é o slogan da campanha da UMAR contra a violência doméstica em portugal, num ano que já conta com 43 vítimas mortais, todas mulheres. a petição assina-se aqui.


20 respostas ao post “eu não sou cúmplice”  

  1. 1 1  Nuno Góis
  2. 2 2  Mouzinho

    A violência contra as mulheres, crianças e idosos é uma infâmia, que infelizmente não é muitas vezes mal vista socialmente. Mas esta petição para um mega-confessionário, ou uma absolviação à la igreja lá da terra

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  3. 3 3  João

    Este é sem dúvida um poblema grave e sério, que deve ser combatido com todas as forças, mas daí a fazerem uma petição dirigida a HOMENS, e não a todas as PESSOAS, como se fossem só os homens os agressores e só os homens capazes de ter uma palavra a dizer sobre o assunto é no mínimo indigente.
    Este é um problema que tem de ser combatido pela sociedade toda e muito menos se devem pôr as coisas nos termos em que este abaixo-assinado põe: insinuando que existe uma cumplicidade entre todos os membros do sexo masculino que permite que tais aberrações existem, cumplicidade essa que tem de ser destruída.
    Eu sou homem e nunca compactuei com casos que conhecesse de violência doméstica, causada por quem fosse.
    E a violência contra homens? Não existe? E contra crianças perpetrada por mulheres? E violência doméstica entre mulheres?
    A violência doméstica é transversal a todas as classes e géneros, e acho redutor que a UMAR tenha deixado de fora tantos outros casos de violência doméstica em que os homens não são o agressor ou que não deixe a metade da população feminina participar nesta acção.

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  4. 4 4  balburdio

    A questão da violência doméstica, tal como é apresentada crónicamente nos media faz mais mal que bem por esta causa.
    A mim deixa-me pior que indiferente, fico desconfiado, leio 2ªs intenções nas entrelinhas, acho que tudo é uma fraude.

    Este é o cavalo de batalha do momento, cuja monopolização é disputada pelos partidos de A a Zinko. Os de direita porque, como eu, adivinham sinistras agendas por trás da contenda, os de esquerda para depois meterem tudo no mesmo saco. Confundindo homicidio com palmadas no rabo dos meninos mal comportados.

    Com que objectivo?
    Querem acabar com as admoestações físicas e psicológicas, querem acabar com o que identificam como o papel educador dos pais, querem acabar com a família como pilar da sociedade.

    É o grande, único desígnio da esquerda, na sua saga atroz contra o género humano.

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  5. 5 5  João

    Balburdio,
    Não sabia que tentar que um cônjuge não encha de porrada o outro cônjuge ou os filhos ou a sogra ou quem quer que viva na mesma casa, era “acabar com a família como pilar da sociedade”.
    Também não sabia que aquilo que é identificado como o papel educador dos pais era uma tareia de caixão à cova.
    Mas nisto, cada um é como cada qual e o balburdio lá deve ter sido educado segundo um modelo de família diferente do meu.

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  6. 6 6  balburdio

    O João está a adiantar-se à agenda!! ainda não estamos na fase de meter tudo no mesmo saco.

    Ainda só estamos na fase de tentar estabelecer, nas mentes sopeiras do povão ignaro, a equiparação entre homicídio e violência doméstica.

    A fase de confundir violência física com palmadas no rabo vem a seguir!!

    p.s.
    Para quê a terminologia indiferenciada (cônjuge) se depois se denuncia com a sogra??!!
    Merecia era estar casado com a Maria das Dores para ver o que é a verdadeira violência doméstica!!

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  7. 7 7  A.R.A

    Oh Balburdio!!!!!!!!!!!

    Mas que balburdia vai nessa sua cabecinha, então acha que … “É o grande, único desígnio da esquerda, na sua saga atroz contra o género humano.”… defender a extinção da familia come e cala? Ou entre marido e mulher não metas a colher?

    Balburdio- 2008 ano que já conta com 43 vítimas mortais de violencia domestica, isto não tem nada a haver com esquerda ou direita são direitos HUMANOS criatura!

    Esses animais (Homens & Mulheres)por norma utilizam a violencia fisica e ou psicologica sobre quem lhes é mais fraco o que faz deles uns cobardes, mas se é esse o seu caso não tenha o azar de pôr em pratica o que afirmou
    …”Querem acabar com as admoestações físicas e psicológicas, querem acabar com o que identificam como o papel educador dos pais, querem acabar com a família como pilar da sociedade.”…
    á minha frente porque antes de chamar a policia, um qualquer barrote no lombo servir-lhe-á de correctivo educador.

    Aquele Abraço FORTE e SENTIDO
    A.R.A

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  8. 8 8  balburdio

    48 que segundo PSP, GNR e PJ são apenas 9, dois deles homens, mas esse tipo de inflação da realidade já vai sendo uma constante destas tretas de ONG como a UMAR.
    Credibilidade é coisa que não consta dos seus dicionários.

    A questão é que se procura estabelecer na mente de pessoas como A.R.A. a necessidade de destacar a violência doméstica do quadro geral da violência.

    Não compreendo por que carga de água uma mulher vítima de violência doméstica não paga taxas moderadoras mas uma vítima de agressão já paga! Ou pagam todas as vítimas ou não paga nenhuma.

    Mas ainda pior é a verdadeira razão desta descriminação (por parte de quem diz combater a descriminação, atente-se)

    A ideia peregrina de criminalizar a bofetada não pegou muito bem na sociedade, então resolveram ir lá com paninhos quentes, primeiro confunde-se a plebe com a violência doméstica, depois, de hiperbole em hiperbole, passamos da violência para a admoestação.
    O objectivo final é desagregar a família, o que é conseguido no dia em que os miúdos façam queixa dos pais por terem levado uma bem dada estalada no rabo. Num certo país, conhecido pela elevada taxa de suicídios, já aconteceu!

    Quanto ao tal barrote, bem prega frei tomáz! violência doméstica não que horror, mas barrotes no lombo do próximo tudo bem.

    A questão da violencia domestica é uma falsa questao, a violencia e seus efeitos são cobertos pela lei e tudo o mais são tretas !

    Não é pois o crime violento que está em questão mas sim a pequena agressão, o estalo na cara, a prosaica lambada no focinho.
    E aqui há pouca distinção, tanto a praticam homens como mulheres, talvez até mais as mulheres.
    Até conheço casais que mantém uma sólida e duradoira relação assente em terapeuticas sessões de porrada de parte a parte!

    O melhor mesmo, e dado que a denuncia depende sempre de haver de facto uma vítima, e esta querer denunciar o caso, é não meter a colher!
    Se há uma vítima de agressão que denuncie o agressor, seja ele quem for, a sociedade não tem que se imiscuir em assuntos de alcova!

    Muito menos que se armar em moralista hipocrita que não resolve (nem tenta) problemas de violencia bem maiores

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  9. 9 9  A.R.A

    Balburdio, Balburdio! Respeito pelo próximo é algo que a igreja sempre apregoou mas quando se tratava de violencia do marido para com a mulher (na generalidade dos casos)infelizmente essa hipócrisia moralista de que fala era posta em prática com os conselhos dados “até que a morte vos separe”, e como eu vejo que é crente desprograme-se e faça uma introspecção após ler o que saiu no Diário Noticias de sábado 22 de Novembro com o titulo:
    - Marcadas para a vida (violencia domestica)

    Célia,37 anos, operaria- Agressão: Tiro atrás da orelha Marca:Ficou tetraplégica e anda numa cadeira de rodas que guia com o queixo

    Lurdes,47 anos, jurista- Agressão: Esbofeteada na cara Marca:ficou c/ deformação na cara

    Émelhor ficar por aqui

    A.R.A

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  10. 10 10  ana lagartinha

    Acho esta conversa muito engraçada, mas chegou-se ao exagero de confundir uma palmada no rabo de uma criança com agressão.
    Tenho 3 Filhos, nunca lhes bati, mas não prescindo do meu direito de que se for necessário lhes dar uma palmada na altura certa.
    Fala-se em violência doméstica metendo tudo no mesmo saco: o homem ou a mulher que dá um estalo porque foi ofendido, num acto irreflectido é visto exactamente da mesma maneira que o homem ou a mulher que agride sistematicamente e nem sempre é assim…
    Uma vizinha minha tem um filho, um autêntico delinquente juvenil, que passa a vida a chamar p… e c…… à mãe. Um dia,em que a senhora estava na padaria para comprar o lanche para o filho levar para a escola, quando lhe perguntou se queria uma bola de berlim com ou sem creme,o rapaz respondeu: “quero uma merda qualquer” a mãe passou-se e deu-lhe um estalo à frente de toda a gente.Gerou-se a confusão, meteu-se toda a gente, chamaram a polícia e a desgraçada teve de ir explicar à esquadra que deu um estalo ao filho porque foi extremamente mal educado…
    O rapazinho acusou a mãe de lhe bater sistematicamente e isso não é verdade.

    Há que ter muito cuidado como que se considera violência doméstica e nem sempre devemos acreditar no que lemos e ouvimos, mas cada um de nós,tem a obrigação e o dever de chamar à atenção dos putos que andam por aí, os que usam e abusam de linguagem e actos ofensivos. É um dever cívico na minha opinião, que evitaria muita coisa. Não basta falar e assinar petições.

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  11. 11 11  Pedro Sá

    O que é um facto é que a lei portuguesa – e bem – considera que toda a violência entre pessoas que vivam em economia comum é violência doméstica.

    De resto, concordo totalmente com o João. E acho que fazer uma petição por causa disto é um bocado ridículo e não leva a lado nenhum.

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  12. 12 12  Vítor

    A sensação que por vezes dá é que consideram os homens uma espécie de lâmpadas em série numa árvore de Natal. Se um faz uma asneira, os outros são logo culpados. Eu não tenho que sentir vergonha pelos outros homens porque não tenho nada que ver com eles. Logo não tenho que participar neste quase pedido de desculpas.
    Eu sou só cúmplice se ouvir um vizinho meu bater na mulher e não fizer nada, mas nesse caso também uma mulher era cúmplice se visse ou ouvisse e não fizesse nada. Aliás até já dei um estalo num indivíduo que estava a bater na mulher em plena Praça da Liberdade aqui no Porto.
    Eu vejo até que algumas senhoras não perceberam a petição e assinaram-na.

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  13. 13 13  balburdio

    a legislação sobre violencia domestica é uma anormalidade, desde logo porque, como tudo o que foi legislado neste governo, está mal feita, foi feito em cima do joelho pelo macaco de serviço!

    antes de mais, se a vítima não fizer ou participar da queixa o caso é improcedente, por falta de meios de prova, logo a passagem para o plano público é absurda, tanto mais porque a lei já dizia que o crime de agressão qualificada é do domínio público, a redundância é mais uma aberração.
    Aliás todo o artigo 152 é aberrante, trata-se de especificar um caso geral, sem qualquer tipo de vantagem! Com que objectivo??
    Não é assim que se combate a violência doméstica, aliás basta ver que desde que o artigo saiu esta aumentou consideravelmente, e tornou-se mais violenta.
    A estupidez do legislador é assim cúmplice dos agressores, e pela lei os estupidos não são necessariamente inimputaveis.

    O problema é que esta lei causa mal estar, o facto de um pai não poder dar um par de estalos num filho mal comportado é próprio de uma sociedade orwelliana e consiste uma violação do princípio democrático de que o estado não deve interferir por sua iniciativa na vida privada. Esta lei teria de ser referendada, pelo menos!! Nenhum governo está mandatado para se imiscuir na vida íntima das pessoas, excepto num estado totalitário de inspiração trotskista.

    A hipocrisia governamental começa pois logo na razão, exclusivamente política, para promolugar esta legislação. A necessidade do PS em esvaziar de conteúdo a ameaça à sua esquerda! Mesmo que com isso esteja pouco a pouco a recriar as bases do estado totalitário preconizado.

    Só falta agora estabelecerem normas e lei para serem criadas comissões de bairro para a vigilância das famílias! O estado Orwelliano do big brother is watching you.

    Acresce que se eu bater num filho e este ou alguém fizer queixa à polícia, leva o miúdo outra estalada ou leva o denunciante uma carga de porrada tal que nunca mais repita o feito e ainda leva o polícia que me vier chatear a casa!!
    É este tipo de sentimento que a lei gerou.
    É uma lei que pode funcionar muito bem numa suecia ou noutro pais de gente semi-congelada, mas num pais latino é mais uma acha para a fogueira!
    A solução é outra, e toda a gente sabe qual é, mas como implica refortalecer o estatuto da família e até certo ponto um regresso ao passado recente, nenhum poder político a defende!
    Mas na, mal denominada, sociedade civil, há muita gente que a defende.

    É talvez preciso passar para a lei aquilo que é uma família funcional, os deveres e direitos de cada membro da família. Isto formula obviamente uma hierarquia, outro tabú político nesta era do totalitarismo iqualitário em que a vontade de um puto ranhoso de 4 anos vale tanto quanto a dos pais.
    Isto implica não uma mudança de mentalidades mas antes abrir os olhos para a realidade e abandonar as distopias hipócritas!

    O que é muito fácil de conseguir.
    Se o problema é o medo dos socialistas e centristas, da sangria de votos para o sector da esquerda radical, a solução é muito simples:

    Basta proibir os partidos de extrema esquerda, tal como se proibem os de extrema direita!

    Para este referendo podem contar com o meu voto!

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  14. 14 14  Inês

    Já cá faltava o argumento do “povo latino”…

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  15. 15 15  A.R.A

    Sinceramente Balburdio, creio que voçê percebe Português e como tal o tema do Post é “EU NÃO SOU CUMPLICE” tema este que é dirigido ao facto de terem sido assassinadas 43 pessoas por violencia domestica.

    Então para quê esta balburdia justificativa do país Latino,palmadas no rabo, admoestações físicas e psicológicas, extrema esquerda/ direita, big Brother. Desculpe lá, aonde é que quer chegar?

    Quer justificar o quê?
    Ou
    Quer se justificar do quê?

    A.R.A

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  16. 16 16  Fernando

    A violência doméstica é sem dúvida uma chaga a combater, e uma vergonha de um modo geral.

    MAS… estou um bocado farto destas estatísticas e da conversa da treta sobre os maus dos homens; quando começarem a incluír nas ditas as vítimas masculinas e a usar as mesmas extrapolações para terem uma ideia de quantas são (e serão sem dúvidas muitas mais, porque é socialmente muito menos penalizante para um homem ser violento para a mulher do que dela levar porrada) então levo-as mais a sério.

    Tal como as coisas são ditas levo-as minimamente a sério porque o tema é ainda assim preocupante qb para ser mais importante que as falhas nos métodos.

    [Responder]

  17. 17 17  João

    Balburdio, balburdio….que grande confusão vai nessa cabeça.
    Não me parece que o que esteja em causa seja um par de bofetadas bem dadas numa criança mal-educada e que não responde sem ser assim.
    Não tenho nada contra umas palmadas com efeito pedagógico, só que não é disso que se está a falar e o senhor parece estar a fazer uma confusão enorme e a misturar alhos com bugalhos.
    Eu sou latino, os meus amigos são latinos, a minha família é latina e não andamos para aí a distribuir fruta na nossa casa só por termos nascido nesta parte da Europa.
    Se acha que uma legislação que defenda as vítimas de maus tratos domésticos coisa digna de um regime trotskista, isso é lá consigo, pode sempre argumentar isso quando as pessoas que vivem em sua casa o acusarem de maus tratos por terem ido parar ao hospital com as costelas feitas em puré.
    “Xôr polícia, o xôr não tem o direito de vir cá a casa dizer-me se posso ou não atirar a esposa pelas escadas abaixo só porque o jantar estava frio, eu afinal sou latino e não tenho controlo sobre os meus impulsos mais animais.”
    É que a bestialidade é uma característica inerente ao ser humano, não só aos latinos, é para isso que nos refugiamos numa coisa chamada…como é que é?….civilização e noutra….não me lembro bem….ah, pois: sociedade.
    Posto isto, continuo a achar ridículo o abaixo-assinado e recuso-me a carregar a culpa das aventesmas que espancam mulheres só por ser homem.
    Melhor era se fizessem campanhas de educação nas escolas e consciencialização na rua e nos media para este problema.

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  18. 18 18  balburdio

    ARA
    eu percebo portugues, pela sua resposta verifico que v. não percebe!
    Não são 43 vítimas, são, segundo as autoridades, 9, das quais 2 homens.
    Quem quer justificar alguma coisa são os autores desta lei, que querem justificar a proibição da “palmada no rabo” com a violência doméstica, felizmente para eles existem muitas pessoas fáceis de confundir!

    João, quem mistura alhos com bugalhos é a lei sobre a violência doméstica, não fale (nem escreva) sobre coisas que desconhece.

    Talvez não saiba mas se der um par de estalos bem dados num filho que se esteja a portar mal, pode incorrer numa pena de 1 a 5 anos.

    Aliás a lei refere ainda a privação de liberdade, assim! sem mais, o que permite que seja crime , por exemplo, não deixar sair o seu filho de casa, ou proibi-lo de fazer determinada coisa.

    A ignorância é outra característica humana, com uma solução simples! Informe-se melhor para a próxima!

    [Responder]

  19. 19 19  João

    Balburdio,

    Foi ver a legislação toda e esqueceu-se de procurar a definição mais básica: a de maus tratos.
    Estabelece então um acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, relativamente a um recurso de uma condenação por maus tratos:

    “1 . Para a caracterização do crime de maus tratos, previsto no artigo 152.º, n.º1 do Código Penal, importa a aferir a gravidade da conduta traduzida por crueldade, insensibilidade ou até vingança.
    2 . A reiteração é, na maior parte das vezes, elemento integrante destes requisitos mas, excepcionalmente, o crime pode verificar-se sem ela.
    3 . Castigos moderados aplicados a menor por quem de direito, com fim exclusivamente educacional e adequados à situação, não são ilícitos.
    4 . Devendo, no entanto, ter-se consciência de que estamos numa relação extremamente vulnerável e perigosa quanto a abusos.”

    Leu bem o Ponto 3?
    Esclarecido?
    E o ignorante sou eu, heim?

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  20. 20 20  balburdio

    joão!

    O ponto 1 do 152º, é bastante claro quando prevê a aplicação da pena em caso de “castigos corporais e privações da liberdade” ALÉM DE MAUS TRATOS.

    O acórdão a que se refere é famoso, diz respeito a um celebre caso de acusação de maus tratos contra uma responsável por uma instituição pública (um lar de crianças deficientes mentais em Setúbal).
    Houve posteriormente uma condenação (do estado português) por parte dum comité de euro-imbecis (Comité Europeu dos Direitos Sociais do Conselho da Europa ) que levou (entre outras coisas) à alteração da lei.

    ou seja esse acórdão É ANTERIOR À ALTERAÇÃO DA LEI. facto em que teria certamente reparado se não se limitasse a ler as coisas pela rama na sua pressa de provar o quão ignorante sabe ser!

    Já agora, a alteração à lei inclui ainda outra pérola da vileza humana que consistiu em eliminar o artigo que condenava a prática de relações homossexuais com menores, já para prevenir eventuais “deslizes” de certos membros do PS, digo eu!!

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