Excelente texto de Rui Tavares, hoje no Público, para quem puder ler. Para além das considerações particulares sobre as guerras do Líbano e do Iraque e uma possível guerra com o Irão, conta mais esta ideia: que o que parece pensado e reparado em grandes teorias da conspiração resulta, demasiadas vezes, apenas das pequenas e desprezadas fraquezas humanas. Que os Estados, todos eles, não são tão racionais como os imaginamos.


Sem respostas ao post “Em aporia”  

  1. 1 1  e-konoklasta

    Não posso, nem vou ler o artigo, mas, devo dizer que isso não é novidade nenhuma… Não há nada de mais irracional que um Estado…uma barafunda, com pretensões de grande Organizador.

  2. 2 2  cbs

    Creio que se refere ao art. “aporia” em que de certa forma o RT se coloca como um observador algo perplexo.
    Tendo uma opinião de fundo relativamente diferente dele, também eu me situo assim, em especial na cena internacional actual.
    De facto, apesar de ver estilhaços da realidade, não sei do todo e de todo o que se passa.
    Impressiona-me em especial nos blogs, mas até no jornalismo, que toda a gente saiba sempre explicar tudo em teorias muito compostas.
    Eu não sei… e como o RT (parece-me) até vou mudando de opinião.

    Quanto à racionalidade da “raison d’état” que nos ensinaram, também já me dei conta que é relativa.
    Como a mais rigorosa ciencia da economia há muito detectou, tudo o que mete humanos (a própria razão, segundo o prof. Damásio) mete emoção e portanto alguma dose de irracionalidade.
    A começar pela guerra, um fenómeno paraentemente racional (dominar) mas de facto profundamente irracional (que domínio se poderá ter sobre um morto?)

  3. 3 3  zazie

    O artigo não diz nada. Diz o que já tinha dito o Hersch e ainda por cima em segunda mão.

    Como não tinha mais nada para dizer deu-lhe para filosofar. Que pode não ter havido plano e blá, blá, blá.
    Este é aliás o grande problema do jornalismo tuga em assuntos que ultrapassam o âmbito caseiro. Faltam as fontes, repete-se mal o que os outros dizem ou armam-se em sábios antes de tempo.
    Pois. Se eu não sei os segredos de estado posso sempre disfarçar e tentar passar por filósofa…

    tretas. É claro que uma operação destas não acontecia em cima do joelho.
    Se é para dizer que o Hersch pintou então precisa de provas que o neguem. Nem vi qualquer teoria da conspiração no artigo do jornalista. Vi foi palavreado gratuito no do RT.

    Pareceu-me até uma má cópia do Paulo Varela Gomes

Leave a Reply