Parece haver grade preocupação com o facto do Irão estar a testar os seus misseis. Há alguma norma internacional onde se defina que apenas os aliados dos EUA podem ter armamento? Mais: diz-se que os misseis podem atingir Israel. Mas não tem Israel armamento que pode atingir o Irão? Mesmo que não me alegre o facto, acho natural que o Irão trate da sua defesa. Olhando para o que aconteceu ao seu vizinho iraquiano e ouvindo as recorrentes ameaças dos Estados Unidos, seria estranho que o Irão ficasse à espera da sua vez. Talvez estas exibições de força até evite uma nova guerra. Tivessem tido os EUA mais receio de entrar no Iraque e muitas vidas teriam sido poupadas.
Por Daniel Oliveira 9 Jul 08 em Sem categoria
Há uma diferença essencial: ninguém pensa em atacar o Irão (a não ser que ele se torne num perigo). Em contrapartida, o Irão jura que dará cabo de Israel, de modo a que não fique um só judeu à face da terra. Além disso o Irão tem um Presidente que é doido (pelo menos).
Eu sei que o Iraque foi atacado (parece que) sem razão. Mas o Sadam, apesar de já ter invadido o Kwait, não estava, pelo menos na altura, a ameaçar especialmente ninguém - a não ser o seu próprio povo. Daí que não se pode encarar da mesma maneira o Iraque e o Irão.
«Há uma diferença essencial: ninguém pensa em atacar o Irão»
Tem estado desantento ao que se vai dizendo nos EUA e em Israel. E como disse, o Iraque foi atacado sem razão. O Irão deve ficar à espera que lhe aconteça o mesmo, sabendo-se dos recursos que tem? As ameaças têm sido demasiado recorrentes.
«(a não ser que ele se torne num perigo)»
Pois!
Caro Daniel,
Não querendo dizer que apenas os USA tem o direito a adquirir armamento, não podemos deixar de reconhecer que o Irão (ou pelo menos quem o lidera) não é propriamente um apaziguador e respeitador do Direito Internacional, pelo menos no respeitante a Israel.
Eu, mesmo assim, prefiro um Bush na casa Branca, a um Lider do Irão armado até aos dentes a ameaçar com o fim do Estado de Israel.
Muito haveria a dizer mas o momento não o permite.
Abraço
«O Irão não é propriamente um apaziguador e respeitador do Direito Internacional, pelo menos no respeitante a Israel.»
Israel também não é apaziguador e muito menos respeitador do Direito Internacional e tem armamento nuclear.
“Israel também não é apaziguador e muito menos respeitador do Direito Internacional e tem armamento nuclear.”
Se tivesse de escolher entre os dois regimes, certamente seria Israel e não o Irão, nem que fosse pelo facto de ter um regime de liberdades e garantias com melhores níveis de democracia que o Irão.
DO, concordo inteiramente contigo.
Não simpatizando, minimamente, com o regime de Teerão, não deixa de ser verdade que os americanos e os israelitas estão constantemente a ameaça-lo a propósito das centrais nucleares.
E Israel, segundo Jimmy Carter, possui pelo menos 150 armas nucleares não declaradas e não fiscalizadas pela Agência Internacional de Energia Atómica.
O desejável (que sonho!) seria um mundo despojado de qualquer tipo de armas. Sendo impossível, que subsista o medo da destruição mútua. Foi assim na chamada Guerra Fria que se neutralizou uma eventual 3ª Guerra Mundial.
está visto; para o DO nesta discussão os dois lados são iguais. Pois para mim não são. Em caso de duvida não tenho duvida…
Será que o DO tem?
O Irão não é aquele país onde não existem gays?
http://www.youtube.com/watch?v=U-sC26wpUGQ
Também me parece que o Irão terá o mesmo direito de Israel a defender-se e a ter armamento nuclear. Mas há contudo uma diferença!
Um é uma democracia o outro não!
Tanto poder nas mão de governos irresponsáveis sem uma efectiva separação de poderes e sem direito à oposição e opinião pública, assusta!
No que respeita a bombas nucleares, quantos menos tiverem, melhor. Ainda mais quando existem lideres lunaticos prontos a carregar no botao. Israel já tem armamento nuclear ha alguns anos, por la passaram lideres das mais variadas facçoes e nunca houve o risco nem ameaças de qualquer tipo relativamente ao uso das armas. Eu por mim, dormiria muito mais descansado se soubesse que o Sr. Almedinajad nao possuisse os ditos brinquedos.
Imagina, caro Daniel,que, em vez de Israel, era Portugal, que estava mais perto do Irão, quel seria a tua resposta (politicamente correcta)?
Quer o Daniel (e a sua procura de coerência que o leva a por vezes defender o indefensável) dizer então que é injusto que o Irão e o seu carismático líder não possam criar um arsenal nuclear para depois irem fazer «raids» para visitar os seus amigos (como fez o nosso velho amigo Hitler)?
De facto é injusto, mas eu e muitos outros, nos quais incluo judeus e iranianos, vamos conseguir sobreviver com essa injustiça, enquanto alguns de nós certamente não sobreviveriamos se a justiça que o Daniel defende fosse levada a cabo.
Haja injustiças…
E coitadinho do Saddam, que era um bom menino, sempre cumprimentador, bom aluno, deixava todos os dias uma maçã em cima da mesa da professora. Ele também só queria ter armas de destruição maciça. Se os outros tinham. Ele no fundo foi uma vitima, só queria ter brinquedos iguais aos outros meninos. Muitas mentiras se chegaram a inventar sobre o menino Saddam, que chacinou populações inteiras com armas químicas, que invadiu países, que até mandou executar alguns dos seus filhos… Ele ajudava sempre na missa de domingo….
Irene: fica aqui um prognóstico. É mais provável que Israel ataque o Irão do que o Irão ataque Israel. E isto é mais ou menos consensual entre quem acompanha a situação.
Xico, tem consciência que não sendo bem uma democracia o presidente do Irão foi eleito. E quanto à sepração de poderes a coisa é um pouco mais complicada do que põe- Estou longe de te qualquer simpatia por aquele regime, mas convém não aplicar ali chapa 5. Uma coisa é certa: é mais democrático, do ponto de vista formal e nos restantes, do que praticamente todos os países muçulmanos aliados dos EUA. E isto não costuma merecer grande contorvércia. Basta dizer que o Presidente eleito foi uma surpresa.
Por fim, recordo que o Paquistão não é uma democracia e tem armas nucleares.
Não são iguais como? As bombas de um matam menos do que a do outro? A vida dos iranianos vale menos do que as do israelitas? O Estado iraniano não tem direito a defender-se de um provável ataque porque não gostamos do regime? Deve deixar os seus cidadãos entregues à sua sorte?
«Se tivesse de escolher entre os dois regimes, certamente seria Israel e não o Irão, nem que fosse pelo facto de ter um regime de liberdades e garantias com melhores níveis de democracia que o Irão.»
Eu se tivesse de escolher se preferia levar com um míssil israelita ou iraniano tanto me fazia. Matam os dois da mesma maneira.
Sebastião, não se trata de justiça ou injustiça, apesar de eu, se leu o que escrevi, não ter defendido que o Irão tenha armas nucleares (não defendo que ninguém as tenha). Eu acho que a única forma de evitar um ataque (aéreo, cirúrgico ou outro) americano ou israelita é haver algum equilíbrio militar mínimo. Não há nenhuns sinais de que o Irão tenham realmente armamento nuclear e tirando a fanfarronice para consumo interno, nenhum sinal de que tencione realmente atacar Israel. O contrário já não é tão seguro. Há muito que Israel quer, para prevenir, empurrar os EUA para uma guerra com o Irão.
Quanto a viver bem com injustiças: olhe, os iraquianos têm vivido um bocado mal com elas.
E se se pega em Israel é melhor nem falar dos palestinianos que foram espulsos de casa de um dia para o outro para nunca mais lá porem os pés… Quanto às armas nucleares, tenho mais medo do Bush do que do iraniano…
Ora vejamos em quantas guerras entratam os estados unidos nos ultimos 50 anos e em quantas entrou o irão!
E qual foi o unico país do mundo a usar a bomba atomica até agora?
Daniel, eu tenho uma visão «sui generis» em relação a estas questões.
Para mim não é moralmente defensável vivermos no século XXI e permitirmos que haja ditadores como Saddam ou Mugabe ou outros que tais que andam a chacinam pessoas, que deixam o seu povo morrer à fome enquanto vivem no seu pequeno mundo de luxos asiáticos, enquanto viajam pela Europa, apertam a mão a chefes de estado, etc, etc.
Mais do que considerar esses tipos indesejáveis, acho que é necessário tira-los do poder, custe o que custar.
Acho que o Direito só tem força enquanto força geradora e garante de direitos, obrigações e sanções.
O Direito Internacional não deve, não pode fechar os olhos a estas figuras que não se coibem de matar em nome dos seus interesses mesquinhos.
Saddam foi um destes. E o que fez o Direito Internacional pelas mãos da ONU? Quantas vezes Saddam desafiou a ONU e as suas resoluções? Quantos anos esteve ele a fazer pouco do mundo? Durante quanto tempo teríamos nós de aceitar as desconsiderações de Saddam e, porque não relembrar, as centenas de milhar de mortos que anualmente produzia?
Quantas mortes se teriam evitado se se tivesse dado uma resposta adequada a Hitler no momento oportuno? Era legítimo?
“Há muito que Israel quer, para prevenir, empurrar os EUA para uma guerra com o Irão.”
“Para prevenir”, disse bem. Um só míssil do Irão, desfaz Israel todo inteiro. Um míssil israelita só provoca um pequeno estrago ao Irão (morre decerto muita gente, mas eles estão-se nas tintas para isso, vão direitinhos para o céu, com imensas vírgens). Há que ter em conta a dimensão de um e outro. E também o nível civilizacional de cada um. No Irão, Iraque e Cia., mata-se por dá cá aquela palha. A vida humana não tem para eles valor nenhum.
Gente assim, e comandada por gente tresloucada, não põe só em risco Israel, põe o mundo inteiro.
Podia continuar, mas já é tarde. Vou-me deitar. Boa noite.
Caro Daniel, Para a discussão apenas uma nota para os efeitos “colaterais” que o foguetório iraniano vai provocar nas eleições presidênciais do país de onde regressaste há pouco…Com esta agitação só antevejo sorrisos nas hostes de Maccain! Ou alguém imaginava que os falcões de Washington íam entregar a sala oval de mão beijada a alguém sem “nome na nobreza americana”, filho de emigrante, com nome Hussein e…negro..; Será esta a guerra suja que tanto se fala e que já tardava?
Um abra, Paulo Barata
“Há uma diferença essencial: ninguém pensa em atacar o Irão (a não ser que ele se torne num perigo). Em contrapartida, o Irão jura que dará cabo de Israel, de modo a que não fique um só judeu à face da terra.”
1º está bastante equivocada, pelo menos desde 2006 que os EUA e Israel preparam o ataque ao Irão, e acredite que ele está cada vez mais perto.
diria mesmo que ainda antes da mudança de inquilino da casa branca.
se me permite aconselho a leitura deste artigo do economista Michel Chossudosvky
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=9501
2ºo Irão através do actual Presidente NUNCA afirmou que queria destruir Israel, mas os media continuam a “citar” uma citação que nunca existiu.
o que o actual Presidente Iraniano afirmou é que queria ou esperava ver desaparecer o actual REGIME que governa Israel, como deve compreender são duas coisas bem diferentes.
http://ovigia.wordpress.com/2008/07/08/falsidades-dos-media-israel-must-be-wiped-off-the-map-a-frase-que-o-presidente-do-irao-nunca-proferiu/
3º é impressionante como os media conseguem através de mentiras e desinformação criar os bons e os maus, o Irão tem total liberdade para desenvolver tecnologia nuclear para fins pacificos e é isso que tem feito, tal como afirma quer o último relatório da CIA quer a própria agência internacional de energia atómica.
4º até hoje o único país que usou a bomba atómica e sem ter qualquer necessidade foram os EUA, por isso creio que loucos há em todo o lado, mais, o senhor que deu ordem para as lançar tinh sido eleito democraticamente, por isso não me venham com conversas sobre se um estado é mais ou menos democratico.
5º Não tendo eu nada contra o Estado de Israel, tenho e muito contra o tal regime sionista que o governa, têm espalhado à sua volta o caos e a destruição, e se não fossem os seus aliados EUA à muito que estariam com sanções em cima, para mais nem sequer teriam permissão para possuir armas nucleares, mas a verdade é que as possuem, confirmado pelo próprio Primeiro-Ministro de Israel.
“Addressing the threat in December, a fervent Prime Minister Ehud Olmert inadvertently disclosed that his country already possesses nuclear weapons: “We have never threatened any nation with annihilation. Iran, openly, explicitly and publicly threatens to wipe Israel off the map. Can you say that this is the same level, when they are aspiring to have nuclear weapons, as America, France, *****Israel*****, Russia?” ”
http://globalresearch.ca/index.php?context=viewArticle&code=NOR20070120&articleId=4527
rjnunes
Pois eu ca por mim odeio armas e para mais dessas que matam que se fartam e nem precisam de muito.Se o Irao tem direito a ter armas nucleares.Bom essa agora e daquelas que.
Essa coisa das armas nucleares nas maos de governos a atirar para o histerico ou com governantes que nem sequer atiram , sao mesmo histericos e um bocado assustadora como possibilidade.
Pronto ja sei que Israel o novo demonio para muitos e que tem armas nucleares .Pois , mas de qualquer modo ainda nao ouvi nenhum Israelita a dizer que vai limpar o sebo a todos os arabes , que os vai varrer da face da terra ate que ninguem se lembre que houve um povo com aquele nome e tambem nao me recordo de nenhum chefe de estado Isrelita a dizer tais enormidades em relaçao a nenhum outro povo ou naçao.Portanto parece-me que armas nucleares e uma perfeita loucura suicida , mas ate na loucura suicida ha diferenças e neste caso as diferenças podem ser mesmo muito importantes.Assim percebo lindamente que o pessoal nao esteja nada contente com aquele maluco do Irao aos pulinhos de contente com armas nucleares na mao e aos gritos do que- agora e que e. Aqui ha uns meses dei-me ao trabalho de ver uma longa serie de reportagens feitas la no pais do sr. com o sr e mais os seus apaniguados e nao gostei nadinha do que vi.
O homem e um louco varrido e muitissimo perigoso e amoral , malicioso e capaz dos maiores horrores, ponham-lhe uma nuclear nas unhas e as coisas, se nao vao bem neste nosso mundo hao-de ficar muito piores.Demonios ou nao aparte.
Porque é que apenas aos 18 anos podemos “tirar a carta” ou votar ou….
«Talvez estas exibições de força até evite uma nova guerra.»
Ou então não.
«mais provável que Israel ataque o Irão do que o Irão ataque Israel.»
Outro prognóstico. É mais provável que o Irão ataque alvos civis que o contrário.
Outra diferença: Israel não tem como programa político de longo prazo varrer o Irão do planeta.
Daniel Oliveira, grande post.
Parece que anda por aí muita gente que vê o mundo pelos mesmos óculos que o Dubya e isso é mais perigoso que todo o arsenal nuclear que o Irão possa vir a ter.
De resto a malta devia ter consciência que o Irão é um dos poucos países muçulmanos em que garante direitos que outros países ditos “amigáveis” negam ao seu povo.
De resto, pelas manifestações públicas de apoio, não me parece que o povo iraniano sofra muito com o regime.
E por fim, não acredito que os Estados Unidos tenham capacidade, militar ou social, para invadir e ocupar o Irão. Militar porque manter uma ocupação é diferente de despejar uma carga de misseis; social porque se os 4000 mortos duplicarem ou triplicarem não me parece que os americanos vão ficar passivamente a mandar os filhos para o açougue.
Daniel, quanto à suposta democraticidade do regime iraniano pelo facto de haver eleições não esqueça que os unicos candidatos aceites têm que ser provenientes da teocracia que domina o país.
Aliás o facto da figura do Presidente ser tão apreciada pela extrema direita diz bem da democraticidade do regime. A natureza deste regime é bem diferente da de Israel, e o Danuel ao equipará-los está a entrar num relativismo perigoso!
Daniel, não gaste o seu latim. Não vale a pena.
Estas pessoas são as mesmas que ainda acreditam que havia armas de destruição massiva no Iraque, que os Bush (pai e filho) só tiveram boas intenções ao invadir o país, que o petróleo nunca esteve por detrás de tudo, que o Pai Natal existe, que o FCP vai sair da Liga dos Campeões, etc, etc, etc…
Para eles, Israel vai ser sempre um país de coitadinhos, que têm de defender-se das loucuras dos árabes, esses criminosos, que querem vilipendiar Israel da terra que ocupa há mais de 2000 anos… perdão, 50…
Por isso, Daniel, não gaste o seu latim. Olhe, gaste o meu:
Cuius rei demonstrationem mirabilem sane detexi. Hanc marginis exiguitas non caperet.
Daniel: Longe vão os tempos em que as criancinhas eram comida do pequeno almoço… mas como vê ,pelos comentários azedos que lhe são dirigidos, parece que esses “tempos” foram ontem!
Muitas vezes estou em desacordo com o senhor . Hoje não!
Continue. Atraz de tempo,tempo vem…
A questão é que o Irão vem com a conversa de Israel para ganhar apoios, apenas. Estão-se pouco borrifando para Israel.
Israel só entra nas coisas porque o Irão quer ser a potência regional dominante e o aliado preferencial dos Estados Unidos na região, a prazo.
a diferença é o Irão ameaça que vai destruir/erradicar um Estado do planeta…
esta é questão que faz toda a diferença para a nossa preocupação…
não gostaria de ter a Espanha ou a França a ameaçar-nos constantemente que iria desfazer-nos em pó…
Ja agora, vale a pena ver este filme, para quem nao o conheça: http://video.google.com/videoplay?docid=-2282183016528882906
O Daniel já esteve em Israel e doque pôde observar acha que se trata de um País de irresponsáveis que desata a atacar os seus vizinhos mal comportados porque apenas sim..porque apetece!!!
Acha que existe ou não em Israel força crítica suficiente…acha ou não que os Israelitas são um Povo que reflecte e discute abertamente os seus conflitos, problemas e erros cometidos!!
Acha que Israel quer fazer uma guerra que sabe sairia perdedor e poderia por em causa a sua existencia!!!
O DO acha que o conflito “histórico” latente entre os EUA são instigados por Israel e se Israel não existisse seriam bons amigos ou acha mesmo que os EUA são instrumentalizados por Israel ou Israel instrumentalizado pelos EUA!!!
O que eu acho é que o DO continua a enredar-se nos mesmos mitos de sempre…os que o acompanham desde antes da JCP até hoje!!!
“Tivessem tido os EUA mais receio de entrar no Iraque e muitas vidas teriam sido poupadas.”
Quais vidas, as vítimas do miserável imperialista tio sam, ou as do pacífico e conciliador sadam?
Israel já ganhou muitas guerras aos países árabes e estes países continuaram a existir. Quando perder uma guerra contra um país árabe, Israel deixará de existir. O Irão já o afirmou. Será a sua última guerra.
Por isso eu prevejo que Israel deverá atacar o Irão alguns meses após a tomada de posse do novo presidente americano. É a luta de Israel pela sobrevivência.
Cabe a Israel agradecer ao Irão a clareza com que colocou a questão da sua eliminação como estado.
Não s´”alguém” (na verdade, vários “alguéns”) pensa em atacar o Irão como, muito recentemente, Israel executou um exercício militar expressamente com o tema “Destruição das instalações nucleares do Irão” e o divulgou, num autêntico show de “bullying” diplomático.
Quanto à requentada pretensa “ameaça” do “louco” Presidente iraniano de exterminar os judeus, é mais que sabido (o insuspeito “Público” do ferrabraz belicista JMF informava-o há dias) que se trata da tradução adulterada de uma frase que, mais ou meno, reza :” a destruição do poder ocupante de Israel”.
Se o rapaz persa é louco ou não, deixo-o aos psiquiatras, nomeadamente aos de pacotilha; agora, que nos últimos 30 anos o Irão foi alvo de várias agressões militares estrangeiras - a começar pelo então amigo de peito de Donald Rumsfeld, o sinistro Saddam Hussein, e a passar pelo pacifista Jimmy Carter - lá isso foi.
Isto não quer dizer que seja bom que o regime teocrático e reaccionário de Teerão deva possuír uma bomba; mas disto não há dúvida: o chamado Ocidente usa dois pesos e duas medidas quanto ao poder nuclear…
Na verdade, de cada vez que ganha uma guerra Israel existe mais um bocadinho, atom. Pelo menos em território.
«O Daniel já esteve em Israel e doque pôde observar acha que se trata de um País de irresponsáveis que desata a atacar os seus vizinhos mal comportados porque apenas sim..porque apetece!!!»
Eu não chamaria irresponsabilidade. Chamaria um país bélico, belicoso e desrespeitador do direito internacional. Acho que o continua a acontecer aos palestinianos e à sua terra e o que acontece frequentemente ao Líbano é bastante revelador.
Não, não confio nem um segundo no bom-senso israelita.
Miguel Carvalho, começa a ficar um pouco repetitivo que se transformem em agressores antes de o serem alguns países apenas para justificarmos a agressão que lhe pretendemos fazer. Aconteceu com o Iraque, espero que não aconteça com o Irão que repetiu, esta semana, que não pretende atacar Israel.
JP Dias, eu não as equiparei, nem cheguei a dizer que o Irão era uma democracia, disse apenas que era muito mais democrático do que os países muçulmanos aliados dos EUA, que são, na generalidade dos casos, as piores ditaduras da região.
Quanto à democracia em Israel, sendo certo que ela existe, muito haveria a dizer sobre ela, mas não é esse o debate. Uma coisa, por exemplo: numa democracia os cidadãos não têm todos os mesmos diritos e deveres perante a lei? Não é essa a sua primeira condição? Pelo menos formalmente?
Isabel Coutinho: chegámos ao limite. Os misseis do Irão são piores e mais mortíferos do que os de Israel. Apesar do Irão não ter (e já quase ninguém acreditar que esteja próximo disso a não ser os mesmos que acreditaram nas ADM do Iraque) armamento nuclear e Israel o ter.
Sebastião, a sua visão nada tem de “sui geniris”. Foi a estratégia argumentativa do neo-conservadorimo com os resultados que se viram. As comparações com Hitler começam a ficar cada vez mais disparatadas e deslocadas.
Daniel, no fundo o que me diz é que os ditadores genocidas devem ficar o tempo que quiserem no poder porque o mundo civilizado, através da ONU a única coisa que pode fazer é pedir bom senso (coisa que todos sabemos esses ditadores não têm), uma vez que a ONU nada mais faz, a ver pelo que se passou no Iraque.
Tirem-se os Mugabes do poder, sejam julgados na praça pública internacional, haja sanções para os culpados. Que moralidade é esta?
«Há uma diferença essencial: ninguém pensa em atacar o Irão (a não ser que ele se torne num perigo).»
Isabel: http://www.huffingtonpost.com/2008/06/29/seymour-hersh-exposes-new_n_109818.html
The New Yorker’s Seymour Hersh reports on how the Bush Administration has stepped up covert operations against Iran.
Estou de acordo com o Daniel.
Alguém me explica porque é que esse exemplo de democracia e de defesa de direitos humanos que é o Paquistão pode ter programa nuclear próprio, armas nucleares, mísseis de médio e longo alcance e por aí fora e outros não? Quem decide?
Cara Isabel Coutinho,
Uma comparação bem feita faz um calcanhar airoso, como dizia a minha avó materna. Por acaso “apenas” um míssil com armamento nuclear pode fazer desaparecer do mapa um país como o Irão. Basta que seja portador de múltiplas ogivas e elas sejam termo-nucleares.
Mas a questão essencial permanece: “armas em boas mãos” no século XXI??????
Quem decide quem pode ou não pode ter? O ÚNICO país que até hoje usou armamento nuclear?
Parece-me estranho, q no mesmo raciocínio, defenda q ninguém devia ter armas (entenda-se armas a sério), para depois defender q n vê problema q o irão as tenha e as teste!
Em q ficamos?
E n me parece razoável q se diga q o irão as teste ou possa vir a ter, por outros já as terem. Parece-me uma lógica muito infantil e perigosa !Onde paramos? Na Coreia? No Sudão? Onde?
Relativamente a israel (e reconhecendo os crimes por eles cometidos!) só gostava de realçar os vizinhos q eles têm, e o rol de agressões de q foram alvo ao longo da sua conturbada história.
Não me parece q seja fácil viver assim.Isso muito contribui para o estado “belicista” de q o DO fala.
E se fossem nos nossos quintais q os rockets caissem?!
PMA, eu não disse que o Irão deve ter armas nucleares. Mas também digo que ninguém devendo as ter, não é legítimo defender que as podem ter e outros não.
Sebastião, digo que multiplicar intervenções militares para fazer cair ditadores (e apenas aqueles que desagradam aos EUA) tornaria o mundo num caos.
Daniel, não aqueles que apenas agradam aos Estados Unidos, mas sim à ONU. E não, não se tornaria o mundo num caos, pois após certamente muitos ditadores reconsiderariam, veja-se por exemplo o que está a acontecer na Coreia do Norte. Há um efeito dissuasor que demonstradamente tem dado resultados muito para além do esperado.
Quanta estupidez e ignorância por aqui vai…
O Irão não invadiu nem agrediu ninguém nos últimos 250 anos (ainda antes de os EUA existirem…), ao passso que, nessse período, os EUA agrediram centenas de vezes potências estrangeiras. Quanto a “israel” já invadiu e atacou unilateralmente todos os vizinhos, o Iraque e até o Irão (através de Saddam), além dos próprios palestinianos. É um tumor canceroso, responsável por todas as guerras da região e que desde 1948 já vitimou mais de 3 milhões de muçulmanos. E que tem ameaçado repetidameente o Irão de ataque nuclear preventivo! Pode ser que o ataque preventivo seja ao contrário…
O Irão deve preparar-se para dar a esses nazis um correctivo memorável…tal como à 5º Esquadra no Golfo e aos terroristas cruzados estacionados no Iraque. Eles nem sabem o que os espera se cometerem o suicídio de atacar o Irão…
Lá está!!
É tudo muito relativo e de mera percepção…
Talvez seja por isso que Israel sente a sua existencia ameaçada!!!
“Em contrapartida, o Irão jura que dará cabo de Israel, de modo a que não fique um só judeu à face da terra. ”
Mas como é que se pode ser tão ignorante ?
O Irão disse (e todos os muçulamanos e amigos da paz internacimal dizem o mesmo) que o REGIME, repito O REGIME, perceberam idiotas ?, o REGIME que ocupa ilegalmente Jerusalém (refere-se ao regime nazi-sionista) deverá desaparecer das páginas da história. FOI ISSO QUE ELE DISSE. APENAS. O REGIME SIONISTA, NÃO OS JUDEUS. Dá para meter de vez nas vossas cabecinhas ?
Isto é: disse o mesmo que disseram os europeus em 1940: que o regime nazi (NÃO OS ALEMÃES, perceberam, ou faço um desenho?) deveria ser aniquilado.
O mesmo disseram em relação ao regime modelo dos nazi-sionistas: o do apartheid sul-africano. Que teria de ser desmantelado. E FOI.
Qual é o espanto que o grande AHMEDINEJAD (que não tem medo dos criminosos de guerra Bush e Olmert) diga que uma ditadura execrável que só deixa votar a minoria de religião judaica, que mantém na prisão 12.500 presos políticos (12.500, ouviram imbecis neoconeiros ?) e executa anualmente centenas de membros da oposição de forma extra-judicial (CENTENAS, perceberam ?), como é o caso da ditadura nazi-sionista-apartheidesca, racista, fundamentalista, que até mete em guettos dentro de MUROS DA VERGONHA todo o povo que expropriou,
Qual é o espanto, dizia, que um patriota muçulmano como Ahmedinejad (QUE GANHOU ELEIÇÕES LIMPAS, onde votaram todos os iranianos, e não apenas 40% como acontece na ditadura israelita) diga o óbvio:
QUE TAL REGIME ASQUEROSO TEM OS DIAS CONTADOS ! E já não falta muito… Sim, os nazi-sionistas pagarão caro todos os seus crimes desde a Nakba de 1948 ! Porque Allah u Akbar…
Sebastião, a ingenuidade tem limites. A Arábia Saudita não é uma ditadura? E o Paquistão, é uma democracia? E vamos invadir e bombardear a China?
Por ventura a Coreia do Norte está mais democrática? É que por acaso foi outro tipo de compensação e não a ameaça militar que a fez ceder. E nunca foi a democraicia ou a ditadura que esteve em causa na Coreia, no Iraque ou no Irão (repito: um dos menos ditatoriais países da região). Apenas questões militares, estratégicas e de recursos. Aliás, a Coreia do Norte (e a Líbia) é um excelente exemplo para provar que o Sebastião não tem razão. Resolveu-se melhor (o que realmente estava em causa) sem qualquer risco de intervenção militar. E não era disso que eles tinham medo.
Talvez o Sebastião ainda não tenha percebido que Money makes the world go around. Nas democraicas e nas ditaduras.
“Um é uma democracia o outro não!” diz o Xico sionista…
E tem razão ! O Irão (onde há alternância do poder e eleições limpas com todas a votar e não apenas uma minoria religiosa como em israel) está muito mais próximo de uma democracia perfeita do que a ditadura da entidade nazi-sionista (o little shitty country conhecido por “israel”)
Em “israel” a ditadura só permite votar a 40% dos residentes de jure, isto a fim de transformar artificialmente uma minoria em maioria… No Irão votam TODOS os iranianos, independentemente da sua religião…
Na ditadura sionista há 12.500 presos políticos (oposicionistas ao regime de apartheid). Esta ditadura é vice-campeã mundial na matéria: só é batida pelo Iraque colonizado onde os terroristas cruzados mantêm mais de 20.000 patriotas iraquianos na prisão !
E a ditadura sionista-apartheidesca é ainda campeã mundial no número de execuções extrajudiciais de membros da oposição. Os esquadrões da morte das SS Tsahal executam todos os anos CENTENAS de membros da oposição ao regime racista. Designação eufemistica desses crimes: targeted killings…
Sinceramente: COM FACTOS à cabeça HÁ DITADURA MAIS EXECRÁVEL NO MUNDO DE HOJE que a ditadura nazi-sionista ?
Espero assim contribuir para a extinção da ignorância e desinformação neste blogue que parece estar infestado de nazis…
Ou vão-se calar, neoconeiros e sionistas de trazer por casa ? Vão desaparecer como ratazanas aldrabonas depois de serem desmascarados ?
Caro Daniel.. Em q ficamos.
Não defende q o Irão venha a ter armas, mas n concorda q o proibam de as vir a ter!?
Já percebi q gostava, como eu também, q ninguém tivesse armas nucleares. Mas face à situação actual (q é a q nós, os israelitas e iranianos vivemos!) q fazer?! Não basta dizer q n se gosta de armas! Se estamos a discutir uma questão real, concreta, actual, devemos manter também nesse estado os nossos argumentos!
E para os “historiadores de águas doces” q se relembrem das diversas invasões,q israel sofreu, de praticamente todos os vizinhos muitas delas em conluio!Ou a história já foi revista, como defende o presidente do Irão, em que até o Holocausto é um mito!?
“4º até hoje o único país que usou a bomba atómica e sem ter qualquer necessidade foram os EUA, por isso creio que loucos há em todo o lado, mais, o senhor que deu ordem para as lançar tinh sido eleito democraticamente, por isso não me venham com conversas sobre se um estado é mais ou menos democratico.”
Sabe quantos americanos morreriam se os EUA invadissem o Japão por via terrestre? 1 milhao. Japoneses seriam 10 vezes mais. Foi terrível, mas foi necessário.. Para além de que foi o Japão que atacou os Euo, não o contrário.
Prefiro ver um parvo (Bush) que um fanático (Almjkxbacnciow ou lá o que é) com uma bomba atómica. São os EUA que garantem a segurança domundo Ocidental (goste-se ou não), não são os Muçulmanos.
“(…) Chamaria [a Israel] um país bélico, belicoso e desrespeitador do direito internacional (…)”
Quanto ao bélico e belicoso concordo (e compreendo-os); quanto ao “desrespeitador” nem por isso.
Há uma grande diferença entre um Estado democrático e uma ditadura: embora em ambos se violem princípios e direitos humanos, nas democracias essas atitudes são debatidas, repudiadas e (grande parte das vezes) camufladas por vergonha. Nas ditaduras os direitos são violados com a assinatura do Estado: com pompa e circunstância. Não há regimes perfeitos mas, apesar de todos os defeitos, prefiro as democracias.
Quando é que Israel violou o Dto. Internacional? Antes que refira a Guerra dos 6 dias, vou-me antecipar. A Guerra dos 6 dias foi debatida e justificada por Israel como uma acção de “Legítima Defesa Preventiva”. Para o provarem mostraram, junto do Tribunal Penal Internacional, fotografias comprovativas da súbita concentração de militares junto às suas fronteiras, principalmente por parte do Egipto. A “Legítima Defesa Preventiva” é uma das causas de exclusão da ilicitude. Embora o nosso Código Penal não preveja esta figura, ela pode ser invocada em Tribunal. São as chamadas causas de exclusão da ilicitude não tipificadas (aqui haveria muita coisa para falar mas não quero ser maçador).
Ora a grande diferença é que, ao contrário de Israel que, com transparência ou através de manipulação, exerce as suas actividades militares à luz do Direito Internacional, o Irão ameaça atacar Israel com o argumento que é para “eliminar o Estado Judaico”. Não se senta à mesa do Tribunal Internacional nem se esforça por justificar a acção à luz do Direito. Um Governante que tem um discurso como tem o Presidente do Irão não é pessoa de bem e a comunidade internacional deve reagir contra isso.
Para finalizar, ao contrário do Irão, o Paquistão não faz ameaças diárias ao extermínio de povos e permite que organismos internacionais supervisionem o seu armamento. A Coreia do Norte não: por isso também é alvo pressões internacionais.
Por vezes queremos ser tão justos tão justos que corremos o risco de desequilibrar o actual panorama internacional.
Que excelente texto, Euroliberal. Apoio a 100% “grande AHMEDINEJAD”.
Também não acredito no Holocausto. Antigamente acreditava, mas como o “grande AHMEDINEJAD” diz que não aconteceu, então não aconteceu. Outros mitos que o “grande AHMEDINEJAD” ajudou a desfazer: nunca existiram atentados de fundamentalistas islâmicos (com apoio de regimes islâmicos), os palestinianos nunca usaram velhos e crianças como escudos humanos, nem os muçulmanos promovem desigualdade extrema entre homens e mulheres, nem há presos políticos e religiosos no Irão, país onde, aliás, o exercício da liberdade de expressão deveria servir de modelo ao resto do mundo, especialmente ao Ocidental. E deixou no ar uma promessa de paz: “Anybody who recognizes Israel will burn in the fire of the Islamic nation’s fury.”.
Viva o “grande AHMEDINEJAD”, o Líder do Mundo Pacífico, Nobel da Paz, Timoneiro da Democracia!
Enfim, incrível.
@tarzam
“Outro prognóstico. É mais provável que o Irão ataque alvos civis que o contrário.
Outra diferença: Israel não tem como programa político de longo prazo varrer o Irão do planeta.”
por onde tens andado? mas os verdadeiros atentados contra os direitos humanos perpetrados por Israel da Palestina ao Libano são o quê? ataques a alvos militares?
deixem de propagar mentiras dos media patrocinados por norte-americanos e sionistas.
REPITO…O PRESIDENTE IRANIANO NUNCA AFIRMOU QUE QUERIA DESTRUIR O ESTADO SOBERANO DE ISRAEL, MAS SIM E APENAS, O REGIME SIONISTA….get it?
já agora para os traumatizados com a suposta falta de democracia ocidental que o Irão padece, que tal se lembrarem da história, eu sei que é uma chatice quando a própria história nos desmente, mas tem de ser, por acaso leram o que os tão democratas EUA e Reino Unido fizeram ao Irão nos anos 50/60 se calhar valia a pena começar por saber coisas sobre a OPERAÇÃO AJAX, a wikipedia dá uma ajuda http://en.wikipedia.org/wiki/Mohammed_Mossadegh
também aconselharia lerem uns artigos de um jornalista ocidental, Australiano, sobre as desgraças. caos e terror que os tão democratas EUA fizeram um pouco por todo o mundo desde pelo menos a WWII, John Pilger ajuda a perceber.
rjnunes
já agora também chamaria a vossa atenção para um grupinho de forças especiais norte-americanas o Joint Special Operations Command (JSOC), é que se trata de um grupo muito especial e que o principal objectivo é executar false flag operations, ou seja ataques terroristas, que depois serão atribuidos a quem lhes der mais jeito, nomeadamente e neste caso grandes parangonas apareceram nos jornais a dizer que vem lá o lobo Irão, quando na realidade são as forças especiais norte-americanas e do Reino Unido.
mais uma vez a história repete-se, vide, Operação Gladio na Europa e a NATO.
rjnunes
Já cá faltava o Euroliberal! Com as suas tiradas, malcriadas, em “caixa alta”.
Este post até estava a ser interessante, mas agora entrou na pocilga.
Boa tarde.
Daniel Oliveira: “Há alguma norma internacional onde se defina que apenas os aliados dos EUA podem ter armamento?”
Há. Há uma lei que mais do que internacional é universal: “Manda o mais forte!” Entenda-se que há diferentes formas de força.
Esta lei foi a lei que inspirou a vida de milhões de comunistas em todo o mundo, o desejo de revolução, inclusivamente o Daniel Oliveira durante a juventude.
Euroliberal: “O Irão não invadiu nem agrediu ninguém nos últimos 250 anos (ainda antes de os EUA existirem…), ao passso que, nessse período, os EUA agrediram centenas de vezes potências estrangeiras.”
Euroliberal,
em nome da constância e da tradição esperemos que assim continue.
Euroliberal,
“Eles nem sabem o que os espera se cometerem o suicídio de atacar o Irão…”
Euroliberal,
a experiência é a fonte de todo o conhecimento. Se os americanos não sabem, podem ficar a saber experimentando.
É curioso como tantos povos ao longo da história têm “corrido” com o povo judeu.
Começou com os egípcios, depois os romanos, os visigodos, os próprios cristãos, os espanhóis, os portugueses, os alemães…
Coincidência? Vício?
Se eu tivesse neste momento 8 aninhos, até sentiria compaixão por esta gente, mas com 32 anos, dois olhos, e dois ouvidos a funcionarem bem, é muito difícil simpatizar com um povo que demonstra diariamente não ter aprendido nada com as suas próprias tragédias.
E o “mundo” observa e assobia para o lado…
Espero que este comentário não me granjeie “viperinas amizades” mas… tive que escrevê-lo.
“Irene: fica aqui um prognóstico. É mais provável que Israel ataque o Irão do que o Irão ataque Israel. E isto é mais ou menos consensual entre quem acompanha a situação.”
Só mesmo o Daniel para me fazer rir a uma hora destas. Consensual entre quem? Entre o Daniel Oliveira e o Rui Hussein Tavares?
Israel tem armas nucleares há muitos anos e nunca as usou. E se fosse ao contrário? O Irão não ataca Israel porque sabem que obviamente levam na cabeça. Até já o seu amigo Barak Obama disse que nunca o iria permitir.
Claro que «Money makes the world go around», não sou do bloco de esquerda dizer que o país A ou B só fizeram isto e aquilo por interesses (haveria der ser por quê? Não temos todos interesses a defender?).
A questão é que é cada vez menos moralmente defensável assistirmos aos genocídeos e aos governantes assassinos que um pouco por todo o mundo deixam um rasto de terror e ficar impassíveis ou a organizarmos apenas umas marchas com umas dezenas de gatos pingados.
Pensava-o mais idealista. Por mim, nem mais um Mugabe. Vão ao seu país, tragam esse verme, julguem-no em instância de justiça internacional. O mundo seria melhor, não acha?
O Irão está rodeado por terroristas cruzados (no Afeganistão, Iraque, israel e Golfo) armados nuclearmente e que o ameaçam repetidamente de ataque nuclear preventivo. Veio escrito em todos os jornais ! O que é crime de guerra passível de forca… Claro que, perante isto, só resta ao Irão dotar-se da bomba atómica, nunca o reconhecendo. Está a fazer como “israel”: uma política de ambiguidade nuclear, negando sempre ter a bomba que todos sabem ter. Quando o Irão (entre outros países islâmicos, além do Paquistão) tiver a bomba (porque a vai ter e ninguém o impedirá, até porque não têm tomates para o fazer…), a chantagem nuclear israelita ficará neutralizada e a questão da libertação da Palestina será colocada sobre a mesa.
Ou a entidade nazi-sionista desmantela voluntariamente o regime de apartheid (como fez o seu modelo, a Africa do Sul) reconhecendo o “one man, one vote” (há 9 milhões de palestinianos muçulmanos e cristãos para 5 milhões de judeus…) e o consequente governo de maioria muçulmana, ou será ANIQUILADA pela força de milhões de mujahedins muçulmanos vindos de todas as partes para quebrarem a espinha a essa besta imunda que é o regime apartheidesco e fundamentalista dos loucos da kippa… Quem tem medo da Palestina livre, democrática e multicultural para todas as religiões do Livro ?
Quem são os nazis e neoconeiros (alguns confessam aqui mesmo que preferem Bush, grandes porcos nazis) que apoiam o regime apartheidesco de Telavive, o tal que roubou e massacrou todo um povo e mantém os sobreviventes em guettos morrendo à fome rodeados por muros de oito metros de altura ?
Temos agora esquerdalhada NAZI ? Geração rasca…
Perguntava eu: “Ou vão-se calar, neoconeiros e sionistas de trazer por casa ? Vão desaparecer como ratazanas aldrabonas depois de serem desmascarados ?”
Responde uma sionista, I. Coutinho: “Este post até estava a ser interessante, mas agora entrou na pocilga. Boa tarde.”
Confirma-se assim que, efectivamente, as ratazanas sionistas, quando desmascaradas e sem argumentos, se retiram sempre…
Euroliberal!!!
Estou a perder o meu tempo a responder-lhe..mas tinha de o fazer!!
Em Israel o direito de voto pertence a todo e qualquer cidadão Israelita. (Os Árabes Israelitas também votam)!! No Luxemburgo o direito de voto pertence aos cidadãos do Luxemburgo onde apenas têm direito de voto 25% dos residentes habituais do Luxemburgo uma vez que os restantes são estrangeiros!!!
Se me disser que no Irão os estrangeiros também têm direito de voto eu digo-lhe que não acredito!!!
Daniel, estou de acordo consigo em quase tudo. Digo “quase” porque o semi-branqueamento que faz do sistema eleitoral Iraniano não cai bem quando ataca ferozmente o sistema eleitoral Cubano, infinitamente mais democrático.
Acerca do regime Iraniano, diga-se que anti-semita ele não será de todo. Não há país muçulmano onde os Judeus sejam melhor tratados. A própria lei obriga a que haja representação parlamentar da comunidade Judaica. Porém, é bom que não se embandeire em arco. Os Judeus são ainda cidadãos de II categoria no país dos Ayatollahs. Mas ao contrário dos gays, existem.
Registe-se a tirada de Isabel Coutinho acerca dos Iranianos, dos mísseis e do valor da vida humana. Revela muita coisa. Especialmente porque razão Isabel Coutinho apoia Israel.
A achega do Paquistão era óbvia, mas a da China é muito boa. Porque razão o Pentágono não aponta armas a Pequim? Ti Américo, gostava de saber a resposta por si.
Ricardo Nunes
“O PRESIDENTE IRANIANO NUNCA AFIRMOU QUE QUERIA DESTRUIR O (ESTADO SOBERANO DE ISRAEL), MAS SIM E APENAS, O REGIME SIONISTA….get it?”
O Presidente Iraniano (O Irão) nem sequer reconhece o Estado de Israel….tanta má fé…
O que o Presidente Iraniano reconhece como facto é que todo o território Israelita é ocupado por “um regime sionista que é necessário destruir, mais cedo ou mais tarde”
De qualquer modo estou em crer que o Sr. Ahmadinejad dispensa as, suas, reinterpretações das suas palavras…
“…Estou longe de te qualquer simpatia por aquele regime, mas convém não aplicar ali chapa 5. Uma coisa é certa: é mais democrático, do ponto de vista formal e nos restantes, do que praticamente todos os países muçulmanos aliados dos EUA.”
Concordo com o post do Daniel Oliveira, que tem razão em dizer que o Irão é mais democrático do que a imensa maioria dos aliados muçulmanos dos EUA.
No Irão, Mahmoud Ahmadinejad não desfruta de um poder absoluto. E viu o seu poder diminuir na sequência das últimas eleições legislativas. Debate-se agora com um “parlamento” que lhe é mais desfavorável.
Compare-se isso com a democrática Arábia Saudita…
Caro Daniel,
Comparar e equiparar Israel e o Irão é uma desonestidade brutal….e covarde.
Pode fazer todas as evocações do Mundo sobre erros de Israel, mas se olhar para o mapa verá que não há muitas Democracias ali à volta…a não ser que ache que a sharia, o uso de escudos humanos tambem um direito! Essas são apenas algumas diferenças
É incrível como certas esquerda (desde os meninos de lençinho às feministas mais histéricas) contemporiza com Hamas e afins porque realmente Israel (e os EUA) são os maus da fita, siga a dança
Ratazanas sionistas, o Espaço Vital para os mujahedins e palestinianos, a destruição do regime apartheidesco e fundamentalista dos loucos da kippa, etc.
É de mim ou os comentários do Euroliberal são passagens do Mein Kampf?
Como pode haver tanta ingenuidade. Como se estas questões se resolvessem pelo tamanho dos tomates!!
O grande problema do Irão é que estagnou no Séc XIX. Hoje não se começa uma guerra porque temos “tomates” para o fazer. Os EUA e Israel só não invadiram o Irão porque a opinião mundial os condenava severamente. Desde o final da II Grande Guerra que o paradigma dos conflitos se alterou. Um país precisa de justificar perante a comunidade internacional porque vai invadir outro país e esperar que essa comunidade não seja, de todo, contrária. Para os EUA invadirem o Iraque fizeram todo um jogo de marketing para convencer outros países a apoiá-los (ainda que isso não tivesse sido muito transparente).
Se vivessemos com resoluções à laia do séc XIX os Açores já eram americanos há muito. Como dizem Jorge Nascimento Rodrigues e Tessaleno Devezas no seu livro “Portugal: o pioneiro da globalização”: (…) O argumento das Lages, a que alguns analistas americanos chamariam de , revela-se a peça essencial da manobra assimétrica da ditadura [em 1961]. Assimétrica no sentido puro da geopolítica, ou seja, quando um pequeno país consegue obter uma vantagem de uma superpotência por possuir um activo estratégico de que esta depende vitalmente, e numa altura EM QUE A SUPERPOTÊNCIA NÃO PODE RESOLVER O ASSUNTO À VELHA MANEIRA DA CANONHEIRA, PORQUE O CONTEXTO MUNDIAL NÃO LHE PERMITE A VIA DO HARD POWER (…)”
Alguns países árabes - no qual o Irão faz parte - têm de ser muito mais subtis nas suas declarações, nas suas demonstrações de poderio bélico e nos seus discursos, sob pena de nunca conseguirem ter qualquer credibilidade na opinião internacional (excepto nalguns europeus, fanáticos da extrema esquerda trotskista, também conhecida como esquerda caviar, ainda muito imbuídos com o espírito anárquico do Maio de 68).
…de todas as maneiras é quase impossível não descer o nível quando indivíduos defendem posições completamente absurdas…
O Sebastião Dias e a Isabel Coutinho, por exemplo, são individuos ou incrivelmente estúpidos ou perversos… e eu não acredito que sejam estúpidos.
Tentar justificar a invasão a um país soberano que nos ultimos 250 anos não atacou ninguém? Ainda por cima baseando-se em traduções manipuladoras e no desprezo por relatórios de entidades respeitáveis?
Estamos perante uma guerra dos dólares e sinceramente, se se der um ataque eu sei por quem vou torcer. Por aqueles que se irão bater por defender a sua terra e o seu povo.
ah! e não é líquido que a russia e a china fiquem impávidos e serenos a verem os seus interesses serem desbaratados no Irão…
Euroliberal, mais uma vez lhe digo para não insultar os restantes comentadores ou terei de deixar de publicar os seus comentários.
«Daniel, estou de acordo consigo em quase tudo. Digo “quase” porque o semi-branqueamento que faz do sistema eleitoral Iraniano não cai bem quando ataca ferozmente o sistema eleitoral Cubano, infinitamente mais democrático.»
Não branqueei. Disse apenas que era mais democrático do que o países muçulmanos aliados dos EUA. Tendo muitas dúvidas sobre a democraticidade plena do processo eleitoral no Irão, há uma diferença em relação a Cuba: há candidatos alternativos e vários candidatos à presidência. Uma condição para se poder falar de eleições.
«O Sebastião Dias e a Isabel Coutinho, por exemplo, são individuos ou incrivelmente estúpidos ou perversos… e eu não acredito que sejam estúpidos»
Devo ser extremamente perverso. Nesta minha perversidade lembro-me que perante o que se passou na ex-Jugoslávia, a maioria das pessoas, da esquerda à direita, manifestaram-se indignadas a favor de uma intervenção militar contra os genocídeos que se passavam neste país soberano.
E, se bem me lembro, a União Europeia assobiava para o ar enquanto as «portas» da Europa ardiam. Foram os americanos que, como todos sabemos, não fazem nada de graça, que foram para lá meter ordem. Claro que foram lá pelos interesses, pelo ouro, pedras preciosas e petróleo, recursos estes inesgotáveis naquele território (estes americanos!).
Sérgio, o exercício da coerência não se compadece a andar a reboque das opiniões desmemoriadas de terceiros. vale mais pensar pela sua própria cabeça.
Em resposta aos exaltadores das virtudes do Governo Persa e à sua soberania (E eu que pensava que os Internacionalistas ainda aplicavam a doutrina Marxista)
O Irão é exportador de petróleo e importador de gasolina e produtos petroquímicos refinados!!
Todos os dias liberta para a atmosfera gás, proveniente da extracção de petróleo, que seria suficiente para produzir a energia eléctrica de que é deficitário e ainda exportar para os seus vizinhos!!
Ou seja o Irão teria interesse em investir na refinação e na construção de pipelines para gás e centrais eléctricas para produção de energia eléctrica e na refinação de produtos para Indústrias básicas e deste modo alargar a sua base industrial e diminuir a sua dependencia do exterior… ao invés investe na importação e pesquisa de armamento e na importação e pesquisa de tecnologia nuclear!!
Este é o Governo do Irão!! Esta é a responsabilidade do Povo do Irão e do seu Governo!!
É obvio e evidente que quem, a longo prazo, sofrerá as consequencias desta irresponsabilidade será o Povo Iraniano!!
Bolas euroliberal!
Voce pode muito bem tentar defender as suas opinioes sem passar a vida a insultar os outros que diabo.E feio e nem sequer muito inteligente porque qualquer ideia que traga , mesmo que fosse interessante , fica apagada no meio de tanto insulto.
Quanto ao Irao e a Isreal e a todos os outros lugares no mundo e assim.As armas– TODAS as armas sao odiosas. So a PAZ e desejavel e seria desejavel aspirar a paz somente.Deveria existir em todos os paises uma educaçao para a paz e nao para a guerra.
Dito isto e evidente que estas noçoes so atinjem alguns e vao demorar milhoes de seculos ( se la chegarmos ) a serem reconhecidas e postas em pratica pelas sociedades.Logo como nao estamos propriamente no paraiso estas nao sao propriamente as realidades em que vivemos.Vivemos realidades em que milhoes de seres humanos morrem pela fome e pela doença e em que a guerra faz parte do quotidiano horrendo , mesmo ate daqueles que nao estao em guerra.A guerra e uma maquina de fabricar lucros.Sempre foi ,portanto e mais uma vez sao os que lucram com as guerras aqueles que estao interessados em que permaneçam.
O sr no entanto atira contradiçoes atras de contradiçoes .Nao acredita no Holocausto mas acredita que os Judeus fabricam holocaustos, diz que o louco chefe do Irao tem razao em atirar misseis contra Israel porque essa e a maneira de liquidar os seus chefes esquecendo que misseis e armas nucleares nao foram propriamente fabricadas com pontaria dirigida a dirigentes apenas e que a serem usadas –quando sao usadas –liquidam milhares de seres humanos inocentes , seja qual for a lado que atinjem.Quer a viva força defender ideias que sao indefensaveis e que viam apenas destruir matar aniquilar a torto e a direito.E depois quando vozes se levantam para se opor insulta como se essa fosse a maneira de se discutir seja que assunto for.
E muito cansativo, isto para nao usar outra palavra.
O Estado de Israel e um Estado.E uma estado livre e independente e tem que ser respeitado como tal por todos os outros estados.Uma naçao–qualquer naçao que sofre ameaças de guerra tem o direito de se defender.
Armas nucleares deveriam ser retiradas da circulaçao pois poem a vida de todos em perigo.Mas defender que o Irao tem direito a usar e a ameaçar um povo–seja que povo for de aniquilaçao e crime ,deveria ser constituido e julgado como crime pelas naçoes unidas e por todos os povos da terra.
Agora quero la saber se voce acredita no Holocausto ou nao homem,o que e que aquilo em que voce acredita acrescenta ao mundo civilizado?
Pelo que leio de quase tudo o que escreve so violencia e apelos a violencia, pois passo bem sem isso porque disso e desses ja ha muitos.
Tranquilize o espirio e veja la se passa a tratar melhor os outros , nao lhe ficaria nada mal um bocado mais de polimento.
“Em Israel o direito de voto pertence a todo e qualquer cidadão Israelita. ” - Bruno Ferreira
Só que a definição de “israelita” é racista e apenas baseada na religião. Ora todos os que são residentes de jure (exilados ou não) na Palestina TÊM O DIREITO À NACIONALIDADE do estado que ocupa o território da Palestina histórica (a do mandato britânico), independentemente do nome desse estado. Os palestinanos já foram súbditos de dezenas de impérios (os últimos foram o otomano e o inglês) MAS SEMPRE MANTIVERAM A CIDADANIA, as suas casas e terras.
Os próprios nazis, ao anexarem a Alsácia e a Lorena francesas em 1940, mantiveram a cidadania e propriedade dos seus habitantes. Ninguém foi expulso ou roubado. Apenas deixaram de ser franceses para passarem a ser alemães.
Ora, os nazi-sionistas foram muito mais longe que os seus mestres nazis: expulsaram a maioria árabe autóctone (só deixaram um pequeno número que está também agora ameaçado de expulsão por estar a reproduzir-se demais…) e roubaram-lhes as terras e casas. Todos os exilados têm o dirteito de retorno, segundo dezenas de resoluções da ONU. E com os 3,5 milhões que vivem ma Cijordãnia e Gaza mais 1,2 em israel fazem 9 milhões (contra 5 milhões de judeus).
São portanto a maioria num sistema democrático (one man, one vote) e o governo pertence-lhes. Israel domina totalmente as fronteiras da Palestina histórica, mas dentro dessas fronteiras há milhões de autóctones que estão privados do direito de voto (e mesmo de nacionalidade da sua Pátria de milénios) e vivem em guettos de morte lenta. Isso não é democracia, porque se é licito privar a maioria de um povo do direito de voto para que uma minoria racista se transforme artificialmente em maioria, todos os resultados são falseados.
Repito, democracia EXIGE: ONE MAN, ONE VOTE, SEJA qual for a raça ou religião de cada um. E se a maioria é islâmica, a maioria do governo terá de ser islâmica. Se não é, há ditadura. Como na erntidade nazi-sionista, onde cristãos e muçulmanos estão impedidos de votar (excepto 1 milhão de árabes) para que os de religião judaica (porque não há povo israelita ou judeu, há pessoas de religião judaica, o que é diferente) dominem, mesmo sendo minoritários. Percebeu ?
Por isso, “israel” é mais sanguinária ditadura da região, a mais racista, a mais fundamentalista, porque se define como “estado judeu” e não como “estado democrático” (ou seja, de todos, independentemente da religião), e porque mantém 60% da sua população ( a privação de nacionalidade é ilegal: também a Africa do Sul queria desnacionalizar os negros para que a minoria branca fosse a única a poder votar) exilada em miseráveis campos de refugiados ou em guettos de morte dentro das suas fronteiras.
Ora uma ditadura apartheidesca e fundamentalista (onde só uma confissão tem direito de voto e de cidadania e as outras são exterminadas ou guetizadas) é certamente abominável e deve ser esmagada. É o que acontecerá…
- Já dizia o presidente do Irão que “Israel é um problema de uma bomba só”
- E que seria “varrido do mapa”
- Para o regime dos ayatollahs, o martírio e a jihad são um comportamento exemplar e desejável
- Este é um governo que tem um total desprezo pela vida dos seus cidadãos
Será difícil juntar as peças todas?
Daniel Oliveira, acredita mesmo no que escreve?
Ou escreve estas coisas para se fazer de engraçado?
Daniel, não sei se está distraído, mas está com o blogue completamente infestado por nazis, que apelam à destruição (nuclear) preventiva de um povo que há 250 anos não invade nem agride ninguém (mas que já teve de enfrentar golpes da CIA, em 1953, e invasões teleguiadas pelos EUA e israel, 1980-88). São atitudes que em tempo de guerra podem valer a pena capital. Brasillach e Streicher foram enforcados em Nuremberga apesar de não terem morto ninguém. Apenas apelavam publicamente ao genocídio dos resistentes.
Por mim tudo bem, mas já que que acusou de insultar comentadores (onde ? Um nazi não é um nazi ?), seria conveniente que limpasse o seu blogue de afirmações histéricas de antisemitas islamocidas, como :
“o Irão tem um Presidente que é doido ” Isabel Coutinho (errado: confunde-o com Bush)
“prefiro um Bush na casa Branca, a um Lider do Irão armado até aos dentes ” -planetas (preferir um criminoso de guerra e genocida foragido ao TPI é grave…)
Heterofobia (agora, se se tem menos gays, o castigo é o ataque nuclear ?):
“O Irão não é aquele país onde não existem gays?” ana
Apelos nazis ao islamocídio:
“(morre decerto muita gente, mas eles estão-se nas tintas para isso, vão direitinhos para o céu, com imensas vírgens” - Isabel Coutinho
Etc e tal….
JEM, pode indicar as fontes não sionistas destas suas afirmações (já desmentidas com provas ai para cima por vários comentadores e pelo DO):
Já dizia o presidente do Irão que “Israel é um problema de uma bomba só”
- E que seria “varrido do mapa”
Claro que não vai conseguir. Mas pelo menos assim ficam todos a a saber que você mente para justificar um holocausto nuclear.
“Repito, democracia EXIGE: ONE MAN, ONE VOTE, SEJA qual for a raça ou religião de cada um. E se a maioria é islâmica, a maioria do governo terá de ser islâmica.” (EUROLIBERAL)
Exacto. ONE MAN, ONE VOTE. Mas ONE MAN inclui ONE MAN, homossexual e ONE MAN heterossexual. Um “MAN” homossexual não é propriamente roupa de estendal para se colocar numa corda: (http://arrastao.org/ficheiros/iranexecutesgayteens.jpg).
Pinto: uma barbaridade isolada não justifica um holocausto de milhões. Não conheço esse processo, embora tenha ouvido que nesse caso o crime era a violação de um menor e não a homossexualidade dos vioaladores; se isso verdade, não houve homofobia porque os violadores de mulheres também são enforcados. E depois, discordo do método usado por alguns gays para tomarem partido: ver qual o pais que tem a maior gay pride…
Já agora conto-lhe a forma cruel como os homossexuais palestinianos são tratados pela Mossad. São procurados activamente com a ajuda de homossexuais judeus e fotografam-nos em situações comprometedoras. Depois fazem chantagem, ou contam tudo sobre a resistência no lugar onde vivem (para organizar targeted killings de resistentes) ou as fotos serão enviadas à familia… Quase todos aceitam trair e tornar-se espiões da Mossad … o que tem acabado em exílios perpétuos, ou em fuzilamentos pela resistência por alta traição e denuncia de resistentes à Gestapo nazi-sionista…
Ó Euroliberal, e como é que o Hamas trata os gays Palestinianos?
Já que estamos a falar de prisioneiros e afins, que tal falarmos de Guantanamo, e tudo que se passou/passa no iraque… Enfim, que argumentos tão discutiveis, em todas sociedades se cometem erros e ninguém diz que o irão é uma nação exemplar, longe disso, mas nada diz que liberdade imposta à força seja a solução.
@54 ze gato
“Sabe quantos americanos morreriam se os EUA invadissem o Japão por via terrestre? 1 milhao. Japoneses seriam 10 vezes mais. Foi terrível, mas foi necessário.. Para além de que foi o Japão que atacou os Euo, não o contrário.”
se não sabe porque mais uma vez a desinformação norte-americana é grande e os media ajudam, o Japão já tinha capitulado, não era, nunca foi necessária nenhuma invasão, o uso das 2 bombas deveu-se unica e exclusivamente a verificar a sua eficácia e efeitos.
Even the official strategic bombing survey concluded shortly after World War II that the atomic bombs were unnecessary: ”Japan would have surrendered even if the atomic bombs had not been dropped, even if Russia had not entered the war and even if no invasion had been planned or contemplated.”
United States intelligence had long predicted that when the Soviet Union entered the war (planned for early August 1945), Japan would collapse. President Truman’s ”misplaced” diaries (discovered in 1978) record his agreement with this judgment. Stalin, he wrote on July 17, 1945, confirmed that ”he’ll be in the Jap War on August 15th.” The President added, ”Fini Japs when that comes about.”
Truman was advised not to use the atomic bombs by such figures as Adm. William D. Leahy, Chairman of the Joint Chiefs of Staff, and Gen. Dwight D. Eisenhower. We know from Secretary of War Henry L. Stimson’s diaries and other documents that the rush to use atomic bombs quickly, rather than follow other available courses, was intimately connected with the desire to end the conflict before the Soviet Union entered it on Aug. 15, 1945, and with the hope that the bomb would help in disputed European negotiations.
But the central point was probably best put in General Eisenhower’s blunt formulation: ”It wasn’t necessary to hit them with that awful thing.”
http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?res=940DE3DC1F3AF93AA15753C1A96E948260
“São os EUA que garantem a segurança domundo Ocidental (goste-se ou não), não são os Muçulmanos.”
esta frase é tão, nem sei como classificar.
os EUA não garantem a segurança de ninguém, aliás eles colocam-na em causa.
os EUA desde a WWII que só espalham o terror pelo mundo, desde a américa latina, passando pela asia, europa como as suas operações terroristas da operação gladio etc etc.
são tantos os países onde os EUA semearam o terror, incluindo o Irão que só mesmo alguém ou de pouca fé ou muito cego pode afirmar tamanha asneira.
também deve de acreditar na defesa da guerra das estrelas, que de defesa nada tem mas tudo de ataque.
@bruno ferreira
“De qualquer modo estou em crer que o Sr. Ahmadinejad dispensa as, suas, reinterpretações das suas palavras…”
não são reinterpretações, são realidades, ele nunca disse o que querem que ele tivesse dito, são factos.
@mouzinho
“É incrível como certas esquerda (desde os meninos de lençinho às feministas mais histéricas) contemporiza com Hamas e afins porque realmente Israel (e os EUA) são os maus da fita, siga a dança”
no que a mim diz respeito nem sou da esquerda caviar nem da pura e dura e muito menos de direita, sabe, apenas penso pela minha cabeça e tento ver para além do óbvio e da desinformação sionista e norte-americana.
rjnunes
Euroliberal!!
“Só que a definição de “israelita” é racista e apenas baseada na religião.” Continua a navegar em mitos infantis e não é por dizer que é que passa a ser!! Há Israelitas Árabes, Israelitas Cristãos e até Israelitas Ateus para além dos Judeus, Indus e Budistas !!
O seu argumento para além de preconceituoso é absolutamente rejeitado pelos Palestinianos!! Os Palestinianos não querem a nacionalidade Israelita!!
Bruno Ferreira: você é um caso dramático de ignorância persistente , caso aliás extremamente frequente nesta matéria…
Israel define-se como “estado judeu”, não como estado (democrático) de todos os israelitas. Querem manter sempre a maioria judaica artificial à custa de novas expulsões.
Para emigrar para “israel” é preciso ser judeu. Nem uma mulher casada com um judeu pode emigrar para lá, se não for também judia(ainda recentemente aconteceu com um casal iraniano: o marido judeu teve de deixar a mulher muçulmana em Istambul e emigrar só…). Os árabes israelitas são uma minoria (expulsaram 90% deles) tolerada enquanto não ameaçar demográficamente tornar-se a maioria, mas são cidadãos de 5ª classe depois dos judeus askenazins, sefarditas, russos e falachas: não podem entrar para as forças armadas ou serviços sensíveis, habitar nos melhores bairros, frequentar as melhores escolas, etc. É o apartheid…o “povo eleito” não quer misturas…
Se um árabe israelita casar com uma árabe não israelita, só pode viver com a mulher fora de Israel e nunca mais poderá regressar. Mesmo que tenha passaporte israelita