A partir deste momento, por razões que nem me dou ao trabalho de explicar, os comentários dependem de aprovação. E só serão aprovados os que cumpram as regras mínimas da civilidade. Definitivo e sem mais explicações.
Por Daniel Oliveira 21 Fev 07 em Sem categoria


Parabéns Daniel!!! a pluralidade pressupõe civismo, consideração e sobretudo uma coisa que parece muitos “habitantes” da blogosfera desconhecem:RESPEITO.
Ps: mas não deixe esta maralha interferir no seu diário tão bom!
Brutal! És um tirano! Não gostei, solta o democrata que tens no teu peito! Permite os devaneios mais loucos, deixa correr a critica mais brejeira, os vocábulos mais impróprios, que é do camarão sem a sua malagueta. Qual pigmalião, Daniel Oliveira, deixa a tua obra “fazer-se”.
tem razao
“Ah, isso é outra coisa!
Se o camarada Napoleão o diz, é porque é verdade.”
(Orwell, George, in “O Triunfo dos Porcos”, Europa-América,pag 76)
Daniel,
Isso quer dizer que ficas incomodado com os insultos que por aqui te fazem.
Devias ser superior a isso.
O blogue fica a perder com a aprovação dos comentários.
Compreensível, dada a invasão…
Esta de acordo com a tua posição relativamente ao programa sobre Salazar. É preciso sempre uma sensurazinha.
Maria velho:[a pluralidade pressupõe civismo, consideração e sobretudo uma coisa que parece muitos "habitantes" da blogosfera desconhecem:RESPEITO.
Ps: mas não deixe esta maralha interferir]
Claro que a Maria Velha nem por um momento se apercebe que ao chamar “maralha” aos outros, lhes está a faltar ao respeito.
Mas, lá está, isso não a impede de exigir e aconselhar respeito.
O que nos remete para a pregação de Frei Tomás. Ouçamos o que ele diz, não façamos o que ele faz!
Lidador, você andou aqui nas caixas de comentários, não andou? Leu o que se foi aqui escrevendo, não leu? A expressão de Maria Velho parece-me até bastante simpática.
Caro Daniel Oliveira,
Com rude (mas leal) franqueza: não gosto de si. Não gosto do que diz; não gosto do que representa; não gosto das posições que normalmente defende;não gosto do seu anticlericalismo pequenoburguês; não gosto do seu ateismo intolerante. Mas não gosto muito mais da cambada de pequenos cobardes e grandes ordinários brejeiros que pululam como “pulgas fedorentas” pela Blogosfera.
Pequenos cobardes (não há grandes cobardes) que se escondem miserávelmente por detrás de um anonymous ou de um pseudónimo e então, e só então se atrevem a babar-se nojentamente.
Tudo isto para lhe dizer que não tenho nenhum blog, mas se tivesse, provávelmete tomaria a medida profiláctica que tomou. É que me parece que é disto mesmo que se trata: profilaxia cultural.
É evidente que vai ter dezenas de comentários dizendo que não resistiu á “tentação totalitária”, mas eu acho que foi antes, uma decisão corajosa. E isto eu respeito.
Cumprimentos.
Confesso que detestei esse “os comentários dependem de aprovação”. Agora quando escrevo para o seu blog, sinto que virtualmente passo por detector de metais, sou apalpada, é analisada o meu produto e ainda me arrisco a ser chumbada olimpicamente, sem direito a um mero espernear de protesto. Tem todos os condimentos que mais detesto, a censura e a rejeição tácita. Péssimo, péssimo!
Por conta da sua proibição retomei para a minha meninice, fui parar a Ayamonte; depois de comprar-mos torrão de Alicante blando, estojos de pois pisos com canetas coloridas para o ano escolar e vestidinhos para a Nancy, passávamos pela Aduana onde nos aguardava um comité de Carabineros. Nas paredes encontrava-se o portfolio de criminosos mais procurados, destacava-se um homem desgrenhada com olhar tresloucado, agarrava-me com muita força as saias da minha mãe e escondia-me. Já viu os revivalismos negros que com a sua proibição o Senhor está a causar, pondere a sua posição. Poupe-me de idas dispendiosas ao psicanalista.
Caro Daniel,li aquilo a que se refere e tem todo o direito de fazer censura e até de nem admitir comentários, se entender.
Trata-se apenas de um blogue, mas é o exercício do poder que revela as pessoas.
“Maralha” é um insulto, não uma descrição asséptica e factual.
É “simpática” porque o Daniel concorda com a sua aplicação ao universo em questão.
Seria intolerável se o Daniel o visse aplicado a si, ou àqueles de que gosta.
Salazar também só censurava aqueles que diziam coisas de que ele não gostava.
A linha vermelha era ditada pelo seu gosto.
É sempre assim!
Não faria o mesmo, mas compreendo. No entanto, pensava que não desceria a este ponto… Comentários brejeiros só desacreditam as posições neles expressas. Aliás, para isso basta ver os comentários que têm sido feitos por muitos “neosalazaristas” em vários blogues…
Continua difícil a limpeza!
Mas o ar já está mais puro.