Que bom!
Agora quando o preservativo se rompe ou a pilula falha, numa determinada altura da vida em que as coisas economicamente estão pior já podemos evitar que venha mais uma boca ao mundo comer e criar despesa aos pais e ao Estado.
Conheço uma mulher que fez um aborto porque o marido estava desempregado. Passado uns meses, o marido arranjou emprego num banco e é actualmente gerente.
Ela depois disso teve mais 2 filhos rapazes. Ainda hoje chora por imaginar que, se calhar, por um intervalo de poucos meses, se calhar “despachou-se” da menina que hoje tanto gostaria de ter.
É assim o perene (vida) condicionado pelo temporário (condições económicas, etc..).
Para quando a eutanásia para nos podermos despachar dos velhos incómodos que, com baixas pensões, só servem para sobrecarregar a economia dos filhos e netos?
Ó sôr Lino, venha daí ver o show do quinteto maravilha, vai ver que lhe passam logo esses abortos dos pensamentos. E concordo que as abortadeitras devam pagar a Taxa, sim senhor. Quem é que elas pensam que são? Let´s go to http://luzedias.blogspot.com/
Daniel,
Com muita pena a sua pretensão foi atingida.
Deixo-lhe um poema da Sophia:
Pranto pelo dia de hoje
Nunca choraremos bastante quando vemos
O gesto criador ser impedido
Nunca choraremos bastante quando vemos
Que quem ousa lutar é destruído
Por troças por insídias por venenos
E por outras maneiras que sabemos
Tão sábias tão subtis e tão peritas
Que não podem sequer ser bem descritas.
Não me tome a mal. Sou contra o aborto. Não por ser retrógrado, não por ser medieval, não por ser machista. É apenas a expressão lógica e coerente da minha maneira de ser e de pensar.
Ainda um dia, quem sabe se a oportunidade surge?, gostava de conversar consigo na informalidade de uma esplanada de café.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Pois é. E sabe o que é mais edcandaloso ? É as abortadeitras não pagarem taxas moderadoras !
Ou seja, um tipo dá-lhe um ataque cardíaco, fica em perigo de vida, vai ao hospital, tem de pagar.
Uma fulana faz um filho (porque quer !) não lhe apetece tê-lo vai ai hospital, mata-o, e não paga nada.
E se lhe apetecer, repete o proceso as vezes que forem precisas.
Sinceramente esta lei do aborto é um exemplo de post-modernismo muito primário e, sobretudo, muito medieval.
Que bom!
Agora quando o preservativo se rompe ou a pilula falha, numa determinada altura da vida em que as coisas economicamente estão pior já podemos evitar que venha mais uma boca ao mundo comer e criar despesa aos pais e ao Estado.
Conheço uma mulher que fez um aborto porque o marido estava desempregado. Passado uns meses, o marido arranjou emprego num banco e é actualmente gerente.
Ela depois disso teve mais 2 filhos rapazes. Ainda hoje chora por imaginar que, se calhar, por um intervalo de poucos meses, se calhar “despachou-se” da menina que hoje tanto gostaria de ter.
É assim o perene (vida) condicionado pelo temporário (condições económicas, etc..).
Para quando a eutanásia para nos podermos despachar dos velhos incómodos que, com baixas pensões, só servem para sobrecarregar a economia dos filhos e netos?
Como já escrevi algures, sempre é mais barato que ter uma cólica renal!
Não consigo pensar num motivo mais bonito para fazermos um grande brinde. Ao admirável mundo novo.
Ó sôr Lino, venha daí ver o show do quinteto maravilha, vai ver que lhe passam logo esses abortos dos pensamentos. E concordo que as abortadeitras devam pagar a Taxa, sim senhor. Quem é que elas pensam que são? Let´s go to http://luzedias.blogspot.com/
Se não fosse o SIM ganhar hoje ninguem falava no aborto.Só as abortadeiras e as desgraçadas das mulheres.
Agora já se discute á luz do dia.
É um avanço civilizacional extraordinário.
Valeu a pena!
Daniel,
Com muita pena a sua pretensão foi atingida.
Deixo-lhe um poema da Sophia:
Pranto pelo dia de hoje
Nunca choraremos bastante quando vemos
O gesto criador ser impedido
Nunca choraremos bastante quando vemos
Que quem ousa lutar é destruído
Por troças por insídias por venenos
E por outras maneiras que sabemos
Tão sábias tão subtis e tão peritas
Que não podem sequer ser bem descritas.
Não me tome a mal. Sou contra o aborto. Não por ser retrógrado, não por ser medieval, não por ser machista. É apenas a expressão lógica e coerente da minha maneira de ser e de pensar.
Ainda um dia, quem sabe se a oportunidade surge?, gostava de conversar consigo na informalidade de uma esplanada de café.
Um abraço,
Regozijo por uma lei necessária para corrigir o que é intrisecamente mau?
“Para quê a jurisprudência, se ainda não se tinha começado os maus costumes, de que sem dúvida nasceram as boas leis?”
Erasmo