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	<title>Comentários em: Filhos adolescentes</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: O mito do &#8220;sistema totalmente liberalizado&#8221; &#171; O Insurgente</title>
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		<dc:creator>O mito do &#8220;sistema totalmente liberalizado&#8221; &#171; O Insurgente</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 16:59:50 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Entretanto, o Rodrigo Moita de Deus fica com a duvidosa conquista de se juntar graciosamente ao grupo dos que fazem papel de meninos das bandeirinhas ao serviço da extrema-esquerda mais demagógica. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Entretanto, o Rodrigo Moita de Deus fica com a duvidosa conquista de se juntar graciosamente ao grupo dos que fazem papel de meninos das bandeirinhas ao serviço da extrema-esquerda mais demagógica. [...]</p>
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		<title>Por: Manuel Leão</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/filhos-adolescentes/comment-page-1/#comment-43464</link>
		<dc:creator>Manuel Leão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 23:03:42 +0000</pubDate>
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		<description>Hugo disse: «Bom, para ser verdadeiramente liberal, suponho que o filho não podia receber dinheiro às escondidas».

Está enganado, Hugo. Liberal é isso mesmo; é receber dinheiro às escondidas. Não do pai, claro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hugo disse: «Bom, para ser verdadeiramente liberal, suponho que o filho não podia receber dinheiro às escondidas».</p>
<p>Está enganado, Hugo. Liberal é isso mesmo; é receber dinheiro às escondidas. Não do pai, claro.</p>
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		<title>Por: André Couto</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/filhos-adolescentes/comment-page-1/#comment-43443</link>
		<dc:creator>André Couto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 20:25:44 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;O bom filho à casa torna.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O bom filho à casa torna.&#8221;</p>
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		<title>Por: J Ferro</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/filhos-adolescentes/comment-page-1/#comment-43435</link>
		<dc:creator>J Ferro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 18:49:33 +0000</pubDate>
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		<description>E filhos de filhos adolescentes, género conservadora e beata Palin?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E filhos de filhos adolescentes, género conservadora e beata Palin?</p>
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		<title>Por: João Berninger</title>
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		<dc:creator>João Berninger</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 16:36:00 +0000</pubDate>
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		<description>Sem dúvida. Eu, que sonho um dia vir a ser um desses brilhantes e inovadores empresários que agora referem &quot;que era impossível prever a presente crise financeira&quot; (devem ser como o outro, que nunca tem dúvidas e não lê jornais), gostava de propor as seguintes medidas para o próximo programa governamental:

- É urgente promover a destruição criativa de empresas, para que apenas aquelas que apresentem viabilidade financeira e sejam minimamente competitivas possam permanecer no mercado. Qual é o problema das falências? Eu acredito no fresh start e nas segundas oportunidades, chega de preconceitos! Mas calma, esta doutrina apenas deve ser exportável para outros Países (e outras empresas que não a minha), pois temos que manter os centros de decisão nacional em Portugal. No meu caso concreto, a minha empresa constitui uma inegável mais valia para o tecido económico-empresarial português e, como tal, deve obviamente ser subsidiada. Quem sabe um dia ainda, com a devida ajuda estatal, ainda virei a ser um dos &quot;campeões nacionais&quot;. Claro que mantenho a minha prerrogativa de &quot;votar com os pés&quot; e deslocalizar-me a qualquer altura...

- A lei laboral apresenta uma rigidez excessiva e prejudicial para a competitividade e investimento estrangeiros.  Sendo assim, torna-se urgente desregulamentar a referida lei, abrindo espaços à autonomia das partes. É que todos sabemos que as partes são iguais e não faz sentido continuar a olhar para o Direito do Trabalho como um direito &quot;pro operario&quot;. Chega de instrumentalizar o DT! Já não há nenhuma desigualdade genéticas das partes:

- Nas relações colectivas de trabalho, importa referir que: temos critérios de representatividade sindical; as sucessivas reformas têm vindo a atribuir um número cada vez maior de prerrogativas aos sindicatos; temos um regime jurídico onde constam soluções que revelam um profundo respeito pela liberdade sindical negativa (todos sabemos que as convenções colectivas aplicam-se apenas aos filiados nos sindicatos outorgantes e não existe isso dos regulamentos de extensão..); e as vantagens dos sindicalizados são enormes (não são discriminados, não pagam quotas, e as tabelas salariais que os seus representantes negoceiam não são aplicáveis aos não sindicalizados por força do pr. de igualdade de tratamento). Em conclusão, há sindicatos fortes (repare-se que há 90% de sindicalizados em Portugal..) e não há aqui qualquer desigualdade que reclame tamanho e incompreensível paternalismo.

- Nas relações individuais, apesar das vozes que reiteram que a flexibilidade não é uma panaceia para todos os males do mundo, ainda há muito trabalho a fazer. O período experimental aumenta, os motivos que permitem a contratação a termo e o trabalho temporário aumentam, o CT passou a prever a possibilidade de oposição à reintegração do trabalhador (no caso de despedimento ilícito!) em determinados casos, permite-se cada vez maior abertura às cláusulas de mobilidade funcional e geográfica (ou seja, prevê-se nos contratos que o trabalhador que está no local de X pode ser colocado em Y, W e Z).  Mas ainda não estou contente, sinto que o meu interesse empresarial não tem sido suficientemente tomado em consideração. Por exemplo,isso do procedimento disciplinar só dá custos, perdas em burocracia e mina a minha autoridade na empresa.  Em muitos potências estrangeiras como é o caso de Portugal, trabalhadores altamente qualificados (como os nossos) são despedidos e não há qualquer problema. Já acabou isso do emprego para a vida, habituem-se!

- As autoridades da concorrência estão sempre a intervir e não deixam o mercado funcionar. Não pode ser, o mercado já demonstrou a sua maturidade e auto-suficiência.

- O Estado deve emagrecer, visto que os privados já demonstraram ter capacidade para desempenhar o essencial das funções estaduais tradicionais e de forma bem mais eficiente (além disso pode ser um bom negócio para os privados). Os consumidores / utentes obviamente que ficarão a ganhar. Por outro lado, deve-se deixar o mercado funcionar livremente como foi o caso recente das famigeradas OPA. 

Temos que pôr um ponto final nesta política comunista que tem vindo a ser implementada nos últimos anos. Palavra chave: desregulamentação!!

Cumprimentos


-</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida. Eu, que sonho um dia vir a ser um desses brilhantes e inovadores empresários que agora referem &#8220;que era impossível prever a presente crise financeira&#8221; (devem ser como o outro, que nunca tem dúvidas e não lê jornais), gostava de propor as seguintes medidas para o próximo programa governamental:</p>
<p>- É urgente promover a destruição criativa de empresas, para que apenas aquelas que apresentem viabilidade financeira e sejam minimamente competitivas possam permanecer no mercado. Qual é o problema das falências? Eu acredito no fresh start e nas segundas oportunidades, chega de preconceitos! Mas calma, esta doutrina apenas deve ser exportável para outros Países (e outras empresas que não a minha), pois temos que manter os centros de decisão nacional em Portugal. No meu caso concreto, a minha empresa constitui uma inegável mais valia para o tecido económico-empresarial português e, como tal, deve obviamente ser subsidiada. Quem sabe um dia ainda, com a devida ajuda estatal, ainda virei a ser um dos &#8220;campeões nacionais&#8221;. Claro que mantenho a minha prerrogativa de &#8220;votar com os pés&#8221; e deslocalizar-me a qualquer altura&#8230;</p>
<p>- A lei laboral apresenta uma rigidez excessiva e prejudicial para a competitividade e investimento estrangeiros.  Sendo assim, torna-se urgente desregulamentar a referida lei, abrindo espaços à autonomia das partes. É que todos sabemos que as partes são iguais e não faz sentido continuar a olhar para o Direito do Trabalho como um direito &#8220;pro operario&#8221;. Chega de instrumentalizar o DT! Já não há nenhuma desigualdade genéticas das partes:</p>
<p>- Nas relações colectivas de trabalho, importa referir que: temos critérios de representatividade sindical; as sucessivas reformas têm vindo a atribuir um número cada vez maior de prerrogativas aos sindicatos; temos um regime jurídico onde constam soluções que revelam um profundo respeito pela liberdade sindical negativa (todos sabemos que as convenções colectivas aplicam-se apenas aos filiados nos sindicatos outorgantes e não existe isso dos regulamentos de extensão..); e as vantagens dos sindicalizados são enormes (não são discriminados, não pagam quotas, e as tabelas salariais que os seus representantes negoceiam não são aplicáveis aos não sindicalizados por força do pr. de igualdade de tratamento). Em conclusão, há sindicatos fortes (repare-se que há 90% de sindicalizados em Portugal..) e não há aqui qualquer desigualdade que reclame tamanho e incompreensível paternalismo.</p>
<p>- Nas relações individuais, apesar das vozes que reiteram que a flexibilidade não é uma panaceia para todos os males do mundo, ainda há muito trabalho a fazer. O período experimental aumenta, os motivos que permitem a contratação a termo e o trabalho temporário aumentam, o CT passou a prever a possibilidade de oposição à reintegração do trabalhador (no caso de despedimento ilícito!) em determinados casos, permite-se cada vez maior abertura às cláusulas de mobilidade funcional e geográfica (ou seja, prevê-se nos contratos que o trabalhador que está no local de X pode ser colocado em Y, W e Z).  Mas ainda não estou contente, sinto que o meu interesse empresarial não tem sido suficientemente tomado em consideração. Por exemplo,isso do procedimento disciplinar só dá custos, perdas em burocracia e mina a minha autoridade na empresa.  Em muitos potências estrangeiras como é o caso de Portugal, trabalhadores altamente qualificados (como os nossos) são despedidos e não há qualquer problema. Já acabou isso do emprego para a vida, habituem-se!</p>
<p>- As autoridades da concorrência estão sempre a intervir e não deixam o mercado funcionar. Não pode ser, o mercado já demonstrou a sua maturidade e auto-suficiência.</p>
<p>- O Estado deve emagrecer, visto que os privados já demonstraram ter capacidade para desempenhar o essencial das funções estaduais tradicionais e de forma bem mais eficiente (além disso pode ser um bom negócio para os privados). Os consumidores / utentes obviamente que ficarão a ganhar. Por outro lado, deve-se deixar o mercado funcionar livremente como foi o caso recente das famigeradas OPA. </p>
<p>Temos que pôr um ponto final nesta política comunista que tem vindo a ser implementada nos últimos anos. Palavra chave: desregulamentação!!</p>
<p>Cumprimentos</p>
<p>-</p>
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		<title>Por: ABeja</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/filhos-adolescentes/comment-page-1/#comment-43403</link>
		<dc:creator>ABeja</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 15:41:20 +0000</pubDate>
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		<description>esta é de esquerdista</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>esta é de esquerdista</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Bang Bang</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/filhos-adolescentes/comment-page-1/#comment-43390</link>
		<dc:creator>Bang Bang</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 15:08:46 +0000</pubDate>
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		<description>Este Rodrigo às vezes é muito bom.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este Rodrigo às vezes é muito bom.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ze de Fare</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/filhos-adolescentes/comment-page-1/#comment-43388</link>
		<dc:creator>Ze de Fare</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 15:02:44 +0000</pubDate>
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		<description>Era interessante repetirem a brincadeira que fizeram aqui há tempos quando linkaram todos para o blog do Pacheco. Aquilo só tem livros e imagens. O mainstream liberal assim está muito parado...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Era interessante repetirem a brincadeira que fizeram aqui há tempos quando linkaram todos para o blog do Pacheco. Aquilo só tem livros e imagens. O mainstream liberal assim está muito parado&#8230;</p>
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		<title>Por: Hugo</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/filhos-adolescentes/comment-page-1/#comment-43383</link>
		<dc:creator>Hugo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 14:57:24 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, para ser verdadeiramente liberal, suponho que o filho não podia receber dinheiro às escondidas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, para ser verdadeiramente liberal, suponho que o filho não podia receber dinheiro às escondidas&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: PP</title>
		<link>http://arrastao.org/sem-categoria/filhos-adolescentes/comment-page-1/#comment-43370</link>
		<dc:creator>PP</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 14:15:45 +0000</pubDate>
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		<description>era bom por o titulo do post dele... .
&quot;em alfama explicavam-me isto sobre a AIG&quot;

Assim parece que e&#039; a opiniao dele...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>era bom por o titulo do post dele&#8230; .<br />
&#8220;em alfama explicavam-me isto sobre a AIG&#8221;</p>
<p>Assim parece que e&#8217; a opiniao dele&#8230;</p>
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