
Estreou nos EUA a 22 de Fevereiro. De Rory Kennedy, mostra como as torturas em Abu Ghraib resultaram de um pouco mais do que da acção de umas ovelhas tresmalhadas. Ghosts of Abu Ghraib foi nomeado para o Festival de Sundance,
Bem lembrado por Blocomotiva e Arroz do Céu.
Por Daniel Oliveira 13 Mar 07 em Sem categoria


Só os americanos para fazerem um filme destes, não é? Os Estados Unidos são um grande País.
Nunca percebi este género de comentários. Não foi a administração Bush nem o governo que fez este documentário. E são esses, e não o povo americano, que são criticados. Infelizmente falta aos pró-americanos europeus o sentido critico destas pessoas. E depois deliram com aquilo de que são tão distantes.
Não foi a Administração Bush nem o governo que fez este documentário. Pois não. Isso sei eu. Também não foi à Administração Bush nem ao governo que eu fiz o elogio; foi ao povo americano. Se isso faz de mim um pró-americano com pouco sentido crítico so be it. Antes isso que um anti-americano primário.
ricardo, primarismo, se não me leva a mal, foi o do seu comentário. De resto, o post é normalissimo e nada diz sobre os americanos como povo, contra os quais nada tenho. Nem contra nem a favor. De nenhum povo, aliás.
ASSUNTO: Encontro de blogs FAMAFEST2007
Bom dia, trabalho na Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, e gostaria de saber o endereço de e-mail deste blog. Tem uma certa urgência…
Pode responder para nunotinoco@vilanovadefamalicao.org
Muito Obrigado
Não vejo como o meu comentário possa ser primário, mas enfim. Limitei-me a aproveitar o tema deste post para elogiar os Estados Unidos. Se calhar deveria ter sido mais específico e ter explicado porquê, mas achei que isso estava mais ou menos subentendido. Todos os países têm coisas boas e más; a diferença - e não é pequena - está no facto de alguns deles serem suficientemente abertos para se auto-criticarem e, não menos importante, terem toda a liberdade para o fazer. E os EUA, com todos os defeitos que por lá há, têm pelo menos a virtude de falar mal dos seus próprios defeitos. É mais do que podemos dizer sobre muitos países, entre os quais o nosso. E, em parte, é também esse o tema deste post, mesmo que não seja o principal - e eu sei que não é. De resto, o Bush daqui a dois anos já era, e, assim o esperamos, o seu substituto não há-de ser tão imbecil como ele.
Só os americanos para fazerem um filme destes, não é? Os Estados Unidos são um grande País.