Por Daniel Oliveira
Davos: Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro da Turquia, em resposta a Shimon Peres, Presidente de Israel.
114 comentários 30 Jan 09 em Sem categoriaDavos: Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro da Turquia, em resposta a Shimon Peres, Presidente de Israel.
114 comentários 30 Jan 09 em Sem categoria
Boa tarde Daniel Oliveira,
Os curdos também vivem na faixa de Gaza ?
Cumprimentos
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E os curdos?
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zen, mau exemplo, apesar de tudo. Estando politicamente longe de Erdogan, foi, de longe, como os próprios curdos reconhecem (incluindo através do voto e ao terem mostrado abertura para, caso o AKP não tivesse maiora viabilizar o seu governo), o primeiro-ministro turco que melhor relações foi tendo (ainda longe da resolução do problema) com o povo curdo. Ainda assim, vai ser bonito ver, a partir de agora, aumentarem as fileiras dos apoiantes da independência curda. Se este conflito continua, um dia destes a laicidade do Estado, os direitos das mulheres e dos homossexuais, os direitos dos curdos e tantas outras causas que a direita sempre desprezou ganharão imensos activistas. Ao menos que uma coisa saia de bom de tudo isto. Só que Erdogan (que é de direita), até tem sido, para os curdos, o mal menor, tendo sido muitas vezes acusado pelo centro-esquerda nacionalista e a extrema-direita acusado de falta de firmeza.
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Depois de terem roubado e assassinado os milhões arménios e continuarem a assassinar os curdos ,não haja dúvidas que os turcos,são o povo que melhor pode afrontar Israel.
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Pois é Daniel…afinal há males menores
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Longa lista essa que enumerou DO, eu só retirava dessa lista os homosexuais, pois, o primeiro da turquia só falou assim para que desse nas vistas até porque a turquia quer entrar no clube dos ricos, somos tão ingénuos DO.
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É VERGONHA MUNDIAL, NEM NOS PAÍSES QUE SE DIZEM DO 3º MUNDO!… VEJAM O EXEMPLO DO BCP:
- CONTINUA A EXTORQUIR E A SAQUEAR DINHEIROS DAS CONTAS DAS VÍTIMAS (CLIENTES) SILENCIADAS E INDEFESAS, DANDO SEGUIMENTO PARA O BANCO DE PORTUGAL COMO SENDO DÍVIDA DE INCUMPRIMENTO (CRC) DO CLIENTE. ASSIM DESTA FORMA O CLIENTE FICA CADASTRADO NO BANCO DE PORTUGAL PARA TODA A SUA VIDA, NÃO PODENDO FAZER QUALQUER MOVIMENTO BANCÁRIO… ENQUANTO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS CONTINUAM INTOCÁVEIS E AINDA GOZAM…
bcpcrime.blogspot.com
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Erdoggan:
um exemplo de direitos humanos, democracia, tolerancia religiosa e política.
o exercito do país dele nunca matou crianças curdas e arménias?
eu sei que não me responde, mas deixo a pergunta à mesma.
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PDuarte, acho que Erdogan não é um país.
Quanto a tolerância religiosa, acho que não há, mas não no exacto sentido em que o PDuarte está a pensar.
Portugal também matou judeus. Suponho que os nossos chefes de Estado e primeiro-mnistros nunca poderão abrir a boca sobre direitos humanos.
Sobre a Turquia podemos ter aqui um debate interessante. Liás, tivesse sido outro qualquer líder e não teria autoridade, porque ninguém tem autoridade para criticar Israel. Mas devia informar-se um pouco melhor sobre Erdogan, que representa, apesar das minhas largas diferenças ideológicas com o senhor, uma enorme esperança para a democratização total da Turquia.
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Achei que foi uma pena não terem dado mais tempo de antena ao Shimon Perez e ao Tayyip Erdogan. De certeza que seria uma discussão interessante do ponto de vista de um qualquer derby politico.
Ambos os paises ainda estão a limpar o sangue dos oprimidos que teima em manchar a lapela dos seus belos fatos, feitos á medida para o desfile de Davos.
Se bem que no caso dos Turcos o sangue já esteja seco ou pelo menos coalhado.
Foi de facto uma pena o homenzinho ter saido tão estemporaneamente da conferencia porque de certeza que com o calor da discussão, ambos deixariam transpirar algumas inconfidencias bem interessantes que estes possuem um do outro (leia-se não no sentido individual mas de estado)
Mais uma acha para uma fogueira que ninguem quer ver apagada que directa ou indirectamente dá um jeitasso a todos………………………………. menos aos palestinianos!
Aquele Abraço
A.R.A
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E dos arménios, ninguém fala?
Ó DO não tinha melhor exemplo para mostrar?
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Erdogan,esteve muito bem,ao contrário dos oportunistas e pusilanimes amigos do nepotismo,os ‘dirigentes’ europeus.
Berlusconi,Sarkozy?Eheheheheh
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Este video so mostra a versão do turco
Pois mas aqui não se vê nenhuma intervenção do israelita, é só a versão do turco mas nos telejornais do meio dia deu uma passagem dessa conferencia em que o israelita interrogou o turco sobre o que faria se istambul passasse a estar dia sim dia não sobre objectivos de mísseis e rockets, e fosse preciso por termo a isso, escondendo-se o inimigo no meio das famílias, e tendo que avisar estas para abandonar os locais que iam ser alvo de bombardeamento, a minha curiosidade estava residindo na resposta do turco acontece que o turco aí levantou falou de outras coisas levantou-se e saiu, não soube mais nada. muito barulho e saida
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=385243&tema=3
1
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Anónimo, acho que se os turcos enfiassem os curdos num território minusculo, os cercassem com um muro, impedissem a entrada de alimentos, criassem check points para os impedir de ir trabalhar ou para a escola ou para o hospital, lhes demolissem as cidades, lhes roubassem as terras, e fizessem isso não apenas no Curdistão Turco mas também, por exemplo, no Curdistão Iraquiano, talvez passassem mesmo os dias debaixo de rockets. E ninguém acharia isso muito estranho e até talvez condenassem os turcos pelo seu comportamento. Na verdade, parte disto foi feito pelos turcos (nunca foram tão longe como o requinte israelita), e tiveram as consequências.
Acho que se os turcos perseguissem de forma continuada os arménios, os matassem, os perseguissem, os torturassem, o Mundo era capaz de se indignar. E por acaso indignou-se. Mas no caso de Israel, é com os perseguidos, com os cercados e com os expulsos que nos devemos indignar. É como se a nossa condenação hoje fosse para os curdos porque não deixam os turcos em paz e eles, coitados, têm de se defender.
De resto, é inacreditável que os palestinianos vivam com as suas famílias. Malandros!
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Isto é só mais uma acha para a fogueira da actual guerra fria entre civilizações.
Este palhaço turco fez isto só para angariar apoios internos e conseguiu, pois foi recebido como heroi em casa.
Abandonou a discussão por não ter qualquer razão a não ser o ódio muculmano para com Israel.
A pergunta do israelita tem toda a razão de ser. Ninguem pode consentir estar sempre a levar com foguetes em cima, como estavam cerca de 1 milhão de israelitas que vivem perto da fronteira de Gaza, já á largos meses. Esse mesmo milhão exiguiu ao seu governo uma medida apara acabar com essa situação, foi-lhe consedida depois dos apelos de israel ao mundo para que se toma-se uma atitude, eu ví esses apelos nos telejornais, caíram em saco routo. Este Erdogan e outros como ele assobiaram para o lado.
E ainda querem estes atrazados mentais na U. E. lagarto, lagarto.
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acho que se os turcos enfiassem os curdos num território minusculo, os cercassem com um muro, impedissem a entrada de alimentos, criassem check points para os impedir de ir trabalhar ou para a escola ou para o hospital, lhes demolissem as cidades, lhes roubassem as terras, e fizessem isso não apenas no Curdistão Turco mas também, por exemplo, no Curdistão Iraquiano, talvez passassem mesmo os dias debaixo de rockets.
Não passavam não pois acabavam-lhes com a raça, como fizeram com os Arménios.
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eu não sou ninguem para o contrariar Daniel, mas o pouco que sei sobre Erdogan, leva-me a dizer que ele é que o lider de um partido que entrou em conflito com uma certa laicidade que o Estado turco vinha tendo desde os tempos de Ataturk.
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Erdogan, Ahmadinejad, Assad…que exemplos fantásticos!…verdadeiros paladinos dos direitos humanos!..
Já percebi – aqui, desde que ‘malhe’ nos Israelitas, apoia-se qualquer um.
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Caro Daniel, é preciso ter lata!!! Como se atreve? Ainda é expulso do BE…
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Daniel Oliveira, é curioso que refira o Curdistão Iraquiano…então não foi esta mesma Turquia que há bem pouco tempo invadiu o Norte do Iraque para atacar os curdos com a desculpa da luta contra o terrorismo?
Refere também o Primeiro-ministro turco como um mal menor para os curdos (onde foi buscar essa informação?) … e? significa então para si que Erdogan é um exemplo máximo da defesa dos direitos humanos? Eu não tenho dúvidas que é apenas oportunismo e hipocrisia.
Penso que o Daniel para fazer valer o seu ponto de vista em relação à sua oposição da política de Israel não precisava de dar relevo a uma personagem mediocre como o PM Turco.
ps – sou de Esquerda por isso a conversa das novas causas da Direita para mim não vale.;)
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Daniel Oliveira, esqueci-me de um reparo ao seu comentário #14…os Turcos fizeram muito pior do que o que o Daniel descreve ou já se esqueceu do império Otomano que durou até ao séc. XX e que subjugou boa parte da Europa?
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Não é cuisioso, , foi por isso que me referi ao Curdistão iraquiano.
Eu estava a pensar na história recente, sabe.
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Erdogan, o medíocre, massacrador de curdos…
Resumindo:
cowboys, os nossos – bons
indíos, os outros – maus
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Postei isto no 5dias de manhã. Mas no problems, pois a nossa argumentação quanto a este assunto é muito semelhante. Tudo o que denuncie directamente Israel, sem ambiguidades, é bem-vindo.
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18 José Bastos
30 Jan 2009 às 23:01
Erdogan, Ahmadinejad, Assad…que exemplos fantásticos!…verdadeiros paladinos dos direitos humanos!..
Já percebi – aqui, desde que ‘malhe’ nos Israelitas, apoia-se qualquer um.
Realmente neste blog só falta mesmo um videozinho de uma bandeira de Israel a arder…
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Daniel.
“criassem check points para os impedir de ir trabalhar ou para a escola ou para o hospital, lhes demolissem as cidades, lhes roubassem as terras, e fizessem isso não apenas no Curdistão Turco mas também, por exemplo, no Curdistão Iraquiano, talvez passassem mesmo os dias debaixo de rockets.”
Plenamente correcto o pensamento, e se a turquia tivesse sido criada, e se no seu percurso histórico se tivesse desenvolvido ao lado de vzinhos com quem nunca houve paz, sempre agressivos e prontos a correr com ela dali, infernizando-lhe a vida todos os dias com rocketes sobre istambul, eu queria saber, mesmo hipotéticamente o que pensava o turco se vivesse essa realidade, o que faria para proteger o seu povo, acontece que ele nem foi capaz de imaginar viver sobre essa realidade e a isso disse nada, lembrou-se de atacar a voz grossa do israelita pelo seu passado de luta e ódio criado ao lado de populações árabes e hostis.
O que eu queria saber é se ele hipotéticamente se conseguia colocar na pele do outro vivendo naquele meio e sendo agredido daquela maneira no seu quotidiano, e se manteria a calma e nunca ripostaria ou na prática cristã da passividadde, daria a outra face sempre às agressões. Era só isto uma coisa tão simples que eu queria ouvir dele, e não consegui.
(“De resto, é inacreditável que os palestinianos vivam com as suas famílias. Malandros”)
As vitimas são sempre deploraveis para quem tem sentimentos de humanidade, acontece que não existem expontaneamente por si, são consequencia de outros actos que é preciso analisar e tentar resolver, o lamentar e atirar com a vitimas e com fotos terriveis de vitimas não resolve o problema que criou essas vitimas, só prucura colocar-nos por meio das emoções de um dos lados da barricada, colocando todo o odioso do outro lado. Os retratos de funerais são um dos mais influentes meios de promover essa propaganda, e revela o ódio e a intransigência de uma guerra sem fim, é o escudo humano exposto no enterro das crianças assassinadas. Tanto de um lado como de outro, Israel e Hamas têm duas políticas intolerantes mas a provocação e ataques do hamas, não lhe da desculpa para depois se vitimizar. Mas Como Israel recebe ataques diários há muito tempo, tinha tem e terá que se defender. A dificuldade de diálogo, é baseada num círculo vicioso de retaliação ao ódio, enquanto não houver uma revolução na mentalidade de mulçumanos e judeus, o conflito histórico durara sempre, numa lógica infernal, a sobrevivência de uns só será garantida se matar o outro primeiro, uma especie de ódio institucionalizado, e quase genético.
As agora desculpe lá, não concordo minimamente consigo, quando os atacantes palestinos se escondem entre inocentes justamente para depois poderem culpar a vítima original, Israel. Não tem desculpa mesmo que o senhor venha com o choradinho das vitimas.
A isto, o turco a isto disse nada. Ou seja só compreende uma das partes do conflito, sendo apoiado como heroi no mundo arabe, o que leva a nada na resolução do problema.
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é o facto de os interesses economicos se imiscuirem nas questoes politicas,
e das querelas politicas, nao resolverem as questoes economicas sociais,
que o mundo anda ad eternum à batatada refem do pior que existe vindo da caixa de pandora !!
Sharon e Erdoggan nao acrescentaram nada ao que já se sabia.
e de davos sai mais uma mao cheia de nada, mas mais uma polémica jeitosa para os media !!
se bem que o erdoggan fez muito bem referir que o tempo de intervençao tem que ser igual para ambas as partes em debate, porque senao houver equidade de tratamento… (e isto serve tanto para o medio oriente como para resto do mundo ),
nunca haverá soluçao
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Não esquecer Enver Pasha e o genocídio armenio.
Não esquecer o Curdistão no seu todo e as promessas.
Não esquecer o povo Curdo tratado como uma carta fora do baralho e a sua identidade própria que difere na cultura, religião e paradigma social dos seus vizinhos.
Não esquecer a Turquia, potência regional que vive num limbo entre o Ocidente e o Oriente e que como potência regional que é joga conforme os seus intentos.
Quanto ao incidente circense que ocorreu em Davos, é não ligar pois estavam a comparar quem tinha o melhor ( maior do ponto fálico da coisa) F-16.
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A Turquia não é aquele país que de vez em quando vai ao Iraque bombardear “terroristas”?
Não é aquele país que, com a ajuda do Azerbaijão, impõe um bloqueio quase total à Arménia (90 anos depois de ter chacinado milhão e meio de gajos)?
Não é aquele país em que volta e meia uns juízes, uns jornalistas e uns militares mais exaltados têm um fim precoce (se calhar fumam muito)?
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É por isto que os turcos devem ficar longe da UE!
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«Anónimo, acho que se os turcos enfiassem os curdos num território minusculo, os cercassem com um muro, impedissem a entrada de alimentos, criassem check points para os impedir de ir trabalhar ou para a escola ou para o hospital, lhes demolissem as cidades, lhes roubassem as terras, e fizessem isso não apenas no Curdistão Turco mas também, por exemplo, no Curdistão Iraquiano, talvez passassem mesmo os dias debaixo de rockets (…)»
Pois, mas essa analogia não se aplica ao caso israelita. Para isso teria de acrescentar o genocídio de turcos na Europa (que colocaria em causa a sobrevivência deste grupo étnico).
Teria que estar igualmente incluída a criação de um estado turco como garantia de sobrevivência para os turcos num território que lhes pertencera em tempos ancestrais, assim como a suposição de que todos os países vizinhos eram dominados por curdos e que os palestinianos, neste caso, seriam o equivalente a um grupo de curdos e descendentes da antigos curdos (convertidos à religião dominante na região), que passaria a habitar num enclave e que havia eleito como seus líderes, uma cambada de fundamentalistas religiosos que se recusariam a reconhecer a existência do estado turco e concomitantemente, seriam responsáveis por orquestrarem ataques constantes contra os turcos.
Agora não pense que ao aprofundar desta forma a sua analogia estarei a aprovar os excessos cometidos pelas forças de Israel, nomeadamente no que se refere à destruição de casas, checkpoints etc. Longe disso, mas esse facto também não invalida que Israel não possua o direito de se defender. Negar o direito de auto-defesa a Israel é negar o seu direito à existência.
O Daniel Oliveira acusa Israel de utilizar forçar desproporcional. Mas esperava o quê? Que Israel não reagisse? Ou em caso de reacção, que tal não implicasse mais do que o envio de 10 homens armados para cobrar um fim aos ataques do Hamas? O que esperava de uma guerra urbana, sobretudo numa em que uma facção utiliza a sua população civil como escudos humanos? Que não implicasse a morte de civis inocentes? E o que tem a dizer do facto do Hamas ter armadilhado vários edíficios, pondo em risco a vida de civis inocentes?
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Ups! Em cima queria dizer: “também descendentes de turcos”. Isto porque entre os que hoje denominam de palestinianos, encontram-se imensos descendentes de hebreus que em tempos mais remotos se converteram ao Islamismo.
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este gajos pro hamas estão desesperados. daqui a nada também citam kadafi e chaves.
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sim, Daniel, a o governo turco é o paladino da pluralidade democrática e do respeito dos direitos humanos no mundo!!
vamos todos seguir o exemplo da Turquia!!
já não há pachorra!!
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Ora vejamos este novo herói do Daniel.
Há dias disse que ” a democracia é como um autocarro. Quando chegas ao destino, desces”
É…um que não se cala!
O PPK lança ataques em território turco. A Turquia faz exactamente aquilo que Erdogan agora critica a Israel: ataques aéreos que matam centenas de “civis” e invasões terrestres.
O Daniel protesta?
Não…não há “sionistas” à mistura, a causa não tem iluminação, não dá prestígio.
E Chipre? Tb não está nas “causas”…a Turquia invadiu, fez uma limpeza étnica, recusou as resoluções das Nações Unidas e o novo herói do Daniel não se lembrou disso quando bramiu que Israel devia ser expulso das Nações Unidas por desrespeitar resoluções das Nações Unidas.
É obra!
Por outro lado Erdogan deixou finalmente cair a máscara.
Neste momento todo o poder do estado está nas mãos de um partido islamista, algo que não pode ser encarado de ânimo leve pela Europa, sabendo-se o que é o islamismo…
Muita gente suspeitava da agenda islamista de Erdogan e a dúvida desfez-se. Erdogan pretende conduzir a Turquia de regresso ao passado remoto e mítico do Islão, esse desígnio está a ficar claro e a Turquia vai adentrar-se de forma catastrófica no beco sem saída do islamismo político, voltando definitivamente as costas à Europa e ao Ocidente.
A herança de Ataturk está a ser delapidada e o Governo islamista só ainda não foi mais longe na reislamização, porque as Forças Armadas são (ainda) mais fiéis a Ataturk do que a Maomé.
Mas isso não deve durar muito….
Com os aplausos do Daniel…
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Que engraçado, lembrei-me de mais umas….
A Turquia não é aquele país que ocupa metade do Chipre há 30 anos, tendo corrido com os gregos todos para sul da linha verde?
Não é aquele país que patrocinou descaradamente a albanização do Kosovo?
Não é aquele país onde muitos sonham reabilitar o Império Otomano (que, só por acaso, incluiu os actuais territórios israelitas e palestinianos)?
Ah, que parvoíce, esqueci-me que aos turcos não se pede qualquer responsabilidade histórica, é só aos judeus…
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Á atenção do Levy, da Helena Matos, do José Manuel Fernandes, e outros prosélitos:
”
El Ministerio de Exteriores de Israel ha iniciado el reclutamiento de centenares de voluntarios que tendrán la misión de contrarrestar las críticas que recibe su Estado en los diarios digitales de todo el mundo y defender los intereses del país en la blogosfera en general.”
Ver notícia aqui -
http://www.publico.es/internacional/196105/israel/inunda/internet/propaganda
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Ó Zenobio e acha mal feito ? Pois se todos os blogs por esse mundo fora forem como este, penso que está reposta a igualdade…..
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António Cunha,
Não se trata se achar mal ou bem feito. É apenas a confirmação daquilo que dizem não existir – a Hasbara.
Assim se entendem melhor, por exemplo, muitos dos editoriais do JMF, no Público (português).
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Zenóbio,
Se você considera que alguns de nós foram contratados pelo governo israelita só porque defendemos a existência de Israel e o direito de auto-defesa do seu povo, então também eu o posso considerar como membro/apoiante de movimentos radicais islâmicos (Hizbullah ou Hamas), ou até de movimentos neo-nazis. Todos anti-sionistas. E de notar que a estes acrescentam-se agora uma série de playboys esquerdistas.
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Duarte Sousa,
Não tenho que o classificar não conhecendo as suas opiniões. Limito-me a fazer destrinça entre simpatizantes e acólitos. Em referência a algumas pessoas que escrevem em blogues e nos Media em geral, não tenho a menor dúvida: fazem parte da rede de propaganda do Estado de Israel.
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37# Zenóbio,
Não se esqueça que essas insinuações (?) são válidas para si também.
A notícia que postou, não me aquece nem me arrefece. O governo israelita faz o que acha mais conveniente para lidar com a frente mediática, que como sabe está cheia de Zenóbios anti-israelitas. Uns são recrutados pelo Hamas, outros fazem o papel de idiotas úteis ao serviço do Hamas, outros utilizam o problema dos palestinianos para fins políticos e para se auto promoverem, etc etc. Vale tudo, até uma colagem ao PM da Turquia.
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Levy,
Você quer me dizer se é um idiota útil ou apenas anti-palestiniano? ( a sua bitola também lhe deve servir)
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43 # Zenóbio
Caro zenóbio,
já se percebeu que apenas quer a espuma deste assunto. Se assim não fosse, não escreveria que eu sou anti-palestiniano. Como deve saber, defendo a existência de 2 estados: o de Israel e o da Palestina, nas fronteiras de 1967, ou equivalentes. Se acha que por defender isto sou anti-palestiniano e idiota útil, fica bem claro quem é o inútil e o anti-israelita desta discussão.
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Que rockets palestinianos sejam lançados sobre o ocupante é normal e legítimo para o direito internacional. Pelo menos enquanto o ocupante não organizar eleições gerais e livres sem discriminar religiões. Isto é, enquanto não acabar o criminoso regime de apartheid nazi-sionista.
Logo, é ridículo falar de rockets sobre Istanbul…a Turquia tem apartheid e mantém guettos como o de Gaza ?
Acrescente-se que Erdogan e os islamistas turcos NÃO são anti-laicos (separação de religião e estado) mas anti-secularistas (isto é, opõem-se à expulsão da esfera pública da religião, fonte da identidade, da coesão e dos valores da sociedade). E com toda a razão: a decadência começa com o secularismo jacobino, o ocidente que o diga…
E Ataturk, o pai do secularismo turco, era um cripto-judeu (da seita de Shebatai Zevi) homossexual. Apesar de ter feito uma modernização notável da Turquia no início do século passado, foi longe demais ao pretender abolir para a eternidade os fundamentos religiosos da Turquia. Os islamistas turcos são muito mais democráticos, europeístas e respeitadores das minorias que os militaristas secularistas, derrotados nas eleições.
Embora não tenha tempo para iluminar a ignorância histórica de muitos comentadores, lembraria que o Império Otomano sempre foi um oásis de tolerância religiosa e que acolheu a quase totalidade dos judeus sefarditas expulsos de Espanha e Portugal no séc. XVI…
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37# Zenóbio,
A ser verdade vê mal nisso? Até me parece uma medida sensata.
Imagino que preferisse um ambiente estanque, onde se pudesse dar largas a acusações incontestadas contra Israel, sejam elas infundadas ou de uma criatividade verdadeiramente risível.
Como não gosto de falar de cor tentei encontrar na internet um video (bom ou mau) que provasse, uma que fosse, das multiplas atrocidades que vi atribuidas a soldados Israelitas e nada…népia…nem um!
Pelo contrário deu um resultadão procurar ‘marotices’ do Hamas!
Mas não me ligue, sou apenas mais um agente da propaganda zionista.
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“tentei encontrar na internet um video (bom ou mau) que provasse, uma que fosse, das multiplas atrocidades que vi atribuidas a soldados Israelitas e nada…népia…nem um!” José Bastos # 46
Não me diga ! Há milhares. Veja estes slides, mas com cuidado, é que fazem vomitar…
http://www.islamway.com/gaza/gallery/?page=1
http://www.slide.com/r/JPXwu624xj8M-aBj2qF53WRCAE3eFjbh?
previous_view=TICKER&previous_action=TICKER_ITEM_CLICK&ciid=72057594261409160
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“o Império Otomano sempre foi um oásis de tolerância religiosa”
Os mitos são poderosos, dão a narrativa simplória que os zézés deste mundo precisam para babujarem asneiras, mas infelizmenta não passam disso:
Mitos!
Os arménios cristãos achariam piada se o assunto tivesse pieda.
Os gregos ortodoxos, expulsos aos milhões.
Os judeus, coitados, ainda hoje são perseguidos na Turquia.
Por vezes, nas sociedades islâmicas os judeus, bem como os outros grupos não islâmicos eram tolerados como cidadãos de segunda, sujeitos a um imposto especial. Tinham o estatuto de dhimmis, ou seja, escravos. De resto, apesar de terem sido os judeus a salvar Maomé da morte, este assim que teve poder, começou logo por atacar e destruir 3 tribos judaicas de Medina (as tribos Banu).
Em 1066, os muçulmanos de Granada massacraram os judeus que davam prosperidade ao Reino.
Houve pavorosos pogroms em todo o Norte de África e s judeus foram confinados em ghettos (os mellahs) Os almóadas acabarem de resto por expulsar os judeus de Espanha e Marrocos.
Tamerão liquidou quase todos os judeus de Aleppo, em 1400.
Em 1465, os judeus de Fez foram todos mortos por multidões muçulmanas e o pogrom espalhou-se a todo o país.
Os otomanos começaram por acolher os judeus espanhóis, mas em 1656 foram expulsos de Isfahan, obrigados a converter-se ao Islão. Quem não o fez tinha de pagar a jizya e usar roupas distintivas.
Em Bukharan foram confinados a bairros fechados e perseguidos. No Yemen eram considerados impuros e tinham de humilhar-se sempre que passavam por um muçulmano. Não podiam ter camelos, casas mais altas que os muçulmanos, etc
Em 1828, os judeus de Bagdad foram massacrados. Em 1839 os de Meshed.. Em Barfurush em 1867.Em 1840 em Damasco. Em 1860 na Líbia. Em 1864 em Marraquexe e Fez; Em 1869 em Tunis, etc,etc
A “tolerância” islâmica tem apenas um sentido: a que exigem para com as suas aberrantes crenças, mas se dispensam de propiciar aos outros.
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47# Zézé,
Digo digo, e repito.
Parece-me que não percebeu…eu explico:
1 – Onde escrevi “video” referia-me a “V-I-D-E-O”, como forma de designar imagens em movimento.
2 – Ao escrever “que provasse”, relativamente a esses tais VIDEOS, queria dizer que seria interessante que essas imagens em movimento constituissem prova de atrocidades.
Queria ver um VIDEO ( não “milhares”, UM!) que PROVASSE uma das multiplas atrocidades atribuidas a soldados Israelitas. Se possível de um site isento ( a evitar – nomes tipo islamway . com )
É uma tragédia que entristece qualquer um, ver fotos de crianças mortas e feridas. Tem que se mostrar a perversidade de quem as feriu para estarmos perante uma atrocidade.
http://www.youtube.com/watch?v=5oesBeCFAlg – este VIDEO PROVA que soldados do Hamas usam ambulâncias da ONU como transporte de tropas.
http://www.youtube.com/watch?v=1xisp2gys6o
- Este VIDEO PROVA que o Hamas comete atrocidades sobre o seu próprio povo.
Tente lá novamente Zézé.
[Responder]
(“Acrescente-se que Erdogan e os islamistas turcos NÃO são anti-laicos (separação de religião e estado) mas anti-secularistas (isto é, opõem-se à expulsão da esfera pública da religião, fonte da identidade, da coesão e dos valores da sociedade). E com toda a razão: a decadência começa com o secularismo jacobino, o ocidente que o diga…”)
Sofrendo acusações de atentar contra o carácter laico e secularista do estado e de tentar impor a sharia,lei islâmica a Turquia quer regressar ao passado?, a criação do estado turco, sobre as ruínas do Império Otomano, em 1923, teve como principal protagonista o militar Atatürk. A base mais sagrada do Estado fundado pelo militar é o secularismo. Que agora esta a ser atacado, tanta identidade, nessa visão que a democracia não existe nos outros países que tem a mesma visão, e os direitos humanos são violados todos os dias nos países árabes teocraticos, mas claro que para além de religiosa esta questão é política. É um processo legal ou seja desenrola-se um processo legal à superficie, mas sob esta superfície há uma luta política do Exército e de políticos seculares de um lado, e de nacionalistas muçulmanos de outro. A luta pelo véu islâmico de há tempos atrás não é apenas pela religião, é também uma oposição ao Estado que advoga o secularismo. O ocidente quer que a turquia se torne um modelo político para o resto do mundo islâmico, e a sua integração na Europa. Mas há quem queira o oposto. Mas pela amostra de pensamento a religião e estado devem comer no mesmo prato, e devíamos voltar ao século XV, onde eles ainda estão, e onde o Corão é um fonte de direito.
(“Embora não tenha tempo para iluminar a ignorância histórica de muitos comentadores, lembraria que o Império Otomano sempre foi um oásis de tolerância religiosa e que acolheu a quase totalidade dos judeus sefarditas expulsos de Espanha e Portugal no séc. XVI…”)
Desde a fundação do islamismo os cristãos foram conquistados, mortos, escravizados ou desprezados como cidadãos de segunda classe. Ainda hoje, essa espécie de perseguição é mais óbvia no Irão, na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes, no Paquistão, no Afeganistão, no Iraque, no Sudão etc; e em menor número em países mais secularizados como o Egipto, a Indonésia, a Tunísia, e a Turquia. O que demonstra uma coisa o secularismo é muito melhor que o anti-secularismo.ainda recentemente um bispo portugues suponho que era bispo e não deve apologista do secularismo, e estou relembrando uma noticia, enumerava perseguiçoes a cristãos em muitos paises arabes.
Quando constantinopla foi conquistada e destruída pelos otomanos em 1453, que então ocuparam grandes áreas do Império Bizantino com suas igrejas ortodoxas,
os cristãos eram considerados cidadãos de segunda classe; é claro que esta politica ia-se modificando de sultão para sultão da perseguição cruel à pressão moderada por meio de impostos extras, ou a falta de acesso a determinados bens basicos etc. e só para ver as perseguições atingiram o declinio no fim do Império de Otomano e no começo da república turca moderna, secularista mais uma vez, o secularismo é menos mal. Quando centenas de armênios são presos em Istambul divididos em grupos. Cada um seguindo para cidades distintas, mas o destino é semelhante, é a morte, esse não foi o primeiro acto cometido pelos turcos contra a minoria arménia do império otomano e nem será o último, mas é um episódio que ficou conhecido como o primeiro genocídio cometido por um Estado moderno, para quem enche a boca de crimes contra a humanidade dos israelitas, se israel fizesse assim aos palestinos tinha o problema de gaza resolvido, mas também existe o negacionismo turco não existe?
E ainda há quem se sirva da alavanca da historia.para a tolerancia religiosa e politica dos turcos otomanos.
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Caro Levy,
Tenho o maior apreço intelectual por si, por aquilo que escreve, pela entrega à causa e pela paixão com defende os seus pontos de vista. Isso não basta para concordar consigo em muitas coisas. Uma delas, talvez a mais evidente, será o problema judeu/palestiniano. Concordo que se tenha molestado com o epíteto de anti-palestiniano, deixei claro que era uma retribuição em igual grau e modo ao chamamento recebido. Acredite que também eu defendo dois estados soberanos, podendo partilhar a mesma capital – Jerusalém. Contudo, tanto quanto sei, as suas posições ( e ressalvo algum comentário que eu não tenha lido) nunca foram a favor do desmantelamento dos colonatos pós 1967, livre acesso aos aquíferos, e soberania plena das fronteiras.
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«Os otomanos começaram por acolher os judeus espanhóis, mas em 1656 foram expulsos de Isfahan, obrigados a converter-se ao Islão. Quem não o fez tinha de pagar a jizya e usar roupas distintivas»
Algo semelhante terá acontecido a muitos hebreus cujos descendentes hoje se denominam de palestinianos (e afegãos). O actual confronto entre israelitas e palestinianos em muito se deve à religião. Se excluíssemos este factor haveria provavelmente muito menos propensão para a violência naquela região e para a necessidade de se criarem dois estados.
Tanto uma facção como a outra teriam a ganhar muito mais caso se formasse apenas um Estado hebraico de carácter secularista, democrático e humanista, plenamente direccionado para o conhecimento científico e para o desenvolvimento tecnológico e no qual coexistiriam elementos tanto da cultura hebraica, como da cultura árabe, nomeadamente a nível da língua, da escrita, da música, da dança, da arquitectura, do artesanato, da culinária etc. A religião, por sua vez, teria de ser relegada para o plano da mitologia ancestral.
Livros como a Torah, o Novo Testamento ou o Alcorão deverão ser apenas preservados para nos ajudar a entender comportamentos e valores das sociedades actuais e do passado. Tirando isso, não merecem mais do que ser colocados e esquecidos em prateleiras, junto da secção de banda-desenhada.
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«Contudo, tanto quanto sei, as suas posições ( e ressalvo algum comentário que eu não tenha lido) nunca foram a favor do desmantelamento dos colonatos pós 1967, livre acesso aos aquíferos, e soberania plena das fronteiras.»
Zenóbio,
É pouco provável que o governo israelita aceite a desmantelamento de todos os colonatos ilegais sem algo precioso em troca. Repare que não foram apenas os ditos palestinianos a serem expulsos das suas terras. O mesmo sucedeu com inúmeros judeus que habitavam em países árabes nas décadas de 40 e 50.
Há que saber negociar, não é? Não se esqueça que Israel representa uma garantia de sobrevivência para o povo hebraico.
No entanto, note-se que apesar dessa realidade, o actual governo israelita tem discutido a possibilidade de Israel manter cerca de 10% da Cisjordânia. A Autoridade Palestiniana (AP) ficaria com os restantes 90%, mais o território da Faixa de Gaza.
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“se formasse apenas um Estado hebraico de carácter secularista, democrático e humanista, plenamente direccionado para o conhecimento científico e para o desenvolvimento tecnológico”
Duarte Sousa, Israel é um estado hebraico, secularista, democratico, humanista e isso tudo que você disse. Na verdade é mais secularista que o Reino Unido, os EUA ou a Dinamarca.
” A religião, por sua vez, teria de ser relegada para o plano da mitologia ancestral.”
O Islão não pode ser relegado. Não é apenas uma religião, mas uma ideologia, um sistema político, um corpo jurídico.
César e Deus governam na mesma esfera.
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50 # Zenóbio
“Contudo, tanto quanto sei, as suas posições ( e ressalvo algum comentário que eu não tenha lido) nunca foram a favor do desmantelamento dos colonatos pós 1967, livre acesso aos aquíferos, e soberania plena das fronteiras.”
Os seus também não. Isso raramente se discute aqui, porque a gritaria que alguns fazem não o permite. Neste blogue o problema dos palestinianos é usado para fins politicos, e o dono do blogue trata o assunto com um enorme cinismo. Isso foi o suficiente para eu ter entrado de férias em relação a este tema. Mas ao ler a sua provocação no comentário 37, tive uma recaida e pus uma posta de resposta.
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Levy,
O problema judaico/palestino é o exemplo acabado do problema político. Nunca se chegará a parte nenhuma se não for encarado como tal. Enquanto não for abandonado pelos israelitas do conceito de povo escolhido, direito à ocupação da terra prometida, e do lado palestiniano ( mais árabe que palestiniano) corpo estranho no mundo islâmico, regresso às fronteiras de 1947, haverá um ciclo de agressão – vingança – agressão – vingança. Encare-se a realidade, e permita-se um estado palestiniano com continuidade territorial, soberano, viável. Permita-se a Israel viver como um país normal, sem tentações hegemónicas nem sonhos messiânicos.
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“É pouco provável que o governo israelita aceite a desmantelamento de todos os colonatos ilegais”
Em 1º lugar porque o adjectivo “ilegais”, é altamente discutível.
De resto o uso de jargão jurídico contra Israel é uma táctica de lavagem cerebral que foi combinada em 2001, no tristemente célebre fórum anti-semita, Durban 2001.
O simples facto de se usar o termo “colonato ilegal”, é já uma vitória da aliança islamo-esquerdista.
Há mais…os “crimes de guerra”, o “genocídio”, a “ocupação ilegal”, a “força desproporcionada”, tudo magníficos exemplos de apropriação da linguagem para fins propagandísticos.
Na verdade, os colonatos não são “ilegais” à luz do Direito Internacional.
Não só aquela terra foi conquistada na sequência de guerras defensivas, como os países e quem foram conquistadas se recusaram a recebê-las de volta, não havendo nenhuma entidade politicamente organizada e reconhecida para as receber.
O “ilegais”, é adjectivo…usado pela parte a quem interessa jogar com as palavras.
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Duarte Sousa,
“o actual governo israelita tem discutido a possibilidade de Israel manter cerca de 10% da Cisjordânia. A Autoridade Palestiniana (AP) ficaria com os restantes 90%, mais o território da Faixa de Gaza.”
Está a falar a sério?
Já viu o mapa do colonatos? A palestina com colonatos judeus parece uma renda de bilros.
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“O simples facto de se usar o termo “colonato ilegal”, é já uma vitória da aliança islamo-esquerdista.!
E eu a pensar que quem ocupa um território, retalha campos, abate árvores, derruba casas, expulsa autóctones e constrói cidades numa terra alheia, comete actos ilegais. É por isso que eu gosto de blogs. Aprende-se muito.
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«Duarte Sousa, Israel é um estado hebraico, secularista, democratico, humanista e isso tudo que você disse. Na verdade é mais secularista que o Reino Unido, os EUA ou a Dinamarca.»
Não é tão secularista quanto eu desejo, mas é sem dúvida muito melhor nesse aspecto do que qualquer país árabe.
De qualquer forma estava a referir-me a um novo estado israelita, no qual seriam plenamente incluídos aqueles que hoje se denominam de palestinianos, assim como os territórios de Gaza e da Cisjordânia. Claro, que isto só me parece possível se ambas as facções se desligarem da religião e, concomitantemente, se concentrarem em construir uma nação nos moldes que idealizei no meu comentário anterior.
Alías, gostava que o mesmo sucedesse no Líbano, na Síria e na Turquia. Desse modo, haveria mais condições para que se alargasse a U.E até Israel. E já que falamos em Israel, porque não incluir também os países do Norte de África. No fundo estaríamos a falar de uma fusão da U.E. com a União dos Países Mediterrânicos.
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«Está a falar a sério?
Já viu o mapa do colonatos? A palestina com colonatos judeus parece uma renda de bilros.»
Pois, daí que se fale numa retirada dos colonatos da Cisjordânia, deixando os palestinianos com cerca de 90% desse território apenas para eles.
Mas imagine-se também as consequências políticas que se farão sentir sobre o Kadima, caso essa proposta vá avante.
Que incentivos terá o governo israelita em desmantelar os colonatos ilegais? Para haver concessão de terras, os árabes terão de oferecer algo de valioso em troca.
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58 # Zenóbio
“o actual governo israelita tem discutido a possibilidade de Israel manter cerca de 10% da Cisjordânia. A Autoridade Palestiniana (AP) ficaria com os restantes 90%, mais o território da Faixa de Gaza.”
Esses 10% são onde vivem o grosso dos israelitas (a volta de Jerusalém, em Ariel, e em Gush Etzion/Efrat). O governo de Israel admite ainda, ceder território israelita na zona do Mar Morto e na Galileia, como a forma a compensar os palestinianos por esses 10% que ficariam em Israel. Na minha opinião faz bem, porque os palestinianos não ficarão prejudicados em termos de área, nem água, e os israelitas não teriam de desmontar os maiores colonatos, coisa que não estou a ver bem como seria feita, tendo em conta as tendencias politicas dos habitantes de tais sitios. Se mesmo assim, a área não coincidir com a que os palestinianos devem receber pelas fronteiras de 1967, terão de ser equacionadas outras hipoteses:
- o egipto e a jordania, que ocuparam o territorio palestiniano em 1947/48 poderão ceder territorio do seu ao Estado Palestiniano, o Egipto no Sinai junto à Faixa de Gaza e a Jordânia, ao longo do Rio Jordão. Seria uma maneira de compensar os palestinianos pelo periodo de ocupação de 1947/67.
- Israel deve indemnizar financeiramente os palestinianos pelo território que eventualmente não lhes possa ser devolvido.
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“Pois, daí que se fale numa retirada dos colonatos da Cisjordânia, deixando os palestinianos com cerca de 90% desse território apenas para eles”
Essa é chave para adiarem qualquer acordo – os 10% que inviabilizam a continuidade territorial, esquartejam a palestina entre muros, auto-estradas cercadas e check-points.
Será que não dá para entender que Israel não vai sair da Palestina? Onde vão instalar os milhões de judeus e prosélitos que faltam?
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Levy,
O seu comentário parece sensato mas pouco viável. Quando conta com cedência de países vizinhos para colmatar as falhas de Israel não leva em conta o desarranjo na ordem internacional que isso provocaria. Parece-me mais um modelo para nunca haver solução.
Por outro lado, faltou explicar o que fazer com as estradas que ligam os colonatos. São para manter como golpes profundos entre a comunidade palestina ou poderão ser usadas por ambas as comunidades?
P.S. Esqueceu-se de mencionar os irredutíveis colonos de Hebron e esqueceu-se do “peso” dos ortodoxos em qualquer governo Israelita.
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“Essa é chave para adiarem qualquer acordo – os 10% que inviabilizam a continuidade territorial, esquartejam a palestina entre muros, auto-estradas cercadas e check-points.”
Os 10% ficam nos sitios que escrevi acima, os outros, que serão poucas pessoas, apesar de dispersas, terão de fazer o que fizeram os de Gaza. Vão protestar, mas a maioria vai receber dinheiro e sair. A questão da continuidade territorial morre aqui.
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«Essa é chave para adiarem qualquer acordo – os 10% que inviabilizam a continuidade territorial, esquartejam a palestina entre muros, auto-estradas cercadas e check-points»
Zenóbio,
Não me parece que você esteja muito a par do que se tem feito neste dois últimos anos na região da Cisjordânia. O objectivo actual do Kadima é precisamente o de preservar apenas 10% do território da Cisjordânia. Ao ceder o resto do território à AP, deixarão de existir quaisquer checkpoints, o que representará um maior alívio para as vidas dos civis palestinianos nessa região.
Existe ainda a questão de Jerusalém, mas o maior entrave às negociações de paz com os palestinianos neste momento prende-se com o movimento radical do Hamas. Os seus líderes continuam a não reconhecer a legitimidade do Estado de Israel, assinalando esse facto através de inúmeros ataques terroristas, apesar das consequências previsiveis que daí advém para o povo que afirmam proteger.
Este tipo de conduta por parte do Hamas é também fortemente estimulado pelos governos da Síria e pelo Irão. São estes os seus principais financiadores. E o Hamas neste momento comporta-se como uma peça manipulável, disposta a sacrificar uma população inteira, justificando tal facto com base numa religião obnóxia que atrai a maioria local – “o martírio é uma obrigação para qualquer muçulmano prezível”.
Escusado será dizer que enquanto durou a Operação Cast Lead, os seus líderes continuaram a disfrutar das suas putas e vinho verde em ricas mansões situadas na Síria e Irão.
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Levy,
Há coisas mais importantes que o dinheiro. Essa via já foi tentada em 48. Fizeram propostas que os palestinos não poderam recusar.
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64 # Zenóbio
“Quando conta com cedência de países vizinhos para colmatar as falhas de Israel não leva em conta o desarranjo na ordem internacional que isso provocaria”
Foram esses países vizinhos que ocuparam o território dos palestinianos antes da guerra dos 6 dias. Não terão de ser chamados a colaborar na resolução do problema?
“Por outro lado, faltou explicar o que fazer com as estradas que ligam os colonatos.”
Julgo que não me fiz entender. Israel fica na posse das povoações de Ariel, de Gush Etzion/Efrat e das situadas na zona de Jerusalém. Todas elas formam continuidade territorial com Israel e não provocam descontinuidade no território palestiniano. Todas as outras, onde vive pouca gente, terão de ser evacuados. Se os israelitas que ai vivem não quiserem ser indemnizados e sair, terão sempre a possibilidade de ficar a viver no Estado Palestiniano, como minoria judaica. Porque não? Há árabes em Israel. Essas estradas que fala, farão parte do Estado Palestiniano, sendo contabilizado o seu valor e debitado ao futuro estado.
“Esqueceu-se de mencionar os irredutíveis colonos de Hebron e esqueceu-se do “peso” dos ortodoxos em qualquer governo Israelita”
Os de Hebron, são 400 no meio de 100 mil palestinianos. O que são 400? Terão de fazer o que o Governo israelita lhes disser para fazerem. Caso contrário estarão por sua conta e risco.
Os ortodoxos são essencialmente os do Shas. Não serão o problema maior, o Shas é um partido religioso, mas pragmático. A resistência maior virá da extrema direita laica…
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67 # Zenóbio,
“Há coisas mais importantes que o dinheiro. Essa via já foi tentada em 48. Fizeram propostas que os palestinos não poderam recusar.”
Há coisas mais importantes, mas neste caso há que ser pragmático. Se não for possível devolver 100% do território, não acha melhor devolver 90% e dinheiro?
Não estamos em 1948.
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66 # Duarte Sousa
“O objectivo actual do Kadima é precisamente o de preservar apenas 10% do território da Cisjordânia.”
Do Kadima e da Autoridade Palestiniana. Os únicos que não aceitam isso são a extrema direita israelita e o Hamas/Hezbolá/Irão/Esquerda Fixe Europeia. Convergem todos para o mesmo.
Olhando para este blogue e para outros, só se observa gente a malhar nos israelitas e a ser conivente e desculpabilizador para com o Hamas. Não observo ninguém a malhar nos palestinianos nem a ser conivente com a extrema direita de israel. É essa a diferença.
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“Não é tão secularista quanto eu desejo, mas é sem dúvida muito melhor nesse aspecto do que qualquer país árabe.”
Duarte, o seu desejo não é bitola objectiva. Israel é um estado laico. A Dinamarca é um estado confessional.
Onde se situa o seu “desejo”, no meio dos dois?
“De qualquer forma estava a referir-me a um novo estado israelita, no qual seriam plenamente incluídos aqueles que hoje se denominam de palestinianos, assim como os territórios de Gaza e da Cisjordânia. ”
Esse é exactamente o plano do Hamas, do Irão e dos chamados “anti-sionistas”.
Seria o suicídio dos israelitas…em menos de um fósforo estariam ser atacados, massacrados e obrigados a uma nova diáspora, dado que as taxas de fertilidade muçulmanas andam pelos 6 a 7 filhos por mulher e os israelitas nada que se lhe apoxime.
Se você acha que os israelitas se vão suicidar, é melhor tirar daí a ideia e pensar no mundo real, em vez de gizar soluções estratosféricas.
É espantoso como toda a gente tem soluções milagrosas para os problemas alheios….
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“E eu a pensar que quem ocupa um território, retalha campos, abate árvores, derruba casas, expulsa autóctones e constrói cidades numa terra alheia, comete actos ilegais”
O seu problema, zenóbio, é que acredita que “pensar”, é papaguear estribilhos.
Acha que Gdansk está ilegalmente ocupada pela Polónia?
Não pensou nisso, pois não?
Pois então pense…Gdansk era território alemão, os alemães atacarem a Polónia, perderem e os polacos ficaram a “ocupar” Danzig.
Ilegal dirá você, convencido que é juiz do tribunal da sua rua.
Mas tem de perceber que uma coisa não é ilegal porque você acha.
Não consta que seja zenóbio o juiz supremo do universo.
É apenas a sua opinião, simplória e analfabeta, mas sua.
Não se leve tão a sério. É obvio que não sabe do que fala e se calhar é por isso que pontifica com tanta certeza.
O que se devia perguntar a si mesmo, é a razão pela qual se farta de berrar sobre Israel e nem uma palavrinha para a Polónia…ou para dezenas de situações semelhantes.
São os judeus, não é?
Sacanas dos judeus….
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As contas do sionista Levy estão mal feitas…
O que deve ser devolvido é 100% do território, não da Cisjordânia, MAS DA PALESTINA inteira, do Jordão ao mar. A Pátria palestina não está à venda. E na Pátria palestina só há um poder legítimo: o que sair das urnas segundo o princípio democrático, ONE MAN, ONE VOTE, ONE LAND, sem apartheids nem discriminação da religião de cada um. A minoria judaica deve submeter-se à vontade popular. Mainada.
O regime nazi-sionista está condenado à destruição. 1.500 milhões de muçulmanos garantem a próxima libertação da Palestina.
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Os disparates históricos dos sionistas caseiros…olhem para esta pérola (entre muitas outras):
“Os otomanos começaram por acolher os judeus espanhóis, mas em 1656 foram expulsos de Isfahan, obrigados a converter-se ao Islão”
Maigode, quanta ignorância. Os otomanos NUNCA expulsaram judeus. Acolhiam-nos quando TODOS os outros na Europa cristã os expulsavam.
Aliás, mesmo sem confirmar essa “expulsão” de Isfahan, de que nunca ouvi falar (no Irão a comunidade judaica tem só 3.000 anos e nunca foi incomodada nem obrigada a converter-se), há que esclarecer que Isfahan nunca foi otomana: Foi sempre persa/iraniana…Pequenos detalhes que provam que um mentiroso se apanha mais depressa que um coxo…
Os nazi-sionistas vão ter de aceitar a democracia e um governo de maioria islâmica na Palestina… tal como os brancos da Africa do Sul apartheidesca tiveram de aceitar o Mandela e a maioria negra… É a vida…
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“Aliás, mesmo sem confirmar essa “expulsão” de Isfahan, de que nunca ouvi falar (no Irão a comunidade judaica tem só 3.000 anos ”
Pois. Só 3.000 anos.
Cousa pouca.
E isto para falar de pérolas.
De sabedoria , é claro .
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“Os otomanos NUNCA expulsaram judeus.”
1º- 1623- Os judeus de Jerusalém foram barbaramente perseguidos. A cidade pertencia ao Império Otomano.
2º-1648- Massacre de judeus ashkenazi.
3º- 1678- Mehmet IV ordenou a expulsão dos judeus do Yemen.
4º-1955- Pogrom de Istambul (e outras cidades), contra judeus, gregos e arménios. 10 000 judeus fugiram para Israel e outros países.
Isto assim a voo de pássaro, só para martelar a cabeça deste dhimmi que por aqui anda a bostejar bacoradas.
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Embora não tenha nada a ver com esta interpelação.
(“Aliás, mesmo sem confirmar essa “expulsão” de Isfahan, de que nunca ouvi falar (no Irão a comunidade judaica tem só 3.000 anos e nunca foi incomodada nem obrigada a converter-se)
(“The reign of Shah Abbas I (1588–1629) was initially benign; Jews prospered throughout Persia and were even encouraged to settle in Isfahan, which was made a new capital. However, toward the end of his rule, the treatment of Jews became harsher; upon advice from a Jewish convert and Shi’a clergy, the shah forced Jews to wear a distinctive badge on clothing and headgear. In 1656, all Jews were expelled from Isfahan because of the common belief of their impurity and forced to convert to Islam. However, as it became known that the converts continued to practice Judaism in secret and because the treasury suffered from the loss of jizya collected from the Jews, in 1661 they were allowed to revert to Judaism, but were still required to wear a distinctive patch upon their clothings.”)
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Ah, então a expulsão de alguns judeus de Isfahan (sempre é na Pérsia, pois..) não os mandou para a fogeira e só durou 5 anos. Continuaram sempre a praticar o judaismo e depois regressaram à cidade… É que o Islão nunca teve Inquisição nem limpezas étnicas “sionistas”. Mas os de Gaza estão há 60 anos impedidos de voltarem a Askhelon (Al Masjal) de onde foram expulsos em 1948…
Ó Maria, o “só” dos 3.000 anos era irónico, não percebeu ?
Depois de 1948, foi Israel, que insistiu junto jos judeus árabes para emigrarem para Israel, onde os judeus eram uma minoria. Os árabes não os expulsaram. Depois dessa data se houve alguma animosidade contra os judeus no mundo árabe, tal não se deveu a qualquer intolerância religiosa, mas devido aos massacres de palestinanos pelos sionistas…
De qualquer modo, judeu perseguido no ocidente cristão já sabia: seguro, seguro…só o Império Otomano. E estavam certos. Por isso é que emigravam para lá…
É que os otomanos não tinham inquisição e NUNCA fecharam sinagogas como na cristandade…
E hoje a Turquia não é um “estado muçulmano” como israel é um “estado judeu”…Os judeus que lá vivem (25.000) são tão turcos como os outros. Não vivem em guetos-bantustões tipo Gaza…
[Responder]
(“Ah, então a expulsão de alguns judeus de Isfahan (sempre é na Pérsia, pois..) não os mandou para a fogeira e só durou 5 anos”)
Quem foi que levantou essa questão de ser ou não pérsia? É melhor que leia os comentários la para trás.
Depois diz
(“Ah, então a expulsão de alguns judeus de Isfahan (sempre é na Pérsia, pois..) não os mandou para a fogeira e só durou 5 anos. Continuaram sempre a praticar o judaismo e depois regressaram à cidade… É que o Islão nunca teve Inquisição nem limpezas étnicas “sionistas”. Mas os de Gaza estão há 60 anos impedidos de voltarem a Askhelon (Al Masjal) de onde foram expulsos em 1948…”)
pois, pois, ora contorcione-se lá mais um bocadito, para quem disse isto, como o senhor disse.
(“Aliás, mesmo sem confirmar essa “expulsão” de Isfahan, de que nunca ouvi falar (no Irão a comunidade judaica tem só 3.000 anos e nunca foi incomodada nem obrigada a converter-se)
De facto nunca foram molestados e obrigados a nada, tal como na pós independência de israel, ignorância crassa, só que, quando os cofres do estado de Isfahan começaram a minguar, ai sim, viram que era mais vantajoso terem os judeus lá embora discriminados, e com insígnias especiais,( não foi o Hitler que inventou isso). já os turcos otomanos diziam que o Fernando e Isabel eram uns tontos estavam expulsando riqueza e inteligência. Era esta a simpatia dos árabes pelos judeus dinheiro. Esta ai no excerto que eu coloquei. Em isfahan, foram expulsos e obrigados a converter-se tal como cá com D. Manuel, expulsos ou / e muitos obrigados a converter-se em cristãos novos, mas que tal como lá, continuavam a manter-se fieis a sua fé e costumes, acontece que o sultão de lá foi mais esperto que o nosso rei, viu que era desvantajoso expulsa-los ou obriga-los a converter-se, era prejudicial para os cofres do estado.
A sua ignorância leva-o a desconhecer o episódio como o senhor admitiu, e a dizer que a comunidade nunca foi molestada e obrigada a converter-se, depois admite mas vem com as comparações da inquisição. Enfim.
Já agora podemos ver o panorama actual.
No Irão os cerca 25 mil judeus que ainda vivem no país podem praticar a sua fé. com a condição de que não se envolvam na política e não se manifestem a favor de Israel. podem continuar a frequentar sinagogas, mandar seus filhos às escolas judaicas e preservar sua cultura e suas crenças. E é isto mesmo o que a comunidade judaica iraniana, uma das mais antigas do mundo, tem feito nas últimas décadas. Segundo dados da HIAS, somente 152 judeus deixaram o Irão entre outubro e setembro de 2006, número menor do que o registado no período anterior, de 297 pessoas. Fontes comunitárias locais dizem que a maioria deixou o país por razões económicas e familiares, desde 1979, quando da Revolução Islâmica que levou o aiatolá Khomeini ao poder, muitos judeus foram executados sob a acusação de serem sionistas. Quem deseja um passaporte deve fazer o pedido numa repartição especial e, uma vez feita a solicitação, a pessoa fica, de imediato, sob observação. O governo também não permite que todos os membros de uma mesma família viajem ao exterior juntos, como forma de evitar a emigração judaica, cerca de 80% da comunidade partiu logo após 1979. Dos 85 mil judeus que lá viviam em 1978, 35 mil já haviam deixado o país até 1986, a comunidade, em sua maioria, compõe-se de pessoas idosas, que apenas falam o idioma persa e, por isso, não pensam em partir, a Constituição iraniana de 1979 voltou a impor aos judeus o estatuto de dhimmi, sujeitou-os, novamente, a todas as restrições impostas pelo Islão às minorias religiosas, são obrigados, por lei, a apoiar a política externa iraniana e suas posições anti-sionistas, e a vida comunitária é totalmente monitorada pelo Ministério da Cultura e Guia Islâmico, bem como pelo da Inteligência e Segurança.
Outro factor agravante é que a comunidade é considerada constantemente suspeita de cooperação com o Estado Sionista e com o Imperialismo Americano, ambas as actividades são passíveis de pena de morte. Pelo menos 13 judeus já foram executados no Irão, desde 1979, quase sempre por razões religiosas ou por suas ligações com Israel. Também na véspera de Pessach, há sete anos, um grupo de 13 judeus das cidades de Shiraz e Isfahan, no sul do país, foram detidos e acusados de espionagem para Israel, sendo alguns deles libertados mais tarde, durante o conflito no Líbano em meados de 2006, um jornal semanal fundamentalista publicou, em primeira página, duas fotos de supostas sinagogas no Irão, em que se viam pessoas com bandeiras israelenses, celebrando a Data Nacional de Israel. O facto provocou dois ataques contra sinagogas no país.
Portanto é um mar de rosas a vida dos judeus nos países islâmicos, apesar de já em outros comentários noutro post se provar o contrario
Portanto, resumindo e concluindo porque não vale a pena perder mais tempo com isto continue com one man one vote, em Durban 2001.
O império otomano pode se dizer que foi mais ou menos tolerante em relação a algumas religiões que serviam os seus interesses como os judeus. Mas mesmo assim, elas, essas comunidades, eram simplesmente segregadas dos muçulmanos, nas suas próprias comunidades. Nunca lhes foi permitido mesclar-se livremente na sociedade muçulmana, se o converso era rapidamente aceite, os não conversos eram excluídos tão fortemente que mesmo hoje, 500 anos após a conquista de Constantinopla, nem os Gregos nem os Judeus da cidade dominam a língua turca. Pode-se falar de árabes cristãos mas um turco cristão é um absurdo e uma contradição. Mesmo hoje, uma república secular turca, um não muçulmano na Turquia pode ser chamado de cidadão turco mas nunca de turco.
[Responder]
“São os judeus, não é?
Sacanas dos judeus….”
Não diria melhor. LOL
[Responder]
“O seu problema, zenóbio, é que acredita que “pensar”, é papaguear estribilhos.”
Não é o meu problema: é o problema de quem se recusar ver os factos. Neste caso, eu arriscaria que o problema é seu.
P.S. Confesso que gosto de pensar. Será um defeito?
[Responder]
Levy,
Você acha que nos tais 90% que escorrem da nobreza de alma e caridade Israelita, caberão também as nascentes do Jordão, ou será que ficam de fora, bem como outros locais estratégicos? Tenho umas dúvidas que os 10% não são bem 10%.
Palavra que dá que pensar: com vizinhos tão bons, que estão dispostos a devolver 90% do território que nunca foi deles, como se podem queixar os Palestinianos? Há gente mal formada. Sem dúvida.
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82 # Zenóbio,
Mas os 10% não devolvidos (porque neles se situam as maiores cidades israelitas da Samaria e da Judeia) seriam compensados com território extra no árido Neguev e na humida Galileia. Não leu o que escrevi? Por causa de pessoas como o Zenóbio é que o processo de paz não avança. São radicais e irredutíveis. Já escrevi uma série de postas sobre o que na minha opinião (e do Kadima que apoio) deveria acontecer. Do seu lado, não se vê escrever uma linha sobre o que deverão dar os palestinianos em troca. Que deveria ser um tratado de paz. É nesta parede que esbarram muitas pessoas bem intencionadas.
73 # zéze
Vá esperando sentado.
“1.500 milhões de muçulmanos garantem a próxima libertação da Palestina.”
Da Palestina e de todos os outros locais. Daqui a 10 anos serão 4 mil milhoes e por ai fora. Resumindo, o mundo será dominado por uma religião: a islâmica. Que destino me terá destinado o zézé?
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JC,
Sim, eu sei que Israel é Estado secularista e democrata. E por isso mesmo, estava a referir-me à preservação e melhoria dessas mesmas características, no caso de se adoptar a solução de um estado único.
«Esse é exactamente o plano do Hamas, do Irão e dos chamados “anti-sionistas”. »
Talvez me tenha expressado mal. Repare que ao idealizar esta possibilidade, imaginei igualmente que os ditos palestinianos (sendo que muitos descendem de antigos hebreus) abandonariam voluntariamente a sua religião, tal como os hebreus que hoje praticam o Judaísmo e se juntariam para construir uma nova nação israelita dentro dos parâmetros que defini em cima.
Não seria portanto nenhum suicídio colectivo, pois formar-se-ia entre ambas as facções um sentido de identidade e unidade hebraica/semita. Tanto os actuais israelitas como os palestinianos aperceber-se-iam de que não são mais do que um povo (semita) que esteve dividido durante séculos pela religião e pela guerra.
O mesmo desejar-se-ia dos libaneses, dos jordanos, dos sírios, dos iranianos e por aí adiante. Aliás, numa perspectiva ateísta, o ideal seria mesmo que todos os seres humanos abdicassem das suas religiões, ou pelo menos daquelas que se baseiam em crenças infundadas e que conduzem à segregação, ignorância, preconceito e violência, e nas quais incluo o Islamismo, o Cristianismo, o Judaísmo, o Mormonismo, a Cientologia etc. Mas isto, somente por via da ilucidação intelectual e nunca por via da força, à semelhança de como agiram os comunistas na Ex-URSS e na China.
Espero que tenha percebido que esta solução só seria viável em meu entender, havendo uma alteração verdadeiramente radical, mas no sentido positivo em relação aos comportamentos, conhecimento e valores dos seres humanos.
Todavia, nos termos actuais em que nos encontramos, é óbvio que que considero impensável a solução de um Estado único, assim como o regresso dos refugiados palestinianos, em boa parte pelos motivos que você mesmo alegou.
E porque os factos com que lidamos presentemente são em grande medida o oposto do que eu desejaria, não vejo melhor alternativa por agora que não a edificação de um estado palestiniano sob um conjunto de condições mais ao menos semelhantes ao que o Levy referiu em cima.
Será uma questão de negociar a definição das fronteiras entre os dois territórios. Mas para isso, e como referi anteriormente, há que anular em primeira instância a oposição radical do Hamas. com gente daquela dificilmente se poderá negociar qualquer tipo de paz.
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«Os árabes não os expulsaram. Depois dessa data se houve alguma animosidade contra os judeus no mundo árabe, tal não se deveu a qualquer intolerância religiosa, mas devido aos massacres de palestinanos pelos sionistas»
Zeze,
Em 1948 não havia sequer um sentido de nacionalidade palestiniana. Tal só foi convencionado décadas mais tarde.
Repare-se que os habitantes dessa época não eram mais do que hebreus, praticantes do judaísmo e muçulmanos, sendo eles tanto de origem egípcia, como de origem jordana, síria, libanesa e turca. Isto para não falar nos descendentes de antigos hebreus, que muitos séculos antes se converteram ao Islamismo e que se foram misturando com árabes.
E já agora, convém notar que não só houve animosidades contra judeus, como também as houve contra cristãos. Mas como se isso não bastasse, merecem ser igualmente referidos os vários confrontos brutais entre muçulmanos. A guerra entre o Iraque e o Irão são um exemplo clássico. Podia também aqui referir os vários massacres de que os curdos tem sido vítimas ao longo das últimas décadas e por aí adiante……..
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“Em 1948 não havia sequer um sentido de nacionalidade palestiniana. Tal só foi convencionado décadas mais tarde” Dúarte # 85
MAS QUE DISPARATE !
Os palestinianos existem pelo menos há 4.000 anos naquelas paragens. São a população autóctone. E a Nação Árabe, de que fazem parte (não há nação egípcia, síria, etc. mas apenas árabe), existe há 1400 anos naquele território e em todo o Médio Oriente e norte de Africa. As famílias palestinianas sabem apontar os seus ascendentes habitantes na Palestina desde o tempo do Profeta. Quanto ao estado palestiniano, onde há comunidade colonizada (como era antes de 1948) há direito à descolonização (autodeterminação sob a forma de estado). Senão Angola e Moçambique também não podiam ser estados…
O que ali nunca existiu (a não ser durante as cruzadas há 800 anos) foi um “estado” racista imposto por estrangeiros não semitas completamente estranhos à região. Que para mais são REVISIONISTAS HISTÒRICOS e defendem que a Palestina antes de 1948 estava desabitada e que os palestinianos nunca existiram ! NAZIS PUROS ! E com um regime de apartheid assassino, ainda por cima…
A asquerosa e criminosa entidade nazi-sionista está condenada a desaparecer e os seus dirigentes a serem decapitados…
Você julga que aqui são todos burros para vir contar estórias dessas ? Não perca tempo…
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Mais outra pérola do inefável Duarte # 84:
“Sim, eu sei que Israel é Estado secularista e democrata.”
Nem um coisa nem outra, criaturazinha !
israel é fundamentalista, define-se como “estado judeu”, confessional portanto, reservado a judeus, onde nem sequer há casamento civil, onde os divórcios, a aquisição da nacionalidade, etc., é decidida em tribunais rabínicos…
E não é uma democracia, mas uma ditadura de uma minoria (judaica) que nega o direito de voto à maioria muçulmana e cristã, remetidos estes para guettos e campos de concentração (como o de Gaza). Onde há 11.00 presos políticos e centenas de execuções sumárias de oposicionistas. Se isso é democracia, então Salazar o que era ?
Mas que ignorância mais estúpida ! Leia e aprenda em vez de escrever…
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A instrumentalização da religião no estado teocrático-apartheidesco de israel. O Rabbi-mor das SS Tsahal recomendou aos soldados que não mostrassem piedade no ataque ao guetto de Gaza:
“Instrumentalisation de la religion : Le grand rabbin de l’armée, le Colonel Avichai Ronsky, qui veut « rehausser l’esprit de combat des soldats », leur a distribué pendant l’offensive à Gaza des brochures que Ury Avnery qualifie de « religio-fascistes ». Les soldats y apprennent que la religion juive interdit de renoncer au moindre millimètre de Eretz Israel (Grand Israël), que les Palestiniens sont des étrangers qui ont envahi le pays. Il leur conseille de combattre sans pitié.”
http://www.richardsilverstein.com/tikun_olam/2009/01/27/idf-chief-rabbi-teaches-torah-to-terrorists-advises-soldiers-to-show-palestinian-civilians-no-mercy/
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Zézé #87 “Onde há …. centenas de execuções sumárias de oposicionistas”
Onde é que leu isso? Tem provas ou é da boca para fora?…ou está a fazer confusão com o que se passa em Gaza?..
Sabe que os limites da área chamada Palestina incluem partes da Siria, Libano e Jordânia, e que NUNCA foi um estado?
A menos que se esteja a referir ao declarado pela PNA (Palestinian National Authority), na Argélia, em Novembro 1988 e reconhecido por 94 paises, a saber:
Afghanistan, Albania, Algeria, Angola, Austria, Bahrain, Bangladesh, Belarus, Benin, Bhutan, Botswana, Brunei, Bulgaria, Burkina Faso, Burundi, Cambodia, Cameroon, Cape Verde, Central African Republic, Chad, China (People’s R.), Comoros, Congo (Brazzaville), Congo (Kinshasa), Cuba, Cyprus, Czechia, Djibouti, Egypt, Equatorial Guinea, Ethiopia, Gabon, Gambia, Ghana, Guinea, Guinea-Bissau, Hungary, India, Indonesia, Iran, Iraq, Jordan, Korea (Dem. People’s R.), Kuwait, Laos, Lebanon, Libya, Madagascar, Malaysia, Maldives, Mali, Malta, Mauritania, Mauritius, Mongolia, Morocco, Mozambique, Namibia, Nepal, Nicaragua, Niger, Nigeria, Oman, Pakistan, Philippines, Poland, Qatar, Romania, Russia, Rwanda, Sao Tome and Principe, Saudi Arabia, Senegal, Seychelles, Sierra Leone, Somalia, Sri Lanka, Sudan, Swaziland, Tanzania, Togo, Tunisia, Turkey, Uganda, Ukraina, United Arab Emirates, Vanuatu, Vatican, Vietnam, Yemen, Yugoslavia, Zambia, Zimbabwe.
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(“onde nem sequer há casamento civil, onde os divórcios, a aquisição da nacionalidade, etc., é decidida em tribunais rabínicos…”)
Em relação ao casamento em israel, as coisas ja não são bem assim, Os casais cujos integrantes não sejam considerados judeus segundo a lei ortodoxa judaica, já poderão unir-se em casamento civil, até o momento inexistente em Israel, após um acordo alcançado entre o ministro da Justiça, Daniel Friedman, e o rabino chefe sefardita, Shlomo Amar. Foi a primeira vez que um dirigente religioso ortodoxo judeu deu sinal verde à possibilidade de casamentos e divórcios por um procedimento não religioso em Israel, o casamento civil será realizado num tribunal. Este acordo esta previsto passar a lei. Mas o casamento civil celebrado noutro pais tinha validade plena.
(“E não é uma democracia, mas uma ditadura de uma minoria (judaica) que nega o direito de voto à maioria muçulmana e cristã”)
Em relação ao votar, o senhor não entende nada e mete tudo no mesmo saco. um árabe cidadão israelita tem o mesmo direito a voto que um judeu cidadão israelita, claro que é mais fácil a um judeu do que a um árabe tornar-se cidadão israelita, logo é mais fácil a um judeu do que a um árabe ter direito de voto ou todos os direitos associados à cidadania. Um judeu que imigre para Israel tem automaticamente acesso à cidadania, um árabe ou um qualquer não judeu que imigre para Israel tem que seguir o processo regular de nacionalização para obter a cidadania israelita,
Mas os árabes que permaneceram no país após a criação do Estado de Israel, em 1948, têm seus direitos pessoais garantidos, podem votar e serem eleitos, há árabes no parlamento, um ministro no governo e um juiz na Supremo tribunal. Os deveres e direitos dos árabes são os mesmos dos israelitas, com excepção do serviço militar. Os árabes residindo em areas conquistadas pela guerra dos seis dias e que não foram anexadas ao território de israel, esses árabes dessas regiões ocupadas não têm cidadania israelita, não podem votar ou serem eleitos, no entanto têm os serviços básicos de água, energia, transporte, entre outros, assegurados pelo governo de Israel, que tem responsabilidade humanitária pelos árabes que vivem nas regiões ocupadas e caso sintam os seus direitos violados por militares, eles podem recorrer directamente ao supremo tribunal israelita Os árabes que vivem nas regiões de golan e jerusalém oriental, anexadas por Israel, possuem tribunais civis e podem obter a nacionalidade israelense. Nessas regiões, prevalece a lei de Israel, depois há os casos de árabes que fugiram de países vizinhos e procuraram abrigo em Israel, o estado israelita teme a entrada de terroristas disfarçados de refugiados,e por outro lado não os manda de volta devido a serem executados no pais de onde fugiram.
A coisa é mais complexa do que dizer simplesmente não ha democracia. Israel é um estado democratico numa região marcada por ditaduras e intolerancia, estados não democraticos e teocracias. É o único país da região que respeita a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa, os direitos das mulheres, o direito de votar, tem liberdade religiosa….. mas não é “democratico”, enfim.
(“A Suprema Corte de Israel anulou ontem uma decisão da Comissão Central das Eleições, órgão do Parlamento israelense responsável pelos processos eleitorais, que pretendia impedir a participação nas legislativas marcadas para 10 de fevereiro de duas formaçoes partidarias que representam a minoria árabe do país. Com a decisão, os partidos da Lista Árabe Unida (centro) e Balad (esquerda), que juntos ocupam sete das 120 cadeiras do Knesset, Parlamento unicameral de Israel, poderão concorrer normalmente as eleiçoes”.”)
Em que país árabe existe um partido judaico legalizado, os partidos árabes que compõem o Parlamento e os arabes, é preciso que estejam comprometidos com as regras democráticas, quem despreza a democracia, ou defende a extinção de israel, tem que arcar com as consequencias dessa opção e não vir reclamar-se de descriminado ou infantilmente de vitimazinha Não pode servir-se das regalias da democracia israelense para ataca- la e destrui-la, a democracia não pode ser só o regime onde todas as correntes disputam o voto, a democracia tem de ser o regime onde todas as tendências que aceitam a democracia disputam o voto.
mas israel não é “democratico”, até a democracia parece servir como argumento contra o país israelita, enfim.
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“Onde há …. centenas de execuções sumárias de oposicionistas” pergunta o J. Bastos, um sionista “ingénuo”…
Nunca ouviu falar dos “targeted killings” (eufemismo sionista) dos esquadrões da morte das SS Tsahal ? São às centenas por ano…vestem-se de palestinianos, batem à porta, após denuncia de colaboracionistas, entram à força e executam os “target” em frente a toda a família (mesmo que não resistam, não se trata de prender…) e saiem nas calmas…disto a PIDE nunca fez… ou então a execução tem lugar por snipers, através das janelas…
E trata-se execuções extrajudiciais por delito de opinião de oposicionistas ao regime de apartheid (o tal regime “democrático”…), e não de execuções legais, após julgamento, de traidores e colaboracionistas, como faz o Hamas… e todos os países democráticos em tempo de guerra (até na Bélgica, Holanda e Noruega houve execuções de traidores em 1945)…
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O anónimo sionista ( # 90) tenta atirar areia para os olhos…
Os árabes israelitas (a minoria residual dos palestinianos que não foi expulsa em 1948 e anos seguintes, porque sendo já minoria já não afectava o “estado judaico”) tem (=deve ter)tanto direito de voto como os sete/oito milhões metidos nos guettos ou no exílio e que são a maioria (judeus são só 6, praticamente todos europeus e não palestinianos nem semitas, os invasores terroristas ilegais).
A democracia tem uma regra básica: UM HOMEM, UM VOTO, UM PAÍS. Sem discriminar raças (sobretudo a nacional, de raiz, neste caso, a palestiniana) nem religiões, nem partidos.
Porque se fosse legítimo às testemunhas de Jeová portuguesas ou residentes cá exluirem do direito de voto todos os portugueses não pertencentes à seita, poderiam ser depois a “maioria” (artificial) numa “democracia” (=ditadura de uma minoria, que se transforma em “maioria” através da limpeza étnica e desnacionalização da maioria).
ISSO NÃO É DEMOCRACIA, mas reles manipulação eleitoral: Assim qualquer minoria, mesmo de 1%, pode ganhar eleições. Haja fair play…
Aliás, a prova é que mesmo a minoria érabe que não foi expulsa em 1948, por ter-se reproduzido demais (são já 1,2 milhão), já está ameçada de expulsão e desnacionalização se continuar a reproduzir-se demais… Isto não acontece em nenhuma verdadeira democracia…
Aliás, se um árabe israelita (com passaporte israelita, portanto) se casar com um mulher de Gaza ou do Egipto tem de sair de israel para viver com ela, porque a não-judia (impura !) não pode entrar em israel, mesmo que o marido seja (formalmente) cidadão isrtaelita. Isto também não acontece em mais nenhum lado. Só no estado pária, racista e asqueroso, no tal little shitty country que é a entidade ditatorial e teocrática nazi-sionista-apartheidesca. Enquanto não for aniquilada, é claro…
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Zeze,
Insultar e ameaçar os outros via internet não faz aumentar o tamanhos dos seus testículos, nem lhe confere qualquer tipo de razão. Por isso não há motivo para agir dessa forma.
«Os palestinianos existem pelo menos há 4.000 anos naquelas paragens. São a população autóctone. E a Nação Árabe, de que fazem parte (não há nação egípcia, síria, etc. mas apenas árabe), existe há 1400 anos naquele território e em todo o Médio Oriente e norte de Africa. »
Oiça lá a identidade palestiniana apenas se formou décadas depois de 1948. O facto de aqueles que hoje se denominam de palestinianos descenderem de pessoas que habitaram naquela região, não faz com que essas se possam denominar de palestinianos, até porque há 3 mil anos atrás não havia nenhum estado com essa denominação. Havia sim, um estado judaico. Mas nem mesmo há 3 séculos atrás se pode aplicar aquilo que você afirmou. Os territórios que hoje se denominam de Israel e Palestina não eram mais do que uma parcela do império otomano.
E repare que o nome “Palestina” foi atribuido apenas pelos romanos, após estes terem vencido o conflicto com os judeus, que não eram mais do que os hebreus que habitavam na região da Judeia (Judah), sendo que na altura, muitos destes já estariam bastante misturados com descendentes de outros povos antigos da região, nomeadamente os cananeus, os jebuseus, os amoneus, os filisteus entre outros, todos eles ligados por uma raíz genética idêntica. são todos povos semitas, como aliás comprovam os vários estudos genéticos realizados até hoje.
Após a batalha de Masada muitos destes hebreus emigraram para a Europa e outras regiões. Mas uma outra parte significativa dos hebreus, terão permanecido naquela região sujeitando-se posteriomente ao domínio de outros povos invasores, entre os quais os europeus, os árabes e os otomanos. Por força do radicalismo muçulmano foram obviamente muito poucos os hebreus que conservaram a fé judaica.
«As famílias palestinianas sabem apontar os seus ascendentes habitantes na Palestina desde o tempo do Profeta.»
Os hebreus já viviam em Israel muito antes de Maomé ter nascido.
«Senão Angola e Moçambique também não podiam ser estados…»
Os israelitas nesse caso seriam o equivalente a um grupo de angolanos e moçambicanos com uma cultura ancestral dessas regiões que retornariam às suas terras (após 2 mil anos no exílio), actualmente dominadas por descendentes de antigos angolanos e moçambicanos, cujos genes se haviam misturado com os de povos de outras regiões africanas (neste caso o equivalente aos árabes) a fim de reclamar para si um espaço num território que nunca haviam cedido de livre vontade, e para, desse modo, garantirem a sua sobrevivência.
«Que para mais são REVISIONISTAS HISTÒRICOS e defendem que a Palestina antes de 1948 estava desabitada e que os palestinianos nunca existiram ! NAZIS PUROS ! E com um regime de apartheid assassino, ainda por cima…»
Ninguém disse que estava desabitada antes de 1948. Isso são palavras suas. O que é facto é que se tratava de uma colónia britânica, e antes disso, não era mais do que uma parte do império otomano, como já referi em cima.
A ideia de que existiu antes de 1948, um povo com essa desiganção é que é ridícula.
Também já deu para perceber que nem sabe que ser nazi implica ser anti-sionista. Implica ambicionar a morte de todos os judeus e a destruição de Israel, algo que vai de encontro às ideias de muitos muçulmanos que você venera.
Portanto, se existe aqui um nazi, esse será você. Percebeu?
«Israel é fundamentalista, define-se como “estado judeu”, confessional portanto, reservado a judeus, onde nem sequer há casamento civil, onde os divórcios, a aquisição da nacionalidade, etc., é decidida em tribunais rabínicos…»
Nesse caso, muito mais fundamentalistas são os estados muçulmanos, à excepção talvez da Turquia (mas que para lá parece caminhar).
E se ler atentamente a minha resposta anterior ao JC, verá que eu disse também que ambiciono um estado mais secularista, precisamente por alguns dos motivos que mencinou (casamento civil, ausência da religião em instituições e cerimónias estatais etc).
No entanto, como o anónimo, disse e bem, o actual governo já propôs medidas nesse sentido. Resta agora esperar pelas eleições.
«E não é uma democracia, mas uma ditadura de uma minoria (judaica) que nega o direito de voto à maioria muçulmana e cristã, remetidos estes para guettos e campos de concentração (como o de Gaza).
É uma democracia. E nela participam activamente todos os seus cidadãos, sejam estes muçulmanos ou cristãos. Existem inclusivamente deputados muçulmanos no Knesset.
Quanto aos guetos, fique a saber que existem em Israel cidades maioritariamente habitadas por árabes com excelentes condições de vida. Não é por acaso que muitos muçulmanos de paizes vizinhos sonham ir para lá viver.
E com isto, aconselho-o a que se informe bem antes de vir para aqui insultar os outros.
Shalom Aleichem
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(“UM HOMEM, UM VOTO, UM PAÍS. Sem discriminar raças (sobretudo a nacional, de raiz, neste caso, a palestiniana) nem religiões, nem partidos.)”
Qual descriminar qual carapuça, vota-se pela nacionalidade e pela cidadania, não pela raça ou pela religião, mas você não consegue ver isto, os estrangeiros em Portugal também votam?
Um homem, um voto, um pais, treta. Vá estudar a jurisdição de israel sobre os territórios ocupados, anexados, e o território em si derivado da partilha de 1948, há várias jurisdições, várias nacionalidades, não é a treta simplória que o seu slogan apregoa one man, one vote, isso será quando as coisas estiverem definitivas, se algum dia vierem a estar, e os estados definidos e as nacionalidades apuradas, tretas. Aqueles que ficaram em 1948 no território de partilha com jurisdição israelita tem iguais direitos árabes e judeus, depois temos os árabes dos territórios ocupados em 1967, e não anexados cidadãos não israelitas com outra jurisdição, depois temos os árabes de golan e jerusalém anexadas, com jurisdição israelita etc. enfim uma manta de retalhos que aquilo virou é tudo simplório, one man one vote.
Quanto a questão do casamento.
(“Israel autoriza casamento civil de não judeus
É a primeira vez no país em que um líder ortodoxo judeu permite união não religiosa.
Cerca de 264 mil pessoas em Israel não são reconhecidas como judias.
Casais que não são considerados judeus pela lei ortodoxa judaica poderão unir-se em casamento civil a partir de um acordo firmado entre o ministro da Justiça israelense, Daniel Friedman, e o rabino-chefe Shlomo Amar.
Esta é a primeira vez que um dirigente religioso ortodoxo judeu permite casamentos e divórcios por meio de um procedimento não religioso em Israel, segundo a imprensa local.
Em Israel, a Ortodoxia judaica tem completo monopólio sobre a legislação conjugal. A situação obriga a deslocar-se a Chipre ou a outros países próximos para poderem casar-se no civil.
Além disso, os membros de outras religiões, como muçulmanos e cristãos, também são obrigados a casar-se em rituais religiosos, segundo um padrão que vigora desde o estabelecimento do Estado Judeu, em 1948.
O projecto de lei estipulado por Friedman e Amar permitirá as uniões civis apenas para os casos nos quais os dois cônjuges não sejam considerados judeus segundo a lei judaica.”)
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Zézé, seu anti-semita “espertalhaço”, qual foi a parte que não percebeu de:
“Onde é que leu isso? Tem provas ou é da boca para fora?…ou está a fazer confusão com o que se passa em Gaza?..”
“vestem-se de palestinianos”…pfff, essa dá jeito!
Não serão os soldados israelitas na realidade palestinianos mascarados?…
Aposto que também está convendcido que o Hamas é uma criação da Mossad.
Conhece a expressão sionista “you need a reality check”?
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Isto é malta de raciocínio lento. Peguem lá e aprendam:
Os palestinianos são a população autóctone da Palestina, pelo menos há 4.000 anos. A sua religião maioritária até aos finais do séc. I foi o judaísmo, passando depois a ser o cristianismo (em todo o Médio Oriente e norte de Africa). Houve um fenómeno duplo de conversão religiosa (cristã) e de aculturação (helenística) que se repetiu seis séculos mais tarde, passando então a religião maioritária a ser o islão e a cultura a árabe. MAS O POVO É E FOI SEMPRE O MESMO. Só os ignorantes é que desconhecem o fenómeno da aculturação e imaginam que os “árabes” vieram todos de Meca !!! Meca era uma aldeia com umas centenas de beduínos… que não podiam povoar o vastíssimo império árabe do Indo aos Pirinéus. Os povos desses territórios não mudaram. Só que se converteram ao islão e assimilaram a cultura e lingua árabes. Também não foram os cidadãos de Roma que povoaram o também vastíssimo império Romano, mas os autóctones que se romanizaram a adoptaram o latim como lingua…Elementar…
Mas há mais… É que a maioria (90%) dos judeus de hoje, os askenazis nem sequer são semitas e oriundos, mesmo longinquamente da Palestina !!! Só a minoria sefardita pode invocar esse parentesco longinquo: são os descendentes dos poucos judeus do séc I que não se converteram ao cristianismo e foram expulsos por Tito no ano 70. Mas os palestinianos de hoje é que são os descendentes directos dos habitantes da Palestina do tempo de Cristo. O povo é ETNICAMENTE o mesmo. É semita. Só a religião dominante mudou duas vezes em 2.000 anos. E não perdem o parentesco de sangue pelo facto de os seus antepassados se terem convertido sucessivamente ao cristianismo e ao islão. Foram judeus (que é religião e não comunidade étnica) mas já não são. Mas continuam a ser semitas palestinianos. Sempre.
Os askenazins de pele e olhos claros são descendentes dos turcos khazares do antigo império Khazar, convertido ao judaísmo (séc VII-X) na região do Cáucaso, Ucrânia e Casaquistão (hoje), que foram depois empurrados pelos mongóis para a Polónia e Lituânia, berço dos askenazins medievais e dos quais descendem 90% dos judeus actuais e dos israelitas judeus. Não são semitas e NADA têm a ver com a Palestina. Também os filipinos são católicos e nem por isso têm a ver etnicamente com a terra de Jesus. Elementar…
Ver, v.g., a obra de Arthur Koestler, judeu askenazin, “a 13ª Tribo” onde tudo está explicado…
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Anexar países já é crime de guerra. Mas muito mais grave ainda é conquistar territórios e esvaziá-los pela força dos seus habitantes. Isso nem os nazis fizeram na Alsácia: apenas queriam que os alsacianos passassem a ser alemães, não queriam roubar-lhes as terras e casas e expulsá-los. Nem os colonizadores faziam isso não colónias: impunham-lhe o poder da metrópole, mas não expulsavam os colonizados…è simples, mas já percebi que por aqui há pouca massa cinzenta…senão já tinham percebido….
O outro nem sequer lê os jornais, nem sabe como actuam os esquadrões da morte sionistas: Se fossem fardados quando chegassem à casa do oposicionista a abater, já este lá não estava…
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Esta conversa já mete nojo, até aqui é só facciosos, parece que estão a discutir a arbitragem de um jogo d futebol, a seriedade escasseia.
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Os simétricos do zézé:
http://www.youtube.com/watch?v=xxkx8w9nhX4
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(“Anexar países já é crime de guerra. Mas muito mais grave ainda é conquistar territórios e esvaziá-los pela força dos seus habitantes”)
Ignorância ou facciocismo nos seus comentários, mas se quisermos ver isso da anexação temos que ver a guerra dos seis dias 1967 e as resoluçoes da onu 242.
Na guerra dos seis dias que marcou praticamente uma reviravolta e toda esta polémica no médio oriente israel triplicou seu territorio. As forças israelenses capturaram também o sinai, as colinas de golan, a faixa de gaza e a cisjordânia.No fim desta guerra e em posição de força para negociar os israelitas esperavam encetar negociações com os arabes para resolver o arranjo territorial, negociando os territorios e o reconhecimento.
Mas essas esperanças foram frustradas , quando em 1967, os chefes dos países árabes, reunidos em cartum, decidiram sobre os três nãos, não à paz com israel, não ao reconhecimento de israel, não a negociações com israel, e a crença de que a guerra havia chegado ao fim dissipou-se logo. Ou seja a guerra chegou ao fim, de um lado com os vencidos pedindo a rendição incondicional, e do outro o vencedor esperando negociar para obter o reconhecimento e a paz. e então podemos ver a questão da anexação
Em 22 de novembro de 1967, o Conselho de Segurança das Nações Unidas
adoptou unanimemente a Resolução 242, definindo as bases das negociações para um acordo de paz árabe-israelense. Essa resolução foi um acordo negociado entre propostas rivais. Num primeiro ponto abordado pela resolução é a “inadmissibilidade da ocupação de território pela guerra”. Algumas pessoas interpretaram isso como se Israel tivesse que se retirar de todos os territórios que capturou. Pelo contrário, a referência aplicava-se a uma guerra ofensiva. Caso contrário, a resolução incentivaria a agressão. Se um país ataca outro, e o agredido repele o ataque e ocupa território nesse processo, a primeira interpretação exigiria que o defensor devolvesse o que ocupou. Portanto, os agressores pouco teriam a perder, pois estariam assegurados contra a principal consequência da derrota. O objectivo final da Resolução 242, é que se obtenha um acordo pacífico e aceite, mais um acordo negociado com base nos princípios da resolução do que uma imposição sobre as partes. Essa é também a implicação da Resolução 338, segundo essa resolução, adoptada após a Guerra de 1973, pedia que as negociações entre as partes começassem imediatamente e ao mesmo tempo em que o cessar-fogo.
Depois mais tarde Israel devolveu todo o sinai ao egipto, o território reclamado pela jordânia foi devolvido e quase toda a faixa de gaza e mais de
40% da Cisjordânia foram entregues aos palestinos para o estabelecimento
da autoridade palestina. ( Pelos vistos a intenção dos israelitas é ficar com o território todo e manter a guerra). Por isso a maior parte dos territórios conquistados na guerra defensiva ja foram entregues por Israel aos seus vizinhos árabes como resultado de negociações. Em declaração na assembleia geral, a OLP,rejeitando a resolução 242, afirmou que “a implementação da dita resolução levará à perda de toda esperança para o estabelecimento de paz e segurança na Palestina e na região do médio oriente”, mas finalmente a OLP concordou com o facto de que as resoluções 242 e 338 deveriam ser as bases para as negociações com Israel, quando assinou a declaração de princípios em setembro de 1993
[Responder]
Ó santinho, quando eu falava em anexar territórios, falava em TODOS os territórios, do Jordão ao mar, de Kiryat Shmona a Eilat…
Tudo isso é Palestina, de onde foram expulsos ilegalmente os seu legítimos ocupantes (crime de guerra imprescritível) e em todo esse território indivisível e inanexável a solução só é uma: um homem, um voto. O que dá o poder á maioria muçulmana nesse país que voltará a sdesignar-se Palestina. Deixe-se de palavreado de vigarista. Quem o alheio veste na praça o despe… e os ladrões sionistas vão ter que devolver TUDO o que roubaram. Mainada.
[Responder]
o zéze, então agora desviou a conversa.
(“Tudo isso é Palestina, de onde foram expulsos ilegalmente os seu legítimos ocupantes crime de guerra imprescritível) e em todo esse território indivisível e inanexável a solução só é uma: um homem, um voto)”
O zeze, quer dizer voce falava de nada, não é? de israel não existir não é? se não existisse não tinha anexado nada não é?
O santinho você é muito ignorante. Acorde homem a realidade não é o que o senhor imagina ou quer.
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Zeze,
Não vale a pena discutir consigo. Você nem se esforça por elaborar o seu ponto de vista. Parece que tem o disco riscado.
Olhe que não é por repetir as mesmas coisas que passa a ter razão. Sabia?
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“The Y Chromosome Pool of Jews as Part of the Genetic Landscape of the Middle East.” – The American Journal of Human Genetics 69:5 (November 2001): 1095-1112. Abstract:
“A sample of 526 Y chromosomes representing six Middle Eastern populations (Ashkenazi, Sephardic, and Kurdish Jews from Israel; Muslim Kurds; Muslim Arabs from Israel and the Palestinian Authority Area; and Bedouin from the Negev) was analyzed for 13 binary polymorphisms and six microsatellite loci. The investigation of the genetic relationship among three Jewish communities revealed that Kurdish and Sephardic Jews were indistinguishable from one another, whereas both differed slightly, yet significantly, from Ashkenazi Jews. The differences among Ashkenazim may be a result of low-level gene flow from European populations and/or genetic drift during isolation. Admixture between Kurdish Jews and their former Muslim host population in Kurdistan appeared to be negligible. In comparison with data available from other relevant populations in the region, Jews were found to be more closely related to groups in the north of the Fertile Crescent (Kurds, Turks, and Armenians) than to their Arab neighbors. The two haplogroups Eu 9 and Eu 10 constitute a major part of the Y chromosome pool in the analyzed sample. Our data suggest that Eu 9 originated in the northern part, and Eu 10 in the southern part of the Fertile Crescent… Palestinian Arabs and Bedouin differed from the other Middle Eastern populations studied here, mainly in specific high-frequency Eu 10 haplotypes not found in the non-Arab groups. These chromosomes might have been introduced through migrations from the Arabian Peninsula during the last two millennia…”
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Sobre o mesmo estudo:
“Study finds close genetic connection between Jews, Kurds.” Ha’aretz (November 21, 2001). Excerpts:
“The people closest to the Jews from a genetic point of view may be the Kurds, according to results of a new study at the Hebrew University. Scientists who participated in the research said the findings seem to indicate both peoples had common ancestors who lived in the northern half of the fertile crescent, where northern Iraq and Turkey are today. Some of them, it is assumed, wandered south in pre-historic times and settled on the eastern shores of the Mediterranean. Professor Ariella Oppenheim and Dr. Marina Feirman [sic: Faerman], who carried out the research at the Hebrew University, said they were surprised to find a closer genetic connection between the Jews and the populations of the fertile crescent than between the Jews and their Arab neighbors… The present study, however, involved more detailed and thorough examinations than previous research. In addition, this was the first comparison of the DNA of Jews and Kurds… The study’s findings are published in the current issue of The American Journal of Human Genetics. The researchers used the DNA of 1,847 Jewish men of Ashkenazi, Sephardi and Kurdish descent; Muslims and Christians of Kurdish, Turkish and Armenian descent; various Arab populations; and Russians, Poles and residents of Belarus.”
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Outro estudo:
“Jews and Arabs Share Recent Ancestry.” – Science Now (American Academy for the Advancement of Science, October 30, 2000). Excerpts:
“More than 70% of Jewish men and half of the Arab men whose DNA was studied inherited their Y chromosomes from the same paternal ancestors who lived in the region within the last few thousand years. The results match historical accounts that some Moslem Arabs are descended from Christians and Jews who lived in the southern Levant, a region that includes Israel and the Sinai… Intrigued by the genetic similarities between the two populations, geneticist Ariella Oppenheim of Hebrew University in Jerusalem, who collaborated on the earlier study, focused on Arab and Jewish men. Her team examined the Y chromosomes of 119 Ashkenazi and Sephardic Jews and 143 Israeli and Palestinian Arabs. The Y chromosomes of many of the men had key segments of DNA that were so similar that they clustered into just three of many groups known as haplogroups. Other short segments of DNA called microsatellites were similar enough to reveal that the men must have had common ancestors within the past several thousand years. The study, reported here at a Human Origins and Disease conference, will appear in an upcoming issue of Human Genetics. Hammer praises the new study for ‘focusing in detail on the Jewish and Palestinian populations.’ Oppenheim’s team found, for example, that Jews have mixed more with European populations, which makes sense because some of them lived in Europe during the last millennium.”
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“A new study shows that the genetic makeup of Jews and Arabs is almost identical, and that both groups share common prehistoric ancestors.” – Ha’aretz (2000). Excerpts:
“About two-thirds of Israeli Arabs and Arabs in the territories and a similar proportion of Israeli Jews are the descendents of at least three common prehistoric ancestors who lived in the Middle East in the Neolithic period, about 8,000 years ago. This is the finding of a new study conducted by an international team of scholars headed by Prof. Ariella Oppenheim, a senior geneticist in the Hebrew University’s hematology department and at Hadassah Hospital in Jerusalem. In the study, soon to be published in the scientific journal ‘Human Genetics,’ the researchers probed the history of Jewish and Arab men by analyzing the genetic changes in the Y chromosome… The study was conducted by doctoral student Almut Nebel, with the participation of Dr. Dvora Filon and Dr. Marina Faerman of the Hebrew University and Dr. Mark Thomas of the University College of London. The results of the study, says Prof. Oppenheim, ’support the historical documentation according to which the Arabs are descendents of an ancient population of the country and that a large proportion of them were Jews who converted to Islam after Islam reached Eretz Israel in the seventh century CE.’… They examined 134 Palestinians from Israel and the Palestinian Authority and 119 Ashkenazi and Sepharadi Jews. Unlike the previous study, they also traced changes in DNA that occur more frequently, at a rate of about once in 1,000 generations. In this way, they discovered that Jews and Arabs have common prehistoric ancestors who lived here until just the last few thousand years…. In view of the small geographical area of Israel and the Palestinian Authority, the researchers were surprised to discover that some Palestinians on the West Bank have a unique genetic trait that is reflected in a relatively high frequency of certain genetic signs. This fact indicates that they are the descendents of people who have lived here for a few hundred years at least. The unique genetic feature of the Palestinians from the West Bank became even more explicit when the researchers studied a genetic defect that may cause a blood disease known as thalassemia. There are many genetic defects that can cause thalassemia, but 50 percent of the mountain dwellers examined carried the identical defect, compared to only 10 percent of Galilee dwellers and 15 percent of Gaza residents. Dr. Filon says that the unique genetic trait is characteristic of a population that has lived in the same place for many generations.”
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Hadassah Magazine 82:5 (January 2001). Excerpts:
“…As the fair-haired, blue-eyed daughter of a woman who looks more Nordic than Jewish, I always wondered if I was really Semitic. My siblings and I didn’t look much like most other Jews – Ashkenazic or Sefardic… As a child, I blamed our looks on Cossack rapes. When I read Arthur Koestler’s The Thirteenth Tribe, I bought his theory that Ashkenazim were descended from the Khazars, a Caucasian people who had converted to Judaism in the Middle Ages. The search for genetic knowledge strikes a deep chord among Jews. Last year, through my local genealogy society, I met Dr. Harry Ostrer, head of the Human Genetics Program at the New York University School of Medicine… The study of evolutionary and genetic history through DNA analysis is transforming what we know about ourselves… In 1997, Karl Skorecki in Haifa, Michael Hammer in Tucson and several London researchers surprised everyone by finding evidence of the Jewish priestly line of males, the Kohanim. Half of Ashkenazic men and slightly more than half of Sefardic men who claimed to be Kohanim were found to have a distinctive set of genetic markers on their Y chromosome, making it highly possible that they are descendants of a single male or group of related males who lived between 1180 and 650 B.C.E., about the time of Moses and Aaron. The Kohen marker is but a fragment of the information gleaned from DNA analysis… A study published last year in the Proceedings of the National Academy of Science looked at the Y chromosomes of 1,371 males from seven Jewish population groups and came up with a profile of Jewish genes. They found 13 major Y-chromosome patterns or signatures, called haplotypes. ‘The haplotypes of all but Ethiopian Jews shared a similar pattern,’ says Ostrer, a member of the study team led by Hammer and Batsheva Bonne-Tamir of Tel-Aviv University. ‘This means we are not descended from one person or 12 tribes but 13 founder males.’ The same 13 haplotypes, by the way, are common among Middle Eastern Arabs including Palestinians and Syrians. They also show up in Greeks and other ancient Mediterranean lines, who may date from the time before Jews emerged as a people… ‘We are definitely Jews,’ says Ostrer. ‘We share Jewish haplotype patterns.’ Ostrer estimates the European admixture over 80 generations is an extremely low 0.5 percent. The study also found that male Jews of Russian and Polish ancestry do not have a chromosome profile similar to Russian and Polish non-Jews. Haplotypes have also helped the identity seekers to retrace the path of the wandering Ashkenazic Jew. We who hail from East Europe most likely migrated there from Alsace and Rhineland, says Ostrer, as confirmed by Yiddish, a form of low German. Based on his study of Roman Jews, Ostrer concludes that Ashkenazim lived in Italy for a thousand years before they migrated into Alsace and Rhineland. ‘There’s no genetic difference between Ashkenazic and Roman Jews, who say they have lived in Italy for 2,000 years,’ he observes. Ostrer and Hammer are now conducting the largest study of Jewish genetics so far, trying to determine how we are all related, and tracing the migrations that formed communities during the 2,000 years of diaspora… ‘Being Jewish is a spiritual, metaphysical state and DNA is a physical characteristic, like nose size,’ said Skorecki in an interview in The Jerusalem Report. ‘But we wouldn’t dare go around saying we’re going to determine who is Jewish by the length of their nose. Similarly we’re not going to determine who is Jewish by the sequence of their DNA.’… And so for me, the positives of Y-chromosome analysis far outweigh the possible negatives. We are an ancient group of clans descended from 13 polygamous men, and our genetic history is part of the redefinition of humanity… ‘Blonde genes occur in Middle Eastern groups as well,’ he [Ostrer] explains. ‘There is no evidence that white skin and blue eyes originated in northern Europe. That is a Nordic myth. Semitic people had the whole range.’… Researchers have only begun to study the mitochondria of Jewish women… Mitochondria will likely reveal different data: Women were more likely than men to relocate and convert due to marriage… My father and brother are descendants of the clan known as Haplotype Four, the second largest group of Ashkenazim, and common among Middle Eastern and southern European populations. My son is descended from a clan that is part of Haplotype One, which has a Y-chromosome pattern common in central and western Asian populations… ‘These clans were formed a long time ago,’ says Ostrer. ‘They all ended up in the Middle East and landed in Ur where Abraham lived. He convinced some of them to adopt [the God of Israel] and when they did, they brought their Y chromosomes with them. Their next-door neighbors waited for Allah. They brought their chromosomes with them, too.’”
The assertion of Ostrer that Yiddish comes from Alsace and Rhineland has been debunked by solid research showing that Yiddish derives from Bavaria. Yiddish is clearly a form of High German, too, and not Low German. Epstein’s article demonstrates a lack of linguistic knowledge
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Atenção pessoal de plantão
Queiram passar pela embaixada para receber a mesada.
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102 # Anónimo
“de israel não existir não é?”
Foram precisas 102 postas para descobrir isso? Essa é a tecla de sempre. Não há discussão possível com tais pessoas. Ou com tal pessoa, porque desconfio que é sempre a mesma, a tal que já foi censurada aqui pelo DO.
A propósito de DO, que diria ele se alguém aqui lhe chamasse Nazi? Provavelmente nada, pois permite isso a toda a hora. Insultos atrás de insultos. Não sei para que é que fazem um exame prévio às postas….
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(“102 # Anónimo
“de israel não existir não é?”
Foram precisas 102 postas para descobrir isso?”)
Não, de certo modo não, sabendo eu que estava a falar com um zeze / euroliberal, que se intitulou num comentário numa resposta que me dirigiu precisamente na qualidade de jurista, em relação a uma critica minha, e porque não vi nada de jurista, estava a ver até que ponto existia fundamento do ponto de vista histórico, juridico, e politico nas argumentaçoes de tal personagem, e de facto foi uma desilusão. Mas do ponto de vista de slogans e propaganda a coisa tem pernas para andar.
por isso, nada de novo tudo como dantes.
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Levy,
Há sempre extremistas nestas discussões. Você que já mostrou uma sabedoria salomónica para aturar os não crentes, prolongue a pachorra mais um pouco.
Um infiel esclarecido,
Z
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Só duas pequenas notas algo relaccionadas com o tema:
“A Agência da ONU para o Auxílio aos Refugiados Palestinianos anunciou que as importações de bens humanitários para a Faixa de Gaza está suspensa. Razão? O facto de o Hamas ter confiscado pela segunda vez bens da organização.”
É no que dá o apoio cego e parcial ás guardas pretorianas da extrema direita clerical muçulmana…
Mas agora não faz mal porque “é lá entre eles”.
Também ainda não vi nenhuma manifestação de indignação pela execução sumária, após a retirada israelita, de palestinianos supostamente afectos à (apesar de tudo) de esquerda Fatah.
(www.memritv.org/clip/en/0/0/0/0/0/0/1998.htm)
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I was just now searching for about this when I found your post. I’m simply stopping by to say that I really liked seeing this post, it’s very clear and well written. Are you going to post more about this?
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