Desesperado,porquê?Por estar ao lado de um ’senhor que se ‘esqueceu de dizer aos port.que as reformas iam baixar ao pequeno almoço,ao almoço e ao jantar’?Sim,de facto é uma boutade dos serviços de campanha de H.C.Eu,com o Sócrates não ia nem ao berlinde!
Não entendo o BE.Creio ser um saco de gatos ou um hospício espanhol…
É que assim dentro de pouco tempo o BE está esvaziado com transfugas para os partidos do ‘arco do governo’,pfff.
1. Vá lá procurar alguma declaração ou documento onde diga que o BE apoia Hugo Chavez.
2. Eu não apoio e já escrei sobre o assunto várias vezes.
3. Emprenhar pelos ouvidos nunca é boa ideia.
Quantas vezes terei de repetir a minha opinião sobre Chavez e que a opinião de os Estados Unidos não determina todas as minhas opiniões sobre o Mundo. Aliás, a única coisa que realmente gosto em Chavez é Bush não gostar dele. Acaba aí.
Não se trata da opinião que se tem em relação ao Chavez, mas sim do tipo e oportunidade de argumentos que se utiliza.
Perante a impossibilidade que a oposição venezuelana e os EUA tem tido para afastar Chavez do poder; várias eleições perdidas, 2 golpes de estado falhados, a estratégia adoptada parece ser a de lhe retirar legitimidade
Assim no período pré-eleitoral irão sair sucessivas sondagens que vão dando a oposição a aproximar-se de Chavez, de forma a que após a realização do escrutínio se possa afirmar que o governo viciou os resultados, e dessa forma por em causa a validade do acto eleitoral e da mais que provável vitória de Chavez.
A partir dai a ostracização da Venezuela está legitimada, com todas as consequências que dai podem advir, nomeadamente a adopção de sanções e campanhas difamatórias contra a Venezuela a nível internacional.
À dias, num artigo no DN sobre a Venezuela, já lá vinha no fim a “noticia” de que últimas “sondagens” davam uma queda da popularidade de Chavez de mais de 70% para pouco mais de 50% e uma subida do candidato da oposição de 7% para 30% (????), não se tecia mais nenhum comentário acerca desta repentina “alteração” da vontade popular.
Por isso é que é estranho que agora apareça o Daniel a falar no “desespero” do Chavez. Em que se baseia o Daniel para afirmar que o Chavez está desesperado? Podia explicar.
Como dizia Salazar, que de politica percebia alguma coisa; “em politica o que parece, é!”, e parece que o Daniel está alinhado o seu discurso contra Chavez com a estratégia da Casa Branca contra a Venezuela.
Também não percebo o que passou pela cabeça de Chávez para se vangloriar de ter posado com Sócrates. Mas ainda não percebi esta histeria contra o cartaz. Parece ser a primeira vez que um líder político usa, em campanha eleitoral, imagens suas ao lado de outras figuras, tidas por prestigiadas, interna ou externamente. Do lado do PS, então, a coisa cheira-me a rematada hipocrisia. Quem não se lembra de que um dos primeiros grandes “slogans” do partido após o 25 de Abril foi “A Europa connosco” e de que, no seu decurso, Mário Soares era constantemente exibido ao lado dos líderes internacionais com quem ia contactando para garantir o seu apoio à causa da instauração da social-democracia em Portugal?
Não me refiro ao desespero interno, mas às espúrias alianças externas, de que o Presidente do Irão e o Presidente bielorruso.
Dar aos imigrantes portugueses (aos quais julgo dirigir-se este cartaz) uma imagem de abertura, é esse o sinal do desespero.
Quanto ao mais, não duvido que Chavez ganhe as eleições e as ganhe democraticamente. Nunca foi essa a minha questão. A minha questão, como escrevi reentemente no Expresso, é o culto da personalidade, o caudilhismo e as lideranças carismáticas em que a esquerda, a minha esquerda social (não me refiro à partidária), parece ser viciada.
Suponho que esse seu ódio por Chavez se deva ao facto de ele, entre outras coisas, se ter mantido à frente da Venezuela aquando da tentativa de golpe-de-estado(GE) e da greve geral de já nem sei quantas semanas(GG), certo?
Mas se Chavez tivesse perdido a parada, se tivesse saído aquando do GE ou da GG, gostava de ver se hoje em dia não o apoiavam loucamente.
Pelo menos assim é com Allende.
Ó Daniel isso nem parece seu! Os emigrantes portugueses não votam. Quem vota são os filhos e os netos desses, que eventualmente tenham adquirido a nacionalidade Venezuelana. E estes (salvo raríssimas excepções) não querem saber de Portugal para nada, isso lhe garanto!
Mas eu que até oficialmente faço campanha por Chávez - apesar das eleições já estarem ganhas - achei muito infeliz a ideia do comando de campanha ter colocado um cartaz de Chávez com Sócrates.
O que se quer transmitir aos Venezuelanos com esses cartazes, é que ao contrário do que papagueiam os meios de comunicação financiados pelos EUA (que são a maioria), Venezuela mantém a sua agenda internacional e o seu Chefe de Estado é recebido por outros Chefes de Estado, não obstante ter deixado de ser o pátio traseiro dos gringos.
Mas com uma nulidade como o Sócrates???? Por favor! O Comando de Campanha falhou redondamente.
Além de que, parece que os portugueses já se esqueceram, que aquando a gira de Chávez pela Russia e Bielorussia, o mesmo fez uma paragem em Portugal, para conversar com Sócrates, mas a pedido deste. Só que foi apanhado.
VAMOS POR 10 MILLONES!
Ó Daniel isso nem parece seu! Os emigrantes portugueses não votam. Quem vota são os filhos e os netos desses, que eventualmente tenham adquirido a nacionalidade Venezuelana. E estes (salvo raríssimas excepções) não querem saber de Portugal para nada, isso lhe garanto!
Mas eu - que até oficialmente faço campanha por Chávez - apesar das eleições já estarem ganhas, achei muito infeliz a ideia do comando de campanha ter colocado um cartaz de Chávez com Sócrates.
O que se quer transmitir aos Venezuelanos com esses cartazes, é que ao contrário do que papagueiam os meios de comunicação financiados pelos EUA ( que são a maioria), Venezuela mantém a sua agenda internacional e o seu Chefe de Estado é recebido por outros Chefes de Estado, não obstante ter deixado de ser o pátio traseiro dos gringos.
Mas com uma nuulidade como o Sócrates???? Por favor! O Comamndo de Campanha falhou redondamente.
Além de que, parece que os portugueses já se esqueceram, que aquando a gira de Chávez pela Russia e Bielorussia, o mesmo fez uma paragem em Portugal, para conversar com Sócrates, mas a pedido deste. Só que foi apanhado.
VAMOS POR 10 MILLONES!
Ainda não perceberam?O Daniel e a ala direita do BE nao gostam de lideres que andem muito rodeados de povo;para O Daniel,o melhor mesmo era o stablishment anterior,em que a Venezuela,a Bolivia ou a Argentina eram governandas por uma oligarquia que sugava tudo á sua volta.Agora,o povo humilde,descalço e descamisado?Mesmo que legitimem por duas vezes o Chavez democraticamente e que tenham visto as suas condiçoes de vida melhorarem um pouco(dados estatisiticos,fazem-se milhares de operaçoes ás cataratas todos os meses nas favelas de Caracas,gratuitamente,só para dar um exemplo da acçao social do governo de Hugo Chavez).Aliás,nao espanta que Daniel Oliveira tenha zurzido na candidata de esquerda Heloisa Helena:é que a senadora dos pobres é apoiada por entre outras forças,pelo PC brasileiro.E para o BE,mesmo que o PC do Brasil seja muito menos ortodoxo do que o PCP,é comunista e pronto!O BE nao passa de um satelite do PS em materia de politica externa.Leiam com atençao os textos dos seus dirigentes sobre o Libano,America Latina,etc…
Senhor kandinsky (salvo seja):
1. Não sou “ala direita” de coisa nenhuma;
2. Não tenho nada contra quem anda com o povo, mas tenho tudo contra quem se acha pai ou salvador do povo;
3. Não gostar de Chavez não diz nada sobre o que eu acho da Venezuela antes. Caso contrário, deveria concluir que se o senhor não gosta de Spinola, gostava era de Marcelo Caetano, se não gosta de Sócrates, gostava era de Santa Lopes, se não gosta de Lula, gostava era de Fernando Henrique Cardoso, e por aí adiante;
4. O PCB quase não existe. É uma cisão minuscula do antigo PCB (que virou PPS). Os partidos com que o PCP tem relações oficiais é o PCdoB (ex-pó-albanês), que apoia Lula e o próprio PT. Heloísa é apoiada pelo PSOL (dicidentes do PT), pelo PSTU (que tem como congenere a FER, a que se tem chamado a corrente mais “à esquerda” do BE) e o tal PCB, dissidência minoritária do que veio a ser o PPS, e que não tem qualquer relação com o PCP.
Antes de tentar colar a minha posição ao BE e a sua ao PCP vai informar-se. O PCP só tem relaçôes oficiais com dois dos partidos que apoiam Lula. Suponho que pelo seu raciocinio o PCP passou a partir deste momento a ser um satélite do PS.
Bom Dia. Gostava de saber a sua opinião sobre este assunto. Peço o favor de me enviar se possivel. Do pouco que diz sobre o assunto neste blog (nete texto) parece-me estar a ser muito rigido. Penso que a evolução dos povos se faz com multiplos caminhos e sem modelos. Eu sempre me alegrei quando os diferentes povos encontravam soluções progressistas mesmo que não correspondessem na integra aos meus idiais. Naturalmente que na Venezuela nem tudo vai bem. O próprio Chavez o diz. Mas tudo indica que que se procura genuinamente encontrar caminhos e soluções favoraveis ao povo. O estilo extrovertido de Chaves é secundário quando está em causa a melhoria das condições de vida dos venezuelanos. Há textos e gente de direita que nas entrelinhas reconhece que há melhoria do nivel de vida na Venezuela. Alegresse quandos as coisas assim acontecem. Se Chaves iniciou o processo naturalemnte que tem a importância correspondente. Não se trata de um processo personalizado mas dum processo onde o presidente surpreendeu tudo e todos e daí resultando mudanças qualitativas importantes. Antes da sua eleição o povo venezuelano vivia sem esperança e aparentemente sem soluções. Há perigos. Pois há. Mas com medo dos perigos não podemos estragar o presente.
Cumprimentos. BS
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Desesperado,porquê?Por estar ao lado de um ’senhor que se ‘esqueceu de dizer aos port.que as reformas iam baixar ao pequeno almoço,ao almoço e ao jantar’?Sim,de facto é uma boutade dos serviços de campanha de H.C.Eu,com o Sócrates não ia nem ao berlinde!
Não entendo o BE.Creio ser um saco de gatos ou um hospício espanhol…
É que assim dentro de pouco tempo o BE está esvaziado com transfugas para os partidos do ‘arco do governo’,pfff.
O que Sócrates é capaz de fazer para desviar as atenções dos estudos de (in)viabilidade dos TGVs.
Mas o BE não apoia o Hugo???
1. Vá lá procurar alguma declaração ou documento onde diga que o BE apoia Hugo Chavez.
2. Eu não apoio e já escrei sobre o assunto várias vezes.
3. Emprenhar pelos ouvidos nunca é boa ideia.
“desesperado”????
O Daniel já alinhou a sua escrita com o discurso do governo Americano na campanha contra o Chavez.
Quantas vezes terei de repetir a minha opinião sobre Chavez e que a opinião de os Estados Unidos não determina todas as minhas opiniões sobre o Mundo. Aliás, a única coisa que realmente gosto em Chavez é Bush não gostar dele. Acaba aí.
Não se trata da opinião que se tem em relação ao Chavez, mas sim do tipo e oportunidade de argumentos que se utiliza.
Perante a impossibilidade que a oposição venezuelana e os EUA tem tido para afastar Chavez do poder; várias eleições perdidas, 2 golpes de estado falhados, a estratégia adoptada parece ser a de lhe retirar legitimidade
Assim no período pré-eleitoral irão sair sucessivas sondagens que vão dando a oposição a aproximar-se de Chavez, de forma a que após a realização do escrutínio se possa afirmar que o governo viciou os resultados, e dessa forma por em causa a validade do acto eleitoral e da mais que provável vitória de Chavez.
A partir dai a ostracização da Venezuela está legitimada, com todas as consequências que dai podem advir, nomeadamente a adopção de sanções e campanhas difamatórias contra a Venezuela a nível internacional.
À dias, num artigo no DN sobre a Venezuela, já lá vinha no fim a “noticia” de que últimas “sondagens” davam uma queda da popularidade de Chavez de mais de 70% para pouco mais de 50% e uma subida do candidato da oposição de 7% para 30% (????), não se tecia mais nenhum comentário acerca desta repentina “alteração” da vontade popular.
Por isso é que é estranho que agora apareça o Daniel a falar no “desespero” do Chavez. Em que se baseia o Daniel para afirmar que o Chavez está desesperado? Podia explicar.
Como dizia Salazar, que de politica percebia alguma coisa; “em politica o que parece, é!”, e parece que o Daniel está alinhado o seu discurso contra Chavez com a estratégia da Casa Branca contra a Venezuela.
Também não percebo o que passou pela cabeça de Chávez para se vangloriar de ter posado com Sócrates. Mas ainda não percebi esta histeria contra o cartaz. Parece ser a primeira vez que um líder político usa, em campanha eleitoral, imagens suas ao lado de outras figuras, tidas por prestigiadas, interna ou externamente. Do lado do PS, então, a coisa cheira-me a rematada hipocrisia. Quem não se lembra de que um dos primeiros grandes “slogans” do partido após o 25 de Abril foi “A Europa connosco” e de que, no seu decurso, Mário Soares era constantemente exibido ao lado dos líderes internacionais com quem ia contactando para garantir o seu apoio à causa da instauração da social-democracia em Portugal?
João Mesquita
Não me refiro ao desespero interno, mas às espúrias alianças externas, de que o Presidente do Irão e o Presidente bielorruso.
Dar aos imigrantes portugueses (aos quais julgo dirigir-se este cartaz) uma imagem de abertura, é esse o sinal do desespero.
Quanto ao mais, não duvido que Chavez ganhe as eleições e as ganhe democraticamente. Nunca foi essa a minha questão. A minha questão, como escrevi reentemente no Expresso, é o culto da personalidade, o caudilhismo e as lideranças carismáticas em que a esquerda, a minha esquerda social (não me refiro à partidária), parece ser viciada.
Suponho que esse seu ódio por Chavez se deva ao facto de ele, entre outras coisas, se ter mantido à frente da Venezuela aquando da tentativa de golpe-de-estado(GE) e da greve geral de já nem sei quantas semanas(GG), certo?
Mas se Chavez tivesse perdido a parada, se tivesse saído aquando do GE ou da GG, gostava de ver se hoje em dia não o apoiavam loucamente.
Pelo menos assim é com Allende.
Ó Daniel isso nem parece seu! Os emigrantes portugueses não votam. Quem vota são os filhos e os netos desses, que eventualmente tenham adquirido a nacionalidade Venezuelana. E estes (salvo raríssimas excepções) não querem saber de Portugal para nada, isso lhe garanto!
Mas eu que até oficialmente faço campanha por Chávez - apesar das eleições já estarem ganhas - achei muito infeliz a ideia do comando de campanha ter colocado um cartaz de Chávez com Sócrates.
O que se quer transmitir aos Venezuelanos com esses cartazes, é que ao contrário do que papagueiam os meios de comunicação financiados pelos EUA (que são a maioria), Venezuela mantém a sua agenda internacional e o seu Chefe de Estado é recebido por outros Chefes de Estado, não obstante ter deixado de ser o pátio traseiro dos gringos.
Mas com uma nulidade como o Sócrates???? Por favor! O Comando de Campanha falhou redondamente.
Além de que, parece que os portugueses já se esqueceram, que aquando a gira de Chávez pela Russia e Bielorussia, o mesmo fez uma paragem em Portugal, para conversar com Sócrates, mas a pedido deste. Só que foi apanhado.
VAMOS POR 10 MILLONES!
Ó Daniel isso nem parece seu! Os emigrantes portugueses não votam. Quem vota são os filhos e os netos desses, que eventualmente tenham adquirido a nacionalidade Venezuelana. E estes (salvo raríssimas excepções) não querem saber de Portugal para nada, isso lhe garanto!
Mas eu - que até oficialmente faço campanha por Chávez - apesar das eleições já estarem ganhas, achei muito infeliz a ideia do comando de campanha ter colocado um cartaz de Chávez com Sócrates.
O que se quer transmitir aos Venezuelanos com esses cartazes, é que ao contrário do que papagueiam os meios de comunicação financiados pelos EUA ( que são a maioria), Venezuela mantém a sua agenda internacional e o seu Chefe de Estado é recebido por outros Chefes de Estado, não obstante ter deixado de ser o pátio traseiro dos gringos.
Mas com uma nuulidade como o Sócrates???? Por favor! O Comamndo de Campanha falhou redondamente.
Além de que, parece que os portugueses já se esqueceram, que aquando a gira de Chávez pela Russia e Bielorussia, o mesmo fez uma paragem em Portugal, para conversar com Sócrates, mas a pedido deste. Só que foi apanhado.
VAMOS POR 10 MILLONES!
Ainda não perceberam?O Daniel e a ala direita do BE nao gostam de lideres que andem muito rodeados de povo;para O Daniel,o melhor mesmo era o stablishment anterior,em que a Venezuela,a Bolivia ou a Argentina eram governandas por uma oligarquia que sugava tudo á sua volta.Agora,o povo humilde,descalço e descamisado?Mesmo que legitimem por duas vezes o Chavez democraticamente e que tenham visto as suas condiçoes de vida melhorarem um pouco(dados estatisiticos,fazem-se milhares de operaçoes ás cataratas todos os meses nas favelas de Caracas,gratuitamente,só para dar um exemplo da acçao social do governo de Hugo Chavez).Aliás,nao espanta que Daniel Oliveira tenha zurzido na candidata de esquerda Heloisa Helena:é que a senadora dos pobres é apoiada por entre outras forças,pelo PC brasileiro.E para o BE,mesmo que o PC do Brasil seja muito menos ortodoxo do que o PCP,é comunista e pronto!O BE nao passa de um satelite do PS em materia de politica externa.Leiam com atençao os textos dos seus dirigentes sobre o Libano,America Latina,etc…
Senhor kandinsky (salvo seja):
1. Não sou “ala direita” de coisa nenhuma;
2. Não tenho nada contra quem anda com o povo, mas tenho tudo contra quem se acha pai ou salvador do povo;
3. Não gostar de Chavez não diz nada sobre o que eu acho da Venezuela antes. Caso contrário, deveria concluir que se o senhor não gosta de Spinola, gostava era de Marcelo Caetano, se não gosta de Sócrates, gostava era de Santa Lopes, se não gosta de Lula, gostava era de Fernando Henrique Cardoso, e por aí adiante;
4. O PCB quase não existe. É uma cisão minuscula do antigo PCB (que virou PPS). Os partidos com que o PCP tem relações oficiais é o PCdoB (ex-pó-albanês), que apoia Lula e o próprio PT. Heloísa é apoiada pelo PSOL (dicidentes do PT), pelo PSTU (que tem como congenere a FER, a que se tem chamado a corrente mais “à esquerda” do BE) e o tal PCB, dissidência minoritária do que veio a ser o PPS, e que não tem qualquer relação com o PCP.
Antes de tentar colar a minha posição ao BE e a sua ao PCP vai informar-se. O PCP só tem relaçôes oficiais com dois dos partidos que apoiam Lula. Suponho que pelo seu raciocinio o PCP passou a partir deste momento a ser um satélite do PS.
ooo
Bom Dia. Gostava de saber a sua opinião sobre este assunto. Peço o favor de me enviar se possivel. Do pouco que diz sobre o assunto neste blog (nete texto) parece-me estar a ser muito rigido. Penso que a evolução dos povos se faz com multiplos caminhos e sem modelos. Eu sempre me alegrei quando os diferentes povos encontravam soluções progressistas mesmo que não correspondessem na integra aos meus idiais. Naturalmente que na Venezuela nem tudo vai bem. O próprio Chavez o diz. Mas tudo indica que que se procura genuinamente encontrar caminhos e soluções favoraveis ao povo. O estilo extrovertido de Chaves é secundário quando está em causa a melhoria das condições de vida dos venezuelanos. Há textos e gente de direita que nas entrelinhas reconhece que há melhoria do nivel de vida na Venezuela. Alegresse quandos as coisas assim acontecem. Se Chaves iniciou o processo naturalemnte que tem a importância correspondente. Não se trata de um processo personalizado mas dum processo onde o presidente surpreendeu tudo e todos e daí resultando mudanças qualitativas importantes. Antes da sua eleição o povo venezuelano vivia sem esperança e aparentemente sem soluções. Há perigos. Pois há. Mas com medo dos perigos não podemos estragar o presente.
Cumprimentos. BS