“Estamos a assistir a um combate de David (os palestinianos com os seus roquetes, armas ligeiras e fundas com pedras…) contra Golias (os israelitas com os seus mísseis teleguiados, aviões, tanques e se necessário…a arma atómica!).
Estranha guerra esta em que o “agressor”, os palestinianos, têm 100 vezes mais baixas em mortos e feridos do que os “agredidos”. Nunca antes visto nos anais militares!
Hoje Gaza, com metade a um terço da superfície do Algarve e um milhão e meio de habitantes, é uma enorme prisão. Honra seja feita aos “heróis” que bombardeiam com meios ultra-sofisticados uma prisão praticamente desarmada (onde estão os aviões e tanques palestinianos?) e sem fuga possível, à semelhança do que faziam os nazis com os judeus fechados no Gueto de Varsóvia!”
Ler texto completo de Fernando Nobre (presidente da AMI) aqui.
49 comentários 7 Jan 09 em Sem categoria



O português com maior conhecimento no terreno das misérias humanas, é Fernando Nobre.
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Mais um terrorista…lolololol…
Abraço,
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é nobre (de Nobre) tratar das vítimas, enterrar os mortos – porém o problema não se esgota na incriminaçãp dos facínoras, numa paz podre assente sobre a escravização das vítimas ou na previsivel expulsão (mais uma vez) dos palestinianos que vão sobreviver. Marcados pelo medo, que vão eles dizer aos seus filhos?
A proposta de cessar fogo do Egipto é apenas mais uma forma de conspiração americana- israelo-árabe. Quaisquer conversações sobre Paz entre Israel e o Hamas devem partir do principio do cancelamento do vergonhoso acordo de fronteiras assinado entre Israel e a Autoridade Palestiniana em 2005, que deu origem à guerra civil entre a Fatah e o Hamas
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Comprar o incomparável. Além de esquecer o carácter hediondo do Hamas, este texto também demonstra uma inacreditável ignorância histórica.
Os nazis não tele-bombardeavam, nem evitavam as vítimas civis. Os nazis lutavam apenas contra civis e matavam indiscriminadamente. O gueto de Varsóvia foi “arrasado”, “dizimado” ou “aniquilado”, se preferirem. Se no inicio lá viviam cerca de 380 mil judeus, no final da guerra poucos sobreviveram para contar. Podem-se tecer todas as considerações sobre este conflito, mas comparar o que se está a passar em Gaza com o que se passou em Varsóvia durante a II Guerra é ignorante, e mais do que isso, é minorar o sofrimento dos milhares de judeus que foram barbaramente assassinados. Só em Treblinka, cerca de 300 mil judeus de Varsóvia foram mortos. Haja memória e conhecimento da história.
Esta comparação do Fernando Nobre é uma vergonha e indigna de ser reproduzida! Que leia alguma literatura sobre o gueto, ou se não quiser ter trabalho, que veja alguns bons filmes sobre o assunto. Agora que não diga disparates!
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Os terroristas estão mortos: os colaboracionistas ocidentais podem agora elogiá-los à vontade!
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Sim senhor, Daniel, desta vez excedeu-se. Alinhou-se com o mais pérfido dos recursos estilísticos que se podem usar neste conflito: os israelitas são “como os nazis” e os palestinianos como os “judeus”.
Com 40.000 anos de história humana, 200 anos de modernidade, milhares de conflitos entre forças armadas modernas e grupos de combatentes irregulares, com a Argélia, o Vietname, as Guerras Coloniais etc, pessoas como o Daniel, na ânsia de não só deslegitimar Israel como também deslegitimar o estatuto de “vítima” dos judeus (que não cabe na sua visão maniqueísta deste conflito), decidem comparar os judeus de hoje com os nazis. Nem mais nem menos.
Não faz qualquer sentido do ponto de vista objectivo: os israelitas se quisessem amanhã aniquilavam fisicamente os palestinianos; não o fazem porque não querem e porque não é esse o seu objectivo; já os nazis não hesitaram e a luta no Gueto de Varsóvia foi das poucas vezes que os judeus pegaram em armas, ao contrário dos palestinianos que nunca as largaram.
E não faz qualquer sentido do ponto de vista subjectivo: porque é cruel, pura e simplesmente cruel, comparar as vítimas do Holocausto (e os seus descendentes imediatos) com os seus algozes.
Os palestinianos e o seu sofrimento inquestionável são únicos, específicos e merecem ser tratados como tal.
É fantástico, os judeus são frequentemente acusados de evocarem o Holocausto em vão. De manipularem os outros com a culpa. É engraçado ouvir pessoas que conhecem o Holocausto de livros e da televisão a ensinar áqueles que o trazem no DNA familiar e identitário como lidar com a memória.
Mas na verdade o Holocausto tem servido sistematicamente para atacar Israel, para demonstrar como as vítimas agora são carrascos.
Deixe-me dizer-lhe uma coisa Daniel. Isto não é anti-sionismo. Isto é aquela outra coisa que o ofende tanto. Isto é anti-semitismo.
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É que nem vale a pena ler o resto da prosa.
Nojenta a comparação.
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É claro que o representante das NU garante, com uma certeza de 99,9%, que as ambulâncias das NU só servem para transportar feridos.
http://br.youtube.com/watch?v=sRmYYSp0-B8
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(“Marcados pelo medo, que vão eles dizer aos seus filhos?”)
Ah voce não sabe.
Ja dizem isto, chegará ou será preciso mais.
Diferentemente do que ocorre na maior parte do mundo, as crianças palestinas ja foram endoutrinadas pelos seus líderes e mestres que lhes ensinaram e estão dispostas a colocar em prática tudo o que aprenderam. Por exemplo, crianças palestinas entrevistadas pela TV declararam com toda a clareza e sem demonstrar a menor dúvida que Israel não tem direito de existir, que seu alvo e razão de viver é a destruição de Israel e que estão dispostas a sacrificar suas vidas para expulsar todos os israelenses e é feita a apologia do martirio elevada a heroicidade.
Eles, os judeus vieram para roubar a Palestina de nós, Tel Aviv, Yaffo, Haifa, Acco, Ramla. Todas essas cidades pertencem à Palestina, explicou um adolescente entrevistado, os efeitos de muitos anos do doutrinamento realizado pela Autoridade Palestina (AP). “Nós esperamos, esperamos, esperamos, e eu insisto que as nações árabes e os países estrangeiros, todos os países do mundo, apoiarão os palestinos no esforço para expulsar os israelenses… Precisamos afugentar todos os israelenses da Palestina.”
As crianças são marcadas na sua determinação de continuar lutando, geração após geração, “até que a Palestina esteja liberta”. Além disso, elas não têm medo de morrer nessa luta, pois ela é morte por Alá. “Mesmo que todas as crianças palestinas, todos os jovens palestinos, as mulheres palestinas e os homens palestinos morram, nós não capitularemos!” Mensagens com esse teor, que tiram a legitimidade de Israel existir, foram confirmadas pelo primeiro-ministro Ahmed Qorei. Existem gravações de seus discursos em que rejeita a idéia de Israel como Estado judeu.
Historiadores ligados à AP aparecem na TV educativa para reforçar essa mensagem. “Os judeus não têm história nem vínculo algum com esta terra. Eles não são nada mais que um ‘tumor cancerígeno’ implantado pelos britânicos para controlar o Oriente Médio”. No mesmo programa educativo, outro historiador relembrou a tristemente célebre falsificação anti-semita “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, que descreveu como um dos pilares do primeiro Congresso Sionista de 1897: “No Congresso da Basiléia, o Movimento Sionista começou a planejar a exploração do jogo de poder na Europa e no Oriente Médio”, disse o Dr. Riad Al-Astal, docente em História da Universidade Al-Azhar em Gaza.
A juventude palestina aprendeu e aprende, se aprendesse outras coisas em vez da endoutrinação no ódio, os judeus não possuem qualquer vínculo com Israel, este país não tem direito à existência e o alvo supremo da próxima geração, é eliminar Israel, mesmo que isso custe sua vida.
Pois é geração após geração a endoutrinação faz efeito por cá também
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O Fernando Nobre irrita visivelmente a neoconeiragem sionista…que bom…Quando o Irão e outros estiveram prontos para dar uma lição histórica a essas amélias que chamam guerra ao ataque cobarde com aviões e tanques de um campo de concentração (o maior da história) de famintos quase desarmados aí vão irritar-se mais…sobratudo quando os assassinos que veneram forem passados pelo sabre e forem fazer tijolo…
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Nuno Gouveia, e no meio leia umas coisas sobre Gaza. Ou oiça coisas de quem lá esteve. Talvez fique espantado. Como todas as evidentes diferenças, esta é a coisa mais semelhante desde da II Grande Guerra.
Claro que a comparação incomoda. É sempre melhor pensar nas tragédias do passado. Porque contra elas, nada podemos fazer.
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Mete nojo a comparação. Não se compreende de quem vem. Mete mais nojo o aproveitamento político que se faz neste blog da miséria a que os Palestinianos estão condenados. Não há uma ideia própria… discutida com seriedade. Só um conjunto de vacuidades e clichés… e um estilo panfletário.
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Já alguma vez teve na Palestina ou em Israel? Onde e em que condições?
Viveu nalgum campo de concentração na II GM?
Diga lá qual era a sua sugestão para reolver o problema Israelo-Palestiniano. Ou no seu douto entendimento qual era a solução.
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A realidade confrangedora que está à vista em Gaza é tão evidente que impressiona não ver os fanáticos defensores dos sionistas, pelo menos, absterem-se de lançar aleivosias!
Sobre a figura do Dr. Fernando Nobre, os seus detractores estão a anos luz da seu humanismo e conhecimento vivido do drama entre opressores e oprimidos. Nem sequer é beliscado.
A indignidade apenas pode ficar com os que pretendem atingi-lo.
Lino S.
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http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1355303&idCanal=11
700 mortos em 12 dias. Este país, qual abcesso, é aquela máquina de matar, num campo de concentração, depois que tomada a terra, a água e o pão, com a liberdade da gente que lá vivia, levada ao exílio, senão forçada a viver escrava, é já tal uma prisão. Democrática, dizem eles, onde não és livre de te opor à besta, alimentada nos banqueiros da Wall, como dos sabujos, sempre ao lado dos mais fortes, serviçais, eis o país inviável a prazo, bem pode aventar-se, quanto mais se afirma cadinho do ódio extremado, gratuito, da civilização.
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Usando esse argumento pateta um País pequeno nunca poderia sobreviver ao ataque de um País com mais população…
Nem a lógica é para perceber. Quando os EUA libertaram o Koweit da pata de Saddam houve mais 300x mais mortes do lado dos Iraquianos do que do lado Aliado. Podemos ir ainda ás baixas dos Aliados no Afeganistão e do taliban, sabem aquela de B-52 Vs talibans em que Jornalistas e o nosso Bom Dr.Amado não notam desproporções…
No caso do Hamas é o que acontece quando se usam escolas e edifícios civis para fazer guerra não se usa uniforme e se usa e abusa de civis para proteger combatentes e fica com a recompensa mediática entregue pelo Sr.Nobre.
A destruição da Convenção de Genebra pela Esquerda continua…
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Caro Daniel,
A comparação é indigna. Além de ter lido muito sobre o holocausto, também já li algumas coisas sobre Gaza. E sei que a situação nada tem a ver com Varsóvia. Ou a seguir irá dizer-me que os milhares de palestinianos que lá vivem vão ser dizimados por Israel? E que há campos de concentração como Treblinka em Israel à espera dos seus habitantes? E será que também compara o Hamas aos heróis judeus responsáveis pela revolta de 1943?
Ao compararem Gaza com Varsóvia estão a insultar a história e as vítimas do nazismo. Se a ideia é ofender todo o povo judeu, isso é uma coisa. Mas se quiserem ser rigorosos, sabem que estão errados. Ali não há genocídio nem tentativas de dizimar populações inteiras. Se o objectivo fosse esse, existiriam os meios para tal, como vem sabe. Uma organização terrorista que ataca cobardemente populações civis israelitas, e que usa de forma indiscriminada os seus cidadãos como escudos humanos, é o alvo das investidas israelitas. No gueto de Varsóvia, os alvos eram todos os habitantes. O objectivo e o resultado final foi a aniquilação de toda uma população. Acha que Israel pretende fazer desaparecer da face da terra a Palestina? Por acaso, o objectivo do Hamas é fazer desaparecer Israel da face do mapa.
Números factuais: Em Varsóvia moravam 380 mil judeus. No final da guerra, poucos sobreviveram. Será que em Gaza vamos ter centenas de milhares de mortes?
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Tenho um imenso respeito pelo Dr. Fernando Nobre, basta olhar para a obra dele, mas quanto à falta de tanques palestinianos…
O World Trade Center caiu sem ser disparada uma única bala. Lembram-se? Sabem quantos morreram num dia só?
A força de vontade de doentes mentais daquele calibre move montanhas.
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Gaza para o Vaticano é um CAMPO DE CONCENTRAÇÃO…
El Vaticano: ‘Un campo de concentración’
La situación creada tras los ataques continuados e indiscriminados de las Fuerzas Armadas israelíes, que Tel Aviv justifica como una forma de contener a Hamas, ha sido también objeto de críticas por parte del cardenal Renato Martino, presidente del Consejo Pontificio de la Justicia y la Paz del Vaticano.
“Observemos las condiciones [de vida] en Gaza: se asemeja cada vez más a un campo de concentración”, asegura el cardenal en una entrevista publicada por el diario electrónico Il Sussidiario….”
Agora chamem terrorista ao cardeal Martino, seus anticristos…
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E para a ONU houve CRIMES CONTRA A HUMANIDADE (dá forca…) em Gaza…
El relator de la ONU para Palestina acusa a Israel de crímenes contra la Humanidad
Actualizado miércoles 07/01/2009 21:51 (CET)
AGENCIAS
SAO PAULO | JERUSALÉN.- El relator de Naciones Unidas para la situación en los Territorios Palestinos ocupados, Richard Falk, ha acusado a Israel de cometer crímenes contra la Humanidad y ha pedido que se juzgue a sus responsables por los bombardeos contra la población de la Franja de Gaza y la invasión de su territorio, dentro de la ‘operación Plomo sólido’.
Para Falk, los ataques israelíes ejecutados por el Gobierno de Ehud Olmert “han sido realizados con armas modernas contra una población que no está en condiciones de defenderse”.
La ofensiva, afirmó, “constituye una violación del Derecho Internacional humanitario, porque afecta a comunidades enteras”, desprovistas de alimentos y otras necesidades básicas.
“Dicha violación es un crimen contra la Humanidad, y sus responsables deben ser juzgados”, declaró el experto de la ONU durante una rueda de prensa celebrada en São Paulo (Brasil).
AGORA CHAMEM TERRORISTA À ONU…
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A desproporção de meios é totalmente irrelevante. O Hamas tem uma arma poderosíssima, que não recusa utilizar: o terrorismo de alguns dos seus fanáticos para matar inocentes. Isso desequilibra as contas, como aliás se tem vindo a ver. Há quantos anos dura este conflito?
A comparação com o Holocausto é absolutamente patética. Ao que se chega. Nada mais ridículo do que dar tempo de antena a imbecis. Se o Nobre se limitasse a fazer apenas o que sabe fazer bem…
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Depois de ler na íntegra o texto do Dr. Fernando Nobre parece que levei um murro no estômago. O texto incomoda. Entendo agora porque incomoda tanto os urubus proto-sionistas – incomoda porque conta várias verdades. É duro, verdadeiro, documentado, vivido. E estes atributos dão ao texto e ao autor a credibilidade suficiente para nos fazer pensar: como é possível um povo que sofreu tanto, fazer sofrer de modo igual, outro povo? O extremismo, o sonho do Grande Israel, a politica não assumida mas subjacente dum extermínio gradual e inexorável. Método, velhacaria, poder, cinismo, racismo, despudor – eis o que caracteriza o poder de Israel.
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Nazi-sionistas: É muito dificil explicar-vos noções básicas que contrariam as vossas convicções neoconeiras (a neoconeirice é um caso de oligofrenia muito chato…). Meus amigos: quem invade a terra de um povo e o limpa etnnicamente, passando a chamar-lhe “terrorista” quando o expoliado luta para reaver as suas terras e casas é AGRESSOR e, logo, criminoso contra a humanidade. O expoliado pode invocar legítima defesa contra uma agressão ilegal que é ainda um crime contra a humanidade e recorrer à luta armada para reintegrar o seu direito: Toda a gente de boa fé compreende…não é preciso ser sequer jurista…
Agora a táctica dos criminosos sionistas é negarem que roubaram terras (até lhe arranjo historiadores istraelitas a confirmar as limpezas étnicas em larga escala dos sionistas, como Illan Pappe e Shlomo Sand, procure-os no Google…), que a terra é deles é portanto quem pretende reavê-las (os limpos étnicamente, a resistência palestiniana) é que são os ladrões e mesmo “terroristas”…
Como são mentirosos compulsivos e não têm vergonha na cara, os nazi-sionistas chamam “terroristas” ao povo que roubaram pela força, massacraram e colocaram em campos de concentração-guettos, como o de Gaza..
Perceberam de vez ? ENTÃO PAREM DE DIZER DISPARATES, porque um assunto que envolve o genocídio de um povo é de extrema seriedade…pode dar “poteau”…
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Sebastião: vai muito simples para ver se entra na sua cabecinha:
TERRORISTA É SEMPRE O AGRESSOR, O OCUPANTE
RESISTENTE É O OCUPADO QUE EXERCE A LEGÌTIMA DEFESA ARMADA contra o ocupante agressor..
Tá a ver ? É simples… não há necessidade nenhuma de você andar aí a fazer figuras tristes, exibindo a sua ignorância…
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Euroliberal, acalme por favor a adjectivação em relação aos comentadores. Estou a evitar não publicar comentários de todos os comentadores (independentemente da sua posição). Mas gostava que conseguisse, por uma vez, dirigir-se às pessoas sem as insultar. Obrigado.
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É complicado – o homem aprendeu aquela da oligofrenia, e agora não se cala : é tudo oligofrénico!!! É uma pulsão, enfim.
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Daniel, em tempo de holocausto em
Gaza, em relação aos nazi-sionistas uma adjectivação correcta é absolutamente essencial à eficácia do combate…
Não estamos a discutir anódinas questões de filosofia ou de literatura com gente civilizada, onde o seu reparo teria cabimento…
Estamos a debater com gente da pior espécie, sem moral nem valores, que apela ao islamocídio e à pratica de outros crimes contra a humanidade, que em situações de guerra aberta, poderiam justamente dar pena de morte…
E você parece ainda não ter percebido que, nesta questão e neste contexto de guerra, eu não ando na blogosfera ( e em conferências, onde já dei lições a muito neoconeiro pretensioso…) para jogos florais ou para recreação e convívio intelectual,..
Eu faço propaganda (agit-prop) de combate, pretendo esmagar (dialécticamente) a neoconeiragem e os nazi-sionistas… os meus inimigos. Nesse aspecto penso que posso ser, dentro das minhas limitações e espaço de actuação, muito útil à resistência islâmica.
A guerra é também psicológica, combate de ideias, e eu sou um combatente nessa trincheira, totalmente ao serviço da causa. O que me interessa é a eficácia política do combate, saber se as minhas palavras são adequadas ou não ao objectivo, não trocar hipócritas cortesias com gente que moralmente abomino…
E se você quer mesmo servir a causa da resistência dos ocupados e humilhados do Médio Oriente devia fazer como eu… Não é essa a essência do combate político feito com espírito de missão ?
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# 25
Finalmente tomou uma posição. Já era tempo.
Eu sei que o assunto mexe com as pessoas, ve-se pela maneira como escrevem. Isso faz com que por vezes haja alguns excessos de línguagem e que alguns estilos de escrita possam ser entendidos de forma menos correcta. Mas isso temos de tolerar, o que acho que não se deve tolerar são esses insultos gratuitos que aqui se vão lendo de forma sistemática.
Já há algum tempo que não comento este assunto aqui no seu blogue, precisamente por isso. Já aqui me chamaram de tudo. Tenho estado à espera para ver quanto tempo é que o Daniel iria demorar a tomar uma posição. Fico contente pelo escreveu na posta 25.
Espero que o nível dos comentários melhore. Pela minha parte vou fazer por isso.
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Meus caros
Só não vê quem é…errmh, burro ou ignorante. Ignorante não, ignorante não sabe, burro é quem sabe, mas não quer ver.
O tempo cura todas as mazelas, e esta escória humana sob a estrela de David, sob a alçada da(s) Nação(ões) Unida(s), irá ser julgada mais tarde ou mais cedo, pela borrada que faz, que fez, e que ainda irá fazer.
Melhor laboratório bélico não existe e a faixa de Gaza é óptima para experimentar novas armas. População entrincheirada, à mercê de ataques cobardes e cegos.
Muitos esperam que certos países vizinhos estalem e se virem contra Israel, para depois justificarem certos actos bélicos, tais como, encontrar armas de destruição maciça, eliminar comunistas-que-comem-criancinhas-ao-pequeno-almoço…
Bendita resolução da ONU em 1946-47 em colocarem esse grandioso povo naquele rectângulo à beira mar. Sorte dos Palestinianos e da Palestina, ficaram radiosos por acolher aquele pacifico e caloroso povo. Pena é que passado um ano, esse povo, tal como alguns vírus e parasitas, ganhou uma certa resistência, e através de evoluções (há quem lhe chame regressões de imbecilidade humana), e com um certo comportamento parasitoíde, controlava já mais de 60% do território. Espertos estes marretas. Tiveram uma rica formação, aprenderam com os melhores.
É uma pena, eu gosto tanto deles, por mim tinha-os mais perto, aqui no Algarve ou no Alentejo. Sempre à beira do mar, coitadinhos, no interior é que não.
2009 promete.
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Levy, como saberá o Euroliberal não é o único. Já aqui fui chamado, neste debate, várias vezes de anti-semita e anti-judeu, que é insulto, pelo menos para mim, muito grave. Esperemos que acalme, sim. A mim este assunto indigna-me e por vezes quase preferia não o debater. Mas, pela minha parte, tirando a irritação natural nestas matérias (estamos a falar de um assunto grave), tento manter o insulto fora do debate. Gostava que todos os comentários assim ficassem.
Quanto às suas queixas de não ver os seus comentários publicados (noutro post), verifiquei e todos foram aprovados e estão visíveis. Mas tem de sempre de esperar pela aprovação e nem sempre estou em frente ao computador.
Euroliberal, pelo contrário, o senhor só dá armas contra os palestinianos. Havia de conhecer alguns que eu conheci em Gaza e na Cisjordânia, que teriam todas as razões para perderem o norte: os mais conscientes e resistentes não usam a sua linguagem, lhe garanto. PPorque sabem que têm de manter pontes com o lado de lá do muro.
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Pois, esses que vivem sob a ameaça permanente de execução sumária pelos esquadrões da morte nazi-sionistas (targeted killings), tem que ter cuidado com a língua e com a escrita… como você diz , “têm que manter pontes” com o outro lado…
Mas eu aqui, para mais na blogosfera e com nick, sou completamente livre que dizer a verdade nua e crua, com toda a contundência necessária ao combate, que os do interior não podem exibir…
E só mantenho pontes e contactos amistosos com judeus anti-sionistas. São felizmente muitos e já tive o privilégio de conhecer e discutir com alguns deles… Os restantes só me interessam para “esmagar” em debates públicos ou na net…
Já há muito que aprendi a não cair na armadilha do “antisemitismo” dos nazi-sionistas… Você parece que não, e isso paraliza-o…se passasse o tempo a dizer que não sou anti-judeu, que bla bla bla, não me sobrava o tempo para esmagar o nazi-sionismo que é o nazismo do nosso tempo.
Essa é a tactica deles: com o medo de parecerem “antisemitas” muitos que estão chocados com a política de Israel, acabam por nunca criticar essa política, ou só o fazer de forma frouxa, e isso é que garante a impunidade e a escandalosa complacência europeia para com os crimes dessa escória… Comigo eles nunca conseguem colocar-me à defesa…
Eu não tenho complexos porque se vivesse no tempo da shoa o meu combate pelos judeus seria exactamente o mesmo que tenho hoje contra o sionismo. Defendo apenas causas justas, e aqueles que defendem sempre os judeus, sejam vítimas ou carrascos, não têm para mim estatura moral.
É simples: os judeus de hoje são os palestinianos, iraquianos, etc. E os nazis de hoje são os sionistas e os neoconeiros…O combate é sempre o mesmo e não tenho culpa que os descendentes das vítimas da shoa andem agora a brincar aos nazi-sionistas e às raças eleitas com direito divino à terra dos outros (subhomens para eles). Tanto tentaria salvar os pais deles nos anos 40, como lhes passaria a corda ao pescoço a eles, nazi-sionistas de hoje…
É como nas estórias de pedofilia: os bibis de hoje foram os abusados de ontem…é triste… mas eu estou sempre do lado do Direito…
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Arrastão cabeça de burro alfacinha: contas por baixo aproximadamente, o Algarve tem 130×40=5200Kms2; Gaza pelo que ouço tem 40×10=400Kms2. Faço as contas pois o arrastão nem esta deve saber fazer: 5200:400=13. Ou seja o Algarve são treze vezes Gaza em território. O arrastão quiz engrandecer Gaza ou diminuir o Algarve?
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Algarve: 5412 km2, 410.000 habitantes.
Faixa de Gaza: 360 km2, 1.481.080 habitantes.
Isto é, a faixa de Gaza tem cerca que 3,6 vezes mais habitantes que o Algarve num território 15 vezes menor.
Fonte: Wikipedia.
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De facto, esse é o único erro do artigo do Nobre. Gaza tem só 340 km2 é é o maior campo de concentração da história, com 1,5 milhão de internados, que foram parar ao guetto depois de roubados das suas terras em 1948 e depois pelos terroristas sionistas…
Hoje, depois de esfomeados e cercados durante dois anos estão a ser definitivamente liquidados pelas SS Tsahal do Quarto Reich…com a habitual cáfila de imbecis a aplaudir a quatro patas…veja-se aí para cima…
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Algumas regras básicas…
Règle numéro 1: Au Proche Orient, ce sont toujours les arabes qui attaquent les premiers et c’est toujours Israël qui se défend. Cela s’appelle des représailles.
Règle numéro 2: Les arabes, Palestiniens ou Libanais n’ont pas le droit de tuer des civils de l’autre camp. Cela s’appelle du terrorisme.
Règle numéro 3: Israël a le droit de tuer les civils arabes. Cela s’appelle de la légitime défense.
Règle numéro 4: Quand Israël tue trop de civils, les puissances occidentales l’appellent à la retenue. Cela s’appelle la réaction de la communauté internationale.
Règle numéro 5: Les Palestiniens et les Libanais n’ont pas le droit de capturer des militaires israéliens, même si leur nombre est très limité et ne dépasse pas un soldat.
Règle numéro 6: Les israéliens ont le droit d’enlever autant de Palestiniens qu’ils le souhaitent (environ 12,000 prisonniers à ce jour). Il n’y a aucune limite et n’ont besoin d’apporter aucune preuve de la culpabilité des personnes enlevées. Il suffit juste de dire le mot magique “terroriste”.
Règle numéro 7: Quand vous dites “Résistance”, il faut toujours rajouter l’expression « soutenu par la Syrie et l’Iran ».
Règle numéro 8: Quand vous dites “Israël”, Il ne faut surtout pas rajouter après: « soutenu par les États-Unis, la France et l’Europe », car on pourrait croire qu’il s’agit d’un conflit déséquilibré.
Règle numéro 9: Ne jamais parler de “Territoires occupés “, ni de résolutions de l’ONU, ni de violations du droit international, ni des conventions de Genève. Cela risque de perturber le téléspectateur et l’auditeur de France Info.
Règle numéro 10: Les israéliens parlent mieux le français que les arabes. C’est ce qui explique qu’on leur donne, ainsi qu’à leurs partisans, aussi souvent que possible la parole. Ainsi, ils peuvent nous expliquer les règles précédentes (de 1 à 9). Cela s’appelle de la neutralité journalistique.
Règle numéro 11: Si vous n’êtes pas d’accord avec ses règles ou si vous trouvez qu’elles favorisent une partie dans le conflit contre une autre, c’est que vous êtes un dangereux antisémite.
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Cranças mortas em Gaza pelos terroristas
(atenção imagens chocantes)
http://www.youtube.com/watch?v=K5wrwZlwAq8&eurl=http://www.informationclearinghouse.info/article21673.htm
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Euroliberal, as suas pretensões de «esmagar dialeticamente» os que pensam diferente de si estão a tolher a sua capacidade de análise neste assunto, o que deverá tornar as suas referidas «conferências» sobre este assunto bastante engraçadas.
Imagino que esquemas mentais irá buscar para justificar o desaparecimento do mapa do Estado de Israel pretendido pelo Hamas, que manifestamente defende. Não querendo apelidá-lo de anti-semita, pergunto a mim mesmo o que afinal será um anti-semita nos dias de hoje.
[Responder]
“pergunto a mim mesmo o que afinal será um anti-semita nos dias de hoje.” – sebastião, em plena crise metafísica…
Ai não sabe ? É simples: os nazi-sionistas de iSSrael… com os seus amigos yankees (uma colónia de israel) gá assassinaram, directa ou indirectamente, mais de três milhões de semitas no Médio Oriente…Haverá alguém mais antisemita que os (não-semitas) sionistas ?
[Responder]
Euroliberal, mas não se enxergam e têm uma óptima imagem de si próprios.
[Responder]
get a life
[Responder]
Andamos aos circulos para não chegar-mos a lado nenhum. Este conflito será eterno e repetitivo enquanto houver um invasor e um invadido ou então enquanto um dos 2 lados não deixar perecer a sua existencia como povo ou tomar para si uma posição de abandono para enveredar por uma diaspora forçada.
Assim aconteceu com os judeus á mais de 2000 anos atrás, se calhar agora acham-se no direito de inverter os papeis em relação aos palestinianos?
Com tanto conhecimento cientifico, tecnologico, etc, é desolador ver que ainda evoluimos tão pouco como especie.
Que tristeza!
A.R.A
[Responder]
Estou com receio que o Euroliberal accione o botão e rebente a qualquer momento. Atenção!
[Responder]
HÉ lá a coisa anda aguerrida aqui… nem sequer admitem a possibilidade de comparação!
Mas a verdade é que debaixo de uma fina camada açucarada do politicamente correcto e das “portavozes militares aloiradas de voz afável” é tudo a mesma TRAMPA.
Tirar vidas inocentes sistemática e conscientemente é hediondo.
O problema aqui é o racismo:
“uma vida de um Judeu vale mais que a de um palestiniano. Porque não são feitos da mesma massa existencial.
Uns são o povo escolhido e os outros são a escória da terra.”
[Responder]
O Eurotáliban é um perigo para esta nação. Ainda rebenta com o cinto que tráz á cintura…
Mas olha que as virgens estão esgotadas. Eh ehe eh
[Responder]
Essa do se dizer que israel e o novo sanguinário nazi e que o que se passa em gaza é o novo holocausto é uma big treta.E venha de onde vier não deixa de ser uma treta.Para além disso demonstra uma enorme falta de respeito por todos aqueles que morreram ás nojentas mãos
de hitler e daqueles que o serviram.
Podem defender-se opiniões sem recorrer a tais baixezas.
[Responder]
todo o mal que estão a fazer recairá neles novamente. foi assim com o que fizeram aos negros escravos. é o karma.
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Há dias um conhecido escritor Israelita escrevia no “público” qualquer coisa como que o hamas rejubilava com cada palestiniano que morria pois isso só servia a sua causa. Estou de acordo com isso. O que se esqueceu de dizer foi que sem essas mortes Israel e o os EUA também já não vivem, necessitam do terrorismo para sustentar as empresas que vivem da guerra e da miséria dos outros. O terrorismo, como a droga, movimenta muito dinheiro, dá fortunas fáceis a muita gente e é essa gente que hoje manda realmente no mundo. De outro modo com justificar estas politicas que só fomentam o terrorismo? O poder, em Israel e nos EUA, precisa tanto do terrorismo com o Hamas. É por isso que isto nunca irá acabar.
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a comparação é boa, excepto que os judeus não tinham quaisquer tipos de armas e o Hammas possui toda a panóplia de armas de terrorismo.
Caso não saiba (o que duvido) chama-se a isto guerra assimétrica. De um lado combate-se com um soldados, carros de combate (tanques é para lavar a roupa), aviões e helicópteros, do outro com o terrorismo e todo o seu arsenal, ataques suicidas, colocação de bombas, lançamento de foguetes, sempre contra a população, mais do que contra as forças armadas inimigas.
A força não está necessariamente do lado de Israel, convém lembrar que poucas forças convencionais venceram este tipo de guerra. Os EUA no vietname, a URSS no Afeganistão, etc.
E a proporção de baixas se incluimos vitimas civis de um lado temos de contabilizar as do outro. e não só os judeus.
Para o Hammas o inimigo é todo e qualquer judeu.
Para Israel é o Hammas, se bem que para os judeus todo o palestiniano pode ser um activista do Hammas, e até podemos dar-lhes alguma razão.
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Estou farto de notícias de israelitas e palestinianos a matarem-se mutuamente…
Não arranjam solução?!
NUKE THEM ALL
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