Vinte e quatro civis palestinianos foram hoje mortos, pelo exército israelita em Beit Hanun, no Norte da Faixa de Gaza.


Sem respostas ao post “Isto não é terrorismo”  

  1. 1 1  Anónimo

    De facto.
    Pode ser sim, foi por prazer que israel fez isso? que sádico. Espero que os palestinos não sejam masoquistas.

  2. 2 2  Daniel Oliveira

    Não claro que não. Só os árabes matam por ódio.

  3. 3 3  fa

    O texto tem uma incorrecção, não são 24 civis palestinianos, são 24 militantes palestinianos.
    Quem vê as notícias sabe que os israelitas não matam civis, matam MILITATES.

  4. 4 4  Daniel Oliveira

    fa, está a rincar. não está?

  5. 5 5  Anónimo

    Pode estar a brincar pode mas não precisa são mesmo militantes entre outros.
    Não é séria a sua informação. Terá os seus motivos.

    Mas atente-se na estratégia depois morrem civis mulheres e crianças

    Dos jornais
    Segundo a mesma fonte, dois rockets lançados por grupos armados palestinianos a partir do norte da Faixa de Gaza caíram no sul de Israel sem causar vítimas ou estragos.
    (Como se classifica isto? Eles andam a pedi-las)

    O exército israelita efectuou um ataque aéreo, deteve três activistas e efectuou buscas em Beit Hanun, no norte da Faixa de Gaza, onde desenvolve esta quinta-feira, pelo segundo dia consecutivo, uma operação militar, anunciou fonte oficial.

    Pelo menos 13 militantes contam-se entre os palestinianos mortos desde o início da operação.

    Hoje, quatro membros do ramo armado do Hamas, entre os quais um dirigente local, foram mortos antes da alvorada num ataque aéreo israelita contra o seu veículo, em Gaza, e um quinto foi abatido por disparos israelitas em Beit Hanoun, localidade do norte da Faixa de Gaza que o exército judaico reocupou totalmente na quarta-feira.

    Hoje de manhã, cerca de 400 pessoas concentraram-se à entrada de Beit Hanoun, convocadas pelo Hamas, para exigir o levantamento da ocupação da cidade. 200 mulheres que se encontravam entre os manifestantes entraram depois em Beit Hanoun e dirigiram-se para uma mesquita onde dezenas de combatentes estavam cercados desde quinta-feira por blindados israelitas.

    Conseguiram penetrar na mesquita e libertar cerca de 15 combatentes, servindo-lhes de escudo com os seus corpos, enquanto outros se disfarçaram de mulher para escapar aos soldados israelitas, indicaram testemunhas

    Vinte e cinco palestinianos foram mortos durante a ofensiva israelita que prossegue há três dias na Faixa de Gaza, enquanto combatentes sitiados numa mesquita de Beit Hanoun conseguiam escapar esta sexta-feira graças à intervenção de 200 mulheres, noticia a agência Lusa.

  6. 6 6  Daniel Oliveira

    De facto, anónimo, há muitas maneiras de contar uma história. Foram mortos 25 civis… Malandros dos combatentes que ainda estâo vivos em vez dos civis. O que Israel faz é apenas um pormenor.

  7. 7 7  Anónimo

    Pois é
    Ca temos as noticias das vitimazinhas que a liga arabe e autoridade querem passar
    As noticias ocidentais citam o que se passou, estes dizem as consequências somente
    Elas oferecem-se como escudos com crianças e tudo porque eles são o que? cobardes? Já sei que vem a historia do exercito temível com o qual não podem lutar, mas podem atirar “pedras”( o que é lógico e legitimo não é? estão no seu direito de reinvindicar o que lhes pertence desta maneira ) depois refugiam-se nas saias das mulheres e os israelitas ficam com um dilema ou aceitam as “pedradas” e assobiam para o lado, ou defendem-se e vão a caça deles mesmo com mulheres na frente crianças e tudo. ( só que da acusação de terrorismo não se livram)

    Secretario geral da liga arabe
    «Estes massacres de crianças, de mulheres e de civis são injustificados e incompreensíveis. A política de Israel nos territórios palestinianos foi longe demais», declarou Moussa aos jornalistas.
    Ministério da Saúde palestiniano.
    Dezoito palestinianos, incluindo quatro mulheres e quatro crianças, foram mortos e mais de 20 outros ficaram feridos em bombardeamentos israelitas, hoje, em Beit Hanoun, no norte da Faixa de Gaza, segundo o último balanço fornecido pelo Ministério da Saúde palestiniano.

  8. 8 8  Daniel Oliveira

    Diga lá quantos israelitas morreram desde que esta ofensiva começou, só para perceber de que se estão a defender os israelitas quando matam 25 civis. Isto ele há gente para defender qualquer coisa.

  9. 9 9  Jorge Vieira

    O hamas e a fatah ameaçam o regresso dos atentados bombistas como retaliação. É assim que se perde alguma da possivel simpatia por qualquer um dos lados desta luta idiota sem justificação(a historia, religião, territorial ou outra qualquer que leva as pessoas a tomar partidos justificando que seres humanos, que é o que todos somos, se matem desta maneira não existe nem nunca existiu nem pode existir. Já não é importante, não é novidade, não é noticia.
    Que se fodam …

  10. 10 10  Anónimo

    O meu caro eu não sou nenhum contabilista julgo acções e tiro conclusões pelos meus conhecimentos por outros que procuro conhecer, mas o meu pensamento não funciona ideologicamente alinhado por palestinos ou israelitas acho que há factos em que uns tem razão e outros não, mas acho que quem provoca deve ser responsabilizado independentemente de haver acertos a fazer do passado.
    Por isso acho que este escritor israelita tem razão

    “Por que ainda hoje a Europa é tão inimiga dos judeus?”, o escritor israelense Ephraim Kishon respondeu:

    Por que o mundo é tão pró-palestino? Por que ama os palestinos? Não, mas por ser contra os judeus. Eu disse a um amigo curdo que a revolta deles está fadada ao fracasso desde o princípio, porque eles não lutam contra os judeus. O anti-semitismo é uma doença atávica e patológica.

    E também acho que há um anti-semitismo de esquerda que começou a desenvolver-se com o estabelecimento do Estado de Israel, em 1948. e vem de muitos dos apoiantes em grande parte da Ex- URSS, apoiou no inicio a Resolução 181 da UNU que estabeleceu a partilha da Palestina, mas rapidamente mudou de posição e passou a apoiar os esforços dos países árabes nas suas agressões a Israel.

    Este anti - sionismo anti - semitismo é de vistas orientadas, tudo que Israel faz são crimes se se defende das provocações e dos ataques terroristas do Hezbolla e do Hamas a alvos civis, sim alvos civis, populações civis, crianças, mulheres velhos, autocarros restaurantes discotecas etc nunca é condenável. se faz acções em procura desses terroristas e tem que ir como tem que ir pois claro, procura-los no meio dos civis em território fora de Israel fazendo incursões, surgem os protestos de todo o lado,.mas os ataques do Hezbolla e Hamas são sempre justificados contra o opressor Israel que ocupa ilegalmente território palestino. E assim continua a vida.

  11. 11 11  Carlos

    Quem lhe garante que são civís?
    Qual o interesse de Israel em matar civís?

  12. 12 12  agitador

    vá…então israel não mata civis, alias nunca o fez… eles estavam era a tentar apanhar os maus da fita, o resto são danos colaterais. como tal não contam, ora pois claro.

    “Por que o mundo é tão pró-palestino? Por que ama os palestinos? Não, mas por ser contra os judeus.”

    e depois os palestinos é que se vitimizam.
    esse senhor ainda há-de explicar se os indonesios ou os timorenses são judeus…
    alias, até há judeus anti judeus vá se lá perceber.

    as noticias que tenho visto falam da formação de um governo conjunto hamas-fatah, que é moderado.

    por fim, o governo israelita tem de regressar às fronteiras de 67.
    E o hamas tem de ser impedido de financiar (às escuras) centros para orfãos e coisas do genero, pois têm sido usados pela facção extremista para doutrinar putos.
    só então se pode ter uma negociação à séria (e sem propostas ridiculas vindas de uma ou outra parte), caso contrario continuamos nesta discussão de surdos.

  13. 13 13  Anónimo

    Há aqui pessoas que nem com factos vão lá
    Chame-lhe o que quiser colaterais, pois sim, o escudo esta para aparar as pancadas não é essa a finalidade dele.
    Nem vale a pena sequer dizer mais nada.

    “vá…então israel não mata civis, alias nunca o fez… eles estavam era a tentar apanhar os maus da fita, o resto são danos colaterais. como tal não contam, ora pois claro”.

    (“Dos jornais

    Hoje de manhã, cerca de 400 pessoas concentraram-se à entrada de Beit Hanoun, convocadas pelo Hamas, para exigir o levantamento da ocupação da cidade. 200 mulheres que se encontravam entre os manifestantes entraram depois em Beit Hanoun e dirigiram-se para uma mesquita onde dezenas de combatentes estavam cercados desde quinta-feira por blindados israelitas.

    Conseguiram penetrar na mesquita e libertar cerca de 15 combatentes, servindo-lhes de escudo com os seus corpos, enquanto outros se disfarçaram de mulher para escapar aos soldados israelitas, indicaram testemunhas

    Vinte e cinco palestinianos foram mortos durante a ofensiva israelita que prossegue há três dias na Faixa de Gaza, enquanto combatentes sitiados numa mesquita de Beit Hanoun conseguiam escapar esta sexta-feira graças à intervenção de 200 mulheres, noticia a agência Lusa. “)

  14. 14 14  Anónimo

    Neste blogue, não fosse a resistência dos comentadores, Israel seria sempre um estado a fazer derramar gratuitamente o sangue inimigo.
    Os combatentes que se disfarçaram de mulheres civis também estavam entre os mortos? Valentes soldados… Para que é que a Palestina precisa de homens assim?
    A estratégia usada é simples. Primeiro atiram ao exército. Depois vestem-se de mulheres e morrem como mulheres civis, depois vêm os Danieis deste mundo e choramingam a morte dos civis-mulheres, e depois toda a gente fica a saber e a acreditar que os palestinianos são bons e os israelitas são maus…

  15. 15 15  Anónimo

    O Daniel gosta de brincar com a ambiguidade existente com o termo “civil” na Palestina. Na Palestina um civil vestido agora com roupas de mulher, há trinta minutos atrás era um soldado ou um simples terrorista.

  16. 16 16  Daniel Oliveira

    Anónimo, que dado tem o senhor para dizer que estes civis eram combatentes. É porque assim fica fácil desculpar qualquer crime.

  17. 17 17  agitador

    “Vinte e cinco palestinianos foram mortos”

    não diz combatentes vestidos de mulher foram mortos.

    “vestem-se de mulheres e morrem como mulheres civis”

    isto já é especulação sua.

    por fim, e antes que comecem a chamar-me anti-semita/estalinista/etcetctec.
    tambem não é a primeira vez que morrem civis por causa do excesso de força dos militares israelitas.

    ora, isto só é util, em ultima instancia, a organizações fanaticas (hezbolah, hamas e extrema direita israelita).

  18. 18 18  fa

    Caro Daniel se a pergunta é se estou a brincar a resposta é estou a ser irónico pois não se brincar ou rincar com um genocídio de um povo.

  19. 19 19  viana

    Há cada Anonymous mais apalermado que até faz impressão… gostaria de saber se as 8 crianças mortas no massacre de Beit Hanun também eram combatentes mascarados. Olhe, deixo aqui os seus nomes e idades, tirados do site do Ha’aretz:

    Fatma Masoud Athamna, 16,
    Arafat Sa’ad Athamna, 16,
    Mahdi Sa’ad Athamna, 13,
    Mohammed Sa’ad Athamna, 14,
    Sa’ad Majdi Athamna, 8,
    Mahmoud Ahmed Athamna, 13,
    Malik Samir Athamna, 4,
    Maisa Ramzi Athamna, 4.

    Opa, se calhar eram mesmo crianças! Mas mereciam, afinal não há que ter contemplações com “escudos humanos”… toca a matar a torto e a direito. Anonymous, de certeza que consegue olhar para o espelho sem sentir nojo?…

  20. 20 20  a.pacheco

    OS CRIMINOSOS DO EXERCITO DE ISRAEL, CONTINUAM A SUA POLITICA DE LIMPEZA ETNICA.

    Hitler conseguiu uma vitoria postuma, as vitimas de ontem tornaram-se os verdugos de hoje.

    E Israel está na pratica a seguir a politica expansionista,do espaço vital, a politica racista de limpeza étnica, que os nazis puseram em pratica.

    Eis ao que chegou a utopia de Herzl.

    O que diria Beatriz Mendes, se hoje fosse viva, da canalhisse daqueles que em nome da religião judaica, praticam semelhantes crimes.

  21. 21 21  Anónimo

    (“Anónimo, que dado tem o senhor para dizer que estes civis eram combatentes. É porque assim fica fácil desculpar qualquer crime.”)

    Os civis não eram combatentes, alias onde estavam os combatentes?
    Eram todos civis, o exercito tinha um certo numero de combatentes encurralado, não inventei nada limitei-me a ler os jornais ( vocês não são capazes de tirar conclusões ou a ideologia não deixa pensar correctamente) e tentar demonstrar que essa historiazinha dos civis esta mal contada

    Eu não digo que eram ou não eram ou deixam de ser só me repugna a estratégia comentando o seu comentário não inventei nada, tirei dos jornais e agencia Lusa
    Há aqui quem não entenda nada da estratégia palestiniana mas não interessa partir pedra. Há quem tenha mais jeito para contabilista que eu, com nomes inclusive e tudo também terá o endereço. Mas também tenho quase a certeza que quem assim escreve não conhece uma única vitima do lado israelita.

    O que eu critico e esta aqui, coitadinhas das mulheres que vão como voluntária para manifestações convocadas pelo Hamas para proteger os seus maridos familiares da fúria israelita, não é porque Israel entrou por ali adentro livremente numa atitude sádica com uma missão de matar acima de tudo civis, mulheres e crianças.
    Será que a inteligência atrofia quando funciona por ideologias? não da para perceber que os bombardeamentos foram em retaliação e as incursões em busca de quem provocou também anteriormente Israel. Se podemos condenar Israel por bombardear sem saber bem quem vai atingir já a atitude dos palestinos dos escudo humanos repugna-me, não é condenável? é de homens corajosos atacar e refugiar-se na protecção dos mais fracos? as mulheres e crianças para eles tem o valor de escudos humanos?

    Dos jornais
    (leiam e não digam eu inventei ou especulei)

    “Uma fonte do Hamas afirmou que o ramo armado da organização orquestrara esta «complexa operação de segurança» para libertar os combatentes sitiados.”
    “…200 mulheres que se encontravam entre os manifestantes entraram depois em Beit Hanoun e dirigiram-se para uma mesquita onde dezenas de combatentes estavam cercados desde quinta-feira por blindados israelitas”

    Mas eu ate nem é estas pequenas bagatelas que me interessa são princípios nem sei se todas as vitimas ocorreram nesse local ou não, não me interessa. A estratégia de atacar fugir e refugiar-se em locais muitas vezes de culto, cujo ataque causaria danos inimagináveis entrando no campo da religião, depois colocar escudos humanos, sempre os mais fracos a frente para criar no inimigo um efeito de não poder atacar. A intifada foi uma dessas estratégias, por crianças jovens a atirar paus e pedras contra um exercito regular fortemente armado, que faz um soldado nestas circunstâncias mata essas pessoas ou foge? Mesmo que actuasse em legitima defesa os opositores não deixariam de explorar isso ate ao extremo, exemplificando com vitimas civis crianças ou lá o que fosse. As vitimas civis muitas vezes acontecem não porque o exercito israelita entre por ali dentro para treinar exercícios militares ou com o intuito gratuito de matar civis, vocês acreditam nisto? Mas sim pela atitude das pessoas que encontram do outro lado.

    Alias os pró palestinos podiam encontrar uma sugestão mais eficaz para isto, andam sempre aqui a falar do Hitler e dos guetos, porque não se lembraram disso? Os judeus foram vitimas dos nazis correcto? Devem ter aprendido com eles. Os nazis por cada soldado ou comandante que era abatido em circunstancias semelhantes, por resistentes e não em campo de batalha, escolhiam 50, 100 habitantes e matavam-nos em retaliação. Não acham que os judeus estão a fazer o mesmo? Só que na resistência eram heróicos não utilizavam escudos humanos faziam acções de sabotagem e atacavam mas
    arriscando a vida.

    Isto revolta-me, mesmo que haja razão noutros temas, e não é nova esta estratégia muita gente vê só civis, pois claro onde esta o exercito deles? Mas não vê nestes “civis” para além das roupas a ideologia que os anima e os leva a combater.

    Volto a recitar o que tinha escrito ( não fui eu que escrevi)
    (“Dos jornais

    Hoje de manhã, cerca de 400 pessoas concentraram-se à entrada de Beit Hanoun, convocadas pelo Hamas, para exigir o levantamento da ocupação da cidade. 200 mulheres que se encontravam entre os manifestantes entraram depois em Beit Hanoun e dirigiram-se para uma mesquita onde dezenas de combatentes estavam cercados desde quinta-feira por blindados israelitas.

    Conseguiram penetrar na mesquita e libertar cerca de 15 combatentes, servindo-lhes de escudo com os seus corpos, enquanto outros se disfarçaram de mulher para escapar aos soldados israelitas, indicaram testemunhas

    Vinte e cinco palestinianos foram mortos durante a ofensiva israelita que prossegue há três dias na Faixa de Gaza, enquanto combatentes sitiados numa mesquita de Beit Hanoun conseguiam escapar esta sexta-feira graças à intervenção de 200 mulheres, noticia a agência Lusa. “)

    Assunto encerrado

  22. 22 22  a.pacheco

    Ontem o Massacre, e o Bush seraficamente diz que lamenta……

    Hoje o embaixador de Israel em Paris foi chamado ao MNE, aviões de Israel fizeram voo picado sobre posições francesas no Libano, a confrontação esteve iminente.

    Afinal se ainda havia dúvidas , esta é mais uma prova de que Israel não respeita nada nem ninguem, e nem sequer cumpre os compromissos que assinou.

    Até quando.

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