O deputado do PND ao Parlamento Regional da Madeira é um populista. Tudo o que faz, desde oferecer o seu salário a uma instituição de caridade (não se esquecendo de chamar a imprensa para o efeito) até mostrar a bandeira nazi no hemiciclo para chamar fascista ao PSD, é número. Vale zero do ponto de vista político.
Mas ao ser barrada a sua entrada na Assembleia Regional, esta manhã, por seguranças privados, passámos a estar perante um dos acontecimentos mais graves nos últimos 30 anos de democracia. Exige-se a imediata intervenção do Presidente da República, como garante do regular funcionamento das instituições democráticas. Ache o que se achar da figura, foi eleito e o lugar é seu. A sua presença no Parlamento depende exclusivamente da vontade do eleitorado, não de uma parte dos eleitos. Se o Presidente não fizer nada para garantir que isto não volta a acontecer estarão em causa a democracia e as autonomias. Há um limite.
30 comentários 6 Nov 08 em Sem categoria



Intervenção do P.R. na Madeira? Olha se o Constâncio foi mau regulador da Banca que dizer do Sr. Silva o tal que nem foi recebido pelo dono da Ilhota? Cá por mim: nem um ai nem um euro prá Madeira Já!
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Cavaco só está interessado na unânime questão do estatuto açoriano. na madeira também se deixou barrar à porta da Assembleia Regional
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subscrevo
imagino uma votação importante no parlamento; barrar a entrada de um deputado distorce essa votação. Este facto é gravíssimo.
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Tem toda a razão Daniel, mas olhe que em termos de retórica o BE não fica nada atrás…
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Se e o gajo fosse eleito pelo PNR até valia linchamento publico, mas como é do PND temos de ser benevolentes …
não me interpretem mal, sou contra qualquer forma de limitação da liberdade de expressão, mas não descrimino em função da cor partidária como certos moralistas de algibeira
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Se o dito senhor do PND tivesse mostrado uma bandeira da URSS, teria conseguido passar a mesma mensagem e marcado a sua posição sem ter que infringir a lei, e nao teria havido metade do barulho.
Quanto a questao de ser barrado, enfim nada a que nao estejamos habituados na Madeira.
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Eleito para aquilo? Um relógio ao pescoço? A bandeira nazi? Cá para mim, há muitos outros eleitos que deviam ser barrados de entrar e pelos eleitores na “casa da Democracia”. A gente vota e depois nem se sabe quem é que nos representa nem quem nos representa se preocupa em continuar a levantar-se pelos representados – veja o caso do Zé em Lisboa. Claro que há excepções. Eu gostava era de poder dizer: o meu deputado. O Daniel Oliveira, que é todo interessado nos EUA, não acha bem que cada cidadão lá tenha o seu congressita a quem pode recorrer… Em Portugal mais de metade dos deputados é verbo de encher. Aliás, o Congresso americano tem ums 400 deputados e nós uns 300 deputados – só por aí se vê como este país é bem pensado e proporcionado.
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Ninguém barra a entrada ao Jaime Ramos quando apela à independencia da Madeira, também é proibido.
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Não entendo muito bem o que, em concreto, o PR pode fazer… Pode falar, é certo, pode condenar, chamar a atenção para a ilicitude do caso… Mas qual a acção concreta que ele pode tomar para fazer cessar de imediato esta ilegalidade?
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Concordo em tudo aqui escrito pelo Daniel Oliveira. Mas temos que ser justos e ver que estas cenas bem
poderiam ser feitas por um deputado do BE, se bem que este senhor tem muita mais graça.
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No Minho não pode haver tipos provocadores deste calibre, este “minhoto” é um madeirense acólito de Jardim, só pode !
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De facto este país é uma grande bosta, para não dizer “cagada”, temos um presidente da republica que nao foi autorizado a entrar na assembleia regional vulgo parlamento, é ofendido pelo seu presidente o oragontango alberto joao jardim, que lhe chamou sr. silva, e agora esta cagada que foi não deixarem entrar um parlamentar ainda por cima quem não deixou entrar os caes de guerra os seguranças os seus donos deram-lhes ordem para nao deixarem entrar o parlamentar, que faz o presidente da republica, nada, este país está a bater no fundo da sargeta, vamos a ver o que vem mais por aí.
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Esclareça-se os incautos e os ignorantes de que o deputado não cometeu qualquer ilegalidade, pois não fez a apologia do regime nazi: antes pelo contrário, comparou a actuação de Jardim à do regime nazi, politicamente negativa para ambos os regimes. A proibição dos símbolos nazis é para quem promove tal regime, e não para quem o condena, como o deputado fez.
Quanto à sua actuação, de gosto ou elegância duvidosas, nada comento, embora o que se passa naquele hemiciclo há muitos anos que é, no minimo, caricato e bizarro. Se ninguém deixa o homem falar, é justo que ele recorra a meios para furar o silêncio que lhe impõe o regime dictatorial ali vigente. No fundo, está a cumprir com muita coragem o seu mandato.
Em relação a não deixarem o deputado entrar no hemiciclo, já é outra conversa bem diferente e bem mais grave, pois de tal conduto resulta inequivocamente responsabilidade criminal muito grave.
Só há um exemplo disto, quando o PCP mandou o Sindicato da Construção Civil, em 1977, sequestrar a Assembleia da República durante uma noite, com o silêncio conivente de Otelo e do Copcon.
Na madeira, por ter sido cometida em público e gravada pelas câmaras de televisão, os três “guardas” que empurraram o deputado para a rua deveriam de imediato ser constituídos arguidos criminalmente, ao mesmo tempo que deverão ser alvo de processos disciplinares com vista ao seu despedfimento com justa causa. Haverá, naturalmente, igual responsabilidade de quem deu tal ordem aos três “guardas”.
Quanto ao outro deputado expulso do hemiciclo por polícias fardados, ocorre a mesma responsabilidade destes – agravada por estarem a cometer um acto criminoso em público fardados e contra alguém eleito pelo povo no pleno uso do seu mandato.
Não sou de esquerda e tenho tolerado a actuação de Jardim e de Jaime Ramos com a ironia de quem vive longe daquilo e nada tem a ver com a malta que lá vive – e, intimamente, penso merecerem quem elegem.
Também penso que a comparação de Jardim aos nazis é exagerada e injusta. Mas o comportamento atípico do deputado é, face à lei vigente, possível e até politicamente compreensível.
Penso que é altura da sociedade civil, nomeadamente os professores de constitucional portugueses, devem manifestar-se publicamente contra o impedimento de exercício do deputado, sob pena de outros actos piores se seguirem lá na ilha.
Desconheço como é que este imbróglio vai acabar, mas parece-me que a nossa democracia vai sair dali, da Madeira, muito chamuscada.
Digo eu…
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Saloio
Então e se um membro do parlamento, entrasse em senilidade profunda a meio de um mandato, e começa-se a mandar “esterco” a todos no hemiciclo?
Provavelmente não seria uma conduta muito adequada, tem de haver um mínimo de regras de conduta para se poder permanecer civilizadamente em tal espaço.
Não estou a defender o Jardim, mas também a atitude do deputado, foi no mínimo, típica de um individuo afectado psicologicamente.
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Será que os opositores de Jardim julgaram que o único modo de combater a política pimba é com política pimba?
Seja como for e como foi dito no post nada justifica a implosão da regras básicas da democracia, tristemente sempre na corda bamba na Madeira.
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Ó josé manuel faria o Minho é a terra dos provocadores, ou talvez não conheça os cantadores
ao desafio http://br.youtube.com/watch?v=TGHYAci8mjw&feature=related
Bem verdade seja dita, por muito que o Alberto João Jardim seja o que nós já sabemos tem aquela ilha num brinco, antes estivesse em Lisboa…
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Acho que muitos comentadores estão a confundir as cenas do dito cujo com os direitos do dito cujo.
Essas cenas, folclóricas, disparatadas, ficam com quem as pratica. A vergonha cai sobre ele.
A proibição de um deputado (folclórico, disparatado), ser impedido de entrar na assembleia para o qual foi eleito, já nos diz respeito a todos nós.
A vergonha cai sobre nós.
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SALOIO, de saloio é que você não tem nada, tão acertado é o seu comentário.
Deixe o “SALOIO” para o José manuel faria que lhe serve como uma luva.
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Ver
http://apresencadasformigas.blogspot.com/
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Pedro Esteves, para ser eleito é preciso ter o voto do povo. Coisa que o PNR não tem. Teve nove mil votos em todo o país nas últimas eleições. Quase tantos como o POUS. São os eleitores a barrar-lhe a entrada.
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O Presidente deve fazer tudo para impedir que o PND exista. PONTO FINAL.
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Estimado Daniel Oliveira, das 20: o quê…??????
Repita lá, sff…..o deputado do PNR não foi eleito pelo povo, e é o povo que está a barrar-lhe a entrada??????????????????
Então, foi elito por quem…..pelo Dr. Alberto João?
O senhor está cada vez mais irónico: anda a reler o Eça?
Digo eu…
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O que eu não vi o deputado fazer foi o óbvio:
1. Exigir a identificação de quem lhe estava a barrar a entrada.
2. De posse dessa identificação, retirar-se dignamente do local, sem entrar em polémicas com subordinados.
3. Dirigir-se imediatamente à Polícia Judiciária ou ao Ministério Público e apresentar queixa-crime contra quem lhe barrara a entrada e contra a parte incerta que alegadamente dera ordem para que isso fosse feito.
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O sr.silva está-se a preparar para o guiness book por levar uma eternidade a ‘resolver’ o problema do bronco bicho da madeira.Só para dar aos bancos é que foi lesto….
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«Pedro Esteves, para ser eleito é preciso ter o voto do povo. Coisa que o PNR não tem. Teve nove mil votos em todo o país nas últimas eleições. Quase tantos como o POUS. São os eleitores a barrar-lhe a entrada.»
O que é que o numero de eleitores do PNR, tem a haver com a discussão ?
Deixe-me adivinhar, ocorreu-lhe referir, apesar de não contribuir em nada para a temática em questão …
Caro DO, lamento informar, mas a validade e a coerência das ideias não se mede em numero de votos!
Mas podemos sempre falar das perseguições politicas ao PNR, excelente indicador do receio por parte do poder instituído, que teme a subida abrupta da Extrema-Direita.
Se o partido fosse assim tão desprovido de relevância como o DO pretende insinuar, ninguém se daria ao trabalho de reprimir e condenar veementemente tal movimento, simplesmente, Portugal seria indiferente ao PNR, o que não acontece
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O Minhoto está a fazer de conta k não percebeu.
Mais, o anónimo tem razão. O Famalicense Melo, o Nuno supera o Quim Barreiros. O tal que entrou para a política com intuito de combater os comunistas. E lá continua na AR com esse nobre objectivo.
Ou como se viu ontem na Corredor do Poder.
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Pois eu acho tudo muito engraçado.
As coisas da noticia, quando nos vem da Madeira sao sempre o tal bailarico e nada como o balhe para divertir e distrair as massas. E a chamada democracia ritmada, com laivos de pequenas palhaçadas para manter a tensao.
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Saloio: estávamos aqui a falar do PNR e não do PND. Quando se indigna deve ler com atenção aquilo que o indigna.
Pedro Esteves, estou apenas a dizer que a questão se põe. Porque é o próprio eleitorado a fazer alguma selecção.
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Com o mal do deputado do PND não poder entrar na assembleia madeirense posso eu bem (embora seja ridículo e perigoso).
Mas mau, nestes 30 anos de Democracia (?), é com o que temos levado passivamente. Isso é que é mau.
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Aquilo foi tudo um disparate.
Alguem que vi na tv disse que foi mais uma de ma criaçao e eu concordo.Ele ha pessoas que nao conseguem respeitar as posiçoes que ocupam e trazem para elas aquilo que na realidade sao.
Ma educaçao e do que ha mais por ai e a madeira nao e excepçao.
Quanto ao resto foi mais um bailarico.
Desta feita mal executado e com pessima musica.
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