Azhar Usman, em “Allah Made Me Funny”. Um muçulmano americano, que faz aquilo que toda a gente que nunca conheceu um muçulmano tem a certeza que um muçulmano nunca poderá fazer: rir-se de si próprio. Descobriu-o hoje, na gravação do Eixo do Mal.


27 respostas ao post “Entre dois atentados suicidas eles lá se riem”  

  1. 1 1  Nuno Cruz

    A última pessoa que conheci que tentou “rir” do Islão foi um artista plástico homossexual que, numa obra, instalou um par de sapatos de mulher sobre um tapete de oração. Depois de vandalismos vários destruíram a vitrina e começaram as ameaças de morte por telemóvel, email e cara a cara.

    A questão não é um muçulmano rir-se de ele próprio, a questão é sofrer ou não as consequências.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Nuno, reparou que quase todo o público era muçulmano. Não faça generalizações.

  2. 2 2  Dorean Paxorales

    omid dajalili, self-styled “o único comediante iraniano do mundo”:

    http://www.youtube.com/watch?v=HYyOiIwfzs4

    [Responder]

  3. 3 3  Nuno Cruz

    A generalização é feita pelo Daniel no post: “toda a gente que nunca conheceu um muçulmano tem a certeza que um muçulmano nunca poderá fazer”.

    Eu relatei um facto: os muçulmanos que se exilam do fundamentalismo islâmico na Europa ficam surpreendidos com a complacência europeia.

    Não conheço a comunidade islâmica nos estados-unidos, mas estou de acordo que a capacidade de se rir de si mesmo é o passo mais importante para a tolerância.

    [Responder]

  4. 4 4  Nuno Cruz

    Ah, resta dizer que o artista plástico é muçulmano e magrebino e que o seu objectivo não era a provocação gratuita, mas retratar a sua relação com o Islão enquanto homossexual.

    [Responder]

  5. 5 5  Luis Dias

    O Daniel é incapaz de compreender a diferença entre a ideologia e o homem. Mas não é anormal, o próprio já admitiu uma vez reconhecer que o comunismo afinal não era solução, a própria ideologia era podre. Talvez daqui a vinte anos seja capaz de ver o que hoje já é óbvio: as ideologias matam. E o islamismo é uma ideologia.

    Que estes senhores sejam capazes do humor demonstram apenas que são humanos, e demonstram ainda mais que quanto menos apegados à ideologia, melhor. Será isto a melhor defesa da ideologia? Deixem-me rir.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Luis Dias, os muçulmanos têm uma religião em comum. O islamismo político é outra coisa. É como dizer que um cristão, em geral, se revê na Sarah Palin ou, pior, no KKK

  6. 6 6  Luis Dias

    Ou ainda de outra maneira, à silogismo:

    Pessoas de capuz são capazes de fazer humor de terceira qualidade,

    Logo,

    O islão é porreiro.

    ??!?!??!!?!?!?

    Diz-me qualquer coisa quando encontrares o vídeo de alguém como o George Carlin a dizer mal da religião no Irão ou na Síria. Aí tens a minha atenção.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Luis, o Irao e a Siria são ditaduras. E no caso da Siria uma ditadura laica.

  7. 7 7  Luis Dias

    Se um cristão não se revê na Sarah Palin ou melhor dito, no Papa, é porque não leva o seu cristianismo demasiado a sério. Só confirma aquilo que tenho dito: quanto menos religião melhor.

    Outra questão: o “islamismo” levado a “sério” é político. O islão é um movimento religioso, político e militar. Tem como objectivo traçado a constituição de um califato enorme. Mais uma vez, que os muçulmanos não levem isto a sério só demonstram que o são menos do que poderiam ser, reinforçando a minha ideia original.

    Os livros “sagrados” perpetuam os vírus do pensamento absolutista e intolerante. Que haja gente que não os levem a sério não é argumento de defesa dos mesmos.

    [Responder]

  8. 8 8  Luis Dias

    Daniel, o Irão não é uma ditadura qualquer, é uma Teocracia. Ou dito de outra forma, um país à boa maneira maometana.

    Hás de chegar à luz. Não és propriamente como aqueles tipos que ficam a vida inteira a negar as atrocidades inerentes a um sistema de crenças, desculpando-os porque as pessoas “não os levam a sério”.

    Um excelente argumento, pelo que vejo.

    “Epa, esta coisa não é assim tão má, basta que não a levemos demasiado a sério e esperar que ninguém a leve a sério”

    Bah, isto já nem sequer é relativismo.

    [Responder]

  9. 9 9  José Bastos

    Depois do stand-up temos o sit-down comedy:

    http://www.youtube.com/watch?v=zbU0G4K0IzI

    [Responder]

  10. 10 10  José Bastos

    Como diz o Daniel, depois de se rirem lá voltam eles aos atentados:

    http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/8357661.stm

    [Responder]

  11. 11 11  Antonio Cunha

    Já tinha visto este humorista à uns tempos achei um piadão.

    Mas se não é unico deve andar lá perto.

    E está onde ? Nos EUA, claro.

    [Responder]

  12. 12 12  Toninho

    Para quando uma digressão do comediante pelos “berços” da sua inspiração?

    O artista merece.

    Cumprimentos

    [Responder]

  13. 13 13  isagt

    Que tem graça tem :-)

    [Responder]

  14. 14 14  Henrique Morais

    António Cunha…um comediante destes na Europa teria os dias contados e é por essas e por outras que depois não os deixam construir minaretes. A culpa da crescente intolerancia não deixa de ser nossa (europeus) tambem.

    [Responder]

  15. 15 15  I.

    Coisas que se vão descobrindo sobre o islam.
    Um muçulmano pode ser o maior criminoso em relação aos não muçulmanos e mesmo para com muçulmanos.
    Os outros muçulmanos não o julgam, allah sabe mais e allah é que o julgará.
    Ele, o muçulmano criminoso, pode ter feito coisas proveitosas para o islam, e os outros muçulmanos não o saberem.

    Um não-muçulmano pode ser a melhor e a mais santa das pessoas.
    Para os muçulmanos não tem valor e é para submeter.
    Para o islam, o pior muçulmano está acima do melhor não muçulmano.

    Um não-muçulmano pode fazer o melhor dos bens aos muçulmanos, estes nada lhe agradecem.
    Agradecem só a allah, mesmo que allah os tenha posto ou ponha na maior das desgraças e misérias.

    Os muçulmanos nunca podem por em causa maomé e allah, quando foi o próprio maomé a revelar-nos que
    o seu allah era o responsável por todo o mal do mundo.

    Os muçulmanos dizem o que dizem e fazem o que fazem, porque isso lhes traz proveitos e os não muçulmanos, continuam
    cegos e a não quererem ver o que o islam realmente foi, é e quer ser.
    Está tudo escrito, é só dar um pouco de atenção para descobrir estas e outras verdades sobre aquela coisa, o islam.

    O islam aproveita-se da bondade, generosidade, ingenuidade e passividade dos não-muçulmanos, para ir construindo a
    sua maldade.

    Mesmo que isso passe por desmascarar o mais mascarado dos males, tipo islam, as pessoas boas têm o direito, dever
    e obrigação de defenderem e construírem o bem.

    [Responder]

  16. 16 16  Duarte Sousa

    Daniel Oliveira,

    Parece-me que existe um certa dificuldade em compreender que a diferença actual entre a maioria dos cristãos e judeus face a grande parte dos muçulmanos reside no facto dos primeiros apenas cumprirem uma parte dos mandamentos das suas respectivas religiões, i.e., aqueles que se enquadram num plano de valores humanistas e que estão inseridos dentro contexto legal das sociedades ocidentais. Os judeus e cristãos passaram por revoluções científicas, culturais e políticas que moldaram profundamente a sua forma de viver e experienciar a religião. O mesmo não se pode dizer da generalidade dos países muçulmanos, como se pode comprovar pelo contínuo desrespeito pelos direitos humanos e da democracia, exercido em nome da religião.

    Pergunte-se a si mesmo: se o Islão é uma religião de paz, em quantos países islâmicos houve manisfestações públicas contra os atentados do 11 de Setembro ou contra os últimos incidentes políticos no Irão? Quantos muçulmanos árabes protestaram nas ruas contra os massacres de curdos no Iraque levados a cabo pelo regime de Saddam Hussein?

    Pense bem. E olhe que isto não é para dizer que o Islão é pior ou melhor do que outras religiãos. Para mim são todas de deitar fora, mas há que reconhecer que existem diferenças óbvias a nível moral entre as várias religiões e a nível da forma como elas são praticadas. E a esse respeito parece-me que grande parte dos muçulmanos ainda não passou da idade medieval.

    [Responder]

  17. 17 17  José Bastos

    Porque entre atentados também se escreve poesia, e porque eu conheço a paixão do Daniel por minaretes;

    “Mosques are our barracks, domes our helmets, minarets our bayonets, believers our soldiers.”
    - Ziya Gökalp

    Depois, se quiser, eu digo-lhe onde li isto, Daniel.

    [Responder]

  18. 18 18  Jose

    Para que se saiba o símbolo que mais insulta o islão é o do próprio islão, o crescente.
    Também ele foi roubado.
    Quem usa em público aquilo que rouba, insulta-se a si próprio.
    O islão é tão hábil a enganar, que os milhões e milhões de muçulmanos nunca deram por isso, ou se alguns deram, aceitaram porque lhes convinha. São muito oportunistas.

    Já agora, a arquitectura das mesquitas também foi roubada, e são mais um insulto a maomé.

    [Responder]

  19. 19 19  José

    Sr. Daniel.
    Isto é do outro “lado”, mas parece interessante.

    TÁCTICAS ISLÂMICAS DE ONTEM… E DE HOJE
    No local internético Gates of Viena, bastião de divulgação de notícias e mensagens de relevância para a salvaguarda do Ocidente (Gates of Viena ou Portões de Viena de Áustria foi onde a horda invasora turca foi travada e derrotada), publicou recentemente um artigo, da autoria de um dos seus colaboradores flamengos, em que se observa uma inquietante e esclarecedora semelhança entre o que o Islão fez na Índia e que está a fazer agora na Europa. O flamengo estabelece uma comparação entre os actuais acontecimentos em solo ocidental e aquilo que o nacionalista hindu Sita Ram Goel descreve, atenção, em 1981, no capítulo 2 da sua obra «Hindu Society under Siege» ou «Sociedade Hindu Sob Cerco», bem antes da grande iminvasão islâmica da Europa, quando ainda os Europeus contemporâneos mal sabiam o que era isso.

    Pegou no texto de Ram Goel e substituiu «Índia» por «Europa»; eu todavia prefiro colocar aqui o texto original de Ram Goel (tradução, toda a itálico), para que se veja até que ponto se observa a similitude entre o que os muçulmanos faziam na Índia desde há catrefas de anos e o que fazem agora na Europa – há todo um padrão de actuação:

    1. Os muçulmanos da Índia, particularmente a inteligência muçulmana, devem ser afastados de toda e qualquer sombra de racionalismo, universalismo, humanismo e liberalismo, e um exército de mulás e de maulvis treinado nos ditames do Islão deve actuar para fazer a lavagem cerebral e manter os muçulmanos no caminho certo;

    2. Todo e qualquer muçulmano que não aceite o Islamismo ou se atreva a criticá-lo ou se ponha ao lado do nacionalismo indiano, afastando-se das diferenças religiosas, deve ser denunciado como um renegado e ser considerado como vítima legítima de populaças muçulmanas assassinas;

    3. Os muçulmanos devem ser encorajados a queixar-se de tantas ofensas quanto as que puderem ser inventadas e tentar fazer ver que são uma minoria maltratada, oprimida, explorada como cidadãos de segunda classe por parte da brutal maioria hindu;

    4. Estas queixas forçadas dos muçulmanos devem ser usadas para converter a comunidade muçulmana num bloco eleitoral compacto que pode funcionar como factor de peso no maior número de processos eleitorais possível, e que pode chantagear os partidos políticos não islamistas a acomodarem candidatos muçulmanos ou incluir o máximo possível de medidas e concessões à comunidade muçulmana nos seus manifestos eleitorais;

    5. Os muçulmanos devem agitar-se para que a Índia apoie todas as causas islâmicas internacionais, certas ou erradas, legítimas ou ilegítimas, para que a sua atenção se mantenha constantemente desviada das exigências da sua própria condição económica, social e cultural;
    6. Os muçulmanos devem progressivamente ser persuadidos e preparados para levar a cabo motins de rua ao mais pequeno pretexto, seja um porco desgarrado, música junto à mesquita, a língua Urdu, ou o carácter minoritário da Universidade Muçulmana Aligarh, ou uma questão puramente pessoal entre pessoas pertencentes a duas comunidades, ou uma bomba na mesquita al-Aqsa em Jerusalém por um aventureiro austríaco, ou o enforcamento de Z. A. Bhutto pelo presidente Zia do Paquistão, ou a captura da Ka’ba por alguma facção da política saudita, ou algum outro evento similar do mundo islâmico;

    7. Os tumultos frequentes devem ser usados para assustar os muçulmanos que devem ser instigados a criar, consolidar e estender enclaves exclusivamente muçulmanos nos quais podem ser armazenadas armas e munições, importadas e não só.

    Agora, a estratégia muçulmana a lidar com os hindus:

    1. O conceito de secularismo, entrincheirado na constituição da Índia, que se tornou no mais sagrado slogan dos partidos políticos indianos, deve ser distorcido, mal interpretado e mal usado ao máximo para bloquear a mais pequena expressão da cultura hindu no campo estatal e na vida pública da Índia;

    2. Os termos «comunal» e «comunalismo», que se tornaram em palavras de insulto na política indiana, devem ser cuidadosamente cultivadas e cada vez mais mistificadas para demonizar todas as organizações, instituições e partidos que não servem o Islão, directa ou indirectamente;

    3. A acusação de fascistas e anti-secularistas deve ser atirada contra todos os indivíduos e organizações que questionem as reivindicações exclusivistas do Islão e da sua cultura, que sabem e dizem a verdade sobre a escritura e história islamistas, e que vêem para além do jogo islâmico das queixas;

    4. Todo o louvor e apoio deve ser estendido aos hindus que saiam do seu próprio caminho para apoiar causas islâmicas, nacionais e internacionais, e que vêem no Islão e na sua cultura os valores mais altos que o Islamismo afirma;

    5. Todas as plataformas devem ser usadas para derrotar e frustrar a emergência de um nacionalismo indiano genuíno e positivo, salientando sempre o carácter multirracial, multirreligioso, multilinguístico, multinacional e multicultural da Índia.

    O Islamismo conseguiu de facto ter algum ascendente entre os muçulmanos na Índia independente sobretudo porque a secção dominante da Inteligência Hindu protegeu-o por várias razões. Os políticos do Congresso protegeram-no porque perceberam muito cedo que eram uma minoria entre os Hindus, e que podiam sobreviver no poder apenas combinando um sólido voto muçulmano com seja o que for de voto hindu que possam obter. Os Socialistas saíram do seu próprio caminho para proteger o Islamismo porque alimentam um ânimo anti-hindu e em parte devido à esperança de garantirem o voto muçulmano – uma esperança que ainda não chegou de maneira nenhuma perto de ser conseguida. Os gandianos protegem o Islamismo porque já não se lembram que o seu grande mestre, Mahatma Gandi era um hindu com profunda fé na Sanatana Darma, e porque compreendem mal a sua doutrina de não violência perante toda gente, incluindo os muçulmanos da Índia, como uma aprovação do Islão. Os comunistas protegem o Islamismo porque vêem nele um poderoso aliado na sua campanha contra a sociedade hindu, que eles vêem como o seu maior inimigo. Os auto-alienados intelectuais hindus protegem o Islamismo devido à sua pura hostilidade contra a sociedade e cultura hindu, que eles estão apostados em amaldiçoar sob todo e qualquer pretexto. Apoiar o Islamismo tornou-se pois um passatempo para todos os que querem fazer-se passar por liberais de grande coração, progressistas e secularistas. Mas na ausência de recursos locais e de apoio internacional, o progresso do Islamismo na India foi muito lento. O Paquistão, que foi o seu único apoiante externo, não conseguiu dar-lhe muito auxílio para além de alguma histeria nos seus mass média e propaganda em foruns políticos internacionais. As várias guerras que a Índia foi forçada a travar com o Paquistão com desvantagem para este último, também inibiram o Islamismo na Índia, privando-o de adquirir o grau necessário de auto-confiança.
    O uso do petróleo como arma política pelos países islâmicos e o influxo dos petro-dólares em larga escala de vários países árabes, particularmente a Líbia e a Arábia Saudita, desde o início dos anos setenta, deu ao Islamismo na Índia um novo brilho de auto-confiança num súbito volte-face. Este influxo de dinheiro árabe é um fenómeno natural e inevitável porque, em última análise, o Islamismo é apenas outro nome do imperialismo árabe que, em determinada altura da sua história, pilhou e povoou, com a sua prole, muitas terras estrangeiras e que ainda hoje mantém muitas nações não árabes espiritualmente escravizadas.
    O Islamismo na Índia está agora ocupado em empregar com o máximo de vantagem o dinheiro árabe, que está a aparecer através de muitos canais e em quantidades crescentes. Algumas das suas utilizações são muito óbvios à vista desarmada. Algumas das características mais salientes deste novo cenário podem ser enumeradas como a seguir se lê:

    1. Crescimento rápido de uma imprensa poderosa, maioritariamente em línguas indianas, e muitas editoras a propagar o Islamismo;

    2. Financiamento generoso de antigas e recentemente fundadas maktabs, madrassas e institutos para ensinar o Islão e treinamento de missionários que são depois pagos com altos salários para purificar a fé do rebanho muçulmano e procurar novas pastagens para conversos do Islão;

    3. Compra de terras e propriedades em áreas urbanas e rurais por parte de indivíduos muçulmanos e instituições e organizações islâmicas a quaisquer preços disponíveis;

    4. Manufacturação e armazenamento de armas em mesquitas, em lares e localidades muçulmanas e treino de muçulmanos violentos;

    5. Realização de conferências frequentes, nacionais e internacionais, e realização de manifestações em apoio de todas as causas islâmicas;

    6. Financiamento de politicas muçulmanos e indução de políticos muçulmanos para que se infiltrem e se envolvam em cada partido político, e funcionem a partir de todas as plataformas públicas;

    7. Suborno de intelectuais hindus laicos, funcionários públicos e políticos, comprados para que apoiem o Islamismo, denegrir a cultura hindu, e pratiquem o assassínio de carácter daqueles que se opõem ao Islamismo;

    8. Uso do fascínio que o dinheiro exerce para conseguir conversos ao Islão a partir das secções mais fracas da sociedade hindu, particularmente dos Harijans.

    Esta estratégia não é de modo algum nova. A mesmíssima estratégia foi usada pela Liga Muçulmana para criar o Paquistão. Simplesmente, a ajuda e apoio que os Britânicos deram em dada altura foi substituída pelo auxílio e apoio vindo dos países árabes. E em apenas uma década, o Islamismo na Índia assumiu as mesmas proporções ameaçadoras que teve na véspera da Partição (divisão da Índia para criar o Paquistão – nota da tradução). O paralelo deve fazer-nos parar para pensar. “

    [Responder]

  20. 20 20  José Bastos

    Depois de dez atentados houve um que perdeu a vontade de rir:
    http://www.guardian.co.uk/world/2009/nov/11/washington-sniper-executed

    [Responder]

  21. 21 21  PedroM

    Só o facto do Daniel ter postado este exemplo raro diz tudo. É que não seria notícia algum cristão a rir de si mesmo – ou da igreja católica, pois não?.

    [Responder]

  22. 22 22  Antónimo

    Há um iraniano, actor e stand up comediant que tem um programa de TV que a RTP2 têm transmitido aos domingos, logo a seguir ao Câmara Clara que zomba de si próprio e dos iranianos, enquanto muçulmanos.

    Este não é caso único.

    [Responder]

  23. 23 23  João Cerqueira

    O comediante é bom, mas apenas pode dar asas ao seu sentido de humor num país ocidental, odiosamente capitalista. Num país islâmico sofreria retaliações, podendo até ser morto.

    Faltou ao Islão uma Reforma, um Lutero, uma revolução coperniciana que os fizesse libertarem-se de um pensamento medieval e maniqueísta. E quando este intrépido homem surge, as massas não o escutam, depois leva uma Fatwa e cala-se.
    É verdade que no passado os árabes foram mais avançados e mais tolerantes do que os europeus mas, tal como sucedeu aos gregos, desde a expulsão da península ibérica entraram em decadência_ muito antes de ingleses e franceses os colonizarem. Por isso, exceptuando alguns escritores como Malouf, Pahmuk, Mahfuz, nada de relevante produziram durante o século XX, devendo-se os avanços tecnológicos que beneficiam a humanidade_ como os computadores e a Net _ à Europa, aos Estados Unidos e ao Japão.
    A explicação do colonialismo não explica tudo, portanto.

    Mas agora, no dealbar do século XXI, muitos povos anteriormente atrasados estão a recuperar. Contudo, poucos países islâmicos, avessos à liberdade de expressão, à democracia e aos direitos humanos, acompanham esse crescimento.

    Compare-se a Índia Hindu com o Paquistão Islâmico: tendo sido ambos colonizados, a Índia é hoje uma potência emergente da globalização enquanto o Paquistão é um problema para a humanidade. A religião não tem nada a ver com isto? Eu acho que tem e muito. Acho que se o Paquistão tivesse outra religião estaria nas mesmas condições de desenvolvimento que a Índia. Em vez disso, vive o pesadelo dos atentados_ sem que possa deitar a culpa aos americanos.
    Mas, como já foi aqui referido, o que mais me assusta no Islão é não ver manifestações massivas de condenação ao terrorismo, de apelos ao respeito pelos direitos das mulheres e à liberdade de expressão_ antes exigências de morte aos que insultam o Profeta e apelos a guerras santas.

    Os humoristas islâmicos são bem-vindos, mas do que o Islão precisava era de um Ghandi ou de um Mandela que o expurgasse definitivamente da intolerância e da violência, que o libertasse de mandamentos do passado instando-o a se preocupar apenas com o futuro.

    [Responder]

  24. 24 24  R.

    O islam existe e vive daquilo que é.
    Jamais poderá mudar.
    Pura e simplesmente deixava de existir se não fosse como é.
    Quanto à suposta tolerância e desenvolvimento do islam no passado, isso é mais um mito.
    Isso só aconteceu enquanto durou a influência das culturas que o islam invadiu.
    Mas, como mostra a história, o islam pouco a pouco foi sufocando e destruindo tudo o que de interessante havia nessas outras culturas que ele, islam, invadiu.
    Debaixo do islam, todo o muçulmano que quis ser gente foi perseguido e até decapitado, mesmo se fosse dos mais importantes, mesmo se fosse imperador ou da familia.
    Veja-se que Suleiman, até os filhos matou, e tudo em nome do islam.
    O islam é pior do que o pior que se possa ter imaginado, mas é muito hábil a enganar os próprios e a tentar enganar os outros.
    Não é por acaso que a mentira e a dissimulação fazem parte da doutrina muçulmana.
    E há muita gente que o não aparenta mas que na verdade e secretamente está ao serviço da agenda islâmica.
    Ver o caso das Taricas e outras organizações.
    E já agora, nenhum argumento islâmico é válido, porque logo no inicio, maomé quis o poder todo e nem corão havia.
    Os argumentos foram construídos à posterior de modo a justificar o que maomé fazia e depois a justificar os seus seguidores.

    [Responder]

Leave a Reply