Este post não pretende discutir nem a marcha global da marijuana, nem sequer como ela é vista pela imprensa. Apenas pego num exemplo extremo para destacar algum jornalismo que se faz por aí. Leia-se esta notícia da LUSA (com atenção ao que está a bold):

“Lisboa, 09 Mai (Lusa) – Perto de 300 pessoas marcharam hoje em Lisboa, ao som do reggae e em ambiente de festa, na Marcha Global da Marijuana, em defesa da legalização das drogas leves.
A concentração, iniciada no Largo do Rato pelas 16:00, começou com animação e dança, ao som de trompetes, saxofones, tambores e trombones, com os apoiantes empunhando tarjas com inscrições a pedir a legalização da cannabis.
A Marcha seguiu pela rua da Escola Politécnica, passando pela Praça do Príncipe Real até ao destino final no miradouro do Adamastor, onde se prevê que a festa continue pela noite dentro.
A Marcha Global da Marijuana 2009 (que já vai na quarta edição) decorre hoje em 232 cidades do mundo, entre elas Lisboa, Porto e Coimbra, com o objectivo de pedir a regulamentação, legalização e consequente descriminalização do consumo das drogas leves.
Segundo disse à Lusa Pedro Pombeiro, da organização, esta marcha tem como objectivo a legalização e regulamentação da cannabis para todas as suas utilizações, a descriminalização total do consumo por adultos e o encorajamento do estudo e pesquisa do potencial benéfico da planta “Cannabis Sativa L” para uso “industrial, social, recreativo e medicinal”.”

A bold, as informações que estão erradas. Praticamente todas. Não eram 300 pessoas (eram bastante mais, mas pronto, isto ainda está no domínio do erro aceitável). Por causa da chuva, o som não funcionou. Por isso não houve música: nem reggae, nem outra. A concentração não começou no Rato, mas no Jardim das Amoreiras. Não começou às 16.00, mas às 15.30. Não houve nem animação, nem dança. Não havia um único saxofone, tambor, trombone ou qualquer outro instrumento musical. O percurso, vá lá, está certo. A marcha decorreu em 263 e não em 232 cidades (número do ano anterior). Naquele dia, aconteceu em Lisboa, Coimbra e Braga. No Porto tinha acontecido no fim-de-semana anterior. Não houve nem nunca esteve prevista nenhuma festa “pela noite dentro”. A marcha não defendia a “descriminalização do consumo das drogas leves”, porque o consumo de drogas leves não está criminalizado em Portugal. Por fim, a organização da marcha garante que o seu porta-voz não prestou qualquer declaração à LUSA.

É obra conseguir fazer uma notícia com tantas informações e não ter praticamente nenhuma certa. Das duas uma: ou o jornalista não esteve lá e usou a notícia do ano anterior (o mais provável) ou entrou no espírito da coisa, fumou demasiada ganza e perdeu a noção da realidade (o mais compreensível).


67 respostas ao post “Jornalista ganzado”  

  1. 1 1  Libertário

    A legalização da cannabis até concordo mas continuo a achar que o haxixe e as variedades alteradas com elevado teor de THC deviam continuar proibidas.

    .

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    Daniel Oliveira Reply:

    Libertário, não é esse o tema do post. Podia ser sobre outra manifestação qualquer.

  2. 2 2  LAM

    Com tantas bolas à trave ou para a bancada cheira-me que esse jornalista para o ano vem jogar para o Boavista…

    [Responder]

  3. 3 3  Rafeiro Danado

    A propósito ó Daniel, você costuma passar ali no miradouro do Adamastor? Qual é a sua opinião sobre o aspecto daquela merda?

    [Responder]

  4. 4 4  Pinto

    Deixe lá. Também não é importante.

    Estes erros, comparados com o que se passou na Bela Vista, não são nada.

    No entanto, o Arrastão não dedicou um post, uma coisinha pequenina, com uma linha que fosse, a referir os incidentes da Bela Vista.
    Será que aquilo foi assim tão insignificante que não mereça um comentariozinho num espaço que, por hábito, vai comentando os destaques informativos nacionais?
    Será que o Bloco de Esquerda Arrastão quer passar uma borracha no assunto?
    Será que o Bloco de Esquerda Arrastão estava à espera de um erro policial, uma gaffe política, ou algo do género, para tocar no assunto?
    Será que o Bloco de Esquerda Arrastão está à espera que uma jornalista com ligações a um qualquer partido político (por exemplo, ao Bloco de Esquerda) venha, através de uma simulação de entrevista (coisa asquerosa do ponto de vista da ética jornalística) sacar informações para insinuar que se tratou de uma conspiração policial?
    Será que este assunto é assim tão embaraçoso?

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Pinto, escrevi para o Expresso (desta vez, um único texto dedicado ao tema). Não me quero repetir, apenas isso. De resto, como bem sabe, escrevo em meu nome, não em nome do BE. Para isso, o BE tem os seus dirigentes e os seus deputados. Uma coisa começa a ficar perturbante nestas caixas de comentários: eles raramente serem sobre o tema dos posts. O que, digamos, é a negação da ideia de “comentário”.

  5. 5 5  Pinto

    Pronto, então eu vou comentar o tema do post.

    Estes erros demonstram que os jornalistas não tiveram pachorra para ir ver “in loco” a marcha. Compreendo: quando os jornais escrevem alguma coisa sobre os jogos de futebol do clube da minha aldeia (que joga na regional), também se enganam muito. Por vezes até no resultado se enganam. Porquê? Porque não têm paciência para assistir a todos os jogozecos que por aí se realizam.
    Neste caso, ibidem.

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  6. 6 6  cobardolas

    LOOOL Daniel, estiveste bem agora! :)

    [Responder]

  7. 7 7  toino

    Pois, das duas uma, fiquei a saber que afinal a “ganza” faz mal à saúde, cito o DO, “Das duas uma: ou o jornalista não esteve lá e usou a notícia do ano anterior (o mais provável) ou entrou no espírito da coisa, fumou demasiada ganza e perdeu a noção da realidade (o mais compreensível).”
    Ficámos todos a saber, que fumando ganza se perde a noção da realidade, eu tb acredito que só lá estiveram 300 pessoas, no antigamente 300 pessoas era um comicio, em democracia é apenas um encontro de amigos, DO, eu sei que você tá farto de mim, mas que quer homem, que fazer!

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Não estou farto de si. Desde que não insulte, o toino é-me absolutamente indiferente. É só mais uma pessoa que não conheço e que põe comentários em blogues. Como deve imaginar, há coisas bem mais relevantes, estimulantes ou preocupantes na minha vida. O senhor é só mais nick.

  8. 8 8  fado alexandrino

    fumou demasiada ganza e perdeu a noção da realidade (o mais compreensível).

    Não percebo.
    Quer o senhor dizer que quem fuma mais do que um cigarro daqueles perde o tino?

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    fado, sabe com o álcool acontece o mesmo. Tem de experimentar.

  9. 9 9  xatoo

    comentar aldrabices nos Media corporativos e nas suas fontes oficiais de há muito que deixou de ser um desporto radical.
    Dentro do género, nos EUA até existe um site de cidadãos cuja leitura dispensa ver os programas
    http://www.newshounds.us/
    uma coisa destas fazia cá falta mas, enfim, a malta emprergada nos jornais e agências precisa de emprego, né?

    [Responder]

  10. 10 10  tonibler

    eheheh, desculpa lá mas se não foi assim, deveria ter sido…Parece o teu documentário dos 10 anos do BE….

    [Responder]

  11. 11 11  fado alexandrino

    fado, sabe com o álcool acontece o mesmo. Tem de experimentar.

    Obrigado pela sugestão.
    Não estou interessado.
    Já vi apanhar algumas bebedeiras mas com uma boa noite de sono, ficaram óptimos.
    Também já vi começarem no haxixe, e continuarem e continuarem…
    Não me diga que vive noutra galáxia.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    fado, a esmagadora maioria das pessoas que eu conheço que consome marijuana fá-lo da mesma forma que a esmagadora maioria das pessoas que conheço que consome álccol: de forma moderada, com fins recriativos, grande parte da sua vida, sem ser dependente. Como no álccol (mas por acaso menos, já que o álcool é a droga com o maior número de viciados neste país) acontece o mesmo. O que me parece é que o senhor está a baralhar drogas. A marijuana não é heroína. A ideia de que a marijuana leva à heroína é tão válida como a ideia de que álcool leva à heroína. A únca diferença é esta: por ser ilegal, os consumidores têm muitas vezes de comprar aos mesmos que vendem heroína. E essa é a principal razão porque sou a favor da legalização: para separar mercados.

  12. 12 12  Nom_de_Guerre

    Não existe Jornalismo, há é bastante “jornalismo”.

    Resta á improvável Internet o papel de repôr a verdade.

    [Responder]

  13. 13 13  toino

    DO, já o afirmei variadas vezes, nunca será nem nunca foi meu propósito insultá-lo, mas tb compreenderá que ao vir aqui ao seu blog e deparar mais as vezes que o PCP é axincalhado permanentemente, coloque-se no meu lugar, imagine que eu passava a vida a colocar o seu sporting em causa, não há pachorra né, eu sei que o DO, não nutre simpatias pelo PCP, essa sua atitude já vem de longe, mas, o que eu gostaria que existisse aqui no seu blog é coerência no tratamento politico, é evidente que nunca irei encontrar aqui uma palavra de conforto para com o PCP, nem é esse o meu objectivo ao vir aqui, porque sendo assim, visitava os blogs dos meus camaradas e ficavamos todos em família, o que eu quero é debater ideias, claro dentro dos meus limites, pois sou pouco letrado no que diz respeito à cultura, sou de opinião que vamos conseguir coabitar neste espaço tão bonito que é a blogoesfera.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    toino, folgo em saber que tem a mesma relação com um partido que tem com um clube. Não preciso de me colocar no seu lugar. Há imensos posts em imensos blogues a atacar o meu partido. Não desato a insultar os seus autores por isso. É a democracia.

  14. 14 14  Antonio Cunha

    Daniel eu comento o seu post.

    Aquilo que o jornaliste fez foi pegar na noticia do ano passado e mudar a data.

    Penso que em abstrato a mensagem passou e as pessoas ficaram com a mesma ideia de anos anteriores.

    Os pormenores, não interessam. Era só mais um bando de 300 ganzados + o Daniel Oliveira.

    [Responder]

  15. 15 15  gui castro felga

    um jornalista ganzado
    fazia melhor o recado:
    sonhava mais um bocado
    e aproveitava a antena
    para um manifesto apaixonado.

    ( já se sabe que o horóscopo sempre foi inventado,
    mas agora até as marchas são no ar condicionado… ou então o gajo desistiu do mundo e passou a viver mesmo no ano passado…)

    [Responder]

  16. 16 16  joshua

    Fantástico.Agora, imaginemos a torrente de asneiras sobre o fim da crise,nada sobre a génese da gripe mexicana,q foi uma empresa EWUA,Smithfield ,com a ajuda doprograma para as américas em q se marimbam para o ambiente,tecetc.É por isso q já não compro jornais.Ele há a internet-que se fodam,os propagandistas,pq é o mercado…:)

    [Responder]

  17. 17 17  Joao Henriques

    Ah, eu fumei… mas não inalei, terá sido por isso que perdi a noção da realidade? Sofrerei de moca psicológica? Pior é se “ganzou” e lhe deu pra mentir desta maneira…

    [Responder]

  18. 18 18  jkts

    Não devia ter estado lá na manifestação…
    Criou uma noticia bem tendenciosa. . .

    [Responder]

  19. 19 19  José Sequeira

    bem haja ao BE e à JS por terem participado oficialmente na marcha da marijuana, sim à liberalização das drogas leves, bem hajam

    [Responder]

  20. 20 20  Samuel

    Grande “notícia”! :-)

    [Responder]

  21. 21 21  miguel vale de almeida

    É exactamente como nas reportagens e notícias da Marcha do Orgulho LGBT e no estereótipo que se criou das “plumas” e do “exibicionismo”…

    [Responder]

  22. 22 22  João Silas

    O jornalismo em Portugal está mesmo uma lástima. Excelente artigo.

    [Responder]

  23. 23 23  LAM

    “A únca diferença é esta: por ser ilegal, os consumidores têm muitas vezes de comprar aos mesmos que vendem heroína. E essa é a principal razçao porque sou a favor da legalização: para separar mercados.”

    Concordo. Acrescento outra razão que me levou a assinar a petição: essas coisas existem. Nâo adianta escamotear a questão ou remeter os consumidores para guetos que, está provado, só piora a situação e a permeabilidade a outras drogas. Independentemente de fazerem mal, bem ou assim assim, estão aí. Ao alcance de todos, só que pelas piores vias.
    Os primeiros charritos que fumei quando era mais novo era trazido por amigos que vinham da guerra nas colónias. Teria os meus 16, 17 anos.
    Hoje tenho 53 e não dou uma passa há mais de 15 anos talvez. Refinei o gosto e sou mais amigo de alguns tintos que eu cá sei.

    [Responder]

  24. 24 24  siulraiuga

    Este último comentário do autor creio que é resposta suficiente ao Fardo Alexambido, mas não me contenho: Então o sr. Fardo que viu começarem com o haxixe e continuarem, não os viu antes do haxixe começar com o àlcool e os cigarros? Proibam-se tudo ou não se proiba nada. O problema é tão só a proibição não as substâncias. Não sei se já ouviu falar da chamada Lei Seca e dos seus bonitos resultados? E esse pensamento de considerar o haxixe como uma «gateway drug» é de uma pobreza de raciocínio de que eu não o imaginava…

    [Responder]

  25. 25 25  jkts

    Também concordo com o que o Daniel diz. O contacto com traficantes pode fazer com que um consumidor de haxixe possa experimentar mais facilmente heroina e outras drogas. . .
    Também conheço muitas pessoas que consomem haxixe e não são viciadas, outras não passam sem o haxixe, e têm uma vida normal…
    Ponho essas drogas ao mesmo nível do álcool.
    Bem, até julgo que o alcool é pior…
    A dependência de álcool não é muito diferente da de heroina. Sei isso muito bem. Os alcoólicos também têm ressacas e passam pelos mesmos problemas (se bem que de forma diferente, está claro). É certo que existem muitos viciados em álcool porque é uma droga de venda livre, o mesmo aconteceria se a heroina fosse de venda livre, defendo que sejam restringidas as drogas pesadas.
    Fumar um charro, para a saúde, é quase o mesmo que fumar um cigarro. O consumo de haxixe etcs não altera as pessoas da mesma forma que altera o álcool e heroina, o consumo de ganza não faz, em regra, com que uma pessoa se desintegre da comunidade… Não faz com que uma pessoa ande em brigas, problemas, como o álcool e a heroina…
    As drogas dão dinheiro a muita gente, convém que as coisas sejam assim, não sei!

    [Responder]

  26. 26 26  DC

    Apesar de ter chegado uns dias tarde a este post, não posso deixar de o comentar.

    Esta “peça jornalística” só confirma a fraca forma desta classe em Portugal: sem rigor e sem rasgo, mas subserviente e conformista muito mais do que q.b.

    As pessoas que aqui comentam deviam saber um pouco daquilo que falam, para isso deixo algumas referências:

    1 – A report on Global Illicit Drugs 1998/2007 (Comissão Europeia):
    “no evidence that the global drug problem was reduced” (A ONU não propôs, em 1998, como objectivo erradicar totalmente consumo até…este ano?)
    “total global cannabis retail market between 40Bn and 120Bn” – Porque é que não querem taxar um pedaço deste bolo?
    “the overwhelming majority of those involved in the drug trade make very modest incomes” (ah, porque ele já está taxado segundo a Lei do Mercado Livre)

    2 – The Global Cannabis Commission Report (The Beckley Foundation, 2008)
    “The probability and scale of harm among heavy users is modest compared with (…) alcohol, tobacco (,etc.)” – Ups FadoAlexandrino e restantes marialvas

    3 – Joy et.al, 1999 “Marijuana and Medicine: assessing the Science base”, National Academy Press (USA)
    “There is no conclusive evidence that the drug effects of Marijuana are causally linked to the subsequent abuse of other illicit drugs” – Isto é ciência não é? Ou é ouvi dizer?

    Enfim, aqui encontrarão muitas mais referências que no seu conjunto apresentam dados inequívocos. Também apontam, evidentemente, os malefícios da substância, que não sendo poucos, são favoravelmente comparados com os de outras. A maioria das ONG’s e dos académicos são imensamente críticos das políticas induzidas, reforçadas e impostas pela maioria dos governos mundiais.

    Quando vamos discutir abertamente estes fenómenos que todos vêm, e que fazem parte da maioria das pessoas, pelo menos uma vez na vida?

    Deixem-se de hipocrisias, não nos culpem pela vossa ignorância e dêem-nos um pouco dessa vossa “Liberdade”

    DC

    [Responder]

  27. 27 27  Ui Ca Bom

    “Já vi apanhar algumas bebedeiras mas com uma boa noite de sono, ficaram óptimos.”

    Pois eu ja vi muitos, mas mesmo muitos, apanhar algumas bebedeiras e acordar de manha “optimos” a tremer para espetar um bagaco no bucho, chegar a casa “optimos” e pregar um exerto de porrada na mulher…

    [Responder]

  28. 28 28  Pedro Esteves

    «4 Rafeiro Danado 13 Mai 2009 às 17:39

    A propósito ó Daniel, você costuma passar ali no miradouro do Adamastor? Qual é a sua opinião sobre o aspecto daquela merda?»

    [Responder]

  29. 29 29  toino

    DO não vejo qual a sua admiração acerca da minha posição acerca dos clubes e dos partidos, sabe tão bem como eu a importância que têm alguns clubes, não é por acaso que ex presidentes de clubes são ou foram responsáveis políticos, para não falar de comentadores politicos e que hoje são responsáveis governamentais, a política e o futebol sempre se deram bem até demais para o meu gosto, é uma promiscuidade, tem o caso do ex presidente da CMPorto do ps, que favoreceu o Boavista e vai a tribunal, não entendo o espanto, ou estava a ironizar, a propósito não sei se lhe disse sou Benfiquista.

    [Responder]

  30. 30 30  fidel

    mas camarada daniel o camarada jornalista provavelmente apenas fez aquilo que muitos fizeram aquando do afamado arrastão de carcavelos. Sem terem presenciado a cena juram a pés juntos que tal nunca aconteceu.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Fidel: quer que lhe deixe o link sobre o documentario Arrastão?

  31. 31 31  Antonio Cunha

    32 DC

    Então tome lá para se entreter e aprender qualquer coisinha meu sabichão

    Leia mas leia tudo

    http://www.cnecv.gov.pt/NR/rdonlyres/AD126346-32F2-443C-B994-2670DCD16B1A/0/P017_Droga.pdf

    4. POSIÇÃO DO CONSELHO
    Considerando que a toxicodependência afecta a liberdade e a dignidade da pessoa
    humana, tanto a do próprio como a de terceiros;
    Considerando os enormes prejuízos morais e sociais, directos e indirectos, e muito
    particularmente o custo de vidas humanas, o aumento da criminalidade, da marginalização e
    da exclusão sociais, provocados pela toxicodependência;
    Considerando que o fenómeno da toxicodependência atinge e vitimiza sobretudo e
    especialmente os jovens que, mais fragilizados pelo seu processo de formação, menor
    experiência e capacidade de defesa, estão mais expostos aos riscos de degradação da
    saúde física e psíquica, tanto individual como colectiva;
    Considerando que a toxicodependência pela sua dimensão social e pública, não é
    apenas um problema de liberdade e responsabilidade individuais, mas é, sim, um problema
    social de vasto alcance e consequências, pelo que o Estado não deve alhear-se dele,
    porque lesa terceiros e a própria sociedade;
    Considerando que também à sociedade e ao Estado compete a responsabilidade da
    cura, recuperação e reinserção dos toxicodependentes, bem como lhes cabe assumir os
    seus elevados custos económicos e sociais, e que correspondentemente lhes assiste o
    dever de defender a vida dos cidadãos e o direito de evitar esses mesmos custos, por
    adequadas acções de prevenção e de proibição e repressão;
    Considerando que as experiências conhecidas de liberalização da “droga” não só
    não conseguiram diminuir mas até terão provocado o aumento quer do consumo quer do
    tráfico, não impedindo desse modo o crescimento também dos lucros ilícitos e dos
    montantes dos negócios sujos;
    Considerando que não é argumento sustentável a distinção entre drogas leves e
    duras, nem é possível a sua comercialização diferenciada;
    Considerando que, também nesta questão, se devem procurar sempre os melhores
    e nunca esgotados métodos que respeitem a pessoa humana e a sua reinserção na
    sociedade;
    Considerando os gravíssimos problemas éticos que poria a atribuição ao Estado da
    incumbência de vender, distribuir e fiscalizar a qualidade genuína de produtos tóxicos;
    Considerando que o toxicodependente é um doente, com direito a ser tratado, e que
    a criminalização estigmatiza e dificulta o tratamento e a reinserção;
    O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida entende que as medidas
    legais de liberalização da “droga”, quer total quer parcial, podem conduzir a consequências
    eticamente gravosas, quer do ponto de vista da pessoa, singularmente tomada, quer do
    ponto de vista da sociedade e do Estado.
    Entende, porém, o Conselho que, medidas legais tendentes a descriminalizar o
    consumo, são admissíveis do ponto de vista ético, por visarem o tratamento e recuperação
    de consumidores doentes, desde que essas medidas garantam a aceitação e procura de
    tratamento e recuperação por parte dos toxicodependentes.

    [Responder]

  32. 32 32  joaquim azevedo

    No Fantasporto, aqui há uns anos, saiu uma crítica num jornal sobre um filme que não chegou a passar.
    Portanto, isto é coisa pouca.

    [Responder]

  33. 33 33  maria

    não pretendo defender ninguém, mas é estranho que havendo som e vídeo da marcha da marijuana de Lisboa a jornalista tenha inventado sons, danças e mesmo declarações. que tal primeiro verem as imagens e o som e depois tecerem comentários maldosos à profissional?

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    maria, como lá estive não preciso de ver vídeo nenhum.

  34. 34 34  B Aranda

    Para mim o miradouro do Adamastor é o mais belo miradouro de Lisboa.

    Gosto da vista panorâmica com uma certa aproximação ao rio, à ponte e à outra margem, gosto do sol a pôr-se atrás da lapa e gosto – já agora – do Terminal de Alcântara, com os barcos seus contentores e gruas ;) .

    Gosto do “parapeito” comprido que dá um excelente bancada para apanhar sol sem consumo mínimo, gosto do relvado por trás, que dá para estar à sombra, gosto estátua do Adamastor que tem uma excelente escala para o espaço e gosto do largo espaçoso em frente que dá para o pessoal sentar-se no chão em grandes grupos enquanto outros jogam à bola, por exemplo.

    E claro que gosto que seja um sítio onde existe alguma tolerância para com o consumo de canabinoides. A tolerância é sempre um bem em si, mas sobretudo, nem só de cerveja e gim tónico vive o homem.

    Chamem-me moralista, mas acho que os consumidores de álcool em excesso desprestigiam o Adamastor: fazem muito lixo com as suas garrafas de vidro e copos de plástico, entornam no chão deixando um bocado de mau cheiro, e se bebem em demasia dá-lhes muitas vezes para incomodarem as outras pessoas.

    [Responder]

  35. 35 35  Pedro Esteves

    e postada sobre a nova lei do financiamento dos partidos?? é tabu ?? loool

    … fdx, isto é mesmo a gozar na cara dos otários

    [Responder]

  36. 36 36  desparasitante

    reggae,danças,saxofones,trompetes??? no meu tempo só o lsd dava tal moca…
    que se lixe o rigor jornalistico,a malta quer é saber onde comprar uma ganza daquelas…

    [Responder]

  37. 37 37  Sérgio

    Antonio Cunha, o que é que esse documento tem a ver com a maconha/marijuana?

    Mas se me vai responder com um “começa-se por aí” evite o trabalho de escrever. É que demonstra logo a qualidade do seu intelecto e eu, como estou ocupado, não tenho tempo para mais do que este post.

    É que tirar palas é muito dificil, sabe?

    [Responder]

  38. 38 38  Beijokense

    Os números não são o forte destes jornalistas que passam muito tempo ligados à net

    [Responder]

  39. 39 39  joints

    boa tarde Daniel

    foi com muito agrado que vi na televisão a sua participação na MGM.

    Em relação ao tema do post, realmente o jornalismo ultimamente anda um pouco pelas ruas da amargura e a principal preocupação não é informar o leitor, mas criar interesse nas noticias de modo sensacionalista, recorrendo a esteriotipos..

    Onde a ideia que esta noticia devia passar seria, pois foi o que aconteceu “1500 prostestaram em Lisboa, a favor da legalização da marijuana, invocando que a legalização acabaria com os carteis do tráfico e a um novo impulso na economia, bem como a redução de danos e riscos para os consumidores” lê-se “300 ganzados anarcas e com rastas marcharam de charro na mão, a dançar ao som de Bob Marley a favor da legalização da droga e fizeram barulho a noite toda”…. caberá ao leitor entender e filtrar as intenções do jornalista. E decidir se que continuar a comprar o jornal ou não…

    Em relação à legalização em si… Fico chocado por ver que toda a gente emite opinião sobre o assunto mas há muito pouca gente realmente informada sobre o tema.

    Não há prova que o consumo de cannabis cause adicção ou efeitos nocivos a longo prazo no cérebro. Não causa overdose e o efeito mais nocivo associado a ela é a possibilidade de causar cancro do pulmão, tal como o tabaco e a poluição atmosférica.

    quem se pretenda informar melhor sobre este assunto, tem muito material para estudar em http://www.hortadacouve.com

    é necessário insistir neste assunto, abrir a mente e pensar por nós próprios, ver prós e contras, o proprio estado da California ( que já permite os dispensários de marijuana legais ) está a discutir o assunto da sua legalização total a exemplo do modelo holandês.

    continue com o bom trabalho Daniel

    [Responder]

  40. 40 40  Antonio Cunha

    44 Sérgio

    Se não leu o documento mais valia estar calado. Fazia melhor figura.

    [Responder]

  41. 41 41  B Aranda

    O joints fica chocado por haver pouca gente informada sobre o tema. Eu não.

    Mas confesso que fiquei de boca aberta com o comentário da maria sobre o filme da marcha ter música.

    É todo um novo mundo que se vai abrir agora para a maria, ao perceber que é possivel montar imagens com som por cima. Todos os filmes vão passar agora a fazer mais sentido. É tipo uma abertura das “portas da percepção”.

    O vídeo está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=sQtozSTORbM

    [Responder]

  42. 42 42  Saboteur

    Este post e depois alguns comentários seguintes, como o da maria, só vêm demonstrar o quão injusto é que a profissão de jornalista seja das mais conceituadas na sociedade.

    Como é que é possivel? Só mesmo porque isto é gente que controla muito bem a comunicação social… ehehehe!

    [Responder]

  43. 43 43  DC

    37 António Cunha

    Esse documento não contém referências a estudos e contém imprecisões flagrantes como: “experiências conhecidas de liberalização da droga (…) até terão provocado o aumento do consumo e do tráfico (…) e dos lucros ilícitos”

    Até me podia redireccionar para UN Office on Drugs and Crime, ou para o IDT em Portugal, que são supostamente autoridades nacionais e internacionais. Mas eles perderam o rigor, a sintonia com a realidade e a capacidade de análise crítica aos anos e anos que as políticas proibicionistas já levam.

    Eles já não se encontram em posição de ensinar, nem eu tenho nada a aprender com as suas comunicações.

    [Responder]

  44. 44 44  fidel

    não camarada Daniel Oliveira (# 39) mas posso lhe indicar umas quantas pessoas que trabalham na praia de carcavelos e que ao contrário do camarada daniel estavam presentes quando o dito cujo arrastão não aconteceu.

    [Responder]

  45. 45 45  Antonio Cunha

    51 DC

    Epá hoje tou sem paciencia. Porra…..

    Então voce não vê quem é que escreveu isto homem ?

    Estes senhores não precisam de referências pá. Eles são a referencia.

    http://www.cnecv.gov.pt/cnecv/pt/CNECV/Membros

    CONSELHO NACIONAL DE ÉTICA PARA AS CIÊNCIAS DA VIDA

    cnecv@sg.pcm.gov.pt http://www.cnecv.gov.pt http://www.portugal.gov.pt

    RELATÓRIO-PARECER 17/CNECV/96

    SOBRE LIBERALIZAÇÃO DA “DROGA” E DESPENALIZAÇÃO DO SEU CONSUMO

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  46. 46 46  Babalu

    Sempre que leio um artigo num jornal (tipicamente o público) sobre um tema que percebo alguma coisa, fico boquiaberto com o chorillho de asneiras básicas.

    Não confio em nada que leio em jornais, sobretudo por causa disso.

    Ainda por cima, agora com blogs e com a possibilidade de ter relatos das pessoas que estão lá… Passámos de uma situação em que nada era de confiança para outra, que se escolhermos bem as fontes, até podemos estar bem informados.

    Disto isto (e numa nota positiva), por causa das barbaridades que leio em jornais, aprendi um truquezito para saber se as pessoas com quem falo são de confiança ou não (enquanto fontes de informação): Tenho convencê-las a falar sobre temas eu sei bastante e a outra pessoa não sabe nada. A resposta sensata seria: “sei factualmente pouco sobre isso, não me pronuncio, muito menos opino”. Mas muitas vezes as pessoas falam mesmo sobre aquilo que não sabem e dão opiniões. Ora, para uma conversa de café isso não é grave. Quando a profissão (ie, jornalista) dependende disso…

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  47. 47 47  mancha negra

    Daniel Oliveira Ltd, o António Barreto ontem acertou na coisa, quando se referiu ao marasmo de Portugal.

    O Loby da classe. E o Daniel tem o título de estandarte desse loby. Discute temas refractários como a “esquerda” (a sua) gosta, homossexualidade, focas, pintos negros, liberalização das drogas, produtos vegan, regalias sociais.
    E como bem explicou esse grande senhor, são tudo assuntos que não abordam a classe em si. Nem propriedade nem o tema da responsabilização da Assembleia (uninominalismo).
    Mantenha lá o seu circo, porque escreve para os burguesinhos da classe, mas se isto dá para o torto, saiba que está na lista Daniel.

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  48. 48 48  Caralhaz da Ribeira

    DANIEL OLIVEIRA:
    Embora já tenha dado para este peditório, quero lembrar-lhe que, sobretudo o senhor que é jornalista, tem o dever de ser coerente: “…fumou demasiada ganza e perdeu a noção da realidade…” isto, não corresponde ao que sempre diz há uns dias a esta parte. Para “pantomina” já nos chega o caso Freeport. Do you?

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  49. 49 49  Ricardo

    Um verdadeiro trabalho de CÚmonicação Social.
    Ou por outras palavras uma merda de trabalho.

    O que demonstra a seriedade e profissionalismo do jornalista e por acréscima da própria LUSA.

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  50. 50 50  joaquim azevedo

    Queria partilhar convosco este pedaço de jornalismo exemplar. O artigo é do Correio da Manhã on line, não está assinado e versa sobre o anúncio da candidatura autárquica do BE em Gaia cujo candidato é João Semedo. Vem ilustrado com uma foto.
    E agora perguntam vocês: Quem está na foto, o Semedo (candidato), o Louçã (que estava presente), o símbolo do BE?
    Não, respondo eu, nada disso. A foto é do Menezes (???).

    http://www.correiodamanha.pt/Comentar.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=68F656AB-0957-4279-9190-EC2698A12339

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  51. 51 51  Ricardo

    Epá,

    “João Semedo acusa Menezes”…
    http://ww1.rtp.pt/noticias/images/articles/369886/joaosemedo.jpg

    Já agora e um pouco off the topic, mas porque estou para mandar um email para o CM, a revelar um situação verdadeiramente escandalosa, descrevo-a já aqui. Pelo menos este CM, tem a capacidade de chegar a mtas pessoas, e sendo escandaloso, sempre vai envergonhando alguns…

    Se algum dos Sr@s, tiver algum conhecimento ou influência que possam usar… agradeço em nome da interessada!

    A minha vizinha do 3º, e que tem 89 anos, doou a sua casa à fantástica Santa Casa da Misericórdia.
    O sentido da doação era de ter em troca, um lugar num dos lares desta instituição.

    A Sra. tem problemas cardiacos, tem um pace maker e por diversas vezes, têm os bombeiros ou o INEM que socorre-la quando dispara um alarme qualquer dessa máquina.

    Após a doação, lar nada!
    Vem cá uma sra. às 14h dar o almoço, mudar a roupa da casa e levá-la à casa de banho – suponho eu, ou mudar as fraldas – e dp só volta a aparecer no dia seguinte às 14h.

    Ora, a Sta. Casa da Misericórdia ficou com um património de alguns milhares de euros com o intuito de prestar assistência a uma sra. sem família e meios de tratar de si própria e apesar desta doença cardiaca, perfeitamente lúcida e com noção da miséria em que está a viver.

    Acontece que a sra. está acamada, passa 24h deitada na sua própria urina e dejectos, vê outro ser humano uma vez por dia e apenas durante uma hora.

    Pergunto-me quantos outros velhotes estão na mesma situação?
    Pergunto-me o que faz a SCM com estas doações?
    Pergunto-me se a doação terá sido feita à SCM ou algum “procurador”?
    Pergunto-me que tipo de responsabilidade social e moral, têm estas pessoas que aceitando a doação não devolvem em assistência mínima, um património de aproximadamente €100.000?

    São questões e acima de tudo um apelo à vossa capacidade de influência!

    Obrigado.
    Ricardo

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  52. 52 52  Fazendas

    O Jornalista era alergico ao THC por isso ficou em casa, aproveitou, ouviu algumas noticias e escreveu a sua peça cheia de informaçoes erradas…

    DO, não foi da ganza não, acho que é mesmo incompetencia jornalistica do rapazola… tambem da LUSA e como tem sido gerida, não se pode pedir muito…

    [Responder]

  53. 53 53  joaquim azevedo

    Ricardo #59
    “Se algum dos Sr@s, tiver algum conhecimento ou influência que possam usar… agradeço em nome da interessada!”

    Ricardo, percebo a sua indignação e revolta. No entanto, estas coisas não devem continuar a ser resolvidas à boa maneira, muito portuguesa, do “conhecimento ou influência”. Ou seja, da pequena cunha que parece inocente mas à qual as pessoas se habituam. É por isso que quando a cunha é grande já ninguém se escandaliza e a pouca vergonha se instala facilmente.
    De qualquer forma, acho muito bem que você denuncie o caso. Seja no CM, no JN, no 24 horas, na TVI, na SIC, na RTP, etc. Aconselho-o a reunir toda a informação que estiver ao seu alcance sobre a matéria. Isso facilitará o seu objectivo. Advirto-o, no entanto, para o facto de não ser muito fácil “queimar” a Santa Casa. Aquilo é gente com influência. Se é que me percebe…

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  54. 54 54  Dr. Mento

    O mais preocupante é que a Lusa é o fornecedor oficial de notícias a uma grande fatia da comunicação social portuguesa. Uma gralha num texto da Lusa pode sempre multiplicar-se por todos os órgãos de comunicação social que acreditarem e utilizarem os textos da agência que fica ao lado do Fonte Nova.

    [Responder]

  55. 55 55  Ricardo

    Caro Joaquim Azevedo,

    Não posso concordar mais consigo.

    Não esperava que entendesse o meu pedido como cunha, ou influência no sentido de benefício próprio ou indevido, por conhecimento da pessoa certa no lugar certo.

    Da mesma forma, não era pretendido o ataque à SCM no geral, mas a uma prática que considero vergonhosa neste caso em concreto e que a ser feita desta vez, posso imaginar que possa ser repetida noutras alturas.

    Continuarei a tentar denunciar concerteza e de todas as maneiras que consiga.

    Cumprimentos,
    Ricardo

    [Responder]

  56. 56 56  Beijokense

    #62 Dr. Mento
    Nem mais. A fé absoluta nos dados fornecidos por terceiros (exemplo aqui) e também a produção de títulos bombásticos que não correspondem ao conteúdo (exemplo aqui)

    [Responder]

  57. 57 57  EL.CaBonG

    Jornalista parvo_irresponsável e tontinho, este nem neurónios tem para fumar drogas leves e o mesmo se aplica ao chefe de redaçao e editor do jornal para onde escreve…resumindo, uma grande irresponsabilidade!q mais há a comentar ò Sr Daniel?

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  58. 58 58  Quintanilha

    O Daniel foi lá?
    E fumou alguma coisa?

    [Responder]

  1. 1 «pode perfeitamente trabalhar»? Olhe que não parece… « BLASFÉMIAS

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