- Associar qualquer condenação ao crime que está a ser levado a cabo em Gaza a um apoio ao Hamas.
- Associar qualquer condenação ao crime que está a ser levado a cabo em Gaza a um apoio ao fanatismo religioso.
- Associar qualquer condenação ao crime que está a ser levado a cabo em Gaza a anti-semitismo.
- Aproveitar o facto de Palestina não ser, porque não a deixam, um Estado estruturado, para dar a Israel (“um país”) uma legitimidade diferente da de qualquer grupo palestiniano (“um gangue”).
- Aproveitar os crescentes conflitos com os árabes para apelar ao sentimento de proximidade cultural com Israel e de distância cultural com os palestinianos, como se isso desse qualquer tipo de autoridade moral a um ataque.
- Usar o facto de Israel ser uma democracia para legitimar qualquer acto, como se a democracia desse às bombas de um país uma natureza diferente. E nunca permitir que alguém recorde que o Hamas, também ele, foi eleito. Quem o disser, apesar de ser um facto, é apoiante do Hamas.
- Aproveitar o facto de Israel não deixar que haja testemunhas em Gaza para desumanizar esta guerra, para a tornar “limpa”.
- Desacreditar todas as testemunhas, como foi feito com os médicos noruegueses.
- Deslegitimar qualquer imagem de mortos, tratando-a como propaganda e manipulação.
- Feito isto, criar um paralelo entre o número de rockets lançados para Israel com o número de mortos na Palestina, em vez de, como obriga a lógica e a honestidade, comparar mortos com mortos e feridos com feridos.
- Usar qualquer imagem falsa dos acontecimentos para desacreditar todas as imagens que nos chegam, através de correspondentes, de Gaza. Assim, as pessoas deixam de acreditar mesmo no que vêem.
- Manipular as palavras: um ataque do Hamas é um ataque, um ataque de Israel é uma reacção. A ofensiva de Israel é uma guerra, os ataques do Hamas são terrorismo. Uma morte de um israelita civil resulta de um atentado, uma morte de um palestiniano civil é um “inevitável dano colateral”.
- Quem não usar a palavra “terrorismo” para falar do Hamas é um fanático. Quem usar a palavra “terrorismo” para falar de Israel é um fanático. A posição equilibrada e neutral exige linguagem desequilibrada e parcial.
- Impor a ideia de que qualquer morte de um civil palestiniano não é premeditada.
- Tratar todos os palestinianos civis como supostos militares do Hamas.
- Quando assim não pode ser justificado (caso de crianças pequenas), responsabilizar o Hamas por cada morte, já que usarão os civis (numa das regiões mais densamente povoadas do Mundo) como escudo humano. Desresponsabilizar, mais uma vez, Israel por qualquer consequência dos seus actos.
- Fazer esquecer todos os precedentes e todo o contexto de cerco e bloqueio, fazendo passar a ideia que estamos perante um paralelismo de situações entre Israel e a Palestina, em que o primeiro se limita a reagir aos actos da segunda.
- Fingir que este conflito sempre foi com o Hamas, esquecendo toda a história das últimas décadas, dando assim a ideia de que os palestinianos estão do lado de Israel e Israel do lado dos palestinianos.
- Tratar a disponibilidade dos israelitas para combater como sinal de resistência e patriotismo.
- Tratar a disponibilidade dos palestinianos para combater como sinal de fanatismo.


95 respostas ao post “Regras da propaganda”  

  1. 1 1  Francisco Crispim

    Não estará a exceder-se, Daniel?
    Descanse um pouco e acalme-se. Vai fazer-lhe bem, verá.
    Ou muito me engano ou o café do Pão de Canela anda muito forte. Olhe lá essa tensão.

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  2. 2 2  O Psiquiatra de serviço

    Não podia estar mais de acordo.
    PS. Viram o Cymerman o outro dia a bordo de um barco de guerra Israelita, entro os militares (como se fosse um deles) a explicar como se fazem os ataques por mar? A Márcia Rodrigues não leu uma cábula, um dia destes, em que tais coisas eram proibidas aos jornalistas? Ou Cymerman não é jornalista? Epá já não percebo nada disto.

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  3. 3 3  Ideafix

    Justificar qualquer massacre ou crime de guerra com um erro, um acidente a ser investigado e umas horas depois dizer que foi uma resposta a “fogo inimigo”. Como na escola ou hoje com as instalações da ONU e dos jornalistas.

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  4. 4 4  renegade

    É mesmo isto. O chato é que o sistema mediático protege a propaganda e combate a informação.

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  5. 5 5  Samuel

    Não podia ser mais em cheio!

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  6. 6 6  xatoo

    Os tanques israelitas entram na cidade de Gaza e disparam indiscriminadamente sobre áreas residenciais. Feitas as contas ao genocídio a percentagem de mulheres e crianças mortas e feridas é de 42 por cento do total de vítimas (1070 mortos, 4.900 feridos até ontem) Milhares de pessoas estão a abandonar as suas casas e fogem sem rumo. Não existe perspectiva alguma do minimo bem estar para o seu futuro. Trata-se de uma 2ª expulsão, ao mesmo estilo diabólico da Nabka de 1947. Se o povo de Gaza é amigo do partido islâmico então é inimigo de Israel

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  7. 7 7  helderega

    Regras da contra-propaganda:

    - Considerar o Hamas como um qualquer partido político.
    - Ignorar que o Hamas não admite a existência de um estado de Israel.
    - Insinuar que haverá interesses obscuros (económicos p. ex.) para além do propósito da segurança do estado de Israel.
    - Considerar legítimo todo e qualquer governo seja eleito pelo povo.
    - Ignorar que o Hamas já deu mostras de profundo desprezo pela vida humana, incluindo a do o seu povo e que utiliza os mortos civis como arma política.
    -…

    O problema é combater a propaganda com contra-propaganda, escamoteando a realidade. Esta encontra-se por ali algures, mais ou menos no meio, mas nunca só de um lado.

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  8. 8 8  Maria

    Bom
    acho que as ideias acerca deste conflito são livres e assim terão que permanecer uma vez que de outro modo seria impossivel acreditar que pelo menos em certas partes do mundo existem as liberdades minimas para se dizer o que se entende acerca de quem se entende.

    Assim deve ser para os que entendem que israel tem razões e para os que entendem o contrário sem que essas liberdades se transformem noutros conflitos já que ninguém ganharia nada com isso.

    Este conflito israel/palestina não tem nada que virar os portugueses uns contra os outros , para tal já bastam os gravissimos problemas dos que por cá habitam.

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  9. 9 9  Manuel Leão

    Daniel Oliveira:

    As regras que escreveu são de tal maneira evidentes, que quem acreditar na propaganda de Israel não pode invocar inocência. E se invocar é cínico.

    Mas, entre fronteiras, o prémio do cinismo e da desvergonha vai para o inefável José Manuel Fernandes. O que escreveu sobre esta questão foi um vómito que há-de manchar o jornal para sempre!

    José Manuel Fernandes é o “puxa-saco” do poder, o “lambe-botas” dos poderosos!

    E onde começou ele os primeiros passos políticos?

    E veja se descobre que conhecido comentador teve um percurso idêntico e também se chama José.

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  10. 10 10  nuno castro

    Na mouche! E mais completo não podia ser.
    Grande análise, Daniel.

    É pena que tão pouca gente siga os preceitos da lógica e da evidência.

    [Responder]

  11. 11 11  viana

    Excelente. A enviar para a Helena Matos.

    Já agora, sugiro a leitura dos magníficos ensaios aqui mencionados. Indicam que nos EUA, enquanto o sistema político continua totalmente subserviente para com Israel, existe `a Esquerda um movimento em crescendo que se pode tornar influente e oferecer um contraponto `a propaganda israelita nos EUA.

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  12. 12 12  Harjanti

    …e o choque que aONU hoje teve? Só hoje?

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  13. 13 13  Confúcio

    É isto a tradução do manual de contra-propaganda do Hammas?

    [Responder]

  14. 14 14  Spartakus

    #7. Nem mais. O HAMAS foi eleito. Nas urnas. Eleições limpas.

    Leão: mas não só. São muitos. A compincha do Dias Loureiro, a Ana Gomes, o Lamego, a Morgadinha, o Durão…eram poucos mas arranjaram-se bem…

    [Responder]

  15. 15 15  Henrique Morais

    Fico a espera que o vosso espirito tao humano, que sempre pensa nos mais desfavorecidos, escreva dezenas de posts, organize manifestaçoes, greves, provoque o caos nas ruas das capitais e atire sapatos por todos estes paises que sao esquecidos e que sao tao humanos como os palestinianos. Independentemente se os americanos estao metidos ao barulho ou nao…

    http://www.msf.es/noticias/noticias_basicas/2009/TopTencrisisdesatendidas2008.asp

    [Responder]

  16. 16 16  Rosa Maria

    Muito bom! O massacre continua! Hoje 1070 palestinianos mortos! e a comunidade internacional nada! no seu posto falta uma frase sobre o facto que Israel nunca respeitou as resoluções das Nações Unidas!
    Abraço
    Rosa

    [Responder]

  17. 17 17  Zézé

    O seu melhor post sobre o assunto, Daniel. Verifico com agrado que você está a melhorar naquilo em que era mais vulnerável. Refiro-me à sua dificuldade em lidar com os argumentos chantagistas e manipulatórios da propaganda sionista, sempre a inclinada a atirar o labéu de “antisemita” (os sionistas nem sequer são semitas, roubaram a identidade tal como as terras aos palestinianos…enfim uns burlões de alto calibre, ou não fosse o Maddoff um deles) a quem balbucie a minima crítica aos crimes da camarilha terrorista de Telavive.

    [Responder]

  18. 18 18  Zézé

    Helderega#7: O Hamas não nega a existência de judeus na Palestina, apenas não reconhece e pretende substituir o regime sionista apartheidesco e antidemocrático, tal como Mandela não reconhecia o regime racista sul-africano. Quanto a desprezar a vida humana, não percebi essa… Quem é que assassina ? Israel, não ?

    [Responder]

  19. 19 19  fado alexandrino

    Desacreditar todas as testemunhas, como foi feito com os médicos noruegueses.

    O senhor como pessoa pode ser excelente.
    Como político não é, pois recorre sempre a meias-verdades para dizer uma mentira.
    Como sabe (e não diz) os médicos noruegueses foram contractados por uma entidade palestiniana e estão ao serviço da mesma.

    Peça-me a mim para confirmar a existência de um penalty duvidoso assinalado a favor do Benfica.

    [Responder]

  20. 20 20  fado alexandrino

    Assim, as pessoas deixam de acreditar mesmo no que vêem.

    Conforme o senhor mesmo afirma, há imagens falsas.
    Então explique-me lá como é que eu sentado em Lisboa posso ter a certeza de uma imagem que me chega pela televisão é verdadeira ou manipulada.
    O resto das suas “leis” está crivado de erros que por piedade deixo passar para que os crentes que aqui vêm não saiam desiludidos.

    [Responder]

  21. 21 21  Barbosa

    O povo palestino que votou no Hamas também é responsável pelos oito mil qassans que caíram em Israel nos ultimos anos.
    As crianças que morrem pelo fogo Israelita estavam a servir de barricada aos «bravos» combatentes terroristas.
    Querem que Israel abra as fronteiras? E depois? A subrevivencia de um país livre está em perigo por uma horda ululante que não tem planos para uma vida normal, apenas para a jihad.Os palestinos não são um povo normal, os seus dirigentes só lhe ensinam o ódio. A seguir é todo o ocidente. Os D:Os também são para abater atenção.

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  22. 22 22  anonimo

    (“E nunca permitir que alguém recorde que o Hamas, também ele, foi eleito”)

    Pois foi, e o que é que isso significa? é interessante esta parte porque denota conceitos de democracia. O hitler também tinha ido sempre a eleiçoes, tirando o putsch de munique em que tentou um golpe palaciano.

    A comunidade internacional tem que respeitar isso. Porque? há critérios de legitimidade internacional para um sujeito ser considerado de direito e interlocutor. Não basta só as eleições ou sim? as eleições dão legitimidade mas não obrigam os outros a ter que estabelecer relações diplomáticas só por isso ou sim? Se a al qaeda ganhasse umas eleiçoes com o apoio de uma população mantendo a mesma filosofia contra o ocidente passava a ser democrata por ter ganho umas eleições, e os outros eram por isso, por causa do voto que define uma democracia, obrigados a relacionar-se com eles diplomaticamente apesar de não terem dado sinais de mudanças e de serem democratas, delirios, para ser democratas tem que ter comportamentos de democratas ao longo do tempo, as eleições dão legitimidade mas não obrigam os outros a ter que estabelecer relações diplomáticas só por isso.

    É que existe um critério de reciprocidade no reconhecimento, e o critério de reciprocidade do hamas e seus apoiantes para com israel é bestial, a comunidade internacional deve respeitar pois eles ganharam nas urnas e isso faz deles democratas segundo algumas mentes, mas “eles” (hamas) não tem nada nem devem reconhecer Israel, que está ali de acordo com algumas mentes ilegalmente segundo o direito internacional. Esta é boa. O criterio de reciprocidade democratica para alguns e só numa direcção.

    Se alguém ainda tem dúvidas quanto ao objectivo do Hamas de riscar Israel do mapa, é só fazer a leitura dos estatutos do Hamas, e podemos ver a democracia em acção pela lógica deles. E depois falam em negociar, com quem? Com quem não reconhece a outra parte.

    Fenomenais estas visões.

    É so ver os estatutos do hamas

    O Lema do Movimento de Resistência Islâmica

    Art. 8º Alá é a finalidade, o Profeta o modelo a ser seguido, o Alcorão a Constituição, a Jihad é o caminho e a morte por Alá é a sublime aspiração.

    Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele. segundo palavras do mártir, Iman Hasan al-Banna, com a graça de Alá

    Art.6º O Movimento de Resistência Islâmica é um movimento palestino distinto, que é leal a Alá, adopta o Islão como modo de vida e se dedica a levantar a bandeira de Alá sobre cada centímetro da Palestina. Sob as asas do Islão, seguidores de outras religiões podem todos viver salvos e seguros em suas vidas, propriedades e direitos; porque na ausência do Islão, a discórdia surge, a injustiça se espalha, a corrupção brota, e acabam existindo conflitos e guerras.

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  23. 23 23  O Psiquiatra de serviço

    Não se esqueçam do Vara. Do Vara. Não é justo que se refiram todos aqueles que empobreceram no exercício da nobre causa pública e se esqueça algum. Vara!

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  24. 24 24  Já Volto

    É isso mesmo.

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  25. 25 25  JEM

    As regras da propraganda da extrema-esquerda:

    - Fingir que o que se está a passar em Gaza não tem nada a ver com o Hamas.

    - Fingir que o fanatismo islamista não tem relevância no que se está a passar.

    - Associar qualquer condenação à defesa de Israel a islamofobia, militarismo e insensibilidade perante o sofrimento dos outros.

    - Ocultar que os Israelitas votaram em maioria em partidos que defendem a existência de um Estado Palestiniano, que viva em paz com Israel.

    - Ocultar que os Palestinianos votaram em maioria num partido que defende a guerra com Israel até à sua aniquilação e o genocídio dos Judeus.

    - Tentar passar a imagem de superioridade moral, aproveitando os crescentes conflitos com os árabes para acusar quem defende Israel racismo e islamofobia.

    - Usar o facto de não haver uma verdadeira democracia em Gaza para desculpabilizar os Palestinianos dos actos do Hamas, quando na verdade os Palestinianos escolheram o Hamas nas últimas eleições

    - E nunca permitir que alguém recorde que o Presidente Abbas legitimamente destitui o Hamas, e que o Hamas chacinou os seus oponentes políticos.

    - Utilizar boatos e informações não confirmada emitidas por partes interessadas, e não as desmentir quando se provam que são falsas.

    - Comparar mortos com mortos e feridos com feridos, equacionando superioridade militar com inferioridade moral.

    - Acusar israel de apartheid quando dá cidadania e igualdade de direitos aos palestinianos israelitas, ao mesmo tempo que se oculta que os palestinianos têm cláusulas legais específicas que lhes vedam a cidadania em muitos países árabes, os quais os mantêm em guetos e campos de refugiados.

    - Manipular as palavras: um ataque do Hamas é um “acto de resistência”, um ataque de Israel é “um crime”.

    - Pôr num plano moral equivalente mortes civis não intencionais com mortes de civis como objectivo.

    - Impor a ideia de que o objectivo de Israel é matar civis. Ocultar que o objectivo assumido do Hamas é matar judeus, mesmo os que não sejam israelitas.

    - Fingir que Israel controla todas as fronteiras de Gaza, ocultando que a fronteira com o Egipto é controlada pelos egípcios

    - Tratar todos os combatentes do Hamas como civis.

    - Ocultar que os responsáveis do Hamas se escondem em hospitais

    - Fazer esquecer todos os precedentes e todo o contexto da guerra israelo-árabe, em particular o objectivo da grande maioria dos países na região, já tentado no passado e assumido no presente, em destruir Israel.

    – Ocultar as lavagens cerebrais para instilar ódio aos israelitas nas crianças palestinianas que são feitas pelo Hamas

    - Ignorar os momentos em que Israel não ataca e é atacado

    - Fingir que as relações de israel com o governo palestiniano na cisjordânia não têm melhorado, ocultando a paz que se tem vivido, o crescimento económico na zona e o progressivo desmantelamento de check-points, tentando ocultar que israel só ataca em resposta a um ataque.

    [Responder]

  26. 26 26  Antonio Cunha

    Excelente panfeleto de propaganda Daniel

    Foi o Miguel que lhe trouxe de Gaza ?

    Pior que voce (ou melhor) só aquele ministro do Sadam. O da propaganda. o “Ali o Comico” lembra-se ?

    A esquerdalha, que vive numa europa democratica, abomina essa mesma democracia e defende os fascistas do “alcoirão”, que trata tão bem as suas mulheres. Porque não vão todas para lá. O Miguel podia arranjar um espacito.

    [Responder]

  27. 27 27  Zézé

    O Hamas foi eleito democraticamente na sua terra (QUE NÂO ROUBOU). O governo da ditadura sionista só foi “eleito” por uma minoria de terroristas (apenas pelos crentes judaicos) que nada tem a ver com a Palestina cujas terras roubou expulsando os donos. O Hamas defende a democracia para cidadãos de todas as religiões (one man, one vote). iSSrael, entidade ilegal extremista, defende a democracia só para os cidadãos judeus e os guettos apartheidescos sem direito de voto para os cidadãos de outras religiões.

    Mas há sempre nazis que não sabem o que é democracia, e que preferem ditaduras racistas… a que chamam democracia…haja paciência…

    [Responder]

  28. 28 28  o puma

    Caro Daniel

    Israel não sabe contar os mortos
    civis nem discernir os alvos
    que atinge nem as armas que utililiza nem diz que tem ordens
    para limpar o que resta
    até à posse de Obama – como diz o outro – fora isso, tudo certo

    [Responder]

  29. 29 29  jcd

    Mais regras de propaganda:

    - Desvalorizar sistematicamente as actividades terroristas do Hamas, como se elas não tivessem nada a ver com o que se passa em Gaza.

    - Desvalorizar sistematicamente o fanatismo religioso do Hamas, como se a fundamentalismo islâmico não tivesse nada a ver com o que se passa em Gaza.

    - Desvalorizar sistematicamente o anti-semitismo que grassa por aí, principalmente na extrema-direita e na extrema-esquerda.

    - Ignorar o facto da Palestina não ser um estado porque muitos líderes palestinianos nunca quiseram ter um estado enquanto os judeus não fossem empurrados para o mar.

    -Ignorar que o estado civilizacional de Israel deixa a milhas o medievalismo dos estados controlados por fanatismos religiosos.

    -Aproveitar a situação económica de Gaza para justificar os ataques de mísseis a Israel em tempo de tréguas, como se os mísseis fossem apenas uma resposta a um pretenso bloqueio.

    -Ignorar o facto de Gaza ter uma fronteira com o Egipto para acusar Israel de bloquear o território.

    -Ignorar o facto de Israel ser a única democracia estabilizada e consistente do médio oriente e estar rodeado por ditaduras que sobrevivem à custa do estado de ódio e à alienação religiosa que impõem aos seus cidadãos. E nunca permitir que alguém recorde que o Hamas é um partido político que mantém uma milícia armada e violenta que massacrou os membros da oposição.

    -Aproveitar o facto de haver total manipulação da informação em Gaza, contra total liberdade de informação em Israel.

    -Engolir todo e qualquer testemunho como verdadeiro, por mais imbecil que seja, desde que esse testemunho explique que Israel assassina impiedosamente velhos, crianças e inocentes.

    -Ignorar o abismo cultural entre aqueles que protegem e escondem o sofrimento dos seus cidadãos e os que se escondem atrás de civis para melhor espalharem cadáveres em frente às câmaras.

    -Ignorar completamente as produções de Pallywood.

    -Ignorar o sistemático e documentado uso pelo Hamas de escolas, hospitais, ambulâncias da UN como instalações militares.

    -Querer fazer comparações matemáticas de mortos e feridos entre os que lançam rockets à toa com o objectivo de matar civis e a resposta militar contra os lançadores de rockets escondidos entre a população civil.

    -Ignorar completamente o passado terrorista do Hamas, feito de bombas cobardemente explodidas em esplanadas e autocarros que mataram mais de 400 pessoas em Israel e que só foi travado com a construção do muro.

    -Ignorar a sequência imparável de falsificações jornalísticas que nos chegam de Gaza como se fossem um fait-divers.

    -Manipular as palavras: um ataque do Israel é um ataque desporporcionado contra populações indefesas, um ataque do Hamas é uma resposta. O terrorista é Israel, o Hamas é a vítima. O Hamas defende-se, Israel mata civis. Um míssil lançado pelo Hamas contra civis causa vítimas, um ataque de Israel contra o Hamas assassina civis inocentes.

    - Impor a ideia que a morte de civis palestinianos é premeditada. Sugerir que as tropas israelitas disparam propositadamente contra civis, para causar o maior número possível de vítimas.

    - Tratar os militares do Hamas como se fossem civis. Qualquer ataque ao Hamas causa sempre, sempre, sempre, vítimas civis.

    - Desresponsabilizar o Hamas pelo uso de crianças como escudos humanos, como se fosse legítimo disparar mísseis de zonas habitadas.

    - Ignorar que os objectivos políticos do Hamas são o extermínio dos judeus, a aniquilação do estado de Israel e a extensão do Islão a todo o território de Israel.

    - Fazer esquecer todos os precedentes, como se o lançamento de cinco ou seis milhares de mísseis não tivesse qualquer importância neste conflito e não fossem motivo mais do que suficiente para uma resposta militar.

    - Sugerir que este conflito não é com o Hamas mas sim com os palestinianos, esquecendo que não há conflito no West Bank, onde o Hamas não manda.

    - Ignorar que Israel já foi várias vezes atacada pelos estados vizinhos, que iniciaram 3 guerras, não compreendendo que a disponibilidade dos israelitas para combater é uma mera questão de sobrevivência.

    Propaganda por propaganda, cada um usa a que gosta mais.

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  30. 30 30  carmo da rosa

    Jem,

    Você tirou-me as palavras da boca e fê-lo muito bem, queria apenas acrescentar mais uma coisita porque o Daniel Oliveira também ele se ‘esqueceu’ de outra coisita quando diz: ”Usar o facto de Israel ser uma democracia para legitimar qualquer acto, como se a democracia desse às bombas de um país uma natureza diferente. E nunca permitir que alguém recorde que o Hamas, também ele, foi eleito.’

    Daniel Oliveira julga que ganhar eleições é a única exigência de uma democracia (para um esquerdista já não é nada mau!), por isso não deu importância ao facto do Hamas, depois de ter ganho as eleições, ter mandado fuzilar todos os militantes da Fatah que não conseguiram fugir a tempo para a Cisjordânia… (isto está documentado em vídeo, registado pelo próprio Hamas!)

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  31. 31 31  xatoo

    o “Anónimo” Sionista (coment.22) lá vai continuando aqui a sua batalha privada (encomendada) – é só aparecerem uns energúmenos bem armados, sem qualquer legitimidade (como diz e muito bem: como o Hitler) e aí estão eles de baba nos beiços: Bombardeie-se um gueto e aparecerem logo as piranhas ávidas de prazer – Manifestação de regozijo em NY pelo ataque a Gaza em curso

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  32. 32 32  Bolota

    “ Fingir que o que se está a passar em Gaza não tem nada a ver com o Hamas. “

    JEM,

    “ Fingir que o que se está a passar em Gaza não tem nada a ver com o Hamas. “

    JEM,

    Como é que alguém pode fingir se foi o Hamas que destruiu a sede da ONU, destruindo todos os viveres ai armazenado.
    Como foi o Hamas que atacou colunas também da ONU, matando um motorista desta organização.

    Será que a Helena Matos já chegou á conclusão que o homem foi á lua???

    A vossa cegueira aborrece.

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  33. 33 33  Artur Portela

    Notícia de última hora:

    Invasão israelita em Gaza provoca onda de tendinites em bloggers de esquerda portugueses.

    A ofensiva militar israelita na faixa de Gaza está a provocar um incontrolável surto de divórcios, infidelidades, arrufos conjugais e doenças músculo-esqueléticas em bloggers de esquerda. O Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão já confirmou a entrada de mais de 1500 bloggers de esquerda para Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Terapia da Fala e Assistência Social. Apesar do internamento compulsivo dos autores, os seus blogues têm mantido a sua actividade normal (150 posts por hora sobre a Palestina). “Contratei dezenas de ex-eufémios e ex-alunos dos cursos de desobediência civil para actualizar o meu blogue, o twitter, responder a mails, atender telefonemas, tratar das manifestações e para escrever a minha crónica no jornal. Eles têm sido impecáveis. Tratam dos miúdos, fazem companhia ao meu cônjuge, todos os dias mudam o incenso lá de casa e ainda regam a minha plantação de droga”, afirmou um blogger de esquerda.

    Muito bem LEM, desmontou o castelo de cartas que era a posta do DO.

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  34. 34 34  anonimo

    Este blogue é temporariamente o agazastão

    [Responder]

  35. 35 35  Sebastião Dias

    Daniel, é incrível mas consigo fazer facilmente o seu exercício alterando apenas umas palavritas. Acho que vou fazer um blog e, sei lá, vou para a televisão participar num programa pseudo-engraçado.

    Regras da propaganda
    -Associar qualquer acção de Israel contra o Hamas a um crime contra a humanidade;
    -Associar qualquer justificação das acções levadas a cabo por Israel como anti-islamismo primário;
    -Associar qualquer aprovação das acções de Israel como um colaboracionistas com um genocídeo:
    -Aproveitar o facto da Palestina não ter um exército digno desse nome, ao contrário de Israel, mas sim terroristas armados, para declarar que esta é uma guerra de um exército contra inocentes desarmados;
    -Aproveitar os constantes conflitos entre árabes e israelitas para apontar o dedo aos que se encontram do lado de Israel, acusando-os de anti-islamistas;
    -Usar o facto do Hamas ter sido democraticamente eleito pelos palestinianos para achar que o povo está com o Hamas e que este tem o direito legítimo de usar o terrorismo como arma;
    -Nunca permitir que alguém recorde o facto de ter sido o Hamas a acabar com o cessar fogo contra Israel; Quem o disser é um apoiante de um estado terrorista ou, pior, do imperialismo americano;
    -Aproveitar qualquer imagem de sofrimento da Palestina (real, fictícia) para culpar Israel de todos os males, tornando esta guerra sempre suja para um dos lados;
    -Desacreditar todos os que possam defender a causa de Israel, acusando-os de xenófobos, racistas, anti-Islão ou preconceituosos;
    -Exagerar o número de mortos e feridos, fazendo crer que a guerra é mais sangrenta e cruel do que na realidade está a ser;
    -Ir buscar imagens de sofrimento e destruição ao arquivo das televisões e retransmitir as imagens como sendo do ataque sangrento do dia anterior, o qual foi levado a cabo pelas forças de Israel;
    -Comparar mortos com mortos e feridos com feridos, dado não ser vantajoso fazer-se a comparação entre um exército que obedece a uma hierarquia, a um governo e a convenções internacionais e um bando de criminosos cujo principal objectivo é semear o terror e matar inocentes;
    -Manipular as palavras: um rocket lançado pelo Hamas é uma bomba de Carnaval que se deita por cima de um muro, enquanto uma ofensiva de Israel é um ataque lançado sobre civis inocentes apanhados desprevenidos; a diferença entre uma brincadeira de crianças e o terrorismo de estado semellhante ao nazismo;
    - Quem não usar a palavra “terrorismo” para falar de Israel é um nazi. Quem usar a palavra “terrorismo” para falar do Hamas é um racista anti-islão. A posição equilibrada e neutral exige linguagem desequilibrada e parcial.
    - Impor a ideia de que qualquer morte de um israelita é um acaso infeliz de uma organização – Hamas – que só quer a paz;
    - Tratar todos os palestinianos alegadamente mortos em ataques como civis inocentes;
    - No caso de crianças pequenas, responsabilizar Israel por cada morte, por bombardeamento, por doença, por atropelamento, por acidente com arma de fogo ou armamento do Hamas;
    - Fazer esquecer todos os precedentes e todo o contexto da actual guerra, como seja violar de cessar fogo, envio de rockets contra Israel, fazendo passar a ideia que estamos perante uma guerra travada entre dois exércitos, de força desigual, de um lado o estado terrorista, do outro os inocentes que só têm pedras para lutar;
    - Fingir que este conflito sempre foi apenas com Israel, esquecendo toda a história dos últimos séculos na região, manchados de sangue, entre países vizinhos, antes inimigos mortais depois aliados contra um terceiro inimigo, e aí por diante.
    - Tratar a disponibilidade dos palestinianos para combater como sinal de resistência e patriotismo.
    - Tratar a disponibilidade dos Israelitas para combater como sinal imperialismo e barbárie contra outras fés.

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  36. 36 36  Sebastião Dias

    «Nem mais. O HAMAS foi eleito. Nas urnas. Eleições limpas.»

    Caro Spartakus, as eleições foram limpíssimas. E as primeiras medidas exemplares: executar os opositores. É o que a esquerda chamaria de democracia (veja-se o bom exemplo da Coreia do Norte).

    [Responder]

  37. 37 37  Sebastião Dias

    Daniel, sendo eu, como sabe, alérgico às políticas que o seu Bloco de Esquerda preconiza, nomeadamente a legalização de drogas leves, sou, no entanto, um tipo flexível, achado que algumas drogas, nomeadamente a canabis, poderão ser terapeuticas.

    Acho que os Palestinianos do Hamas poderiam beneficiar bastante de uns charritos, para acalmar os seus ânimos terroristas e apaziguar a região. Porque é que o Bloco e, já agora, o Miguel Portas (que neste momento lá deve estar) não fuma aí umas boas pedras com os terroristas do Hamas e propõe a criação de uma «Faixa de Ganza»?

    Quem sabe, Daniel, quem sabe. Paz e amor, meu…

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  38. 38 38  agitador

    acho que há aqui muita gente a misturar alhos com bugalhos… e no fim encaixam como uma maravilha na descrição que o DO deu.

    os meus parabéns…

    já agora nisto de bons versus maus, eu posso ser o ranger azul?

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  39. 39 39  Condessa X

    Acho que é dos melhores exercícios que já li. Choca-me o resultado da votação e a mesquinhez de discurso da maioria dos comentadores que parecem não ter mais nada que fazer do que tentar aborrecer os autores do blogue com provocações totalmente descabidas.
    Bastaria pensarem melhor onde é que se desenrola a guerra propriamente dita. Em que terrenos caem as bombas? Israel ou Palestina?
    Um dos meus amigos foi fazer um doutoramento em Israel, ficou lá 3 anos tranquilo que se vivia bem lá e aquilo era uma alegria e até festas de Gay Pride havia em Israel. Reparem nas roupas dos israelitas que aparecem na televisão, não estão limpinhos e bem vestidos?Os amigos israelitas que ele conheceu não tinham alternativa senão integrar-se no exército. Grande parte deles vai a contra-gosto e por falta de opção porque também não querem esta guerra. Muitos combatentes têm remorsos, não vivem bem com o facto de terem sido coagidos a participar numa guerra que lhes tentam fazer crer como sendo deles. Não é uma guerra de povos nem tão pouco uma guerra motivada por religiões, é uma guerra constantemente fomentada por outros países e fico triste por Obama ainda não ter aberto o bico.
    Os israelitas também NÃO querem esta guerra! Quem quer a guerra são os grandes, não a generalidade do povo israelita.

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  40. 40 40  Zunkruft

    Infelizmente, seja este texto algo extremista e hiperbólico ou não, tenho que concordar com tudo o que ele diz, pois respeita aquilo que sinto relativamente ao circo que se tem feito em torno desta palhaçada.

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  41. 41 41  Zé Preto

    Samir Kuntar, um libanês condenado a prisão perpétua, foi trocado em Julho de 2008 por uns ossos de soldados israelitas raptados vivos pelo Hezbollah. Em 1979 este druso Kuntar chefiou uma operação num barco até Nahariya, no norte de Israel, e atacou uma casa para fazer reféns. Raptou o pai e uma filha de 4 anos e deixou para trás escondidas no sótão, a mãe e outra filha de 2 anos. Na praia quando foi encurralado por uma patrulha israelita, matou o pai com um tiro nas costas e esmagou o crânio da criança contra um rochedo com a coronha da espingarda. No sótão a mãe tapou a boca da filha com tanta força para ela não chorar que a sufocou. Foi a única sobrevivente.

    [Responder]

  42. 42 42  António Sequeira

    Concordo 100%

    [Responder]

  43. 43 43  anonimo

    O xatoo

    (“Anónimo” Sionista (coment.22) lá vai continuando aqui a sua batalha privada (encomendada”)

    Encomendada por mim. Voce é um triste.

    (“Os tanques israelitas entram na cidade de Gaza e disparam indiscriminadamente sobre áreas residenciais…… Trata-se de uma 2ª expulsão, ao mesmo estilo diabólico da Nabka de 1947”)

    Trata sim de uma expulsão de terroristas.

    O que não dizem é se pelo facto de alguém concorrer a umas eleiçoes e porventura sair vencedor isso e só por isso por cumprir um requisito das democracias faz desse alguém um democrata, é que a partir daqui todas as outros itens de propaganda do post caem pela base é so responder a esta questão. Israel atacaria impunemente perante a concordancia da comunidade internacional se do outro lado estivesse um oponente democratico e que o reconhecesse e não atacasse?

    Parlapié, parlapié,assim como outros por ai que vivem de fantasias, agora deixou as teorias da conspiração, sabe que eu não tenho interesse nenhum em discutir consigo inventando teorias da conspiração. E já agora leia os estatutos do hamas, se você defende aquilo e quem o escreveu,defende uma bela visão da democracia, também defende o chavez que convocou um referendo para se legitimar perpetuamente no poder, mas não teve o resultado que pretendia por isso passado um ano alcançou o mesmo objectivo atraves de uma lei feita a medida e passando por cima da consulta popular. Devia era ir viver para lá, façam isso, deixem-se de tretas de escrita sem fundamento, na guerra civil espanhola havia brigadas internacionais em espanha a lutar, façam-se voluntários e vão ajudar o povo palestino, coitaditos que escolheram o Hamas para os governar.Deixe-me em paz ok, passe ao lado dos meus comentários se lhe faz urticaria, pois caro amigo coce-se, e vá gritando slogans para a caricatura ficar mais apropriada

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  44. 44 44  Zézé

    “Caro Spartakus, as eleições foram limpíssimas. E as primeiras medidas exemplares: executar os opositores.” Sebastião mentiroso…

    MENTIRA ! Pode indicar links em que se refira esse facto ? É o Hamas que respoeita a democracia e a Fatah que a viola, arrogando-se poder e querendo controlar a polícia mesmo depois de derrotado nas eleições, prendendo. POR ORDEM de Israel, na Cisjordânia 400 políticos do partido vencedor e tentando um golpe em Gaza com ajuda e armas israelitas, golpe que foi esmagado pelo Hamas. O video que o CAA pôs a circular na blogosfera não era de Gaza, nas da guerra civil entre chiitas e sunitas no Iraque.

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  45. 45 45  Zézé

    Israel in Gaza: A Critical Reframing
    TEXTO MUITO INTERESSANTE: O Comité israelita de luta contra a demolição de casas (ICAHD) DEMOLE a argumentação dos nazi-sionistas:

    Israel’s core messages, listed below, argue for the justice of its cause in Gaza, cast Israel as the victim and ensure that its war is seen not in terms of occupation but of the broader Western struggle against terror. The critical reframing we offer, that of Israelis committed to human rights, international law and a just peace as the only way out of this interminable and bloody conflict, argues that security cannot be achieved unilaterally while one side oppresses the other and that Israel’s attack on Gaza is merely another attempt to render its Occupation permanent by destroying any source of effective resistance. It argues that Israel could have avoided all attacks upon it over the last twenty years, and the rise of Hamas, if it had genuinely negotiated a two-state solution with the Palestinian leadership. Israel, the strong party and the Occupying Power, is not the victim. Indeed, its attack on Gaza is a form of State Terrorism.

    Israeli PR: Like all countries, Israel has a right and duty to defend its citizens. Israel, acting as any life-loving nation would, has a right to be a normal country living in peace and security.

    Critical Reframing: To pursue offensive policies of prolonged occupation as well as sanctions, boycotts and closures that impoverish a civilian population, and to then refuse to engage with that population’s elected leaders, is not defending ones’ citizens. To expect your citizens to live in security while a million and a half subjugated people just a few kilometers away live in misery is both unrealistic and presumptive. Israel will only be able to defend its citizens – which is indeed its duty – if it addresses the causes of their insecurity, a 41 year-old occupation.

    Israeli PR: Israel had no choice but to attack in response to the barrage of 8,500 Hamas rockets fired from Gaza into Israel over the past eight years that have killed 20 Israeli civilians.

    Critical Reframing: In the past three years alone Israel – together with the US, Europe and Japan – imposed an inhumane siege of Gaza while conducting a campaign of targeted assassinations and attacks throughout the cease-fire that left 1,700 Palestinians dead. Hamas’ barrage did not exist in a vacuum. This war is no “response:” it is merely a more deadly round of the tit-for-tat arising out of a political vacuum. The rocket firings could have been avoided had there been a genuine political horizon. To present the “barrage” as an independent event disassociated from wider Israeli policies that led to them is disingenuous.

    Israeli PR: There is no occupation – in general, but specifically in Gaza. Israel ended its occupation of Gaza in 2005 with the “disengagement.” Gaza could have flourished as the basis of a Palestinian state, but its inhabitants chose conflict.

    Critical Reframing: Economic development, not to mention a political process which might have prevented the violence on both sides, was actively prevented by both Israel and its international supporters, which share responsibility for the present tragedy in Gaza. At no time since the “disengagement” did Israel ever relinquish or even loosen its control. The closure remained in force, including by sea; Gazans were never allowed to reopen their sea or air ports; nor were any conditions conducive to economic development allowed. Israel’s claim that there has never been an occupation of the West Bank, East Jerusalem and Gaza is rejected by every member of the international community. Neither does it accept Israel’s claim that occupation ended in 2005, since the definition of occupation in international law has to do with exercising effective control of a foreign territory, which Israel obviously does over Gaza.

    Israeli PR: Only Hamas violated the cease-fire, and thus it carries full responsibility.

    Critical Reframing: Israel and Hamas agreed to a truce (through Egypt) by which Israel would allow the opening of the Gazan border crossings (at least partially) in return for an end to rocket fire on Israel. Hamas largely, though not entirely, kept its part of the bargain; Israel almost never did. Killings of Palestinians from the air continued, and on the American election day in early November it attacked the tunnels (which functioned as alternative means of supplying Gaza in the absence of open borders, which would have allowed control over the movement of arms), killing a number of Hamas people. In response Hamas launched rockets and….the truce began breaking down.

    Israeli PR: Israel is only attacking the “infrastructure of terror” in Gaza and only targets Hamas fighters.

    Critical Reframing: Being the elected government, all the infrastructure, from traffic cops to schools to military installations, “belong” to Hamas. It is clear that Israeli attacks go beyond “the infrastructure of terror.” Who’s a “Hamas fighter?” The graduating class of traffic cops that was slaughtered in the first aerial attack on Gaza? Professors and students who attend the “Hamas” Islamic University? Family members of Hamas military figures? People who voted for Hamas? All, but for those actively participating in hostilities, would be defined as civilians under international law.

    Israeli PR: Civilians may die, but it’s because Hamas hides its fighters and weapons factories among ordinary people.

    Critical Reframing: Israel’s military headquarters are located in the center of Tel Aviv, the military headquarters over the West Bank are in the densely populated civilian settlement Neveh Ya’akov in East Jerusalem, the Pentagon is located in downtown Washington D.C. and the British Ministry of Defence is located in central London. Hamas, of course, as both a government and a military organization, carries responsibility for protecting the civilian population and keeping the fighting away from them but the question that should be asked, and never is, is why western nations who do the same are not faced with such criticism?

    Israeli PR: Hamas is a terrorist organization that refuses to recognize Israel or enter into a political process.

    Critical Reframing: Which Israel should Hamas recognize? 1947 U.N. partition borders? 1967 borders? With annexed East Jerusalem? With the settlement blocs? So long as Israel refuses to define its borders then there is only an abstract concept available for recognition. Hamas has openly declared that it will de facto recognize Israel on the 1967 borders. Israel has made no such offers to any Palestinian faction, government or representatives.

    Israeli PR: Hamas is a global problem, part of Islamist fundamentalism together with Iran and Hezbollah and therefore Israel is only doing its part in the West’s agreed-upon War on Terror.

    Critical Reframing: Hamas started as a social welfare organization that was allowed by Israel to develop as a political force in Occupied Palestine to weaken the standing of the secular PLO. There also, was no Hezbollah prior to the 1982 Israeli invasion. The theocrats in Iran were an organized but quite small political force until the U.S. overthrew Iran’s democracy. The local population will always resist when foreign countries try to oppose their will and the resistance will not always be pretty. Painting Hamas as part of a global conspiracy when it’s a product of the Occupation itself is disingenuous and a gross distortion of history.

    http://www.icahd.org/eng/news.asp?menu=5&submenu=1&item=655

    [Responder]

  46. 46 46  Zézé

    O Carmo da Rosa (#30), militante da extrema-direita islamocida holandesa, do partido daquele deputado nazi que quer proibir o Corão na Europa (eh, eh, eh), vem também espalhar boatos sobre massacres cometidos pelo Hamas.

    O video espalhado na blogosfera pelo nazi-sionista CAA do Blasfémias é falso: não diz respeito ao Hamas e a Gaza mas foi filmado durante a guerra civil iraquiana entre chiitas e sunistas. Um só elemento do Fatah foi fuzilado em Gaza, após a tentativa de golpe do Fatah, mas não por razões políticas mas meramente criminais. Tratava-se de um torcionário que se gabava publicamente de já ter despachado vários militantes do partido vencedor das eleições.

    Tal como os seus mestres sionistas em desinformação e mentira descarada, a neoconeiragem nacional dedica-se à mentira em doses industriais. Os partidos islamistas no mundo árabe são todos democratas, sujeitos à repressão de governos ditatoriais e fantoches dos americanos, e ganham invariavelmente as eleições quando estas são limpas.

    Quem tem medo de eleições limpas que levem ao poder no mundo muçulmano verdadeiros democratas, patriotas, anti-corruptos anti-capitulacionistas e crentes ? A neoconeiragem sionista e os seus caniches lusitanos, os jornalistas prostituidos como a hiena de matos, é claro…

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  47. 47 47  Mouzinho

    Falta, algumas regras

    – ter um blogue e ser histérico contra Israel
    – ter um blogue e publicar só posts sobre Israel

    Acalme-se homem

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  48. 48 48  Mouzinho

    corrigir “posts contra Israel”

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  49. 49 49  Zézé

    Deputado britânico judeu denuncia a utilização da shoa como cobertura para os crimes nazi-sionistas:

    “Israel using Holocaust guilt to continue Gaza op, says British Jewish MP

    A British lawmaker declared Thursday that Israel was taking advantage of the guilt many non-Jews feel over the Holocaust to ruthlessly press ahead with its offensive against Hamas in Gaza.

    Gerald Kaufman, a governing Labour Party legislator, sharply criticized Israel in a House of Commons debate on Gaza, arguing that the Jewish state has exploited guilt that much of the world feels for having ignored the slaughter of six million of Jews during World War II.

    “The present Israeli government ruthlessly and cynically exploit the continuing guilt from Gentiles over the slaughter of Jews in the Holocaust as justification for their murder of Palestinians,” he said.

    Kaufman, a frequent critic of Israel who was raised as an Orthodox Jew, commented on the claim that large numbers of the Palestinian victims were militants. “I suppose the Jews fighting for their lives in the Warsaw ghetto could have been dismissed as militants,” he said.

    Kaufman urged the British government to impose an arms embargo on Israel.

    “My grandmother was ill in bed when the Nazis came to her home town…. A
    German soldier shot her dead in her bed, he said. My grandmother did not die to provide cover for Israeli soldiers murdering Palestinian grandmothers in Gaza,” the MP said. “

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  50. 50 50  nuno castro

    Nestas coisas, para além da retórica que serve para os mais dúbios malabarismos, o melhor sempre é contar os mortos

    Hitler também tinha as mesmas justificações sobre cidadania, segundo os termos da época (poluem o estado alemão, não são fiéis aos princípios da civilização ariana, etc). Mas quem matou 6 milhões foi esse mesmo Estado alemão e não o contrário.

    Aliás, como qualquer potência colonizadora, os argumentos para os massacres são sempre estranhamento análogos.

    contem os mortos – é sempre mais objectivo.

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  51. 51 51  carmo da rosa

    @ Sebastião Dias:
    ”Bloco de Esquerda preconiza, nomeadamente a legalização de drogas leves,”

    Um bom exemplo de que ninguém é totalmente mau nem infinitamente bom.
    Nisto estou de acordo com o BE, uma medida sensata. Mas o problema desta gente é que eles também preconizam a legalização de drogas pesadas: o Islão e o terrorismo…

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  52. 52 52  Fragile State

    Neste conflito Israel/Palestina não tinha opinião formada, porque nunca me interessei muito em obter informação. Mas depois de ler o que o ZéZé tem escrito por aqui tudo começa a ficar claro para mim. Na verdade, os argumentos do ZéZé são irrefutáveis. Muitos por aqui andam a espernear, mas em termos substanciais só o ZéZé argumenta com factos. Hoje já não tenho dúvidas: A razão está toda do lado dos palestinianos.

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  53. 53 53  DSC

    Bom dia a todos.

    Antes de mais parabéns a todos por, ainda, sermos livres de poder dar as nossas opiniões, todas elas diferentes. O sonho seria chegarmos ao patamar da coreia do sul ou de cuba onde podemos expressar, sem represálias governamentais, a nossa opinião mesmo contra-corrente.

    Parabéns igualmente por todos terem, acima de tudo, opiniões bem marcadas sobre este assunto.

    O melhor exercício que tenho feito é ler, tanto aqui como noutros blogs, os posts pró-anti-sionistas/judeus e os posts pró-anti-racistas-islãos. ficarei feliz no momento que ler posts pró—(sem anti)—qualquer coisa. Não me pretendo alongar e gostava de convidar os convivas, especialmente o sr. daniel Oliveira, a responder a 11 perguntas. Pedia-vos que respeitassem apenas uma regra. Respostas simples e directas. Textos demagogos leio no abrupto ou oiço a MFL, textos populistas oiço o Portas (o Paulo), textos à “lewis carrol” oiço o jerónimo e o louça e textos desonestos.. bem: canal parlamento. E textos como os quatro de acima oiço o Primeiro-Ministro.

    Pelas vossas convicções vincadas acredito que aceitarão o repto.

    1. Sr DO/convivas quando o hamas se faz explodir em cafés ou manda rockets mata civis? é ético?
    2. É manipulação a peça que o canal francês emitiu com imagens de 2005 do hamas a rebentar um camião e atribuir a um ataque israelita em 2009?
    3. é democrático a primeira medida do hamas limpar o sebo aos oponentes?
    4. Se sim, o que pensam se o PCP chegasse ao poder e limpasse o sebo ao pessoal do BE? Seria igual? E o contrário seria democrático também?
    5. O que pensam dos egípcios manterem a fronteira fechada?

    6. Acham que os judeus fazem bem em defender-se deste modo?
    7. Se sim, posso dar um tiro na família ao lado que estaciona o carro no meu lugar?
    8. é moral eu impedir o acesso a alimentos, medicamentos e outros à família pereira que tanto me aborrece?
    9. e se sim, posso também destruir-lhes a casa? assim o trabalho de proporcionar miséria e fome fica completo.

    10. Já pararam para pensar que: Nem todos os israelitas são sionistas e também eles têm direito à paz? E que nem todos os palestinianos são do hamas e também eles têm direito à paz?

    11.Já pensaram que nós poderemos estar a ser manipulados, de um lado e outro, para apoiar interesses camuflados em “direito à paz e soberania” e “Direito a sobreviver”, quando todas as acções de um lado e outro revelam precisamente o contrário?

    Obrigado pelo vosso tempo. Felicidades

    DSC

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  54. 54 54  nuno castelo-branco

    Acabado de “pescar” no Blasfémias:
    “As regras da propraganda da extrema-esquerda:

    - Fingir que o que se está a passar em Gaza não tem nada a ver com o Hamas.

    - Fingir que o fanatismo islamista não tem relevância no que se está a passar.

    - Associar qualquer condenação à defesa de Israel a islamofobia, militarismo e insensibilidade perante o sofrimento dos outros.

    - Ocultar que os Israelitas votaram em maioria em partidos que defendem a existência de um Estado Palestiniano, que viva em paz com Israel.

    - Ocultar que os Palestinianos votaram em maioria num partido que defende a guerra com Israel até à sua aniquilação e o genocídio dos Judeus.

    - Tentar passar a imagem de superioridade moral, aproveitando os crescentes conflitos com os árabes para acusar quem defende Israel racismo e islamofobia.

    - Usar o facto de não haver uma verdadeira democracia em Gaza para desculpabilizar os Palestinianos dos actos do Hamas, quando na verdade os Palestinianos escolheram o Hamas nas últimas eleições

    - E nunca permitir que alguém recorde que o Presidente Abbas legitimamente destitui o Hamas, e que o Hamas chacinou os seus oponentes políticos.

    - Utilizar boatos e informações não confirmada emitidas por partes interessadas, e não as desmentir quando se provam que são falsas.

    - Comparar mortos com mortos e feridos com feridos, equacionando superioridade militar com inferioridade moral.

    - Acusar israel de apartheid quando dá cidadania e igualdade de direitos aos palestinianos israelitas, ao mesmo tempo que se oculta que os palestinianos têm cláusulas legais específicas que lhes vedam a cidadania em muitos países árabes, os quais os mantêm em guetos e campos de refugiados.

    - Manipular as palavras: um ataque do Hamas é um “acto de resistência”, um ataque de Israel é “um crime”.

    - Pôr num plano moral equivalente mortes civis não intencionais com mortes de civis como objectivo.

    - Impor a ideia de que o objectivo de Israel é matar civis. Ocultar que o objectivo assumido do Hamas é matar judeus, mesmo os que não sejam israelitas.

    - Fingir que Israel controla todas as fronteiras de Gaza, ocultando que a fronteira com o Egipto é controlada pelos egípcios

    - Tratar todos os combatentes do Hamas como civis.

    - Ocultar que os responsáveis do Hamas se escondem em hospitais

    - Fazer esquecer todos os precedentes e todo o contexto da guerra israelo-árabe, em particular o objectivo da grande maioria dos países na região, já tentado no passado e assumido no presente, em destruir Israel.

    - Ocultar as lavagens cerebrais para instilar ódio aos israelitas nas crianças palestinianas que são feitas pelo Hamas

    - Ignorar os momentos em que Israel não ataca e é atacado

    - Fingir que as relações de israel com o governo palestiniano na cisjordânia não têm melhorado, ocultando a paz que se tem vivido, o crescimento económico na zona e o progressivo desmantelamento de check-points, tentando ocultar que israel só ataca em resposta a um ataque.”

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  55. 55 55  Tiago Almeida

    Grande Daniel!!

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  56. 56 56  Antonio Cunha

    Hamas defende a eliminação do Estado de Israel e o regresso dos palestinianos aos territórios que detinham há 60 anos. Estes objectivos são utópicos e irrealistas. O Hamas é neste momento o principal obstáculo à paz.

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  57. 57 57  atom

    Com a devida vénia um comentário do “jumento”:

    “A HIPOCRISIA DO HAMAS
    O Hamas coloca duas condições para as tréguas: a retirada de Israel e a abertura das fronteiras. Se considerarmos qu a primeira situação não existia quando o Hamas rompeu as tréguas isso significa que que se pretendia era a abertura das fronteiras. Isto é, o Hamas quer a abertura das fronteiras com um estado que não reconhece e que assumidamente quer ver ser riscado do mapa.”

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  58. 58 58  JC

    O frenesim do Daniel é deveras estranho. A ânsia com que procura demonizar um país democrático que exerce um direito de legítima defesa, e desculpar uma organização terrorista cujos objectivos ela mesma não esconde (destruir Israel) e não pretende abandonar, é quase patológica.

    Ele garante que não o move o velho anti-semitismo, mas tudo o que escreve desmente em cada linha a reivindicação.
    Parece não ter qualquer consciência que não há no mundo nenhum anti-semita que se assuma como tal e que todos o fazem sob 3 eufemismos palatáveis:

    -Anti-sionismo
    -Apoio à “causa palestiniana”
    -Discordância das “políticas de Israel”.

    O Daniel (e eles todos) raramente se questionam a si mesmos porque razão são tão apaixonadamente contra as “políticas de Israel” e as políticas da Rússia, da Bielorússia, do Nepal, do Sri Lanka do Sudão e dos restantes 190 países do mundo , não os excitam sequer a escrever uma letra, quanto mais 200 postes (exceptuando os EUA, claro).

    O Daniel não se questiona a si mesmo porque razão a “causa paelstiniana” o aquece tanto, ao passo que as causas curda, cingalesa, catalã, corsa, quebequois, zimbabwena, cubana, iraniana, e outras centenas, não lhe aquecem sequer uma unha.

    O Daniel não se questiona a si mesmo porque razão proclama o seu anti-sionismo e não outros antis, como o anti-portuguesismo, o anti-espanholismo, o anti-russismo, o anti-antilhismo, o anti-burkina fasismo, e outros 190 e tais anti.

    O Daniel não se questiona sobre nada disso, porque está ocupado a racionalizar algo que sabe ser condenável sobre o ponto de vista ético.

    O facto de o Zézé/Euroliberal se identificar com aquilo que o Daniel escreve, deveria fazer acender uma luzinha de alarme na cabeça do Daniel.
    Mas não faz , porque a paixão ideológica é uma doença e uma máquina de ignorar factos.

    E é nestes momentos que as últimas palavras de Adolfo Hitler relampejam à nossa frente:

    “Passarão os séculos, mas nas ruínas das nossas cidades e monumentos, renovar-se-á o ódio contra aqueles que são os verdadeiros responsáveis por isto: o judaísmo internacional!”
    (Adolf Hitler, My Political Testament)

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  59. 59 59  JC

    De resto, Daniel Oliveira, se Israel tivesse como objectivo matar civis, facilmente aniquilaria quase todos os palestinianos de Gaza, uma vez que tem potencial de combate mais do que suficiente.

    Como os aliados fizeram em Dresden, ou Tamerlão em Aleppo.

    O facto de uma operação militar desta envergadura, a decorrer em áreas densamente povoadas, contra um inimigo que usa deliberadamente a população como camuflagem e protecção, só ter provocado 300 mortes civis ( a não ser que os 700 combatentes do Hamas sejam tb incluidos na lista dos civis), mostra clara e racionalmente que Israel não pretende matar civis.
    De resto nem tem qq vantagem nisso, a morte de civis só beneficia objectivamente o Hamas, por via da pressão dos idiotas úteis.

    Se quer ser intelectualmente honesto, coisa que eu duvido que queira, atente por exemplo nos mortos na tomada de Berlim pelo Exército Vermelho.

    Só os russos tiveram 80 000 mortos. Os alemães quase meio-milhão. Soldados. Civis não se sabe, mas terão sido centenas de milhar,segundo algumas estimativas
    O exército russo não atacava deliberadamente civis, o que não impediu que morressem centenas de milhar e que 100 000 mulheres tivessem sido violadas, apesar de o comando do exército punir draconianamente os soldados que assim agiam.

    Por isso, Daniel, ponha as coisas na sua devida perspectiva e não se deixe cegar pelo seu próprio fanatismo.

    [Responder]

  60. 60 60  Borda-lo

    Adoro a teoria do “foram eleitos, logo podem fazer…”.
    Deviam aplicá-la ao Sócrates quando fecha maternidades, avalia professores, manda a polícia anotar quem faz greves…

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  61. 61 61  xatoo

    o uso de fósforo branco não é apenas um rumor. Os criminosos devem ser levados à justiça
    http://www.brasschecktv.com/page/532.html

    [Responder]

  62. 62 62  Duarte Sousa

    Daniel Oliveira,

    Essa do bloqueio é boa. Então Gaza é um território apenas bloqueado por Israel? E mesmo que o fosse, parece-me óbvio que não seria de esperar outra coisa. Não sabe que o Hamas aproveitou estes 6 últimos meses para se reorganizar militarmente? Que país não bloqueria um inimigo que visa rearmar o seu exército para proceder a um ataque numa fase posterior?

    O Hamas nunca teve intenções de manter a paz com Israel. A destruição de Israel é a principal razão de ser do movimento Hamas. E para isso conta com um forte apoio dos governos da Síria e do Irão.

    A propósito do Irão, merece ser aqui referido que o governo iraninao declarou publicamente que deixaria de financiar o Hamas, caso este grupo aceitasse um acordo de paz com Israel.

    Entre um acordo de paz com Israel e o financiamento do Irão, qual terá sido a escolha dos chefes dos Hamas?

    [Responder]

  63. 63 63  Sonoluce

    “Quando se tenha em vista a actuação em território nacional que possa vir a ser ocupado pelo inimigo, as actividades irregulares devem assentar numa estrutura estabelecida desde o tempo de paz, destinada fundamentalmente a orientar, enquadrar e organizar a população, de modo a:

    1) Impedir a sua colaboração com o inimigo.

    2) Convencer a população a continuar a obedecer ao governo nacional, mesmo no exílio, muito especialmente quando se previr a rápida reconquista do território nacional.

    3) Conseguir a organização de guerrilhas e de redes de agitação, espionagem e terrorismo, a criar e treinar com base em quadros ou forças preparadas para tal e que foram previamente deixadas nas áreas de interesse ou posteriormente nelas infiltradas.»

    Regulamento de Campanha – Operações – Vol.II, Cap XX, da 3ª Repartição do Estado-Maior do Exército (Português, imaginem só), 1979.»

    [Responder]

  64. 64 64  João Pedro

    Aquilo que o Daniel entende por propaganda coincide com o mais elementar bom senso.

    [Responder]

  65. 65 65  JC

    ” uso de fósforo branco não é apenas um rumor”

    Claro que não. É uma realidade. O problema para os patetas é que é uma arma perfeitamente legítima.
    Usada há dezenas de anos em granadas de artilharia e morteiros, de todos os países, incluindo Portugal, para iluminação do campo de batalha e produção de cortinas de fumos.

    Não sei se o ridículo mata, mas que imbeciliza é notório neste xatoo. Se fosse fósforo vermelho todo ele se excitava.
    Assim…todo ele murcha.

    A propósito, o que não é legítimo é o lançamento de foguetes SS sobre cidades e aglomerados urbanos, tendo como objectivo único causar baixas civis e terror.

    O Hamas, by the way,desde 2005 já cometeu, só por esse facto, cerca de 6000 crimes de guerra.
    Documentados e inequívocos, ao contrário dos outros.

    [Responder]

  66. 66 66  Nosferatu

    O franzino David não reconhece o direito à existência do gigante Golias, que por sua vez não reconhece o direito à existência do franzino David. O problema é que o gigante tem, para além das intenções, o poder suficiente para esmagar o Davidezinho, que por seu lado nada mais pode fazer que não chamar-lhe nomes. Ora, chamar nomes é uma coisa muito feia, como toda a gente sabe. O facto de apanhar constantemente do gigantone Golias não dá ao menino David o direito de lhe chamar “filho da puta”. O menino David é um malcriadão. E como eu detesto malcriadões, dou todo o meu apoio ao brutamontes Golias. Se quer o meu apoio, o franzino deve sofrer em silêncio, estoicamente, e tentar conquistar o coração do gigantão, deve tentar convertê-lo ao pacifismo.

    [Responder]

  67. 67 67  José Bastos

    Parece-me um conjunto de regras totalmente equilibrado e isento.
    /sarcasm off.

    [Responder]

  68. 68 68  JC

    Caro Nosferatu, creio que está a ver mal a coisa.
    O David , mal nasceu, foi atacado pelo Golias árabe.
    7 exércitos, para ser mais preciso.
    Usou a funda e derrubou o Golias.
    O Golias levantou-se e tentou mais vezes.
    Levou sempre na tromba. E o David tornou-se exímio na arte de derrubar Golias valentões.
    Então o Golias mudou de táctica. Em vez de ir ele, manda o irmão mais novo para a frente. O irmão mais novo é um catraio, pensa que tem as costas quentes pelo tamanho do irmão e atira-se à suicida.

    Leva na tromba, como é evidente.
    Mas ele continua convencido que o irmão o vem salvar e ameaça o David de lhe sujar o fato com os próprios miolos.

    A verdade é que não tem muitos. Se tivesse, já tinha percebido que o David só não o esmaga porque não está para aí virado. E o irmão do Golias, continua a confundir estupidez com coragem, leva uma coça monumental , fica com o olho negro e vai a correr contar aos amigos que acaba de agredir o punho do sacana do David com o próprio olho

    [Responder]

  69. 69 69  helderega

    #52
    Se vais pela cabeça do Zezé, em vez de Fragile State deverias chamar-te Fragile Mind.

    [Responder]

  70. 70 70  xatoo

    JC comentário 65

    o Fósforo Branco é proibido pela Convenção de Genebra e foi utilizado em profusão pelo exército colonial português em África e pelos americanos no Vietname; e é agora usado por Israel contra civis em Gaza.
    Se fosse para iluminar a estupidez JC é que era “fósforo vermelho” (que é o que eu uso)

    [Responder]

  71. 71 71  Zézé

    Atom #57 disse esta pérola:
    ” Isto é, o Hamas quer a abertura das fronteiras com um estado que não reconhece e que assumidamente quer ver ser riscado do mapa”

    O Hamas só quer que israel não o bloqieie totalmente por mar , ar e e terra por todos os lados (de um tem a cooperação do traidor Mubarak), porque a fome a a falta de tudo destes últimos dois anos transformaram Gaza no maior campo de concentração da história. Se o bloqueio não parar, os kassans também não…

    Se não quiserem abrir as fronteiras terrestres com Israel, tudo bem: a fronteira marítima , aérea e terrestre com o Egipto chegam. Mas continuar um cerco total para vencer Gaza pela fome e miséria e obrigar os seus habitantes a “votarem melhor” da próxima vez (COISA QUE NUNCA ACONTECERÀ) é um acto (e um crime) de guerra que justificou a fim da trégua que só o Hamas respeitava. Israel, além do bloqueio total, levava ainda a cabo constantemente targeted killings em Gaza.

    O Hamas e os palestinianos não se deixarão intimidar e continuarão a luta até à vitória final, com a ajuda dos povos do Califado. O martírio não os assusta nem demove. O regime sionista-apartheidesco que conspurca a Terra Santa perecerá. A relação de forças mudará em breve, os EUA estão militar e economicamente enfraquecidos, e a hora do esmagamento dos porcos nazi-sionistas aproxima-se a passos largos. As contas serão então acertadas…e os mártires vingados pelo sangue impuro da escumalha sionista que correrá a jorros na Palestina Livre.

    Allah u Akbar !

    [Responder]

  72. 72 72  Rafeiro Trauliteiro

    Morte aos sionistas e a quem os apoiar!
    (onde é que eu já ouvi isto?)

    [Responder]

  73. 73 73  Rafeiro Trauliteiro

    Caros comentadores, informo que vamos dar inicio a uma recolha de fundos para a aquisição de um colete de dinamite para o candidato a martir Zézé.

    [Responder]

  74. 74 74  Fernando

    O Hamas e os palestinianos não se deixarão intimidar e continuarão a luta até à vitória final, com a ajuda dos povos do Califado. O martírio não os assusta nem demove. O regime sionista-apartheidesco que conspurca a Terra Santa perecerá. A relação de forças mudará em breve, os EUA estão militar e economicamente enfraquecidos, e a hora do esmagamento dos porcos nazi-sionistas aproxima-se a passos largos. As contas serão então acertadas…e os mártires vingados pelo sangue impuro da escumalha sionista que correrá a jorros na Palestina Livre.

    Allah u Akbar !

    É favor avisar no Arrastão quando for andar de metro, não queria ser apanhado desprevenido por uma acção de libertação na estação de Picoas (com o apoio dos povos do Califado).

    [Responder]

  75. 75 75  Nosferatu

    Ai, sete exércitos (JC dixit), valha-me Deus, como se os exércitos se medissem aos quilos. Tenho a certeza de que você sozinho, com uma metralhadora daquelas que os amigos de Golias tanto apreciam, punha em fuga 3 batalhões de gente armada com paus.
    O que eu sei, e pessoas como você provam-mo todos os dias, é que os judeus conseguiram a proeza de se tornarem as vítimas oficiais do século XX, prolongando esse estatuto pelo que vai de XXI. Por muitas vilanias que cometam, por muitos direitos humanos que esmaguem, são sempre as vítimas. Eu não acho que os judeus mereçam o monopólio da vitimização só por causa daquilo que os nazis (com total indiferença de todas as potências ocidentais, note-se) lhes fizeram entre 1933 e 1945. Mas parece que para muitos existe um duplo padrão moral que só se aplica às acções israelitas e que confere a estes licença para matar indiscriminadamente.
    E ainda me diz que Israel “só não esmaga porque não está para aí virado”! Bom, a si não o esmaga decerto, porque teve a sorte de não nascer palestiniano em Gaza e o azar de ter tão pouca imaginação que é incapaz de se pôr no lugar do outro. Mas o lugar do outro é por definição o lugar do morto, né? E quem é que se importa com a morte dos outros, agora que o Di Maria vai ser convocado pelo maradona?

    [Responder]

  76. 76 76  Tiago Pregueiro

    A não perder também as 12 regras para escrever notícias sobre o conflito em Gaza: http://tiagopregueiro.wordpress.com/2009/01/12/12-regras-para-escrever-noticias-sobre-o-conflito-israelo-palestiniano/

    [Responder]

  77. 77 77  JC

    “o Fósforo Branco é proibido pela Convenção de Genebra ”

    É falso .
    Documente-se e não diga asneiras

    “como se os exércitos se medissem aos quilos”
    O que você percebe e exércitos é tão básico como aquilo que percebe do conflito israelo-árabe.
    Em 1948, Israel tinha um avião. Se não fosse a URSS fornecer armas através da Checoslováquia e a resistencia dos kibbutz, o David tinha sido lançado ao mar . Os exércitos que atacaram eram infinitamente mais numerosos e mais bem equipados.
    Infelizmente Alá não meteu grande coisa na cabeça daquela gente.

    Israel tem 7 milhões de pessoas. Está rodeado por centenas de milhões de muçulmanos que declaradamente o querem destruir e só ainda não o fizeram porque os gajos se defendem bem.

    O facto de você ver um Golias de 7 milhões e um David de 300 milhões, diz bem da completa inversão de valores que lhe vai na cabeça.

    Os judeus são maus, não é?
    São, são maus..e você repete apenas um estribilho milenar, pensando que é moderno e esclarecido.
    A estupidez mergulha raízes profundas..

    [Responder]

  78. 78 78  nuno castelo-branco

    Para o JC

    Sabe qual é o verdadeiro problema? É este:
    Se à frente de Israel estivesse uma Ana Pauker, uma Rosa Luxemburgo ou um Trotski qualquer – mesmo genocidas e que em nome da “liberdade dos povos e do socialismo” esterilizassem milhões de árabes -, a conversa seria hoje bem diferente. Israel era o “pobre coitado, minúsculo, indefeso, sem petróleo, etc, etc… Mas como aquele país só produz Goldas Meir’s e Tzipi Livnis, temos um sério problema. E ainda por cima, são uma “democracia burguesa”, com muitos refugiados do terror estalinista e das outras satrapias soviéticas da Europa central e oriental.
    Não se preocupe, porque as IDF são apenas o derradeiro baluarte a vencer, antes da sarracenagem começar com sonhos de emulação do senhro Tarik, o tal da invasão de há 1300 anos.

    [Responder]

  79. 79 79  Isabel Coutinho

    Zézé, Zazie ou Euroliberal, não serão todos o mesmo?
    Isto dos nicks tem destas coisas …

    [Responder]

  80. 80 80  Duarte Sousa

    Zeze,

    Aqui fica uma amostra da violência em Gaza perpetuada pelo Hamas. Os video são de 2007.

    Video1: http://www.youtube.com/watch?v=UAy0ZiMEEmw

    Video2:http://www.youtube.com/watch?v=ZvSMlPaD_Zo

    Video3: http://www.youtube.com/watch?v=hhOQ54nwt9g

    Essa conversa de que o Hamas é um movimento democrático é de rir e só revela a ignorância (ou hipocrisia) de muitos dos playboys esquerdistas que por aqui param.

    Shalom aleichem

    [Responder]

  81. 81 81  Nosferatu

    Ó JC, você está-se a fazer de parvo? Se Israel venceu em 1948 os “7 exércitos” (mesmo que só tivesse “1 avião”) é porque era mais forte, ou acha que, na qualidade de povo eleito, Jeová lhes deu uma mãozinha? E se hoje conseguem impôr-se aos “300 milhões” de anões militares que os rodeiam é porque os exércitos, repito, não se medem aos quilos. O exército americano é tão poderoso que os 150 exércitos dos 150 países mais pobres do mundo, coligados, jamais conseguiriam invadir os EUA. De igual modo, alguns das vitórias (ou chacinas) inglesas em àfrica no século XIX foram realizadas com meia centena de bravos súbditos de sua majestade, equipados com respectivas Maxim Guns, contra milhares de negros armados com paus, lanças e e zarabatanas. Quem era o David e quem era o Golias, ora diga lá? Eu posso não perceber muito de exércitos, mas voce não percebe nada de lógica nem de história.

    [Responder]

  82. 82 82  Zézé

    Duarte (#80), és um aldrabão pago pelo Mossad:
    O único vídeo que mostra um massacre é o terceiro, mas foi filmado no Iraque, durante a guerra civil. Parece uma execução de chiitas ou de colaboracionistas pela Al Qaeda. A PROVA é que o vídeo no You Tube tem a seguinte legenda:

    “Moslem Arabs massacring Moslem Arabs in Iraq, June 2007″

    É do Iraque, não do Hamas, percebeste aldrabão ?

    [Responder]

  83. 83 83  Duarte Sousa

    Cometi aqui uma pequena confusão. Esqueça o 3.º video, pois trata-se de um acto brutal que ocorreu no Iraque entre muçulmanos xiítas e muçulmanos sunitas. Nada que manche a imagem do Islamismo.

    Aqui ficam os video de Gaza em 2007

    Video1: http://www.youtube.com/watch?v=0njhAjeRuv4

    Video2: http://www.youtube.com/watch?v=of7w0sZfcMU

    Video3: http://www.youtube.com/watch?v=arohZQ20ub4

    Video4:http://www.youtube.com/watch?v=vBImOtKCG2c

    Video5: http://www.youtube.com/watch?v=k69ld_YPahk

    Video6:http://www.youtube.com/watch?v=p_kL2NtZR4o

    [Responder]

  84. 84 84  Daniel Oliveira

    Duarte Sousa, falou-se disso aqui. Mas a si o sofrimento de palestinianos só o comove se forem palestinianos a cometerem o crime. Já agora, percebi que o problema, pelo àparte que faz, é mesmo com os muçulmanos. Iraquianos, palestinianos, vai dar ao mesmo. Racismo? Nem pensar.

    [Responder]

  85. 85 85  Maria

    Esta coisa das pessoas se desentenderem e quererem á viva força estabelecer os limites dos outros nunca deu, nem dará bom resultado.

    O respeito pelas ideias e pela liberdade de expressão alheias é qualidade fundamental para um estado de coisa equilbrado e saudável e a prova de que o desrespeito não conduz senão ao desrespeito está bem á vista de todos.
    Nos casos limite conduz ao conflito quase sempre armado, que por sua vez conduz sempre á morte de inocentes que sáo sempre as maiores vitimas da ausência de inteligencia e tolerancia .

    Quem não respeita o outro, não respeita a paz do outro, logo não respeita a paz de ninguem.

    –Felizmente que em muitos casos se fica essa ausência de respeito pela palavra , mas pode imaginar-se o que seria, se todos aqueles que supoem defender ideias insultando os outros fariam se por acaso lhes fosse parar as mãos uma armazita.

    [Responder]

  86. 86 86  Duarte Sousa

    «É do Iraque, não do Hamas, percebeste aldrabão ?»

    Lê o o meu segundo post. Confundi o video que tinha na minha playlist.

    E baixa o tom de voz. Se queres insultar alguém, fá-lo frente a frente. Até lá não passas de um guerreiro do teclado.

    [Responder]

  87. 87 87  JC

    Bem ó Nosferatu, se insiste em declamar estribilhos e se recusa a ver, nada a fazer. Seria melhor que tentasse informar-se do que se passou, a informação está disponível em qq biblioteca e até na Internet, se conseguir expurgar o ódio ao judeu, que tanto lhe distorce a visão.
    E faz mal, sabe..é que cerca de 30 % da população portuguesa tem genes sefarditas, se calhar você é um deles e ei-lo aí a declamar bostadas e inanidades.
    Voltando à vaca fria, Israel tinha um exército amador em 1948. Infinitamente mais fraco que os árabes que, de resto, estavam convencidos que não teriam dificuldade em derrotar os judeus.

    Leia as citações e terá uma noção do zeitgeist árabe:

    -1º ministro sírio: Ergam-se e eliminem o flagelo sionista.
    -Rei da Arábia Saudita: Que importa perdermos 10 milhões de pessoas se eliminarmos os judeus? Vale a pena.
    -Xeque Al-Banah (o teólogo onde bebe Bin Laden), chefe da Irmandade Muçulmana: Os árabes devem aniquilar os judeus. Encheremos o mar com os seus corpos.
    -Haj Husseini, mufti de Jerusalem e tio de Arafat: Matem os judeus. Matem-nos a todos!
    -Secretário-Geral Liga Arabe: Esta guerra será de extermínio e de massacres….

    etc,etc.

    O problema para os árabes é que os judeus tinham boas lideranças, gente experimentada na guerra moderna, por terem combatido no exército britânico ( ao contrário dos árabes da região, que tinham andado namorar o Adolfo de Berlim).

    Como em Aljubarrota, meu caro.
    Um exército pequeno e mal equipado que vence um exército numeroso e repleto de equipamentos.

    Como dizia Damião de Góis, vale mais um exército de ovelhas comandado por um leão, do que um exército de leões comandado por uma ovelha.

    E anos mais tarde, na guerra de 1967, Israel, com uma força aérea de apenas 150 aviões, Mystere, Ouragan, alguns MIrage e outras sucatas, abateu em apenas algumas horas 400 aviões egípcios, e mais umas dezenas de jordanos, iraquianos e sírios.

    É um David que sabe manejar a funda, um David esperto, rodeado de Golias, um ciclope de 300 milhões de pessoas, mas lento, estúpido e meio cego, como todos os ciclopes.

    Você simpatiza com os ciclopes.
    Faça como quiser, mas não devia publicitar tão orgulhosamente a sua aterradora ignorância, como se ela justificasse o ódio que se remexe aí dentro, o ódio dos imbecis que continuam a acreditar que os judeus bebem sangue de crianças.

    [Responder]

  88. 88 88  JC

    “a si o sofrimento de palestinianos só o comove se forem palestinianos a cometerem o crime”

    Olhando para o frenesim postativo do Daniel conclui-se exactamente o oposto: ao Daniel o sofrimento dos palestinianos só o comove se forem israelitas a cometerem o “crime”. ( está entre aspas porque me faz alergia o totalitarismo das pessoas que se acham juizes universais e derramam sentenças jurídicas inapeláveis sobre coisas que mal conhecem)
    Tipo Pol POt…tens óculos? és intelectual, logo és um criminoso reaccionário, logo deves morrer.
    Simples e eficaz.

    [Responder]

  89. 89 89  Duarte Sousa

    «Duarte Sousa, falou-se disso aqui. Mas a si o sofrimento de palestinianos só o comove se forem palestinianos a cometerem o crime. Já agora, percebi que o problema, pelo àparte que faz, é mesmo com os muçulmanos. Iraquianos, palestinianos, vai dar ao mesmo. Racismo? Nem pensar.»

    Não. Está enganado. Eu também estou a par dos excessos cometidos pelas forças israelitas e desagrada-me em particular a atitude de muitos israelitas haredi, ao contrário do que você possa julgar. Talvez lhe fosse conveniente que assim fosse.

    Chamar-me de racista é totalmente descabido. Já aqui referi sou de origens semitas, e por ser ateu, desgrada-me ainda mais saber que dois grupos semitas confrontam-se de forma violenta constantemente, sendo que esse confronto é fortemente instigado pelas diferenças religiosas.

    Agora também não me parece razoável fingir que existe uma elevada correlação entre as sociedades islâmicas e a violência intragrupal. Afinal de contas em quantos países islâmicos são respeitados os direitos humanos e a liberdade de expressão? Qual a proporção face ao total?

    É que em Israel também existem fundamentalistas religiosos (haredim), mas apesar de numerosos não representam a maioria. E isso faz uma grande diferença.

    PS: A discriminação seria quanto mais religiosa e não racial. Mas como sou ateu, é me irrelevante.

    [Responder]

  90. 90 90  Maria

    E agora que o cessar fogo foi decretado e aceite para as 24 horas de hoje que tal será o amanhã?…..

    [Responder]

  91. 91 91  jcd

    “Duarte Sousa, falou-se disso aqui.”

    Daniel, pode publicar aqui os links dos seus posts de indignação?

    Obrigado.

    [Responder]

  92. 92 92  Nosferatu

    JC, só para acabar, eu não “simpatizo com os ciclopes”, simpatizo com a razão, o direito e a justiça. As quais, diga você o que disser, não estão, neste diferendo histórico, da parte de Israel. Eu não tenho nenhuma simpatia pelo mundo árabe nem nenhuma antipatia por Israel ou pelos judeus, muito pelo contrário. Tenho é uma inclinação, que você não partilha, para defender o direito dos mais fracos. Acusa-me de anti-semitismo, quando com muito mais propriedade o poderia eu acusar a si de racismo anti-árabe, fundado nos estereótipos postos a circular pela máquina de propaganda judaica e capitalista. A sua visão maniqueista dos árabes como um bando de fanáticos trogloditas dispostos a matar e a matarem-se por uma religião arcaica parece saída de uma BD neocon e é própria de que em nunca viu um árabe na vida. Os judeus não bebem sangue de crianças, embora se fartem de as matar (isto, claro, partindo do princípio de que as crianças palestinianas são humanas), mas deixe-me revelar-lhe um segredo: os árabes também não!!

    [Responder]

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