O director do Jornal de Negócios vai processar os autores da carta aberta “Compra-me isso Portugal” que acusaram a imprensa económica. Parece que ficou ofendido com as acusações dos “semi-anónimos subscritores da Carta Aberta” por causa da cobertura dada aos “famosos promotores do Compromisso Portugal”. A questão estará nesta frase: «a dúvida que importa esclarecer está relacionada com o facto de dirigentes empresariais tipicamente controlarem dois recursos-chave para o próprio negócio do jornalismo económico: 1) fontes de notícias, 2) fontes de publicidade.» Em nenhum momento da carta o seu jornal é referido. Enfiou a carapuça? Ou só não aguenta a crítica?


Sem respostas ao post “Evidências que custam”  

  1. 1 1  epb

    Já lá diz o povo que contra factos não há argumentos. E neste caso não se podia aplicar melhor. Desde a exclusividade das propostas à cobertura a pertada, e bastante alargada do evento, os jornais económicos deram um luar de destaque ao CP como nenhum outro.Mas como o Daniel diz à gente que não vê as evidências nem sabe aguentar as criticas.

  2. 2 2  Luís Lavoura

    Não se trata de enfiar a carapuça. Trata-se de uma acção judicial estatégica, cujo fim é assustar os subscritores da carta e ensinar-lhes a estar calados. A maior parte dos processos judiciais por difamação, em Portugal, não tem por objeto ressarcir o seu autor de qualquer difamação real, mas tão-somente procurar suprimir o direito à livre expressão dos arguidos.

  3. 3 3  Daniel Olivera

    Luís, a quem o dizes. Só desde que estou no Expresso já levo três. Todos arquivados, no fim. Mas uma perda de tempo.

  4. 4 4  tiago

    É a democracia burguesa a funcionar, de maneira encapuçada acaba por tentar calar as vozes dissidentes.
    http://chamalunar.blogspot.com/

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