O inquérito para as europeias encerrou. Houve uma certa insistência de alguns fantasmas para participar na eleição. E eu, ao contrário das almas penadas, tenho mais que fazer. Pena ser neste dia.


12 respostas ao post “Inquérito”  

  1. 1 1  Maria Ramalho

    POis, acho que o ser um voto nulo, tv demonstrasse que a Europa a 27 não está a carrilhar na protecção dos direitos de todos. Tem q existir uma grande mudnça. Não a prevejo. Reflicto sobre isso.
    Maria Ramalho

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  2. 2 2  Zunkruft

    As pessoas continuam sem saber exactamente no que consiste o projecto da UE. Não sabem o mínimo sobre a orgânica dos quadros representativos. Porque é que hão de querer votar numa coisa que desconhecem e a qual não sabem para que serve?

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  3. 3 3  Ana Nunes L

    Que bela forma de comemorar o 25 de Abril, fechando votações. Sinais dos tempos.

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  4. 4 4  Contra-movimento

    O que se sabe sobre o projecto europeu é que de momento 50% da legislação aprovada na assembleia da república vem do Parlamento Europeu e com o Tratado de Lisboa, essa percentagem poderá passar para 90%.

    Creio que estamos perante uma transferência enorme de soberania nacional e instauração de medidas anti-democráticas, em que o povo português elege quem está no poder, mas as leis que os irão afectar virão de quem não foi eleito e quem não vive a realidade portuguesa.

    Quem está por dentro do cenário municipal, sabe que foram criadas recentemente as Comunidades Intermunicipais, entidades compostas por representantes das assembleias municipais e que tem o papel de gerir e direccionar os fundos europeus.

    As comunidades intermunicipais poderão vir a ter poderes executivos, ou seja, uma transferência de poderes de órgãos eleitos democraticamente para entidades compostas por autarcas nomeados.

    Acredito que uma nova Europa é possível, mas caminhamos a largos passos para um regime de pesadelo.

    A mesma situação deve ser aplicada nos outros países da UE.

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  5. 5 5  Rafeiro Danado

    Não deixa de ser interessante que a maioria dos leitores deste blogue não vote no Miguelito.

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  6. 6 6  joaquim azevedo

    Quando os esquizofrénicos dos heterónimos atacam, o melhor é mesmo recomendar-lhes um psiquiatra.

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  7. 7 7  joaquim azevedo

    Rafeiro #5
    “Não deixa de ser interessante que a maioria dos leitores deste blogue não vote no Miguelito.”

    Veja lá Rafeiro como a maioria destes blogueiros, não sendo Miguelistas/BE’s, apreciam o blogue em si.
    Qual será a razão Rafeiro?
    E, por aquilo que eu depreendo do post do Daniel, a vontade de participar é tanta que até há quem queira votar mais que uma vez.
    Eu gosto da democracia directa e participativa, mas apenas quando um é um, compreende?

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  8. 8 8  corvo

    Publicadas pelo Blogue Margens de Erro

    Sondagem Intercampus para as Europeias

    PS-34 ( Vital Moreira)
    PSD-33,5 ( Paulo Rangel)
    BE-18 (Miguel Portas )
    PCP- 7,9 ( Ilda Figueiredo)
    CDS-6,9 (Nuno Melo)

    Sondagem Aximage para a Camara de Lisboa
    Antonio Costa PS – 36,1
    Santana Lopes PSD-CDS- 29,6
    Ruben de Carvalho PCP-8,4
    Helena Roseta- 7,1
    Luis Fazenda BE-3,8

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  9. 9 9  António Cunha

    Interessantes estes ultimos resultados.

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  10. 10 10  espiritodonatalpresente

    Se queria apalpar o pulso aos comentadores deste blog, quanto ás preferencias partidárias, era escusado vir com um questionário mascarado de inquérito eleitoral.

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  11. 11 11  yacopse

    Resposta a um artigo da «jornalista» Valentina Marcelino publicado no dia 25 de Abril de 2009

    Durante a ditadura, os jornais eram censurados pelo Estado, como bem se sabe; agora, a crer no artigo publicado no Diário de Notícias de 25 de Abril último, parece que a redacção dos artigos de jornal passou a ser da responsabilidade da Polícia e, se os jornalistas supostamente ainda existem, parece-nos que o seu trabalho se limita a colocar a assinatura por debaixo do material proveniente das fontes ditas “oficiais”.

    A falta de sentido crítico, a absoluta colagem ao ponto de vista do poder, a total falta de interesse em apurar, mesmo de uma forma superficial, a veracidade de quanto foi dito pelas fontes policiais em que Valentina Marcelino se baseou para a confecção desta “notícia” parecem-nos francamente chocantes e, se forem representativas da qualidade geral dos artigos do DN, tememos pela forma como o público andou a ser informado ou desinformado por este jornal ao longo dos anos.

    Não será, decerto, a primeira vez que o mesmo jornal e a mesma jornalista nos brindaram com uma campanha de difamação. Tampouco acreditamos que seja a última. Com uma ouvinte tão boa como Valentina Marcelino para a escutar, a polícia sente-se à vontade para retorcer a verdade da forma que mais lhe aprouver. Assim, todo este artigo está repleto de afirmações extravagantes, repetindo mentiras anteriores e inventando algumas novas, para manter bem fresco o arsenal da calúnia.

    A solicitude policial para a elaboração deste artigo foi até ao ponto de fornecer as identidades de algumas pessoas envolvidas em processos relacionados com a manifestação de 2007. Lá aparecem nomes, idades, ocupações e até uma lista de anteriores “pecados”, cuja divulgação se nos afigura de legalidade duvidosa e onde até identificações, por suposto roubo em supermercado, são mencionadas para degradar o mais possível a imagem dessas pessoas aos olhos do leitor, tudo feito com um máximo de má fé.

    Mais uma vez, eis que assistimos ao reaparecimento dos supostos “cocktails molotov” da manifestação de há 2 anos. Que eles nunca tenham existido é coisa de pouca importância. A “jornalista” prossegue: refere os 11 detidos (brindados com a sua “ficha” no jornal para o país inteiro ler) e articula o texto de tal forma que dá a entender que essas pessoas foram todas detidas no mesmo lugar, ao mesmo tempo, que tinham sido elas a prepararem os ditos molotov e que foi essa a causa da carga policial! Tudo falso, mas que importa? Assim se faz esquecer uma carga policial brutal que deixou chocados todos quanto a presenciaram, onde o Corpo de Intervenção agrediu ao bastão e até mesmo ao pontapé, quem quer que lhe aparecesse à frente, novo ou velho, homem ou mulher, anarquista, turista, ou mero transeunte a sair de uma das lojas da Rua do Carmo. Como alguém protestasse, ouviram-se estas palavras ao chefe da polícia: “vocês são todos uns comunas de merda e mereciam era ter apanhado mais”. Sim, foi num 25 de Abril. Aliás, a brutalidade policial viria a suscitar investigações do IGAE, coisa que o artigo não refere, perguntamo-nos porquê.

    Não houve agressões de manifestantes a agentes da polícia em Abril de 2007, tampouco a transeuntes. Não houve qualquer pretexto para a violenta carga policial que se abateu sobre todos os manifestantes. A polícia não emitiu qualquer aviso de dispersão, contrariamente ao que a lei especifica, antes surgiu de repente, cortando as extremidades da rua e carregando de imediato.

    Um pouco mais abaixo, o ridículo relatório da polícia portuguesa à Europol, onde a acção do Verde Eufémia aparece catalogada como “eco-terrorrismo” é-nos apresentado como proveniente da própria Europol. Em face da histeria mediática que rodeou este caso, perguntamo-nos se ainda haverá alguém capaz de se lembrar de que a acção desse grupo se limitou a ceifar alguns pés de milho transgénico como acto simbólico.

    A máquina da paranóia descarrila completamente e embarca em fantasias de “manuais de acção directa”, onde nem falta a acção de supostos “extremistas” estrangeiros a enquadrarem e financiarem os anarquistas.

    Importa ainda esclarecer outros pontos:

    Fossemos nós, anti-estatistas e anti-capitalistas, pedir autorização ao Estado para sair à rua, estaríamos a renegar as nossas ideias. Este ponto parece-nos fundamental. Sabemos, contudo, que existe um prazo de 48 horas antes de qualquer manifestação para notificar o Governo Civil. Desta forma, a referência do DN – com 6 dias de antecedência sobre a manifestação convocada para o Primeiro de Maio – ao facto do Governo Civil ainda não ter recebido qualquer notificação para a realização da mesma, parece-nos desprovida de conteúdo, feita apenas com o objectivo de criminalizar. E isto quando até o próprio governo já emitiu directrizes que vão no sentido de a falta de notificação prévia não ser impeditiva da realização de uma manifestação*.

    As manifestações visam dar a conhecer um determinado ponto de vista a quantas pessoas seja possível. Se alguns participantes tapam a cara durante as mesmas, tal sucede devido ao controle a que nós e, de uma forma cada vez mais generalizada, a sociedade inteira, se vê sujeita por parte das autoridades.

    Sabemos muito bem em que circunstâncias estamos a viver e, mesmo que ainda reine a acalmia, a classe dominante treme ante a perspectiva de revoltas.

    alguns anarquistas

    * Ver: Normas técnicas para a actuação das forças de segurança no âmbito do exercício do direito de reunião e manifestação
    http://www.portugal.gov.pt/Portal/Print.aspx?guid=%7BCB5DFDAB-3AF4-410F-8410-5FF43DB04890%7D
    Leia-se, por exemplo, o ponto 3 do capítulo 1:
    «As omissões ou insuficiências do aviso prévio da realização de reunião ou manifestação não constituem, em si mesmas, fundamento para qualquer condicionamento do exercício do direito de reunião e manifestação»

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  12. 12 12  Maria Ramalho

    alguns anarquistas: Não consegui atinar onde está escrito esse artº da Valentia Marcelino. Pesquisei no DN .
    Mas a jeito de achega aqui vai este blog e se tiverem em onda leiam.
    http://africandar.blogspot.com/2008/09/um-dos-tabus-da-nossa-histria.html
    As pessoas, mudam de facto ,)
    Maria Ramalho

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