Olha descobri uma coisa interessantíssima que decerto que só vai acrescentar ao debate. O Lancet (segundo a Wikipedia é o 3º jornal médico com mais impacto no mundo) publicou um artigo muito interessante em Novembro de 2006. O link: http://www.medicalnewstoday.com/medicalnews.php?newsid=55593
Diz entre outras coisas que morrem 8 mulheres por hora devido a abortos inseguros, classifica o aborto como um problema de saúde pública e um imperativo dos Direitos Humanos. A conclusão do artigo :”after decades of public-health research on the subject, the clear and incontrovertible evidence shows that when abortion is made legal, safe and easily accessible, women’s health rapidly improves.” Diz também que o Lancet e a World Health Organization apoiam claramente esta conclusão. Abraços
Ouvi agora uma notícia na SICk sobre um recém nascido abandonado no lixo. Revoltante, realmente.
A última vez que ouvi uma notícia idêntica foi ao José Rodrigues dos Santos na pré-campanha de 98…
És um ignorante. Caso o não vença, a única coisa que deverá ser respeitada é o náo à liberalização do aborto. Não ao aborto livre. Nada mais. Em tudo o mais a lei pode ser alterada. És mesmo desonesto.
Acabaste de falar no programa. Meu caro, que eu saiba não és jurista o que ficou bem visto. É óbvio que caso o não ganha, apenas o aborto livre fica proibido. Dizer qualquer coisa em contrário é ignorância ou pura mentira.
Anónimo, disse eu, Vera Jardim e o responsável pela Unidade de Missão para a revisão do Código Penal. Não se trata d aborto livre. Se se tratasse o Tribunal Constitucional. Essa, sendo a sua interpretação, não é o que está na pergunta aprovada pelo Tribunal Constitucional.
Daniel. Os juristas que referes estão obviamente viciados pela sua posição politica neste referendo. Não acredito que nenhum jurista honesto e sério diga que em caso de vitória do Não, o AR fica impedida de alterar a actual lei. A única coisa que ficará impedida, e ainda assim apenas em caso de referendo vinculativo, é de promover a aprovação de uma lei que permita a liberalização do aborto até às 10 semanas. Nada mais. Dizer o contrário é pura mentira ou ignorância. Sim sou jurista.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Olha descobri uma coisa interessantíssima que decerto que só vai acrescentar ao debate. O Lancet (segundo a Wikipedia é o 3º jornal médico com mais impacto no mundo) publicou um artigo muito interessante em Novembro de 2006. O link: http://www.medicalnewstoday.com/medicalnews.php?newsid=55593
Diz entre outras coisas que morrem 8 mulheres por hora devido a abortos inseguros, classifica o aborto como um problema de saúde pública e um imperativo dos Direitos Humanos. A conclusão do artigo :”after decades of public-health research on the subject, the clear and incontrovertible evidence shows that when abortion is made legal, safe and easily accessible, women’s health rapidly improves.” Diz também que o Lancet e a World Health Organization apoiam claramente esta conclusão. Abraços
pude constatar que o mei blogue não aparece incluído na lista dos blogues do sim.
(também não aparece na do não; do mal o menos!)
Ouvi agora uma notícia na SICk sobre um recém nascido abandonado no lixo. Revoltante, realmente.
A última vez que ouvi uma notícia idêntica foi ao José Rodrigues dos Santos na pré-campanha de 98…
És um ignorante. Caso o não vença, a única coisa que deverá ser respeitada é o náo à liberalização do aborto. Não ao aborto livre. Nada mais. Em tudo o mais a lei pode ser alterada. És mesmo desonesto.
Acabaste de falar no programa. Meu caro, que eu saiba não és jurista o que ficou bem visto. É óbvio que caso o não ganha, apenas o aborto livre fica proibido. Dizer qualquer coisa em contrário é ignorância ou pura mentira.
Eu também não sou jurista. Você é jurista? Quem é que é jurista?
Anónimo, disse eu, Vera Jardim e o responsável pela Unidade de Missão para a revisão do Código Penal. Não se trata d aborto livre. Se se tratasse o Tribunal Constitucional. Essa, sendo a sua interpretação, não é o que está na pergunta aprovada pelo Tribunal Constitucional.
Daniel. Os juristas que referes estão obviamente viciados pela sua posição politica neste referendo. Não acredito que nenhum jurista honesto e sério diga que em caso de vitória do Não, o AR fica impedida de alterar a actual lei. A única coisa que ficará impedida, e ainda assim apenas em caso de referendo vinculativo, é de promover a aprovação de uma lei que permita a liberalização do aborto até às 10 semanas. Nada mais. Dizer o contrário é pura mentira ou ignorância. Sim sou jurista.