Esta peça é que prova que não houve arrastão?! A palavra de um xenófobo dono de um bar contra a de um pai (que não esteve lá) e de uma filha? A palavra de alguns jornais contra a de outros (A Capital… eh, eh, eh… A mesma do “Jorge Sampaio não aceita Santana Lopes e vai convocar eleições antecipadas”). E para que servem aquelas reportagens sobre os grupos de extrema-direita? O que é que uma coisa tem a ver com a outra? Afinal o Daniel quer provar que não houve arrastão para poder dizer mal da extrema direita (você perde demasiado tempo com estes tipos, já agora), para provar que os nossos jornalistas são maus (os do Expresso também?…), para provar que os brancos são maus e os pretos apenas vítimas? O que é que o incomoda ao certo? Dizer-se que foram 500 quando na verdade eram apenas 100? 50? 5? É uma questão de número? Se disserem que foi um “Arrastinho” já não se incomoda? Porque é amigo íntimo da Diana Adringa? Para que quando escrevemos “Arrastão” no Google o nome do seu blog apareça em primeiro lugar?
Algo aconteceu! Mas parece que esta se começa a tornar uma questão de crença! Eu acredito que aconteceu, independentemente da dimensão, se foi 1 único assalto ou 1 arrastão. O Daniel não acredita, sustentando a sua crença na opinião de Ana Adriga (que luta com todas as suas forças pela limpeza da imagem do imigrante) e do relatório da polícia que sem queixas apresentadas fez um relatório inconclusivo.
Mas atenção, eu tenho esta opinião mas não deixo de ser de esquerda, posso, não posso?
Para mim qualquer actuação em bando que permite vários assaltos simultaneos no mesmo local é um arrastão.
Quando se faz uma “limpeza” a umas quantas carruagens da CP também não é um arrastão?
SR.democrata”convicto”
(desculpe as aspas mas é o que eu penso), por quem é, pode acreditar naquilo que muito bem entender, a crença é livre.
Já agora um DEMOCRATA CONVICTO ( haverá outros…)é aquele que interroga, tenta encontrar explicações, não deixa que manobrem a sua inteligência, pois a Democracia é como se sabe um bem muito frágil, e que fácilmente pode ser destruido, e uma das formas, é a manipulação das consciências.
Já agora a jornalista chama-se DIANA ADRINGA e foi uma das mais respeitadas jornalistas da RTP.
Estas “perolas” de comentarios não me espantam por aí além, quando vejo em certos blogs de jornalistas (que por principio devem contar a verdade) o mesmo “tom” de rapazinhos da mocidade portuguesa , como no caso do Glória Fácil versão JPH, e outros a puxar mais p/o intelectualoide a resvalarem para o negacionismo, só me confirma o que eu suspeito há muito tempo, os rapazinhos da Frente Nacional e o PNR têm muito apoio escondido dentro e fora dos media.
Ontem vi um documentário na 2 com o Eduardo Lourenço e ele disse uma grande verdade- que como é verdade ninguem diz- Portugal tem uma relação não assumida com o Salazar, e este racismo latente e corporativismo que torna o país fechado e avesso á inscrição democrática.
A UE e a democracia para esta gente são como as boas maneiras, são suportáveis e úteis desde que ganhemos algo com elas.
PS- Por outro lado foi optimo limpar os favoritos à O’Neill, “sai daqui cão”
Atenção: eu disse algo aconteceu, nem eu sei bem o quê, mas algo aconteceu, não chamei arrastão “à coisa”. Caro a.Pacheco, peço desculpa por me ter enganado no nome da senhora, mas lembre-se que Paulo Portas também foi um respeitado jornalista, mas isso não basta!
Só mais uma coisa, tanto é manipulado ou manipulador aquele que acredita no arrastão como o que o nega a cem por cento!
«(…)O contra-arrastão (…) tão falso no plano factual como ele, tentando tornar impossível, culpabilizadora e racista qualquer crítica à violência suburbana, oriunda de jovens negros da segunda geração, que implicitamente nega como problema de criminalidade apenas para afirmar como questão “social” e de exclusão.» in Abrupto, 10/06/2006
No dia em que em vez de arrastõezinhos passarmos a ver carros em chamas, espero que nos bairros chiques e nos condomínios privados deste, tolerante e “democrático” país, que se passe a pensar a exclusão como os franceses tiveram de o fazer… e os excluidos desta jangada de pedra não são só os rostos coloridos, há muitas caras pálidas mesmo muito desmaiadas que não saem da cepa muito torta.
natália servir-se de frases do PP como argumento não vale de nada. Por um lado, no sentido jornalistico e para alguem que não seja alucinado um acontecimento existe ou não existe. E este não existiu, basta ler o comunicado do chefe da policia.
Agora outro problema é o da imigração, existe e deve ser debatido, mas para ser debatido façam-no ás claras e não se sirvam cobardemente dos orgãos de comunicação social para lançar o ódio sobre os negros e demais imigrantes.
Agora como é timbre JPP, mistura tudo e serve pronto a servir de “lead” mental para jornalistas e comentadores em debates e outras mentes mais frágeis.
Business as usual.
Conforme vi no filme que se encontra neste blog, evidentemente o que lá se passou não foi aquilo que o dono do bar relatou, mas a minha pergunta é o sr. esteve lá? Só admito comentários de quem lá esteve. Não fui assaltada, isto se não se considerar como tal o roubo de uma toalha, da qual evidentemente não dei parte à policia. O que houve sem duvida alguma, para quem estava naquele lado da praia, foi um acto de puro vandalismo!!! Disso não tenho duvida alguma. O grupo de negros que entrou na praia, não sei precisar o número mas certamente mais de uma centena, e que se juntou a outros que já se encontravam na praia, passaram por cima das coisas, das pessoas sem qualquer noção de respeito, atiravam as coisas das pessoas para longe e levavam consigo algumas outras desde toalhas, como foi o meu caso, até sacos, etc. Não ouvi nenhum tiro conforme foi aqui relatado. Mas há algo que devo dizer todos os jovens que praticaram este acto de vandalismo era negros pelo menos não vi nenhum branco. Podia ter sido pior, felizmente não foi, foi um acto vil e de pura falta de respeito. Foi VANDALISMO, e efectivamente as pessoas que se encontravam no caminho dos jovens delinquentes foram arrastadas. Isto apenas demonstra que os jovens não respeitam os outros mas exigem, vai-se lá saber porque, respeito. Lamento que se tenha transformado este infeliz incidente numa questão de racismo, mas ninguém, que lá tenha estada nessa tarde poderá descrever o que sucedeu de outra forma se não dizendo que: um bando de negros invadiu a praia, não na sua totalidade, acredito que tenha havido pessoas que não estando naquela zona, não se tenham apercebido do que sucedeu. Eu não me considero racista mas infelizmente já assisti a situações, principalmente de pura falta de respeito, por parte de negros. Não terá a criminalidade em Portugal cor?? Neste caso teve. Foi a excepção? sinceramente não me parece. Quem frequente aquelas praias já certamente assistiu a atitudes de pura falta de civismo por parte de grupos de jovens negros que atiram areia, nos caem na toalha, nos atiram com bolas, obrigando-nos a abandonar o local, para evitarmos um confronto. sim porque de dizemos algumas coisa mesmo de forma educada acabam por nos chamar racistas. Será que por causa da cor da sua pele agora os podemos deixar fazer tudo, para que não nos acusem de racistas? A mim não me parece. Naquela tarde existiu algo, chamem-lhe o que quiserem, a mim é-me indiferente, mas não façam disto uma bandeira de defesa das minorias étnicas, porque neste caso foi uma minoria étnica que desencadeou o sucedido.
A minha toalha não vale nada evidentemente mas sabe era minha!!!
É verdade que face a actos que configuram delinquência, sejam praticados na praia, na escola ou em qualquer outro lugar, se os infractores pertencerem a uma qualquer minoria étnica, há a tendência por parte de certas pessoas para a sua desculpabilização, transformando-os de imediato em de vítimas, nomeadamente de exclusão social.
Sem prejuízo de se identificar, estudar e combater os problemas que possam estar na origem de comportamentos desviantes, é bom lembrar que há leis e regras de convivência, que temos que exigir sejam cumpridas seja lá por quem for.
A cor da pele não me interessa, a falta de urbanidade por vezes levada à barbárie, sim, e muito - no meu prédio vive uma família caboverdiana à cerca da qual costumo dizer que se todos os brancos fossem assim este mundo era uma maravilha.
Sobre o dito arrastão ou não-arrastão, depois do comentário da Sandra não digo nada.
Deixe lá o JPP: se eu “roubo” uma frase ou um texto, indico o nome autor e/ou o “local do crime”.
Ocultar, autorizar ou simplesmente apagar todos os crimes cometidos por pessoas de uma certa cor é um acto de RACISMO.
A extrema-direita diz que a criminalidade é sempre preta, a extrema-esquerda diz que a criminalidade nunca é preta. É essa a única diferença entre vocês. A criminalidade NÃO tem cor. Mas estas hipocrisias têm cores políticas e um cheiro nauseabundo.
Eu vi o “documentário” da Andringa quando ela o colocou no site. Pelo que me recordo, a única testemunha que é mostrada é uma menina bem da linha que não viu quase nada, nem sequer se lembra da hora a que lá esteve. Só neste blogue já encontrei vários testemunhos, perdidos pelas caixas de comentários, que vão contra a versão oficial do “nada”. Porque não entrevistam essas pessoas???
Natália, eu não desculpo nada nem sequer sou paternalista (o paternalismo - para não dizer pior-é o seu comentario acerca da sua conhecida familia cabo-verdiana, a quem se refere em termos de excepção positiva em relação á sua perceptiva imagem do que deve ser uma familia cabo-verdiana normal), por outro lado tanto desculpo as vitimas de exclusão social como as da exclusão cultural, o que eu não desculpo é a manipulação com fins evidentes. O que a Sandra Costa refere que viu e sentiu não cola com o relato me foi transmitido por pessoas que lá estiveram, mas eu não estive.Mas se se refere á falta de urbanidade e civismo como enviarem areia para a toalha, etc… então se passar a frequentar outras praias , sempre terá o prazer de lhe verem fazer o mesmo com uma mudança de cor no “infractor”.
PS- Quanto ao PP, você é que baseou o seu comentario anterior num post dele, por mim e em relação à personagem só lhe tenho a dizer que já tenho a minha dose de missas e manipulações, decidi desde há muito pensar pela minha própria cabeça.
Você interpretou as minhas palavras como muito bem entendeu, alterando completamente o sentido do meu comentário, e ainda por cima, com uma agressividade absolutamente despropositada!
Passe bem.
Tendo apreciado a queixa apresentada pelo Presidente da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, secundada, entre outros, por, a AACS, após análise detalhada da forma como a comunicação social noticiou os acontecimentos ocorridos no dia 10 de Junho de 2005 na praia de Carcavelos, concluiu que, desde a Agência Lusa, cujos comunicados estiveram na origem das noticias, às diferentes edições dos tele-jornais e dos noticiários da imprensa escrita, os respectivos orgãos objecto da sua apreciação procederam, generalizadamente, com evidente falta de rigor informativo de isenção e de objectividade, não utilizando - pela diversificação e avaliação das fontes, pela ponderação adequada das circunstâncias, pelo recorte criterioso das primeiras informações, cedendo ao imediatismo, ao sensacionalismo e ao espectaculo, não identificando cuidadosamente as causas e sem pesar devidamente as consequências – os meios e processos devidos e ao seu alcance para uma procura da realidade dos factos, e, assim, transmitindo, quer a nivel nacional, quer a nivel internacional, uma versão deturpada, enganadora, tendenciosa dos acontecimentos, com evidentes repercussões sociais indutoras do racismo e da xenofobia, contribuindo objectivamente para o reforço da exclusão social e passando para o estrangeiro uma imagem errada do espirito de convivência interracial e de paz social que se vive em Portugal.
A AACS congratula-se com a garantia da liberdade de imprensa e da livre expressão de opinião que são conquistas irrevogáveis de Abril e que possibilitaram a desmistificação do enredo em que a comunicação social em geral se deixou enlear na forma como noticiou os acontecimentos e destaca o clima de pluralismo que permitiu que, em especial a Capital, primeiro, tomasse a iniciativa e depois o Expresso e a Visão prosseguisem na mesma denúncia. Neste movimento de reposição da verdade e de crítica ao modo como as primeiras noticias foram geradas e reproduzidas, a AACS não pode deixar de destacar, para além do trabalho da jornalista Diana Andringa, o contributo de numerosos comentadores e articulistas, as posições claras dos Provedores dos Leitores do Diario de Noticias e do Jornal de Noticias, bem como as iniciativas, nos seus respectivos programas, de Estrela Serrão e de Maria João Avilez.
A AACS lamenta que a generalidade dos meios de comunicação social tenha dado um tratamento claramente descriminatório ao desmentido pela Policia das descrições iniciais, praticamente omitindo-o ou menorizando-o, em vez de, como seria desejável, terem vindo assumir publicamente o seu erro e a sua quota de responsabilidade e formulado um pedido de desculpas que era devido à opinião publica em geral e às comunidades de raça negra e de emigrantes em particular, especialmente visadas na forma deturpada da noticia dos factos. Este juizo é especialmente dirigido à RTP pelas suas especiais obrigações de serviço público e pelo exemplo que devia constituir de isenção, objectividade e de correcção na informação, não tendo, pela não assunção do seu erro, honrado a sua tradição e o código de conduta e de boas práticas das suas congéneres nos diversos paises europeus.
Esta deliberação foi aprovada por maioria com votos de Jorge Pegado Liz (relator), Armando Torres Paulo, Maria de Lurdes Monteiro, Carlos Veiga Pereira e José Manuel Mendes e abstenção de Sebastião Lima Rego, José Garibaldi e João Amaral, com declaração de voto única.
Alta Autoridade para a Comunicação Social, em 23 de Novembro de 2005
O Presidente
Armando Torres Paulo
Juiz Conselheiro
DECLARAÇÃO DE VOTO
sobre
A DELIBERAÇÃO QUE VISA O COMPORTAMENTO DOS “MEDIA” FACE AO CHAMADO
“ARRASTÃO” DE JUNHO DE 2005
Abstivemo-nos porque, muito embora também pensemos que o chamado “arrastão” foi uma inventona, o texto da Deliberação se nos afigura extrema e inadequadamente agressivo para com os “media”, parecendo designadamente atenuar a responsabilidade das autoridades na divulgação inicial das notícias que deram conta do alegado “arrastão”.
Em suma, a Deliberação enferma de um tom marcadamente hostil em relação à comunicação social, o qual reputamos injusto. Teria sido conveniente, sem esquecer as críticas aos “media” que erraram, temperar essas reservas com uma melhor e mais abrangente ponderação das circunstâncias que envolveram os factos em causa.
Sandra Costa, o seu relato vale o que vale é a sua experiência, espero que tenha sido real, eu já conversei com várias pessoas, que me deram uma versão diversa daquilo que se passou, e olhe que estavam nesse dia em Carcavelos, pois são frequentadores habituais dessa praia.
Mas não discordo no fundo do que diz, realmente é uma questão de civismo.
Civismo é uma questão de educação de principios de comportamentos, que têm muito mais a ver com a forma como educamos os nossos filhos, e não com a côr da pele , ou com os bairros de onde são originários.
Frequente certas praias da linha , frequentadas por TIAS, e por familias bem e veja que falta de civismo e maneiras tambem deixam muito a desejar.
È possivel que não lhe roubem a toalha, mas jogatinas com as bolas, os lulus a correrem na areia ,e fazerem outras coisas menos proprias, as motinhas de água a porem em perigo a sua integridade fisica etc. etc. etc.
Se fõr á 24 de Julho verá garotos e garotas de 14 e 15 anos completamente alcolizados filhos de familias da linha, e da Lapa, em bandos a provocarem quem passa.
Sandra Costa, é tudo uma questão de civismo e de educação, só que certos cidadãos admitem que atitudes condenáveis, tenham desculpa se forem meninos de Cascais, e já não desculpam se forem putos das Marianas.
Sim porque em lugar de capitão de Abril, pseudònimo que certamente escolheu MAL, deveria ter escolhido CORONEL DA CENSURA.
Já agora leiam as noticias do ataque dos neo-nazis que hoje 13 de Junho a imprensa publica, ataque de puro racismo, a 1 preto a 3 brancos que com ele conviviam.
Tinha de vir o relato oficial da voz do regime. Vocês não podem demorar um mês a cozinhar uma versão oficial.
Para vossa informação, a PSP apenas corrigiu o comunicado inicial, feito no dia 10 de manhã, e indicou que não seriam 500 assaltantes mas sim 50. Nunca disseram que tinham sido 0. Apenas deixaram de lhe chamar “arrastão”, um termo que ninguém definiu.
Vocês estão lixados por essa notícia não ter sido abafada como acontece com outros acontecimentos diários. E também porque as centenas de testemunhas estão aí, vivas, sabem o que viram e falam. A teoria do “não aconteceu nada” só tem uma única testemunha.
Já começa a enjoar esta tentativa de certa esquerda - em permanente deriva proselitista - em branquear a criminalidade, escudando-se em argumentos de ordem “social” e étnica. Feitas as contas, o único que consegue é manter uma fábula que ainda rende e criar um novo catecismo de interditos politicamente correctos, tão monstruoso quanto indigente.Começem por ler Max Stirner, vá lá…
Inacreditável! As pessoas queriam tanto que acontecesse algo assim para puderem justificar todas as revindicações securitárias, que não querem saber de provas, de testemunhas, etc… Que eu saiba primeiro tem que se provar que aconteceu alguma coisa e não que não aconteceu. Mas alguém tem provas que tenha acontecido algo?
Vamos lá ver: não há queixas, não há testemunhas (a não ser um dono de um bar que até tiros diz que houve), as fotografias foram todas tiradas depois da polícia chegar. Portanto, ninguém viu nada antes da polícia chegar, ninguém foi roubado, mas houve um arrastão de 500 jovens.
Isto foi é uma grande falta de profissionalismo e como ninguém gosta de admitir que errou, vamos ficando neste enredo.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Esta peça é que prova que não houve arrastão?! A palavra de um xenófobo dono de um bar contra a de um pai (que não esteve lá) e de uma filha? A palavra de alguns jornais contra a de outros (A Capital… eh, eh, eh… A mesma do “Jorge Sampaio não aceita Santana Lopes e vai convocar eleições antecipadas”). E para que servem aquelas reportagens sobre os grupos de extrema-direita? O que é que uma coisa tem a ver com a outra? Afinal o Daniel quer provar que não houve arrastão para poder dizer mal da extrema direita (você perde demasiado tempo com estes tipos, já agora), para provar que os nossos jornalistas são maus (os do Expresso também?…), para provar que os brancos são maus e os pretos apenas vítimas? O que é que o incomoda ao certo? Dizer-se que foram 500 quando na verdade eram apenas 100? 50? 5? É uma questão de número? Se disserem que foi um “Arrastinho” já não se incomoda? Porque é amigo íntimo da Diana Adringa? Para que quando escrevemos “Arrastão” no Google o nome do seu blog apareça em primeiro lugar?
Convem continuar a repetir, não é? Pode ser que se torne a verdade oficial. Já agora: o que é que aconteceu?
Tenho esperança que o verdadeiro ARRASTAO venha a ocorrer,o mais rápido possível,em S.Bento
É bestial! Como se passa do 8 para o 80! Melhor, do 0 para o 80!
Algo aconteceu! Mas parece que esta se começa a tornar uma questão de crença! Eu acredito que aconteceu, independentemente da dimensão, se foi 1 único assalto ou 1 arrastão. O Daniel não acredita, sustentando a sua crença na opinião de Ana Adriga (que luta com todas as suas forças pela limpeza da imagem do imigrante) e do relatório da polícia que sem queixas apresentadas fez um relatório inconclusivo.
Mas atenção, eu tenho esta opinião mas não deixo de ser de esquerda, posso, não posso?
CAro democrata convicto. A um assalto com uma pessoa chama-se assalto, não se chama arrastão. E tem um significado be,m diferente.
Okay define o que um arrastão para ti…
Para mim qualquer actuação em bando que permite vários assaltos simultaneos no mesmo local é um arrastão.
Quando se faz uma “limpeza” a umas quantas carruagens da CP também não é um arrastão?
SR.democrata”convicto”
(desculpe as aspas mas é o que eu penso), por quem é, pode acreditar naquilo que muito bem entender, a crença é livre.
Já agora um DEMOCRATA CONVICTO ( haverá outros…)é aquele que interroga, tenta encontrar explicações, não deixa que manobrem a sua inteligência, pois a Democracia é como se sabe um bem muito frágil, e que fácilmente pode ser destruido, e uma das formas, é a manipulação das consciências.
Já agora a jornalista chama-se DIANA ADRINGA e foi uma das mais respeitadas jornalistas da RTP.
Estas “perolas” de comentarios não me espantam por aí além, quando vejo em certos blogs de jornalistas (que por principio devem contar a verdade) o mesmo “tom” de rapazinhos da mocidade portuguesa , como no caso do Glória Fácil versão JPH, e outros a puxar mais p/o intelectualoide a resvalarem para o negacionismo, só me confirma o que eu suspeito há muito tempo, os rapazinhos da Frente Nacional e o PNR têm muito apoio escondido dentro e fora dos media.
Ontem vi um documentário na 2 com o Eduardo Lourenço e ele disse uma grande verdade- que como é verdade ninguem diz- Portugal tem uma relação não assumida com o Salazar, e este racismo latente e corporativismo que torna o país fechado e avesso á inscrição democrática.
A UE e a democracia para esta gente são como as boas maneiras, são suportáveis e úteis desde que ganhemos algo com elas.
PS- Por outro lado foi optimo limpar os favoritos à O’Neill, “sai daqui cão”
Atenção: eu disse algo aconteceu, nem eu sei bem o quê, mas algo aconteceu, não chamei arrastão “à coisa”. Caro a.Pacheco, peço desculpa por me ter enganado no nome da senhora, mas lembre-se que Paulo Portas também foi um respeitado jornalista, mas isso não basta!
Só mais uma coisa, tanto é manipulado ou manipulador aquele que acredita no arrastão como o que o nega a cem por cento!
«(…)O contra-arrastão (…) tão falso no plano factual como ele, tentando tornar impossível, culpabilizadora e racista qualquer crítica à violência suburbana, oriunda de jovens negros da segunda geração, que implicitamente nega como problema de criminalidade apenas para afirmar como questão “social” e de exclusão.» in Abrupto, 10/06/2006
No dia em que em vez de arrastõezinhos passarmos a ver carros em chamas, espero que nos bairros chiques e nos condomínios privados deste, tolerante e “democrático” país, que se passe a pensar a exclusão como os franceses tiveram de o fazer… e os excluidos desta jangada de pedra não são só os rostos coloridos, há muitas caras pálidas mesmo muito desmaiadas que não saem da cepa muito torta.
natália servir-se de frases do PP como argumento não vale de nada. Por um lado, no sentido jornalistico e para alguem que não seja alucinado um acontecimento existe ou não existe. E este não existiu, basta ler o comunicado do chefe da policia.
Agora outro problema é o da imigração, existe e deve ser debatido, mas para ser debatido façam-no ás claras e não se sirvam cobardemente dos orgãos de comunicação social para lançar o ódio sobre os negros e demais imigrantes.
Agora como é timbre JPP, mistura tudo e serve pronto a servir de “lead” mental para jornalistas e comentadores em debates e outras mentes mais frágeis.
Business as usual.
Conforme vi no filme que se encontra neste blog, evidentemente o que lá se passou não foi aquilo que o dono do bar relatou, mas a minha pergunta é o sr. esteve lá? Só admito comentários de quem lá esteve. Não fui assaltada, isto se não se considerar como tal o roubo de uma toalha, da qual evidentemente não dei parte à policia. O que houve sem duvida alguma, para quem estava naquele lado da praia, foi um acto de puro vandalismo!!! Disso não tenho duvida alguma. O grupo de negros que entrou na praia, não sei precisar o número mas certamente mais de uma centena, e que se juntou a outros que já se encontravam na praia, passaram por cima das coisas, das pessoas sem qualquer noção de respeito, atiravam as coisas das pessoas para longe e levavam consigo algumas outras desde toalhas, como foi o meu caso, até sacos, etc. Não ouvi nenhum tiro conforme foi aqui relatado. Mas há algo que devo dizer todos os jovens que praticaram este acto de vandalismo era negros pelo menos não vi nenhum branco. Podia ter sido pior, felizmente não foi, foi um acto vil e de pura falta de respeito. Foi VANDALISMO, e efectivamente as pessoas que se encontravam no caminho dos jovens delinquentes foram arrastadas. Isto apenas demonstra que os jovens não respeitam os outros mas exigem, vai-se lá saber porque, respeito. Lamento que se tenha transformado este infeliz incidente numa questão de racismo, mas ninguém, que lá tenha estada nessa tarde poderá descrever o que sucedeu de outra forma se não dizendo que: um bando de negros invadiu a praia, não na sua totalidade, acredito que tenha havido pessoas que não estando naquela zona, não se tenham apercebido do que sucedeu. Eu não me considero racista mas infelizmente já assisti a situações, principalmente de pura falta de respeito, por parte de negros. Não terá a criminalidade em Portugal cor?? Neste caso teve. Foi a excepção? sinceramente não me parece. Quem frequente aquelas praias já certamente assistiu a atitudes de pura falta de civismo por parte de grupos de jovens negros que atiram areia, nos caem na toalha, nos atiram com bolas, obrigando-nos a abandonar o local, para evitarmos um confronto. sim porque de dizemos algumas coisa mesmo de forma educada acabam por nos chamar racistas. Será que por causa da cor da sua pele agora os podemos deixar fazer tudo, para que não nos acusem de racistas? A mim não me parece. Naquela tarde existiu algo, chamem-lhe o que quiserem, a mim é-me indiferente, mas não façam disto uma bandeira de defesa das minorias étnicas, porque neste caso foi uma minoria étnica que desencadeou o sucedido.
A minha toalha não vale nada evidentemente mas sabe era minha!!!
rr,
É verdade que face a actos que configuram delinquência, sejam praticados na praia, na escola ou em qualquer outro lugar, se os infractores pertencerem a uma qualquer minoria étnica, há a tendência por parte de certas pessoas para a sua desculpabilização, transformando-os de imediato em de vítimas, nomeadamente de exclusão social.
Sem prejuízo de se identificar, estudar e combater os problemas que possam estar na origem de comportamentos desviantes, é bom lembrar que há leis e regras de convivência, que temos que exigir sejam cumpridas seja lá por quem for.
A cor da pele não me interessa, a falta de urbanidade por vezes levada à barbárie, sim, e muito - no meu prédio vive uma família caboverdiana à cerca da qual costumo dizer que se todos os brancos fossem assim este mundo era uma maravilha.
Sobre o dito arrastão ou não-arrastão, depois do comentário da Sandra não digo nada.
Deixe lá o JPP: se eu “roubo” uma frase ou um texto, indico o nome autor e/ou o “local do crime”.
Ocultar, autorizar ou simplesmente apagar todos os crimes cometidos por pessoas de uma certa cor é um acto de RACISMO.
A extrema-direita diz que a criminalidade é sempre preta, a extrema-esquerda diz que a criminalidade nunca é preta. É essa a única diferença entre vocês. A criminalidade NÃO tem cor. Mas estas hipocrisias têm cores políticas e um cheiro nauseabundo.
Eu vi o “documentário” da Andringa quando ela o colocou no site. Pelo que me recordo, a única testemunha que é mostrada é uma menina bem da linha que não viu quase nada, nem sequer se lembra da hora a que lá esteve. Só neste blogue já encontrei vários testemunhos, perdidos pelas caixas de comentários, que vão contra a versão oficial do “nada”. Porque não entrevistam essas pessoas???
Natália, eu não desculpo nada nem sequer sou paternalista (o paternalismo - para não dizer pior-é o seu comentario acerca da sua conhecida familia cabo-verdiana, a quem se refere em termos de excepção positiva em relação á sua perceptiva imagem do que deve ser uma familia cabo-verdiana normal), por outro lado tanto desculpo as vitimas de exclusão social como as da exclusão cultural, o que eu não desculpo é a manipulação com fins evidentes. O que a Sandra Costa refere que viu e sentiu não cola com o relato me foi transmitido por pessoas que lá estiveram, mas eu não estive.Mas se se refere á falta de urbanidade e civismo como enviarem areia para a toalha, etc… então se passar a frequentar outras praias , sempre terá o prazer de lhe verem fazer o mesmo com uma mudança de cor no “infractor”.
PS- Quanto ao PP, você é que baseou o seu comentario anterior num post dele, por mim e em relação à personagem só lhe tenho a dizer que já tenho a minha dose de missas e manipulações, decidi desde há muito pensar pela minha própria cabeça.
Afinal em que é que ficamos? Houve ou não houve arrastão? Somos ou não somos racistas e xenofobos, mascarados é claro?
rr,
Você interpretou as minhas palavras como muito bem entendeu, alterando completamente o sentido do meu comentário, e ainda por cima, com uma agressividade absolutamente despropositada!
Passe bem.
Tendo apreciado a queixa apresentada pelo Presidente da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, secundada, entre outros, por, a AACS, após análise detalhada da forma como a comunicação social noticiou os acontecimentos ocorridos no dia 10 de Junho de 2005 na praia de Carcavelos, concluiu que, desde a Agência Lusa, cujos comunicados estiveram na origem das noticias, às diferentes edições dos tele-jornais e dos noticiários da imprensa escrita, os respectivos orgãos objecto da sua apreciação procederam, generalizadamente, com evidente falta de rigor informativo de isenção e de objectividade, não utilizando - pela diversificação e avaliação das fontes, pela ponderação adequada das circunstâncias, pelo recorte criterioso das primeiras informações, cedendo ao imediatismo, ao sensacionalismo e ao espectaculo, não identificando cuidadosamente as causas e sem pesar devidamente as consequências – os meios e processos devidos e ao seu alcance para uma procura da realidade dos factos, e, assim, transmitindo, quer a nivel nacional, quer a nivel internacional, uma versão deturpada, enganadora, tendenciosa dos acontecimentos, com evidentes repercussões sociais indutoras do racismo e da xenofobia, contribuindo objectivamente para o reforço da exclusão social e passando para o estrangeiro uma imagem errada do espirito de convivência interracial e de paz social que se vive em Portugal.
A AACS congratula-se com a garantia da liberdade de imprensa e da livre expressão de opinião que são conquistas irrevogáveis de Abril e que possibilitaram a desmistificação do enredo em que a comunicação social em geral se deixou enlear na forma como noticiou os acontecimentos e destaca o clima de pluralismo que permitiu que, em especial a Capital, primeiro, tomasse a iniciativa e depois o Expresso e a Visão prosseguisem na mesma denúncia. Neste movimento de reposição da verdade e de crítica ao modo como as primeiras noticias foram geradas e reproduzidas, a AACS não pode deixar de destacar, para além do trabalho da jornalista Diana Andringa, o contributo de numerosos comentadores e articulistas, as posições claras dos Provedores dos Leitores do Diario de Noticias e do Jornal de Noticias, bem como as iniciativas, nos seus respectivos programas, de Estrela Serrão e de Maria João Avilez.
A AACS lamenta que a generalidade dos meios de comunicação social tenha dado um tratamento claramente descriminatório ao desmentido pela Policia das descrições iniciais, praticamente omitindo-o ou menorizando-o, em vez de, como seria desejável, terem vindo assumir publicamente o seu erro e a sua quota de responsabilidade e formulado um pedido de desculpas que era devido à opinião publica em geral e às comunidades de raça negra e de emigrantes em particular, especialmente visadas na forma deturpada da noticia dos factos. Este juizo é especialmente dirigido à RTP pelas suas especiais obrigações de serviço público e pelo exemplo que devia constituir de isenção, objectividade e de correcção na informação, não tendo, pela não assunção do seu erro, honrado a sua tradição e o código de conduta e de boas práticas das suas congéneres nos diversos paises europeus.
Esta deliberação foi aprovada por maioria com votos de Jorge Pegado Liz (relator), Armando Torres Paulo, Maria de Lurdes Monteiro, Carlos Veiga Pereira e José Manuel Mendes e abstenção de Sebastião Lima Rego, José Garibaldi e João Amaral, com declaração de voto única.
Alta Autoridade para a Comunicação Social, em 23 de Novembro de 2005
O Presidente
Armando Torres Paulo
Juiz Conselheiro
DECLARAÇÃO DE VOTO
sobre
A DELIBERAÇÃO QUE VISA O COMPORTAMENTO DOS “MEDIA” FACE AO CHAMADO
“ARRASTÃO” DE JUNHO DE 2005
Abstivemo-nos porque, muito embora também pensemos que o chamado “arrastão” foi uma inventona, o texto da Deliberação se nos afigura extrema e inadequadamente agressivo para com os “media”, parecendo designadamente atenuar a responsabilidade das autoridades na divulgação inicial das notícias que deram conta do alegado “arrastão”.
Em suma, a Deliberação enferma de um tom marcadamente hostil em relação à comunicação social, o qual reputamos injusto. Teria sido conveniente, sem esquecer as críticas aos “media” que erraram, temperar essas reservas com uma melhor e mais abrangente ponderação das circunstâncias que envolveram os factos em causa.
Lisboa, AACS, 23 de Novembro de 2005
Os Membros,
Sandra Costa, o seu relato vale o que vale é a sua experiência, espero que tenha sido real, eu já conversei com várias pessoas, que me deram uma versão diversa daquilo que se passou, e olhe que estavam nesse dia em Carcavelos, pois são frequentadores habituais dessa praia.
Mas não discordo no fundo do que diz, realmente é uma questão de civismo.
Civismo é uma questão de educação de principios de comportamentos, que têm muito mais a ver com a forma como educamos os nossos filhos, e não com a côr da pele , ou com os bairros de onde são originários.
Frequente certas praias da linha , frequentadas por TIAS, e por familias bem e veja que falta de civismo e maneiras tambem deixam muito a desejar.
È possivel que não lhe roubem a toalha, mas jogatinas com as bolas, os lulus a correrem na areia ,e fazerem outras coisas menos proprias, as motinhas de água a porem em perigo a sua integridade fisica etc. etc. etc.
Se fõr á 24 de Julho verá garotos e garotas de 14 e 15 anos completamente alcolizados filhos de familias da linha, e da Lapa, em bandos a provocarem quem passa.
Sandra Costa, é tudo uma questão de civismo e de educação, só que certos cidadãos admitem que atitudes condenáveis, tenham desculpa se forem meninos de Cascais, e já não desculpam se forem putos das Marianas.
Eu condeno uns e outros.
Aqui o lápis azul é Lei!
Porquê guardou algum dos seus tempos de censor.
Sim porque em lugar de capitão de Abril, pseudònimo que certamente escolheu MAL, deveria ter escolhido CORONEL DA CENSURA.
Já agora leiam as noticias do ataque dos neo-nazis que hoje 13 de Junho a imprensa publica, ataque de puro racismo, a 1 preto a 3 brancos que com ele conviviam.
Tinha de vir o relato oficial da voz do regime. Vocês não podem demorar um mês a cozinhar uma versão oficial.
Para vossa informação, a PSP apenas corrigiu o comunicado inicial, feito no dia 10 de manhã, e indicou que não seriam 500 assaltantes mas sim 50. Nunca disseram que tinham sido 0. Apenas deixaram de lhe chamar “arrastão”, um termo que ninguém definiu.
Vocês estão lixados por essa notícia não ter sido abafada como acontece com outros acontecimentos diários. E também porque as centenas de testemunhas estão aí, vivas, sabem o que viram e falam. A teoria do “não aconteceu nada” só tem uma única testemunha.
O que se passou na Praia de Carcavelos
De volta ao dia do arrastão
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=167595&idselect=9&idCanal=9&p=94
Ei… vem jangada no mar…
Ei
Ei
Ei
Já vem vindo ARRASTÂO
Canção linda da saudosa Elis…
Vale sempre a pena ouvir
Sobretudo para esquecer alarvidades de patrioteiros de meia tigela…
Já começa a enjoar esta tentativa de certa esquerda - em permanente deriva proselitista - em branquear a criminalidade, escudando-se em argumentos de ordem “social” e étnica. Feitas as contas, o único que consegue é manter uma fábula que ainda rende e criar um novo catecismo de interditos politicamente correctos, tão monstruoso quanto indigente.Começem por ler Max Stirner, vá lá…
Inacreditável! As pessoas queriam tanto que acontecesse algo assim para puderem justificar todas as revindicações securitárias, que não querem saber de provas, de testemunhas, etc… Que eu saiba primeiro tem que se provar que aconteceu alguma coisa e não que não aconteceu. Mas alguém tem provas que tenha acontecido algo?
Vamos lá ver: não há queixas, não há testemunhas (a não ser um dono de um bar que até tiros diz que houve), as fotografias foram todas tiradas depois da polícia chegar. Portanto, ninguém viu nada antes da polícia chegar, ninguém foi roubado, mas houve um arrastão de 500 jovens.
Isto foi é uma grande falta de profissionalismo e como ninguém gosta de admitir que errou, vamos ficando neste enredo.