36 respostas ao post “Gaza”  

  1. 1 1  Spartakus

    Daniel, com a tua licença vou levar o STOP, ( identificando, claro, o blogue e o post ).
    Obrigado.

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  2. 2 2  RIVKA

    Prepara campanha contra o Hamas há seis meses e tem os misseis nucleares apontados ao Irão prontos a disparar a qualquer momento…
    Na campanha eleitorar Obama afirmou estar ao lado do Estado de Israel incondicionalmente em qualquer situação… Inclusivamente na destruição nuclear já que para o governo israelita (direita religiosa ortodoxa) Deus quer a destruição do mal a qualquer preço mesmo que para isso se destrua o planeta?

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  3. 3 3  Artur Portela

    Só queria perguntar uma coisa:
    O que tem feito um homem chamado Tony Blair, especialmente encarregado desta questão a nível internacional desde que deixou a chefia do governo britânico. Que é feito dessa sinistra personagem? Ainda é vivo? Ou anda a resolver outras questões na esteira de Lord Balfour?

    Desta vez nem fazem uma manifestaçãozinha com o pessoal do bloco com os lenços do Arafat?

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  4. 4 4  daniel jorge tecelão

    Quem semeia ventos colhe tempestades,resta-nos chorar e protestar a morte dos inocentes!!!

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  5. 5 5  João Pinto e Castro

    A primeira afirmação é falsa. A ONU não fez declaração nenhuma.

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  6. 6 6  Luis Moreira

    A verdade é que basta ler o Arrastão, a Jugular ou o 5 Dias ( e refiro-me a gente que está no mesmo espaço, na esquerda) para perceber que ninguem se afasta um milímetro das suas posições.Os mortos e os feridos não interessam nada.Se estivessem em posição de exercer o poder,( limpem as mãos à parede,)o drama seria igual.Sem solução! Terroristas de um lado,Estado terrorista do outro. Não é digno de gente que costuma ter posições razoáveis quando se trata da vida humana! E ,ser razoável neste caso, é procurar soluções.Não interessa quem tem razão.Já não interessa!

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  7. 7 7  Zé Muacho

    1. Durante toda a chamada trégua, o Hamas, bombardeou quase diáriamente Israel
    2. Desde o anunciado fim de tréguas pelo Hamas, os lançamentos de misseis e morteiros intensificou-se chegando a mais de 100 por dia
    3. Os alvos do Hamas são civis; raramente militares ou governantes

    5. Durante toda a passada semana, enquanto os civis israelitas eram bombardeados, nenhuma voz se fez ouvir condenando o que se estava a passar

    6. Durante toda a passada semana, ninguém condenou o Hamas pelo desencadear unilateral do conflito, ou intimou o Hamas a parar com a agressão

    7. Ninguém se preocupou com os civis israelitas; não são gente? Em Israel não há crianças? ou os obuses do Hamas eram fogo de artificio Natalício?

    8. Israel, não conseguindo defender-se com os guarda-chuvas, respondeu militarmente atacando alvos militares

    9. Alguns civis palestinianos são atingidos mas a culpa não será de quem se escuda atrás deles (como está no manual)?

    10. Agora, todas as boas alminhas, estão preocupadas; onde estavam elas quando as hostilidades só tinham um sentido?

    11. O Hamas é considerado pela Nações Unidas como um agrupamento terrorista!

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  8. 8 8  xatoo

    a hipocrisia dos States é inqualificável
    Primeiro despejam biliões em dinheiro, tecnologia e armamento para uso indiscriminado dos fanáticos de Israel, depois mascarados de bons samaritanos dizem para ter cuidado com os civis – como se fosse possivel distinguir entre civis e os militantes do partido em que os palestinianos livremente votaram.
    Mais, o porta voz da Casa Branca disse que “Israel tinha todo o direito de se defender dos terroristas” (sic) – é a ideia que eles têm de democracia: desde que não ganhem os “barrosos” que lhe dão jeito passam a ser “terroristas” – decerto que os principes da casa de Saud e da Jordânia que ofereceram 300 mil dólares de jóias à Condi Rice não se incluem na categoria.
    É de bradar aos céus haver gente que defende estes canalhas

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  9. 9 9  Levy

    O Daniel está transformado numa carpideira de serviço.
    Quanto mais as suas posições sectárias sobre este assunto são criticadas, mais carpideira fica. É pena, como já escrevi aqui uma vez, aprecio parte das suas opiniões sobre muitos assuntos, que considero sérias e sensatas.
    Na questão do médio oriente, estamos em total desacordo, porque o Daniel é altamente tendencioso e faz postas demagógicas tipo “Santana Lopes” sobre este assunto. Até as letras escolhidas para o titulo da posta estão nessa linha.
    Em relação aos acontecimentos em Gaza, o Daniel esteve distraido desde o dia 19, data em que começaram a cair os primeiros rocketes. Ignorou o acedente que aconteceu com 2 crianças palestinianas, que morreram “por engano”. E agora que começaram as primeiras baixas, o máximo que consegue é escrever 5 linhas numa posta, e colar 6 links noutra, com um titulo cor de sangue.
    Custa-lhe assim tanto reconhecer que o Hamas está a agir mal e é uma organização muito mal frequentada? Ou faz estas postas só para provocar?

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  10. 10 10  Zé António

    Pois, os judeus são uns malandros.
    Já os do Hamas são uns santos, podem mandar as bombas e fazerem os atentados que entenderem que a eles ninguém critica.
    Se há vitimas civis a culpa é do Hamas que os usa como escudos. Um nojo essa gente e os seus amigos.

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  11. 11 11  fado alexandrino

    Já expliquei a um seu leitor que convêm, em vez de ler aquilo que os jornais interpretam, ler o original e do mesmo modo ler tudo e todos.

    Mas o senhor, ele e outros preferem ser funcional e periodicamente invisuais.

    Agora não vale a pena começarem uma intifada contra mim pois não me vou dar ao trabalhar de colocar aqui os links necessários.
    Para quê, vocês só acreditam naquilo que os vossos escrevem.

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  12. 12 12  António P.

    Boa noite Daniel,
    Agora até o Papa ( esse reaccionário, homofóbico e tudo o mais ) serve como referência ?
    Valha-nos Deus.
    Cumprimentos

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  13. 13 13  Paulo

    O PCP também foi dos primeiros a colocar uma nota na Internet, aqui. Neste momento os mortos já ultrapassam os 300. Sem palavras, na terra onde tudo já é possível sob completa impunidade.

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  14. 14 14  João Moreira

    Por cada israelita ferido deviam matar 2000 palestinos. Assim acabavam por uma vez com essa gentuça invasora a que Israel faz uma esmola em lhes permitindo que vivam em terra que sempre foi sua.

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  15. 15 15  Paulo

    João Moreira, estás a falar de quê?

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  16. 16 16  hb

    O ataque israelita é completamente abjecto!

    A minha opinião sobre o assunto encontra-se em..
    http://tacada.blogspot.com/2008/12/palestina-tomar-partido.html

    Aos autores do Arrastão: esperava algo mais que uma imagem e alguns links para notícias.

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  17. 17 17  Levy

    # 13 paulo

    Esse partido só não é expedito a condenar o que se passa em Cuba ou na Coreia do Norte.
    Estive a ler o link que postou, e o texto é bem ao estilo “euroliberal”. Desde expressões como “violencia sionista” a “politica criminosa”, tudo se pode ler. Nem uma única linha sobre o Hamas.
    Depois de tudo o que tenho lido, inclusivé aqui neste blogue, começo mesmo a ficar convencido que há uns sectores em Portugal que pura e simplesmente não reconhecem o direito à existência do Estado de Israel. Só não têm ainda coragem de o escrever abertamente. Cada vez que há um conflito, esse aspecto vem ao de cima pela forma sectaria e extremista como que se referem a Israel. Incluo neste grupo o Daniel Oliveira. Seria sensato admitir de uma vez por todas que é contra a existência do Estado de Israel. Tornava estas discussões mais honestas e mais claras.
    Em relação aqueles que chamam o “anti-semitismo” para a conversa, ainda não me atrevo a concordar com isso.

    # 2 Rikva

    “Prepara campanha contra o Hamas há seis meses e tem os misseis nucleares apontados ao Irão prontos a disparar a qualquer momento…”

    Qual é a admiração? Qualquer país deve ter sempre prontos planos de guerra contra os seus inimigos. Acha sinceramente que Israel não deveria planear tais coisas? O que esperava? Que o Hamas atacasse, e Israel não se defendesse por falta de planos?
    E o Irão? Está à espera de quê? Que se armem até aos dentes e façam o que já ameaçaram mais que uma vez: riscar Israel do mapa?

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  18. 18 18  Justino Silva

    Ambos os lados da contenda, Israel e Hamas, são extremistas e bárbaros.
    Para quem tenha dúvidas da barbárie de Israel basta lembrar o desproporcionado último ataque ao Líbano e a catástrofe ecológica que provocou na região, que, em vez de resolver coisa alguma, se revelou um autêntico fiasco para o agressor, para não falar em movimentações forçadas de residentes a quando da fundação do Estado, ou, na cumplicidade dos responsáveis israelitas que possilitou o massacre de Sabra e Chatila.
    No presente caso da faixa de Gaza, a Israel assiste o direito de defesa às reiteradas agressões do Hamas. Porém, esse direito de defesa deve ser PROPORCIONAL!. A questão reside na PROPORCIONALIDADE.
    Ora, sabendo Israel muito bem que a faixa de Gaza é densamente povoada e que as milícias do HAMAS convivem numa grande proximidade com civis inocentes, que acabam vitimizados a abarrotar os hospitais, também sabe que o seu recente bombardeamento dos túneis que ligam ao Egipto trava o auxílio médico internacional e provoca, necessariamente, um aumento do sofrimento e morte das vítimas. Assim sendo, Israel provoca mais vítimas em civis do que em adversários militares e fá-lo deliberadamente, mostrando pouca ou nenhuma humanidade.
    Isto não é proporcional.
    Por seu turno, a atitude reiterada do Hamas ao lançar centenas de rockets para o território israelita , é de uma grande inoportunidade e imprudência, talvez motivada por pressões e agendas exteriores que visam a instabilidade na região, numa altura da mudança de administração americana. Os rockets são lançados indiscriminadamente sobre as populações locais. Isto é, de igual monta, bárbaro e desumano.
    A grande questão é que hoje são rockets e mísseis , amanhã são ogivas nucleares com consequências para todo o mundo.

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  19. 19 19  estouxim

    fado alexandrino questiona aqui http://arrastao.org/sem-categoria/sao-so-palestinianos/#comment-55219

    “A pergunta que se coloca é:
    -Qual foi a guerra em que Israel foi o primeiro a atacar.”

    Sem procurar a resposta insiste, desta vez com duas falsidades, aqui http://arrastao.org/sem-categoria/sao-so-palestinianos/#comment-55236

    “Em 1948 as Nações Unidas decretaram a existência do Estado de Israel o qual no mesmo dia em se tornou independente foi atacado por todos os lados pelos estados árabes com o propósito declarado de o esmagarem e poeticamente “afogaram os sionistas no mar”.
    Não aconteceu, mas de então a esta parte já o tentaram várias vezes, sendo sempre os primeiros a agredir.”
    E quando, questionado, se sente forçado a procurá-la, aqui http://arrastao.org/sem-categoria/sao-so-palestinianos/#comment-55250
    consegue, julgando provar o ponto com uma citação extraída de http://en.wikipedia.org/wiki/Six-Day_War demonstrar que em ambos os eventos a que esta alude (Guerra do Suez e Guerra dos 6 Dias) foi precisamente Israel quem atacou em primeiro lugar.
    Para informação do fado, e de todos os outros papagueadores de propaganda sionista que por aqui pululam, saltitando histericamente entre holocaustos, direito à defesa, olho por olho a 2000 por cada, Israel estado democrático e malvados terroristas islamo-fascistas, aqui vai a resposta – a única guerra que Israel não iniciou foi a do Yom Kippur, em 1973.

    Em 1948 as Nações Unidas não decretaram a existência do Estado de Israel. Quem decretou a independência foi a Agência Judaica para a Palestina http://en.wikipedia.org/wiki/Jewish_Agency#The_Jewish_Agency_for_Palestine
    , o que a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou, por 33 votos contra 13 e 10 abstenções, foi a resolução 181. Resolução essa que se destinava a extinguir o Mandato Britânico através da partição do território em duas entidades nacionais e uma – Jerusalém e Belém – sob administração internacional, segundo um plano elaborado por uma comissão, a UNSCOP, que fora anteriormente constituída para esse fim.

    Sobre a guerra de 48, e antevendo a indignação da chusma, aqui fica um pequeno extracto para pôr as coisas em contexto:

    Ilan Pappe – Post-Zionist Critique on Israel and the Palestinians, Part I, The Academic Debate

    “Taken together, the works of the “new historians” undermine the Zionist claim that the Jewish community in Palestine was in danger of annihilation on the eve of the 1948 war. The works describe a fragmented Arab world unable to support the inferior paramilitary Palestinian groups in their battle for postMandatory Palestine. They show how, when the Arab League eventually sent forces to the battlefield on 14 May 1948, they were not more numerous than the
    israeli troops and also were poorly trained and considerably inferior in their operational capabilities on the ground. They demonstrate that an important factor explaining the Jewish success on the battlefield was the tacit understanding the Jewish Agency had with Transjordan whereby the Hashimites, in return for their promise not to enter the Jewish state, were allowed to take over the West Bank without a single shot being fired. Jewish success on the diplomatic front was attributed to a rare cooperation between the two warring superpowers in 1947, with each for its own reasons supporting the Zionist cause against the Palestinian.
    Generally speaking, the Zionists succeeded in persuading large segments of world public opinion to link the Zionist cause with the Holocaust. Against such a claim, even able Palestinian diplomats -and there were not many in those days- hardly could win the diplomatic game. Britain, for its part, joined the general global trend, and in February 1948 even decided to support a Jewish-Hashimite understanding to divide post-Mandatory Palestine between themselves at the expense of the Palestinians.”
    http://links.jstor.org/sici?sici=0377-919X%28199724%2926%3A2%3C29%APCOIAT%3E2.0.CO%3B2-O

    Pois é, fado, a única coisa em que acertaste é que os sionistas não foram afogados no mar. Em contrapartida, do que não há dúvidas é que enquanto a Agência Judaica decretava a independência as forças judaicas estavam ocupadas a matar e a expulsar palestinianos das suas casas para garantir uma maioria judaica nesse farol da humanidade que queriam constituir. Nem um único judeu afogado no Mediterrâneo, mas 711.000 palestinianos foram expulsos, as suas aldeias arrasadas e as suas terras confiscadas.

    Pois é, fado, que tal seguires a tua própria receita, http://arrastao.org/sem-categoria/gaza-2/#comment-55285 e comprares uns óculos?

    Aos donos da casa, uma sugestão. Acho muito bem o cartaz, mas o que faz falta é o bloqueio de Israel, como foi necessário o bloqueio da África do Sul na luta contra o apartheid. E para isso é preciso desconstruir o relato sionista, recusar a hegemonia cultural que o propaga, denunciar a velha equação crítica do sionismo=anti-semitismo e a mais recente crítica de Israel=apologia do terrorismo.

    “Those amongst us who support the Palestinian people, those amongst us who are devastated by the growing scale of Israeli atrocities, those who want to bring justice to Palestine and this includes bringing Palestinians back to their land, will have to make up their minds sooner or later. From now on, everything we do or say about the Jewish state is seen by one Jew or another as anti-Semitism. We have to make up our minds and decide once and for all, is it world Jewry which we are trying to appease, or is it the Palestinians we are fighting for?
    I myself made up my mind a long time ago. For me it is Palestine and the Palestinian people. If this makes me into an anti-Semite in the eyes of some confused Diaspora Jews (left, right and centre), I will have to learn to live with it. At the end of the day, I cannot make everyone happy.”
    Palavras de Gilad Atzmon em http://www.dissidentvoice.org/2007/12/the-politics-of-anti-semitism-zionism-the-bund-and-jewish-identity-politics/

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  20. 20 20  Spartakus

    De facto, neste País, ainda existe a impossibilidade de debater e reflectir.
    Abraço,

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  21. 21 21  Saloio

    Ó Daniel, voçê não desiste…

    Não há um único comentário a favor do seu adorado Hamas, mas mesmo assim, o senhor continua a querer vender-nos banha da cobra anti-sionista-primária.

    Chega a parecer uma cassete…

    Digo eu…

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  22. 22 22  larissa

    Como é possivel ainda terem a conversa de bons e maus. Existe um Estado terrorista que mata os seus cidadãos e os outros… ponto final.

    O que é que esperavam de pessoas iguais a nós que vivem em terriveis campos de concentração na sua terra à mais de cinquenta anos… Anjinhos? Gente a olhar o futuro com esperança? Pois! Sairam uns desgraçados terroristas desesperados… Que chato.

    E o Daniel e os ‘amigos’ que não compreendem . Só duas palavras: IM PRESSIONANTE… Já agora burros. Os inteligentes são geniais: olho por olhos dente por dentadura…assim vai vai a civilização.

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  23. 23 23  Miguel F. Carvalho

    É muito bonito estar a criticar a acção israelita quando estamos estamos a escrever o post sentadinhos no sofá de pantufas junto à lareira a ouvir a chuva cair lá fora…

    O nosso problema é vivermos num País onde nada acontece ou onde um abaixo assinado de 70 000 professores parece ser uma coisa impressionante…

    Se tivessemos a levar com rockets do Hamas todos os dias ou estivéssemos cercados por países que acolhem e financiam grupos terroristas, gostaria de saber qual a opinião que teriam…

    Pena é que não tenha visto nos últimos tempos qualquer post aqui neste blog relacionado, por exemplo, com o Sudão, onde também morrem centenas de pessoas, essas sim inocentes.

    Existe uma obsessão da esquerda portuguesa pela Palestina, quando sabemos todos nós que aquilo não passa de um ninho de terroristas que não pretendem País nenhum, apenas querem a destruição do Estado de Israel como se isso fosse uma profecia de Alá…

    [Responder]

  24. 24 24  Caceteiro

    Caro Daniel:

    Queria também chamar a sua atenção para outra situação alarmante, que é a do afastamento de Gaza dos correspondentes de meios de comunicação. As chefias militares de Israel argumentam que é por razões que segurança que o fazem. Apesar de a informação hoje fluir sem barreiras, é assustador ver o ímpeto, a intenção que se adivinha em toda esta acção militar de Israel: a aniquilação total.

    (Entristece-me ser confrontado com a desumanidade de muitos dos que por aqui comentam. Como é possível argumentar-se com o direito a defender-se por parte de Israel? É como um grupo de porteiros de discoteca a espancarem um miúdo que lhes atirou uma pedra, desculpem-me a metáfora “à Santana Lopes”…)

    [Responder]

  25. 25 25  Acção Directa
  26. 26 26  António P.

    Pois é Caceteiro…
    mas esquece-se que o Hamas não deixa evacuar os “seus” feridos para hospitais egipcíos. Parece que é para que haja mais mortos.

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  27. 27 27  MigPT

    O Caceteiro acha que lançar rockets indiscriminadamente sobre habitações, escolas e hospitais é como atirar pedras…. está tudo dito.

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  28. 28 28  rivka

    Levy,
    existe no mundo algum estado como Israel armado até aos dentes com o apoio dos USA e da civilizada Europa? A diferença é que no Knesset a maioria está convicta e grita a bons pulmões que YAVÉ quer a destruição do planeta como castigo e ninguém valoriza mas quando é os de ALÁ a coisa muda de figura… não foi o Saddan malvado apenas quando disse não aos USA?
    A destruição do Estado de Israel só vai acontecer pelas mãos (politicas) dos próprios extremistas israelitas. Ninguém é Santo nesta contenta mas qual o servo que não degolou pelo menos em sonho o seu senhor?

    António P. quem não deixa são os muros de Gaza e já agora os Egiptos estão fartos de aturar os vizinhos provocadores israelitas… o que os egiptos menos querem é ver o país enfiado numa guerra como Israel quer a todo o custo com provocações diarias no Sinai.
    Já agora 70% (legais) dos jordanos são de origem palestina a começar pela Rainha… A coisa vai, entre mortos e expatriados não tarde e Israel não tem inimigos.

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  29. 29 29  rivka

    AH! claro que existe o Sudão e, e, e aqui mesmo na minha frente gente a sofrer… então não falemos de nada porque haverá sempre qualquer coisa pior e se não existir há-de vir… E depois nós até vivemos num país agradável que demagogico tomar posições sobre o sofrimento dos outros. Toca a assobiar para o ar.

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  30. 30 30  fado alexandrino

    Meu Deus, que honra!

    Uma simples pergunta retórica e vem de lá um lençol de explicações.
    Gostaria de fazer um parêntesis e recordar um filme excepcional de que agora saiu o livro escrito pelo comandante do navio.

    Uma guerra é sempre má, morre sempre gente que é inocente.
    Aqui há uma distinção.
    Enquanto um dos contendores ataca com um tropa fardada e tenta neutralizar aqueles que se lhe opõem, do outro lado ataca-se com civis e mata-se tudo a eito.
    A isto chama-se terrorismo.

    Agora podem começar a atirar os calhaus.

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  31. 31 31  xatoo

    Fado
    “calhaus” seria demasiada honra para ti. Tu és mais ao estilo alvo de bosta de esterco comprimida.
    não sabes responder ou sequer fundamentar as bocas que debitas, devido à tua confrangedora inanidade, e depois “amandas” umas bojardas assim pró tipo de verdades talmúdicas
    “vai-ta” catar pá.

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  32. 32 32  Caceteiro

    Não sei, mas os argumentos que se esgrimem por aqui são semelhantes aos dos adeptos de futebol…

    Gostava de ver alguém admitir a desproporção das forças em confronto. Isso já seria suficiente para acreditar que todo aquele parlapié do século das luzes valeu para alguma coisa.

    E dizer que a acção de Israel é brutal não é estar do lado do Hamas. Esse tipo de visão é própria de quem tem uma mente tacanha, limitando-se a polarizar as posições. Para a maioria dos que aqui comentam, isto é uma guerra entre ocidente e Islão. Maus contra bons, brancos contra menos brancos, civilizados contra bárbaros, nazis contra comunistas, benfiquistas contra portistas.

    Um gajo não pode dizer que a resposta de Israel é desproporcionada e visa aniquilar, que o metem logo na cama com um árabe.

    Não há pachorra.

    [Responder]

  33. 33 33  fado alexandrino

    xatoo
    29 Dez 2008 às 13:43

    A sua fama, merecida aliás, já vem das páginas do Expresso On-line.
    Pelo que vejo a medicação não tem feito efeito nenhum.
    É pena.

    [Responder]

  34. 34 34  Jorge Chequer

    Não li todos…
    10 para Zé Muacho
    0 para muitos outros.

    Mais uma constatação triste:
    Como o brasileiro escreve errado…
    sic ( na sua própria lingua, hem! )

    [Responder]

  35. 35 35  Li**S

    SE todos os cavalhos cantassem já estariamos em Varsóvia com as SS a eliminar os escarnios de todos vós.
    Existem humanos de primeira e humanos de segunda como existem ratos e gatos. Neste caso o gato deve ser estúpido pois não consegue comer tudo.
    Será que não aprendemos nada com as SS?
    Fechar um beco e matar é facil, construir será dificil.

    [Responder]

  36. 36 36  Edno Gouveia.

    Parece que estou vendo um filme sobre o passado, quando judeus eram confinados em guetos e massacrados pelos alemães, só que desta vez a coisa inverteu – se, os judeus fazem com os palestinos de Gaza as mesmas coisas que sofreram nas mãos dos alemães, aprenderam direitinho com a maquína de guerra germânica. Não haverá solução enquanto houver fundamentalistas etníco religiosos na Palestina e Israel, ambos precisam esquecer as bombas, mísseis e foguetes e cederem nas negociações. Por uma força de paz já, agora, chega de inocentes mortos de ambos os lados, Europa, tome uma atitude, falar e facíl, quero ver fazer, ou vocês irão continuar sendo capacho dos estadunidenses. Está na hora das cúpulas israelenses e palestinas tomarem um corretivo da comunidade internacional e pararem de ser matar.

    [Responder]

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