Por Daniel Oliveira
Tenho mais uma ideia: o empregador tem direito a dar chibatadas no trabalhador quando ele não trabalha satisfatoriamente desde que isso esteja no contrato. O trabalhador tem sempre o direito a não trabalhar para ele. Note-se que o trabalhador mantém o seu direito de não assinar o contrato e de procurar um outro empregador que queira empregar trabalhadores que não gostem de levar chibatadas.
Sem comentários 31 Mai 07 em Sem categoria



Eu já perdi a paciência para conta-argumentar ou comentar a maioria dos posts do blasfémias. O disparate é tanto, que não vale a pena. Mas é pena, já foi um bom blog.
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João Miranda o direito á greve é um direito consignado na CONSTITUIÇÂO PORTUGUESA.
No tempo da ditadura é que se tinham de assinar papeis, a garantir que não se era comunista, e se apoiava o regime…
Será que o João Miranda se esqueceu que hoje, Portugal é um país democratico..
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Na,remota, possibilidade de alguma senhora ler este blog,Ajude-me!
http://absolutamenteninguem.blogspot.com/2007/05/as-damas-1.html
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ia dizer o mesmo q o jpt. é verdade que este tipo joão miranda debita um tao grande numero de imbecilidades que se torna dificil perceber se quer ou pode ser levado a serio. mas depois pergunto-me se valerá sequer a pena considerar o assunto. começo a achar que não.
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Concordo com jpt e renegade. Eu atualmente estou com o João Miranda como estava com o Pedro Arroja – já nem ligo aos disparates que ele escreve.
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A mim ocorre-me que o empregador tenha o poder de só empregar quem renuncie aos direitos consagrados pela legislação laboral e se submeta às leis que o chefe vá debitando. Num concurso de enormidades, creio que uma destas é suficiente.
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E por que não propor o contrário? Ou, parafraseando J. Miranda:
O direito de escolher patrões que não dêem motivos para que os trabalhadores queiram fazer greve.
Lembrei-me de outro direito. Afinal em dia de greve geral luta-se por direitos. Neste caso o direito de ser contratado apenas por patrões que não dêem motivos para se fazer greve. Deve um trabalhador ter o direito de só assinar os contratos de trabalho em que o patrão renuncia ao direito de lhe dar motivos para fazer greve. Note-se que o patrão mantém o seu direito de não assinar e de procurar um outro trabalhador que prefira trabalhar para um patrão que não renuncie a dar-lhe motivos para fazer greve.
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Não concordo de maneira nenhuma com as teorias desse senhor Miranda apesar de não ter estado de acordo com a greve de 30/7 já que as reformas que estão a ser feitas são inevitaveis.Esse senhor Miranda deve estar a falar assim porque provavelmente não necessita trabalhar para outrém de contrário ficaria calado.
Grato pela oportunidade de puder dar a minha opinião.
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o insulto nunca deve ser usado para combater alguém, mas é tão óbvio o que está mal com esse imbecil, que nem vale a pena andar a explicar… apenas lamentar…
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O tipo de João é da agremiação das Camisas Castanhas,o resto é conversa.Podia ir muito bem para Guantanamo que ficava mesmo a matar……..
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É o mesmo imbecil que escreve no DN?
Tinha passado pelo blasfémias e parece que voltamos ao tempo medieval…
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Temos que levar com cada um!
Isto é de rir. E já agora as “contratadas” tem que ajoelhar!
Abraço
Tiago
http://democraciaemportugal.blogspot.com
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Daniel por favor publica e divulga aos teus amigos de outros blogues este video. É o primeiro a mostrar a carga policial desde início, sem aviso de dispersão e cabeceada por um agente vestido à civil com um cacetete extensível.
(a partir dos 5:10)
http://www.youtube.com/watch?v=qCDm-iltV1w
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bOAS dANIEL…
Quero relembrar, que depos de ter lido o “Livro Verde para as relações de Trabalho”, reparei que a CGTP já assinou um Acordo Colectiovo de Trabalho em que uma das clausulas é essa.
E no processo de negociação existente no Metropolitano de Lisboa, uma das clausulas propostas pelo Empregador, é essa mesma, a tal da pseudo- paz social, em que ao ser assinado o “tal” A.E., durante a vigência do mesmo, não é possivel o recurso á greve.
Não concordo com este tipo de clausulado e é triste num País como o nosso que propala a “liberdade” de expressão ter clausulas que limitem o direito de quem se quer expressar e lutar para conseguir algo melhor para si e para o seu agregado familiar.
Como alguém afirmou ” No Passaran…”
abr…prof…
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Eu devo ter o direito de não contratar um fumador
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Desculpa o Off-Topic
“Arrastão” , é o nome do teu blogue, em lembrança de uma mentira conveniente, em que um grupo de cidadãos tendo sido perseguidos pela polícia, passou nos media de vítimas a agressores, de perseguidos a perseguidores.
Contra todas as provas, os jovens perseguidos foram acusados de assaltar pessoas, de roubar tudo o que viam à frente, de agredir transeuntes.
Quando se revelou a verdade, não houve um desmentido à altura.
Aconteceu no dia 10 de Junho, dia de Portugal, há quase 2 anos, na praia de Carcavelos.
Mais recentemente, outro grupo de cidadãos foi selvaticamente atacado pela polícia, espancado, e apareceu nos media como agressor. Os jovens, mais uma vez contra todas as provas, foram acusados de roubarem e agredirem transeuntes e de atentarem contra a propriedade privada. Foi há um mês, no dia 25 de Abril, dia da Liberdade, na rua do Carmo.
Os dois casos, as duas mentiras, deram força à direita conservadora e à extrema direita.
No primeiro caso a esquerda insurgiu-se. Ninguém se apressou a esclarecer que “não partilha da ideologia dos jovens ‘ladrões negros’ ” antes de sair em sua defesa.
Neste segundo caso, ninguém tem coragem de dizer a verdade na televisão, muito menos sem esclarecer a priori que “não partilha da ideologia dos jovens ‘anarquistas’ “.
(a partir dos 5:10)
http://www.youtube.com/watch?v=qCDm-iltV1w
“Levar nos cornos é o que vocês merecem comunas de merda!” é a frase que ficará em memória do 25 de Abril de 2007
Não vai haver nenhum documentário da Diana Andringa.
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Um contracto desse tipo não teria validade alguma. Mesmo que fosse celebrado, valeria zero. A Constituição da República consagra o direito à greve, logo, qualquer documento a contrariar um requesito constitucional, vale zero. Tão simples como isso, logo, não percebo onde reside a dúvida, não percebo a argumentação do João Miranda nem tão pouco a contra-argumentação do Daniel Oliveira. Ambos estão em plena divagação.
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Pergunta:
O trabalhador X garante por contracto que não vai fazer greve durante a duração do mesmo. O contracto do trabalhador Y, por outro lado não renuncia a hipótese de fazer greve.
Quem deve receber o maior salário, X ou Y ? Ou devem receber o mesmo ?
Note-se que à partida X dá mais garantias à empresa de que vai cumprir o contracto.
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Mas então deveríamos deixar de lado os disparates que ele(s) diz(em) e discutir o porquê destes raciocínios absurdamente frios, matemáticos e calculistas serem tão bem aceites por tanta gente no intuito de os desconstruir…e já agora, é ou não é verdade que a maioria das pessoas não faz ideia de porque é que se tem direito à greve, não compreendendo a diferença entre uma greve e o simples acto de faltar ao trabalho e que o seu pensamento é na generalidade “eles não querem é trabalhar!”…mais, o sindicalismo hoje faz com que as derrotas sejam menos pesadas, faz com que as derrotas sejam iguais mas pareçam menores ou não faz nada senão uma morte lenta? (pomos a hipótese de o sindicalismo alcançar vitórias???)
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sim, sim….
“e numa ECONOMIA verdadeiramente LIVRE o pagamento de SALÁRIOS deveria ser OPCIONAL”
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ó camarada daniel tens de dar um desconto ao camarada joão pois nesse dia o cérebro estava de greve.
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“É o mesmo imbecil que escreve no DN?
Tinha passado pelo blasfémias e parece que voltamos ao tempo medieval…”
sim, é o mesmo. e estão cada vez piores. é até à exaustão. só sobre a greve, entre ontem e hoje, publicaram 26 posts.
chega a ser doentio. principalmente o jcd e o jm. são como os touros: fixam um ponto e andam às marradas até partirem os cornos.
enfim…
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“sim, sim….
“e numa ECONOMIA verdadeiramente LIVRE o pagamento de SALÁRIOS deveria ser OPCIONAL”"
E não o é agora ? Estágios não remunerados não existem ? É proibido trabalhar à experiência sem receber ? É proibido fazer trabalho voluntário ?
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Pode crer, Daniel, que se dá a volta pelos posts ‘liberais’ de hoje e ontem e o que se encontra é o asco dessa mente salazarista dos exploradores de sempre, tão bem resumida no título deste post.
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É óbvio que a frase do J.Miranda fica algures entre a imbecilidade e infelicidade.
Só que, como costume, acabam por ser as pessoas com posições mais estúpidas que são usadas para caraterizar as suas áreas políticas junto das opiniões opostas.
Liberalismo e conservadorismo, considerados genericamente, não estão em conformidade com este tipo de limitações da liberdade.
Restrições de direito à greve no mundo de hoje são coisas próprias da China, da Coreia do Norte ou de Cuba.
O J.Miranda trocou-se todo.
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mas eu e que sou o jpt.
antes de terem direitos os trabalhadores têm deveres.
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Joana:
“Lista da CGTP dá 82,85 por cento de adesão
A última listagem de adesões a greve da CGTP, feita por volta das 17h00, faz um levantamento de 1011 locais de trabalho de todos os sectores de actividade.
Apesar de a intersindical não ter avançado com uma percentagem global, a média aritmética das adesões registadas resulta num adesão média de 82,85 por cento, com base na amostragem de 1011 locais de trabalho.
O levantamento feito mostra adesões muito diferentes de local para local.
Há muitos locais com adesões de cem por cento, nomedamente no sector da hotelaria e restauração (em refeitórios e cantinas), na saúde (onde a greve dos enfermeiros foi de cem por cento em muitos hospitais e centros de saúde de todo o país), em serviços de recolha de lixo e em escolas.
No sector da construção a adesão variou entre os cem por cento e os 25 por cento; no comércio os números variaram entre os cem por cento e os dez por cento; nas indústrias eléctricas variou entre os cem por cento e os 3,33 por cento; e na metalurgia a variação foi entre cem e os 4,44 por cento.
Para Carvalho da Silva os resultados da greve não são contabilizados em números no imediato mas sim em mudanças que acredita que vão ser feitas no futuro.n
Lusa”
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Ainda lê o João Miranda?
O homem que não gosta de ópera e acha uma injustiça subsidiar esse espectaculo.
Claro, deve pensar que ópera é música para operários e sabe-se como esta classe é abusadora…
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Seria anti-democrático nomear um Governo, em Portugal, sem recorrer a votos? Note-se que os portugueses manteriam o direito de passar a fronteira a salto e ir viver para um país em que houvesse eleições!
http://vozesdeburro.wordpress.com/
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