê.
Talvez porque queiram continuar tolerantes.
Como já alguém aqui disse, os locais de culto dos islâmicos são as mesquitas, e não os minaretes.
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uma tristeza de um país supostamente moderno… enfim…
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Isabel, Portugal é um país de sol e acho um desperdício de energia termos que usar secadores de roupa quando o sol resolve o problema. Existe vida para além da arquitectura e do decorativismo.
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Isto é tão absurdo que nem parece verdade!!!
Referendam-se minaretes?
Não deviam referendar também os sinos e as torres das igrejas?
Podiam referendar as sinagogas, mas se calhar num país um terço germanófilo era capaz de ser mal visto. Mas minaretes não tem nada a ver… Rigorosamente nada.
Mas mesmo, é a sério? É demasiado absurdo, mesmo num país com tendências de extrema direita.
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só pergunto.. se quisesse fazer uma casa típica alentejana ou madeirense numa cidade suíça será que me deixavam!?
sinceramente não sei o que é melhor, mas entendo perfeitamente quem deseja manter uma identidade proporia e a historia de um determinando tempo.
por cá tb somos uns fascistas quando não deixamos os ciganos continuarem nos seus “acampamentos” bem tradicionais..
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Fado Alexandrino, desde quando é que temos que andar a reboque seja de quem for?
Afinal quem é que tem poder de decisão sobre a Suiça — os suiços ou as probições do Yemen?
Chama-se a isso ciclo vicioso. E só pára quando alguém sair. Ideia: até podiam ser os suiços…
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O cartaz está simplesmente magnífico!!! O Islão é uma religião inimiga da Europa e portanto não deveria ter lugares de culto no nosso solo por duas razões muito simples, a saber:
1-O Islão quer a dominação total do continente europeu e a nossa subjugação. Com esta gente a tolerância e o respeito pelas diferenças religiosas não se pode aplicar, é puro suicídio. Não estamos a falar de simpáticos e tolerantes budistas, estamos a falar de pessoas que sonham com uma revanche histórica e que aspiram a destruir as nossas liberdades.
2- Nos países islâmicos podemos ser expulsos ( a solução menos dramática) ou então presos e espancados simplesmente por exibir um crucifixo, escusado será dizer o que aconteceria a um “lunático” que quisesse construir uma Igreja em Riad! Se não há reciprocidade não há minaretes, mas infelizmente os europeus estão tão condicionados mentalmente que aceitam tudo e perdoam tudo, bando de carneiros…
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Como o próprio cartaz demonstra, isto não é uma questão urbanística, é uma questão cultural… Da mesma forma que se quer proibir todo o tipo de véu islâmico em frança, mesmo que só tape o cabelo, e se quer garantir esse mesmo direito às freiras católicas…
Se o problema fosse urbanístico, então os suíços, que têm dos mais complexos e completos sistemas de aprovação urbanística que existe, não precisavam de estar a fazer referendos… Até porque torres de igrejas católicas a tocar os sinos de hora a hora não faltam na Suíça…
Agora, para um minarete que tenha a mesma altura e chame 4 (!) vezes por dia os fiéis já é preciso referendo…
A hipocrisia está para os suíços como o chauvinismo está para os franceses…
Bom post, Daniel
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Sem querer, o justicialista explicou a toda a gente o porquê da agenda imigracionista da esquerda europeia. Substituição da população autóctone por hordas invasoras terceiro-mundistas porque assim se perpetuarão no poder graças aos votos que ele espera que essa gente lhes deiam. Isso também explica a defesa de práticas abortistas para as mulheres europeias (quantos menos europeus de raiz melhor). Tem piada partidos como o Bloco nunca procurarem influenciar os negros para as práticas abortistas, quando todos sabemos que se reproduzem como coelhos, será inocente este “esquecimento”??? Justicialista, as hordas invasoras terceiro-mundistas não querem saber de ti nem dos teus preciosos partidos de esquerda e extrema-esquerda, vocês são os idiotas utéis de serviço, aqueles que eles usarão até terem poder suficiente para criar os seus próprios partidos de base étnica e partir para a conquista do poder total. Tu e todos aqueles como tu não passam de pobres diabos que desconhecem que estão a brincar com o fogo, mas descansa que quando te estiveres a queimar por mim podes morrer que eu nem um balde de água te mandarei para cima.
“Quantos mais imigrantes a Suíça (e a Europa) tiver, melhor será porque os imigrantes votam fortemente à esquerda. Graças aos imigrantes, os Trabalhistas noruegueses conseguiram a vitória nas eleições deste mês.” isto que aqui escreveste é simplesmente revoltante, podes pensá-lo mas devias ter vergonha de o escrever e dizer em público.
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Eu cá continuo muito prático e pragmático: antes proibir minaretes do que minetes; com os suiços, nunca se sabe…
[Responder]
“Quantos mais imigrantes a Suíça (e a Europa) tiver, melhor será porque os imigrantes votam fortemente à esquerda. Graças aos imigrantes, os Trabalhistas noruegueses conseguiram a vitória nas eleições deste mês.”
Isto prova uma teoria que defendi há tempos neste blogue em que quem quer a entrada legal ou clandestina, a todo o custo, de imigrantes, quer tenham hipóteses de trabalho ou não, está-se nas tintas para eles. Quer é, à boleia da sua insatisfação, aumentar os votos de partidos que ideológicamente são um insulto à inteligência dos indígenas. Se não tiverem o voto dos desgraçados dos imigrantes que estão por tudo porque não têm nada a perder e que são deixados entrar para serem usados, não passam de grupelhos a falar sózinhos.
Mas o malandro é o PP. Ao condicionar a entrada apenas aos que têm a possibilidade de ter trabalho e uma vida melhor, está a tirar votos aos partidos de extrema-esquerda.
Mas a esses, aos satisfeitos que não votam BE e afins, temos o prazer de os ver realizados e integrados.
Isto que foi dado a entender aqui, é muito muito grave.
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#25 Mario,
“Até porque torres de igrejas católicas a tocar os sinos de hora a hora não faltam na Suíça…
Agora, para um minarete que tenha a mesma altura e chame 4 (!) vezes por dia os fiéis já é preciso referendo…”
Caro Mário, chamo-lhe à atenção para o facto de a Suiça ser um país maioritáriamente católico e onde a religião muçulmana representa uma franja de apenas 4% da população ( imigrantes na sua maioria).
O seu aparte do “minarete que tenha a mesma altura [que as igrejas]“, embora estando em sintonia com a desonestidade expressa no tema do post, é disparatado.
Informe-se do que é, e do que representa um minarete para a religião muçulmana, antes de se expôr ao ridículo.
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Apesar de já andar há uns tempos na política há um conceito que o Daniel ainda não conseguiu assimilar. Como rapaz simpático que sou, vou dar aqui uma ajudinha ao Daniel:
“Democracia é um regime de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo)”
Eu sei que é bastante complicado entender isto. A Democracia é uma forma de regime, não um instrumento para formar juízos de valor.
A tomada de decisões por referendo é precisamente a forma mais democrática de o fazer.
O oposto de Democracia é precisamente quando um grupo de pessoas que se acantona no poder dita medidas contrárias à vontade da maioria dos cidadãos. Por exemplo, se a lei do casamento gay vier a ser aprovada em Portugal, isso é um atropelo à Democracia.
De que lado é que o Daniel está, do lado da Democracia ou do lado oposto?
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# 19 Vítor Sousa
Concordo consigo, principalmente considerando que importamos 40% da energia que precisamos.
Nos novos prédios, por lei, já não há estendais à vista, pelo menos aqui no concelho de Oeiras. O último andar é um terraço com compartimentos individuais onde os moradores vão estender a roupa.
Licenciados, mestres e doutorados, sobem no elevador com o alguidarinho debaixo do braço e lá vão ao terraço pendurar a roupinha e os andares vendem-se que nem pão quente.
Para os outros casos prevalece o bom senso. Pode-se pendurar a roupa no Inverno das 21.00h às 09:00h do dia seguinte. No Verão bastam 2 horas.
Na Europa é pura e simplesmente proibido, seja novas construções, sejam antigas. Há que criar novos hábitos o progresso e a civilização assim o exigem. Depois de se acabar com a fome e promover a saúde, está na altura de se começar a tratar da beleza.
http://quiosque.aeiou.pt/gen.pl?mode=thread&fokey=ae.stories/10057&va=781169&p=stories&op=view
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Há por aí uns campeões da homogeneidade que acham que isto se trata de harmonização paisagística.. que imbecilidade.
Há regras para a construção que são iguais para todos. Se os minaretes cumprirem as regras, são autorizados.. se não cumprirem, não são autorizados. Qual é a dúvida?
Referendar minaretes é um ataque à liberdade de culto, ao especificar aquilo que deve estar debaixo de regras que são iguais para todos.
O que é que passaria a distinguir uma torre vulgar de um minarete? É só porque o segundo é proibido à cabeça?
Quanto à legitimidade de o povo se pronunciar sobre isto: toda. É preciso ser muito cuidadoso quando nos referimos à ilegitimidade da maioria. Eu guardo essas inquietações para coisas mais importantes do que…minaretes.
Cumprimentos
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http://pt.euronews.net/2009/10/16/wilders-contestado-em-visita-a-londres-para-defender-vises-anti-islamicas/
“Freedom go to hell”
Viva a tolerância!
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Faço minhas as palavras do Nuno Cruz #7
A esquerda portuguesa ainda vive na inocência infantil sobre a imigração muçulmana, um luxo a que se pode dar dado praticamente não existir essa imigração em Portugal. Felizmente a restante esquerda europeia começa a abrir os olhos, a pôr a cabeça a pensar.. enfim, a despertar dessa tal inocência vivida nas últimas décadas, e que só serviu para alimentar o problema gravíssimo da não integração dos imigrantes muçulmanos na sociedade europeia. Oh bem sei, centenas de exemplos de pessoas bem integradas, exacto, ex-muçulmanos…
A Suíça tem todo o direito de proibir os minaretes, aliás, é bom que o faça, veja-se quão horrível é este já construído: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Moschee_Wangen_bei_Olten.jpg
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Ao contrário daquilo que nos pretendem convencer, o Islamismo não é apenas uma religião como as outras. O Islamismo tem declaradamente também um código jurídico e um projecto de governo que não é separável da parte religiosa. Como tal deve ser apreciado. Como sistema político ditatorial e antidemocrático deve ser proibido tal como o nazismo o é na Alemanha. O nazismo queria o extermínio de determinadas etnias (judeus, ciganos eslavos e outros). Tolerava outras etnias em posição subalternas (ingleses, franceses, escandinavos e outros). Ora o Islamismo tem para todos os infiéis a escolha entre duas opções:
Ou a conversão ou o extermínio.
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As democracias ocidentais têm características, ou fraquezas, que obrigam a que tenhamos que tolerar a repetida realização, em espaços que deveriam estar reservados ao culto religioso, de verdadeiras conspirações de subversão dos valores basilares dessas mesmas sociedades.
Há quem chame a isto um “defeito”, próprio de uma democracia, eu chamo-lhe uma aberração.
Não sou islamófobo, nem xenófobo nem porranenhumaófobo, mas sou intolerante a todas as formas de intolerância.
Sou agnóstico e não admito que qualquer religião, seja ela qual for, se arrogue o direito de me colar o rótulo de infiel, apenas por não acreditar no tipo de intolerância que pregam.
Uma cultura que esmaga tudo o que lhes é estranho vir tentar impingir-nos a deles por referendo…só faltava mais esta.
Só gostava de saber quem é que “encomenda” estes posts…a menos que o Daniel se tenha tornado no paladino dos referendos moribundos.
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Nada de novo, num país que faz fortuna com grande parte da maior escumalha que há no mundo.
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Isto é um imenso disparate que acontece por se perder a noção dos pesos e medidas e por certas causas, algumas justas, descambarem em visões acríticas dos problemas e da sua medida.
Faço copy/paste de um artigo de opinião (parte) de Manuel António Pina na reviata “notícias magazine” de hoje, domingo. Com vossa licença:
“Militantes religiosos não são o género de gente que convide para minha casa. Mas imagine-se que convido (ou, o que não é improvável, que chego a casa e encontro lá um instalado, entrado pela janela) e que ele passa a ditar-me o que devo fazer ou não fazer, o que devo ou não devo pensar e a impor à minha vida as suas indiossincrasias.
É o que fazem certos grupos islâmicos nos países que os acolhem ou onde entram pela janela, usando a cultura de tolerância desses países para impor as suas regras de intolerância. O problema é saber se a tolerância deve ser tolerante com a intolerância.
E surpreende-me a “compreensão” paternalista de certos partidos de esquerda para com essa gente, ao mesmo tempo que, mais que justificadamente, tão pouco compreensiva é para com gente semelhante do fundamentalismo cristão. Não sei como tais partidos sedecidirão agora entre as alíneas do “multiculturalismo” e da condenação da homofobia dos seus programas ideológicos no caso da equipa islâmica de futebol do Créteil Bébel que se recusa a jogar no campeonato amador de Paris com a do Paris Foot Gay por esta ser constituída po gays. Embora o mais certo seja que, incapazes de levar o “multiculturalismo” ao limite, não encontrem que dizer e se calem, como escandalosamente se calam quanto ao enforcamento de de homossexuais ou à lapidação de mulheres adúlteras no Irão e países do género. …
…….” (o texto continua)
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Porque foi sonegado o meu comentário anterior, em que eu dava uma resposta à comentadora Isabel sobre o seu fundamentalismo anti-estendais?
Deve ser uma forma mais avançada de democracia do que a suíça… porque aqui nem sequer foi referendado o meu comentário antes de ser eliminado – e, posso garantir que não continha qualquer expressão de indelicadeza – coisa que aliás não uso por razões óbvias a quem me conhece, mesmo que apenas através da minha escrita.
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Minarete tem alguma coisa a ver com minete? É que se tiver, sou contra a proibição. Mas vindo dos suíços, tudo é possível.
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Infelizmente, muito boa gente na Europa não sabe o que é o Islão. É que para além de ser uma religião, o Islão é um sistema de vida. Com as suas leis, comportamentos, normas e regras.
The common form of democracy prevalent at the moment is representative democracy, in which the citizens do not exercise their right of legislating and issuing political decrees in person, but rather through representatives chosen by them. The constitution of a democratic country will be largely influenced by the needs and wants of its people. Thus, if its people want casinos, bars, gay marriages, prostitution, etc. then with sufficient public pressure, all these vices can be accommodated for. From this, it becomes simple to understand that there can never be scope for a democratic rule from the Islamic point of view.
and Allah Ta’ala Knows Best
Mufti Ebrahim Desai
http://www.islam.tc/ask-imam/view.php?q=15522
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Eu não sei se as pessoas que comentam neste blog lêem os posts antes de disparar. O referendo suíço não pretende proibir os minaretes que não se enquadrem na arquitectura local, ou os minaretes que fazem barulho fora de horas, ou os minaretes azuis, vermelhos ou às bolinhas. Quer proibi-los a todos, sem excepção. Por extrapolação, se existir na Suíça um município só com muçulmanos, com arquitectura muçulmana, com barulhos muçulmanos e eles quiserem pôr lá um minarete muçulmano, não podem porque é proibido. Isto não é uma questão de imagem, nem de paisagem, nem de nada disso. É simplesmente um ataque aos direitos de uma minoria religiosa.
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#45 José Bastos
Gostava então que me explicasse o que de tão disparatado disse eu no meu comentário. E já agora, diga-me o que significa um minarete para a religião muçulmana no seu entender.
Estou sempre disposto a aprender…
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#57, Mário
Se bem percebi se num país muçulmano as pessoas quiserem ter casamentos gay, bares, casinos, prostituição, adultério sem castigo, mulheres a usar roupa sexy, igrejas e caricaturas de Maomé basta que exista suficiente pressão pública que a coisa arranja-se. Até lá mantêm-se os apredejamentos.
O que é que você anda a tomar?…
#58, Alexandre Mano
Tente construir um minarete de muito bom gosto no seu jardim, ou na sua varanda, sem licença da câmara, depois de ver a sua obra embargada vá lá refilar que é um ataque ás suas liberdades.
Vou repetir o que disse ao Mário: Informe-se do que é, e do que representa um minarete para a religião muçulmana, antes de se expôr ao ridículo.
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Daniel: em primeiro lugar não é a segunda religião da Suiça,a não ser que na sua cabeça catolicismo e protestantismo (e os vários) sejam a mesma religião. É como dizer que PCP e BE são a mesma coisa, ou não? Ou seja, temos aqui uma mentira ou um descuido de ignorância apressada.
Em segundo lugar: as suas declarações são para rir, vindas de alguém que pertence a um partido que dá saltos e cambalhotas só por ver crucifixos em hospitais.
Em terceiro lugar: a questão dos minaretes é falsa como você a coloca. Um minarete não é propriamente uma capela. Sempre gostaria de saber a sua opinião se a Igreja católica se lembrasse de fazer uma basílica gigantesca na baixa de Lisboa (admitindo que havia espaço). Sabe o que é um minarete?
Quarto e último: Leu por acaso como tudo começou? Leu por acaso em jornais de esquerda que grande parte disto começou como uma provocação de alguns imãs muçulmanos? Leu isto? É que antes de se falar de democracia era bom estar informado.
Gostava sinceramente que me respondesse a isto aqui. Obrigado. Cumprimentos.
P.S.: Sou agnóstico e de esquerda.
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Daniel Oliveira Reply:
Outubro 19th, 2009 at 9:25
Alguém, sabe o senhor o que é um minarete? É tão só a torre da Mesquita, assim como as igrejas as têm.
Ficam apenas duas informações curiosas:
os minaretes mais não são do que a cópia, por imitação, da torre da igreja.
O toque dos sinos, à hora da missa, mais não é do que a adaptação cristã (essa é que é a religião) do chamamento dos muezzins. Antes serviam apenas para alarme.
Como nota: é provável que saiba um bocadinho melhor que o senhor o que é minarete. Ate sei que há minaretes de 50 metros e, veja-se lá, de 2 metros.
Sobre o ruído, de que outros falaram, na maioria das cidades europeias não há chamamento à noite (por causa das leis do ruído, que se aplicam a TODOS), nem, em muitos casos, de dia. Uma coisa é certa: aseis têm de ser iguais para TODOS.
Só é possível defender isto sendo a favor da proibição das Torres em todos os lugares de culto, o que, convenhamos, é um absurdo.
José Bastos, eu tive em Igrejas abertas e em funcionamento na Síria. Mas suponho que nas suas viagens a países árabes concluiu que em nenhum deles sao permitidas igrejas. Explique o meu delírio que, curiosamente, já me voltou a acontecer noutros países arabes.
ALguem, de novo: alguma vez me viu dar “pulos” contra a construção de uma igreja? Tenho ate alguns textos, que lhe posso mandar, sobre a ideia de que a religião faz parte da vida das sociedades e por isso das cidades. Outra coisa (caso das escolas PÚBLICAS) é defender a neutralidade religiosa do Estado.
Por fim, caro alguém, o ser de esquerda e agnóstico não fará grande diferença neste debate. Nem a esquerda nem os agnósticos e ateus têm melhor currículo do que a direita e os cristãos em respeito pela liberdade religiosa, nem por tolerância cultural. Basta olhar para a história do século XX. E basta ver como algumas pessoas conseguem defender coisas indefensáveis como estas.
# 58 Alexandre Magno
«Por extrapolação, se existir na Suíça um município só com muçulmanos…»
No dia em que isso acontecer, a Europa que conhecemos já não existirá e eles não serão minoria. Teremos, isso sim, uma Europa sem democracia nem liberdade de expressão, onde a Sharia será a lei e os dihimistas traidores serão os bufos e os carrascos dos que se atreverem a levantar a cabeça ou abrir a boca.
Cruzes! Longe vá o agoiro.
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Isabel e Panzemayer:
Eu não disse que deviamos aceitar mais imigrantes porque votam maioritariamente à esquerda, o que não deixa de ser verdade. Devemos deixá-los entrar por razão de humanidade e humanismo.
O facto é que se eles votam à esquerda, a extrema-direita tenderá a desaparecer na Europa. Não vêem que até partidos de direita pura e dura como os Conservadores no Reino Unido, a CDU na Alemanha ou Democratas-cristãos belgas ou holandeses têm vindo a recrutar muçulmanos como candidatos?
Eu por mim, não me importo nada que os muçulmanos ou imigrantes sejam mais que a população autóctone, desde que legais e cumpridores da lei. Isso já aconteceu em muitos países do mundo. Eu será que preferem viver num país entregue às moscas?
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“o Islão é a segunda religião do país, com mais de 300 mil fiéis” – Daniel Oliveira
Queira desculpar mas não é, é a terceira e algo destacada da segunda.
Católicos Romanos – 41,8%
Protestantes – 35,3%
Muçulmanos – 4,3%
Quer explicar porque acha que 4,3% da população da Suiça tem o direito de impingir poluição sonora e visual à restante?
E se 95% da população Suiça considerar que um minarete mais não é que um mamarracho arquitectónico? Qual é o problema?
Sobre o que é ( ou mais correctamente ERA ) a função de um minarete:
“As well as providing a visual cue to a Muslim community, the main function of the minaret is to provide a vantage point from which the muezzin can call out the adhan, calling the faithful to prayer. In most modern mosques, the adhan is called not from the minaret, but from the musallah, or prayer hall, via a microphone and speaker system.” – Wikipedia
Não só não interfere com o direito dos muçulmanos na Suiça a um espaço de culto como dificilmente se pode considerar um espaço de culto, Daniel. Comparar minaretes com torres de igrejas é absolutamente ridículo.
Tirando a finalidade de ‘marcar território’ é, hoje em dia, uma estrutura obsoleta.
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Daniel,
è você que “não percebe o que esta gente quer de novo na Europa ” – a charia, e a negação da nossa forma de viver, nem que seja à bomba.
O Islão moderado é uma utopia, e há exemplos em solo europeu do quão moderado é
O cartaz está bem feliz, faltará talvez uma bomba.
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ó pra este Islão tão moderado…
http://www.dailyexpress.co.uk/posts/view/134080
com arquivo e tudo – http://www.jihadwatch.org/
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#64 Daniel Oliveira
“José Bastos, eu tive em Igrejas abertas e em funcionamento na Síria. Mas suponho que nas suas viagens a países árabes concluiu que em nenhum deles sao permitidas igrejas. Explique o meu delírio que, curiosamente, já me voltou a acontecer noutros países arabes.”
Tem razão Daniel, apanhou-me!..eu devia ter dito “alguns países árabes” ou “nos paíse árabes onde a religião católica não é tolerada”.
Agora explique lá como é que vê uma religião com 4,3% de fieis como sendo a segunda mais numerosa na Suiça. O blogue só tem a ganhar com a sua criatividade.
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Neste momento os islamitas moderados estão em minoria. Os fanáticos religiosos dominam, e levam tudo e todos na sua onda destruidora.
Tempos houve em que os cristãos fizeram o mesmo.
No entanto e pelo que tenho lido esta proposta tem a oposição do governo Suiço.
“A proibição da construção minaretes poderia dar um impulso a fanáticos”, adverte a ministra suíça da Justiça, Eveline Widmer-Schlumpf. Em entrevista coletiva à imprensa, em Berna, ela explicou que o Conselho Federal (Executivo suíço) se opõe claramente à iniciativa popular a ser votada em 29 de novembro.
“Não é assim que simplesmente se possa construir minaretes de qualquer forma”, disse Widmer-Schlumpf, lembrando que as autoridades, através de diversas leis, podem permitir a construção adequada de minaretes.
Segundo Widmer-Schlumpf, “a Suíça exige dos muçulmanos no país uma adaptação às regras válidas aqui. Em contrapartida, temos também de respeitar em sua essência pessoas que pensam diferente”. Por todas estas razões, a ministra da Justiça recomenda, em nome de todo o Conselho Federal, a rejeição da iniciativa pelo eleitorado.
http://www.swissinfo.ch/por/politica_suica/Governo_suico_e_contra_proibicao_de_minaretes.html?siteSect=1511&sid=11359754&ty=st
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“José Bastos, eu tive em Igrejas abertas e em funcionamento na Síria. Mas suponho que nas suas viagens a países árabes concluiu que em nenhum deles sao permitidas igrejas. Explique o meu delírio que, curiosamente, já me voltou a acontecer noutros países arabes.”
A Síria, país que tem, por lei, de ter um presidente muçulmano e onde a Sharia é uma das bases da jurisprudência, não é um dos piores, não, se compararmos com o Egipto, o Iraque ou com a Arábia Saudita.
Ver uma igreja aberta numa viagem a um país árabe não prova rigorosamente nada. Prefiro ler os relatórios que constatam a falta de respeito das minorias religiosas na esmagadora maioria dos países muçulmanos.
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Esta actual semantica do islamismo na Europa ou, de forma mais abrangente, no mundo ocidental é a mais pura e vergonhosa demagogia que, em pleno sec XXI, se tem verificado em relação a algo que foram os “ocidentais” que criaram: o radicalismo islamico.
Se a 25 anos atrás, alguem tivesse a intenção de construir um minarete até seria aplaudido pelo exotico da coisa e por se brindar a tolerancia religiosa.
Mas por via do que temos assistido no mundo, já é olhado de soslaio por possivel perda de identidade cultural dos auctotones e por celebração de uma religião que se apresenta colada ao terrorismo.
Sem duvida, uma vergonha!
Deixo algumas questões no ar para ver se alguem me consegue explicar o contrario daquilo que penso:
Que fazemos nós “ocidentais” no Iraque ou Afeganistão?
Quem eram os Talibãs e como se tornaram tão eficientes na arte do terror?
Porque é que os Suiços não se revoltam contra as chorudas e numerosas contas a prazo de Sheick’s da Arabia Saudita, Emirados Estados Unidos, Bahrein, etc, que sempre foram uma mais valia para a banca Suiça?
Onde ficam as maiores jazigas de Petroleo no mundo?
Não apresentando qualquer particular simpatia por esta religião (ou por qualquer outra) acho indecente que se cole a uma religião e aos seus crentes um esteriotipo que foi criado num laboratorio geopolitico”ocidental” para a depuração petrolifica de «substancias ou agentes indesejaveis».
Enquanto não me mostrarem o contrario, se a Suiça se move com petroleo islamico, não vejo o porquê de não ter uns minaretes em plenos Alpes Suiços, rivalizando o tirolês com o chamamento dos muezzins.
A.R.A
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Após o 11 de Setembro a gallup fez uma sondagem sobre o que pensavam as pessoas por esse mundo fora do que Osama tinha feito no 11 de Setembro…
Só 5% da população nos paises muçulmanos dizia concordar… contra 23% na Europa.
Nesse dia percebi o problema… e onde ele estava! – Força Suiça.
[Responder]
Daniel, compreendo que não possas actuar como um censor a tempo inteiro mas o comentário número 42 parece-me demasiado chocante para ter sido publicado.
[Responder]
@ A.R.A
A teoria absurda de que foram os ocidentais, culpados de todo o mal no mundo, a criar o radicalismo islâmico apenas vem dar água ao moinho dos islamistas que se aproveitam do complexo de culpa europeu.
A guerra do Iraque, a qual a opinião pública europeia tentou impedir (e bem), não desculpa o resto. Uma mão não lava a outra.
Se os europeus, que têm acolhido imigrantes dos quatro cantos do globo, desconfiam de alguns aspectos do Islão a culpa não é apenas “do que temos assistido no mundo” mas do que temos assistido na própria Europa: um comportamento identitário e intolerante, próprio a leituras radicais do Corão e a uma recusa da sociedade que os acolheu. Porque é que nunca se viu uma única manifestação dos muçulmanos moderados contra os inúmeros casos de radicalismo islâmico? Porque é que a maioria dos jovens muçulmanos europeus quer a sharia?
Essa tal “demagogia ocidental” é corroborada por relatórios de ONGs e das associações de direitos humanos que relatam certos aspectos medievais da Sharia e da Djihad, hoje um movimento apoiado por milhões de muçulmanos.
Pensar que a Arábia Saudita é mais refém do dinheiro suíço que esta do petróleo árabe é uma leitura paternalista do resto do mundo.
A questão é sermos ou não tolerantes com a intolerância a partir do momento em que esta começa a meter em causa a coesão e avanços sociais que foram difíceis a conseguir.
[Responder]
Confesso que já esperava voltar a este “post”, como se poderá induzir do meu primeiro comentário.
PARTE I:
Depois dos “piolhos do Salazar”, do “papagaio do Martin Bormann”, aparece um sucedâneo (“caganita do Adolph”) que nos “brinda” com um discurso tipo “adaptação livre para Português das verborreias do “Mein Master” contra os Judeus, raça maldita e inferior responsável por todos os males do Mundo e que foi substituída pelos Muçulmanos na sua eterna luta contra a Raça Superior, nós os Arianos”.
Deixei entendido noutros “posts” e, afirmo-o, agora claramente, que o meu “ÓDIO” de estimação é o campo nazi e respectivas excrecências.
Concluo esta parte “dizendo” que antes “idiota útil toda a vida”, “pobre diabo” e outros “mimos que só me estragam” do que “caganita do Adolph” só por um segundo. Viva o PARQUEMAYER!!!
PARTE II:
ÀS PESSOAS que manifestaram opiniões discordantes com as que eu defendi no meu primeiro comentário, são isso mesmo, apenas discordantes. Com todo o respeito, proponho, apenas, um pequeno exercício:
Suponhamos que o Islão é isso mesmo;
Vamos responder na mesma “moeda”, igualando-nos aos que criticamos?
Neste País, maioritariamente Católico, aceitamos que os radicais “islâmicos/Al-Qaeda e suas excrecências” invoquem a “Santa Inquisição” como “justificação” para todos os seus actos asquerosos?
ECUMENISMO (não confundir com “É o Comunismo”), penso que é a palavra certa.
PARTE III:
Embora seja pessoal, tem tudo a ver com o que “disse” anteriormente.
#69 António Cunha, penso, agora, que teremos começado por um mal-entendido mas, que, pela minha parte está sanado. “Mea culpa” na parte em que sou responsável e, tenho muita pena que o “post” “Este jornalismo para quê” esteja “às moscas”.
Espero, sinceramente que possamos começar a trocar “jardas” e “pseudo-insultos” (expressões que trocámos entre nós) mas, que agora adquirirão um novo e saudável significado. Afinal,
sem sabermos um do outro, somos os dois “danados para a brincadeira” (uma feliz expressão sua).
Meu caro, permita-me que o trate assim, muitas felicidades e que viva o que nos une, MESMO:
O amor à DEMOCRACIA e o RESPEITO PELOS DIREITOS HUMANOS!!!
Aquele abraço!
[Responder]
Caro Daniel Oliveira,
Muito obrigado por ter respondido. Peço desculpa é por chamá-lo à atenção para a sua desonestidade. Avancei quatro argumentos: passou voando pelo primeiro. Incomoda-o? É mentira? Que tal pedir desculpa ou dizer que se enganou? Sim, mete entre parêntesis “(essa é que é a religião)” mais abaixo, o que transforma o islamismo em segunda religião. Dá-lhe jeito. Não acha que seria mais honesto então falar de culto (ou como lhe quiser chamar), o que reduz automaticamente a ideia de que o islamismo é importante na Suiça? A terminologia… É que no seu post dá claramente a ideia de que o islamismo tem uma presença forte na Suiça. Retórica? Adiante.
Avancei um segundo argumento, no qual referi que você pertencia “a um partido que”, não escrevi que era você. Consegue ler de novo e ver a diferença? Já agora, o Daniel chamou à colação os seus textos (não conheço, admito), não a posição do seu partido, como eu o fiz. Boa forma de fazer retórica. Mas se quer que lhe diga é uma questão ridícula e de forma, a questão do crucifixo. Na Alemanha até se paga imposto à Igreja e não é por aí que há menos liberdade. Mas não, a forma é importante. Haja paciência.
Avancei um quarto argumento, ao qual também não respondeu. Ou seja, está completamente desinformado. Dê-se ao trabalho de ler antes de emitir uma opinião.
O meu PS era apenas indicador de que tento não ter um parti pris em matéria de religião. Não havia necessidade de salientar o PS quando voou sobre os outros argumentos…
Por último, o terceiro argumento, o único ao qual respondeu (com uma certa arrogância, há que admitir). Sim, sei o que é um minarete, por acaso até estudo a Idade Média. Dá-me vontade de rir, portanto, a sua frase “é provável que saiba um bocadinho melhor que o senhor o que é minarete”. Desculpe, Daniel, é provável porquê? Como assume isso? Como é que sabe que sabe mais do que eu? Passámos férias juntos? Não acha que é falta de educação? Repare eu também posso escrever, “é provável que saiba um bocadinho melhor que o senhor que o minarete deve tocar 5 (cinco) vezes ao dia”. Se eu tivesse escrito assim era capaz de ter sido um bocado grosseiro, não?
Mas vamos aos argumentos para acabar. A ideia do Daniel é deixe-se construir e depois obedecem à lei como todos. Ora, se se construir um minarete no centro da cidade (e o debate na Suiça partiu de uma provocação), pois será legal, como é que faz depois para evitar o toque cinco vezes por dia? É pois obrigado a fazer uma lei que será tão ou mais discrimatória do que proibir o minarete? Ou não?
Por último, um outro PS, não, não votaria contra a construção dos minaretes, mas acho a sua argumentação muito fraquita.
[Responder]
Começo por dizer sou agnóstico e condeno todas as formas de discriminação do ser humano: racial, cultural ou religiosa.
Em suma, acredito na democracia, nos direitos humanos, e na separação da religião do estado. Valorizo ainda o multiculturalismo, desde que as tradições dos outros povos não espezinhem a dignidade humana (senão tolerava-se o Direito de Pernada).
Por isso não aceito a ditadura do politicamente correcto que determina quem pode e quem não pode ser alvo de crítica. E no presente, o Islão parece estar protegido por essa censura que transforma aqueles que o criticam numa espécie de fascistóides, enquanto, pelo contrário, quem critique o Papa (e eu critico) já seja considerado uma mente liberal e moderna.
Afinal, para que se fez o 25 de Abril ou por que razão na Suíça e noutros países europeus nunca foram toleradas as ditaduras? Não foi para que todos os homens e mulheres, independentemente do estrato social, etnia ou religião, tivessem as mesmas oportunidades e direitos? Afinal, não há leis contra a discriminação de género?
Por isso pergunto: tem as mulheres nas sociedades islâmicas os mesmo direitos que os homens? Pode uma mulher escolher livremente com quem se deseja casar, viver em união de facto ou apenas começar a namorar, sem sofrer retaliações da família?
Infelizmente a maioria está subordinada ao poder masculino, que vai do pai aos irmãos, sobrando ainda poder para os tios e os primos as meterem na linha se for necessário. E não é preciso ir à Arábia Saudita para se chicotearem mulheres apenas por usar calças.
Tais práticas de violação dos direitos das mulheres islâmicas sucedem igualmente na Europa, onde o homem impõe à mulher normas de vestuário e conduta, havendo até casos de mutilação genital de meninas em França (embora seja uma tradição africana).
Por isso muitas mulheres e muitos homens europeus que se orgulham dos seus direitos humanos e da sua democracia _ quer à Esquerda quer à Direita _ e que sabem o quanto foi preciso batalhar no passado para se conquistar a liberdade e a igualdade entre os sexos vigente nas suas sociedades _ entre as quais se inclui certamente a Suíça _ não aceitam semelhante tratamento dado às mulheres islâmicas, sentem-se ultrajados e receiam estar a regredir no tempo.
E se viesse alguma seita fundamentalista cristã dos Estados Unidos impor semelhante tratamento às suas mulheres, a indignação europeia seria a mesma.
O referendo aos minaretes vai pois para lá da questão arquitectónica (que também é importante). Mas, mesmo que não possam construir minaretes, qualquer emigrante islâmico é tratado na Suíça com mais dignidade do que nos seus países de origem.
Ps: José Saramago (escritor que admiro) proferiu críticas demolidoras sobre a Bíblia que para muitos fiéis serão blasfemas e insultuosas mas decerto não lhe vai suceder o mesmo que a Salman Rushdie. Mas, e se Saramago fosse um político holandês e dissesse o mesmo do Corão?
[Responder]
#65 José Bastos
Ainda não percebi porque declarou o meu primeiro comentário de ridículo e me acusou de não saber o que era um minarete quando a seguir põe uma definição de minarete que diz exactamente aquilo que eu disse.
O José Bastos, para além disso, afirma que comparar torres de igreja com torres de mesquita é ridículo. Certamente vai desmentir no comentário que se segue. Eu poupo-lhe trabalho
Qual é o fim das torres de igreja? E qual é o fim dos minaretes?
Eu digo-lhe numa só resposta pois é o mesmo:
- chamamento dos fiéis
- afirmação de um marco simbólico nas cidades.
O que são a torre de Pisa, a Tour de Saint-Jacques em Paris, a Torre de S. Marcos em Veneza ou a torre dos Clérigos senão “minaretes” cristãos?
Acha que é um direito que assiste a umas religiões e não a outras?
Ou acha que reivindicar a igualdade de tratamento entre religiões comporta “intolerância religiosa”, como argumenta o movimento proponente da proibição?
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mas o comentário número 42 parece-me demasiado chocante para ter sido publicado.
Como várias vezes já disse, dentro de cada esquerdista está sempre um censor.
Também está um anti-democrata, os melhores exemplos eram o Cunhal e o Vasco Gonçalves.
Houve aqui pelo menos dois posts em que se falou de minetes, mas este senhor ofendeu-se com um em que é apresentada uma visão da sociedade.
Em vez de a contrariar prefere apagá-la.
Está-lhes no sangue.
É provável que este também não passe por baixo do lápis azul.
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Se, como já disse, a Suiça sempre foi um país tolerante, onde nunca houve (que eu saiba) guerras de religião, mesmo quando, na Europa, foi o tempo delas, e sempre recebeu no seus seio os persseguidos, religiosos ou políticos, agora se mostra tão icomodada com os islamicos, é razão para reflectir.
Geograficamente protegida por altas montanhas, e tendo todos os seus cidadão armados (como milicianos, de treino obrigatório) só tendo estes que justificar as balas – contadas – que lhes são fornecidas, sente-se segura contra um ataque vindo do exterior. Agora, quando o perigo lhe parece interno a coisa já fia mais fino.
O Islão, cujo objectivo declarado é acabar com todas as outras religiões, se necessário através da “Guerra Santa”, configura um perigo bem real. Poderemos ser tolerantes com eles, que eles nunca o serão connosco.
Colocar trancas nas portas é da mais elementar prudência.
A auto-defesa é legítima, ou não?
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Correcção: perseguidos e não “persseguidos”
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75 CAFC
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Isabel Coutinho, levanta questoes pertinentes. Mas nao e’ o facto de haver mineres que reduz alguma ameaca de extremismo. O fazer-se um poster daquele genero, o tentar proibir algo que nao faz sentido proibir de forma tao acentuadamente ideologica, so contribui para incendiar sentimentos.
Julgo que todos sabemos que extremistas existem em toda a parte, e que usam questoes deste genero como as suas causas.
Considerando o factor de extremismo (e so este), acho que a batalha travada nestes moldes so piora as coisas.
Basta olhar-se para o poster para se ver que ha muita carga ideologica ali.
“Como várias vezes já disse, dentro de cada esquerdista está sempre um censor.”
Fado, e quando pensamos que a direita ja nao se mete nas nossas vidas, eis que declara aqui que se enfiou dentro dos nossos corpos.
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# 75 CAFC
«Vamos responder na mesma “moeda”, igualando-nos aos que criticamos?»
Não tenho problema nenhum.
E você, quando é que vai reagir. Depois de morto?
“Freedom go to hell” dizem os cartazes empunhados por manifestantes islâmicos na recepção ao deputado holandês Geert Wilders. É a gente desta que você quer dar a outra face?
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Acho muito bem que não se construa, afinal em grande parte do mundo muçulmano é muito muito complicado construir um templo católico ou cristão no geral. Estive por exemplo em Marrocos e nem vê-los.
E já agora para provar que não defendo o cristianismo concordo com as palavras de Saramago.
E sim, sou de Esquerda, laico e republicano. Mas isso não implica que seja cego.
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Zé de Portugal
“Porque as pessoas que estendem a roupa à janela não têm na sua grande maioria outra hipótese, como um terraço, um quintal ou um pátio?
Porque de entre essas pessoas que não têm alternativa, muitas são tão pobres que não têm máquina de lavar – que centrifuga e isso impede que a roupa pingue sobre os passeios em baixo?”
Não se zangue comigo que eu sou a primeira a saber das dificuldades que muitas pessoas passam, principalmente as mais idosas. Por isso disse “infelizmente nos bairros antigos é característico”.
A questão é politica. É considerar a importância do turismo como indústria nacional e “pegar o touro de caras.”
A imagem é o factor principal. Ninguém vai de férias para um hotel com vista para a favela a não ser que seja adeptode turismo deprimente.
A verdade é que as grandes cidades dos países civilizados têm os prédios pintados e arranjados, respeitando a traça por épocas. Nenhuma marca de roupa abre uma loja num prédio a cair de podre como os nossos da baixa e numa rua degradada.
O problema são as zonas históricas. Essas mais do quaisquer outras deveriam ser requalificadas para serem mostradas com orgulho. E as pessoas pobres que vivem nessas zonas deveriam ser ajudadas a viver com a qualidade necessária ao nível desses bairros. Para o melhor e para o pior.
Talvez seja culpa da lei das rendas, mas é também falta de coragem política. Ainda vivemos o complexo de “o povo unido é quem mais ordena”. Os estrangeiros que elegem os governantes, elegem-nos para que exigam deles (eleitores) mais civilidade e consequente qualidade de vida.
A questão não está na roupa a pingar. Está no visionamento da dita. Isso é que é terrífico.
Poucas pessoas, hoje em dia, não têm máquina de lavar roupa. Só mesmo os sem-abrigo é que não terão telemóvel.
Isto é apenas uma questão de disciplina. Tal como se disciplinaram as pessoas a não abater pinheiros-bébé para fazer árvores de Natal, deitar papéis para a rua, virar o balde de lixo para dentro do contentor, buzinar durante a noite, etc.
Falta ainda aprender a não arrumar os carros em cima do passeio, fazer das varandas mini-jardins e não exibir a roupa lá de casa ao mundo, porque há pessoas que não estão interessadas em vê-la.
Depois destes hábitos adquiridos perguntar-nos-emos, como é que foi possível eu arrumar o carro no passeio? Como foi possível ter deitado papéis para o chão? Como foi possível deixar os dejectos do cão no meio do passeio?
Vai aos poucos, mas lá chegaremos.
O primeiro passo é fazermos ver às pessoas que estas pequenas coisas são muito importantes.
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#60 José Bastos
Percebeu mal. É exactamente o contrário. Ou seja, mesmo que as pessoas queiram “pecar”, tal lhes está vedado, mesmo que sejam a maioria. Num país governado tal como manda a lei islâmica, nunca haverá democracia.
Já agora, altero o meu nick, visto haver outro Mário e tal facto causa confusão.
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Pedro Sales Reply:
Outubro 19th, 2009 at 23:11
Fado,
Não desculpou nem deixou de desculpar. Relativizou a importância do caso e defendeu o direito de expressão de cada um, mesmo que seja para dizer disparates. É diferente da opinião do Rui, claro, mas continuo sem ver onde é que está o arraso.
“O toque dos sinos, à hora da missa, mais não é do que a adaptação cristã (essa é que é a religião) do chamamento dos muezzins. Antes serviam apenas para alarme.”
Bolas, Daniel, um pouco mais de cultura não lhe fazia nada mal.
Já havia Igrejas com torres e sinos, muito antes de Maomé ter nascido.
O toque dos sinos nas igrejas sempre teve multiplas funções, entre as quais a marcação do tempo quando ainda não havia relógios.
É verdade que também serviam para chamar as populações para acorrer a desastres. Ou para informar que alguém tinha nascido ou tinha morrido.
Mas nunca para impor a oração aos fiéis – que essa nunca foi obrigatória. Excepto nos conventos, a oração, para os cristãos, nunca teve hora marcada. Por isso, nunca foi necessário chamar ninguém.
Nem hoje em dia alguém vai à missa porque ouve tocar o sino da igreja.
É essa uma das grandes diferenças entre o cristianismo e o islamismo: o caracter obrigatório da oração, bem como da posição ou a orientação dos fiéis. Nem se rezam calçados ou descalços. Nem as palavras com que se dirigem a Deus.
Cristo ensinou aos seus discípulos uma única oração: o “Pai Nosso”. E disse: “Qundo quiserdes orar dizei assim:[...]“. Quando quiserdes, e não quando vos mandarem.
O cristianismo, ao contrário do islamismo é uma religião de liberdade (é verdade que nem sempre foi assim, mas ao longo dos tempos foi-se aperfeiçoando). Enquanto o islamismo impõe normas rígidas e castigos físicos que podem ir até à morte mais cruel. O cristianismo orienta, o islamismo obriga.
Voltando aos sinos, muitas das modernas igrejas nem têm campanários (ver a recente Igreja da Santíssima Trindade, em Fátima).
Chamar a qualquer prática cristã uma “adaptação” do islamismo, é, pelo menos anacrónico.
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Pedro Sales
19 Out 2009 às 23:11
Não é aqui (porque deslocada) nem porque chamou a si as dores de outro que vou responder.
Se quiser abrir um post e colocar a intervenção de que falamos para discussão terei muito gosto em tentar demonstrar-lhe que está errado.
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Sondagem dá vitória ao NÃO no referendo suíço:
NÃO- 51.3%
SIM- 34.9%
Indecisos- 13.7%
Fonte: http://www.angus-reid.com/polls/view/34315/swiss_would_vote_against_banning_minarets
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Caro Daniel,
Começo por dizer que sigo este blog há muito embora nunca tenha comentado.
Regra geral identifico-me com o que escreve e agrada-me a forma como defende as suas ideias.
No que a este post diz respeito, sendo eu descrente de qualquer religião e políticamente de esquerda, vejo-me um pouco obrigado a perceber os suiços. Acho importante dizer que considero os suiços um povo racista, chauvinista e xenófobo.
Não é a primeira vez, e não será a última, que mostram a sua intolerância com as minorias.
Feita esta nota, tenho que dizer que, desta vez, os compreendo. A razão para isso prende-se com a minha experiência no contexto oposto. Vivo na Suécia e como decerto saberá a tolerância é aqui a palavra de ordem.
Ao contrário dos suiços, o governo sueco não só autoriza como constrói mesquitas (com minaretes) para que as comunidades iraquianas, iranianas, somalis, etc possam manter os seus hábitos mesmo longe dos países de origem.
Tudo muito bem.
Mas qual é a resposta dessas mesmas comunidades a um estado que os acolhe, dá um fundo de inserção, casa e ensino grátis? Em muitos casos é de intolerância. E olhe que aqui não podemos falar de problemas de má inserção na sociedade como acontece por exemplo em Portugal.
O governo sueco dá a um casal iraquiano (exemplo) com filhos uma casa, dinheiro, propostas de trabalho, creche grátis para os filhos, escolas secundárias onde até a comida é de borla, etc. Sabe o que é que muitos desses imigrantes fazem? Fecham-se em becos com pessoas de igual origem, passam geracões a falar apenas na sua língua, não permitem que os filhos na escola comemorem tradicões suecas, não permitem que as filhas se casem com os locais, e poderia ficar aqui o dia todo a dar exemplos.
O que quero dizer é que, mesmo que os muculmanos sejam recebidos de bracos abertos e com tolerância, a resposta deles parece ser a de total desprezo e tolerância. A suécia, como julgo que saberá, recebeu muitos muculmanos da Bósnia durante a guerra da década de 90, recebeu muitos iraquianos durante as duas guerras do golfo e muitos iranianos depois da revolucão. Só para ver o quão tolerante é o povo sueco, imagine que existe uma pequena cidade nos arredores de Estocolmo chamada Södertälje que tem mais iraquianos que os EUA em todo o seu território. Não é por isso há falta de oportunidade que estas comunidades não se integram. Claro que há elementos de qualquer comunidade integrados na sociedade, mas, de uma forma geral a experiência comprova que maior parte dos muçulmanos quer viver no primeiro mundo, com os hábitos e tradicões do seu país de origem, e com os direitos, previlégios e apoios financeiros do país de acolhimento.
Ninguém obriga uma iraniana na Suécia a andar de cabeca descoberta. Podem andar como quiserem na rua, na escola, etc. Há tolerência sem limites. Agora…se uma sueca for a Teerão pode andar na rua com os cabelos ao vento? Não.
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Por detrás das mesquitas, com lideranças religiosas visíveis, dos estados, do culto popular, escondem-se os ninhos onde nascem os terroristas, as Taricas. São organizações tipo ordens religiosas, que se dedicam a exercícios espirituais para além dos rituais obrigatórios. O Islão está povoado destes ninhos. Remontam ao tempo de Maomé. Um dia perguntaramºlhe o que é que ele pensava destas práticas e o artista respondeu que eram “excelentes pessoas”. A partir deste momento estas organizações esotéricas ramificaram-se por todo o Islão. As taricas não se dedicam à actividade política, mas elas são a fonte da unidade espiritual e cultural do Islão. E é lá que tudo tem início. Quem chefia estes ninhos são os Sheikhs, um título honorífico que significa “pessoa mais velha”, e que passa para um sucessor nomeado por ele. As taricas têm uma autoridade espiritual tremenda sobre a população (no shiismo há outras organizações independentes das taricas). É destas organizações que surgem as ideias e as tendências, que dão origem às guerras espirituais e culturais. Há organizações islâmicas que actuam no Ocidente há mais de um século, exercendo uma influência na élite intelectual, reorganizando-a em termos islâmicos. É uma acção por cima. Ahgora veio o ataque por baixo, que são os emigrantes e com eles os terroristas.
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NUNO CRUZ #74
Para o bem e para o mal, os “ocidentais” sempre foram o grande motor das mudanças socio-economicas em todo o mundo, pelo menos apartir do sec. XV. Contestar tal facto é um absurdo e demonstra total ignorancia da Historia das civilizações.
«Se os europeus, que têm acolhido imigrantes dos quatro cantos ……….» mas não foram os europeus os primeiros a se deslocarem para esses mesmos paises, dos quais são descendentes ou oriundos esses islamitas?
Nós, os “ocidentais”, tornamos o mundo mais pequeno com os descobrimentos e envagelização dos povos “descobertos”. Construimos igrejas em todos os hemisferios e com isso pacificamos os autoctones para melhor serem colonizados e acho pertinente afirmar que fomos bem sucedidos.
Só que não nos lembramos que o caminho de ida é o mesmo da volta e se fomos lá também eles (os emigrantes) podem vir cá; se ganhamos com as riquezas que exploramos lá também é justo que os deixemos fazer riqueza cá; se plantamos igrejas lá porque não aceitar minaretes cá?
«Pensar que a Arábia Saudita é mais refém do dinheiro suíço que esta do petróleo árabe é uma leitura paternalista do resto do mundo.»
Afirmei exactamente o oposto!
«A questão é sermos ou não tolerantes com a intolerância a partir do momento em que esta começa a meter em causa a coesão e avanços sociais que foram difíceis a conseguir.»
Não sei muito sobre o islamismo mas o pouco que sei leva-me a afirmar que, dependendo das interpretações, o corão é tão intolerante quanto a biblia ou a tora.
A.R.A
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E já agora, proponho uma medida repressiva e fascista de fazer roer de inveja qualquer regime comunista:
Considerar as latas de tinta em spray, armas mortíferas,de agressão psicológica.
Em consequência disso, sempre que uma adorável criancinha for comprar uma latinha tem que mostrar o BI, dizer a morada e telefone e os contactos dos paizinhos ou encarregado de educação, a confirmar na altura.
Se mesmo assim fizer asneira, apresenta-se aos adultos responsáveis por ela, uma continha de 1000,00€ para pagar pela reparação do estrago.
Se a criancinha não tiver nenhum adulto que se responsabilize por ela, vai ela mesma pintar a parede e mais algumas da vizinhança quando ainda não se apanhou o “traidor à Pátria” destacado em serviço, para o outro quarteirão.
Já não podemos mais ter o País sujo de gatafunhos sem qualquer interesse pictórico.
Ou estes “santinhos” andam a soldo dos lóbis das tintas ou querem boicotar a economia. (Serão comunistas?)
PS Já sei que com o 25 de Abril se acabou com o crime de traição à Pátria. Ainda bem porque provavelmente estaria muita gente “dentro”.
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O comentário de Tiago (92), cidadão residente na Suécia, toca na ferida mostrando aquilo que parte da Esquerda prefere não ver: a maioria dos islâmicos que emigraram para a Europa quer desfrutar da qualidade de vida do primeiro mundo mas recusa-se a integrar-se na sociedade que tudo lhes deu.
Recebem casas, apoios financeiros, direitos cívicos, saúde e instrução para os filhos e pagam fechando-se nos seus guetos, impedindo as filhas de se relacionar com as outras pessoas, quando não conspirando contra aqueles que tão bem os trataram.
Sucede na Suécia, assim como na França, na Inglaterra, na Holanda e na Suíça.
Naturalmente, os cidadãos que contribuíram com os seus impostos para que estas pessoas tivessem direito a uma vida melhor começam a sentir-se traídos, a ficar fartos.
E quando a Esquerda, e até certa Direita, prefere não ver o que se passa, ou aponta as baterias para o suposto racismo desses mesmos cidadãos que suportam tais despesas, a Extrema-Direita esfrega as mãos de contente e começa a ganhar votos.
De novo, o exemplo dos emigrantes portugueses que em condições miseráveis souberam triunfar nos quatro cantos do mundo e se integrar em todas as sociedades revela um contraste abissal com a atitude de muitos islâmicos.
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Rafeiro Danado:
Penso que defini, claramente, que não faço parte de qualquer confissão religiosa.
O conceito de “dar a outra face” é, extremamente válido em muitas circunstâncias da nossa vida.
No caso em apreço, eu não escrevi nada que pudesse conduzi-lo a essa interpretaçâo
Como o defeito terá sido meu, vou tentar ser mais explícito:
1- Há milhões e milhões de SERES HUMANOS (a esmagadora maioria, atrevo-me a “dizê-lo” que só querem, pelo menos, viver em PAZ). Sejam eles católicos, muçulmanos…ou de outros credos religiosos ou partidos políticos.
2- Generalizar (por causa de alguns extremistas) é, quanto a mim, um erro que a HUMANIDADE poderá pagar muito caro.
3- Todos os estudiosos que se têm pronunciado sobre a chamada Psicologia de Massas (caso da manifestação concreta a que se refere) dão uma resposta concreta (vidé, por exemplo, os estudos sobre o “Hooliganismo”).
4- Claro que todos têm o direito à legítima defesa mas, para isso, é preciso sofrer o ataque. E, será uma diferença de opiniâo que eu aceito, mas com a qual não concordo, é que, dentro desse conceito se inclui o de ataque preventivo (como legítima defesa a um ataque que pensamos que se irá realizar), com as trágicas consequências a que estamos a assistir.
5- Os radicais islâmicos (na sua versão mais asquerosa Al-Qaeda e o dito presidente do Irão), utilizam o argumento de que os ocidentais querem exterminar o Islão. São os mesmos argumentos (extermínio) que me recuso a utilizar pelos motivos invocados no ponto 1- deste meu comentário.
Espero ter esclarecido a minha opinião, garantindo-
lhe que, seja quem quer que seja que ataque físicamente a nossa LIBERDADE, estarei na mesma barricada do Rafeiro Danado (no caso de ainda não estarmos mortos).
Um abraço.
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tiago
20 Out 2009 às 10:57
Muito obrigado, há muito tempo que não me ria tanto com uma intervenção.
Esta
imagine que existe uma pequena cidade nos arredores de Estocolmo chamada Södertälje que tem mais iraquianos que os EUA em todo o seu território
Fez-me mesmo ir às lágrimas.
Também gostei do retrato que faz da Suiça um povo racista, chauvinista e xenófobo sem nunca lá ter estado, em contraponto com a sua querida Suécia, que é tolerante mas devia deixar de o ser.
Continue, vou mesmo recomendá-lo a um quarteto de humoristas de esquerda que há aqui no quintal.
[Responder]
Tiago Almeida, você existe mesmo??? “chocante”??? não seja patético…
CAFC, pelos disparates que arrotas não me parece que sejas uma caganita, julgo mesmo que serás uma valente diarreia e bem mal cheirosa por sinal!
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Justicialista, nem te vou responder mais tal o teu grau de etno-masoquismo e xenofilia, é simplesmente aterrador, lamento mas não consigo.
[Responder]
Tiago Almeida e Justicialista:
Parece que vai ser lançada a “primeira pedra” da construção do último modelo de Câmaras de Gás.
Quando estiver concluída, seremos os convidados de honra para testar a sua eficácia e, depois, ala
Outão ou Souselas, para destruir as provas físicas.
Há quem tente, mas passar de “caganita” a “bosta” não é para quem quer.
Meus caros, desculpem ter-me dirigido a vós mas,
como fomos metidos no mesmo “tanque”, achei por bem manifestar-vos a minha solidariedade.
Um grande abraço para os dois.
[Responder]
Umas perguntinhas retóricas:
Porque será que o Suiço jovem não tem a necessidade compulsiva de se afirmar através da pintura rupestre?
Porque será que o Suiço adulto não cospe para o chão?
Será falta de liberdade? Será a Suiça uma ditadura?
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É persistente o maroto…e não é que continua a expelir porcaria por todos os poros???
[Responder]
Caro Fado Alexandrino,
ainda bem que o consegui fazer rir. Fico contente de poder contribuir para a sua boa disposição. Como sabe o riso é a cura para muitos males. Para a ignorância é que não, infelizmente.
Ponto 1: Quem é que lhe disse que nunca estive na Suiça? Na minha intervenção não o escrevi por isso pergunto-me como terá chegado a essa conclusão…
Ponto 2: Quem é que disse que a Suécia me é “querida” ou que “deve deixar de ser tolerante”?
Quer-me parecer que está a assumir coisas a mais, principalmente se tivermos em linha de conta que não me conhece de lado nenhum. Não lhe parece meu caro?
Mas vamos ao que importa…
Eu falo de factos concretos. Não estou a divagar. Há um problema real com a comunidade iraquiana por estes lados e há um certo desconforto pela grande quantidade de refugiados que o país aceitou. Eu não disse que os iraquianos deviam ser corridos, o que disse é que muitos não se querem integrar. E isto não é o que eu acho ou penso, é um facto.
Antes de se começar a rir poderia ter ido ao amigo google e em 5 seg descobria que em pleno séc.XXI já não há razão para ser ignorante.
Aqui pode ver por onde andam os refugiados do Iraque: http://en.wikipedia.org/wiki/Refugees_of_Iraq
Destaco a seguinte frase:
“According to Washington based Refugees International the U.S. has admitted fewer than 800 Iraqi refugees since the invasion, Sweden had accepted 18,000 and Australia almost 6,000″
Pode ainda ver aqui umas declarações de um rapaz chamado Guterres:
http://www.independent.co.uk/news/world/europe/europe-urged-not-to-turn-away-iraqi-refugees-848507.html
Destaco a seguinte parte:
“Outside the Middle East region, it is Sweden that has until now taken the brunt of the Iraqi refugee influx. Sodertalje, a small town outside the capital, became known as “Mosul-on-Stockholm” because it took one in every 20 people seeking asylum in Europe”
Caso tenha dificuldades com o inglês terei todo o gosto em ajudar.
Espero ter contribuído para mais uma boa dose de riso.
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coisa 103:
Peço desculpa e ponho flores.
“Judeus, à cabeça, depois tudo o que “cheire” a não arianos, é para abater, incluindo os “maricas”.
Partindo da premissa destas coisas, vir uma delas chamar-me maroto “ai, ai, que disparate”
Peço desculpa, porque me enganei. Não é a “caganita do Adolph” mas, sim “a caganita da Eva Braun”.
Ponho, simbolicamente, as flores em qualquer lugar onde haja vítimas deste tipo de coisas.
Para as “caganitas”, qualquer que seja o seu género( “gramaticalmente falando”):
RIP
Senhor, dai-lhes o eterno descanso. Descansem em Paz. AMEN.
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e pronto..não é que o vermezito continua a respirar??? e a destilar a já famosa diarreia…Pena mesmo é que pela boca só lhe saia mesmo o líquido castanho, mas também para sair qualquer outra coisa dava jeito um cerébro não era CAFC???
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Esqueci-me de dizer que foi graças aos imigrantes que a Susana Amador, do PS, ganhou em Odivelas face à frente da direita unida
E eu que pensava que o argumento que a direita usava era mentira… que no fundo a permissividade extrema em termos de imigração por parte de partidos de esquerda se devia a querem os votos dos estrangeiros. Estou a ver que afinal é mesmo assim: não se pode ganhar com este povo, muda-se o povo. Isto de despertar a consciência de classe do povo dá muito trabalho, mais vale importater logo uns milhares de África e resolve-se a coisa.
Quanto ao referendo na Suiça, só quem não acompanha o que de grave se está a passar por essa Europa fora com o avanço do Islão é que se surpreende. E não vejo onde é que o cartaz seja ofensivo: tem uma bandeira suiça, com minaretes em cima e uma mulher de burka. Dado que é exactamente esse cenário que está em causa, qual é o problema?
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Veja lá se consegue perceber a diferença entre “refugiados” iraquianos e iraquianos e seus descendentes que já vivem há decadas nos states.
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A conversa é desde o início sobre refugiados, pelo menos a minha.
TF
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Pode ter sido, mas não foi isso que escreveu ( e foi sobre isso que comentei) provávelmente por escrever melhor em inglês do que em português.
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Eu continuo a falar sózinha, mas não faz mal.
Gostaria de sugerir uma visita dos técnicos das Direcções de Urbanismo das Câmaras (os que aprovam os projectos) a um registo da portugalidade, deixado pelos nossos avós ao longo dos séculos.
Sendo a casa o “território” básico de cada um, o material natural que lhe era oferecido nas redondezas do local escolhido para se sedentarizar era utilizado, na sua protecção do frio, do calor e dos predadores.
Proponho também um pequeno passatempo relacionado.
Visionem este pequeno video.
http://www.youtube.com/watch?v=4eJIoZwoHmA
Passando por cima da parte do sonho colonial frustrado, vejam srs. se conseguem descobrir:
1º. Qual a casa típica da vossa região/Concelho.
2º. De que material são feitas as portas e janelas.
3º. O nome das diferentes pedras que forram a totalidade ou parte das casas.
É difícil eu sei, se não impossível.
Mas eu ajudo.
A casa típica da região é aquela de que só existem poucos exemplares, normalmente a cair de podres, prontos a serem substituidos por chalés com portas e janelas de alumínio e paredes forradas de azulejos ou pedra mosaico da Roca e do refugo.
As portas e janelas são feitas de um material natural que nasce do chão e que acaba em folhas. Hoje em dia existem ainda alguns aglomerados desse material mas que praticamente já só serve para atear uns espectáculos luminosos que assistimos normalmente no Verão.
Quanto à pedra, já não existe. Foi comprada pelos espanhóis pelo preço da uva xxxxxx para forrar as casas lindas que os nuestros arquitectos hermanos conceberam para utilizar a nossa matéria prima natural.
PS O que se mantém sempre inalterável é a cordinha da roupa, muitas vezes esticada com um pau, de preferência bem visível para que não restem dúvidas que naquela casa mora gente lavadinha.
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Caro Fado,
começo agora eu a achar-lhe uma certa piada e quase que lhe oferecia a bicicleta de prémio.
De facto eu não escrevi “refugiados” (embora fosse esse o caso na descrição de Södertalje vs EUA como me parece óbvio), mas também não escrevi “descendentes” ou coisa do género.
Constatei apenas um facto que é o dos Iraquianos lá viverem. Não disse se nasceram lá ou se apareceram num camião de refugiados. Foi você que assumiu, sem eu o ter escrito, que esta estatística se aplicava a residentes e seus descendentes. Concluímos assim que eu tenho dificuldades na escrita e você na leitura. Temos que unir forças, está visto, para juntos fazermos um.
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Temos que unir forças, está visto, para juntos fazermos um.
Lá por comentar neste blog não me tome por homossexual, na realidade até sou bastante anti.
Li o que escreveu, o senhor é que julgava estar a escrever outra coisa, para a próxima vai ter, espero, um bocadinho mais de cuidado.
Uma nota, pode responder, eu é que não lhe vou ajudar mais na publicidade e pedindo desculpa por um dos seus sonhos ter tido um final triste, despeço-me até outro post.
[Responder]
Gosto de ler a forma como assume coisas que eu não escrevo, mas você de alguma forma lê.
Homossexual? Bem onde isto já vai…
Ainda assim, fazendo um breve desvio no tema, deixe-me dizer que gosto sempre de ver a necessidade de justificar a orientacão sexual. É elucidativo. E aquela do “sou bastante anti” é de matar.
“O senhor é que julgava estar a escrever outra coisa”…continua a assumir que me conhece de algum lado.
Rapaz, pela última vez e com calma.
A populacão da Suécia é menor que a populacão portuguesa, a populacão dos EUA ultrapassa os 200 milhões. Acha que alguma estatística de imigracão poderia ser favorável à Suécia? Não é preciso pensar muito para perceber que me refiro a refugiados. Aliás, um dos exemplos que dei foram declaracões do Guterres e que eu saiba ele não trabalha com “segundas geracões de imigrantes”.
E sim, vemo-nos noutro post, que já não consigo explicar isto de forma mais clara e simples.
[Responder]