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Volto dia 4. Até lá, se tiverem tempo, vejam o documentário que deixei no post anterior.


Sem respostas to “Ich bin ein berliner”  

  1. 1 1  Lopes

    Porra Daniel, nem Bom Natal (já nem peço Santo Natal!!!), nem nada…

    Há nesta sua atitude uma analogia com o facto de os deputados do BE não usarem gravata, não é?

    Bom ano para si e traga a cabeça mais arejada e as ideias menos um pouco…

  2. 2 2  Jorge Miguel

    Lopes,

    Pode não ter reparado, mas o Daniel, na sua coluna no Expresso desta semana, descreve como gosta do Natal e como o considera uma quadra especial.

    Você não é obrigado a ler tudo, mas, quando não se sabe, talvez seja melhor não fazer afirmações definitivas e bombásticasm como as que fez sobre as gravatas do Bloco e do seu desdém do Natal. A vida não é aseim tão simple, Tenha calma e mantenha a cabeça arejada,

  3. 3 3  Flávio Gonçalves

    Já agora aproveitava e entrevistava Horst Mahler, Germar Rudolf e Ernst Zuendel acerca da liberdade de expressão na Alemanha, não?

  4. 4 4  JV

    Apoveite e aprenda por lá a diferença entre um berlinense e uma bola de Berlim: entre ein Berliner zu sein e berliner zu sein

  5. 5 5  Quintanilha

    Para quando uma abordagem deste tema:

    “Nos llamamos Melanie y Lorenzo Delloye Betancourt. Somos los hijos de Ingrid Betancourt. Este año sera para nosotros la quinta navidad que pasamos sin nuestra madre, que ustedes tienen secuestrada, y hace ya más de tres años y medio que no tenemos ninguna prueba de vida de ella y de su amiga Clara Rojas, que demostró tanta valentía al acompañarla.

    No somos los únicos familiares en esta situación. Cuántos hijos, cuantas madres y padres, esposas y esposos, esperan cada día alguna carta, algun video, una señal que les demuestre que su ser querido sigue con vida.

    Nosotros, los familiares, hemos luchado con toda nuestra fuerza y con toda nuestra alma por un acuerdo humanitario, con la esperanza de volver a ver a los que amamos. Pero nuestra lucha la llevamos en la noche, en el silencio.

    Seguimos luchando por los que amamos sin siquiera saber si siguen vivos. Porque ustedes nos niegan desde hace ya demasiado tiempo una verdadera prueba de vida.

    Para esta navidad les pedimos que nos den una prueba de vida de nuestra madre Ingrid Betancourt, de Clara Rojas y de todos los secuestrados, de los cuales no ha habido pruebas de vida recientes.

    A los medios de comunicacion en Colombia, como en el resto del mundo, les pedimos estar atentos y esperar con nosotros a que lleguen estas pruebas de vida para que podamos seguir nuestra lucha por la libertad.”

  6. 6 6  Joao Pais

    JV: Não exactamente: na alemanha, uma bola de berlim é um Berliner. mas em Berlim é um Pfannkuechen.

  7. 7 7  Pedro Botelho

    Não posso senão reforçar a sugestão do Flávio Gonçalves no que respeita à necessidade de mais informação sobre os casos silenciados de, entre outros, Horst Mahler, Germar Rudolf e Ernst Zuendel, este último vítima de uma conspiração (sim, as conspirações existem) envolvendo pelo menos três estados e um rapto descarado. A primeira medida da honestidade intelectual, para além de todas as ideologias ou sua ausência, é a disponibilidade para adquirir nova informação essencial , e o melhor caminho para ela é invariavelmente o que o rasto da censura aponta.

  8. 8 8  Carla Luis

    Lindíssima, a cidade!!!
    Este inverno é Berlim que vem até mim - e já cá está! :)

  9. 9 9  Saboteur

    Para quem pensa que já leu de tudo na vida: Já leram a entrevista de Rita Ferro no Sol?

  10. 10 10  xatoo

    -«Para aumentar a natalidade, que tem registando valores muito baixos, o governo alemão decidiu dar um incentivo monetário de 25 mil euros por cada criança que nasça a partir das zero horas do dia 1 de Janeiro».
    (no Sapo, 15.30h)

    ganda malandreco que é este Daniel,,,

  11. 11 11  JV

    João Pais, isso para o caso não é importante: o que importa aqui é que dizer ich bin Berliner significa «eu sou Berlinense», e ich bin ein Berliner quer dizer «eu sou uma bola de Berlim».

  12. 12 12  kandinsky

    Vá,descanse,reflita em coisas que lhe sao apresentadas e a que você tem dificuldade em responder,como esta: a ver com o seu penultimo texto no Expresso…Porque é que você põe o Fidel e o Pinochet no mesmo saco?!acha que o percurso do Fidel é o mesmo que o daquele facínora,fascista,que matou mais de 3 mil pessoas,fez desaparecer milhares,estragou a vida a centenas de milhar,que tiveram que se exilar?Acha?!Tenha calma,nao se precipite,analise bem os regimes.O Fidel é autoritário,sim senhor,mas olhe para as diferenças e os contextos historicos.O Pinochet derrubou um regime democratico,alicerçado numa coligaçao entre socialistas,comunistas,democratas-cristãos.Fidel derrubou uma das piores ditaduras que a America Latina conheceu,atraves de uma revoluçao popular.Cuba é hoje o país com os mehlores indices em termos de PNUD(indice de desenvolvimento humano) de todo o continente latino-americano,nao obstante a pobreza(alfabetizaçao e acesso á saude melhor que Portugal).Compare com o Chile do fascista Pinochet.
    Ou a sua conversao á social-democracia(ja disse que não é marxista),fá-lo perder o norte e comparar o incomparável?!

  13. 13 13  Anónimo

    Casos silenciados. Mais quais casos silenciados? É só ler as noticias de criminosos e já se sabe tudo sobre esses casos silenciados. Estes neo nazis são bestiais. Sorte tem eles em as democracias permitirem-lhe exprimir-se desta maneira.

    Ernst Zundel

    Now facing hate crimes charges in Germany, Ernst Zundel has been a leading Holocaust denier and white supremacist ideologue for more than two decades.

    In the late 1970s he began running Samisdat Publishers, one of the largest distributors of Nazi and neo-Nazi propaganda and memorabilia in the world. He has also been the inspiration for and key content provider of the Zundelsite, since 1995 a leading online repository of Holocaust-denial propaganda.

    Zundel’s activities led to numerous trials in Canada, where he lived from 1958 to 2001, and made him subject to arrest when he returned to Germany, his country of birth. Adept at attracting media attention, Zundel apparently relishes his legal battles with what he calls the “Holocaust industry.”

    Zundel married his Webmaster, Ingrid Rimland, and moved to Tennessee in 2001, only to be deported back to Canada by U.S. officials for visa violations in early 2003 and deported to Germany in March, 2005.

    Many far-right groups and Holocaust deniers have united to support Zundel; in April 2004, for instance, an international conference of Holocaust deniers and neo-Nazis convened in his honor in Sacramento.~

    Horst Mahler

    Horst Mahler has developed a new political identity in the last couple of years as a high profile member of the National Democratic Party of Germany (NPD). In the past, Horst Mahler was one of the founders of Germany’s Left-terrorist movement - the Red Army Fraktion. Mahler’s passage from the Left to nationalism has brought a fresh and dynamic perspective to the discussion-mode of the NPD, heightening its ability to analyse subjects such as globalism, consumerism, imperialism and the state. The first article in this File comes from a leftist newsmagazine and presents a marxist perspective on Mahler’s past and present activities. It should be read critically. The other items are aspects of the controversial thought of this dedicated fighter of the German national-resistance. We expect to add to this File as time goes on. The first articles discuss the ‘terror attacks’ upon America in 2001, Zionism and the New World Order. Banned from Lebanon in 2001 (where he was due to attend a history conference), Horst Mahler is a significant player in the new politics which seeks to go beyond Left and Right in the struggle against globalist capitalism.

    Germar Rudolf

    In short, Rudolf was wanted by Germany for having violated the law against inciting racial hatred. He fled Germany and after hiding out in a number of countries ended up in the United States where he applied for political asylum, claiming political persecution in Germany.

    A federal immigration judge denied Rudolf’s asylum claim and ordered him deported in June 2003. Rudolf appealed and lost. He then appealed to the US Court of Appeals and to the Supreme Court. All denied Rudolf’s requests .

    He became a fugitive, and then, after a period of time, showed up at an Immigration Office to apply for a Green Card on the basis of his having subsequently married an American citizen. [I guess you have to admire his hutzpah.] A quick check of the ICE computers indicated he was a fugitive and he was arrested.

    His behavior reminds me of Irving who announced on his website the fact that he was going to Austria where there was a warrant for his arrest to give a speech. Then, he went and was arrested.

    I would argue that part of the modus operandi of people such as this is to “spit in the eye” of authorities by breaking the law and then to test the resolve of the governing authorities [whether here in the US or in Austria].

    If the authorities do nothing, they herald this as indicating that they are above the law. If the authorities act and arrest them, then they cry “Free speech” or “Victim!.”

  14. 14 14  domalumenos
  15. 15 15  xatoo

    Daniel, um recadinho:
    Já que estás aí vê se podes dar um pulinho a Prenzlauer Berg (metro Rosa-Luxemburg Platz - Franz-Mehring-Platz 1 Berlim )e compras-me um livrito chamado “O Preço da Liberdade” na Fundação Rosa Luxemburgo, creio que vendem em lingua portuguesa - mas vá-se lá a saber porqué, não se editou em Portugal.
    O livrinho é óptimo porque explica tim-tim por tim-tim quem na Alemanha, uma das duas potências industriais capitalistas já na época, assassinou o socialismo democrático nas pessoas da dita Rosa e de Karl Liebeknech - foram esses mesmos: os “sociais democratas” de Friedrich Ebert, que por acaso também tem uma “Fundação” cujos fundadores nunca foram julgados pelos crimes cometidos às ordens da “república” dissidente de Weimar.
    Foi através desta última Fundação que vieram canalizados os fundos monetários a fundo perdido na sequência da célebre excursão do Presidente Costa Gomes e do Mário Soares a Washington a pedinchá-los - ah, mas quem se recorda já disso!. Curioso que junto com a massa, tenha vindo também como apendice o Carlucci assassinar o 25 de Abril.
    Enfim, o mundo é pequeno - mas a social-democracia é grande.
    Já agora Daniel, aproveita e compra dois livritos desses; traz um para ti também, e vem lendo pelo caminho, ok?
    vais ver que te faz jeito.
    Perdoa-me a intimidade mas tomei a liberdade por pensar que houvesse algumas afinidades politico-sociais entre nos, até àquela recente prova literária do “teu ditador é igual ao meu”
    Bom Ano e até ao teu regresso.

  16. 16 16  Anónimo

    Mais sobre Ernst Zündel:
    A Visit in Prison with Ernst Zuendel

  17. 17 17  Anónimo
  18. 18 18  Sérgio

    “A liberalização dos despedimentos, num país com uma classe empresarial como esta, era um risco que eu não correria.”José Maria Ricciardi, JN, 21-09-06 (FRASE DO ANO)

  19. 19 19  sérgio vitorino

    hello, fixe teres uma lista dos blogues e das associações pelo sim. Não é exaustiva mas pode vir a ser. Por exemplo com a referência às panteras rosa.
    http://www.panterasrosa.blogspot.com ou http://www.panterasrosa.com

  20. 20 20  Eric Blair

    desde que voltes a tempo de votar no referendo…

  21. 21 21  lux

    Caro Daniel Oliveira,

    na coluna da direita falta a referência a um dos Movimentos que tem estado na luta pelo SIM.

    Em Movimento Pelo Sim: http://www.peladespenalizacaodaivg.blogspot.com

  22. 22 22  Daniel Oliveira

    lux, não, não falta. Está lá o banner. Desde o principio.

  23. 23 23  Kandinsky

    Entao,caro Daniel,incomoda-o assim tanto responder ao post sobre Fidel e Pinochet?

  24. 24 24  eus

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