
Sócrates esteve bem no início da entrevista na SIC e começou a enterrar-se nos contratos para as obras públicas. Na banca esteve igualmente mal. Recuperou no fim. Ainda assim, Sócrates continua a ter, como entrevistado, uma excelente técnica: a da matraca. Não se deixando interromper acaba por conseguir dirigir o rumo da conversa e, acima de tudo, o tempo em que se fica em cada assunto. Resulta, apesar de não criar empatia. Com esta limitação, os entrevistadores estiveram, ao contrário da anterior entrevista na SIC, muitíssimo bem. Foi a mais aguerrida, sistemática e bem estruturada entrevista feita até hoje a este primeiro-ministro. Ainda assim, Sócrates aguentou-se. Contrariado, por vezes agastado, mas aguentou-se.
69 comentários 5 Jan 09 em Sem categoria



Teve a lata de dizer que retirou as notas atribuidas aos alunos da avaliação dos professores, porque “esse trabalho não estava pronto”.
Ora se há coisa que está pronta nas escolas são as notas dadas pelos professores aos alunos.
Tentaram por isso em lei, tentaram condicionar as avaliações dos alunos pela dos professores, tudo a bem da estatística. Essa é que é a verdade que ninguém lhe disse.
Também acho estranho que o 1º ministro diga que as contas públicas estão em ordem com 3% de deficit. As contas só estão em ordem quando o deficit for 0%. Porque é que ninguém lhe diz isto?
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Já eu, confesso que não “aguentei”.
Hoje não era um bom dia para aturar aquilo.
Abraço
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“Foi a mais aguerrida, sistemática e bem estruturada entrevista feita até hoje a este primeiro-ministro.”
Também achei, mas os jornalistas devem não ser tão exasperados. Eles a dada altura irritaram-se. Principamente o Ricardo Costa. Devem ser firmes como foram, colocar o entrevistado perante o contraditório, mas sem se irritarem. Caso contrário parece que estão ali só para o tramar.
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Resumindo, o Daniel ficou convencido.
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O melhor: Os bancos não podem falir nem o BPP!.
O Pior: A fuga à pergunta sobre a possibilidade de criação de um novo partido, o do Alegre.
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“… apesar de não criar empatia”. Ai se fosse o Louçã com aquele estilo higiénico. O DO morria de amores.
Como deve calcular, eu também não empatizo com ele… mas qual a crítica que faz à entrevista, para além do estilo?
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Mas isto agora é tipo comentário de futebol?
Numa entrevista basicamente vêm-se as posições da pessoa sobre cada assunto, de preferência de forma clara. Tudo o resto é paisagem – se ele cria empatia ou não, não é isso que me faz votar ou deixar de votar nese sujeito.
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Com todos os seus defeitos, um passado facilitista e uma grande teimosia, tem uma enorme qualidade. É a CORAGEM.
Há com certeza muita gente a “comer”, o País foi tomado por um grande polvo, mas foi o político que foi mais longe nas reformas até hoje. Pena ter cedido na Saúde, espero que não ceda na Educação.
Por muito que achemos que está na política para se promover pessoalmente, (quem não está?), ter-se candidatado a 1º Ministro, estando o País como estava há 3 ou 4 anos, é de Homem.
Só não voto nele porque não sou socialista. É por uma questão de princípio.
Espero que Paulo Portas seja uma oposição construtiva, e que ambos tenham Sentido de Estado, gerindo as diferenças, para se poderem ultrapassar as dificuldades trabalhando em conjunto.
E já agora, que Deus nos livre do PSD!
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Os meus parabéns pela honestidade do seu post. Sendo um reconhecido adversário político do PM, é de louvar a imparcialidade da sua análise.
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Sugiro o visionamento integral da entrevista:
http://sic.aeiou.pt/online/video/informacao/Jornal+da+Noite/2009/1/entrevistaajosesocrates.htm
Assim cada um faz a sua análise!!
Ricardo Martins
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Esta não foi bem uma peça de teatro normal, foi qualquer coisa mais ao estilo de pantomina ou rábula “o rapaz o costa e o amigo dele” – e depois da entrevista foram os três jantar ao Gambrinus
mas palpita-nos que naquele grand finale “agastado, mas aguentou-se”!! o efeito esperado pelo Daniel e pelo BE na parte do “aguentou-se” não vai dar nada – o homem já disse que se não tiver maioria absoluta irá fazer uma coligação com o CDS. Aí está porque o comentador oficial da Côrte, o pulido valente já disse que “o cds não cresce aquilo que deveria crescer. Dá sempre mais do mesmo, não há nada a fazer para sair disto; a análise politica coerente que vejo é inventar uma intifada contra as montras das lojas onde o Sócrates prova os fatos
crash
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Num plano privado, mediático e também político a argumentação deveria cumprir as seguintes premissas.
Tem de ser verdadeira e sem omissões; clara e directa; éticamente inquestionável; credível e aprovada no teste do ridículo; e não poderá regressar para nos atormentar.
Juntar tudo é uma singularidade complicada. E ou se está consciente deste risco, ou se faz uma ideia da coisa ou é-se o idiota útil.
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Independentemente da opinião política de cada um custa que uma pessoa como Daniel Oliveira que costuma ser particularmente sensível (e bem) às questões ligadas à qualidade da comunicação social considere como de grande qualidade esta entrevista. Não acho que tenha assistido a um exercício de jornalismo digno de um país maduro democraticamente. Estou certo que onde Daniel Oliveira se entusiasmou com a agressividade e acertivididade dos entrevistadores eu me choquei com o seu estilo hiper-opinativo, falta de rigor, objectividade e tom acintoso. Foram longe demais, demasiado longe – transformaram esta entrevista numa coisa pouco séria. Assistimos a jornalistas políticos que decidiram brincar aos políticos e que acabaram KO como se tivessem saido de um debate parlamentar na Assembleia da República. Reafirmo que isto não tem nada a ver com as posições politicas de cada um. Custa é assistir, diariamente, a esta degradação contínua da nossa democracia…Tinhamos direito a um debate esclarecedor, perguntas e respostas… Assistimos apenas ao Sócrates a fazer algo que sbe muito bem fazer, desancar rapazolas armados em políticos de algibeira. Penoso de ver….O país precisava das perguntas e das respostas….
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Frases “feitas” e política sem sentido, /
o PM na SIC pronunciou, /
a recessão é um dado adquirido /
com este “socialismo” que já berrou!
Este PM bem falante /
e que roupas caras gosta de vestir, /
o pântano está bem presente /
com o país a denegrir.
Com o país à beira do abismo, /
o Sócrates continua a fantasiar, /
na gaveta está o socialismo /
e o Zé Povinho continuará a penar.
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Vi a entrevista. Discordo da prestação dos entrevistadores. Melhor coordenação prévia das perguntas teria evitado alguns atropelos e obrigado o entrevistado a ir além da rama nas questões.
Em muitas ocasiões isso condicionou a entrevista e deixou o entrevistado livre para atrair os assuntos e as abordagens que mais lhe interessavam.
A justificar isto a ausência de qualquer nota relevante desta entrevista. Nada de novo, nem no discurso.
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(desculpem acrescentar ao comentário anterior),
Este sistema de 2 entrevistadores nem sempre é um ganho.
Pode haver vontade e profundo conhecimento das questões a colocar, como me pareceu o caso, mas faltando experiência está o caldo entornado.
Não é para “enterrar” ninguém até porque admiro pelo menos 1 dos 2 entrevistadores, mas uma Judite de Sousa, só, teria proporcionado uma coisa mais acutilante e substantiva.
A experiência…
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“Deveria ser criada a Ordem do Sapato pelas ordens e sindicatos de jornalistas para demonstrar que não são bajuladores dos grandes interesses agressores e exploradores dos seus povos”
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SEM
“transformaram esta entrevista numa coisa pouco séria. Assistimos a jornalistas políticos que decidiram brincar aos políticos e que acabaram KO”
exactamente, a ideia era essa, fabricaram a rábula
e Sócrates aos olhos da populaça saiu como o grande triunfador da noite.
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Não vi, não quero ver e não acredito na imparcialidade de nenhum dos jornalistas.
Por uma feliz coincidência estive a ver este filme que mostra exactamente os bastidores de uma entrevista.
Devia ser de visão gratuita quando não obrigatória para as pessoas deixaram de acreditar no Pai Natal.
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A farsa no seu melhor.
Bom dia,
Abraço.
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Pronto Daniel, pronto! Já percebemos que ficou convencido. Não faça mais alarido. Mas é pena…
De facto, é impressionante ver com a mais pura propaganda até nalguns espiritos bem formados e informados tem efeito. O Reich tinha razão. E o Dudas também, quando conseguiu vender a Torre de Belém 32 vezes só no mesmo dia. Isto para não falarmos naquele rapaz alemão…
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Levy dix it: “Caso contrário parece que estão ali só para o tramar.”
Ainda tem dúvidas??
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Ricardo Costa abre a entrevista a acusar o PM de ter “afrontado” o Presidente… mas o que é isto… esse indivíduo como jornalista deixa muito a desejar.
É uma vergonha.
Um jornalista tem de saber como portar-se ao entrevistar um representante do Povo. Não está a entrevistar um qualquer cumpincha.
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#22 GL
Como é que Ricardo Costa deveria dizer? Se o PM afrontar o PM não se pode dizer? Nunca se pode dizer?
E a explicação estapafurdia de não marcar as eleições autarquicas e legislativas para o mesmo dia? “para não estragar as dinamicas locais!” diz Sócrates
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8# Isabel
“Há com certeza muita gente a “comer”, o País foi tomado por um grande polvo, mas foi o político que foi mais longe nas reformas até hoje. Pena ter cedido na Saúde, espero que não ceda na Educação.”
Guarde isto que escreveu e daqui a 10 anos abra e leia. E depois veja se alguma das coisas que a Isabel pensa que o governo está a fazer, está de facto feita.
A opinião pública que continua convencida que MLR é uma grande ministra da educação, ignora que o PS está minado por uma ideologia educativa altamente incompetente e preversa que tem como pedra de toque a desresponsabilização dos alunos e dos pais e o facilitismo. Sócrates e Lurdes podem dizer o que quiserem na televisão, no terreno as coisas estão a piorar dia após dia. E isso é como o azeite, um dia vem ao de cima…
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“…parece que estão ali só para o tramar”.
Acho que um bom intervistador dev ser capaz de fazer perguntas pertinentes na tentativa de deixar o PM com dificuldade em responder, faze-lo puxar pela cabeça, deixa-lo sem resposta. Se for este o sentido de tramar…
Quanto à entrevista tenho a dizer que foi mais uma vez muito fraca e só pode resultar porque o nível de informação e conhecimento da população em geral é muito reduzido. Aquilo deixa alguém minimamente tranquilo ou esperançado? A mim parece-me que não e quando olho para as alternativas…
O ricardo costa foi de longe melhor jornalista que o outro. Faltava ali um jornalista económico bastante melhor.
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Caro GL,
Um jornalista deve comportar-se de maneira diferente quando entrevista “um representante do povo” do que quando entrevista o povo?
Se calhar deviam fazer mais vénias e pedir desculpa por qualquer perguntinha menos cómoda, não?
E já agora, porquê perguntar o que quer que seja? Porque não dar simplesmente ao homem todo o tempo de antena para mentir com quantos dentes tem?
Não foi afinal o que ele fez ao longo de toda a entrevista? Não há um único facto, citado por Sócrates na entrevista que corresponda à realidade. Desde o número citado para o crescimento das exportações até ao ranking das centrais solares.
Isto é grave? Não. O que é grave é o tom das perguntas feitas pelos jornalistas…
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Podemos não gostar dele, podemos não estar de acordo com as politicas do seu governo todavia contudo temos um primeiro ministro que na tormenta não abandona a nau… Por menos outros fizeram : Cavaco como ministro de Sá Carneiro é só um exemplo.
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“Como é que Ricardo Costa deveria dizer? Se o PM afrontar o PM não se pode dizer? Nunca se pode dizer?”
“Afrontar” é um verbo que não se aplica ali. Por amor de Deus, não afrontou ninguém. Isso é literatura, não é jornalismo. Aliás, é propaganda. Poupem-me.
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“E a explicação estapafurdia de não marcar as eleições autarquicas e legislativas para o mesmo dia? “para não estragar as dinamicas locais!” diz Sócrates”
Essa achei óptima. Os comentadores e os Drs. Karamba todos a prever que anteciparia eleições ou faria no mesmo dia e Sócrates diz que não e que não acha bem. Não disse o que todos queriam que dissesse, e pronto, a resposta é “estapafúrdia”.
Pachorra para isto.
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Que vi eu?!
(!)
O Comentário #9 é patético. É suposto fazer-se passar por Jerónimo de Sousa?
Estes BE’s são o máximo!
(Por falar nisso, ouvi hoje que Alegre alinha novamente com o PS em matéria de educação. Ai estas esquerdas, estas “esquerdas”…)
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“Se calhar deviam fazer mais vénias e pedir desculpa por qualquer perguntinha menos cómoda, não?”
Era previsível um comentário deste tipo. Não digo mais nada, peço apenas que veja no Youtube outras entrevistas a chefes de governo em outros países da UE e vejam se alguém trata um representante do Povo, eleito democraticamente, como se estivesse a disputar berlindes ou a bicicleta. Ricardo Costa estava claramente alterado, aquilo não é normal. Estava claramente “a tentar lixar”, como alguém disse aqui.
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O Ricardo Costa estava a ver se brilhava. Tinha ali o seu momento de glória: “o país está um caco, tenho praí 20 temas que encostam este gajo à parede, sem esforço.”
E o que se passou a partir dali, só posso comparar a um SLB – FCP:
Sempre que o bronco do Luisão (neste caso, o Ricardo Costa (que pena o Ricardo Costa já não destruir tíbias ao serviço do Benfica, tornava esta analogia muito mais credível)), tentava uma revienga a meio campo, o Hulk (Sócrates) agarrava o esférico, seguia por ali isolado, e se não marcava golo, pelo menos apagava da memória dos espectadores (ou pior, ridicularizava) o “suplex” inconsequente do Luisão.
E o que é que acontece a um jogador pouco inteligente, cujas iniciativas individuais resultam sempre na perda de bola para o adversário?
Eu respondo: Irrita-se, insulta, comete infrações.
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Sócrates demonstrou a sua insensibilidade e incapacidade de governar (alías, características já vistas aquando da sua passagem por Min. Ambiente).
Sócrates demonstrou que tem mentido aos portugueses nos últimos 6 meses. Dizia que não havia crise nem iamos entrar em recessão. Afinal… havia outra.
Fez tudo isto com um ar de quem se sente cansado e sacrificado pelos esforços que tem feito em prol dos portugueses… coitado.
Respondeu a algumas questões mais incómodas com um ar de quem é incompreendido e iinjustiçado.
Enfim… foi mais do mesmo. Alguém que não tem rumo, estratégia ou solução.
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O RCosta na SIC, ( por acaso irmão de outro Costa ), a “afrontar” o engenheiro?
Vocês são tótós. Se engolem “aquilo”, ( PROPAGANDA encenada ), bem merecem este Governo e o País que temos.
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João Pedro:
“Acho que um bom intervistador dev ser capaz de fazer perguntas pertinentes na tentativa de deixar o PM com dificuldade em responder, faze-lo puxar pela cabeça, deixa-lo sem resposta. Se for este o sentido de tramar…”
Um bom entrevistador é o que deixa o entrevistado sem resposta? Muito útil seria essa entrevista…
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27
Nada justifica a grosseria, a falta de educação demonstradas pelo entrevistador(?) Ricardo Costa.
Perdeu o pé (que nunca teve), chegando ao cúmulo de num aparte próprio de Zandinga, dizer que tinha quase a certeza de que o TC iria chumbar os 2 artigos…blá, blá, blá…
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Citando o aqui pouco amado JPP mete dó ver o primeiro ministro de Portugal naquele estilo trauliteiro e pouco educado. Sócrates não conseguiu esconder a irrascibilidade nem responder com honestidade à pergunta que vale bastante sobre a descida de impostos que não teve resposta. Por outro lado citou inúmeras vezes “o investimento público” e as “tecnologias” qual panaceia mágica para os problemas do pais.
Está na hora de se reflectir seriamente se se quer para primeiro ministro um artista da retórica ou alguém que seja intelectualmente mais sério e honesto.
Ademais e ainda sobre o estilo Sócrates usa a táctica do rolo compressor que consiste em nem sequer deixar que as perguntas terminem para entrar num diálogo de índole secundária com o seu interlocutor, sempre largando bilis e fel em todas as frases.
A fiar pela entrevista vamos bem e o pais recomenda-se. Tudo isto com o amen de que a entrevista correu bem…
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considerando que em todas as respostas o pm:
- fugiu à questão aproveitando para fazer campanha eleitoral.
- faltou à verdade aproveitando para fazer propaganda eleitoral.
- pôs em causa a pertinencia da questão, aproveitando para fazer propaganda eleitoral
- foi arrogante, aproveitando para fazer propaganda eleitoral
- aproveitou para fazer mais campanha eleitoral
ou os critérios do Daniel são inconfessaveis ou o Daniel é um anginho e não percebe nada disto.
Não percebe por exemplo por que razao há uma entrevista ao pm nesta altura. por iniciativa de quêm?
para sí uma dica: a tv lava mais branco!
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já agora, segundo o próprio Ricardo Costa, aquilo tudo cheirava a esturro e o alinhamento das perguntas foi o possível. como sempre havia uma data de condicionantes na entrevista e a parte interessada em tudo aquilo era claramente o governo e não a televisão. aliás a entrevista foi “proposta” pelo gabinete do PM.
está tudo dito!
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Excelente entrevista do Sr. Primeiro Ministro, trata-se de um muito bom comunicador.
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a encenação a pedido feita na Sic foi claramente o anúncio oficial da Recessão e o tiro de partida para o inicio da campanha eleitoral – ora vamos lá ver quem é que tem unhas para salvar isto é o mote da rábula.
entretanto
as massas ignaras já se esqueceram que a crise foi provocada (Barroso 2001, o aliado dos neocons) a oposição destruida com a cabala da CP (a ala esquerda do PS afastada: Ferro, Paulo Pedroso, Cravinho, Ana Gomes, etc) – e depois como corolário elegeram “o Botas da democracia” (com base em silêncios e mentiras) para garantir que o paradigma bushista não mudará.
votos? tenham bom proveito.
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Qual “entrevista”??????????????
Houve foi hora a meia de campanha eleitoral…e de propaganda ao gobverno.
Digo eu…
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Levy
Eu estou à vontade para falar porque não votei nele, PS. Há uma coisa chamada responsabilidade e maturidade democráticas. Os votos não nascem nas urnas como os cogumelos. Alguém os pôs lá. Muitos dos que o criticam puseram lá o seu voto. Deram-lhe maioria absoluta. Isso tem que ser respeitado. Antes das eleições os partidos distribuem um programa de governo. Se as pessoas não o lêem e votam só na marca, o que é que esperam?
Ao menos tenham respeito pelos que não votaram nele e têm que gramar com os erros da maioria.
Eu estou longe de dizer que este governo é perfeito. Basta ser socialista que para mim já é sinal de desigualdade social. O que eu acho é que é o melhor que temos e que poderemos ter.
O PSD é uma alternativa risível.
O PCP é uma empresa de funcionários, em que a promoção dos mesmos se faz, empatando as outras empresas, as leis e o progresso. (A banha da cobra vendida ontem pela deputada Ilda é um belo exemplo disso).
O BE é uma “ganda moca”.
O CDS, na minha opinião, tem um projecto visionário e progressista, mas o povo ainda não está preparado para ele, (penso eu).
O que é que nos resta? Quem tem coragem de dar a cara por este projecto que é Portugal, pobre e cheio de rombos no casco?
Dizem que a crise é a maior. O ano vai ser duríssimo. Tenhamos no mínimo a maturidade de nos unirmos num projecto comum.
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Unirmo-nos???!!!
Valha-me a Virgem.
Eu não me uno a ninguém do Sistema! Democracia parlamentar burguesa?!
Desculpe Isabel, respeitando a sua opinião, contem comigo é para quando a Rua pegar fogo a isto TUDO!
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“Eu estou à vontade para falar porque não votei nele, PS. ”
Ahahahahah, que bobagem. E há gente que pensa mesmo assim.
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A galhofa que para aqui iria se o homem se tem espalhado com as histéricas perguntas do irmão do outro… Tenham paciência. É claro que se safou o mais bem preparado. Mas é também por isso que ele é primeiro-ministro. Se não, tinha um blogue, fazia comentários (como eu) ou era jornalista…
E, se houver justiça, quem acham que vai ser o futuro primeiro-ministro? A Nélita? O Anacleto? O Jerónimo? O Paulinho? O Aníbal gostaria de acumular mas o Regulamento não deixa. O Regulamento é, afinal, muito sábio…
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Neste momento não há uma alternativa credível de governação para Portugal.
Quem fez melhor do que Sócrates?
Quem arrumou as contas públicas e controlou o défice?
A segunda maioria absoluta está a caminho!
Penso que os empregadozecos do Balsemão não se saíram tão bem como aqui se diz.
a entrevista mais pareceu um interrogat´rio. Muita paciência teve Sócrates para aturar dois jumentos como aqueles. Eu não tinha!
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Não se distraiam:
http://bandeiranegra1.wordpress.com/2009/01/06/3401/
SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA!
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Parece que passou despercebida, mas para mim, houve uma frase que revela bem a falta de respeito desse senhor pela Democracia: «o Parlamento votou daquela maneira porque a minha opinião vai nesse sentido».
Não sei se é possível editar para colocar na internet, mas era bom que esta frase fosse posta no youtube e repetida por todo o lado onde fosse possível.
Como é possível que um governante afirme que os representantes do povo votam conforme a sua opinião pessoal e ninguém se indigne com isso?
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Portugal não tem povo, tem público.
Ao ver aquela fantoxada na sic até me deu vómitos, não sei porquê, mas já tinha visto aquele filme algures num primeiro ministro do psd, as datas são outras mas a bosta é a mesma, a certa altura quando se falou nos professores e no ensino, até pensei que alguém perguntasse se o PM não se sentia mal em ter tirado um curso numa universidade que fexou as portas.
Portugal não tem povo, tem público.
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Convincente, mesmo quando mente, ao que se disse ontem no “Prós”, e então sempre convincente, ainda pra maioria que o já o conhece e corre o risco de o eleger.
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Talvez Portugal, como a Rússia (estranhas afinidades, estas) precise de um macho alfa que mande no povo e lhe diga o que pode ou não fazer. Só assim se explica que ainda haja tanta gente a defender Sócrates, um pseudo-licenciado arrogante, doutorado pela vida em corrupção e propaganda, um pretenso político de esquerda aplaudido pelos apoiantes do CDS (que quererá isto dizer?).
O povo está cansado e Atenas está a chegar. Sócrates tem sido hábil na arte milenar do panem et circenses, mas o pão é cada vez mais escasso, e o circo é deprimente, enquadrado por pedofilia e debruado a esmeralda.
Faço minhas as palavras do Spartakus no comentário 45: “contem comigo é para quando a Rua pegar fogo a isto TUDO!”
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Ir para a rua, fazer o quê, vão mas é trabalhar, façam algo de útil por vós e pelo país.
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Mais uns minutos de pura propaganda. Curioso que a “obra” é a mesma que mostrou nas entrevistas anteriores: as renováveis, as aulas de substituição, o plano tecnológico, e o défice. Sim, já sabemos, o PS pôs as contas (+-) em ordem, e isso é importante, não é necessário divagar 10 minutos sobre isso. A “independência” (sério????) energética veio à baila ene vezes, tal como os 2,2% do défice (olha, já lhe apanhei o vício); continua a comparar-se ao “governo” PSD, o que acho de mau gosto (era como eu dizer que era um atleta olímpico, porque consigo correr mais depressa que o stephen hawking), e a crise, ninguém a previa, mesmo quando o Teixeira previa o petróleo a 100 e todas as instituições diziam que ia chegar aos 150. Não explicou quem e como se vai pagar as obras públicas, não explicou as “gestões” de excelência de CPs e afins, ou quantos clientes estão previstos para a ligação porto-lisboa (parando em estações e apeadeiros) via TGV. Segundo ele, não há recuo na educação, aliás o governo nunca recuou, apenas corrigiu o rumo algumas vezes (especialmente em situações de intransigência, como Ota, encerramento urgências), enfim, fez tudo bem e é pura vítima de uma crise que acontece uma vez na vida.
PS: o que podem fazer nas eleições? Ir votar em BRANCO!!
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Daniel Oliveira:
«Ainda assim, Sócrates aguentou-se. Contrariado, por vezes agastado, mas aguentou-se».
Mas, desde quando é que «aguentar-se» em entrevistas ou em debates parlamentares, faz de alguém um bom governante?
Eu sei que o Daniel não disse isso, mas é este o comentário mistificador que demasiadas vezes se lê ou se ouve dizer acerca de Sócrates.
Porém, aqui era perfeitamente desnecessário. É a minha opinião.
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Ó João, o pessoal não quer Atenas. A ideia de rua é mais, sei lá, fazer o trotoir… Há que brincar com este pessoal para não ter que lhes chamar nomes. Com que então almejam por Atenas e RUA, hem? Façam favor! Podem ir para a rua em Atenas. Enfim…
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Daniel: Agora foi de vez! Acho que é melhor fechar a chafarica pois, como não andam a tomar os medicamentos, está tudo a espumar. Como raio é que ainda há alguém que conte com estes moços para fazer deste país uma terra melhorzinha? Para os nossos filhos, para os nossos netos e, porque não, para nós? Mas, com esta malta, estamos conversados. Só lhes apetecia queimar, matar e destruir. Para isso até há os israelitas, muito mais eficientes que eles. Esses, chegando à hora, limpavam-nos mesmo o coiro e os bens, sem aviso.
[Responder]
Francisco
Qual é a alternativa? Arranja melhor?
Vamos para a rua pegar fogo a tudo, e depois? Como será o dia seguinte? Onde é que vamos comprar pão? Podemos tomar o campo e semear trigo, só que demora 6 meses a crescer e é preciso alguém que o moa. Entretanto morremos de fome…
Vivam as soluções fáceis e circenses, próprias da geração Nestum com Mel. Dão óptimos resultados.
[Responder]
As palavras mais ditas:
http://hipocrisiasindigenas.blogspot.com/2009/01/realpolitik.html
Saúde,
[Responder]
“Só lhes apetecia queimar, matar e destruir. Para isso até há os israelitas, muito mais eficientes que eles.”
O nome disse é outro: falta de sexo. Nada que algumas cacetadas da polícia ou jacto d’água não resolva.
[Responder]
44 Isabel
“Eu estou à vontade para falar porque não votei nele, PS.”
Eu também estou à vontade para falar. E votei no PS. Assumo isso. E já me arrependi e nunca mais votarei no PS. Também assumo isso. Tenho o mesmo à vontade para falar que os que não votaram no PS.
Percebo os motivos que escreve, porque também foram os meus há 4 anos. Mas mudei de ideias e não vou ceder a chantagem do “se não tivermos maioria será o caos!” Pois que seja o caos. Ao menos assim será caos para todos.
Ainda em relação á entrevista, já escrevi que os jornalistas estiveram bem no geral, mas demasiado agressivos no tom.
Ricardo Costa estava numa posição dificil, porque é irmão de António Costa, número 2 do PS. Se fosse mole com Sócrates seria acusado de estar a defenfer PS por causa do irmão; se fosse duro, seria acusado de estar a tentar deixar ficar mal Sócrates, para com isso beneficiar António Costa.
[Responder]
Daniel, será impressão minha ou haverá nas palavras deste texto, assim como que uma pequena deriva mais para o “centro”, por parte do meu amigo?
Já agora…um bom ano.
[Responder]
As minhas postas não aparecem. Censura ou problema técnico?
[Responder]
Cá vai outra vez:
44 Isabel
“Eu estou à vontade para falar porque não votei nele, PS.”
Eu também estou à vontade para falar. E votei no PS. Assumo isso. E já me arrependi e nunca mais votarei no PS. Também assumo isso. Tenho o mesmo à vontade para falar que os que não votaram no PS.
Percebo os motivos que escreve, porque também foram os meus há 4 anos. Mas mudei de ideias e não vou ceder a chantagem do “se não tivermos maioria será o caos!” Pois que seja o caos. Ao menos assim será caos para todos.
Ainda em relação á entrevista, já escrevi que os jornalistas estiveram bem no geral, mas demasiado agressivos no tom.
Ricardo Costa estava numa posição dificil, porque é irmão de António Costa, número 2 do PS. Se fosse mole com Sócrates seria acusado de estar a defenfer PS por causa do irmão; se fosse duro, seria acusado de estar a tentar deixar ficar mal Sócrates, para com isso beneficiar António Costa.
[Responder]
Como é possível que um governante afirme que os representantes do povo votam conforme a sua opinião pessoal e ninguém se indigne com isso?
Repare, não há representantes do povo.
Há deputados escolhidos pelos dirigentes de um partido (no caso são todos iguais) que devem muito respeitinho a quem os escolheu e querem voltar a ser escolhidos.
Coitados, o que é que eles podem fazer a não ser arrear as calças?
[Responder]
Como andam em baixo as nossas exigencias!
No resultado final das perguntas feitas, o Socras, obteve o seguinte resultado:
- Respondeu acertadamente a 9 questões que lhe foram colocadas
- Respondeu incorrectamente a 4
- Respondeu erradamente a 4
Aqui, a diferença do incorrrecto para o errado são as meias verdades e a mentiras descaradas.
Mas se formos a fazer o calculo, o Socras, até teve nota positiva, á rasca mas positiva.
Portanto, se o 1º ministro no actual momento não consegue mais do que 11 valores numa simples entrevista em que o mesmo já conta com 4 anos de poder maioritario, acredito piamente que o nivel de exigencia lusa baixou tanto que no momento todo e qualquer cidadão que seja papagaio e não se engasgue (fale verdade ou não) tem capacidade de ser o nosso 1º.
É este o homem que temos a frente de Portugal num periodo de crise, embora eu ache que sempre vivemos numa crise constante e de facto é deveras estranho que haja de repente tanto dinheiro para ser distribuido? Onde é que estava o dinheiro? Afinal não estavamos de tanga?
Aquele Abraço
A.R.A
[Responder]
“Onde é que estava o dinheiro? Afinal não estavamos de tanga?”
Quem dizia isso era outro.
[Responder]
GL,
veja lá se nesses tais outros paises da europa o 1º ministro faz tento da gente parva como este, se mentem tam descradamente e se nao respondem a nada daquilo que lhe é perguntdo.
[Responder]