Ao que parece, os muçulmanos de uma cidade inglesa conseguiram bloquear a campanha do autacarro ateísta, pressionando a empresa de autacarros para não a aceitar. E esta, lamentavelmente, cedeu.
Adenda
As reacções, na caixa de comentários, não se fizeram esperar. Foi como a sineta de Pavlov. Muitos comentários foram por um caminho natural: em defesa da laicidade do Estado e da liberdade de expressão, até porque não dei dados nenhuns. Dois defenderam a posição dos muçulmanos contra os atrevidos ateus, considerando-a legitima. Mas a maioria escreveu, como não podia deixar de ser, sobre o atraso muçulmano e o medo do Ocidente perante as suas pressões. E as cedências que a Europa nunca faria com católicos. Sem ter nenhuns dados, não faltaram conclusões de largo alcance civilizacional. Houve quem fosse mais honesto, e dissesse que a cedência é inaceitável porque os muçulmanos “não estão no país deles”. Mas a ideia geral andou à volta dos perigos do islamismo contra a tolerante e cristã Europa.
Aqui ficam alguns excertos:
“Pois, esta gente tem muito que pedalar para chegar ao século XXI, como dizia um amigo meu, ainda não sairam da idade média, ainda não entendi o que o Ysuf Islam (Cat Stevans) viu no islão.”
“Veja o que aí vem, como beneplácito da esquerdalha.”
“Afinal o Cardinal Patriarca tinha alguma razão no que disse no casino.”
“Todos têm o direito de expressão seja de que forma for e qualquer tentativa de sabotagem deve ser reprimida por quem de direito. (…) Hoje é assim no Reino Unido, amanhã temos a sharia a reger. O situacionismo com o seu complexo (incutido) do homem branco está a destruir séculos de evolução, para o qual está-se a marimbar pois a cretinice tem visão curta com palas nos olhos.”
“É mais um exemplo entre tantos, das cedências que todos os dias por essa Europa fora se vai fazendo ao fanatismo religioso islâmico.”
“Esta inércia faz rir os opressores pois estes sabem que estão protegidos, não usam os mesmos métodos e nem têm condicionantes do ponto de vista moral. Têm uma agenda definida e tem conseguido marcar posição até ao dia que eventualmente ganharão e volta-se à idade média.”
E, por fim, um leitor pergunta-se: “E se fosse outra religião, nomeadamente a católica, a empresa teria cedido?” E outro responde: “É esta sociedade laica que tão valentemente massacra todas as posições da Igreja, que se deixa submeter ao islamistas, até mesmo no campo judicial.”
A coisa estava imparável e prometia melhorar, mas tenho de me denunciar. A notícia estava truncada. Não se assustem, tudo isto aconteceu. Não foi é numa cidade inglesa, mas numa cidade italiana. Génova, para ser mais exacto. E não foram os muçulmanos que pressionaram a empresa de autocarros, mas a própria Igreja Católica (via jugular). E, lamentavelmente, a empresa cedeu.
Ficam as minhas desculpas pela manipulação. Sobretudo aos comentadores que, conhecendo a história verdadeira – que não deu, claro, muito que falar -, a denunciaram, vendo os seus comentários pendentes, para não estragarem este meu divertimento. Os comentários já estão online. Mas eu precisava de fazer esta experiência: ver como a mesma notícia era tratada pelos comentadores se a pressão viesse dos muçulmanos. Infelizmente não é possível saber (mais fácil de imaginar) o que os comentadores teriam escrito se eu tivesse postado logo a notícia verdadeira. Porque para quem conhece quem aqui comenta, é interessante verificar que são os mesmos que reagem tão violentamente a qualquer critica que se faça à Igreja Católica que aparecem aqui mais indignados com a notícia.
Os argumentos são logo culturalmente direccionados. Recordo: as pessoas fizeram estes comentários sem saberem quase nada sobre o que teria acontecido. Até porque, se soubessem, não teriam sido enganadas.
Aqui ficam, agora, as minhas perguntas, em paralelo com os comentários que destaquei:
Têm os católicos de pedalar até ao século XXI?
Isto que temos tem o beneplácito de quem? Da “direitalha”?
Tendo o cardeal patriarca razão, a razão que ele tinha também se aplica aos católicos? Temos um problema cultural com os católicos, porque eles acham que a razão é apenas sua?
Deve quem de direito reprimir as pressões da igreja antes que a lei passe a ser a sua?
Temos aqui mais um exemplo das cedências da Europa ao fanatismo religioso católico?
A Igreja Católica tem uma agenda definida e tem conseguido marcar posição até ao dia que eventualmente ganhará e volta-se à idade média?
Quanto à pergunta final (“se fosse outra religião, nomeadamente a católica, a empresa teria cedido?”), a resposta fica dada pela própria notícia. E parece que ao contrário do que diz o outro leitor, esta sociedade também se deixa submeter aos católicos mais intolerantes.
O que fica aqui evidente: o mesmo acto cometido por muçulmanos e católicos tem uma leitura completamente diferente por parte de muita gente. Se a pressão vier de muçulmanos, passa a ser, não um problema de defesa da laicidade do Estado ou da liberdade expressão, mas uma grave questão cultural e civilizacional. Na verdade, a laicidade é aqui meramente instrumental. Ela só pode ser evocada perante os perigos “externos” das religiões minoritárias.
Agora, seguem-se, nos comentários, a procura pelo rigor da notícias e por todas as atenuantes.
196 comentários 21 Jan 09 em Sem categoria196 respostas ao post “Lamentável (actualizado: sorria, foi apanhado)”
- 1 Pingback on 22 Jan 2009 às 9:54
- 2 Pingback on 24 Jan 2009 às 23:08




Daniel, ……………
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depois de reiniciar o computador vi que este post não era ilusão!!
:D:D:D
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A liberdade de expressão tem dessas coisas. Felizmente um gajo só mete nos seus autocarros aquilo que quer. Pois.
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Pergunto-me? E se fosse outra religiao, nomeadamente a Catolica, a empresa teria cedido?
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Em Itália tb. aconteceu o mm por pressão de católicos: http://jugular.blogs.sapo.pt/642390.html
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Ah esta coisa de uns quererem obrigar todos os outros a aceitar pontos de vista é mesmo uma tristeza, não é?
E nesta coisa de democracias quem manda é quem pode, mas resta a tal pergunta:–Porque é q
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Eu digo que uma reacção deste género era de esperar.
E muito sinceramente, (até porque sou agnóstico) ainda bem. De um ponto de vista de Marketer, isto só serve para alimentar um certo buzz à volta da campanha. Aliás, estamos, precisamente, aqui a falar sobre ela…
É este o resultado da intolerância. Continuem a apertar, quanto mais o fizerem, mais nós escorregaremos por entre os vossos dedos…
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Wow–o resto do texto fugiu-me.
Mistérios da internet talvez;-mas como ia dizendo.
Porque carga dágua aceitaram os britanicos que os muçulmanos acabassem com a campanha?
Ou a inglaterra virou muçulmana e eu não dei por nada, ou então há qualquer coisa muito errada.
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É óbvio que não, até porque já aconteceram coisas antes semelhantes, em que grupos cristãos são durante anos completamente castrados de agir no plano civil em relação a certas questões, com a desculpa do estado “secular”, para num par de semanas ou dias os muçulmanos se queixarem do mesmo e terem as suas “sensibilidades” acomodadas.
É esta sociedade laica que tão valentemente massacra todas as posições da Igreja, que se deixa submeter ao islamistas, até mesmo no campo judicial.
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Afinal o Cardinal Patriarca tinha alguma razão no que disse no casino. Infelizmente, a eloquência não é o seu forte, e acabou por sair um chorrilho de disparates sem sentido.
O pior foi que ninguém (ou quase) se deu ao trabalho de esmiuçar o conteúdo do seu discurso, preferindo contestar à partida baseados na forma descabida como esse discurso foi proferido.
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Qual foi a forma da pressão?
Ameaçaram com a jihad?
Ou decretaram uma fatwa?
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Também aconteceu em Génova, pressões vaticânicas: http://www.iht.com/articles/2009/01/19/europe/italy.4-411512.php
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Eu lembro-me aqui à uns tempos que uma peça de teatro na Alemanha foi cancelada porque na mesma todos deuses e religioes eram corridos à vassourada.
E sabem, o que aconteceu ? A peça foi cancelada porque a comunidade islamica protestou.
Esse cardeal é um malandro
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Não entendi o post do Daniel.
Aliás, entendi.
Faz-me lembrar um tal de “Cohen bendit” ou “Schröder”.
O cinismo é feio Daniel. Lembre-se disso.
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Não seja racista Daniel, mas veja o que aí vem, como beneplácito da esquerdalha.
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Pois, esta gente tem muito que pedalar para chegar ao século XXI, como dizia um amigo meu, ainda não sairam da idade média, ainda não entendi o que o Ysuf Islam (Cat Stevans) viu no islão.
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realmente lamentável esta cedência!
mas certamente motiva (mais) o mundo ocidental a dizer “estes muçulmanos são mesmos intolerantes”.
ceder a isto é que não me passava pela cabeça!
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Os Muçulmanos dessa cidade fizeram muito bem, defenderam as suas ideias. A companhia dos autocarros também fez bem, pois não quer os carros riscados e só lhe interessa os dizeres pintados para ganhar o dinheiro da publicidade (Carris lá do sítio não tem convicções religiosas). Os ateus, se querem brincar, que brinquem com os dedos dos pés.
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O ateísmo não é militante. Por isso é que é imposto sobre o estado(lá não, mas pronto).
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Ao que parece os católicos em Itália fizeram o mesmo: Ateobuses censurados em Itália
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OK, “ao que parece”. Mas onde e’ que isso esta’?
A ultima noticia sobre o assunto tem a ver com um motorista que se recusou a conduzir o “autocarro ateista” porque – sei la’ – nao acredita na “mensagem”.
Seja como for, da’ para actualizar o post com um link para a tal noticia?
Nota ‘a margem: o meu lado estalinista levar-me-ia a afirmar que os livros e as palestras do Richard Dawkins deviam ser de consumo obrigatorio. Resistindo a isso, so’ posso RECOMENDAR VIVAMENTE que pelo menos passem os olhos pelo site do senhor (http://richarddawkins.net/) e, fundamentalmente, que nao deixem de ler The Selfish Gene e The God Delusion.
Vai demorar imenso, mas a gente chega la’.
E posto isto, la’ vou eu contribuir com mais um punhado de dolares para a campanha do autocarro.
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Se não cedessem tinham o autocarro queimado no dia seguinte. Got it?
Veja-se o que se passa em Paris, on a daily basis…
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Dizer que os muçulmanos têm razão nesta dos autocarros é ir longe demais, a verdade é que não estão no seu país de origem e isto de paises é como as casinhas, a gente na casa dos outros tem que respeitar as normas dos outros.
A verdade é que anda toda a gente a trote desses senhores e anda tudo a trote porque tem medo.
Isso diz tudo acerca de todos.
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Resta saber que tipo de pressão foi feita. É que me parece perfeitamente legítimo que a comunidade muçulmana exerça pressão sobre campanhas publicitárias que vão contra os seus interesses, sob a forma de contra-campanha ou ameaçando deixar de usar os serviços da empresa.
E também me parece legítimo que a empresa volte atrás com receio de ser prejudicada, faz parte da diplomacia.
Agora sem mais informações, fica a dúvida sobre como estão os muçulmanos a exercer pressão.
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Se isto acontecesse com os católicos, já estariam as Helenas Matos da vida a bradar contra a «ditadura do politicamente correcto», e o Ratzinger a perorar sobre o «laicismo agressivo que quer afastar a religião do espaço público». Como é com o ateísmo, suponho que não dirão nada.
P.S. Em Génova e na Austrália a campanha também foi impedida.
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É mais um exemplo entre tantos, das cedências que todos os dias por essa Europa fora se vai fazendo ao fanatismo religioso islâmico. Há algumas semanas atrás uma galeria de arte em Milão retirou vários quadros que estavam em exibição depois de terem sido ameaçados pelos “tolerantes” islâmicos da comunidade local. Conheço vários casos sobre os quais vou juntando documentação mas penso que não vale a pena vos estar a chatear com exemplos atrás de exemplos, o que há a reter é simplesmente isto: A verdadeira Europa é terra de liberdade, por ex. os Celtas tomavam as suas decisões comunitariamente, eram tolerantes nas suas convicções religiosas, não gostavam de um forte poder centralizado, nem gostavam do fausto real, é nestes exemplos deste nosso maravilhoso continente que nos devemos inspirar. Vivemos um momento absolutamente angustiante da nossa história, temos os invasores dentro das nossas casas porque nós os convidámos para entrar e agora falta-nos a força das nossas convicções e da nossa razão para os expulsar, o homem europeu perdeu a vontade de lutar e de defender a sua própria civilização e o seu modo de vida, é por isso que sei que iremos perder, sobre isso sou completamente pessimista, sinceramente acho que a Europa está condenada e que só nos resta morrer de pé, nada mais! Quem acredita num Islão moderado analise estas palavras “Os minaretes são as nossas baionetas, as cúpulas as nossas couraças, as mesquitas os nossos quartéis e os crentes os nossos soldados” quem disse isto? Bin Laden? não, quem proferiu estas palavras foi Recep Erdogan, oPrimeiro-Ministro da Turquia um estado que supostamente é o campeão do laicismo no mundo islâmico. Nós europeus temos que reflectir e chegar a esta conclusão muito simples, a nossa liberdade é o bem mais precioso que temos, não sou ateu mas considero que estes tem todo o direito a empreenderem as campanhas que bem entenderem, é esta visão que nos faz a nós europeus únicos no mundo, por isso sejam de esquerda ou de direita, por favor, combatam esta ameaça brutal e terrível que se abate cada vez mais sobre nós, peço-vos!!!
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ah, ah, “o ateísmo não é militante” diz o Tonibler
mas ainda ontem reparei no discurso do Obama quando frizou que “esta nação é de todos, cristãos, muçulmanos, judeus e “unbelievers” – isto é, daqueles que não acreditam. Pelo tom de excrecência que imprimiu ao final da frase, não acreditar é manifestamente um defeito.
Ou dito de outro modo, para os gestores do Estado que precisam das religiões (e do futebol) para alienar as populações com ameaças de guerras medievais reinventadas, os ateistas são uma seita perniciosa
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Cara Maria
“Ou a inglaterra virou muçulmana e eu não dei por nada, ou então há qualquer coisa muito errada.”
“Dizer que os muçulmanos têm razão nesta dos autocarros é ir longe demais, a verdade é que não estão no seu país de origem e isto de paises é como as casinhas, a gente na casa dos outros tem que respeitar as normas dos outros.”
Em primeiro lugar gostaria de dizer que Inglaterra é um país, ao contrário de Portugal, aonde se respeitam as diferentes religiões e aonde não se pode dizer/impor uma religião inglesa, logo confirmo-lhe que inglaterra virou muçulmana e até pasme-se católica.
Em segundo, aposto que a Maria é daquelas pessoas que considera abominável quando uma mulher não mulçumana vai a alguns países muçulmanos e tem de se cobrir. No entanto, aqui considera tal super legítimo.
“a verdade é que não estão no seu país de origem e isto de paises é como as casinhas, a gente na casa dos outros tem que respeitar as normas dos outros.”
Obrigado Daniel por ter colocado este post. Diz muito acerca da sua personalidade. Sem hipocrisia alguma…
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Ó Daniel Oliveiravitch o seu cinismo não pega. É o que dá o politicamente correcto, neste caso as bestas ganharam e com uma dose de paternalismo de quem estava a cometer a acção. Isto dá-me vómitos!
A campanha é legitima e para certos grupos que não contribuem para o bem comum ( até pelo contrário) existe um acto de “contrição” e paternalismo ao contrário da atitude para com a maioria que é de um afrontamento agressivo que tem como objectivo a ofensa.
Todos têm o direito de expressão seja de que forma for e qualquer tentativa de sabotagem deve ser reprimida por quem de direito.
Já começa a ser tempo de reformular a atitude institucional dos estados para quem tenta activamente mudar o paradigma social, económico e judicial das sociedades que se desenvolveram no respeito pelo ser humano.
Hoje é assim no Reino Unido, amanhã temos a sharia a reger. O situacionismo com o seu complexo (incutido) do homem branco está a destruir séculos de evolução, para o qual está-se a marimbar pois a cretinice tem visão curta com palas nos olhos.
[Responder]
Os fundamentalistas dos credos e dos não-credos merecem-se uns aos outros.
[Responder]
“Os muçulmanos de uma cidade inglesa”? Mas todos? Ou só alguns?
O lapso de confundir o crente genérico com algum tipo de acçao política levada a cabo por um colectivo religioso com uma finalidade específica só serve o propósito discriminatório.
Suponho que nao tenha passado dum lapso mas o tema – hipersensível – merecia um pouco mais de rigor.
Cumprimentos,
TFR
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O que há a lamentar é que no Reino Unido que sempre se pautou pela liberdade tenha organizações onde a tentam restringir e ninguém faz nada. Esta inercia faz rir os opressores pois estes sabem que estão protegidos, não usam os mesmos métodos e nem têm condicionantes do ponto de vista moral. Têm uma agenda definida e tem conseguido marcar posição até ao dia que eventualmente ganharão e volta-se à idade média.
A empresa de transportes deve ter tido a escolha mais correcta pois estão ali para facturar e não para engenharia social que note-se os resultados no que deram.
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Tiago Almeida, eu penso que a Maria tal como eu deve deixar a escolha de usar ou não o véu (ou pior) a quem o pratica ou seja à mulher e não ao Estado ou à submissão.
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20 Tiago Almeida
21 Jan 2009 às 16:53
Caro Tiago,
ora muito bem, graças a si fiquei a saber que a inglaterra virou muçulmana ainda bem,é sempre bom acrescentar algo á nossa cultura geral.
Depois fiquei tambem a saber que portugal é pais onde não se respeitam os cerca de 40.000 muçulmanos que por cá residem trabalham e oram. Portanto quem somos nós ao pé dos ingleses , porque estes muçulmanos que por cá vivem são mesmo muito perseguidos coitados e na inglaterra é que é bom.
Talvez.
Agora em relação ao que eu penso ou não penso sobre mulheres e respectivos véus , ou se eu conheço ou não as normas e os hábitos dos paises em questão, é isso mesmo o sr. meu caro, não sabe nada disso e não sabe porque não me conhece; mas gostei do modo como se apressou a defender uns e atacar outros.
Agora quanto a palavra abominável, é um pouco forte demais para misturar com véus sejam eles quais forem.
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–Teve graça; fez-me rir.
E nem retiro uma única palavra ao que escrevi sobre este tópico porque como já disse atrás;
é sempre bonito respeitar a casinha dos outros sejam eles católicos hundus muçulmanos ou ingleseses.
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Daniel, um momento semi-Orweliano, mas que bem!
[Responder]
P.S. Em Génova e na Austrália a campanha também foi impedida.
Posso acrescentar que em Meca e em Teerao a campanha nao foi impedida, o que, como muito bem diz o Daniel, os Catolicos sao piores que os Muculmanos.
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que experiência elucidativa!
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A “partida” do Daniel foi bem metida e de facto é bem capaz de ter apanhado alguns mas não a mim. Condeno igualmente a atitude da hierarquia católica porque ela é atentatória da liberdade de expressão de um determinado grupo, neste caso os ateus, se os cristãos querem responder que o façam, mas que essa resposta seja feita com base no debate de ideias não na proibição da propaganda ateia, para mim isso é absolutamente revoltante e inaceitável!
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Cara Maria,
“Ou a inglaterra virou muçulmana e eu não dei por nada, ou então há qualquer coisa muito errada.”
É precisamente nesse ponto que está equivocada. Inglaterra não “virou” nem precisa de virar pois é uma terra de e para todos ao contrário de Portugal. É normal ver aqui uma muçulmana de véu a trabalhar num emprego como uma loja. Em portugal tal actividade chocaria os olhos a muitos. Não é por viverem 40 mil mulçumanos em Portugal que estes serão respeitados.
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Tendo agora mais informação sobre o caso, parece-me que se confirma que não há nenhum tipo de ilegitimidade nesta pressão, tanto quanto percebi não há nenhuma interferência coerciva para impedir a campanha.
Pode-se retirar daqui que em Génova, a igreja católica tem preocupações mesquinhas e exacerbadas sobre o espaço público, e ainda por cima, tem influência social para transmitir isso para a sociedade. Mas não me parece parece ilegítimo, já que (tanto quanto a notícia permite saber) só é usada a palavra neste combate.
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Sabe qual foi a razão da tragédia de Édipo?… Foi ter morto o pai e ter desvendado o segredo da esfinge. A partir daí, decorreu apenas a marcha inexorável para o fim.
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FV, acho ilegitimo que se tente, mesmo pela palavra, impedir que os ateus, como qualquer religioso, transmitam a sua mensagem. Mas sim, a sua posição foi cautelosa logo à primeira.
[Responder]
40 Tiago Almeida
21 Jan 2009 às 17:56
“logo confirmo-lhe que inglaterra virou muçulmana e até pasme-se católica.”
Caro
São palavras suas, não minhas.
Quanto aos 40.000 muçulmanos que por cá vivem, se não se considerassem respeitados, não estariam cá a viver.
Agora basta;vou continuar a divertir-me com esta ideia do Daniel Oliveira que foi a melhor do dia.
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Boa! Caí que nem um patinho! É desonesta a sua atitude pois sendo eu uma pessoa muito ocupada não tenho tempo para saber as cusquices em tempo real e comentei um post seu que tomei como verdadeiro (será que os autocarros passaram em bairros muçulmanos, é que se não passarem não pode fazer a prova) . Não retiro nada ao que escrevi pois é o que de facto se passa lá.
Houve sim um alerta pavloviano(ignorado) de que se fosse verdade não seria notícia aqui, a brincadeira teve graça e eu já ia propor aos israelitas que resolvessem o problema pois têm tido sucesso nessa área.
Misturar a realidade britânica com a italiana é demagógico, misturar o que não se passou em Inglaterra com o que se passou (e mal) em Itália (será em Itália, ou no Butão?) é um alienado wishful thinking in extremis que roça a imbecilidade.
Coisa imparável tem sido esta justificação moral do terrorismo que visto neste blog.
A Igreja Católica esteve mal mas é comparável com Wahhabismo et al? Só quem for mentecapto poderá afirmar que sim.
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Daniel Oliveira,
A palavra, quando não incita à violência, ou não é uma ameaça à violação de direitos, deve ser sempre legítima, independentemente da influência social de quem as profere. É a liberdade de expressão.
De notar que a liberdade de expressão não dá o direito a qualquer um de dispor dos autocarros de Génova para transmitir a sua mensagem, é preciso que quem dá a cara pela empresa se responsabilize pela campanha e a aceite, o que pelos vistos não aconteceu.
O caminho desta associação deve ser o de procurar colaboradores mais “arejados” (revistas, jornais, etc).
[Responder]
Para além de que a escolha de Génova não terá sido inocente, provavelmente seria de prever uma oposição forte a esta campanha, que serve perfeitamente o propósito de transmitir a ideia de que as religiões são fechadas e intolerantes.
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Se isto é assim com os autocarros, que dizer desta noticia:
http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/religion/3464073/Educated-Catholics-have-sown-dissent-and-confusion-in-the-Church-claims-bishop.html
É o mundo ao contrário…
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A mim não me enganou. Aliàs fui o primeiro a sorrir como podem ver no post #1
Mas voltando à vaca fria, em que pais maioritariamente muçulmano teremos este anuncio ? Será que haverá protestos ?
Será como as caricaturas ? Ou como o Salmon Rushdie ?
Que palhaçada, voce não prova nada com isto. Apenas prova que voce é um brincalhão.
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Pergunto-lhe agora a si Daniel, faria uma brincadeira idêntica se um caso destes se acontecesse num país muçulmano?
E se o fizesse acha que obteria o mesmo tipo de comentários?
Eu sou ateu, nunca professei qualquer religião.
Defendi há uns tempos, penso que foi neste blogue, que as religiões não são más por natureza, mas muitas vezes utilizadas como pretexto para guerras e opressão, quando assim é os pretextos também devem ser atacados.
Infelizmente a religião muçulmana, tem sido nos nossos dias e numa boa parte do mundo, um pretexto para precisamente oprimir e matar.
Não me é agradável tomar conhecimento do que se passa nesses países, contudo se achasse que haveria possibilidades de que algumas regras lá aplicadas passarem a vigurar em Portugal, muito mais me preocupava.
Da mesma forma que se o caso que o Daniel aqui trouxe, passado como diz em Itália, com católicos, me indignaria mais se acontecesse em Portugal também com católicos.
O exemplo que vou dar já é um lugar comum, ainda assim não é menos verdadeiro.
Lembra-se do cartoon do António do anterior papa com um preservativo enfiado no nariz, ele foi severamente atacado por parte dos católicos, sobretudo dos Polacos, contudo pelo que julgo saber nunca atentaram contra a sua vida. se o cartoon fosse sobre, por exemplo o ayatola Komeni, muito provavelmente o António teria que passar o resto da sua vida escondido, e o pretexto para atentarem contra ele seria, a religião.
[Responder]
Os ateus genoveses têm sorte. Vivessem em Teerão e se ousasse propor semelhante coisa acabavam «engravatados» num guindaste ou coisa do género. Entre nós, expressam a sua posição em pé de igualdade com a Igreja e deixa-se pressionar quem quer. Tudo «detalhes» que o DO não gosta de compreender.
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Os cães infiéis e pavlovianos de serviço à islamofobia primária começam logo a ladrar antes de pensarem…são reflexos condicionados adquiridos pela generalidade da neoconeiragem nos sinistros anos Bush…
A Igreja e os Islão colaboram no ataque ao fundamentalismo secularista e ao relativismo moral e nillista do ocidente decadente. Sociedade pujante e sã é uma sociedade religiosa, submetida ao Todo-Poderoso.
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Como esperava, da indignação por o que foi feito pelos muçulmanos (ninguém aqui falou de violência) passámos, não para a indignação por o que foi feito pelos católicos, mas para a indignação para o que poderiam ter feito os muçulmanos.
Está tudo na ordem e sem surpresas.
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Euroliberal (Zézé). acalme a linguagem por favor.
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Não resisto a meter a colherada nesta história. Num post que publiquei no meu blog http://trix-nitrix.blogspot.com/2009/01/cautela-com-os-amores-nem-al-sabe-onde.html
fiz referência a um texto que escrevi a quando do problema das caricaturas sobre Maomé. Aí defendia que aquelas caricaturas não se deviam proibir, como queria a Igreja Católica e alguma esquerda, porque isso permitia que a Igreja promovesse campanhas contra liberdade da crítica. Citava uma série de exemplos em que no nosso país, depois do 25 de Abri,l a Igreja tinha recorrido à violência e às pressões para condicionar a liberdade. Para aqueles que acham que estes assuntos só se passam em Génova, lembremos a pressão exercida pelos católicos portugueses para que fosse retirada do centro Comercial das Amoreiras um simples cartaz publicitário, com a Virgem, e em que a empresa de Publicidade o Centro Comercial cederam imediatamente. É bom avivar a memória a certas pessoas.
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Caro Daniel,
Parabéns pelo post. Foi uma ideia interessantíssima, que mostrou de uma forma bem clara o carácter dos comentadores. Alguns, orgulhosamente, mantêm o que haviam escrito, acrescentando algum esclarecimento conveniente. Muito bom.
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Pois continuo a achar que foi perfeitamente legitima a minha questao. Nao discuti se a celebre frase devia ou nao ser retirada do autocarro, se bem que impor a laicidade nao deixa de ser um fanatismo religioso. O que esta em causa e o facto das pressoes por parte de fanaticos islamisco serem mais recorrentes e normalmente aceites, num continente que quer queiramos quer nao e marcado pela cultura judaico-crista e cuja populaçao e maioritaria. E foi por isto que coloquei a questao que esta efectivamente respondida. Se bem que se isto se passasse numa cidade como Barcelona por exemplo, o mais provavel seria ter razao.
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De Génio… Boa Daniel
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Como não ateu, a campanha é para o lado que durmo melhor.
Deus de certeza que também.
Posto isto.
É intolerável este tipo de pressão e censura.
O que também sei: na Europa a Igreja pressiona.
Num país islâmico estava TUDO morto. Até eu ao defender enquanto crente a Liberdade de opinião e de expressão. Que faça alguns pensarem. No intolerável e nas cedências que se fazem.
[Responder]
A avaliar pela boa disposição o Daniel já se curou do sindroma de Pavolv por causa de Gaza. Bo…já só falta sobre os negros, salazar, racismo e gays.
A notícia poderia ser bem verdadeira…veja aqui inúmeros casos bem piores na Europa…e não metem cruzes nem igrejas
http://www.jihadwatch.org/
Curioso, quando há tempos houve desacatos de “jovens” em Oslo, o Daniel nem falou…fosse uma declaração de um padre e o Pavlov, perdão, o Daniel chorava baba e ranho e aqui El Louçã que era o fascismo de volta.
Quando às acusações, pense por exemplo nas ameaças que muçulmanos de destaque no Reino Unido http://www.guardian.co.uk/politics/2009/jan/12/foreignpolicy-israelandthepalestinians
ou pense na alteração do quotidiono de mlihares de pessoas e nos rios de dinheiro que se gastam para evitar que Madrid e Londres se repitam.
O Daniel mostra um caso, reprovável é certo, mas não queira comparar com exemplos dos links que lhe dei, a não ser que seja desonesto intlectualmente.
O caso reprovável, repito, não é nada comparado com inúmeros que o daniel e a esquerdalha tentam sempre relativizar, mesmo com atentados, van goghs, rusdhies, turquia, etc.
O seu truque e piada não apagam a civardia e desonestidade e o seu lado pavloviano de só se escandalizar com a igreja.
Quanto ao comentário 55: há pressões e pressões, uma metem atentados e cidades a ferro e fogo…imagine-se se o Saramago tivesse escrito o Corão segundo Maomé…e engula a patética comparação do Centro Comercial. Se ainda assim hesita, lembre-se de uma caricatura do papa com preservativo (no Expresso, salvo erro) e imagine o que seria algo do género com os muçulmanos, do tipo caricaturas com Maomé…que certamente teriam reacções muito soft, que os reaccionários são os católicos.
[Responder]
Não resumam isto a essa outra nova ditadura: a laicidade pode tornar-se extremamente perigosa e intolerante. Falemos de Estados e sociedades seculares. Acreditem, é preferível. Deus, ao contrário do que disseram, não morreu, está bem vivo e recomenda-se. As minorias do laicismo podem vir a levar com a intolerância que têm semeado e imposto. Já agora, ao defenderem tanto a Europa da Imigração, digo-o há muito, percebam por uma vez que vão pagar um preço elevado. Os multiculturais não esperem agradecimentos…
[Responder]
Que post doentio… Lamentável e não esperava este tipo de patetices do Daniel…
Usando este tipo de argumentação não se chega a conclusão nenhuma. É muito simplesmente aproveitar os excessos de alguns para depois vir dizer “estão a ver!?!”…
E já agora, a experiência é para repetir, ou foi só desta vez? É que confirmar posts é cansativo
[Responder]
Mas era evidente que era coisa de padralhada católica. Se fossem muçulmanos tinham queimado efígies, disparado tiros para o ar e ameaçado, ou concretizado, matar alguém.
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DO, por acaso disse alguma mentira quando deixei o comentário neste post, então vou contar mais uma estória verdadeira, (DO não duvide nunca, de uma ciência que desconhece à partida), o meu amigo já ouviu falar de um povo que dá pelo nome “YEZIDIS” ao norte do Iraque, uma rapariga de 18 anos apaixonou-se por um rapaz Árabe e fugiu com ele, a familia consegiu dete-la e foi apedrejada até à morte pela familia em plena praça pública, esta noticia correu mundo, diga-me se esta gente ainda está ou não está na idade média, concerteza que tem arabes civilizados mas esses vivem na europa ou então usam fato e gravata, sou solidário com povos, mas não sou solidario isoladamente, admiro muito o povo Saraui que se quer libertar de Marrocos.
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Esta não é para «os apanhados», Daniel Oliveira:
http://www.elpais.com/articulo/internacional/Detenido/padre/bloggers/iranies/elpepuint/20090121elpepuint_11/Tes
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Nuno, suponho que conhece a minha posição sobre o regime iraniano. Se não, é só procurar aqui no Arrastão. Suponho que a sua opinião sobre os povos não se define pelos regimes que os oprimem.
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Daniel,
100%, os meus parabéns. Espero que continues a fazer experiências deste género.
Mas olha que cegueira de sinal contrário também podia acontecer: Se fizesses uma posta a mostrar, sei lá, “racismo branco” e depois na verdade fosse um caso de “racismo negro”, ias ver o crasso bias de outro tipo de contribuintes.
A cegueira e o enviesamento descarado não são monopólio dos conservadores salazarengos. E, mais importante que combater os conservadores salarazengos, é precisamente combater a cegueira e o enviesamento descarado.
Um abraço e continuação de boas ideias como esta!
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«Sociedade pujante e sã é uma sociedade religiosa, submetida ao Todo-Poderoso.»
O Zézé (Euroliberal) é, assim sendo, pró-israelita! Venha de lá esse abraço!!!
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só mesmo um babalu para acreditar que o Daniel ia falar de racismo negro…se o blogue até tem o nome de arrastão, como que a negar que foi tudo inventado…
babalu, já te disse que para isso de pensar …tu não dás
Porque não falar de racismo branco e depois dizer que é racismo negro?
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Daniel, podia admitir que a experiência lhe saiu um pouco furada.
Ficava-se pelo “Muitos comentários foram por um caminho natural” e pronto.
Eu fazia outra experiência: um “Magical Mystery Tour” do mesmo autocarro por alguns paises Árabes.
Não dá, eu sei. A diferença está aí.
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José, correu-me mesmo muito bem. E bastaram duas horas.
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Não entendo o que surpreendeu o Sr Daniel!
Para nós, os portugueses, cristãos ou nem-tanto, mas rodeados por uma atmosfera católica, cujas mensagens já fazem parte do código genético e se manifestam à semelhança dos instintos animais, só desejamos encontrar comportamentos considerados aberrantes decorrentes das outras confissões religiosas. Hoje mais do que nunca e em relação aos muçulmanos mais do que outras religiões porque têm mais visibilidade, estão mais próximos e sobretudo porque SÃO MUITOS. Nada disto espanta. Alguém afirmou (penso que na década de 70?) que o Sec XXI seria, em matéria de religiosidade, uma segunda Idade Média, ninguém acreditou. As relações humanas com o “sobrenatural” são tão naturais como o desejo de perpetuar a vida, de não estar só na sua fé, assim como, os que se pronunciam contra, encontram argumentos válidos e por ventura mais razoáveis do que os primeiros. Nada disto espanta. Anunciar o ateísmo ou uma qualquer confissão religiosa como se de uma marca de pasta dos dentes se tratasse, num painel dum autocarro, também está bem para o Sr Daniel e amigos. Nada disto espanta.
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José Barreiros, leia o que escrevi no primeiro post sobre o assunto, que está linkado logo no inicio deste
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Bom, o meu comentário (nº 3) continua a ser verdade.
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Mas o que eu gosto mesmo nesta campanha é do “provavelmente”.
Como diz o povão “quem tem cu tem medo”
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Assim se responde num pais democratico e onde todos tem direito À sua opinião
“O Centro de Desenvolvimento Familiar, uma instituição Católica sem fins lucrativos de Bethesda, Maryland, planeia angariar 14,000 dólares para realizar uma campanha intitulada “Eu Também Acredito”, que consiste de 10 ônibus com cartazes laterais, 10 ônibus com cartazes traseiros, e 200 cartazes interiores.
Nos anúncios pró-Deus poder-se-á ler: “Porquê Acreditar? Porque Eu te criei e Eu te amo, em favor da bondade – DEUS”.
“O nosso objectivo é contrariar a AHA (American Humanistic Associacion) com o nosso próprio anúncio positivo e optimista que identifica Deus como o nosso verdadeiro criador que nos ama”, disse JoEllen Murphey, de McLean, na Virginia, uma mãe de quatro filhos, que foi uma das pessoas escandalizadas com a campanha ateísta empreendida pela Associação Humanista Americana.
“
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Um bispo Portugues com 2 dedos de testa
“Polémica semelhante pode ser vivida em Portugal. “Tendo em conta a mentalidade portuguesa, que é fechada, acho que o tom pode chocar alguns crentes”, admite D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e membro da Conferência Episcopal Portuguesa. O prelado aconselha, porém, outra atitude: “Temos de ter abertura, humor e amor para compreender estes fenómenos.”
Até porque, lembra D. Januário, “tal como as diferentes concepções religiosas sentem necessidade de intervir, também aqueles que não acreditam têm a mesma liberdade”.
Apesar de achar que alguma “dessa publicidade é espampanante e ostensiva”, o bispo considera que quem tiver convicções religiosas não se deve sentir incomodado. “Primeiro, porque mostra que vivemos numa sociedade livre e democrática. Segundo, porque até pode ser uma oportunidade para as pessoas, de forma cívica, trocarem impressões e abrirem linhas de diálogo entre si”, diz.”
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A idiotice não tem fronteiras. Vejo aqui imensos comentários tresloucados e compreendo a necessidade algo infantil do Daniel em fazer esta pequena brincadeira.
Pode ser infantil, mas bastante reveladora.
Ainda vejo aqui comentários desculpabilizantes, de modos ainda a dizer que enfim, vivemos numa sociedade “livre”, por isso os católicos podem muito bem dizer aquilo que quiserem sobre uma mensagem ateísta.
Ridículo. A liberdade não é a liberdade de querer censurar alguém. A liberdade define-se precisamente pela tolerância sobre a liberdade de expressão alheia, inclusivé, e sobretudo, aquela que não gostamos especialmente. Se esta liberdade de expressão é abusada para a censura, trata-se de uma contradição lógica e de uma acção inaceitável nesta sociedade em que vivemos.
Não nos esqueçamos que as Religiões têm imensa publicidade não só em Autocarros, mas em todo o lado. Por quantos posters não passei apenas hoje com publicidade à Igreja Maná, ou seria à dos 7 últimos dias, ou então às testemunhas de Jeová. Nem sei. Mas se passasse uma única publicidade, não ao ateísmo, mas a um relaxamento mental, que é o que o anúncio de facto é, para deixarmo-nos de nos preocuparmos tanto com aquilo que uma entidade que provavelmente nem existe possa ou não pensar, imagino a contestação que esta sociedade portuguesa, ainda arcaica nestes aspectos, podia gerar.
Nada a fazer, senão esperar que o agnosticismo crescente e uma moralidade humanista possam prevalecer nas gerações futuras, e quando esta geração já demasiado cheia de preconceitos e idiotices religiosas deixar de chatear tanto, talvez o futuro nos traga uma geração mais relaxada.
E daí talvez não. Não existem limites para a estupidez humana, já o Einstein o disse.
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Ha ha ha!!!Daniel, mas que espectaculo o que fizeste!Adorei mesmo.
Deste K.O. absoluto num so round.
assim mesmo=)
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Desculpe lá Daniel, só mais esta
BERLIM (Reuters) – A encenação em Berlim de uma ópera de Mozart que num trecho mostra a cabeça decepada do profeta Maomé não acarreta riscos à segurança, segundo a polícia alemã.
Kirsten Harms, diretor do teatro Deutsche Oper, provocou polêmica no mês passado ao cancelar a temporada de “Idomeneo”, por temor de que a peça atraísse violência islâmica. Mas a casa de ópera agora diz que está analisando quando colocará a obra novamente em cartaz.
“Não há risco concreto à Deutsche Oper ou a seu pessoal”, disse a polícia em nota divulgada na quinta-feira.
Jesus e Buda também aparecem decapitados na ópera. O teatro cancelou a produção depois que a polícia fez a Harms um alerta sobre os riscos.
“A produção pode ser encenada a partir de dezembro”, disse uma porta-voz da Deutsche Oper.
Pouco antes do cancelamento, o papa Bento 16 enfureceu os muçulmanos ao citar um texto medieval que relaciona o islã à violência. Há alguns meses, houve protestos muçulmanos em todo o mundo devido à publicação de caricaturas dinamarquesas que satirizavam Maomé.
O cancelamento da ópera foi criticado por políticos e artistas, para quem a Alemanha estava se curvando ao medo do terrorismo.
A chanceler (primeira-ministra) Angela Merkel disse que o cancelamento foi um erro e que a auto-censura não ajuda contra pessoas que querem praticar a violência em nome do islã.
A polêmica coincidiu com uma conferência promovida pelo governo para incentivar o diálogo com os 3,2 milhões de muçulmanos da Alemanha.
A integração se tornou uma prioridade para o governo diante da radicalização islâmica em toda a Europa e do surgimento de uma subclasse de jovens muçulmanos desiludidos, especialmente de origem turca, na Alemanha.
(Por Eva Kuehnen)
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não é com vinagre que se apanham moscas
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António Cunha, não é por fingir que o post errado estava certo que fica com razão.
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Já o Einstein dizia que Deus não tinha jogado aos dados.
Depois: como raio se debate com quem, logo à partida, não destrinça Fé de Religiões?
Difícil. E muito básico.
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Daniel, só os mais incautos cairam na sua patranha.
De si nunca se espera que dê o braço a torcer.
Por isso, nunca fiando e sempre desconfiando.
Mesmo tendo dado 2 exemplos de fair play e democracia (um em Portugal veja lá), o unico comentario que consegue escrever é que o meu smile no post #1 era outra coisa.
Tá bem, mas pelo menos o seu silencio prova o meu ponto de vista.
Ahh e só por curiosidade, tb eu não acredito em divindades, sejam lá do ceu ou de qq outro comité central ou coisa que o valha.
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Oh gente, a questão não está no muito mal que a Igreja Católica fez em pressionar para que a mensagem nao circulasse nos autocarros. Mas pensam que nós não sabemos essas histórias todas que se passam em países Islâmicos?
A questão é a maneira como imediatamente todos partiram a acusar os muçulmanos como um todo sem qualquer racionalidade…A maneira como algumas mentes básicas acham que por serem Cristãos são melhores que os outros…
Eu sou Cristão e não tenho coragem de dizer que sou melhor que os outros porque eles são Muçulmanos…
Calculo (e corrija-me Daniel se estiver enganado), que esta brincadeira tem como objectivo, não o de mostrar que na Europa se fazem coisas muito más em relação à liberdade em comparação com os países Islâmicos, mas sim mostrar a pouca tolerância e a baixeza de certos argumentos direccionados apenas a um grupo, sem procura de qualquer racionalidade…
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OK, oficialmente a maior finta cibernautica que já vi…
Basicamente provou que é possível puxar para baixo as calças de alguém via ligação banda larga!
MAIS!
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Nada a corrigir, tiado.
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Há pessoas que desconversam ou não percebem (veja-se o caso do comentário 60). Primeiro, no meu comentário, até defendi que as gravuras sobre Maomé deviam ser permitidas ao contrário do que defendia a Igreja Católica. Segundo, o que estava em comparação era que numa cidade italiana tinha havido pressão para que um autocarro não circulasse com apelos ao ateísmo e eu lembrei o caso passado em Lisboa, com o Centro Comercial das Amoreiras. Mas se quer um exemplo de violência dos católicos temos as bombas no cinema que exibia as “Horas de Maria” do António Macedo (1979).
No post que referi descrevo toda contribuição do mundo dito “ocidental” para a destruição no Mundo Muçulmano das saídas laicas e não religiosas para as populações daqueles países. Todos os enraivecidos muçulmanos, que hoje fazem salivar de espuma os nossos comentadores, foram no início apoiados pelas forças ocidentais que queriam destruir qualquer saída progressista naqueles países. Estudem a história e não falem de cor.
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“Ridículo. A liberdade não é a liberdade de querer censurar alguém. A liberdade define-se precisamente pela tolerância sobre a liberdade de expressão alheia, inclusivé, e sobretudo, aquela que não gostamos especialmente. Se esta liberdade de expressão é abusada para a censura, trata-se de uma contradição lógica e de uma acção inaceitável nesta sociedade em que vivemos.”
Enviar uma carta a demonstrar o desagrado por uma decisão de uma empresa, câmara municipal ou outra instituição qualquer (que é do que estamos a falar) é completamente diferente de censura.
Apesar de muitas vezes poder ser eticamente reprovável (como até pode ter sido, não conheço o conteúdo da carta), é impossível estabelecer um limite a partir do qual uma manifestação de desagrado não é legítima, sob pena de abrir um grave precedente de verdadeira censura.
Admito que esta é uma situação limite, já que o resultado prático foi o de impedir uma campanha publicitária, mas desde que não tenham havido ameaças ilegais à empresa de transportes, esta tem o direito de só colocar nos seus autocarros os anúncios que bem entender, em função das consequências que isso tenha para a sua imagem.
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Caí.
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Têm os católicos de pedalar até ao século XXI?
Se quiserem. Se não quiserem não tem importância desde que se assegure que continua a haver separaração completa, total e sem cedência de um milimetro entre Estado e Igreja.
Isto que temos tem o beneplácito de quem? Da “direitalha”?
Entre outros, o que não faltam são pseudo-moralistas tramontanos a postos para obrigarem os outros a levarem a sério os seus desvios. E, para mais, a Igraja Católica é de resto uma das principais forças de apoio à imigração em larga escala, pelo que pelo caminho também a “esquerdalha” lhes faz o frete.
Tendo o cardeal patriarca razão,
Que tinha.
a razão que ele tinha também se aplica aos católicos?
Não em respeito ao casamento visto tratarem-se de diferenças culturais entre as pessoas. Mas aplica-se à Igreja Católica enquanto instituição.
Temos um problema cultural com os católicos, porque eles acham que a razão é apenas sua?
Com a Igreja Católica, sem dúvida. Isto de religiões semitas tem tudo a mesma pancada.
Deve quem de direito reprimir as pressões da igreja antes que a lei passe a ser a sua?
Sim, obviamente. Sem qualquer hesitação ou dúvida, e de forma exemplar.
Temos aqui mais um exemplo das cedências da Europa ao fanatismo religioso católico?
De certa forma, embora feitas as contas o Cristianismo tenha incorporado ao longo da sua história tanto de Europeu que não é possível compará-lo ao seu congénere norte-africano, que pega nos mesmo defeitos e faz deles arte.
Dito de outro modo, em termos teóricos é igualmente grave, em termos práticos não, visto ser o Islão uma força que para além de tanto ou mais reaccionária ser completamente estranha à essência da Europa.
A Igreja Católica tem uma agenda definida e tem conseguido marcar posição até ao dia que eventualmente ganhará e volta-se à idade média?
Provavelmente tem, razão pela qual é preciso ter muita cautela. Lembro já agora que este episódio do Cardeal Patriarca é completamente assintomático em termos do que se passa pela Europa fora: a Igreja Católica é um dos principais polos de apoio à expansão do Islão da Europa, quer através da sua retórica pró-imigracionista quer através da nítida vontade de através da Sharia voltar a por “Deus” na vida dos Europeus. É ver paróquias a recolherem dinheiro para se construirem mesquitas, é vê-los de mãos dadas quando se trata de atacar a liberdade de expressão, etc.
Mas sobre isto leio pouco ou nada, curiosamente.
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sobre essa campanha e esta discussão só posso afirmar (a frase não é minha, com grande pesar):
Deus criou-me ateu. Quem és tu para questionar a Sua sabedoria?
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Tenho a vantagem chegar depois de tudo “desvendado”… mesmo assim,
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Porque não sou ateu.
Pelo simples facto que deus existe e existe ameaçador, multifacetado, omnipresente, omnisciente, em todas as cabeças, mesmo naquelas que o negam. Imortal que, como define Almada, “eles” são tantos que nunca morrem. Ameaçadoramente vigilante porque se confunde todos os nossos familiares, amigos e vizinhos. Multifacetado porque ele é a ideia que o “outro” faz dele. Omnipresente e omnisciente por ele é todos-os-homens, em todos os tempos e infinito como a estupidez humana (segundo o profeta Einstein). A ele temos que rezar ou pelo menos simular que fazemos, para lhe apaziguar a ira. Quem não acreditar nele acredite ao menos no seu braço armado, eis alguns exemplos: Diocleciano, Urbano II, Torquemada, Robespierre, Himler, Estaline, Mao e tantos outros em todos os lugares do mundo sem qualquer excepção.
Rendeiro e castrador mais do que qualquer outra coisa, Deus quer os cordeiros harmoniosamente juntos e cordatos e a copularem apenas para se reproduzir, eis tudo o resto é nada. Sou redutor? paciência.
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Mantenho o que disse. Aliás, peço ao DO para dizer se o comentário tinha algo de errado no seu conteúdo (tirando o facto de estar “associado” a uma notícia falsa).
E sim, a intolerância para com a não aceitação de Deus é comum a muçulmanos e católicos.
Ah, e parabéns
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Fantabulástico, Daniel
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A experiência foi bem feita, e tiro o chapéu. Agora, para ser perfeita, só faltava dá-la como sendo os Judeus os maus da fita, acontecendo o episódio em Israel… Creio que nessa variante, e mesmo sendo o autor do apanhado, nem o Daniel resistiria a vociferar contra essa gente.
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DO, não se esqueça de ler hoje a revista Sábado, mulheres perseguidas por maridos muçulmanos.
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Daniel, esta é de lhe tirar o chapéu. Simplesmente brilhante!
E quanto àqueles que se mostram indignados pela esparrela, apenas significa que não são responsáveis por aquilo que dizem. Ou melhor dizendo: se os seus argumentos fossem sinceros e sólidos, simplesmente invertiam posições e aplicá-los-iam à religião católica…
Mas como prova o exercício do Daniel – que estou longe de considerar ridículo – para esses apenas o que interessa é ideologizar…ideologizar o campo com as patranhas do choque das civilizações e da endemia islâmica.
Se fossem moralmente sólidos, apenas curvariam os pescoços perante a evidência: a intolerância cediça que os move. Em vez de se calarem perante a evidência de tamanha incongruência, indignam-se os rapazes!
Significa apenas uma coisa: mentem. Quando se dizem honestamente preocupados com os anacronismos islâmicos, não são os anacronismos que lhes tiram o sono – são os islâmicos.
Porque com o mesmo tipo de hábitos anacrónicos quando vindos da católica apostólica romana, convivem eles como o senhor com os anjos.
Chama-se o quê a isto? HIPOCRISIA!
E esta matriz – valha-nos o exercício do Daniel – pode ser aplicada a quase tudo: a Gaza; ao Iraque; às frívolas acusações contra “a esquerdalha”, etc, etc.
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Sugiro a leitura da revista Sabado desta semana.
Imperdivel.
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http://sultanknish.blogspot.com/2009/01/whatever-you-do-dont-upset-muslims.html
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Sobre o mito do povo judeu (que não existe, existem é judeus de etnias diferentes), segundo Shlomo Sand:
http://historiaemprojetos.blogspot.com/2009/01/o-mito-do-judeu-errante.html
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Isto é a religião da ciência.
Os católicos e a igreja tem todo o direito de protestar contra ideias que vão contra a sua maneira de ver e de pensar o mundo, não tem é o direito de pressionar no sentido de ameaçar ou de intimidar ou coagir para que campanhas contrárias as suas ideias sejam proibidas. Nesses dominios estamos na liberdade de manifestação tal como as classes profissionais, sindicatos,e cidadãos reagem a medidas do governo ou outras.
A partida foi bem pregada, mas passando ao lado da brincadeira interessa-me mais a mensagem da campanha em si ,esquecendo o lado das rivalidades civilizacionais, religiosas, e que existem, Richard Dawkins cientista, defensor do ateismo, doou segundo noticias 6.000 libras esterlinas para esta campanha, foi o doador mais generoso, mas a campanha financiada em grande parte por este senhor dawnkins, que tem por lema atacar a religião, devia ser pela afirmativa, devia ser de cientista, mas parece que os autores não tiveram essa coragem.
“Deus não existe”. Esta devia ser a afirmação da campanha.
Então porque é que essa campanha publicitária dos autocarros londrinos declara que Deus “possivelmente” e “provavelmente” não existe? Isto não é de cientistas ou adeptos da ciencia, lançar hipoteses sem confirmações. Porque não dizer logo que Deus não existe, se há tanta certeza disso, porque isso ia ferir susceptibilidades sensilbilidades e podia cair no alcance de alguma lei publicitaria ou não?, porque não crer , é crer ao contrario.
Por isso parece que a mensagem a passar é que quem acredita que deus existe, não goza a vida, e que, por isso possivelmente só os ateus, tem esse raro privilégio de saber o que é gozar a vida. O slogan por isso vai definir os parâmetros, dizendo quais são e pelos quais a vida pode e deve ser vivida e gozada, e todos os critérios que não caibam nesses parâmetros assim chamados ateistas, serão próprios de quem não sabe viver e gozar a vida, sendo isso uma caracteristica de quem não acredita em deus.Mas esta ideia de gozar a vida esta demais, apela ao animalesco, ao futil, ao materialista, ao hedonista, etc. etc.
Ainda assim eu prefiro os ateus aos agnósticos, estes, estão sempre a espera de prova, sempre nas meias tintas, os outros são fortes na sua “fé” . Mas a melhor explicaçao vem de um antigo matematico grego Euclides, 300 a.c. “O que é afirmado sem provas pode ser refutado sem provas”.
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Nuno Castro #99, Tem aqui outro exercício; Imagine só o dito autocarro a fazer um périplo por alguns paises islâmicos.
Diga-me honestamente qual acha que seria o resultado.
Eu sou agnóstico e nem sequer acho que a execução por lapidação seja anacrónica.
Pelo contrário, fomenta o convívio, é económica e muito ecológica.
Não concordo tanto com a amputação de membros, não pelo anacronismo, mas porque acaba por estigmatizar o condenado.
Já me aborrece bastante sentir-me refém de uma sensibilidade periclitante no meu próprio pais.
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ahahahahah!!!!!!
adorei!!!!
Foi mesmo o toque rectal nalguns dos fachos que por pululam.
Nalguns deles en vez de vaselina, areia grossa.
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Caro DO,
caso tivesse publicado a verdadeira notícia o meu comentário seria ligeiramente diferente mas continuando a sublinhar a inadmissiilidade de tal acto.
em vez de dizer que era apenas mais uma desculpa para o ocidente apontar dedos aos muçulmanos diria algo do estilo “então papistas, onde está a liberdade de expressão que todos adoram e que caracteriza esse templo civilizacional que é a igreja católica?”
teria sido algo como isto.
da próxima sugiro que publique realmente a notícia para envergonhar esta gente
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Ora viva!
Isso não faz qualquer sentido.
Sou ateu porque não acredito em existências transcendentais e pronto. Não preciso que organizem a minha não crença. Sempre apreciei estar assim sem filiação ou associação.
Qualquer dia com tanta organização ainda temos que ir ao dia do não-culto ou rezar a coisa nenhuma. E pior: confessar pecados e sermos absolvidos pelo ar….
Pelo “amor de Deus”! Não organizem o ateismo!!!
Um bem haja.
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Mário Borges,
estou em total acordo consigo.
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#103 anónimo, A campanha tem a seguinte intenção: “Our Vision is a world without religious privilege or discrimination, where people are free to live good lives on the basis of reason, experience and shared human values.”
Daqui você começou a tirar conclusões até tranformar este propósito numa coisa má. Depois desatou a inventar…
“Mas esta ideia de gozar a vida esta demais, apela ao animalesco, ao futil, ao materialista, ao hedonista, etc. etc.”
Leia lá a parte que diz “on the basis of reason, experience and shared human values.”
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Jose bastos
Este tema não me merece mais qualquer comentario a não ser isto.
(“Mas esta ideia de gozar a vida esta demais, apela ao animalesco, ao futil, ao materialista, ao hedonista, etc. etc.”)
Inventar? não inventei nada, esse cientista tem por renome atacar as religiões e não só a católica mas todas de uma olhada pelo you tube.
A campanha tem uma visão cientifica materialista da vida contra uma visão espiritualista da vida, é so isto que esta em questão “enjoy your life”. Se voce gosta assim, que tenho eu a ver com isso, e porque diz que inventei, enjoy your life.
É o mundo em que vivemos de facto, hedonista, materialista, egoista, etc. etc. quer mais.
Se calhar até podia ir buscar o horácio e o carpe diem, a vida, o tempo escorre-nos por entre os dedos enquanto falamos o melhor é aproveitar cada momento como se fosse o último, para que preocupar-nos com mais coisas, e com o futuro , sabemos la se o chegamos a viver. Também conheci algumas pessoas assim sem planeamento qualquer da vida, vivendo o momento e que estavam bem, e agora estão na sopa dos pobres. De quem é a culpa?
[Responder]
O problema não são as religiões, mas as pessoas. Sou ateia e ainda ontem andei a discutir com um ateu o tema religião. Cedo me apercebi de que também há fundamentalismo ateu. A diferença é que enquanto o fundamentalismo religioso é essencialmente positivo no sentido de defesa da religião, o fundamentalismo ateu é negativo no sentido em que se opõe à religião. Ambos são maus.
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brilhante!
[Responder]
Uma sugestão: Muçulmanos atacam suinicultura (ou destilaria) no Algarve. E vai-se a ver era um gang de ambientalistas a destruir um milharal…
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Parabéns! Foi bem engendrado!
Lanço-lhe contudo uma pergunta a brincar com resposta séria:
Se o contexto fosse: Rocket atinge zona residensial palestiniano matando 25 crianças e 7 adultos.
Esperava pelos comentários e “adendava”: rocket palestiniano mata 25 crianças e 7 adultos israelitas.
O que acha Daniel Oliveira:
Seria a esquerda capaz de engolir a brincadeira? ou seria capaz de fazer um ensaio orwelliano desta natureza? hummmmmm………….. talvez……talvez….
Cada fanático com a sua mania, mesmo assim, bem apanhado!!
[Responder]
Ah… e já agora.
Porque raio os religiosos (e não discrimino nem cristãos, nem islâmicos, nem o que quer que seja) continuam a meter no mesmo saco religião e ciência?
Mas porque carga de água é que uma coisa tem a haver com outra?
Desde quando um cientista é um padre ou um padre um cientista? Porque é que a religião quando se discute coloca-se sempre no meio da ciência? Que raio tem a religião que se infiltrar em áreas que não lhe dizem minimamente respeito?
Este tipo de discussões são perfeitamente estéreis e nem vale a pena desenvolver argumento.
Querem ser religiosos? Tudo bem. Deixem é de fora uma área que não diz respeito. Eu posso ter uma opinião como ateu sobre a energia nuclear mas não vou ser contra em nome de um deus ou duma doutrina. Reuno factos e combato-os no plano científico (do pouco que sei).
Agora não se desevolvam curas para o cancro porque estão a utilizar células estamináis e isso vai contra os princípios da igreja?!?!?
Espero que este tipo de religiosos nunca venha a sofrer de cancro pois vão ter grandes dilemas… ou não!!!
Um bem haja!
[Responder]
Sim senhor, este blog é como a “sineta de Pavlov”, conforme o próprio autor refere. Basta postar e ver as “reacções previsíveis dos comentadores”…é lamentável a forma como se refere aos comentários, ainda mais sem grande moral se formos a falar de previsibilidade…
[Responder]
102 Zézé
22 Jan 2009 às 11:13
Sobre o mito do povo judeu (que não existe, existem é judeus de etnias diferentes), segundo Shlomo Sand:
Sim senhor, um Shlomo extenso e comprido.
Pois não sei; o que sei é que os srs nazis não só entenderam que havia um povo judeu , como entenderam que havia um povo judeu a dizimar.
Dizimaram.
Milhões.
De Judeus.
Essa verdade é incontornável e quanto a isso; batatas.
[Responder]
Ó Daniel-o-das-petas mas acha que o meu julgamento sobre os opressores, estou a ler a revista Sábado desta semana, é devido à primeira noticia, comentário que leio? Então não vou ter sentido critico? A situação que não corresponde à verdade poderia ser verdadeira para isso basta fazer uma psicanálise não muito profunda e extrapolar uma tendência de atitudes e com isso, como fez o senhor Cardeal, ter uma atitude preventiva.
Sobre os 3000 que o Mugabe infelizmente já matou com a cólera não vejo aqui pesar. Não faz parte da agenda política pois aqui a lúcida, urbana e prá -frentex esquerda tem culpa mas como sempre, ignora ou pior relativiza mimadamente .
[Responder]
ZÉZÉ
Obrigado por me dar a conhecer Shlomo Sand!
ANONIMO
Lembra-se da ritmada discussão que tivemos acerca do suposto direito “per natura” dos judeus quanto ao seu retorno a Cisjordania?
Pois bem, Shlomo Sand, um erudito da universidade de Tel Aviv, pensa exactamente como eu ou melhor eu é que sem o conhecer me identifico na integra com o seu estudo acerca do nacionalismo judeu e suas fundações, ficando a saber ainda mais consolidando assim o que sempre pensei.
Com o livro “When And How the Jewish People Was Invented ” Sand desmistifica toda a retorica que voçe utilizou para refutar tudo o que eu lhe disse.
Mas eu sou apenas um leigo interessado que apenas fala daquilo em que acredita com bases no pouco conhecimento que tenho e que o ANONIMO durante todo o debate me chamou de anti-tudo para refutar as minhas ideias mas agora temos um historiador judeu que demonstrou de forma intrinssecamente documentada e organizada tudo aquilo que lhe tentei fazer entender.
E agora, ANONIMO?
Pensei eu que seria alguma ave rara por ter a visão que tenho acerca desta tematica mas pelos vistos existem mais aves raras com mais calibre do que eu.
Gostaria, então, de o ver refutar o que este erudito partilhou ou será que irá resumir-se ao silencio pois estamos a falar de outro anti-qualquer coisa:
“…Não existe uma história judia
É um fato estabelecido que entre o século I e princípios do XIX não se escreveu nenhum texto histórico judeu. O fato de que o judaísmo se baseie em um mito histórico religioso pode ter algo a ver com isto. A tradição rabínica não se preocupou nunca de investigar adequadamente o passado judeu. É provável que uma das razões seja a ausência de necessidade de proceder a um esforço metódico. Para os judeus que viviam em tempos antigos e na Idade Média, a Bíblia estava aí para responder as perguntas mais relevantes relacionadas com a vida diária, a significação e o destino judeus. Tal como assinala Shlomo Sand, “o tempo cronológico laico era alheio ao ´tempo da diáspora’, determinado pela espera da chegada do Messias”….”
OU
“…Quem inventou os judeus?
Comecei a procurar estudos de investigação sobre o exílio”, disse Sand numa entrevista concedida ao Haaretz [11], “mas descobri com assombro que não existe nenhuma literatura a respeito. A razão é que ninguém exilou o povo deste país. Os romanos não exilaram gente e não poderiam tê-lo feito, mesmo se tivessem desejado faze-lo. Careciam de trens e caminhões para deportar populações inteiras. Este tipo de logística não existiu antes do século XX. Meu livro nasceu, efetivamente, de uma constatação: da certeza de que a sociedade judaica não foi dispersada nem exilada”….”
Mais uma vez, um obrigado para o ZÉZÉ e fico á espera da sua reposta,ou não, ANONIMO!
Aquele Abraço
A.R.A
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NAO CONSIGO POSTAR!
O QUE SE PASSA?
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Bom, a ver se é desta!
1º Obrigado ZÉZÉ por me apresentar a Shlomo Sand
2º MARIA, eu sei que ler muitas letras seguidas sem bonecos pode ser maçador para si mas se conseguir ler com atenção nada da informação que lá está refuta aquilo que disse. Tente pensar, vai ver que lhe faz bem, ou não!
3º ANONIMO, era inevitavel chama-lo a conversa pois, eu, sem conhecer este historiador tenho total concordancia com o proprio e ou com quem interpretou o livro, que até se demonstrou bem mais radical do que eu. Será que Shlomo Sand, professor de historia na universidade de Tel Aviv tambem é um anti-qualquer coisa ou…… coisas?
“…O professor Sand nos deixa com a inevitável conclusão: os judeus contemporâneos não têm uma origem comum e sua origem semita é um mito. Os judeus não se originam na Palestina de nenhum modo e, por tanto, seu denominado “retorno” à “terra prometida” deve ser considerado como uma invasão executada por um clã ideológico tribal…”
Aguardo o seu ponto de vista, ANONIMO!
Aquele Abraço
A.R.A
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Ups!
Aquele Abraço
A.R.A
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apesar deste post ser um bom exemplo de mau jornalismo, acho que o daniel oliveira vai gostar desta adaptação da campanha.
http://twitpic.com/156l3
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121 A.R.A
23 Jan 2009 às 14:39
” 2º MARIA, eu sei que ler muitas letras seguidas sem bonecos pode ser maçador para si mas se conseguir ler com atenção nada da informação que lá está refuta aquilo que disse. Tente pensar, vai ver que lhe faz bem, ou não! ”
A.R.A
–Muito bem ,
.
depois de seguir o seu afável conselho percebi claramente que o carissimo só gosta mesmo daqueles que pensam igualzinho;ora eu gosto mesmo é das diferenças nas ideias e na capacidade para defender pontos de vista diferentes , assim sendo continue fan de Shlomo, que eu por mim fico-me pelo que já sabia antes de o terem aqui colocado
E não se preocupe que o mundo continua na mesma direcção apesar dos que não se entendem, em relação ao que eu disse nada na história refuta aquilo que eu disse , é cousa pública nem é preciso ir a aulas para aprender quantos milhões de judeus foram dizimados pelos assassinos nazis.Agora se esses judeus eram todos da mesma etnia ou não, se há povo judeu ou não etc etc etc acho que será uma boa discussão para um cafézito entre amigos, mas totalmente irrelevante em relação aos crimes cometidos e registados.
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Ara
Então agora vem par aqui com a história da negação da existência do povo judeu, e citando o euroliberal e a apresentaçao por este de um historiador que “nega” a existência desse povo.
Que quer que eu diga, conhecendo o euroliberal como um antisionista, antiisraelita, e gritando sempre Alla u Akabar? É para acabar mesmo, claro que só se podia escolher alguém ou um historiador que de facto confirmasse o que se pensa.
Mas será que é assim mesmo, o senhor por acaso definiu algumas balizas temporais seculo I e seculo XIX. Sendo assim podemos ver a que correspondem essas balizas temporias, até ao século primeiro corresponde a derrota definitiva dos judeus pelos romanos e a diáspora a partir dai e ate a século XIX, temos a história dos judeus pelos paises de “acolhimento” por onde andaram e a historia dos que la ficaram sob a soberania dos conquistadores
Diz o senhor
(“Não existe uma história judia
É um fato estabelecido que entre o século I e princípios do XIX não se escreveu nenhum texto histórico judeu. O fato de que o judaísmo se baseie em um mito histórico religioso”)
Mitos tem o senhor na cabeça, e a literatura histórica ajuda
E continua
(“A razão é que ninguém exilou o povo deste país. Os romanos não exilaram gente e não poderiam tê-lo feito”)
Barbaridades, valha-nos deus, os romanos destruiram jerusalem e até deram um nome diferente a cidade, por ordem do imperador Adriano, uma nova cidade é erguida com o nome Aelia Capitolina cujo traçado é o da cidade velha de Jerusalém e os judeus são expulsos.
E então haverá algum historiador do seculo primeiro que faça a historia desse povo? Há de facto há, Flávio josefo judeu e romano, e tem duas obras muito importantes “Guerra dos Judeus” ( 75) e “ Antiguidades Judaicas” ( 94). O primeiro é fonte primária de historia ( ou seja um documento cuja origem remonta à época) para o estudo da revolta judaica contra Roma (66-70), enquanto o segundo conta a história do mundo do ponto de vista de uma perspectiva judaica. Estas obras dão informações sobre a sociedade judaica da época, e o período que viu a separação definitiva do cristianismo do judaísmo e as origens da Dinastia Flaviana.
Depois disso aconteceu a diáspora e a partir dai a comunidade judaica desmenbrou-se, e a historia passou a ser a história dos judeus pelos paises por onde andaram, por exemplo se o senhor sabe, os reis catolicos publicaram um famoso decreto de alhambra que ordenava a expulsão dos judeus, e dessa expulsão nasce uma primeira vaga de judeus que se deslocou para a palestina e ai se fixou,depois os reis catolicos fizeram pressão sob o rei portugues D. Manuel e levou este a explusa-los de portugal , a inquisição também teve o seu papel, e por ai fora, mas esta historia dos judeus é a historia dos judeus na historia dos respectivos paises onde estavam instalados. Só depois da criação do estado de israel é que volta a haver uma historia dos judeus com soberania sob um territorio israel, e o que eu acho graça são os próprios judeus “incendiários” que desde que tiveram um sitio para viver e cresceram mais ou menos em relativa segurança sem estarem constantemente a ser perseguidos por serem judeus, que agora querem queimar a casa. E fazem procissões ao vizinho irão para ajudar a queimar a casa se for preciso. Ha historiadores que procuram negar com as escrituras e escavações arquelógicas afirmando que o que lá está não se passou nem é verdade. Ha muito disso há sempre quem esteja contra, por isso o senhor encontra sempre quem tente negar as coisas. Mas os factos históricos são outra coisa bem diferente da literatura histórica.
Sendo assim esse povo existiu teve soberania sobre esse territorio, e confirma o que eu disse, mesoptamicos, hebreus, romanos,hebreus, romanos, imperio romano do oriente, imperio turco, mandato britanico e partilha da palestina pela onu em dois estados.Existiu algum historiador palestino da antiguidade ou depois que tenha feito a historia do povo palestino e que deixasse livros relatando a sua soberania sob o territorio que reclamam, existiu esse povo, não existiu. Existiram arabes como no iraque na siria na jordania etc.
Quando estamos a falar de um povo estabelecido num território e com soberania, não me venha falar em génetica, um povo define-se por um série de critérios em comum, por exemplo: costumes, história, tradições, religião, arte, etc. factores agregantes. O povo israelita era composto por varias tribos portanto geneticamente pode-se contestar a homogeneidade, mas nós no inicio também eramos tribos e géneticamente podemos não ter muita homogeneidade mas formamos um povo com tradiçoes, costumes, historia, arte, religião. etc tudo mais ou menos homógeneo que não nos divide nestes aspectos, não temos divergências que provoquem clivagens. somos um povo.
Este assunto para mim esta encerrado, não venha com mais historias esta bem.
[Responder]
Ara
So mesmo para terminar
Extracto do seu historiador.
(“Quem inventou os judeus?
Comecei a procurar estudos de investigação sobre o exílio”, disse Sand numa entrevista concedida ao Haaretz [11], “mas descobri com assombro que não existe nenhuma literatura a respeito. A razão é que ninguém exilou o povo deste país. Os romanos não exilaram gente e não poderiam tê-lo feito, mesmo se tivessem desejado faze-lo. Careciam de trens e caminhões para deportar populações inteiras. Este tipo de logística não existiu antes do século XX. Meu livro nasceu, efetivamente, de uma constatação: da certeza de que a sociedade judaica não foi dispersada nem exilada”)
isto é literatura historica pura e má. diz ele
(“A razão é que ninguém exilou o povo deste país. Os romanos não exilaram gente e não poderiam tê-lo feito, mesmo se tivessem desejado faze-lo. Careciam de trens e caminhões para deportar populações inteiras. Este tipo de logística não existiu antes do século XX”)
Ele deve estar a pensar no holocausto e nos trens e vagões dos caminhos de ferro dos nazis, agora isto aplicado a antiguidade da para soltar umas gargalhadas, estou a ver os conquistadores antigos a por a disposição dos conquistados meios de transporte adequados. Ainda não sei se percebi bem o que li.
Mas se quer ser serio leia obras historicas não literatura, alias ja lhe expliquei que sim foram expulsos.
Olhe ja respondi e agora deixe-se de tretas e não me chateie mais
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Só li o post depois de ter sido mudado.
Muito me ri.
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Daniel:
Este post demonstra a sua má-fé.
E a sua má-fé não está no facto de ter mudado simplesmente o autor do facto (de católico para islâmico) na versão da história.
A sua má-fé está no facto de ter colocado inventado que um muçulmano “bloqueou” a campanha e, quando conta a história verdadeira, não poder dizer, sem que seja verdade, que um Bispo bloqueou a campanha. O Bispo (concorde-se ou não, não interessa), escreveu uma carta. Tem todo o direito de fazer isso. Se tivesse bloqueado uma campanha, não tinha.
Luís
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ANONIMO
Euroquê?? Não conheço essa criatura, apenas lhe fiz menção de um historiador JUDEU ISRAELITA, de renome, que leciona na universidade de Tel Aviv que lançou um livro que é um Best Seller em Israel pela 19ª semana consecutiva e que o mesmo vem demonstrar de forma DOCUMENTADA não uma versão personalizada, bem ao estilo do ANONIMO, acerca de algo que até Ben Gurion no passado chegou a aflorar.
Shlomo Sand, fixe este nome e procure investigar assim como eu estou fazendo e ………… até agora tenho-o achado excelente.
A sua versão dos factos é a versão institucionalizada tente saber o que pensam diferente, antes de começar a cair no ridiculo de rotular todas as opiniões divergentes da sua de ANTI- …..
Ah! D.Manuel não foi pressionado, deram-lhe foi a escolher: para casar com a princesa espanhola teria que expulsar os judeus (já foi a rua da judiaria, em Lisboa?) e como ele queria ser dono e senhor da peninsula iberica….. mas antes dele havia muita tolerancia no que toca aos judeus.
MARIA
Está a repetir-se!!!!
A.R.A
[Responder]
Excelente explicação e repto de A.R.A. a que o Anónimo respondeu com as fragilidades do costume. As ideias de Sand já andam por ai a discutir-se há um certo tempo na Internet e até hoje nunca vi ninguém fazer-lhe frente. Afinal o homem sempre é um historiador e tem montes de papelada lá na sua terra, o que lhe dá uma certa vantagem em relação ao blogador médio do Arrastão.
Claro que há melhor que isso em desmistificação histórica: chama-se Fomenko, os franceses e espanhois não querem traduzi-lo, e não poupa judeus nem cristãos, e muito menos judeus disfarçados de escribas cristãos em mosteiros.
A Maria, entretanto, continua a fingir que não é judia e a utilizar materiais didacticos de creche. Mas é sempre agradável vê-la abrir as asas sem fazer vento..
[Responder]
129 A.R.A
23 Jan 2009 às 20:25
MARIA
Está a repetir-se!!!!
A.R.A,
continue a acrescentar pontos de exclamação ao discurso,pode ser que assim se consiga fazer entender
Lol .
E olhe que sobre as questões de sim ou não á existencia de um Povo Judeu, existem mais autores debaixo dos céus e sobre a terra do que o seu bem amado recém descoberto Shlomo Sand, é só questão de procurar bem e olhe que nem demora muito nem nada.
[Responder]
o ara e senhor circunspecto
Voces são demais, só me fazem rir, tal como a tirada de que não houve disapora e exilio porque não havia meios de transporte e é isto um historiador a sério, sabe que mais
não vou perder mais tempo com voces, só isto que voces disseram da que pensar sobre essas obras históricas dessa pessoa, desde qaundo obras historicas sérias viram
best selleres
voces são de mais,
As ideias de Sand já andam por ai a discutir-se há um certo tempo na Internet e até hoje nunca vi ninguém fazer-lhe frente
va dar uma voltinha va
[Responder]
ara
desde quando um livro de historia
(“lançou um livro que é um Best Seller em Israel pela 19ª semana consecutiva “)
voces são uns pontos então é na net que se discutem ideias historicas serias e um livri de historia vira um best seller, va la va tenham juizo isso passa por seminarios, congressos, reuniões contraditorio e não é assim literatura historica de supermercado.
[Responder]
Ara
(“Ah! D.Manuel não foi pressionado, deram-lhe foi a escolher: para casar com a princesa espanhola teria que expulsar os judeus (já foi a rua da judiaria, em Lisboa?) e como ele queria ser dono e senhor da peninsula iberica”)
pois não
[Responder]
130 SENHOR CIRCUNSPECTO
23 Jan 2009 às 21:34
“A Maria, entretanto, continua a fingir que não é judia e a utilizar materiais didacticos de creche. Mas é sempre agradável vê-la abrir as asas sem fazer vento..”
-Vento.
Boa palavra e ainda bem que a trouxe porque lhe assenta ao pensamento como uma luva.
Ora vamos lá;- se não existe povo judeu
como posso eu ser algo que não existe?….;)
Vocês ,os que adoram tentar a provocação pobrezinha são melhor do que qualquer material didáctico da melhor creche que possa imaginar-se e muito mais divertidos, portanto nada melhor do que trazer-vos coisinhas que sejam capazes de compreender.
Por este andar, qualquer dia também há -de aparecer alguém a vociferar que os Portugueses
foram inventados pelo “allgarve” , que os Descobrimentos Portugueses afinal nunca existiram, que o Infante D. Henrique foi tão sómente uma personagem no poema do Pessoa que vai-se a ver e afinal é um poeta inglês e quem vai acabar por ganhar com isso serão os espanhois.
[Responder]
MARIA
O sol quando nasce é para todos e o mesmo se passa com a informação, assim sendo eu já percebi há muito o seu ponto de vista mas será qe voçe já se deu ao trabalho de ver além dos meus pontos de exclamação? Bom se calhar não vale apena não é MARIA? Deixe estar, eu compreendo.
ANONIMO
Estou a ver que não passa de um retorico repetitivo e enfadonho refugiado num mundo só seu e de ideias só suas.
Mas como sou teimoso, insisto em tentar mostrar-lhe que existe mais mundo para além do seu horizonte por isso vou fazer um copy acerca do que li sobre Shlomo Sand, até agora:
http://www.haaretz.com/hasen/spages/966952.html
O exílio do povo judeu é um mito…
… é o que afirma o historiador israelita Shlomo Sand, uma tese que pode revolucionar a forma como o “povo eleito” é encarado em todo o mundo bem como a sua legitimidade (ou não) em ocupar os territórios da Palestina.
Sand concedeu uma entrevista ao Haaretz, que a Vox-NR publicou; é esta versão francesa que traduzi para o No-Media.
Recentemente tomei conhecimento da tese do Prof. de História da Universidade de Tel Aviv de que a história da nação judaica, tal como é usualmente contada, é produto de uma criação historicamente recente e deliberada. Segundo ele, o Reino de David é algo mitológico, a diáspora no tempo romano nunca ocorreu de facto, os povos judeus em África e Europa são convertidos e não descendentes do povo judaico original. De facto, segundo ele, o povo judaico original teria em grande parte sido convertido ao islamismo e seria hoje o povo palestino.
Mais sobre o assunto:
Shattering a ‘national mythology’ http://www.haaretz.com/hasen/spages/966952.html
Israel deliberately forgets its history http://mondediplo.com/2008/09/07israel
Israeli Bestseller Breaks National Taboo http://www.antiwar.com/orig/cook.php?articleid=13569
Shlomo Sand http://www.tau.ac.il/humanities/faculty/sand_shlomo/
Foi só um cheirinho! Tente saber o que pensa este homem antes de cair no ridiculo de opinar irracionalmente de um modo tão visceral próprio dos ignorantes que condenaram copernico por este dizer que a Terra era redonda.
Saiba do que se fala antes de se pronunciar.
Pensava-o de maneira diferente ANONIMO porque se eu desconfiasse dessa sua faceta nunca lhe teria pedido a sua opinião.
Passe como quiser ou como a sua consciencia o deixar.
A.R.A
[Responder]
ARA
Voce parece infantil, tenho que o mandar explicitamente dar uma volta ao……. a ver se percebe, voce descobriu um Dan Bronw?
Voce não percebe que eu não estou interessado em discutir consigo invoncando negacionistas ou revisionistas da história ou alguém que tem visões pessoais da história e as vaza em livro, e que não são especialistas na àrea em questão, eles mesmo o afirmam. O que é que voce quer? se quer saber vá estudar história, não leia qualquer livro de literatura histórica com uma visão pessoal do autor confundindo isso com a verdadeira história que se faz por outros métodos e análises. Daqui a pouco, (e pela amostra de negação de um povo, a partir de bases géneticas e recorrendo a génetica para a sua definição, há quem não saiba definir um povo noutros termos), estamos a falar do mein kampf e das teorias racistas e sanguineas, para saber ou não se estamos a falar de um povo que é geneticamente puro, e depois disso passamos a negação do holocausto, etc etc. Sabe já discuti isso aqui a uns tempos de uma maneira mais ou menos aprofundadamente com alguém, e até mostrei vários documentos que provam o contrário da (“verdade”) dos negacionistas, como a conferência de wansee, documentos de depoimentos de dirigentes nazis durante o interrogatorio e no julgamento de nuremberga, etc. etc. esses comentários e tudo isso esta por ai nos arquivos,
Voltando ao tal historiador vou so trancrever uma pergunta e uma resposta de uma entrevista,
P : (Jornalista) Especialistas da história do povo judeu afirmam que você se ocupa de temas que não compreende e que se baseia em autores de que nem sequer pode ler no texto original.
R: (Shlomo Sand). É um facto que sou historiador de França e da Europa, e não da Antiguidade. Sabia que assim que me ocupasse de períodos antigos ficaria exposto a críticas assassinas provindas de historiadores especialistas desses períodos. O que fiz foi não me limitar a material histórico sem examinar os factos descritos por ele. Se eu não o fizesse ter-se-ia que esperar toda uma geração para que alguém o fizesse. Se tivesse continuado a trabalhar sobre a França talvez tivesse ganho postos importantes na universidade e uma glória provincial. No entanto decidi renunciar à glória.
Ele mesmo diz que é um amador nas matérias e não especialiasta (o que eu compreendo com a tirada de que para haver diaspora tinha que haver meios de transporte para essas pessoas a deslocar), no entanto escreve a sua visão pessoal da historia a partir de “O que fiz foi não me limitar a material histórico sem examinar os factos descritos por ele”. Pois muita gente faz isso.
Quanto a negação da diaspora que ele faz, a historia diz:
Quando aconeceu terceira revolta judaica e que foi liderada pelo suposto Messias Bar Cochba seria esmagada pelo Imperador Romano Adriano em 135 DC. Centenas de milhar de judeus foram massacrados, os sobreviventes dispersaram-se pela diáspora ou foram feitos escravos. Adriano decretou a expulsão de todos os judeus de Jerusalém, autorizando o seu retorno apenas por um dia ao ano, em Tisha Be’av, para demonstrar luto pela destruição do Templo. Após esta tremenda derrota dos judeus, a cidade de Jerusalém seria reconstruída pelos Romanos, tendo o imperador Adriano ordenado a mudança do nome de Jerusalém para Aelia Capitolina, e o nome da Judéia para Síria Palestina, para evitar qualquer associação judaica com a terra de Israel, readoptando o nome pelo qual esta zona era conhecida durante o domínio pelos Filisteus.
Mas mais.
Para ele os judeus que aparecem pelo mundo não são judeus, são nativos locais convertidos ao judaismo.
P: ( jornalista) Como é que chegou à conclusão que os judeus do norte de África são descendentes de berberes convertidos?
R: (Shlomo Sand). Interroguei-me por que razão comunidades judaicas tão importantes poderiam ter surgido em Espanha. Reparei então que Tariq Ibn-Ziyad, comandante supremo dos muçulmanos que invadiram a Espanha, era berbere e que a maioria dos seus soldados era também berbere.
A historia diz:
Muitos anos depois, no ano 70 d.C. Os romanos destruiram Jerusalém, e isso acarretou uma nova diáspora, fazendo os judeus irem para outros países da Ásia Menor ou sul da Europa. As comunidades judaicas estabelecidas nos países do Leste Europeu ficam conhecidas como Asquenazi (netos de Noé). Perseguidos pelo islamismo, os judeus do norte da África (sefardins) migram para a península Ibérica. Expulsos de lá pelo crescente cristianismo do século XV, migram para os Países Baixos, Bálcas, Turquia, Palestina e, estimulados pela colonização européia, chegam ao continente americano.
Adriano rebatizou toda a Judéia de Síria Palaestina numa tentativa de desjudaizar o país. A proibição sobre os judeus entraram em Aelia Capitolina continuou até o século IV d.C.Nos cinco séculos seguintes à revolta de Bar Kokhba, a cidade permaneceu sob domínio romano, até cair sob domínio bizantino.
Sabe que mais o ara se não percebe as dicas que lhe tenho dado, tenho que ser explicito passe ao lado dos meus comentários, e ja agora você encontra literatura favoravel aos seus comentarios quanta quiser, a net esta cheia disso, lixo é coisa que não falta, pode por ai os mais variados links porque você não sabe distinguir no meio do lixo. Um livro de autor de literatura historica de supermercado é capaz de o fascinar desconhecendo os factos da realidade historica. E voce quer que discuta o que? Que o povo judeu não existiu com base na genetica, para mim um povo cracteriza-se por um conjunto de factores agregantes mais do que isso, quer que discuta a diaspora com alguém que a nega e nega a realidade histórica do passado inclusive autores históricos da epoca como flavio josefo. Quer que de valor a quem diz que os judeus que havia pelo mundo não eram judeus mas convertidos ao judaismo, já agora havera estatisticas dessas conversões ao judaismo ao longo da historia.
(“Passe como quiser ou como a sua consciencia o deixar”)
Passe bem, que a minha consciencia deixa-me sempre bem, ja a sua não sei para fazer essa afirmação.
[Responder]
ANONIMO
Refiro-me á sua consciencia pois para si tudo o que se passou em Gaza foi, é e continuará a ser justificado por toda essa sua presunção de verdades absolutas e não é por me mandar dar uma volta que eu desarmo em lhe mostrar que existe um outro lado da moeda.
Pois bem, Shlomo Sand é um conceituado academico de Historia Europeia e Francesa e no presente momento ensina na universidade de Tel Aviv acerca de Nação e Nacionalismo e embora tenha escrito um livro best-seller em ISRAEL, considera-lo um Dan Brown é um pouco redutor para quem tambem ensina na universidade de Berkley (CA) e na École des hautes études en sciences sociales (Paris). Bom, mas se calhar o ANONIMO tem mais habilitações e isto para si são promenores de sumenos relevancia para a avaliação do caracter academico desta personagem.
Tudo em si faz lembrar um historiador sionista daqueles que existem em Israel, onde há departamentos acadêmicos especiais para o estudo da “história do povo judeu”, onde prevalecem temerosos e conservadores, revestidos por uma retórica apologética baseada em idéias preconcebidas.
Mas o seu pensamento oxidado tem vindo ao longo dos anos a ser posto a prova desde a famigerada descoberta arqueologica nos anos 80, que abalaram os seus mitos fundadores visto que afinal Moisés não conduziu à “terra prometida”; não houve revolta dos escravos egípcios ; o reinado sumptuoso de David e Salomão foi inventado. A “segunda diáspora”, também….. blasfémias!!!
Estas novas descobertas arqueológicas contradizem a possibilidade de um grande êxodo no século 13 antes da nossa era. Da mesma forma, Moisés não poderia ter feito os hebreus saírem do Egito, nem tê-los conduzido à “terra prometida” — pelo simples facto de que, naquela época, a região estava nas mãos dos próprios egípcios! Aliás, não existe nenhum traço de revolta de escravos no reinado dos faraós, nem de uma conquista rápida de Canaã por estrangeiros.
E mais, tão pouco há sinal ou lembrança do sumptuoso reinado de David e Salomão, pois estas mostram aquando da existência dos 2 pequenos reinos: Israel e Judéia, que neste ultimo os habitantes não sofreram exílio no século 6 a.C. Apenas as elites políticas e intelectuais tiveram de se instalar na Babilônia, e foi desse encontro decisivo com os cultos persas que nasceu o monoteísmo judaico.
Mas claro que isto tudo para o ANONIMO é lixo que tresanda a um cheiro nauseabundo de anti- qualquer coisa que de certeza já terá um nome só que agora……… não lhe ocorre.
O povo judeu existe na mesma linha em que existe um povo cristão, muçulmano, Hindu, etc, e são estes os factos de elevado perigo para as fundações de uma ideia repleta de um nacionalismo que já leva mais de um século de existencia que é no momento posta a prova perante as evidencias historicas que Shlomo Sand põe a descoberto neste seu estudo transformado em livro. ATENÇÃO, todas as evidencias historicas por ele apresentadas estão devidamente documentadas ou seja não é uma obra de ficção ou algum romance historico como o ANONIMO que dar a entender.
Voçe agarra-se ao velho testamento como fonte historica e, de facto, esse é o seu erro mais infantil ou seja baseia-se na teologia para explicar a historia e quando esta é confrontada…….. já todos sabemos qual a sua reacção!
Voçe falou do exílio no ano 70 d.C., pois bem, será que o mesmo se verificou mesmo?
Deixe estar que eu respondo.
O “evento fundador” tem um efeito paradoxal na história dos judeus, e é onde a “diáspora” tira sua origem que, segundo os investigadores, não rendeu sequer um trabalho de pesquisa. E por uma razão bem prosaica: os romanos nunca exilaram povo nenhum em toda a porção oriental do Mediterrâneo. Com exceção dos prisioneiros reduzidos à escravidão, os habitantes da Judéia continuaram a viver em suas terras mesmo após a destruição do Segundo Templo.
Houve uma parte destes judeus que se converteu ao cristianismo no século 4, enquanto a maioria aderiu ao Islão, durante a conquista árabe do século 7. Mas, caro ANONIMO, os pensadores sionistas não ignoravam isso: tanto Yitzhak ben Zvi, que seria presidente de Israel, quanto David ben Gurion, fundador do país, escreveram sobre isso até 1929, ano da grande revolta palestiniana.
Ambos mencionam, em várias ocasiões, o facto de que os camponeses da Palestina seriam os verdadeiros descendentes dos habitantes da antiga Judéia.
Blasfémias!!!!
Os escritos em voçe se baseia são todos eles envoltos numa carga de punição divina e os escritos de Flávio Josefo são apenas um dos testemunhos do ardor prosélito dos judeus: de Horácio a Sêneca, de Juvenal a Tácito, vários escritores latinos expressaram seu temor sobre a prática da conversão, autorizada pela Mixná e pelo Talmude.
Na historiografia nacional, esconde-se uma surpreendente realidade histórica: do levante dos macabeus, no século 2 a.C., à revolta de Bar Kokhba, no século 2 d.C., o judaísmo foi a primeira religião prosélita. Nesse período, a dinastia dos hasmoneus converteu à força os idumeus do sul da Judéia e os itureus da Galiléia, anexando-os ao “povo de Israel”. Partindo desse reino judeu-helenista, o judaísmo espalhou-se por todo o Oriente Médio e pelo perímetro mediterrâneo. No primeiro século da nossa era surgiu o reinado judeu de Adiabena, no território do actual Curdistão, e a ele seguiram-se alguns outros com as mesmas características.
Mas a sua versão é que é a verdadeira e o velho testamento não engana não é? É tipo o TIDE, branco mais branco não há!
Bem pode tapar os ouvidos e gritar bem alto para não me ouvir porque como diz aquela musica dos Rolling Stones “Tiiiiiiiiiiiime is on my side, yes it is!”
Sabe de uma coisa, aquando da busca da “Terra Prometida” porque não foi ponderado o Iemen é que no começo do século 4, o exito da religião cristã não colocou fim à expansão do judaísmo, mas empurrou o seu proselitismo para as margens desse mundo cultural cristão. Cem anos depois, surgiu o vigoroso reino judeu de Himiar, onde actualmente está o Iemen onde os seus descendentes foram capazes de manter a fé judaica mesmo após a expansão do Islão e preservam-na até os dias de hoje.
Porquê ponderar Argentina, Angola…..com o Iemen já ali tão puro e imaculado?
Desde os anos 1970, uma sucessão de pesquisas “científicas” israelitas esforça-se para demonstrar, por todos os meios, a proximidade genética dos judeus do mundo inteiro e este é o resultado em que nos deparamos ano após ano com a chegada de mais gente, GUERRA!
Engraçado temos o Estado Israelita e um Territorio Autonomo Palestiniano, uns já lá estavam outros chegaram depois? Estou confuso!
Passe bem
ANONIMO
Aquele Abraço
A.R.A
[Responder]
Ara
deixe -se de ler entrevistas
vamos la a ver se você percebe, você agora descobriu os pós sionistas, por isso você se identifica tão bem com essa visão da história, aliás já tinha notado nos comentários ao outro post só que agora vem com a linguagem dos pós siosnistas, uma nova lingua, agradecendo essa descoberta ao Euroquê??. no fundo a linguagem dos pós sionistas que é o caso do tal historiador shlomon sand diz ele (“Não sou anti-sionista, mas pós-sionista. A definição de uma pessoa como anti-sionista sugere que é contra a existência do Estado de Israel”) são puros anti-sionistas do antigamentete, com outra roupagem para retirar carga ideologica. Sionistas e os antigos historiadores afirmam que o pós-sionismo é uma negação total do projecto sionista e põe em risco a própria legitimidade e existência do Estado de Israel como uma nação, coloca também sionismo como um fenómeno colonial e não como um movimento nacional. Shlomo Avineri em “Pós-Sionismo não existe”, impresso em Ha’aretz afirmou que “Pós-Sionistas” são pura e simplesmente anti-sionistas dos velhos tempos. ”
Os pós sionistas, novos historiadores , são um grupo definido dissolutamente-israelita de historiadores que têm desafiado a história israelita, incluindo o papel de Israel na Palestina em 1948 e o Êxodo de Árabes e a vontade de discutir a paz com Israel. Muita da sua principal fonte de material é proveniente de documentos do governo israelense, parcialmente porque as instituições governamentais árabes não abrem seus arquivos históricos. O movimento inclui acadêmicos, como Benny Morris, Ilan Pappé, Avi Shlaim, Tom Segev, Hillel e Cohen Simha Flapan. Muitas das suas conclusões foram incorporadas a ideologia política dos pós-sionistas. As posições políticas do grupo variam conforme os períodos da história israelita em que se especializam.
Base de argumentos
A versão oficial disse que a Grã-Bretanha tentou impedir a criação de um Estado judeu, os Novos Historiadores alegam que tentou impedir o estabelecimento de um Estado palestiniano.
A versão oficial disse que os palestinianos fugiram das suas casas por sua livre vontade; os Novos Historiadores disseram que os refugiados foram perseguidos e expulsos de suas terras;
A versão oficial disse que o equilíbrio do poder foi em favor dos árabes, os Novos historiadores disseram que Israel tinha a vantagem, tanto em recursos humanos e de armas;
A versão oficial disse que os árabes tinham um plano coordenado para destruir Israel, os Novos Historiadores disseram que os árabes foram divididos;
A versão oficial disse que a intransigência árabe impediu a paz, os Novos Historiadores afirmam que Israel é, em primeiro lugar o culpado pelo “beco sem saída”.
E por ai fora. A velha ladainha de sempre e o tentar acomodar os factos a nossa visão.
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Mas se não houve exilio então os judeus sempre foram dai e sempre estiveram na palestina. Voltamos ao inicio. O homem descobriu a agua. Judeus não são uma etnia, são uma religião, por isso os judeus são uma congregação religiosa igual aos muculmanos. Quem tenha lido a historia sabe que a palestina foi povoada por filisteus, canaitas, israelitas e que entre eles havia católicos, judeus e muçulmanos. Tremenda descoberta de shalom.
A discussão sobre este assunto já andou nas tricas entre historiadores por exemplo entre Sand e Bartal
Diz sand :
(“Não, escreve Sand, no século XIII a.C. Moisés “nunca poderia ter conduzido os hebreus para fora do Egipto até à Terra Prometida, porque esta era território egípcio”. Não, “não há qualquer vestígio de uma revolta de escravos contra o império faraónico ou uma súbita conquista de Canã por estrangeiros”. Não, a população do reino de Judá (posterior Judeia) “não fugiu para o exílio no século VI a.C. – só a elite intelectual foi forçada a instalar-se na Babilónia. Não, não houve um segundo êxodo, em 70 d.C., “porque os romanos nunca deportaram populações” – mesmo que quisessem, não tinham logística para expulsões em massa
Fontes dele:
Para fazer valer a sua argumentação, Sand cita David Ben-Gurion, o primeiro chefe do Governo de Israel, e Yitzhak Ben-Zvi, o segundo Presidente, asseverando que um e outro “disseram em várias ocasiões, em 1929, que a maioria dos camponeses da Palestina não tem origem nos conquistadores árabes, mas são genuínos descendentes dos habitantes da antiga Judeia
berberes judeus
Se os judeus não foram expulsos e não houve vinte séculos de errância, “o grande impulso para a judaização”, no Norte de África, na Europa de Leste ou no Médio Oriente, “foi um processo de conversões”,
O que Sand descreve como “a mais significativa conversão em massa” terá ocorrido no século VIII, no reino de Khazaria, situado entre os mares Negro e Cáspio, nas estepes ao longo do rio Volga. “A expansão do judaísmo do Cáucaso até à moderna Ucrânia criou uma multiplicidade de comunidades, muitas das quais se mudaram para a Europa de Leste depois das invasões mongóis”, afirma o historiador.
No século VIII d.C., os khazares adoptaram a religião judaica e o hebraico como língua escrita. A partir do século X, este reino enfraqueceu e, no século XIII, foi derrotado pelos invasores mongóis. Sand não duvida que os khazares convertidos, em conjunto com os judeus das terras eslavas e do que é hoje a actual Alemanha, “constituíram a origem das comunidades judaicas na Europa de Leste (…), a base da cultura yiddish”. )
Também não gostou que o livro seja um best-seller há 19 semanas, porque isso mostra que a sociedade israelita se tornou mais plural.
É criticado por Bartal outro historiador israelita quanto a influencia dos khazares criticando Sand por “inventar uma invenção”
Bartal nega que “um inteiro capítulo da história judaica tenha sido silenciado por razões políticas”, e socorrendo-se de obras de referência, para relembrar a Sand a passagem sobre os khazares, “nação de origem turca”.
segundo Bartal: “É irrelevante se a conversão ao judaísmo abrangeu um largo estrato da nação khazar; importante é que este acontecimento foi entendido como um fenómeno de grande significado na história judaica, um fenómeno que desde então desapareceu totalmente: o judaísmo como religião missionária. (…) A questão do impacto a longo prazo desse capítulo da história judaica nos judeus da Europa de Leste – quer através do desenvolvimento do seu carácter étnico ou de outro modo – é um tema que necessita de maior investigação. Em todo o caso, embora não conheçamos a extensão da sua influência, é evidente hoje que esta conversão teve um impacto.”Bartal não critica apenas a alusão de Sand aos khazares, mas também a asserção de que “‘académicos reputados do passado’ ocultaram a verdade no que diz respeito à origem impura dos judeus”. O seu contra-argumento é o de que “nenhum historiador do movimento nacional judeu alguma vez acreditou que as origens dos judeus são étnica e biologicamente ‘puras’
“Jamais um historiador judeu ‘nacionalista’ tentou ocultar o facto de que as conversões ao judaísmo tiveram um grande impacto na história judaica na Antiguidade e nos primórdios da Idade Média. Embora exista na cultura popular israelita, o exílio da pátria judaica (Palestina) é negligenciado nas mais sérias discussões históricas judaicas. Importantes grupos do movimento nacional judeu exprimiram reservas sobre este mito ou negaram-no completamente.”
O que é que Sand tenta provar com este estudo, questionou Bartal. “Que a pátria dos judeus não é a Palestina, que a maioria dos judeus descende de diferentes nações convertidas ao judaísmo e que foram os sionistas a desenvolver, no século XIX, uma ideologia etno-biológica e a inventar o chamado “povo judeu.
Agora deixando de lado as tricas de historiadores procurando resguardar a sua base ideologica adapatando os factos historicos a maneira, eu concordo com sand e ja tinha falado consigo neste aspecto no caso da bomba relogio demografica, Sand avisa: “É preciso mudar a consciência etnocêntrica da sociedade israelita. Não há futuro para um Estado judaico, porque deixa de fora 20 por cento de árabes e 5 por cento de imigrantes que não são considerados judeus. Na Galileia, 65 por cento dos habitantes são árabes.
Também concordo com ele
A definição de uma pessoa como anti-sionista sugere que é contra a existência do Estado de Israel. Eu aceito o Estado de Israel. Digo que hoje há um povo israelita judeu. sou a favor da solução de dois estados – não um judaico e um árabe, mas um israelita e um palestiniano. Pois mas isto digo eu ja podia existir desde 1948.
E depois de de Golda Meir, ex-primeira-ministra israelita, ter dito ao Sunday Times que “não existe isso a que chamam de povo palestiniano”, Shlomo Sand, outro israelita, vem dizer-nos que “o povo judeu é uma invenção”. Escrevendo um livro. Mas o “livro tem um objectivo político”, reconhece Sand.
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(“Voçe agarra-se ao velho testamento como fonte historica e, de facto, esse é o seu erro”)
é precisamente o contrário eu sei as escrituras, e por aí não tinha duvidas, mas como dou valor aos documentos historicos, parto do tempo em que eles existriam como tal e são analisados como fonte de historia, a partir do imperio romano, e dos historiadores romanos e judeus romanos como flavio josefo.
voce é infantil.
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Tal como Shlomo Sand, outro grande historiador israelita, Illan Pappe, exilado em Londres, também ataca o sionismo e desmascara o seu revisionismo histórico:
http://ilanpappe.com/
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zeze
(“Illan Pappe, exilado em Londres, também ataca o sionismo e desmascara o seu revisionismo histórico”)
é outro dos pos sionistas leu? ou devo dizer anti sionistas antiisraelitas.
O movimento inclui acadêmicos, como Benny Morris, Ilan Pappé, Avi Shlaim, Tom Segev, Hillel e Cohen Simha Flapan. Muitas das suas conclusões foram incorporadas a ideologia política dos pós-sionistas.
quer me surprender com nomes. deixe-se disso e não me venham com esse tipo de hisotrias e literatura historica de supermercado, quando essas ideias fizerem parte da historia séria falaremos ate la. o meu revisionismo histórico? essa boa. esta olhando-se ao espelho?
divirtam-se
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O Prof. Israel (Robert) J. Aumann, laureado com o Prêmio Nobel ( N.T. Prêmio Nobel de Economia em 2005
O Prof. Aumann, do Centro de Estudo da Racionalidade, da Universidade Hebraica de Jerusalém, abordando a ameaça iraniana, deslocou seu discurso no meio do caminho para o que ele disse representar uma ameaça ainda mais grave para a nação judaica: o pós-sionismo.
“E agora alguns palavras sobre uma terceira ameaça que é talvez a maior de todas. Não vem do Irão, nem de grupos terroristas, nem de qualquer fonte externa. Vem de dentro, de nós mesmos. ‘Nós conhecemos o inimigo, e somos nós.’
Eu me permitirei dizer algumas palavras impopulares, antiquadas: nosso desejo desesperado por paz está trabalhando contra nós. Nos leva para mais longe da paz, e coloca em perigo nossa própria existência. Eu penso que foi Churchill quem disse, ‘Se você quiser paz, prepare-se para a guerra’. A preparação inclui preparação material, um exército fantástico, armas efectivas de guerra, mas acima de tudo, nós estamos falando sobre preparação espiritual, sobre prontidão espiritual para ir à guerra.
“Senhoras e senhores, nós temos que dizer aos nosso ‘primos’ que nós vamos ficar aqui. Nós não vamos embora. Nós temos tempo; nós temos paciência; nós temos perseverança. Entendam isto e interiorizem. E nós não devemos simplesmente dizer isto aos nossos primos, mas temos que sentir isto dentro de nós mesmos. Isto e só isto trará a paz. Nós realmente podemos viver em paz e unidade e cooperação com nossos primos. Mas só depois que eles entenderem e interiorizarem que o estado sionista ficará aqui para sempre.
A mídia israelense e os campos universitários tornaram-se celeiros do pós-sionismo radical. O editor do maior jornal israelense em hebraico, alega que Israel foi “violada” política e diplomaticamente e que praticamente ninguém se incomoda com o facto.
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ANONIMO
Se o ZEZE é o EUROLIBERAL ou não, para mim tanto me dá, o que eu sei é que afinal já havia gente com a mesma visão que a minha só que eu não sabia e de facto tem sido uma descoberta esclarecedora .
E sabe que mais, antes de toda esta troca de galhardetes eu tambem não sabia 1/3 do que sei agora mas a si também tenho que agradecer porque por não concordar de todo consigo, isso me obrigou a aprofundar o meu conhecimento para desmistificar toda essa sua retorica gasta e repetitiva.
E como me dá um gozo enorme vê-lo espumar-se da boca sempre que contrario as suas frases batidas preciso de enriquecer a minha posição com um conhecimento que afinal já tinha um nome, pós-sionismo.
Não me veja como uma ameaça ao precioso Kibutz que tem lá na terra, veja-me como um alerta pois afinal existe muito e bom judeu israelita que acredita no mesmo que eu.
Realmente quanto mais leio sobre os pós-sionistas mais vontade tenho de ler e sendo Shlomo Sand filho de vitimas do Holocausto (ele proprio tambem uma vitima) que sempre seguiram a doutrina comunista e que com dignidade e altivez recusaram as compensações monetarias da Alemanha mais admiração ganhei pela cepa de onde este homem foi criado.
Li entrevistas, excertos, documentos, etc e de certeza que o ANONIMO fez igual por isso deixe-se de dar a ares superiores para cima de mim porque se torna demasiadamente ridiculo para que alguém o leve a sério.
Só para acabar e como sei que gosta de versões oficiais responda se quiser, quais foram as versões oficiais sobre os judeus durante toda a História da Humanidade?
As versões oficiais valem o que valem, NADA! A Historia quem a faz são os vencedores e voçe com esse vocabulario basico reflecte tudo aquilo contra o que eu luto, não só no caso da Palestina mas em tudo onde existe opressores e oprimidos.
É por ter gente como o ANONIMO em cargos de decisão tanto em israel como no hamas, que este conflito será eterno. Gente obtusa e fechada nas suas verdades imaculadas, incapazes de conceber a evolução sem ser com o recurso á guerra…para ter paz?
Não mais o incentivo a discutir este tema, porque deixou de ter piada e começa a dar-me nauseas a sua postura.
Ben-Ami (leia-se em hebraico) ………….. e o meu povo é o mundo!
A.R.A
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Sobre a origem turco-kahzar ( e não semita) dos judeus askenazis, que constituem 90% dos judeus mundiais:
http://www.biblebelievers.org.au/13trindx.htm
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146 Zézé
25 Jan 2009 às 1:43
Sobre a origem turco-kahzar ( e não semita) dos judeus % dos, askenazisque constituem 90% dos judeus mundiais:
Muito bem e obrigada pelo link.
Agora que já sabemos que os 90 % dos askenazis não são semitas mas turco-kahzaro que fazemos? Arranjamos outro hitlerzito; ou já há alguém para o servicinho?…
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Ara
seu nabo, você é um catavento se de facto não tem a ideologia que tem.
O que estes historiadores fazem é manipular as escrituras biblicas com pseudo descobertas arquelogicas biblicas, para atacar os sionistas os fundadores do estado de israel. Que fundaram o estado com outras bases, secularistas, eram intelectuais do seculo XIX, laicos e seculares.
estes historiadores não modificaram uma virgula da historia universal, escreveram livros sobre a pseudo historia biblica para atacar os sionistas.
então esta descobrindo umas coisa comigo hein? seu pos sionista.
voce é mesmo infantil
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o que é que pretende o ZEZE uma pureza genetica nos povos para serem povos.
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#149 o que o Zézé pretende é tornar clara a falsidade da narrativa sionista do regresso à terra prometida, da” legitimidade histórica” da Nakba.
Bullshit. Os askeNAZIS sionistas NADA TÊM A VER COM A PALESTINA, a não ser que a sua religião vem de lá (mas também 3 biliões de não-judeus, isto é, cristãos e muçulmanos, dizem o mesmo…
Nem sequer há 2.000 anos tinham, porque os palestinianos judeus que viviam nessa época na Palestina eram os ascendentes dos actuais palestinianos, que ao longo dos séculos se foram convertendo ao cristianismo e depois ao islão…
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#140, Não há povo judeu (já que etnicamente há judeus brancos caucasianos, semitas , negros, iemenitas, indianos, chineses, etc. Há sim uma comunidade religiosa judaica, mas isso não é um povo. Tal como não há um “povo cristão”, porque os cristãos são oriundos de todos os povos.
Logo, o povo judeu não ocupou nunca a Palestina antes de 1948: o único povo (conceito étnico, não religioso) que ocupou a Palestina foram os semitas palestinianos, que mudaram de religião dominante ao longo dos séculos. No tempo de Cristo eram (religiosamente) judeus, mas hoje são maioritariamente muçulmanos. É assim tão difícil compreender isto, sionistas de cabeça pequenina ?
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anónimo, até Champollion o relato bíblico só podia ser posto em causa pelas suas próprias contradições e incoerências. É da necessidade de esclarecer essas contradições que nasce a crítica bíblica.
Com o aparecimento de novas fontes esse relato vai progressivamente perdendo o seu valor histórico, e tem que ser contextualizado. A arqueologia, longe de confirmar esse relato, coloca-o cada vez mais em causa. Pode encarar isso como uma cabala, como o faz nos seus comentários sobre os novos historiadores, ou pode, face a factos novos, formar uma opinião crítica.
O que não pode é, se quizer manter um mínimo de honestidade intelectual, escudar-se num “a história diz” sem revelar de que “história” fala, qual a fonte a que se refere.
Fala de Flávio Josefo. Onde, exactamente, nos escritos de Flávio Josefo existe qualquer menção à expulsão dos judeus?
Qual a fonte histórica (ou outra) que permite concluir que os judeus foram expulsos pelos romanos?
Está mais do que documentado o culto de divindidades levantinas na Península Ibérica. Há quem, inclusivamente, defenda que a religião popular portuguesa tem origem nesses cultos. O mediterrâneo é, e sempre foi, um veículo de disseminação de ideias. Mas para si, aparentemente, o proselitismo judaico é tabu, apesar de estar igualmente bem documentado.
Recomendo-lhe, já que as Escrituras são a sua fonte preferida, a releitura do Livro de Ester.
Mas o que está subjacente a esta discussão é, como é óbvio, o alegado direito a um território específico com base numa suposta promessa divina, por parte dos auto-alegados sucessores dos recipientes de tal promessa. Isso não tem ponta por onde se lhe pegue, mas se o assunto lhe interessa estou por aqui.
Zézé e A.R.A, caso ainda não conheçam há um outro autor cuja leitura considero fundamental para a compreensão do mito – Israel Shahak – Jewish History, Jewish Religion e Jewish Fundamentalism in Israel. Ambos os livros estão na mula.
Para desmistificar a suposta expulsão dos judeus dos países árabes após 48 há o livro de Giladi Naeim – Ben-Gurion Scandals. How the Hagannah and The Mossad Eliminated Jews.
E se me permitem recomendo também 2 sites, http://www.israelshamir.net e eaazi.blogspot.com
Maria, coitadinhos dos judeus. Só não percebo porque é que não há Museus do Holocausto aos 20 milhões de russos dizimados pelos assassinos nazis, ou porque é que não há placas comemorativas massacre de 60.000 cristãos em Jerusalém pelos pobres judeus perseguidos que se calhar levaram à letra o exemplo do Livro de Ester que aconselhei ao anónimo e resolveram emular os 75.000 que aí se mencionam. Ou talvez se lembrassem do Josué das trombetas que com elas derrubou as muralhas de uma cidade que as não tinha à data em que supostamente caíram.
É que uma coisa são factos históricos, outra são mitos, mas há quem confunda as duas e tome os últimos pelos primeiros. E enquanto noutros tempos o mito se consolidava em séculos, hoje bastam poucos anos e algum controle dos meios de comunicação e dos manufactores de cultura popular para os estabelecer.
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zeze ja vi, e consigo não vale a pena discutir. um povo para você tem que estar implicito na genetica, embora ande a vaguer a volta do conceito étnico.
(“o povo judeu não ocupou nunca a Palestina antes de 1948: o único povo (conceito étnico, não religioso) que ocupou a Palestina foram os semitas palestinianos”)
Pois que por acaso são primos.
Os judeus chamam terra, a uma terra ( tempos imemoriaveis) não é, que habitaram há milênios, aliás foram os únicos organizados politicamente administrativamente reconhecidos pela historia ao contrário dos “palestinos” rebatizada de palestina apos a derrota pelos romanos por Adriano, ordenando a mudança do nome de Jerusalém para Aelia Capitolina, e o nome da Judéia para Síria Palestina, para evitar qualquer associação judaica com a terra de Israel, readoptando o nome pelo qual esta zona era conhecida durante o domínio pelos Filisteus, israelitas esses que tiveram soberania no verdadeiro sentido da palavra sobre aquela terra, e foram os únicos a quem os romanos tiveram que enfrentar e derrotar, perdendo assim a sua soberania e posse sobre aquele território, factos históricos, os semitas “palestinianos” nunca foram um povo especifico, nunca tiveram soberania, nunca foram politicamente organizados, e sempre pertenceram a uma massa ou comunidade informe sem cultura que os distinguisse, e nunca enfrentaram os romanos, ou lutaram dando indicios de ter soberania sobre aqueles territorios como pertença sua nesse passado longinquo para ficarem conhecidos pela historia como um povo organizado que lutou pela sua terra e pela sua soberania no passado. Ha 2000 anos que região se liga à história dos Hebreus. Alias são os únicos que na história aparecem como um povo com poder ( soberania) sobre aquele território.
(“Há sim uma comunidade religiosa judaica, mas isso não é um povo, “)
Pois sim, está mal, mas um povo é um agrupamento de indivíduos que têm entre si uma afinidade comum porque possuem a mesma: lingua, religião, território, etnia, costumes tradiçoes , historia etc etc. Ou uma combinação destes factores agregantes.
Por isso ,“Há sim uma comunidade religiosa judaica, mas isso não é um povo”) é sim é uma caracteristica da classificação de um povo, é um factor agregante, e ainda mais na religião judaica ou muculmana , ao contrário do que você diz, comparando com a crsitã, em que nesta a cristã, a vida de um povo, pode não significar viver de acordo com os livros, mas nessas significa viver de acordo com a religião o que significa que a religião é um facto muitissimo agregante na definição de uma comunidade como povo, ou seja viver de acordo com os livros sagrados, se a isso acrescentarmos costumes, tradições, lingua, com a fixação num territorio com a consequente soberania e admnistraçao sobre o território politico-administrativa, na sua óptica não temos um povo na óptica dos entendidos temos um povo.
O senhor ainda não percebeu que no judaismo a religião funciona como uma nacionalidade ( o tal viver de acordo com os livros, em que podem ser, negros, iemenitas, indianos, chineses etc) e tem dificuldade em entender isto, aliás considera isto racista, e não percebe que isto funciona como uma nacionalidade a priori, O sionismo reconhece que a condição judaica é definida por uma origem, religião, cultura e história em comum, ou alguns destes factores, Israel garante cidadania automática aos judeus, porque em principio integrarão presumivelmente essa condição, o nosso estado também faz isso em relação aos emigrantes, mas os não-judeus também têm o direito de ser cidadãos israelenses, e ha muitos. Ha cerca de um milhão de muçulmanos e cristãos árabes, drusos, bahais, circassianos e outros grupos étnicos representados na população de Israel e conforme procedimentos de naturalização semelhantes aos existentes nos demais países.
Entendeu seu pós sionista de cabeça grande
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(“Mas o que está subjacente a esta discussão é, como é óbvio, o alegado direito a um território específico com base numa suposta promessa divina”)
Qual promessa divina qual carapuça, se eu nas minhas argumentações estou sempre a afastar-me dos “ mitos” das escrituras bilbicas cingindo-me a historia universal e não a historia dos judeus, e vem estas pessoas falar nas escrituras nas escavações arqueologiccas biblicas, isso é outra discussão que nos levava a discutir sobre se a biblia é um documento historico ou não. Ha duas escolas ha duas opiniões, mas não é isso.
O direito ao territorio existe.
Os judeus chamam terra, a uma terra ( tempos imemoriaveis) não é, que habitaram há milênios, aliás foram os únicos organizados politicamente administrativamente reconhecidos pela historia ao contrário dos “palestinos” rebatizada de palestina apos a derrota pelos romanos por Adriano, ordenando a mudança do nome de Jerusalém para Aelia Capitolina, e o nome da Judéia para Síria Palestina, para evitar qualquer associação judaica com a terra de Israel, readoptando o nome pelo qual esta zona era conhecida durante o domínio pelos Filisteus, israelitas esses que tiveram soberania no verdadeiro sentido da palavra sobre aquela terra, e foram os únicos a quem os romanos tiveram que enfrentar e derrotar, perdendo assim a sua soberania e posse sobre aquele território, factos históricos, os semitas “palestinianos” nunca foram um povo especifico, nunca tiveram soberania, nunca foram politicamente organizados, e sempre pertenceram a uma massa ou comunidade informe sem cultura que os distinguisse, e nunca enfrentaram os romanos, ou lutaram dando indicios de ter soberania sobre aqueles territorios como pertença sua nesse passado longinquo para ficarem conhecidos pela historia como um povo organizado que lutou pela sua terra e pela sua soberania no passado. Ha 2000 anos que região se liga à história dos Hebreus. Alias são os únicos que na história aparecem como um povo com poder ( soberania) sobre aquele território.
A região da Palestina estava cultural e etnicamente arabizada em 1948, ja era habitada por uma população árabe, que ja se tinha enraizada por uma longa e consistente migração e assimilação iniciada por volta do ano de 350 e que perdurou e floresceu por mais de 400 anos durante as dinastias árabes Omanida, Abássida , Fatímida, e apesar de dominações posteriores, manteve suas principais características. Mas essa população também apareceu ai por migrações e assimilações.
Os isreaelitas, tiveram posse na antiguidade, algumas comunidades sempre permaneceram la, ou retornaram lá ao longo da história caso do decreto de alhambra, foram expulsos da sua terra pela violência dos romanos, tem direito como descendentes de autoctones a reclamar a herança dos seus antepassados que nunca perderam a posse, não ha evidências de qualquer interrupção da presença judaica na Palestina há mais de três milênios, são um dos estados que foi formado não pela espada, mas pela votação de paises representados na ONU. Todo povo, toda civilização, toda sociedade tem direito a existir. Desse direito derivam-se dois princípios, o da inviolabilidade do território e o do direito à defesa. E é com base nesses dois princípios que se operacionaliza o direito à existência.
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O touxim
So para acabar porque ja percebi tudo
(“Para desmistificar a suposta expulsão dos judeus dos países árabes após 48 há o livro de Giladi Naeim – Ben-Gurion Scandals. How the Hagannah and The Mossad Eliminated Jews.
E se me permitem recomendo também 2 sites, http://www.israelshamir.net e eaazi.blogspot.com”)
Ena pa grande tirada, claro voces so leem propaganda.
Com a declaração do Estado de Israel em 1948, o status dos judeus nos países árabes piorou drásticamente à medida que muitos países árabes declararam ou apoiaram guerra contra Israel. Os judeus foram, então, expulsos dos países onde residiam há anos e tornaram-se reféns políticos dominados do conflito árabe-israelense.
Os direitos e a segurança dos judeus residentes em países árabes passaram a ser atacados física e legalmente pelos governos e pela população de um modo geral. Na Síria, por causa das perseguições anti-judaicas em Alepo, em 1947, dos 10 mil judeus da cidade, 7 mil fugiram do terror. No Iraque, o “sionismo” tornou-se um crime capital. Mais de 70 judeus foram assassinados por bombas na região judaica do Cairo, no Egipto. Após os franceses terem desocupado a Argélia, as autoridades emitiram uma variedade de decretos anti-judeus que induziram os quase 160 mil judeus a fugirem prontamente do país. Após a Resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas sobre o Plano de Partilha, em 1947, amotinadores muçulmanos deram início a perseguições sanguinárias em Áden e Iêmen que acabaram causando a morte de 82 judeus. Em diversos países os judeus foram expulsos ou tiveram sua cidadania revogada (como, por exemplo, na Líbia). Inúmeros judeus fugiram de 10 países árabes. Eles tornaram –se refugiados em uma região predominantemente hostil aos judeus.
EGIPTO
Na década de 1940, com o crescimento do nacionalismo egípcio e os esforços do movimento sionista para criar uma terra natal judaica adjunta a Israel, as actividades anti-judaicas começaram a surgir com mais intensidade. Em 1945, as agitações começaram dez judeus foram mortos, 350 ficaram feridos e uma sinagoga, um hospital judeu e um lar para idosos foram incendiados. Após o sucesso do movimento sionista em estabelecer o Estado de Israel, medidas violentas e repressoras vindas do governo e dos cidadãos egípcios tiveram início entre junho e novembro de 1948. Bombas foram postas no quartel judeu, matando mais de 70 judeus e ferindo cerca de 200. As agitações nos meses que se seguiram resultaram em muitas outras mortes. Dois mil judeus foram presos e muitos tiveram suas propriedades confiscadas.
Em 1956, o governo egípcio usou a Campanha do Sinai como pretexto para expulsar aproximadamente 25 mil judeus egípcios do país e confiscar suas propriedades. Os direitos dos judeus foram finalmente recuperados em 1979, depois que o presidente Anwar Sadat assinou o Acordo de Camp David com Israel
Decretos discriminatórios e violações dos direitos humanos
Em 9 de julho de 1947, uma emenda foi introduzida à Lei das Empresas Egípcias, tornando obrigatório a uma empresa que 75% dos empregados de sectores administrativos e 90% dos empregados em geral fossem cidadãos egípcios. Isto resultou na demissão e na impossibilidade de conseguir novos empregos para muitos judeus, pois apenas 15% da população judaica possuía a cidadania egípcia
Os judeus partiram em massa do Egito quando foi criada uma nova emenda, em 1956, rectificando a Lei de Nacionalidade Egípcia de 1926. O Artigo 1 da lei de 22 de novembro de 1956 estipulava que os “sionistas” fossem proibidos de receber a cidadania egípcia. O Artigo 18 da lei de 1956 reforçava ainda que “a nacionalidade egípcia poderia ser retirada, por ordem do Ministério de Relações Interiores, em caso de pessoas classificadas como sionistas”. Além disso, o termo “sionista” nunca foi definido, deixando então que as autoridades egípcias o interpretassem como bem entendessem.
As cláusulas nas leis de 1956 e 1958 permitiram que o governo retirasse a cidadania de qualquer judeu egípcio que estivesse ausente do território da RAU (República Árabe Unida) por mais de seis meses consecutivos. O que prova que estas cláusulas foram feitas para atingir exclusivamente os judeus é o facto de que as listas de pessoas desnaturalizadas, publicadas de tempos em tempos pelo Diário Oficial, continham apenas nomes judeus, apesar de muitos outros egípcios não-judeus terem se ausentado por mais de seis meses do território egípcio.
Discriminação econômica e estrangulamento
A lei nº 26 de 1952 obrigava todas as empresas a empregar percentagens pré-determinadas de “egípcios”. Um grande número de empregados judeus assalariados perdeu seus empregos, e não conseguiram outros, porque não pertenciam à categoria de judeus que possuía nacionalidade egípcia.
Entre 1 e 20 de novembro de 1956, registos oficiais revelam que, por uma série de ordens de confisco dadas pela Proclamação Militar nº 4, as propriedades de muitas centenas de judeus no Egipto foi retirada de seus donos e entregue a administradores egípcios. A Proclamação nº 4 foi posta em prática quase que exclusivamente em judeus; e ainda que um pequeno número de coptas e muçulmanos tenham sido também prisioneiros de guerra, seus pertences nunca foram tomados.
IRAQUE
Em junho de 1941, o golpe de Rashid Ali, de apoio aos nazistas e inspirado pelo Mufti de jerusalem, iniciou uma série de manifestações e perseguições em Bagdá. Multidões de iraquianos armados assassinaram 180 judeus e feriram outros mil. Insurreições adicionais de manifestações anti-judaicas ocorreram entre 1946 e 1949. Após o estabelecimento de Israel em 1948, o sionismo tornou-se um crime capital.
Em 1950, foi permitido que os judeus iraquianos deixassem o país em um ano caso desistissem de suas cidadanias. Um ano mais tarde, no entanto, as propriedades dos judeus que emigraram foram congeladas e restrições econômicas foram dadas aos judeus que permaneceram no país. De 1949 a 1951, 104 mil judeus foram expulsos do Iraque na Operação Ezra e Nehemiah, outros 20 mil foram retirados clandestinamente pelo Irão. Assim, uma comunidade que chegou a 150 mil pessoas em 1947 rapidamente se reduziu a seis mil depois de 1951.
Em 1952, o governo do Iraque barrou os judeus de imigrarem. Com a ascensão de facções rivais Ba’ath em 1963, restrições adicionais foram impostas aos judeus iraquianos remanescentes. A venda de propriedades foi proibida e todos os judeus foram forçados a carregar cartões de identidade amarelos. As perseguições continuaram, especialmente após a Guerra dos Seis Dias em 1967
Decretos discriminatórios e violações dos direitos humanos
A primeira fracção de legislação posta em prática que violou os direitos dos judeus foi a emenda 12 de 1948 para o suplemento 13 de 1938 ao Código Penal de Bagdá. O Código Penal de Bagdá reforçava a cláusula relacionada ao comunismo, anarquia e imoralidade da secção 89A. A secção geralmente proíbe a publicação de qualquer coisa que incite a difusão do ódio, abusos de governo ou a integridade da população. Esta emenda, criada em 1948, adicionou o termo “sionismo” ao comunismo, anarquismo e imoralidade, cuja propagação constituía uma ofensa com pena de sete anos de prisão e/ou uma multa.
A lei nº 1 de 1950, intitulada “Suplemento ao decreto cancelando a nacionalidade iraquiana”, privava de facto os judeus da nacionalidade iraquiana. A seção 1 estipulava que “o Conselho de Ministros pode cancelar a nacionalidade iraquiana dos judeus iraquianos que desejem por vontade própria deixar o Iraque
A lei nº 5 de 1951, intitulada “Lei de supervisão e administração de propriedades de judeus que negligenciaram a nacionalidade iraquiana”, também os privava de suas propriedades. A secção 2 “congelou” as propriedades dos judeus.
LÍBIA
Decretos discriminatórios e violações dos direitos humanos
O Artigo 1 da Lei nº. 62 de março de 1957, decretava, entre outras coisas, que pessoas ou empresas foram proibidas de entrar directa ou indirectamente em contratos de qualquer natureza com organizações ou pessoas domiciliadas em Israel, com cidadãos israelenses ou seus representantes. A provisão desse artigo também permitiu que o Conselho de Ministros registasse residentes na Líbia que fossem parentes de pessoas residentes em Israel
A Lei de 31 de dezembro de 1958 foi um decreto emitido pelo Presidente do Conselho Executivo , que ordenava a dissolução do Conselho da Comunidade Judaica e a designação de um comissário Muçulmano nomeado pelo Governo.
Em 24 de maio de 1961, uma lei foi promulgada decretando que apenas cidadãos líbios poderiam possuir ou transferir propriedade real. Uma prova conclusiva da posse de cidadãos líbios era requerida para ser evidenciada por uma licença especial, confiantemente relatado de ter sido emitida para apenas seis Judeus em sua totalidade.
Com a primeira lei nº 14, de 7 de fevereiro de 1970, o Governo líbio estabeleceu que todas as propriedades pertencentes a “Israelitas” que deixaram o território líbio “para se estabelecer definitivamente no exterior” teriam que passar pela Custódia Geral. Apesar do preciso fraseio da lei (“Israelitas que deixaram o território líbio para se estabelecer definitivamente no exterior”), o Governo líbio começou a tomar posse de propriedades pertencentes a “judeus” sem se preocupar com o fato de que esses Judeus não poderiam ser considerados “israelitas” e não tinham “se estabelecido definitivamente no exterior”.
* O governo decretou a lei de 21 de julho de 1970, que afirmava que queria “a restituição de certos recursos para o Estado”. A “lei relativa à definição de certos recursos para o Estado” afirmou que a Custódia Geral administraria o valor líquido das propriedades de Judeus, bem como suas empresas e acções pertencentes a judeus.
ARGÉLIA
Decretos discriminatórios e violações dos direitos humanos
em 1962, o governo argelino atormentou a comunidade judaica e privou os judeus de seus direitos económicos. Como resultado, quase 130 mil judeus argelinos imigraram para a França e, desde 1948, 25.681 judeus argelinos imigraram para Israel
O Código de Nacionalidade Argelino de 1963 deixou isso bem claro, dando a cidadania argelina como direito apenas àqueles cujos pais e avôs paternos possuíssem algum status pessoal muçulmano na Argélia
E ainda falta tunisia, siria, iemen, marrocos, mas não vale a pena abstenho-me desse incomodo
Ha aqui pessoas a quem a ideologia cega
[Responder]
Quer dizer, ó anónimo (#153):
Se as testemunhas de jeová, vindas de todo o mundo e de todas as raças, também decidirem invadir um território (Portugal, por exemplo) e expulsarem todos os seus habitantes (ou pelo menos 80%, como os sionistas) já são POVO para si, não é ? E a IURD, também tem direito a ser povo e a roubar teritórios de outros povos ? E que tal um estado Maná ? E um estado MORMON ? Se eles quiserem roubar a sua casa, você deixa ? Tem de deixar…
E você não percebeu ainda que os palestinianos (etnia) judeus (de religião) do tempo de Cristo que viviam na Palestina há 2000 anos (de que descenderam directamente os palestinianos de hoje, maioritariamente muçulmanos, porque o islão só apareceu no séc. VII e só aí podiam começar as conversões) NADA têm a ver ETNICAMENTE (como povo) com os judeus actuais, que são de origem turco-khazar-caucasiana, a não ser a religião ? O que é para si o “povo” cristão ? É branco, preto ou amarelo ?
Que mesmo os sefarditas (10% dos judeus actuais), esses sim semitas, nada têm a ver com a Palestina, porque os seus antepassados eram os berberes do Magrebe ( religiosamente judeus antes de 680) que vieram para a Peninsula com a invasão árabe e que nunca viveram na Palestina ?
E você não sabe que definir a etnia
(nacionalidade) pela religião para excluir da nacionalidade crentes de outras religiões, foi o que fizeram os Reis Católicos (judeus não são espanhóis, diziam) e Hitler (judeus não são alemães, dizia) ? Sabe que, por isso, os sionistas como você são racistas e nazis ? Já o euroliberal que andou por aqui antes de ser saneado pelo “pró-palestiniano” Daniel explicou isso muito bem montes de vezes…
Desculpe lá, você tem cérebro ? E se tem, porque não o usa ? Olhe que usá-lo não o gasta…
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152 estouxim
26 Jan 2009 às 4:56
“Maria, coitadinhos dos judeus,…..”até,” …. Josué das trombetas , etc etc etc…”
Pois sim senhor, estoxim.
Li isso tudo, o livro de ester mais o josué no episódio de trombetas e outros e mais qualquer coisita sobre o assunto judeus , cristãos, mouros
etc etc que a história da humanidade já vai longa embora ainda que na infancia.
Os crimes nazis, todos sabemos, ultrapassaram
em muito os horrores do holocausto contra o povo judeu.Evidentemente que milhões de russos morreram durante esse periodo negro, mas tambem alemães, franceses , italianos, holandeses, ciganos etc etc etc.
Em que é que essa realidade anula os millões de judeus assassinados no holocausto?
E que tem a ester ou o josué que ver com a realidade terrivel desse holocausto?
O quê,por existirem relatos biblicos numa determinada direcção, relatando guerras e atentados de civilizações contra civilizações, estão justificados os actos repugnantes perpretados por um bando de psicopatas nazis??
Será talvez ir um bocado longe demais na leitura , não lhe parece?
Em relação a inexistencia de-”Museus do Holocausto aos 20 milhões de russos dizimados pelos assassinos nazis”–aí meu caro teria que dirigir a pergunta a governos russos , pois a eles caberia a resposta; ou são tambem os judeus culpados por essa falta?…..
[Responder]
http://uk.reuters.com/article/UKNews1/idUKTRE50N19920090124
VATICAN CITY (Reuters) – Pope Benedict rehabilitated Saturday a traditionalist bishop who denies the Holocaust, despite warnings from Jewish leaders that it would seriously harm Catholic-Jewish relations and foment anti-Semitism.
—
Para todos que comentam c/ horror que o Presidente Iraniano nega o holocausto e por isso é um monstro. Aparentemente, a igreja Católica nao se importa de suportar esse ponto de vista.
[Responder]
“Ha aqui pessoas a quem a ideologia cega”
Que vc é cego, e como diz o ditado, da pior espécie, da que não quer ver, já sabíamos. Não vou ao ponto de afirmar que o que o cega é a ideologia porque ainda não discerni nenhuma. Só confusões, falta de rigor e despejar de textos de que não indica a proveniência. O de cima foi copiado na íntegra de http://www.judeusdospaisesarabes.com.br/comunidades.htm um site sem referências de autoria mas que é uma versão para consumo brasileiro de http://www.justiceforjews.com/ tendo este último por objectivo declarado “To ensure that justice for Jews from Arab countries assumes its rightful place on the international political agenda and that their rights
be secured as a matter of law and equity.” ou seja, uma tentativa de lançamento da campanha Holocausto v.2 (Tm). Patrocinadores de tão benemérita iniciativa são, como não podia deixar de ser, os do costume:
Sponsoring Organizations
Founded in 2002, Justice for Jews from Arab Countries (JJAC) is a coalition of Jewish communal organizations operating under the auspices of the Conference of Presidents of Major American Jewish Organizations and the American Sephardi Federation in partnership with the American Jewish Committee, the American Jewish Congress, Anti-Defamation League, B’nai Brith International, the Jewish Council for Public Affairs and the World Sephardic Congress.
A data de fundação é também reveladora, 2002, mesmo antes da invasão do Iraque. Como a torneira do Holocausto v.1 (Tm) está a secar, nada como abrir a do petróleo com o Iraque a tomar, nesta v.2, a posição da Alemanha na v.1, porque o hábito da extorsão é pior que heroína, e não há metadona que cure a ressaca.
Pedir-lhe que leia é óbviamente pedir de mais, vc nem escrever sabe, mas se quizer fazer uma tentativa, tem aqui uma versão condensada do Naeim Giladi, são só 12 páginas e tem bonecos. É claro que o homem não é pós-sionista, é mesmo anti-sionista à moda antiga, e tem razões para isso, quando era puto converteu-se à causa mas a estadia em Israel abriu-lhe os olhos.
Quanto ao que escreve em #154, como insiste em não fornecer fontes, e como aparentemente o texto é seu (cumprimentos pelo estilo) posso apenas tentar adivinhar, com base em duas palavras, qual será a sua fonte, e arriscaria esta senhora que escreveu este livro
ou então este senhor que escreveu este livro.
Para quem acusa um historiador verdadeiro de não ser “especialista da área em questão” vir com os argumentos de uma jornalista e de um advogado e chamar-lhes História é no mínimo caricato.
[Responder]
Maria, porque são os judeus que insistem em usar o auto-proclamado estatuto de vítimas eternas e indefesas para justificarem o roubo, a extorsão e a excepcionalidade, quando também eles, quer no(s) mito(s) fundador(es) quer em factos históricos confirmados, massacraram os outros. Disso não convém que se fale, retira-lhes a excepcionalidade, e se se acaba a excepcionalidade acaba-se a mama. O objectivo dos museus do holocausto e das placas dos massacres têm essa finalidade, afirmar a excepcionalidade e manter a mama.
Só isso.
[Responder]
Palavras de Giladi, judeu iraquiano, no limk indicado pelo Estouxim:
“I write
this article for the
same reason I
wrote my book: to
tell the American
people, and
especially
American Jews,
that Jews from
Islamic lands did
not emigrate
willingly to Israel;
that, to force them
to leave, Jews
killed Jews; and
that, to buy time to
confiscate ever more Arab lands, Jews on
numerous occasions rejected genuine
peace initiatives from their Arab
neighbors.
I write about what the first prime
minister of Israel called “cruel Zionism.”
[Responder]
ZEZE
(“E você não percebeu ainda que os palestinianos (etnia) judeus (de religião) do tempo de Cristo que viviam na Palestina há 2000 anos (de que descenderam directamente os palestinianos de hoje, maioritariamente muçulmanos, porque o islão só apareceu no séc. VII e só aí podiam começar as conversões) NADA têm a ver ETNICAMENTE (como povo) com os judeus actuais, que são de origem turco-khazar-caucasiana, a não ser a religião”)
Percebo, percebo, o senhor é que nao percebe que os descendentes judeus actuais, digamos assim, do seculo passado, eram descendentes dos antigos autoctones em que o senhor so abrange os que la ficaram, e esquece-se que essas comunidades da diaspora sempre preservaram a sua religião e os costumes do seu povo, mesmo nos diferentes paises por onde andaram, dai nunca se terem integrado completamente, ao manter as suas especificidades e dai os progorms e as perseguiçoes de que foram alvo devido a sua maneira de viver. Por isso não vou repetir mais o que disse em relação ao direito que tem como povo “errante” tendo sido expulsos do seu pais o direito de reclamar a herança dos seus antepassados
(“Que mesmo os sefarditas (10% dos judeus actuais), esses sim semitas, nada têm a ver com a Palestina, porque os seus antepassados eram os berberes do Magrebe ( religiosamente judeus antes de 680) que vieram para a Peninsula com a invasão árabe e que nunca viveram na Palestina ?”)
Que nunca viveram na palestina é o senhor que diz e a Teoria do shalom sand teoria anti-sionista contrariada pela historia que diz:
Muitos anos depois, no ano 70 d.C. Os romanos destruiram Jerusalém, e isso acarretou uma nova diáspora, fazendo os judeus irem para outros países da Ásia Menor ou sul da Europa. As comunidades judaicas estabelecidas nos países do Leste Europeu ficam conhecidas como Asquenazi (netos de Noé). Perseguidos pelo islamismo, os judeus do norte da África (sefardins) migram para a península Ibérica. Expulsos de lá pelo crescente cristianismo do século XV, migram para os Países Baixos, Bálcas, Turquia, Palestina e, estimulados pela colonização européia, chegam ao continente americano.
(“E você não sabe que definir a etnia
(nacionalidade) pela religião para excluir da nacionalidade crentes de outras religiões, foi o que fizeram os Reis Católicos (judeus não são espanhóis, diziam) e Hitler (judeus não são alemães, dizia) ? Sabe que, por isso, os sionistas como você são racistas e nazis ?”)
Pois a velha treta de sempre. E não enxergam em si racismo com base na religião, vem com a historia da testemunhas de jeova fundarem um reino so delas, ignorancia crassa e não distinguir a realidade nas comparaçoes. No fundo no fundo o que esta a servir de lastro ao intelcto destas pessoas é sempre a mais que sempre a religião, o ver judeus, o pensar o estado israelita como um estado de judeus.
O meu caro voce não sabe e ainda não percebeu que os judeus foram expulsos e perseguidos por serem precisamente judeus, por serem o que eram e terem um modo de vida diferente e de acordo com a religião. Isso essa falta de integração de manter as suas tradiçoes e costumes aliados a religião, isso e outros factores levaram Às suas constantes perseguiçoes sempre por onde andaram, na península arábica do século VII, onde chegaram após a destruição do segundo templo, os judeus viram-se envolvidos nas lutas entre maomé e os habitantes de meca, de início parte integrante da umma criada por maomé em medina, duas tribos judaicas foram expulsas da cidade, enquanto que a terceira seria executada. Este episódio não tem contudo nada a ver com manifestações de anti-semitismo, encontrando-se integrado nas guerras entre Meca e Medina e na mentalidade do século VII. Em espanha ocorre o massacre de granada e entre os séculos XII e XV os judeus são expulsos do Norte da Europa, dominada pelos cristãos. Os grandes massacres de judeus sucederam-se em diversos países: Alemanha, Inglaterra , França e Espanha , culminando na expulsão de 1492 e no grande massacre de Lisboa em 1506. Os judeus passam a habitar a europa oriental.Com o fim da Idade Média e o Iluminismo as perseguições diminuem, recomeçam durante a era moderna, os judeus da rússia e de toda a região leste da europa são constantemente perseguidos e massacrados sob os mais diversos pretextos e acusações. Em meados do século XIX os pogroms forçam as ondas de imigração judaica para a américa e fomentam o surgimento dos primeiros movimentos sionistas e foi dai que resultou uma necessidade absoluta criar um esatdo para esse povo, dai o movimento sionista laico e secular do seculo XIX. Que unicamente reconhecia na condição de povo o ser judeu, para ser nacional, mas nunca isso seria motivo para excluir outros credos na formação desse futuro estado, e por isso ao contrario doq ue o senhor afirma má comparação como sempre dos reis catolicos que excluiam esses credos ou então tinham que se converter cristão novos, ou de um reino exclusivo das testemunhas de jeova o estado de israel não é exclusivo e que todos podem ser cidadãos de israel como nas democracias ocidentais desde que façam uma naturalização e são livres de exercer o seu credo. E como disseo por isso ha lá cerca de um milhão de muçulmanos e cristãos árabes, drusos, bahais, circassianos e outros grupos étnicos representados na população de Israel ha e pretos africanos por exemplo judeus da etiopia, o melhor antidoto contra qualquer argumento racista, quem é racista quem? equiparar pura e simplesmente o sionismo ao racismo equivale á negação do direito à existência do estado de Israel. E é uma posição racista, ou seja os senhores são racistas através da religião. Bem mas esse assunto ja foi esclarecido e corrigido até pela onu.
So mais uma coisinha e o euroliberal o zeze e companhia podem delirar a vontade.
O sionismo viola as leis judaicas é verdade.e por ai pelo lado religioso e se o estado de israel tivesse sido fundado nessa base e não em bases seculares então podia ser atacado na sua fundação,pela falta de um messias,que não do modo democratico como foi fundado pelo voto dos outros paises.
Mas judaísmo tem correntes no seu interior sendo um dos grupos que existiu e existe onde há bastante debate sobre estes temas, sustentando-se na vontade democrática do Estado de Israel, única democracia do Médio Oriente que não descarta nem sequer historicamente o tema do próprio Estado e do seu direito a existência. De começo houve judeus que questionaram a existência do próprio Estado baseados na própria religião, considerando-o um acto limitado na blasfémia, O que só por intermédio de um Messias poderia vir a ser implantado. E que o sionismo (movimento político) pretende ultrapassar isto e implantar de uma forma ímpia, cá esta viola leis judaicas. Mas apesar disso eles na maioria querem um estado.
O sionismo não pretende combater a descriminação como o apartheid correcto. O sionismo é um movimento politico que visava a criação de um estado só para…mas não eclusivo, sendo só para e sendo aceite pela comunidade não viola não descrimina mas pretende combate-la através da criação de um estado só para judeus em virtude de terem sido descriminados ao longo de séculos so por serem judeus, terem andado ao pontapé dos outros por serem diferentes e não se integrarem, nós tivemos disso os cristãos novos.
O sionismo movimento politico surgiu por contraponto ao anti-sionismo, esta ideia surgiu do jornalista austríaco Theodor Herzl que publicou um livro, Der Judenstaat (O País dos Judeus), em que defendia que apenas com a criação de um estado independente seria possível aos judeus praticarem a sua religião e viverem a sua cultura em segurança.
O não conseguir conceber a ideia de que na humanidade pode haver comunidades autoctones diferentes com religiões diferentes que se podem organizar em estados e querer viver conforme os seus costumes e sua fé e ao mesmo tempo não excluirem os outros que apesar de terem outros credos podem ser nacionais ,e ser reconhecidas pela restante comunidade internacional, isto sim, a negação de que estas pessoas se podem organizar em estados pode não corresponder ao conceito clássico de formação dos estados com certeza, mas só a não admissão desta ideia, implica a negação da possibilidade de existência destes estados com o consequente racismo contra estas pessoas que assim se pretendem organizar.
Nada de novo tudo como dantes.
[Responder]
O touxim
(“Quanto ao que escreve em #154, como insiste em não fornecer fontes, e como aparentemente o texto é seu (cumprimentos pelo estilo) posso apenas tentar adivinhar, com base em duas palavras, qual será a sua fonte,”)
Suponho que se refere a isto que eu escrevi nesse comentário desde,até.
Os judeus chamam terra, a uma terra………., Mas essa população também apareceu ai por migrações e assimilações.
O touxim vamos la a ver, então voce diz :
(“posso apenas tentar adivinhar, com base em duas palavras, qual será a sua fonte, e arriscaria esta senhora que escreveu este livro
ou então este senhor que escreveu este livro.”)
Então senhor anda a comprar livros na amazon ou em saldos ou no supermercado ou tentar tirar um curso de historia pela internet ou tentando ver de onde eu tirei isto e aquilo, para ver as fontes e o senhor não as conhece? Quer conhece-las lendo sites? Uma das caracteristicas do estudo é que nos permite saber onde estão as coisas.
Primeiro ponto da situação, esse resumo que fiz corresponde aquilo que consegui sintetizar mentalmente da historia universal, é historia, está lá, se não conhece estude, o periodo é longo, comece pela antiguidade, império romano, revoltas judaicas contra o imperio romano, dois imperadores tito e adriano, duas destruições do templo, sendo com adriano arrasado e pondo fim as revoltas judaicas, vejá lá que nunca mais se ouviu falar de judeus desde ai, porque seria? Fugiram , escondderam-se? O seu pos sionista Shalom sand diz que não, mas eles a partir dai, começaram a aparecer por diversas latitudes, deixando isso, a verdade é que adriano e a sua politica em relação a questão judaica foi remédio santo, depois pode estudar a questão da palestina no império romano do oriente, depois no imperio otomano, depois no mandato da palestina, depois bem depois entramos no cabo das tormentas a decisão da onu. E sabe foram estas as fontes. Pegue numa boa enciclopédia histórica se não aprendeu na escola ou universidade e estude essas épocas agora não lhe recomendo que o faça por livros avulsos de autor género a invenção dos judeus, porque para além de não modificarem uma virgula dos factos históricos ocorridos, apresentam teorias como moises não podia porque isto aquilo e aquilo, ou as pragas do egipto são uma treta, a epoca dos patriarcas e do rei david idem. Isso é historia religiosa de um povo, é melhor deixar de lado.
(“O de cima foi copiado na íntegra de http://www.judeusdospaisesarabes.com.br/comunidades.htm um site sem referências de autoria mas que é uma versão para consumo brasileiro de”)
Bem, bem, bem, eu diria que esse site é uma parte de reprodução de um livro de um autor americano Mitchell-G-Bard, alias o livro é muito maior e mais completo. Mas continuando o que é que o senhor desmentiu no facto de destacar nesse livro legislação e comportamentos de perseguição aos judeus nos paises arabes, o senhor não desmentiu nada pos em causa a intenção dessas pessoas mas já que o senhor citou a wikipedia é porque lhe reconhece algum valor, e uma vez que os livros que tenho a mão não lhos posso mostrar, então temos isto la
Ainda no período da Independência foi executada a Operação Tapete Mágico, para resgatar os judeus do Iêmen Intigados pela propaganda árabe, a população muçulmana local e com a ajuda da polícia deu início a uma série de perseguições. Em 1947 82 judeus foram mortos e centenas de residências e casas comerciais destruidas.
No ano seguinte, um boato de que duas meninas haviam sido mortas por judeus em um ato religioso provocou uma nova onda de pogroms. Com isso, a situação econômica dos judeus do Iêmen se deteriorou e a American Joint Distribution Committee resolveu transportar toda a comunidade judaica daquele país para Israel. Entre junho de 1949 e setembro de 1950 cerca de 50 mil judeus iemenitas foram retirados em vôos secretos. Tentativas de sabotagem e ataques da aviação egipcia tornavam as viagens arriscadas. Entretanto, nenhum dos 380 vôos da Operação Tapete Mágico foi mal sucedido.
Até o fim de 1951 desembarcaram em Israel 37 mil judeus da Bulgária, 30 mil da Líbia e 118.940 da Romênia.
121.512 judeus iraquianos foram resgatados pela Operação Esdras e Nehemias. No total, o número de judeus resgatados nos primeiros anos de existência de Israel foi de 684.201, mais do que toda a população judaica de Israel em 1948. Dois terços destes imigrantes foram instalados em pequenos núcleos urbanos no interior. 35.700 em moshavim recentemente criados e 16.000 em kibbutzim.
Entre 1952 e 1954, o número total de imigrantes foi de 51.463. Em 1955, iniciou-se uma nova onda de imigração. Até 1957 chegariam ao país 162.308 novos moradores, em sua maioria do Marrocos, da Tunísia e da Polônia.
Os movimentos nacionalistas nos países do Norte da África empurraram os judeus destes países à aliá. Entre 1955 e 1957 mais 55 mil judeus marroquinos e 15 mil tunisianos deixaram seus países de origem. A revolução na Hungria, em 1956 e a repressão comunista na Polônia geraram mais ondas migratórias: 8.682 judeus húngaros e outros milhares de poloneses chegaram a Israel até o final da década.
Após a Guerra dos Seis Dias, em 1967, os judeus do Egito foram expulsos. 14.562 destes imigrariam para Israel. As cidades de Dimona e Ashdod, além das regiões de Lachish e Taanach foram povoadas com estes olim (imigrantes).
A Guerra dos Seis Dias também gerou uma onda de antijudaísmo nos países sob a esfera de influência soviética. Os judeus da União Soviética eram proibidos de deixar o país, mas a partir de 1969 a reivindicação dos judeus soviéticos pelo direito a imigração possibilitou um ligeiro incremento no número destes olim. Na Polônia, pogroms foram registrados em 1967 e mais cinco mil judeus imigraram. Até 1973, ano da Guerra do Yom Kippur, 260 mil judeus desembarcaram em Israel, a maioria de países socialistas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Israel
No período entre a Declaração de Independência e a Guerra de Independência, Israel recebeu cerca de 850 mil imigrantes, em especial sobreviventes de guerra e judeus oriundos dos países árabes (sefaraditas e Mizrahim). Ainda no período da Independência foi executada a Operação Tapete Mágico, para resgatar os judeus do Iêmen. Instigados pela propaganda árabe, a população muçulmana local e com a ajuda da polícia deu inicio a uma série de perseguições. Em1947, 82 judeus foram mortos e centenas de residências e casas comerciais destruídas. No ano seguinte, um boato de que duas meninas haviam sido mortas por judeus em um acto religioso provocou uma nova onda de pogroms. Com isso, a situação económica dos judeus do Iêmen se deteriorou e a American Joint Distribution Committee resolveu transportar toda a comunidade judaica daquele país para Israel. Entre junho de 1949 e Setembro de 1950 cerca de 50 mil judeus iemenitas foram retirados em vôos secretos. Tentativas de sabotagem e ataques da aviação egípcia tornavam as viagens arriscadas. Entretanto, nenhum dos 380 vôos da Operação Tapete Mágico foi mal sucedido.
Até o fim de 1951 desembarcaram em Israel 37 mil judeus daBulgária, 30 mil da Líbia e 118.940 da Roménia.121.512 judeus iraquianos foram resgatados pela Operação Esdras e Nehemias. No total, o número de judeus resgatados nos primeiros anos de existência de Israel foi de 684.201, mais do que toda a população judaica de Israel em 1948.Dois terços destes imigrantes foram instalados em pequenos núcleos urbanos no interior. 35.700 em moshavim recentemente criados e 16.000 em kibbutzim.Entre 1952 e 1954, o número total de imigrantes foi de 51.463. Em 1955, iniciou-se uma nova onda de imigração. Até 1957 chegariam ao país 162.308 novos moradores, em sua maioria de Marrocos, da Tunísia e da Polónia. Os movimentos nacionalistas nos países do Norte da África empurraram os judeus destes países. Entre 1955 e 1957 mais 55 mil judeus marroquinos e 15 mil tunisianos deixaram seus países de origem. A revolução na Hungria, em1956 e a repressão comunista na Polónia geraram mais ondas migratórias: 8.682 judeus húngaros e outros milhares de poloneses chegaram a Israel até o final da década.
http://srec.azores.gov.pt/dre/sd/115152010600/nova/dcsh/12/estado_israel.pdf
Em 1941, simpatizantes do nazismo e do Grande Mufti incentivaram uma rebelião contra o governo iraquiano, partidário da Grã Bretanha. Derrotado, o Mufti fugiu para Berlim. Apesar da derrota e da repressão a seus adeptos, um violento pogrom tomou conta de Bagdá. As tropas britânicas na região recusaram-se a intervir, alegando não ter recebido ordens para tal. Cerca de 180 pessoas foram assassinadas e mais de mil feridas, sendo esta uma das datas mais sangrentas na história da comunidade judaica no Iraque. A vida dos judeus ficava cada vez mais difícil no país e iria ficar mais após 1948 (criação do Estado de Israel). Em 1948 existiam cerca de 150.000 judeus no Iraque, mas a perseguição orientada pelo governo os forçou a fugir e segundo dados de 2002 existem cerca de 50 judeus lá.
A maioria dos judeus iraquianos foi para Israel mesmo com todos seus bens congelados pelo governo iraquiano, e a saída dos judeus só sendo permitida pelo governo por causa da pressão internacional e por causa da obsessão do governo por se apossar dos bens dos judeus.
Muitos judeus não tinham como ir embora do Iraque então o recém criado Estado de Israel ordenou duas missões, “Ezra” e “Nehemias”, com o objetivo de resgatar os judeus daquele país. Cerca de 104 mil foram evacuados. Em represália, em 1952, os judeus foram proibidos de emigrar, além de serem obrigados a ostentar uma estrela amarela em seus cartões de identidade (semelhante ao que foi adotado pelo governo nazista).
A Guerra de Seis Dias de 1967 aumentou ainda mais o anti-semitismo.Em 1969, o julgamento e posterior enforcamento público de onze judeus, acusados de pertencer a uma rede de espionagem, gerou grande pavor internacional. O governo, no entanto, negou as acusações de anti-semitismo, afirmando que “apenas enforcara 11 espiões”.
http://www.chazit.com/cybersio/olam/iraque.html
bem e podia citar mais mas para que, os factos são sempre os mesmos. E de facto os judeus ate foram bem tratados nesses paises, assim como nos europeus por onde andaram não foram o touxim?
(“Só não percebo porque é que não há Museus do Holocausto aos 20 milhões de russos dizimados pelos assassinos nazis”)
Agora gostei da sua comparação, de facto é mesmo comparavel uma matança organizada e programada que começou com a conferencia de wannsee pelos nazis, com vitimas da guerra, civis e militares russos,( mas que foram vitimas da guerra, podendo em alguns casos também, terem sido massacrados mas não com a organização destinada aos judeus,) e não animais que se carregam em vagões com destino traçado para o “matadouro” e que revelam uma faceta de caracter tremenda de uma humanidade, que essa sim merece ser recordada em memoriais e museus para que não se perca essa memória, tristeza. A sua compreensão e destinção das realidades é fenomenal.
[Responder]
Anónimo: de positivo você tem que tenta argumentar e não apenas usar slogans gastos e vazios de sentido. Mas de negativo e muito negativo, você tem que é completamente incapaz de argumentar de modo racional e não rebate argumentos, passa-lhes ao lado.
É crime de guerra, não criar um estado só para judeus (porque não ?), mas instalá-lo na terra dos outros e massacrar e expulsar esses outros. Esse é um crime que não passará em claro e que será punido drasticamente pela nação árabe. Os europeus judeus que invadiram ilegalmente a Palestina não têm mais direitos que as restantes pessoas, e tal como elas NÃO PODEM ROUBAR. Entendido ?
Depois, história não é uma opinião é uma ciência . Illan Pappe, Koestler, Shlomo Sand e outros PROVAM HISTORICAMENTE o que dizem. São historiadores, não agentes da Mossad. E nem é preciso estudar para perceber que os askenazins não são semitas, mas caucasianos: basta olhar para eles. Os sefarditas são os judeus espanhóis (Sefarad = Espanha em hebraico), que vieram com os árabes para a península depois de se islamizarem. O próprio Tarik era um general ex-judeu berbere convertido ao Islão. Antes de conquista árabe, 15 anos antes de 711, o Magrebe era um reino berbere de religião judaica: Pelo que todos os sefarditas (semitas de raça) são de origem berbere, magrebina. NUNCA VIERAM DA PALESTINA. Tal como os romanos NUNCA EXILARAM NENHUM POVO. Exilavam alguns políticos, nunca povos, nem os meios da época o permitiam… Tal como exílio de Babilónia só abrangeu parte da elite judaica, não o povo. Isso são histórias da vcarochinha para justificar o CRIME CONTRA A HUMANIDADE que foi a Nakba.
Agora se você acredita que a TORA é um livro de história (e pior ainda: um livro de direito que “dá” terras a “povos eleitos”), nem vale a pena discutir.
Moisés, David , Salomão, tal como Adão e Eva, Abraão e Noé são personagens bíblicas lendárias (da mitologia religiosa) que NUNCA existiram históricamente. E os descendentes dos judeus de há 2000 anos são os palestinianos. Porquê ? Porque os povos podem e mudam efectivamente de religião maioritária ao longo dos séculos. Há muitos exemplos… A TORA não é um livro de história, santinho, e roubar terras e escravizar povos hoje É CRIME CONTRA A HUMANIDADE com direito a forca. MAINADA.
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Zeze
Guarde a tora guarde os seus pós sionistas meta tudo isso num bolso e então diga lá onde é que a historia universal mudou. O Moisés não atravessou o mar vermelho mas foi de ferry boat?
Deixe os textos bíblicos nunca falei nisso, é você que fala porque não tem outros argumentos.
Já aqui disse o que pretendem todos esses historiadores que o senhor menciona se não leu leia.
(“É crime de guerra, não criar um estado só para judeus (porque não ?), mas instalá-lo na terra dos outros e massacrar e expulsar esses outros. Esse é um crime que não passará em claro e que será punido drasticamente pela nação árabe. Os europeus judeus que invadiram ilegalmente a Palestina não têm mais direitos que as restantes pessoas, e tal como elas NÃO PODEM ROUBAR. Entendido ?”)
Não, não entendido, crime de guerra. Na sua cabeça oca.
Primeiro não consegue demonstrar que a posse retirada pela violência se perde.
Segundo não consegue demonstrar que essa posse não pode ser reclamada.
Terceiro o estado de Israel tem um titulo constitutivo, se quiser como numa questão de partilhas uma sentença de um tribunal onu, o outro não aceitou.
Quarto, ninguém roubou ninguém, mais um mito, mas isso já estou farto de escrever e demonstrar como a agencia judaica comprou essas terras e os árabes as venderam.
Conteste que Israel não tem um titulo válido oriundo de um organismo internacional representativo e que foi votado pelos países lá representados a excepção dos árabes.
Ao contrario Portugal foi formado a espadeirada sobre os muçulmanos, e só adquiriu legitimidade imagine-se pela onu da época, o papa através de uma bula papal..
Portanto o resumindo e concluindo o senhor não consegue nem juridicamente nem politicamente:
Dizer que os judeus não são um povo e já tiveram soberania sobre essas terras na antiguidade.
Que tiveram essa posse sobre esses territórios nunca a perderam e tem direito a reclama-la
Que lhes foi reconhecido isso e votado pela comunidade internacional a excepção dos
árabes.
Mas já agora e voltando ao passado quem traçou as fronteiras e construiu países por esse mundo? Então quem tinha poder sobre elas, os europeus dividiram África, América, médio oriente. quem tinha esse poder sobre a palestina? inglaterra ( provisório) atraves de um mandato, quem decidiu a onu
Que os palestinos como povo só existem em cabeças ocas.
Mas mais, que esse reinvindicação palestina só apareceu quando Israel foi declarado como estado pela onu, porque até ai, ninguém era palestino, não havia nada disso, desse povo especifico palestino, qual era a moeda, os chefes, a soberania. Eram árabes que ali se implantaram vindos da península arábica, ninguém reclamava isso, Só quando os planos do Egipto, Síria, Jordânia, Iraque, e países a volta sentiram que a partilha daquele terreno lhes escapava avançaram com os direitos do povo palestino, e começaram a joga-los no xadrez politico, algumas vez integraram os irmãos palestinos ou sentiram solidariedade dom eles a não ser guerra? nunca mantiveram-nos sempre em campos de refugiados. Porque esses países estavam e foram de certo modo enganados quando da I guerra na luta contra o império otomano, por um oficial conhecido popularmente por Lawrence da arábia que lhes prometeu esses territórios mas a revelia do governo de sua majestade e do francês que nunca jogaram a independência da palestina e tinham interesses aí, mas sim a independencia dos outros territórios, dai aparecerem depois iraques sírias etc. mas não palestina nem povo palestino, mantendo-se a questão da palestina por decidir.
A novidade de momento está num anti-semitismo que não decorre de factores clássicos de ódio aos judeus, mas que se aprofunda numa dualidade entre essa aversão e novos factores, na palestina cometem-se e eu continuo a procura de entender “crimes nazi-sionistas”, e só vejo o euroliberal e zeze a vociferar sobre isso, ou como se vê em inúmeras publicações que alimentam um violento revisionismo em relação ao Holocausto e fomentam um redimensionamento da maior tragédia. Aqui chegamos circulando a um anti-semitismo de esquerda, na esquerda mais à esquerda como na direita mais à direita, de tipo novo, e então aparecem nazis com esquerdas de braço dado nesta questão. Porque o que é indesmentivel é a existência de um novo reorganizamento e direccionamento crítico sobre Israel orientado para a mobilização de um capital de oposição aos israelitas que no passado seria simplesmente uma oposição a judeus
As alianças ideológicas, inicialmente tácticas e depois estratégicas, ditam o resto. Porque é ser ingénuo acreditar-se que Israel não é uma plataforma modal para outros combates: Israel vale todas as palavras e todos os actos. E
Continuo sem
perceber o que são «crimes nazi-sionistas». Embora saiba que quem foi aliado dos nazis e contribuiu com batalhões para as SS na segunda guerra mundial foram os árabes. O senhor anda com os conceitos trocados
Nada de novo tudo como dantes ( muito fraquito se só tem isto em defesa dos palestinos já rebati isso ha séculos divirta-se e vá gritando ALLA –U- AKABAR,
Acabou mesmo.
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A criação do Estado de Israel foi simplesmente o mais recente acto colonial dos Europeus…
Que culpa tiveram os Palestinianos do Holocausto?Se os Europeus queriam apagar as feridas do Holocausto, dessem aos Judeus uma terra na Europa, não transpostassem o problema para os outros.
Mais, os Palestinianos têm tanto ou mais direito àquelas terras como os alguns Judeus sefaraditas…são tão descendentes de quem possuia aquela terra à 2000 anos como os outros…
E mais, as resoluções da ONU previam um Estado de Israel nas fronteiras de 1967. Por pouca legitimidade que a ONU tenha no território em questão. Os sucessivos governos israelitas ainda vão mais longe.
E depois parece que a questão é os Palestinianos existirem ou não como povo…são seres humanos, que não têm culpa de nada do que se passou desde à 2000 anos, desde que os Romanos subjugaram os Judeus, até ao holocausto…São mulheres e crianças que NÃO fizeram nada de mal no mundo, que não fizeram guerras, que nunca pediram mal nenhum para nenhum Judeu…e de repente são ocupados, atacados, colonizados, bloqueados, mortos…e se respondem, são terroristas, e nós, se falamos, somos anti-semitas…
Não sou anti-semita…sou anti-estupidez…e os seus argumentos anónimo, são da maior fraqueza intelectual e da maior falta de humanidade possível.
Fique com a sua noção de povo e até de povo eleito se quiser…eu fico com a minha noção de Ser Humano…
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tiago
va fazer de madre teresa de calcuta va,
“emocionou-me” com o seu apelo a humanidade. Mas antes disso tem que ver uma coisa. Quem não reconhece e nunca reconheceu o direito a existência do estado de israel? a partir daqui não ha interlocutores, ha cessar fogos, e treguas e recomeços e cessar fogos e treguas acordos de paz e cemitérios disso tudo.
Quando aceitarem a existencia de israel, e deixarem de ser os proxys do irão e outros paises arabes, definirem fronteiras novamente numa base de confiança mútua para a coexistência pacifica de dois estados, então sim, até lá há vitimas dos dois lados.
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anónimo, com essa “história universal” não vais longe. O primeiro “tribunal” a decretar a pátria judaica na Palestina tinha nome. Chamava-se Napoleão Bonaparte, era um gajo pequenino e para compensar resolveu conquistar o mundo. Inaugurou uma moda – a de declarar os familiares (mas não só) como reis, príncipes e imperadores dos territórios por onde passava. A moda pegou mas os nomeados duraram pouco.
É sabido que o homem tinha manias, coroou-se imperador como Carlos Magno e julgava-se Alexandre. E resolveu dar aos judeus uma terra que não era dele, pela simples razão que nunca a conquistou.
Está aqui o tal título constitutivo de que Israel carece.
A esse segue-se o Tratado de Sévres tendo este, contrariamente ao anterior, o valor de estar a dispôr de territórios conquistados. Não chegou a vigorar porque os derrotados não estiveram pelos ajustes, ripostaram e expulsaram os conquistadores da Anatólia, que também nele era objecto de partição, constituindo assim a actual Turquia. Mas os termos do tratado, que especificava
“…in favour of the establishment in Palestine of a national home for the Jewish people, it being clearly understood that nothing shall be done which may prejudice the civil and religious rights of existing non-Jewish communities in Palestine, or the rights and political status enjoyed by Jews in any other country.”
foram repescados pela Sociedade das Nações, ratificou
os termos do Mandato para a Palestina e o atribuiu ao Reino Unido.
Sendo a Sociedade das Nações um clube de colonialistas, muito democrático, aliás, dado que a Inglaterra tinha vários votos (por si, pelo Império, pela Índia, pela Austrália) compreende-se a sua complacência para mais um projecto colonial. Escusado será dizer que os naturais não tinham qualquer representação em tão veneranda instituição, e que estando todos os “países árabes” sob domínio colonial não se podiam, óbviamente, opôr ao que quer que seja. Os seus supostos representantes, comprados pelos ingleses, foram mais tarde recompensados com a as coroas do Iraque e da Jordânia. Mais ou menos pela mesma altura andava o grande ícone da “democracia e da liberdade” Winston Churchill, a ordenadar o gazeamento aéreo dos iraquianos, que tinham o mau hábito de se revoltar, por ser mais barato do que trazer tropas para o terreno – outro inaugurador de modas.
Tiveram no entanto o cuidado de preservar, no texto, os direitos dos naturais. Na prática a conversa foi outra.
Entre os que viam com maus olhos os desígnios do venerando clube encontravam-se os Estados-Unidos que, eles próprios colonialistas emergentes, resolveram não entrar no clube, e pronunciar-se contra as suas deliberações.
O clube de colonialistas durou pouco, e seguiu-se o que temos hoje, as Nações Unidas que, herdeiras da Sociedade das Nações, herdaram também o Mandato e o problema.
Dado que entre o Napoleão e o fim do Mandato, com a complacência primeiro dos Otomanos e depois dos Britânicos a emigração judaica, quase exclusivamente de origem leste-europeia, foi sempre crescente e como estes, sendo convidados se portavam como donos, havia já antes do fim do Mandato um problema judeu.
Em resposta a uma solicitação Britânica a Assembleia Geral constitui uma comissão, a UNSCOP para investigar as causas e propôr soluções para o conflito.
É esta comissão que elabora um plano de partição do território em duas entidades nacionais e uma – Jerusalém e Belém – sob administração internacional, que poria fim ao Mandato.
É este plano que foi aprovado pela Assembleia Geral. Nunca foi agendado pelo Concelho de Segurança, e nunca foi concretizado.
Esta é a História, anónimo sionista, e afirmar que as Nações Unidas votaram a constituição do Estado de Israel é uma mistificação grosseira, uma falsidade.
Israel não cumpriu essa, nem nenhuma das deliberações ulteriores da Assembleia Geral. É, significativamente, o Estado que mais resoluções da ONU se recusou a cumprir.
Não, sionista anónimo, a legitimidade de Israel não lhe advém do plano de partição, advém-lhe da proclamação de independência por parte da Agência Judaica na véspera do fim do Mandato, e do posterior reconhecimento dessa independência por vários Estados. De mais lado nenhum.
Quanto aos judeus dos países árabes, os judeus árabes, mantenho aquilo que disse. Já lhe dei as fontes, cabe-lhe verificá-las, e se achar que tem razões para isso, contestar. Naeim Giladi afirma que foram os sionistas que atentaram contra os judeus iraquianos para criar uma atmosfera de medo que os levasse a emigrar. Israel precisava de inverter a ameaça demográfica, de quem falasse árabe de quem soubesse trabalhar a terra. Naeim Giladi era iraquiano e sionista, sabe do que fala. Cabe-lhe a si, se quiser, ler o que ele diz.
Diz vc que está farto de escrever e de demonstrar que “a agencia judaica comprou essas terras”. Demonstre lá que é falso que David Ben-Gurion declarou isto:
I shall mention only a few. There is the disparity in numbers. There are some 600,000 Jews in Palestine and some 1,100,000 Arabs. There are no reliable figures in this respect. There is an even greater disparity than that. The Arabs own 94% of the land, the Jews only 6%.
Explique lá como é que passa de 6% das terras do Mandato para a situação actual em que 92% das terras pertencem ao Estado, são administradas de acordo com os regulamentos do Jewish National Fund que estipulam que só os judeus têm o direito de nelas residirem, se instalarem ou, em muitos casos, trabalharem?
Demonstre lá como é que isto se coaduna com um estado “democrático” e não racista.
E esqueça tudo o que aptrendeu sobre nacionalidade israelita. Tal conceito, para o Estado de Israel, não existe. Para o Estado de Israel os cidadãos são ou “judeus” ou “árabes” ou “druzos”, israelitas é que nunca; é isso que consta dos bilhetes de identidade do Estado de Israel sob a rúbrica nacionalidade. E não há um único do qual conste “israelita”.
Explique lá como é que um estado laico, que vc afirma ser o caso do estado sionista, não tem casamento civil.
Explique lá porque é que os os estatutos do Likud que já foi governo e será provávelmente o próximo – apesar da grandiosa acção de campanha eleitoral levada a cabo por Livni e Barak em Gaza e que lhes assegurará uma derrota mais digerível, como demonstram as últimas sondagens – explicitam o seguinte:
“The Government of Israel flatly rejects the establishment of a Palestinian Arab state west of the Jordan river.”
Explique lá, com estatutos destes, como é que o Hamas é culpado, terrorista etc. por não reconhecer o Estado de Israel
Explique lá porque é que há estradas separadas para judeus e palestinianos nos territórios ocupados, porque é que os palestinianos não se podem movimentar livremente e os judeus sim, porque é se não estamos perante um estado racista.
Explique lá porque é que os partidos árabes em Israel estão actualmente proibidos de concorrerem às próximas eleições.
Mas acima de tudo, procure perceber que não está a falar com meninos de escola primária, que quando não percebemos o que significa uma palavra podemos sempre consultar um dicionário, que a língua portuguesa usa acentos e tem regras, mesmo na sua versão brasileira, e que chamar cabeças ocas aos outros quando tudo o que escreve indicia claramente que a sua está, no mínimo, a precisar de limpeza e ordenamento é, para ser comedido, de muito mau gosto.
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O touxim
voce não percebe nada do que eu estou a dizer da historia universal reltiva aos hebreus.
Primeiro- Vamos la a ver, eu só recorro a isso para justificar que eles foram soberanos sobre aquele terrritorio no passado isso é visivel estudando o império romano. Argumento historico.
Segundo- Se foram soberanos tiveram admnistração daquele territorio (posse) como povo até a sua derrota pelos romanos sendo expulsos pela violencia dessa posse, e continuando la a viver sempre comunidades judaicas para além daquelas que foram expulsas. Não perderam esse direito e tanto é assim que em 1948, havia lá duas populaçoes arabes e judeus, pelo direito a autodeterminação ambos tem direito a sua existência e autodeterminação e uma vez isto reconhecido e fundado o estado de israel o restante povo judaico tem direito a regressar ao seu pais de onde foi expulso. Nas palavras de andei gromiko representante da urss, na Onu, o ideal seria um estado para as duas populaçoes mas como não se entendem e cada um tem seus costumes e religião, e devido as tensões crescentes entre si vai ter que se fazer dois estados, um israelita para judeus e outro palestino para arabes foi isto que aconteceu e que a onu votou. Argumento juridico.
Terceiro- a onu votou essa declaração, aprovada, reprovada, abstendo-se, por todos os paises la representados e curioso, EUA, URSS estavam do mesmo lado embora o vento mudasse durante a guerra fria, mas só houve oposição dos paises arabes e salvo erro grecia.Israel aceitou, arabes não. Atacaram israel que se defendeu e em guerras defensivas aumentou o quinhão que lhe tinha sido destinado, prontificando-se a devolve-lo a troco de reconhecimento da existência, tal nunca foi aceite pelos arabes e então estamos na situação que estamos, argumento politico.
Você diz a sua versão e história aprendida por cartilhas. Toda a história da palestina a partir da derrota dos judeus pelos romanos no seculo I, a partir desta data deixou de ser governada pelos autoctones e passou a ser governada pelos ocupantes da palestina, politica e administrativamente. Romanos, imperio romano do oriente, imperio otomano, mandato britanico e só então no fim do mandato britanico se volta a questionar a devolução e governo da palestina aos autoctones. Que na altura eram dois, duas populaçoes arabes e judeus.E é so aqui que começa novamente a interessar a história para justificar a existência desses povos a sua origem o seu percurso e se alguma vez tiveram soberania sobre esse território num passado mais ou menos longinquo e neste campo existencia de soberania no passado, a historia esta do lado do povo hebreu, mas como em 1948 ja la havia também arabes, é preciso reconhecer-lhes igual direito dai dois paises. Tal não foi aceite também não tiveram força para impor a sua força e deu no que deu.
A isto voce disse nada.
É um erro, é um mito comum achar que os judeus não têm direito à terra que eles chamam de Israel e achar que todos os judeus foram forçados à Diáspora pelos romanos após a destruição do segundo templo de Jerusalém, no ano 70 e que só 1.800 anos depois regressaram à Palestina exigindo seu paísde volta. Na realidade, o povo judeu sempre manteve laços com sua pátria histórica. Posto isto, os judeus fundamentam o seu direito a Israel em pelo menos três premissas:
1) Foram eles que colonizaram e desenvolveram aquela terra. Tanto no antigamente como desde então. Tiveram soberania sobre ela e foi-lhes retirada pela violencia sendo muitos expulsos dela.
2) A comunidade internacional concedeu soberania política aos judeus na Palestina.
3) O território foi tomado em guerras defensivas.
A “certidão de nascimento” internacional de Israel foi validada pela: a presença judaica ininterrupta ; a Declaração Balfour de 1917; o Mandato da Liga das Nações, que incorporou a Declaração Balfour; a resolução da partilha pelas Nações Unidas em 1947;o ingresso de Israel nas Nações Unidas em 1949; seu reconhecimento pela maioria dos países; e, sobretudo, tem sido validada pela sociedade criada em Israel nas décadas de existência nacional próspera e dinâmica, não é prestação de qualquer favor a Israel por proclamar o seu ‘direito à existência’. O direito de Israel existir, assim como o dos Estados Unidos, Arábia Saudita e outros 152 países, é axiomático e incondicional. A legitimidade de Israel não está suspensa no ar, à espera de reconhecimento, certamente não há outro país, grande ou pequeno, jovem ou velho, que iria considerar o simples reconhecimento do seu ‘direito à existência’ como um favor ou uma concessão negociável.
O sionismo não discrimina. O carácter aberto e democrático de Israel, bem como a sua escrupulosa protecção dos direitos religiosos e políticos de cristaõs e muçulmanos, rebate a acusação de exclusividade. Além do mais, qualquer pessoa judeu ou não-judeu, israelense, americano ou saudita; negro, branco,amarelo ou vermelho – pode ser um sionista. Já os países árabes definem a cidadania estritamente por parentesco nativo. É quase impossível tornar-se um cidadão naturalizado em muitos países. A Lei do Retorno dá a qualquer judeu “no exílio” o direito de voltar para sua histórica terra natal e de receber sua cidadania. A lei não discrimina cidadãos não-judeus em Israel, que têm seus direitos assegurados como tais. Aplica-se apenas aos judeus que têm outra nacionalidade, mas que desejam naturalizar-se em Israel, tornando essa naturalização legalmente aceita a priori. A lei não impede que pessoas de origem não-judaica de se naturalizem israelenses; essa possibilidade é prevista em outras leis.
(“Diz vc que está farto de escrever e de demonstrar que “a agencia judaica comprou essas terras”. Demonstre lá que é falso que David Ben-Gurion declarou isto:”)
Sobre isto ja escrevi isto desculpe la o copy e paste de outro comentario neste blogue
Roubo de terras
Mas os árabes ou a propaganda continua com o roubo de terras a afirmar que foram desalojados. A verdade é que, desde o início da Primeira Guerra Mundial, parte da terra da Palestina estava nas mãos de proprietários ausentes que viviam no Cairo, em Damasco e em Beirute, 80% dos árabes palestinos eram camponeses, seminómadas e beduínos endividados. Os judeus esforçaram-se para evitar a compra de terras em áreas onde os árabes pudessem ser desalojados, buscaram terras que eram praticamente não cultivadas, pantanosas, baratas e o mais importante, desabitadas. Em 1920, o líder trabalhista sionista David Ben-Gurion expressou preocupação acerca dos felahin árabes, os quais via como “o activo mais importante da população nativa”. Ben-Gurion disse que “sob nenhuma circunstância devemos tocar a terra pertencente aos felahin ou trabalhada por eles”. Ele defendeu que eles fossem libertados de seus opressores. “Somente no caso de um felah abandonar o seu lugar de assentamento”, acrescentou Ben-Gurion, “é que devemos nos oferecer a comprar sua terra, e por um preço adequado”. Só depois que os judeus compraram toda a terra não-cultivada disponível é que adquiriram as cultivadas. Muitos árabes desejavam vendê-las, seja porque queriam mudar-se para as cidades do litoral, porque precisavam de dinheiro para investir nas indústrias. Quando John Hope Simpson chegou à Palestina em maio de 1930, comentou:“Eles (os judeus) pagaram altos preços pela terra; além disso, pagaram a alguns dos seus ocupantes um montante considerável de dinheiro que legalmente não eram obrigados a pagar”. Em 1931, Lewis French levantou a quantidade de árabes sem-terra e ofereceu lotes aos interessados. Foram recebidas três mil inscrições, das quais 80% foram consideradas inválidas pelo assessor legal do governo, porque os inscritos não atendiam ao requisito básico, ou seja, não eram árabes sem terra. Sobraram apenas 600 inscritos, dos quais cem aceitaram a oferta de terras do governo. Em abril de 1936, nova sequência de ataques árabes aos judeus foi instigada pelo comandante do Exército de Libertação Árabe. Em novembro, quando os britânicos finalmente enviaram uma nova comissão de investigação encabeçada por Lord Peel, 89 judeus haviam sido mortos e mais de 300 feridos. O relatório da Comissão Peel descobriu que as queixas árabes sobre a aquisição de terras pelos judeus eram infundadas. Ele indicou que “grande parte da terra agora carregada de laranjais antes eram dunas de areia ou pântanos e não-cultivadas quando foram compradas havia, na época das primeiras vendas, poucas evidências de que os proprietários possuíssem até mesmo recursos ou preparo necessário para desenvolver a terra”. Além disso, a comissão descobriu que a escassez “se devia menos à quantidade de terra adquirida pelos judeus do que pelo crescimento da população árabe”. O relatório concluiu que a presença de judeus na Palestina, juntamente com o trabalho da administração britânica, resultaram em maiores ganhos, padrão de vida mais elevado e amplas oportunidades de emprego. Em suas memórias, o rei Abdula da Transjordânia escreveu “Está bastante claro para todos, tanto pelo mapa traçado pela Comissão Simpson quanto por outro compilado pela Comissão Peel, que os árabes são tão pródigos em vender suas terras como o são em prantos e choros inúteis. Mesmo na época da revolta árabe de 1938, o Alto-Comissariado britânico para a Palestina acreditava que os proprietários árabes se queixavam das vendas aos judeus para aumentar os preços das terras que pretendiam vender. Muitos deles foram tão aterrorizados por rebeldes árabes que decidiram abandonar a Palestina e vender suas propriedades aos judeus. Os judeus pagavam preços exorbitantes a ricos proprietários de terra por pequenos lotes de terra árida. Por volta de 1947, as propriedades judaicas na Palestina somavam por volta de 463 mil acres (1.874 km2), dos quais aproximadamente 45 mil adquiridos do governo do Mandato Britânico, 30 mil de diversas igrejas e 387.500 dos árabes. Análises das compras de terra entre 1880 e 1948 mostram que 73% dos lotes judaicos foram comprados a grandes proprietários de terra, não aos pobres felahin. Entre os que venderam terra estavam os governantes de Gaza, Jerusalém e Iafo. As’ad el-Shukeiri, um erudito religioso muçulmano e pai do presidente da OLP Ahmed Shukeiri, recebeu dinheiro dos judeus por sua terra. Até mesmo o rei Abdula arrendou terra aos judeus. Na verdade, muitos líderes do movimento nacionalista árabe, inclusive membros do Conselho Supremo Muçulmano, venderam terra aos judeus,
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Touxim
Continuando e acabando
Mas voltando a onu e a criação dos dois estados, no estado judaico definido pelo Plano de Partilha viviam misturados 498.000 Judeus e 497.000 Árabes (incluídos 90.000 beduínos adicionados à posteriori) ou 51.% da população total da Palestina. Ficavam todos onde estavam, com direitos de cidadania iguais. Os bens móveis revertia a favor do estado onde se encontravam e os bens imóveis sem proprietário revertiam também a favor do estado onde se encontrava. O mito das terras roubadas terminava aí e não havia refugiados nenhuns. Não é preciso ser uma inteligência superior para perceber que esta era em 1948 uma situação demográfica favorável aos 497.000 Árabes, cujo índice de natalidade era muito superior aos dos Judeus, pelo que em poucos anos seriam a maioria e a maior força política. Teriam beneficiado do “know-how” dos Judeus e hoje seria o país mais avançado do Médio Oriente. No Estado Árabe definido pelo Plano de Partilha viviam misturados 725.000 Árabes e 10.000 Judeus. Ficavam todos onde estavam, com direitos de cidadania iguais. Os bens móveis revertia a favor do estado onde se encontravam e os bens imóveis sem proprietário revertiam também a favor do estado onde se encontrava. O mito das terras roubadas terminava aí e não havia refugiados nenhuns. Aqui nem se punha a questão do domínio político, dado os Judeus estarem em óbvia minoria. Integrado na Comunidade Económica da Palestina, este Estado seria tão avançado como o anterior, a cidade de Jerusalém (Belém incluída), onde viviam misturados 105.000 Árabes e 100.000 Judeus, receberia um Estatuto Internacional e seria administrada por um “Board of Trustees”, sob o controlo das Nações Unidas.
Estas suas tirada de roubo de terras são de cartilha e vem na sequência da anterior que dizia que os judeus não tinham sido perseguidos nos paises arabes após 1948. Patrulhamento ideologico.
Quanto a sua questão de israel não respeitar os direitos.
Depois da independência o parlamento de israel aprovou a lei da postura e da administração, decretando que as leis que estavam em vigor antes da criação do Estado iriam continuar em vigor, desde que não contrariassem os princípios incluídos na declaração do estabelecimento do estado de israel e não conflituassem com as leis que viessem a ser promulgadas pelo parlamento, o sistema legal de Israel é uma soma de leis que remontam desde as leis otomanas, às leis do mandato britânico, uma grande parte da legislação ordinária inglesa e elementos da lei religiosa judaica e ate aspectos de outros sistemas. Mas a característica que prevalece no sistema legal é um grande corpo de estatutos independentes que vem sendo criados desde 1948, entretanto a constitucionalidade do estado de Israel é baseada nos principios de que o estado é democrático e é judaico.isto com raizes na declaração de independencia de 1948 que tem valor constitucional e as leis tem que ser analisadas por esse prisma, estabelecendo o compromisso de Israel para garantir direitos sociais e políticos iguais a todos os seus cidadãos, independentemente de religião, raça ou descendência étnica.O “supremo tribunal” contribuí e tem contribuido amplamente para a protecção das liberdades civis e para a aplicação da lei, de casos legais foram resolvidos através dos anos, incluindo liberdade de expressão, liberdade de reunião, liberdade religiosa, e a igualdade como valor fundamental do sistema legal de Israel. O supremo tribunal como a mais alta instancia de justiça e agindo como tribunal de primeira e última instâncias, recebe petições trazidas por indivíduos que apelam para ou contra qualquer governo, corpo ou agente. Assim desenvolveu princípios consistentes com o conceito de liberdades civis. Como resultado, os israelenses gozam dos mesmos direitos civis e liberdades dos cidadãos das outras democracias do Ocidente. Apesar de Israel ser um estado democrático moderno,a legislação fundamentos da declaração de independencia. Por isso não existe casamento civil, só a cerimônia religiosa rabínica, segundo a qual os cohanin descendentes de Arão não podem casar com pessoas separadas. contratos de arrendamento só têm validade por 49 anos, para que no 50º ano, que é ano de jubileu, tudo volte às mãos de seus proprietários originais. soldados israelenses prestam juramento com a bíblia. E ainda não existe uma constituição em israel uma constiuição no verdadeiro sentido que nos chamamos constitução. Mas é preciso saber com que culturas estamos a lidar e a falar quando falmos disto, os arabes são iguais para pior.
(“Explique lá, com estatutos destes, como é que o Hamas é culpado, terrorista etc. por não reconhecer o Estado de Israel
Explique lá porque é que há estradas separadas para judeus e palestinianos nos territórios ocupados, porque é que os palestinianos não se podem movimentar livremente e os judeus sim, porque é se não estamos perante um estado racista.
Explique lá porque é que os partidos árabes em Israel estão actualmente proibidos de concorrerem às próximas eleições.”)
Pois quer que explique, eu explico, os partidos proibidos de concorrerem as eleições recorreram ao tribunal e o tribunal deu razão aos partidos, por isso a democracia em acção arrumou a questão.
Porque é que os paletinianos não se podem movimentar livremente e os judeus sim? Porque tem o estranho hábito de andarem carregados de bombas ao contrario das outras pessoas e de se fazerem explodir não sozinhos, mas de preferência no meio de israelitas, e dai um meio de resolver o problema seja a separação fisica o impedir o contacto, construir muros de modo a restringir as passagens e poder controla-los a ver se andam carregados de explosivos, pois é, eu se tivesse vizinhos que me estivessem constantemente a atirar coisas para o quintal também fazia um muro se isso fosse suficiente para resolver o problema. Mas isso só me leva a uma conclusão que não é muito civilizacional, e que eu condeno, que é a separação física dos dois povos em questão, mas como já disse, se eu tivesse assim um vizinho fazia-o, e a construção de um muro na parte Ocidental não se revelará como negativa, se de facto com a sua construção tem salvo vidas dos suicidas e daqueles que os suicidas querem atingir , ja é uma defesa, além disso um muro em qualquer altura pode-se deitar abaixo, logo que o terror acabe. A questão do muro só se poria, a nível internacional, se ele fosse construído para lá da linha verde, da fronteira de 1967. Mas se as coisas se pacificarem pois esse muro pode lhe acontecer o mesmo que ao muro de berlim. Também ja tinha escrito isto aqui.
3-Mas quando se luta contra alguém que professa estes estatutos
O Lema do Movimento de Resistência Islâmica
Art. 8º Alá é a finalidade, o Profeta o modelo a ser seguido, o Alcorão a Constituição, a Jihad é o caminho e a morte por Alá é a sublime aspiração.
Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele. segundo palavras do mártir, Iman Hasan al-Banna, com a graça de Alá
Art.6º O Movimento de Resistência Islâmica é um movimento palestino distinto, que é leal a Alá, adopta o Islão como modo de vida e se dedica a levantar a bandeira de Alá sobre cada centímetro da Palestina. Sob as asas do Islão, seguidores de outras religiões podem todos viver salvos e seguros em suas vidas, propriedades e direitos; porque na ausência do Islão, a discórdia surge, a injustiça se espalha, a corrupção brota, e acabam existindo conflitos e guerras.
Esta-se mesmo a ver que não são nada terroristas apesar de ter ganho as eleições, não é o touxim.
Ja agora quem é que durante este cessar fogo lançou a primeira pedra e atacou uma patrulha israelita que fazia patrulhamento do lado da fronteira de israel provocando uma explosão que matou um soldado israelita? Resposta um do hamas apanhou também. Mas isto pode começar assim e ir em crescendo novamente. É ir vendo quem lança as pedras
Por isso passe bem as crianças divertem-se
E divirta-se
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O touxim
voce não percebe nada do que eu estou a dizer da historia universal reltiva aos hebreus.
Primeiro- Vamos la a ver, eu só recorro a isso para justificar que eles foram soberanos sobre aquele terrritorio no passado isso é visivel estudando o império romano. Argumento historico.
Segundo- Se foram soberanos tiveram admnistração daquele territorio (posse) como povo até a sua derrota pelos romanos sendo expulsos pela violencia dessa posse, e continuando la a viver sempre comunidades judaicas para além daquelas que foram expulsas. Não perderam esse direito e tanto é assim que em 1948, havia lá duas populaçoes arabes e judeus, pelo direito a autodeterminação ambos tem direito a sua existência e autodeterminação e uma vez isto reconhecido e fundado o estado de israel o restante povo judaico tem direito a regressar ao seu pais de onde foi expulso. Nas palavras de andei gromiko representante da urss, na Onu, o ideal seria um estado para as duas populaçoes mas como não se entendem e cada um tem seus costumes e religião, e devido as tensões crescentes entre si vai ter que se fazer dois estados, um israelita para judeus e outro palestino para arabes foi isto que aconteceu e que a onu votou. Argumento juridico.
Terceiro- a onu votou essa declaração, aprovada, reprovada, abstendo-se, por todos os paises la representados e curioso, EUA, URSS estavam do mesmo lado embora o vento mudasse durante a guerra fria, mas só houve oposição dos paises arabes e salvo erro grecia.Israel aceitou, arabes não. Atacaram israel que se defendeu e em guerras defensivas aumentou o quinhão que lhe tinha sido destinado, prontiifcando-se a devolve-lo a troco de reconhecimento a existência, tal nunca foi aceite pelos arabes e então estamos na situação que estamos argumento politico.
Você diz a sua versão da história aprendida por cartilhas. Toda a história da palestina a partir da derrota dos judeus pelos romanos no seculo I, deixou de ser governada pelos autoctones e passou a ser governada pelos ocupantes da palestina, politica e administrativamente. Romanos, imperio romano do oriente, imperio otomano, mandato britanico e só então no fim do mandato britanico se volta a questionar a devolução e governo da palestina aos autoctones. Que na altura eram dois, duas populaçoes, arabes e judeus.E é so aqui que começa novamente a interessar a história pra justificar a existência desses povos a sua origem o seu percurso e se alguma vez tiveram soberania sobre esse território num passado mais ou menos longinquo e neste campo a soberania no passado a historia esta a favor do povo hebreu, mas como em 1948 ja la havia também arabes, é preciso reconhecer-lhes igual direito dai dois paises. Tal não foi aceite também não tiveram força para impor a sua força e deu no que deu.
A isto voce disse nada.
É um erro, é um mito comum achar que os judeus não têm direito à terra que eles chamam de Israel e achar que todos os judeus foram forçados à Diáspora pelos romanos após a destruição do segundo templo de Jerusalém, no ano 70 e que só 1.800 anos depois regressaram à Palestina exigindo seu paísde volta. Na realidade, o povo judeu sempre manteve laços com sua pátria histórica. Posto isto, os judeus fundamentam o seu direito a Israel em pelo menos três premissas:
1) Foram eles que colonizaram e desenvolveram aquela terra. Tanto no antigamente como desde então. Tiveram soberania sobre ela e foi-lhes retirada pela violencia sendo muitos expulsos dela.
2) A comunidade internacional concedeu soberania política aos judeus na Palestina.
3) O território foi tomado em guerras defensivas.
A “certidão de nascimento” internacional de Israel foi validada pela: a presença judaica ininterrupta dos tempos de Josué em diante; a Declaração Balfour de 1917; o Mandato da Liga das Nações, que incorporou a Declaração Balfour; a resolução da partilha pelas Nações Unidas em 1947;o ingresso de Israel nas Nações Unidas em 1949; seu reconhecimento pela maioria dos países; e, sobretudo, tem sido validada pela sociedade criada em Israel nas décadas de existência nacional próspera e dinâmica, não é prestação de qualquer favor a Israel por proclamar o seu ‘direito à existência’. O direito de Israel existir, assim como o dos Estados Unidos, Arábia Saudita e outros 152 países, é axiomático e incondicional. A legitimidade de Israel não está suspensa no ar, à espera de reconhecimento, certamente não há outro país, grande ou pequeno, jovem ou velho, que iria considerar o simples reconhecimento do seu ‘direito à existência’ como um favor ou uma concessão negociável.
O sionismo não discrimina. O carácter aberto e democrático de Israel, bem como a sua escrupulosa protecção dos direitos religiosos e políticos de cristaõs e muçulmanos, rebate a acusação de exclusividade. Além do mais, qualquer pessoa judeu ou não-judeu, israelense, americano ou saudita; negro, branco,amarelo ou vermelho – pode ser um sionista. Já os países árabes definem a cidadania estritamente por parentesco nativo. É quase impossível tornar-se um cidadão naturalizado em muitos países. A Lei do Retorno dá a qualquer judeu “no exílio” o direito de voltar para sua histórica terra natal e de receber sua cidadania. A lei não discrimina cidadãos não-judeus em Israel, que têm seus direitos assegurados como tais. Aplica-se apenas aos judeus que têm outra nacionalidade, mas que desejam naturalizar-se em Israel, tornando essa naturalização legalmente aceite a priori. A lei não impede que pessoas de origem não-judaica se naturalizem israelenses; essa possibilidade é prevista em outras leis.
(“Diz vc que está farto de escrever e de demonstrar que “a agencia judaica comprou essas terras”. Demonstre lá que é falso que David Ben-Gurion declarou isto:”)
Sobre isto ja escrevi isto desculpe la o copy e paste de outro comentario neste blogue
Roubo de terras
Mas os árabes ou a propaganda continua com o roubo de terras a afirmar que foram desalojados. A verdade é que, desde o início da Primeira Guerra Mundial, parte da terra da Palestina estava nas mãos de proprietários ausentes que viviam no Cairo, em Damasco e em Beirute, 80% dos árabes palestinos eram camponeses, seminómadas e beduínos endividados. Os judeus esforçaram-se para evitar a compra de terras em áreas onde os árabes pudessem ser desalojados, buscaram terras que eram praticamente não cultivadas, pantanosas, baratas e o mais importante, desabitadas. Em 1920, o líder trabalhista sionista David Ben-Gurion expressou preocupação acerca dos felahin árabes, os quais via como “o activo mais importante da população nativa”. Ben-Gurion disse que “sob nenhuma circunstância devemos tocar a terra pertencente aos felahin ou trabalhada por eles”. Ele defendeu que eles fossem libertados de seus opressores. “Somente no caso de um felah abandonar o seu lugar de assentamento”, acrescentou Ben-Gurion, “é que devemos nos oferecer a comprar sua terra, e por um preço adequado”. Só depois que os judeus compraram toda a terra não-cultivada disponível é que adquiriram as cultivadas. Muitos árabes desejavam vendê-las, seja porque queriam mudar-se para as cidades do litoral, porque precisavam de dinheiro para investir nas indústrias. Quando John Hope Simpson chegou à Palestina em maio de 1930, comentou:“Eles (os judeus) pagaram altos preços pela terra; além disso, pagaram a alguns dos seus ocupantes um montante considerável de dinheiro que legalmente não eram obrigados a pagar”. Em 1931, Lewis French levantou a quantidade de árabes sem-terra e ofereceu lotes aos interessados. Foram recebidas três mil inscrições, das quais 80% foram consideradas inválidas pelo assessor legal do governo, porque os inscritos não atendiam ao requisito básico, ou seja, não eram árabes sem terra. Sobraram apenas 600 inscritos, dos quais cem aceitaram a oferta de terras do governo. Em abril de 1936, nova sequência de ataques árabes aos judeus foi instigada pelo comandante do Exército de Libertação Árabe. Em novembro, quando os britânicos finalmente enviaram uma nova comissão de investigação encabeçada por Lord Peel, 89 judeus haviam sido mortos e mais de 300 feridos. O relatório da Comissão Peel descobriu que as queixas árabes sobre a aquisição de terras pelos judeus eram infundadas. Ele indicou que “grande parte da terra agora carregada de laranjais antes eram dunas de areia ou pântanos e não-cultivadas quando foram compradas havia, na época das primeiras vendas, poucas evidências de que os proprietários possuíssem até mesmo recursos ou preparo necessário para desenvolver a terra”. Além disso, a comissão descobriu que a escassez “se devia menos à quantidade de terra adquirida pelos judeus do que pelo crescimento da população árabe”. O relatório concluiu que a presença de judeus na Palestina, juntamente com o trabalho da administração britânica, resultaram em maiores ganhos, padrão de vida mais elevado e amplas oportunidades de emprego. Em suas memórias, o rei Abdula da Transjordânia escreveu “Está bastante claro para todos, tanto pelo mapa traçado pela Comissão Simpson quanto por outro compilado pela Comissão Peel, que os árabes são tão pródigos em vender suas terras como o são em prantos e choros inúteis. Mesmo na época da revolta árabe de 1938, o Alto-Comissariado britânico para a Palestina acreditava que os proprietários árabes se queixavam das vendas aos judeus para aumentar os preços das terras que pretendiam vender. Muitos deles foram tão aterrorizados por rebeldes árabes que decidiram abandonar a Palestina e vender suas propriedades aos judeus. Os judeus pagavam preços exorbitantes a ricos proprietários de terra por pequenos lotes de terra árida. Por volta de 1947, as propriedades judaicas na Palestina somavam por volta de 463 mil acres (1.874 km2), dos quais aproximadamente 45 mil adquiridos do governo do Mandato Britânico, 30 mil de diversas igrejas e 387.500 dos árabes. Análises das compras de terra entre 1880 e 1948 mostram que 73% dos lotes judaicos foram comprados de grandes proprietários de terra, não dos pobres felahin. Entre os que venderam terra estavam os governantes de Gaza, Jerusalém e Iafo. As’ad el-Shukeiri, um erudito religioso muçulmano e pai do presidente da OLP Ahmed Shukeiri, recebeu dinheiro dos judeus por sua terra. Até mesmo o rei Abdula arrendou terra aos judeus. Na verdade, muitos líderes do movimento nacionalista árabe, inclusive membros do Conselho Supremo Muçulmano, venderam terra aos judeus,
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Touxim
Eu agora com voce não vou perder mais tempo limito-me e reescrever o que ja disse.
Diz o senhor:
(“Esta é a História, anónimo sionista, e afirmar que as Nações Unidas votaram a constituição do Estado de Israel é uma mistificação grosseira, uma falsidade…..
Não, sionista anónimo, a legitimidade de Israel não lhe advém do plano de partição, advém-lhe da proclamação de independência por parte da Agência Judaica na véspera do fim do Mandato, e do posterior reconhecimento dessa independência por vários Estados. De mais lado nenhum.)
“On 29 November 1947, the plan was put to a vote in the United Nations General Assembly. The result was 33 to 13 in favour of the plan, with 10 abstentions. The Arab countries (all of which had opposed the plan) proposed to query the International Court of Justice on the competence of the General Assembly to partition a country against the wishes of the majority of its inhabitants, but were again defeated. The division was to take effect on the date of British withdrawal from the territory (15 May 1948), though the UK refused to implement the plan, arguing it was unacceptable to both sides.”
Resultado da votação da criação do estado de israel:
Votaram a favor: 33
Austrália, Bélgica, Bolívia, Brasil, Bielorússia, Canadá, Costa Rica, Checoslováquia, Dinamarca, República Dominicana, Equador, França, Guatemala, Haiti, Islândia, Libéria, Luxemburgo, Holanda, Nova Zelândia, Nicarágua, Noruega, Panamá, Paraguai, Peru, Filipinas, Polónia, Suécia, Ucrânia, União Sul Africana, U.S.A., U.R.S.S., Uruguai, Venezuela.
Contra: 13
Afeganistão, Cuba, Egipto, Grécia, Índia, Irão, Iraque, Líbano, Paquistão, Arábia, Saudita, Síria, Turquia, Yemen.
Abstenções: 10
Argentina, Chile, China, Colômbia, Salvador, Etiópia, Honduras, México, Reino Unido, Jugoslávia.
http://domino.un.org/unispal.nsf/9a798adbf322aff38525617b006d88d7/7f0af2bd897689b785256c330061d253
http://domino.un.org/unispal.nsf/9a798adbf322aff38525617b006d88d7/164333b501ca09e785256cc5005470c3
http://www.nepp-dh.ufrj.br/sociedade_nacoes5.html
Em 1917, Lord Balfour, o secretário inglês para os Negócios Estrangeiros, fez publicar a Declaração Balfour, em que apoiava a imigração de judeus para a Palestina e o estabelecimento de um “lar nacional para o povo judeu” na região, afirmando que “nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas existentes
As decisões da Sociedade das Nações, a seguir à Grande Guerra, o documento adoptado pela SDN em 24 de julho de 1922, que confiava o mandato sobre a Palestina à Grã Bretanha , precisava:
“O mandatário assumirá a responsabilidade de instituir no país um estado de coisas político, administrativo e económico. capaz de assegurar o estabelecimento do estado nacional para o povo judeu (art. 2).
(…) A administração da Palestina facilitará a imigração judaica em condições convenientes e de acordo com o organismo judaico mencionado no artigo 4. Estimulará o estabelecimento intensivo dos judeus nas terras do país, incluídos os domínios do Estado e as terras sem cultivar (art. 6)”.
Incapaz de conseguir uma solução acordada entre árabes e judeus, a Grã-Bretanha transferiu a decisão para a ONU, que nomeou uma Comissão Especial para a Palestina (UNSCOP) para planear uma solução. O resultado não foi unânime: os delegados de 7 países Canadá, Checoslováquia, Guatemala, Holanda, Peru, Suécia e Uruguai recomendaram o estabelecimento de dois estados separados, um judeu e outro árabe, ligados por uma união económica, com Jerusalém como um enclave internacional. 3 países Índia, Irão e Jugoslávia recomendaram um estado unitário com províncias árabes e judias. A Austrália absteve-se.
Em 14 de maio de 1947, Gromiko, o delegado soviético, pronunciava-se, na tribuna da ONU, por um “estado judeu-árabe único com direitos iguais para os judeus e os árabes”, precisando todavia: “Se esta solução resultar irrealizável devido as relações cada vez mais tensas entre os judeus e os árabes (…), então teria que se estudar uma segunda solução (…) que incluísse a divisão em dois estados independentes, um estado judeu e um estado árabe”. Em 29 de Novembro de 1947 era aprovada a partilha da Palestina em 2 estados, pela resolução 181 na Assembleia Geral da ONU. A Grã Bretanha, que se absteve, anunciou que não cooperaria na aplicação desse plano e que conservaria todos os seus poderes até ao fim do mandato que fixou para 15 de Maio de 1948.
Pelos resultados da votação pode verificar-se que todos os países árabes ou islâmicos votaram contra. Os países árabes declararam imediatamente que não aceitariam a decisão e que se iriam opor a ela pela violência. Entre 7 e 15 de Outubro tinha-se realizado a reunião do Conselho da Liga Árabe em Aley (Líbano) onde foi encarada pela primeira vez a possibilidade de uma intervenção militar na Palestina.
Assim começou a guerra da independência, em que o novo Estado de Israel enfrentou os exércitos do Egipto, Síria, Transjordânia, Líbano, Iraque e os próprios palestinos, muitos dos quais foram induzidos a abandonar seus lares, na expectativa de um próximo retorno com a vitória dos exércitos árabes. Azzam Pashá, Secretario Geral da Liga Árabe afirmava: «Esta será uma guerra de extermínio e de grandes massacres, da qual se falará como dos massacres mongóis e das cruzadas».
É cada um
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Pequenino Goebbels de aviário:
Despejar para aqui 5000 palavras nem lhe reforçam os argumentos nem, pela repetição os tornam verdadeiros.
Insiste em que os romanos expulsaram os judeus dando origem à diáspora. Já lhe pedi que me indicasse qual a fonte em que se baseia. Não responde. E eu reafirmo que nunca ocorreu tal expulsão, e que não há fontes que o confirmem. Se as tem, indique-as.
A melhor prova que tal expulsão nunca ocorreu é o facto de, após a conquista Persa de 614, haver suficientes judeus na Palestina para comprarem os 60000 cristãos capturados pelos persas e em seguida os assassinarem.
O judaísmo é uma religião, não é uma nacionalidade, falar de povo judeu não tem outro alcance do que falar de povo cristão, ou povo muçulmano. Foi prosélita. Deixou de o ser quando, face a competidores com maior poder, se fechou sobre si mesma. A sua expansão deve-se à disseminação de ideias, não à de povos nem a conquistas. Não é nem pelas armas nem por movimentos de massas que as religiões e as ideologias se disseminam, mas pela sua própria força, pelo seu conteúdo, pela sua capacidade de reexplicar o mundo e reordenar o mundo.
O seu argumento de posse é ridículo. Como comprovadamente os egipcios tiveram soberania e administração sobre o território, anterior a qualquer estado hebraico, israelita ou judaico, daí resultaria que o Estado Egipcio teria melhor, por mais antigo, título sob o mesmo.
Ou como existiu um Califato em Córdoba, Bin-Laden, arrogando-se continuidade, teria título e direito à Península Ibérica.
Como já lhe expliquei, e com as fontes todas, não foi a ONU que decretou a independência de Israel, foi a Agência Judaica. O plano da UNSCOP que a AG da ONU aprovou nunca foi implementado. Israel é legítimo para aqueles que reconheceram a sua independência, nada mais; para os que a não reconheceram Israel tem o mesmo estatuto que o Kosovo tem para sérvios e russos, ou que a Abkázia tem para georgianos e norte-americanos.
Quanto às guerras defensivas, outra mentira, todas as guerras em que Israel esteve até à data envolvido, exceptuando a do Yom Kipur, foram por si iniciadas. Incluindo a da independência que ocorre na sequência da expulsão armada dos naturais da Palestina por parte das forças judaicas, compostas na sua esmagadora maioria por ucranianos, polacos, bielo-russos, lituanos, etc.
“O sionismo não discrimina. O carácter aberto e democrático de Israel, bem como a sua escrupulosa protecção dos direitos religiosos e políticos de cristaõs e muçulmanos, rebate a acusação de exclusividade”
Que ideia, pois claro que não discrimina, propaganda anti-semita.
“A lei não impede que pessoas de origem não-judaica se naturalizem israelenses; essa possibilidade é prevista em outras leis.”
Os refugiados no Líbano, na Jordânia, no Egipto, em Gaza, são todos uns ignorantes. Como eu, que desconheço tais leis… É capaz de as especificar? E já agora, como é que é possível adquirir uma nacionalidade que não existe?
Isto:
“Apesar de Israel ser um estado democrático moderno,a legislação fundamentos da declaração de independencia. Por isso não existe casamento civil, só a cerimônia religiosa rabínica, segundo a qual os cohanin descendentes de Arão não podem casar com pessoas separadas.”
significa o quê?
Caro Goebbelsinho de aviário, encerro aqui esta conversa. Mas só para terminar como é que se pode levar a sério alguém que passa a vida a copiar textos assinados por este personagem de sites como este que como todos os outros que constituem a sua “enciclopédia” e “História universal” se caracterizam pelo anonimato e ocultação de autores?
Volte lá para o litlegreenfootballs, para o camera e para o masada2000, mas não se esqueça de uma coisa – o que sobe um dia desce e assim como os descendentes dos khazars traficantes de escravos, mais conhecidos como ashkhenazim, reconvertidos na sua nova posição de exploradores dos servos dos nobres polacos e lituanos foram confrontados, em 1648, com as consequências da sua associação ao poder, cada dia que passa o poder que sustenta os seus actuais descendentes se torna mais precário e virá o dia em que cairá. E nesse dia os que os sustentaram e os que os sofreram unir-se-ão atribuindo-lhes os males passados e os males presentes e o judeu do dia pagará as favas. É a esse futuro que a conduta sionista conduz, e é esse futuro que pode ser evitado bastando para isso reconhecer e tratar os outros como iguais.
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Touxim
o senhor não é burro pois não?
(“Insiste em que os romanos expulsaram os judeus dando origem à diáspora. Já lhe pedi que me indicasse qual a fonte em que se baseia. Não responde”)
Só posso responder que o senhor é um puro ignorante ou burro da historia universal, ao pedir fontes sobre isso, mas como não o posso ensinar e é burro a tal ponto de não consultar uma enciclopedia de historia universal para comprovar , apesar de lhe ter indicado os periodos, fiz aqui uma pesquisa olhando para a sua predileção pelo islamismo e encontrei um site de historia islamico que diz “No início da era cristã, os judeus foram derrotados pelos romanos, iniciando-se a Diáspora Judaica”. Bem sendo a filosofia deste site (Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso)e palestina livre. suponho que correspondera ao seus requisitos de validade já que desconhece a história universal
http://www.geocities.com/ibnkhaldoun_2000/palestina1.htm
(“O judaísmo é uma religião, não é uma nacionalidade, falar de povo judeu não tem outro alcance do que falar de povo cristão, ou povo muçulmano. Foi prosélita”)
Isto aqui é tudo mentira e faz parte das manobras de diversão, é uma nacionalidade é uma religião são tradiçoes são costumes e são maneiras de viver a vida conforme os preceitos religiosos dos seus livros sagrados tal como os muculmanos. E isto define um povo, por isso elementos desse povo vivendo no norte de africa, na europa oriental, na america, tem todos na sua vida elementos em comum são um povo. Nos portugueses somos um povo, os emigrnates são parte desse povo embora não sejam parte da população de portugal, os retornados faziam parte desse povo e tem as suas origens e raizes aqui na iberia, mas há cabeças que não percebem isto e que não entendem que estes elementos dispersos de um povo podem num momento historico por vontade propria ou circunstancial ter que reunir-se na origem e sem problemas integram-se e identificam-se.
(“O seu argumento de posse é ridículo.”)
Não é ridiculo é verdade, no direito privado existe uma figura chamada usucapião que pode dar aquisição da posse, mas a posse não se adquire pela uso da violencia privando os outros dos bens que lhes pertenciam, ora então quem assim for privado da sua posse não a perde e não perde o seu direito a poder reclama-la não dando ao possuidor o direito de posse sobre aquilo que adquiriu pela violência. Caso contrário o mais forte esbulharia o mais fraco, privaria-o pela violência contínua do(s) ben(s), deixaria passar o tempo necessário para poder invocar o usucapião e seria um meio de adquirir a posse de bens alheios. Isto também se passa no direito internacional público, na chamada aquisição do territorio dos estados. Neste caso parte dos judeus ou a sua maioria foram obrigados pela violência exercida sobre si pelos romanos a abandonar os seus bens a sua terra a chamada diaspora, e a procurar refúgio noutros locais adandonando as suas terras para salvar a vida. Foi uma privação da posse que os judeus tinham sobre o seu território no qual tinham soberania, pelo invasor por métodos violentos dos romanos, não negociada nem abandonada de livre vontade, mas expulsos. No entanto nem todos fugiram, sempre lá permaneceram comunidades judaicas o que justifica a posse ininterrupta , e mais, se houve violência não cessando, não houve perda da posse logo pode ser reclamada e não se pode invocar o usucapião, Portanto nem os romanos adquiriram posse, nem os otomanos, nem os aliados pós I guerra, nem o mandato britânico, todos eles exerceram violencia entre si para aquisição do territorio, o que elimina a invocação do usucapião. Mas eram assim as regras no passado adquiria-se pela conquista pela lei do mais forte, sendo a conquista abandonada e condenada restam os argumentos civilizados e recorrendo aos autoctones havia duas populaçoes a viver lá em 1948, com direito a autonomia e autodeterminação, uma já tinha sido soberana sobre aquele territorio no passado, esta registada na historia,outra nunca o foi nem foi um povo no sentido da palavra, não teve chefes não teve lingua não teve moeda, nunca esteve registada na historia, enfim era uma população arabe indiferenciada das outras populações arabes. O usucapião modo que se dá através de posse publica, notória, mansa e pacifica de um Estado que se apresenta com o exercício efectivo de soberania sobre um território, durante um tempo suficientemente longo , de modo a se presumir o consentimento tácito do antigo soberano posse mansa, pacífica e ininterrupta do território por parte da autoridade do Estado ali alojada. A posse não pode ser turbada, intermitente ou protestada para configurar a usucapião; efectivo exercício de soberania sobre o território pelos órgãos do Estado que pretende usucapir o território; a posse deve ser pública e notória.
(“O seu argumento de posse é ridículo …..Ou como existiu um Califato em Córdoba, Bin-Laden, arrogando-se continuidade, teria título e direito à Península Ibérica.”)
Estas mentes funcionam todas da mesma maneira, é a cartilha
Parece que isto é congénito e usam todos o mesmo argumento, um após outro recorreram a isto sem se dar conta da tremenda contradição, já aqui tinha escrito que: – Quanto aos mouros, pois é são estas comparaçoes suas e de outros que tinham uns avoengos e que lhes estragam o raciocinio, os mouros nunca foram originarios daqui, porque diabo teriam direito a reclamar aquilo que nunca foi deles, isso foi uma aventura de conquista travada com a sólida formação de reconquista que originou paises entre eles o nosso, e foram devolvidos devidamente a procedência aos seus locais de origem tal como nos quando tentamos africa. O senhor não conhece o significado de autoctones e mais não sabe nada do que significa direito á autodeterminação.
(“O sionismo não discrimina. O carácter aberto e democrático de Israel, bem como a sua escrupulosa protecção dos direitos religiosos e políticos de cristaõs e muçulmanos, rebate a acusação de exclusividade…. O judaísmo é uma religião, não é uma nacionalidade, falar de povo judeu não tem outro alcance do que falar de povo cristão, ou povo muçulmano.”)
Descrimina tanto que os seus famosos partidos aqui trazidos por si como emblema foram devidamente integrados, o estado sionista não é racista, da automaticamente a nacionalidade a quem for judeu os outros tem que passar por um processo de naturalização, o que é normal, por isso há lá pessoas de todo o tipo, mas em Portugal é igual os filhos dos emigrantes são portugueses os outros tem que pedir naturalização. O ser judaico, o ser judeu o pertencer a essa religião professar essa fé esses costumes essas tradiçoes, essa condição é básica para ser natural de israel, como o ser portugues, mas entrar isto em algumas mentes, mas os outros tem que cumprir certos requisitos legais, não é um estado aberto a todos, não ha nenhum estado assim a não ser em cabeças ocas.
(“Quanto às guerras defensivas, outra mentira, todas as guerras em que Israel esteve até à data envolvido, exceptuando a do Yom Kipur, foram por si iniciadas. Incluindo a da independência que ocorre na sequência da expulsão armada dos naturais da Palestina”)
Pois é, mas em 1949 as forças israelenses, bem equipadas com armamento checoslovaco fornecido pela URSS e USA , vence os exércitos árabes, ainda não estavamos em plena guerra fria não é verdade? da politica de blocos e doutrina brejenev. A Jordânia foi contituída a partir de cerca de 80% dos territórios do que era o designado Mandato da Palestina, que originalmente foi designado pela Liga das Nações como parte do lar judaico. Em 1947, o Plano de partilha das Nações Unidas dava origem a criação de 2 Estados nos restantes 20% do Mandato, o Estado de Israel para os judeus e outro Estado para os árabes. Estes rejeitaram no plano a parte que lhes era destinada e desencadearam uma guerra contra Israel só que tramaram-se em vez de aniquilar os sionistas ainda permitiram que estes defendendo-se alargassem o seu territorio. Vários países árabes iniciaram uma guerra contra Israel em três frentes, falharam, foi uma catastrofe, ficou conhecida pelos palestinos como a nakba de que fala o zeze euroliberal. Se não tivesse havido essa guerra movida por esses paises não teria havido refugiados e teria existido desde 1949 um estado da palestina. Israel conquistou terrítórios durante essa guerra. Israel disponibilizou-se para devolver esses territórios em troca de uma paz formal e do reconhecimento do Estado de Israel, os árabes recusaram Em fevereiro, Israel e Egito assinam um armistício em Rodes, seguindo-se depois acordos de cessar-fogo com os outros paises. Israel sai dessa primeira guerra com um território muito maior do que lhe era destinado no plano de partilha da ONU. Mas estaera só a primeira das guerras árabe-israelenses.
Guerra dos Seis Dias. Três países tentaram atacar Israel, com o apoio de outros cinco. Os três eram Egipto, Jordânia e Síria e os apoiantes, Arábia Saudita, Argélia, Iraque, Kuwait e Sudão muitos desses países faziam parte do antigo Império Turco Otomano, extinto na Primeira Guerra Mundial , e pois claro a URSS, também deu uma ajuda, afinal, os factos aconteceram em 1967 guerra fria, e Israel já era um país pecador o pecado ser apoiado pelos EUA . Mas conte-me lá, conte, que todos os demais paises no conflito eram apoiados pela ex-urss, e que a força aérea da jordânia do egipto foram destruídas no solo, sem sequer levantar as asas. Israel começou a empurrar a Jordânia pra trás, e fez o mesmo com o Egipto. A ONU, passou a pedir o cessar-fogo. Enquanto a Síria ainda resistia. Depois desde essa época, israel começou a ser duro e em algumas ocasiões, passou alguns limites. Então começam a surgir vários grupos terroristas e vem as historiazinhas a desculpar estes grupos por causa da opressão de israel porque houve abuso de israel etc. etc. e vem tudo e todos os argumentos ficcionais em cascata por ai adiante, mas quando surgiram esses grupos O Fatah é de 1964 e o Hamas é de 1987, mas será mesmo? , a sua ideologia segundo os seus estatutos deriva da Irmandade Muçulmana do Egipto, que é de 1928, pois é, deriva do tempo dos fascismo e do mufti de jerusalem, eles não o negam afirmam-no.Devido a isto tudo acções e reacções, crianças palestinas vítimas da guerra são os potenciais recrutáveis para a guerrilha. outra manobra é justificar esses grupos terroristas como tendo surgido em resultado das acções “totalitárias” de Israel, sendo sua filosofia e passado temporal de modo totalmente diverso, Pelos vistos o yom kipur o senhor ja não diz que foram os israelitas vá la esta a melhorar da doença.
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Touxim
Vamos lá terminar esta treta
(“Como já lhe expliquei, e com as fontes todas, não foi a ONU que decretou a independência de Israel, foi a Agência Judaica. O plano da UNSCOP que a AG da ONU aprovou nunca foi implementado. Israel é legítimo para aqueles que reconheceram a sua independência, nada mais; para os que a não reconheceram Israel tem o mesmo estatuto que o Kosovo tem para sérvios e russos, ou que a Abkázia tem para georgianos e norte-americanos. “)
Pois, pois.
O Estado de Israel e Palestina foram fundados formalmente em 1948 resolução 181 da ONU (se foi reconhecido ou não reconhecido é outra coisa), a ver se você entende, após o Plano de Partilha elaborado pela ONU, que dividiu a região, então sob domínio britânico, em Estados árabes e judeus, os primeiros rejeitaram o plano, a legitimidade israelense decorre do direito irrevogável de Israel existir pela simples razão de que existe e não esta dependente da aceitação do plano pelos palestinianos, os israelitas aceitaram a parte que lhes era destinada, ponto final. Decorrendo daqui ao proclamar a independencia, deu substância material no terreno a declaração formal da onu resolução 181. São duas legitimidades que a assembléia geral das nações unidas consagrou na sua resolução 181 sobre a divisão da Palestina sob mandato britânico.
Voce quer dizer, a resolução 181 da onu segundo a sua carta, (carta da onu), não é vinculativa, por isso não da legitimidade nenhuma a israel e por isso a onu não criou o estado de israel, será isso? se for, voce não percebe é o que está a dizer, de facto segundo a carta das naçoes unidas, a assembleia geral, as suas “ deliberações tomadas no âmbito da competência genérica da assembleia as chamadas resoluções são meras recomendações, desprovidas de carácter vinculativo para os estados membros”, pois é mas se os estados membros aceitarem essas resoluçoes que são meras recomendações, legitimam-nas e tornam-nas efectivas na medida em que as aceitaram e lhe dão substancia material e o estado israelita na parte que lhe competia legitimou essa reolução. A Assembléia Geral das Nações Unidas consagrou essas duas legitimidades na sua resolução 181 sobre a divisão da Palestina, ( a onu não criou o estado de israel de facto, tem razão nesse ponto, se israel não aceitasse tal resolução 181 de partilha também como aconteceu com os palestinos a resolução tinha ido para o lixo pois a sua utilidade era nula, inaplicavel, o problema é que um aceitou ), partilhou o território e nasceram dois estados formalmente resultantes dessa partilha do território da palestina, o estado de israel e o estado da palestina, competia-lhes aos próprios através de um acto de proclamação de independencia aceitar essa partilha materializando a no terreno, só no caso israelita isso aconteceu, como os arabes rejeitaram a parte que lhes cabia e nunca proclamaram essa independencia só israel aceitou ao proclamar a independencia , israel não perdeu a legitimidade ganhou-a ao proclamar a independencia desse estado. Dai a legitimidade internacional de israel ao ser votado e reconhecido pelos outros estados representativos da onu. Se há outros que não o reconhecem problema deles agora que tem um titulo válido democraticamente votado pela maioria não o pode negar, pode é basear-se no “ ai eu não reconheço isso” Se um tribunal numa decisão de partilhas dá metade de um terreno a cada um dos herdeiros e outro não o aceita isso invalida a decisão justa do tribunal? Só invalida se prevalecer a lei daquele que não aceitou a decisão e for mais forte e tiver força para impor a sua decisão de facto o que não é caso. Mas se formos por este caminho voltamos ao tempo das conquistas de territorio pela força. A idéia era a criação de dois estados independentes, os palestinos não aceitaram a divisão e imediatamente, junto de vários países árabes, declararam guerra imediata a Israel, que nasce de facto e não de forma depois de vencida esta guerra pela independencia, portanto, israel é um estado de direito, reconhecido legalmente através da resolução da ONU.
Historiando
A criação de Israel baseou-se numa resolução aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que previa a divisão do então território da Palestina em dois estados: um árabe e um judeu. A partilha da Palestina foi aprovada na 49ª Sessão da 2ª Assembléia-Geral da ONU, sob a presidência do diplomata brasileiro, com a seguinte votação: 33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções que pós fim a um processo de negociações, e o começo de uma era de confrontos, o projecto sionista de uma pátria para os judeus ganhou ali legitimidade internacional, com a criação do estado de Israel. a onu dividiu a palestina entre árabes e judeus, os primeiros rejeitaram a divisão, fundação de israel, com a retirada das forças britânicas, após a declaração de independência, países árabes invadem israel, a guerra faz , 6 mil judeus mortos e mais de 650 mil palestinos em fuga. Mas contra israel vivem melhor as ditaduras sírias, e o irão encontra a sua desculpa para manter o islamofascismo que cultiva, mas, quem melhor vive contra israel é um neo nazismo e uma esquerda ultrapassada caduca, com rastos de um antiocidentalismo patológico, que perdeu os sonhos que ela mesma desfez e que ingenuamente pensa voltar ao tempos épicos do passado, quer um lencinho pan-arabista para colocar no pescoço?
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ANONIMO
Aqui o nabo já tinha decidido em não mais lhe dar cavaco mas vendo a enxurada de asneiras e deturpações historicas que saiem desse monte de broculos que voçe teima em chamar de cerebro (esta foi só para continuar as suas metaforas hortofruticolas) não tenho qualquer sombra de duvida que o ANONIMO é no fundo um sionista-nacionalista ultraconservador partidario da ala mais a direita do Likud.
A sua verborreia é toda ela semelhante ao grande criador do seu partido, o ucraniano Vladimir Jabotinsky mais conhecido como Zeev.
Esta figura foi jornalista, escritor, orador, poliglota, soldado e dirigente político, também foi, dependendo de por onde se olhe, combatente pela pátria ou terrorista.
Influenciado pelo “O Estado Judeu”, livro de Theodor Herzl publicado em 1896, Jabotinsky adoptou o sionismo na sua expressão mais extremista e promovia uma sociedade de “homens obedientes até a morte”. Opôs-se ao socialismo e ao movimento operário judeu na Palestina. Fundou o grupo Betar, milícias juvenis que vestiam camisas pardas, como os membros dos Comandos de Assalto nazistas (Sturm Abteilungen ou SA), e são organizadas ao estilo dos “squadristi” fascistas.
Menahem Begin e Itschak Shamir, que chegariam a ser primeiros ministros de Israel, foram na juventude seguidores de Jabotinsky. Il Duce Benito Mussolini o considerava um dos seus e o chamava de “cidadão fascista”. O trabalhista David Ben Gurion, fundador do Estado Judeu em 1948, o comparou com o Führer e o apelidou de “Vladimir Hitler”.
Assim sendo ANONIMO, esta apresentado.
A.R.A
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Um escritor judeu francês pede a israel que retire o nome do seu avô do memorial de Yad Vashem…quelle leçon de dignité…
“Effacez le nom de mon grand-père à Yad Vashem, par Jean-Moïse Braitberg, Le Monde
Monsieur le Président de l’Etat d’Israël, je vous écris pour que vous interveniez auprès de qui de droit afin que l’on retire du Mémorial de Yad Vashem dédié à la mémoire des victimes juives du nazisme, le nom de mon grand-père, Moshe Brajtberg, gazé à Treblinka en 1943, ainsi que ceux des autres membres de ma famille morts en déportation dans différents camps nazis durant la seconde guerre mondiale. Je vous demande d’accéder à ma demande, monsieur le président, parce que ce qui s’est passé à Gaza, et plus généralement, le sort fait au peuple arabe de Palestine depuis soixante ans, disqualifie à mes yeux Israël comme centre de la mémoire du mal fait aux juifs, et donc à l’humanité tout entière.
A 8 heures par e-mail, recevez la Check-list, votre quotidien du matin.
Abonnez-vous au Monde.fr : 6€ par mois + 30 jours offertsVoyez-vous, depuis mon enfance, j’ai vécu dans l’entourage de survivants des camps de la mort. J’ai vu les numéros tatoués sur les bras, j’ai entendu le récit des tortures ; j’ai su les deuils impossibles et j’ai partagé leurs cauchemars.
Il fallait, m’a-t-on appris, que ces crimes plus jamais ne recommencent ; que plus jamais un homme, fort de son appartenance à une ethnie ou à une religion n’en méprise un autre, ne le bafoue dans ses droits les plus élémentaires qui sont une vie digne dans la sûreté, l’absence d’entraves, et la lumière, si lointaine soit-elle, d’un avenir de sérénité et de prospérité.
Or, monsieur le président, j’observe que malgré plusieurs dizaines de résolutions prises par la communauté internationale, malgré l’évidence criante de l’injustice faite au peuple palestinien depuis 1948, malgré les espoirs nés à Oslo et malgré la reconnaissance du droit des juifs israéliens à vivre dans la paix et la sécurité, maintes fois réaffirmés par l’Autorité palestinienne, les seules réponses apportées par les gouvernements successifs de votre pays ont été la violence, le sang versé, l’enfermement, les contrôles incessants, la colonisation, les spoliations.
Vous me direz, monsieur le président, qu’il est légitime, pour votre pays, de se défendre contre ceux qui lancent des roquettes sur Israël, ou contre les kamikazes qui emportent avec eux de nombreuses vies israéliennes innocentes. Ce à quoi je vous répondrai que mon sentiment d’humanité ne varie pas selon la citoyenneté des victimes.
Par contre, monsieur le président, vous dirigez les destinées d’un pays qui prétend, non seulement représenter les juifs dans leur ensemble, mais aussi la mémoire de ceux qui furent victimes du nazisme. C’est cela qui me concerne et m’est insupportable. En conservant au Mémorial de Yad Vashem, au coeur de l’Etat juif, le nom de mes proches, votre Etat retient prisonnière ma mémoire familiale derrière les barbelés du sionisme pour en faire l’otage d’une soi-disant autorité morale qui commet chaque jour l’abomination qu’est le déni de justice.
Alors, s’il vous plaît, retirez le nom de mon grand-père du sanctuaire dédié à la cruauté faite aux juifs afin qu’il ne justifie plus celle faite aux Palestiniens. Veuillez agréer, monsieur le président, l’assurance de ma respectueuse considération.
Jean-Moïse Braitberg est écrivain.”
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o ara
seu nabo, voce é mesmo nabo
seu catavento, também lhe vou oferecer um lencinho pan arabista para por ao pescoço.
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O ara, pá
Voce esta a ficar perturbado com esta treta toda, tenha calma, até já se esqueceu de se despedir nos comentários com aquele abraço, que é a sua imagem de marca, veja lá se recupera.
As melhoras
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Ena, pa
(“Um escritor judeu francês pede a israel que retire o nome do seu avô do memorial de Yad Vashem…quelle leçon de dignité”)
Grande noticia agora é que israel esta tramado
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ANONIMO
Nabo; catavento;infantil e uma porrada de antis-qualquer coisa são o resumo da sua verborreia acefala que insiste em vomitar, literalmente, em defesa do seu ideal.
De facto esqueci-me deliberadamente de lhe mandar aquele abraço mas como se esta a tornar demasiado peçonhento por via da minha saude higienica declinei o contacto.
Mas como eu ia dizendo, o ANONIMO é a personificação do Zeev que defende o racismo sionista com a seguinte postura (qualquer semelhança com o ANONIMO é de facto intencional):
Não há escolha: os árabes devem dar espaço para os judeus no Eretz Israel [Terra de Israel]. Se foi possível transferir os povos bálticos, é também possível transferir os árabes palestinos.
Jabotinsky, 1939.
A colonização sionista deve ou ser encerrada ou ser levada adiante contra os desejos da população nativa. É importante falar hebraico, mas é ainda mais importante ser capaz de atirar senão eu estou a brincar aos colonizadores.
Jabotinsky, 1939.
A necessidade de vencer os povos nativos
Não pode haver discussão sobre uma voluntária reconciliação entre nós e os árabes, não agora, nem num futuro previsível. Todos as pessoas bem intencionadas, com excepção daqueles cegos de nascença, há muito entenderam a completa impossibilidade de se chegar a um acordo voluntário com os árabes da Palestina sobre a transformação da Palestina de um país árabe em um país com maioria judia. Cada um de vocês tem um conhecimento genérico da história da colonização. Tente encontrar somente um exemplo em que a colonização de um país ocorreu com a concordância da população nativa. Tal evento nunca ocorreu.
Os nativos irão sempre lutar obstinadamente contra os colonizadores – isto é sempre assim, sejam eles cultos ou incultos. Os colegas de armas de [Hernan] Cortez ou [Francisco] Pizarro conduziram-se como bandidos. Os peles vermelhas lutaram com ilimitado fervor tanto contra os colonizadores de bom quanto os de mal coração. Os nativos lutam porque nenhum tipo de colonização em lugar algum e em tempo algum é admissível para qualquer povo nativo.
Quaisquer povos nativos vêem seus territórios como seus lares nacionais, dos quais eles serão completos senhores. Eles nunca irão voluntariamente permitir um novo senhor. Assim se dá em relação aos árabes. Negociadores entre nós tentam nos convencer que os árabes são alguma espécie de patetas que podem ser ludibriados com fórmulas ocultas de nossos objetivos básicos. Eu explicitamente recuso aceitar essa visão do árabe palestino.
Eles têm a exata psicologia que nós temos. Eles olham a Palestina com o mesmo amor instintivo e real fervor que todo asteca olhava seu México e todo sioux seu prado. Cada povo lutará contra colonizadores até a última fagulha de esperança de que eles possam evitar os perigos da conquista e da colonização esteja extinta. Os palestinos irão lutar desse modo até não haver sequer uma centelha de esperança.
Não importa que tipos de palavras nós usaremos para explicar nossa colonização. Colonização tem seu próprio e inescapável significado entendido por cada judeu e por cada árabe. Colonização tem apenas um objetivo. Isto está na natureza das coisas. Mudar essa natureza é impossível. Foi necessário conduzir a colonização contra a vontade dos árabes palestinos e a mesma condição existe agora.
Mesmo um acordo com os não palestinos representa o mesmo tipo de fantasia. Também nacionalistas árabes de Bagdá, Meca e Damasco concordariam seriamente pagar o preço que tivessem a deixar de manter o caráter árabe da Palestina.
Nós não devemos dar nenhuma compensação pela Palestina, nem aos palestinos nem aos árabes. Logo, uma acordo voluntário é inconcebível. Toda a colonização, mesmo a mais restrita, deve continuar a despeito da vontade da população nativa. Logo, ela deve continuar e desenvolver-se somente sob o campo da força que compreende um Muro de Ferro que a população local possa nunca romper e passar. Esta é nossa política árabe. Formular isso de qualquer outra maneira seria hipocrisia.
Seja por meio da Declaração de Balfour ou pelo Mandato, forças externas são necessárias para estabelecer no país condições de governo e defesa através das quais a população local, não importando o que esta deseje, será destituída da possibilidade de impedir nossa colonização, administrativamente ou fisicamente. A força deve fazer seu trabalho – com vigor e sem indulgência. Nisto não há diferença significativa entre nossos militaristas e nossos vegetarianos. Uns preferem o Muro de Ferro das baionetas judias; outros o Muro de Ferro das baionetas inglesas.
Às vulgares reprovações que este ponto de vista não é ético, eu respondo, “Estão totalmente errados”. Essa é a nossa ética. Não há outra ética. Enquanto houver a mais fraca fagulha de esperança para os árabes em nos deter, eles não negociarão estas esperanças – não por quaisquer doces palavras nem por gostosas fatias, porque isto não é uma multidão, mas um povo, um povo vivo. E povo nenhum faz essas enormes concessões em tais questões fatídicas, exceto quando não resta qualquer esperança, até que tenhamos removido cada abertura visível no Muro de Ferro.
The Iron Wall, a Zheleznoi Stene, Rassvet, November 4, 1923.
ANONIMO, o seu heroi é de mais veja só o que ele diz acerca da sua versão (que de certeza partilha) da Historia Biblica de Sansão:
Depreciando os mestiços de Canaã
A multidão da cidade – trabalhadores, artesãos e mendigos – era composta exclusivamente de fragmentos das tribos nativas, território de antigo reconhecimento entre dois povos conquistadores. Os cães vadios de toda a vizinhança (…) pareciam todos assim, destituídos das características de qualquer semente conhecida, e nisto eles pareciam os habitantes humanos do distrito.
Jabotinsky, Samson (American edition titled Prelude to Delilah), p.13.
E ainda
A superioridade do sangue semita
Entre as mulheres danitas* havia um número de rostos canaanitas pertencentes a segundas e terceiras esposas, concubinas, sogras, cunhadas – precursoras do processo agora iniciando pelo qual a relapsa estirpe nativa era absorvida pelo sangue vivo e forte dos tristes colonizadores.
Jabotinsky, Samson (American edition titled Prelude to Delilah), p.52
Depreciando os cananeus**
Ambos provaram ser bem constituídos, homens poderosos, e havia em seus olhos nada daquele olhar estúpido comum entre os nativos. Possivelmente eles teriam um pouco de sangue filisteu.
Jabotinsky, Samson (American edition titled Prelude to Delilah), p.148.
Recordo-me perfeitamente de puxar o tema racismo para a discussão, mas peço desculpa não o ter compreendido logo á 1ª.
Tem toda a razão, o seu discurso é o de um verdadeiro racista agora que tenho a quem o comparar, e ele o Zeev tambem partilha consigo a defesa do segregacionismo, a ler:
Sansão disse a ele: “(…) Se os homens vierem a conhecer uns aos outros não haverá inimizade entre eles”. “Eu conheço pouco sobre os homens”, respondeu Nehushtan, após breve silêncio. “Eu sou um pastor e conheço acerca de animais. Com animais é diferente”. “De que modo é diferente?” “Um cachorro negro e um cachorro marron nunca lutam enquanto cada um está com seu próprio rebanho, mas coloque-os juntos e os pelos começam a voar”.
(…) Sansão caminhou sozinho por algum tempo, pensando na sabedoria de pastor de Nehushtan. Um cachorro negro e um cachorro branco… Talvez.
Jabotinsky, Samson (American edition titled Prelude to Delilah), p.118, 125.
E como o muro é falivel, e mais vale prevenir que remediar, ele tambem acha o mesmo que voçe ou seja que a mistura com os “primos” não é boa ideia:
Miscigenação é pecado
A segunda coisa que eu aprendi nestes últimos dias é a sabedoria de ter pedras de fronteira. (…) Vizinhos podem concordar até o momento em que cada um fica em casa, porém problemas surgem tão logo eles comecem a se visitar mutuamente. Os deuses fizeram os homens diferentes e os ordenaram a respeitar a trincheira nos campos. É um pecado para os homens misturar o que Deus separou.
Jabotinsky, Samson (American edition titled Prelude to Delilah), p.131.
Um poço de sabedoria este seu mestre.
Para culminar, a “piece de resitance” nacional-sionista, uma versão judaica do super homem de Nietzche:
Homens superiores
“Próximo ao templo de Baal-Zebub, em Ekron, há um campo cheio de abelhas”, ele respondeu. “Nenhum dos sacerdotes ousa ir lá orar, excepto aqueles que nasceram com sangue amargo, pois tais homens são fortes contra as ferradas de abelhas, vespas e mosquitos. Porém, não há muitos deles, e para o resto entrar no campo significa morte”.
Jabotinsky, Samson (American edition titled Prelude to Delilah), p.132.
ANONIMO, com o tempo os seus comentarios desmascararam o seu verdadeiro ideal. Como se atreve a chamar-me de anti-semita seu fascista.
Voçe personifica o ideal que matou milhões de judeus e agora quer impigir o mesmo tratamento aos palestinianos. Tenha vergonha nessa cara sempre que levanta a bandeira de Israel !
O pos-sionismo advem do sionismo trabalhista, que tanto o incomoda, e a unica saida para este impasse belico é a esquerda israelita e não a corja que voçe defende.
Quer um abraço?
Está carente? Então vá-se lavar, seu facho.
A.R.A
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Goebbelsinho, sei muito bem que no aviário onde vos criam está escrito em letras grandes, e minuto a minuto os altifalantes berram “quem nos crítica é terrorista, quem nos crítica é anti-semita, quem nos crítica é islamista, quem nos crítica é nazi”. Por ser essa a formatação não me emociona que me atribua “predileção pelo islamismo”.
Porém, Goebbelsinho, quando lhe peço fontes não me refiro, óbviamente, a bicas de onde sai água nem a especulações. Refiro-me a fontes históricas, das quais vc deu um exemplo quando mencionou Josefo Flávio. Só que em parte alguma das suas obras este refere a tal “expulsão” e sendo vc tão peremptório sobre tal “facto”, querendo presumir-lhe um mínimo de honestidade intelectual pela última vez o desafio a indicar-me qual a fonte histórica que o relata.
Com nenhuma expectativa de que tal ocorra, aqui ficam, apenas para efeitos didácticos, algumas citações:
“For Zionism to succeed you need to have a Jewish state, with a Jewish flag and a Jewish language. The person who really understands that is your fascist, Jabotinsky.”
Mussolini para David Prato, futuro Rabi-chefe de Roma
“Não há escolha: os árabes devem dar espaço para os judeus no Eretz Israel [Terra de Israel]. Se foi possível transferir os povos bálticos, é também possível transferir os árabes palestinos.”
Jabotinsky, 1939.
“A colonização sionista deve ou ser encerrada ou ser levada adiante contra os desejos da população nativa. É importante falar hebraico, mas é ainda mais importante ser capaz de atirar senão eu estou brincando de colonização.”
Jabotinsky, 1939.
“Não pode haver discussão sobre uma voluntária reconciliação entre nós e os árabes, não agora, nem em futuro previsível. Todos as pessoas bem intencionadas, com exceção daqueles cegos de nascença, há muito entenderam a completa impossibilidade de se chegar a um acordo voluntário com os árabes da Palestina sobre a transformação da Palestina de um país árabe em um país com maioria judia. Cada um de vocês tem um conhecimento genérico da história da colonização. Tente encontrar somente um exemplo em que a colonização de um país ocorreu com a concordância da população nativa. Tal evento nunca ocorreu.
Os nativos irão sempre lutar obstinadamente contra os colonizadores – isto é sempre assim, sejam eles cultos ou incultos. Os colegas de armas de Cortez ou Pizarro conduziram-se como bandidos. Os peles vermelhas lutaram com ilimitado fervor tanto contra os colonizadores de bom quanto os de mau coração. Os nativos lutam porque nenhum tipo de colonização em lugar algum e em tempo algum é admissível para qualquer povo nativo.
Quaisquer povos nativos vêem seus territórios como seus lares nacionais, dos quais eles serão completos senhores. Eles nunca irão voluntariamente permitir um novo senhor. Assim se dá em relação aos árabes. Negociadores entre nós tentam nos convencer que os árabes são alguma espécie de patetas que podem ser ludibriados com fórmulas ocultas de nossos objetivos básicos. Eu explicitamente recuso aceitar essa visão do árabe palestino.
Eles têm a exata psicologia que nós temos. Eles olham a Palestina com o mesmo amor instintivo e real fervor que todo asteca olhava seu México e todo sioux seu prado. Cada povo lutará contra colonizadores até a última fagulha de esperança de que eles possam evitar os perigos da conquista e da colonização esteja extinta. Os palestinos irão lutar desse modo até não haver sequer uma centelha de esperança.
Não importa que tipos de palavras nós usaremos para explicar nossa colonização. Colonização tem seu próprio e inescapável significado entendido por cada judeu e por cada árabe. Colonização tem apenas um objetivo. Isto está na natureza das coisas. Mudar essa natureza é impossível. Foi necessário conduzir a colonização contra a vontade dos árabes palestinos e a mesma condição existe agora.
Mesmo um acordo com os não palestinos representa o mesmo tipo de fantasia. Também nacionalistas árabes de Bagdá, Meca e Damasco concordariam seriamente pagar o preço que tivessem a deixar de manter o caráter árabe da Palestina.
Nós não devemos dar nenhuma compensação pela Palestina, nem aos palestinos nem aos árabes. Logo, uma acordo voluntário é inconcebível. Toda a colonização, mesmo a mais restrita, deve continuar a despeito da vontade da população nativa. Logo, ela deve continuar e desenvolver-se somente sob o campo da força que compreende um Muro de Ferro que a população local possa nunca romper e passar. Esta é nossa política árabe. Formular isso de qualquer outra maneira seria hipocrisia.
Seja por meio da Declaração de Balfour ou pelo Mandato, forças externas são necessárias para estabelecer no país condições de governo e defesa através das quais a população local, não importando o que esta deseje, será destituída da possibilidade de impedir nossa colonização, administrativamente ou fisicamente. A força deve fazer seu trabalho – com vigor e sem indulgência. Nisto não há diferença significativa entre nossos militaristas e nossos vegetarianos. Uns preferem o Muro de Ferro das baionetas judias; outros o Muro de Ferro das baionetas inglesas.
Às vulgares reprovações que este ponto de vista não é ético, eu respondo, “Estão totalmente errados”. Essa é a nossa ética. Não há outra ética. Enquanto houver a mais fraca fagulha de esperança para os árabes em nos deter, eles não negociarão estas esperanças – não por quaisquer doces palavras nem por gostosas fatias, porque isto não é uma multidão, mas um povo, um povo vivo. E povo nenhum faz essas enormes concessões em tais questões fatídicas, exceto quando não resta qualquer esperança, até que tenhamos removido cada abertura visível no Muro de Ferro.”
The Iron Wall, a Zheleznoi Stene, Rassvet, November 4, 1923.
“The Hebrew revolt of 1944-48 has been blessed with success … the foundation has been laid – but only the foundation … for the return of the whole People of Israel to its homeland, for the restoration of the whole Land of Israel to its God-covenanted owners … Our God-given country is a unity. The attempt to dissect it is not only a crime but blasphemy and an abortion. Whoever does not recognize our natural right to our entire homeland, does not recognize our right to any part of it … O God of Israel, keep Thy soldiers and bless their sword which gives a new birth to the covenant that Thou has sealed with Thy beloved people and Thy chosen land. Forward to the battleground! Forward to victory!”
Primeiro discurso radiofónico de Menahem Begin, em 15 de Maio de 1948.
Democratas, e seculares, pois claro…
[Responder]
A.R.A, para a próxima prometo que actualizo a página antes de pressionar o submit.
Para compensar aqui vão mais 2 excertos, também Link do Brenner, sobre a colaboração entre revisionistas e nazi-fascistas:
“The French newspaper in Bucharest, the “Moment,” which is regarded as one of the organs of the Roumanian Foreign Ministry, has published an interview with the Revisionist leader, Dr. von Weisl.
The Revisionist leader accused the Zionist leaders of Socialist sympathies, and he declared that, although opinions among the Revisionists varied, in general they sympathized with Fascism, and they were strong opponents of Socialism and Communism.
He, personally, was a supporter of Fascism, and he rejoiced at the victory of Fascist Italy in Abyssinia as a triumph of the White races against the Black. He also asserted the Revisionists wanted to bring to Palestine, within the next ten years, 900,000 Jews from Poland, 300,000 from Roumania and 300,000 from Germany.
Finally, he stated that the Revisionists had no desire to colonize Jews in Abyssinia, and that, in his opinion, it would be well for the Arab strike in Palestine to continue for several weeks more, as by then the authority of the Arab leaders would be completely broken for a number of years.”
“Dr. von Weisl Believes in Fascism,” was in the 6/12/34 World Jewry, a London Jewish establishment journal.
“It is often stated in the speeches and utterances of the leading statesmen of National Socialist Germany that a prerequisite of the New Order in Europe requires the radical solution of the Jewish question through evacuation (”Jew-free Europe”).
The evacuation of the Jewish masses from Europe is a precondition for solving the Jewish question; but this can only be made possible and complete through the settlement of these masses in the home of the Jewish people, Palestine, and through the establishment of a Jewish state in its historic boundaries.
The solving in this manner of the Jewish problem, thus bringing with it once and for all the liberation of the Jewish people, is the objective of the political activity and the years-long struggle of the Israeli freedom movement, the National Military Organization (Irgun Zvai Leumi) in Palestine.
The NMO, which is well-acquainted with the goodwill of the German Reich government and its authorities towards Zionist activity inside Germany and towards Zionist emigration plans, is of the opinion that:
1. Common interests could exist between the establishment of a new order in Europe in conformity with the German concept, and the true national aspirations of the Jewish people as they are embodied by the NMO.
2. Cooperation between the new Germany and a renewed folkish-national Hebraium would be possible and,
3. The establishment of the historic Jewish state on a national and totalitarian basis, bound by a treaty with the German Reich, would be in the interest of a maintained and strengthened future German position of power in the Near East.
Proceeding from these considerations, the NMO in Palestine, under the condition the above-mentioned national aspirations of the Israeli freedom movement are recognized on the side of the German Reich, offers to actively take part in the war on Germany’s side.”
“Fundamental Features of the Proposal of the National Military Organization in Palestine (Irgun Zvai Leumi) Concerning the Solution of the Jewish Question in Europe and the Participation of the NMO in the War on the Side of Germany,” (in) David Yisraeli, The Palestine Problem in German Politics 1889-1945, Bar Ilan University (Israel), 1974.
Será que estes mini-Goebbels saem daqui?
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Ara
Seu nabo, de facto você está piorando, já delira, eu ja tinha ideia que as leituras recomendadas pelo zeze euroliberal podiam começar a queimar alguns fusiveis, a coisa esta pior do que eu pensava, você ja delira. Tem febre? Tenha cuidado senão ainda vai parar a um santório.
Não concentre muito a sua fragil mente nessas coisas descanse muito e preste pouca atenção a isso .cuide-se
Se estou carente? Carentissimo meu caro, um abraço recusado por si, por quem distribui abraços avulsos aqui por toda a gente, soou-me a descriminação e como voce deve ser contra isso, afectou-me muitissimo emocionalmente, nem calcula os efeitos catastróficos que isso me causou, ate tive insónias.
Cuidado com as leituras os sites perigosos e descanse muito, tome la um lencinho pan arabico para aconchegar o pescoço.
As melhoras. E descanse, não escreva mais, isso só prejudica a sua saude.
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Touxim
Diaspora?
Como vi acreditei, Deus, o Clemente, o Misericordioso, vi a acreditei, louvado seja ala.
Olhe é para si.
Vá lá, que estão a espera, va.
Isto é perigoso, eles contaminam-se, eu já tinha dito que pensam todos da mesma maneira e usam os mesmos argumentos bacocos, até parece um defeito congénito no cerebro não conseguem pensar pela sua propria cabeça, o melhor e deixa-los de quarentena. E daqui a uns tempos ver se melhoraram.
Daqui a uns tempos venho ver como esta a criação
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ANONIMO
“…um santório…”
Então agora também me quer promover a santo? Naaaaaaa, não levo jeito embora seja certo que tenha uma paciencia de santo em aturar as suas má criações. Mas enfim cada um é como cada qual e…………… e são poucos os que são como o ANONIMO (felizmente).
Sem duvida que a chuva na sua horta anda a provocar estragos na já frágil saúde mental que ostenta de forma tão linear e concreta. Não há como enganar!
Como a idade de certeza já lhe pesa (por acaso o ANONIMO não será o tio do nosso 1º,não?) e a sua memoria já lhe prega rasteiras eu explico-lhe porque chamei o Zeev a conversa.
Lembra-se quando disparou esta preciosa perola da sua sabedoria:
ANONIMO
“…Foram eles (os judeus) que colonizaram e desenvolveram aquela terra. Tanto no antigamente como desde então…”
ZEEV
“…A colonização sionista deve ou ser encerrada ou ser levada adiante contra os desejos da população nativa. É importante falar hebraico, mas é ainda mais importante ser capaz de atirar senão eu estou a brincar aos colonizadores…”
Conclusão: Ambos atestam a legitimidade de colonizar, ora o que sabemos nós acerca do conceito de colonialismo-
Colonialismo é a política de exercer o controle ou a autoridade sobre um território ocupado e administrado por um grupo de indivíduos com poder militar, ou por representantes do governo de um país ao qual esse território não pertencia, contra a vontade dos seus habitantes que, muitas vezes, são desapossados de parte dos seus bens (como terra arável ou de pastagem) e de eventuais direitos políticos que detinham.
Há coincidencias fantasticas não há seu nab….. ANONIMO.
Outra tirada brilhante, desmistificando as pretensões de posse dos supostos “primos” palestinianos que, curiosamente, já aqui se provou que além de “primos” são os verdadeiros ascendentes dos nativos de Judeia.
ANONIMO (discurso nacionalista politicamente “correcto”?)
“… os semitas “palestinianos” nunca foram um povo especifico, nunca tiveram soberania, nunca foram politicamente organizados, e sempre pertenceram a uma massa ou comunidade informe sem cultura que os distinguisse…”
ZEEV (o mesmo discurso sem rodeios)
“…A multidão da cidade – trabalhadores, artesãos e mendigos – era composta exclusivamente de fragmentos das tribos nativas, território de antigo reconhecimento entre dois povos conquistadores. Os cães vadios de toda a vizinhança (…) pareciam todos assim, destituídos das características de qualquer semente conhecida, e nisto eles pareciam os habitantes humanos do distrito…”
Aqui o conceito a concluir é um bocado difuso, pois evidencia laivos de xenofobia (preconceito, racial, de grupos minoritários ou cultural) racismo (atitude preconceituosa e discriminatória contra indivíduos de certas raças ou etnias) superioridade racial e cultural e total intensão de minorizar os colonizados para assim legitimar ainda mais as pretensões dos colonizadores.
Sei que evocou a famigerada conferência de wannsee e a sua solução final para desviar as atenções para o que realmente defende, um nacionalismo-sionista em terras da Cisjordania, mas como esta visto eu já o topei, e há muito
Para si, só assim, o estado de Israel consegue sobreviver . Saneando todo e qualquer acto de anexação, invasão e de colonização por via da força com justificações mais ou menos parecidas com esta:
ANONIMO
(acerca da legitimização do estado de Israel e a negação de reconhecimento da Palestina para o mesmo)
“…Se um tribunal numa decisão de partilhas dá metade de um terreno a cada um dos herdeiros e outro não o aceita isso invalida a decisão justa do tribunal? Só invalida se prevalecer a lei daquele que não aceitou a decisão e for mais forte e tiver força para impor a sua decisão de facto o que não é caso…” NÃO É O CASO??? 11 soldados israelitas mortos e mais de 3000 palestinianos mortos no ultimo conflito em Gaza. NÃO É O CASO, seu facho?
Porque é que ao invés de andar aqui com demagogias baratas e falinhas pseudo-historicas (sim porque voçe só relata a Historia que lhe convêm) não fala claro e directo e assume o mesmo discurso do ZEEV em que este diz:
“…Nós não devemos dar nenhuma compensação pela Palestina, nem aos palestinos nem aos árabes. Logo, uma acordo voluntário é inconcebível. Toda a colonização, mesmo a mais restrita, deve continuar a despeito da vontade da população nativa. Logo, ela deve continuar e desenvolver-se somente sob o campo da força que compreende um Muro de Ferro que a população local possa nunca romper e passar. Esta é nossa política árabe. Formular isso de qualquer outra maneira seria hipocrisia…”
O muro de ferro de que acima se fala, já não é de ferro é de betão o mesmo betão do qual voçe dizia ser um mal necessario. Assim sendo se não conhecia este personagem considerem-se apresentados pois têm muito em comum para um namoro estavel e duradouro.
O Likud precisa de gente da vossa estirpe e até já tem quem os eduque, os ortodoxos ultra-radicais de direita.
Assuma-se e saia do armario, seu faschista!
A.R.A
P.S- Sabe, de facto já tenho um keffieh de Jerusalem que me foi dado por um amigo ….. judeu! E esta hein?
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Ara
Seu nabo ignorante não sabe interpretar o que lê, ainda por cima sofre de ileteracia.
“…Se um tribunal numa decisão de partilhas dá metade de um terreno a cada um dos herdeiros e outro não o aceita isso invalida a decisão justa do tribunal? Só invalida se prevalecer a lei daquele que não aceitou a decisão e for mais forte e tiver força para impor a sua decisão de facto o que não é caso…” NÃO É O CASO??? 11 soldados israelitas mortos e mais de 3000 palestinianos mortos no ultimo conflito em Gaza. NÃO É O CASO, seu facho?
Esta comparação seu burro, referia-se a decisão da onu e ao plano de partilha da palestina em 1948, se a onu deu metade do territorio a cada um, israel e palestina, e se só israel aceitou isso, tal não invalidou a decisão da onu em relação a israel, só invalidaria se de facto os palestinianos que não aceitaram esse plano de partilha em 1948 tivessem força suficiente para ter ganho a guerra impor a sua vontade pela força e corrido com israel dali, entendeu seu nabiço, o que é que um facto referente ao plano de partilha tem a ver com a gaza actual. Os neuronios estão a ser comidos.
Então isto que eu disse é propriedade de quem? (ZEEV (o mesmo discurso sem rodeios)
(“ANONIMO (discurso nacionalista politicamente “correcto”?)
“… os semitas “palestinianos” nunca foram um povo especifico, nunca tiveram soberania, nunca foram politicamente organizados, e sempre pertenceram a uma massa ou comunidade informe sem cultura que os distinguisse…”)
“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (…). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas que criaram este termo.” Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.
“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946
“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”.Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.
Agora sou eu que digo
Nunca existiu uma região chamada palestina, governada por palestinos, não há uma língua chamada palestina. Não existe uma cultura palestina, não existiu uma moeda palestina, historiadores palestinos, governantes palestinos. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc.tudo invençoes bem recentes desde que se formaram esse paises e que a partir dai se passaram a chamar pela nacionalidade do pais.
Entendeu, não é meu entendimento é entendimento de muita gente inclusive arabe, e sabe porque? porque queriam aquele territorio para partilhar entre eles jordanianos, sirios, iraquianos, etc, por isso sempre negaram a palestina só depois da onu partilhar e estabelecer israel e terem sido derrotados por israel na guerra da independencia é que apareceu na linguagem a palavra palestina e povo palestino.
(“Colonialismo é a política de exercer o controle ou a autoridade sobre um território ocupado e administrado por um grupo de indivíduos com poder militar, ou por representantes do governo de um país ao qual esse território não pertencia, contra a vontade dos seus habitantes que, muitas vezes, são desapossados de parte dos seus bens (como terra arável ou de pastagem) e de eventuais direitos políticos que detinham”)
Quanto a ser colonialismo, so é para quem não conhece o significado da palavra autoctones e autodeterminação, sendo os judeus autoctones tal como os palestinos e encontrando-se la desde sempre e até 1948, ( desde o seculo I e pela primeira vez em 1948 se pôs a questão de devolver o território aos autoctones às populaçoes nativas, naturais de lá, porque desde essa data sec I e até 1948, aquilo nunca foi administrado pelos nativos, naturais mas sempre pelos ocupantes que se iam derrotando uns aos outros,e tomando a posse daquelas terras , e as populações estavam sob o seu jugo, sendo administrados politica e admnistrativamente por eles , imperio romano, otomano, aliados e mandato britanico, isto sim era colonialismo), como um desses povos nativos juntamente com os palestinos, e não se dando entre si, só havia uma hipótese criar dois estado foi isso que aconteceu, e o regresso de uma parte desse povo do exilio e que não fazia parte da população (por exemplo os emigrantes não fazem parte da população portuguesa residem fora mas fazem parte do povo portugues) mas fazia parte desse povo, uma vez criado o estado tinha direito a regressar às suas origens, colonialismo é ir ocupar o lugar de outros sem la ter qualquer origem ou qualquer espécie de raizes,e dominar as populações nativas pela força, por exemplo nós em africa.
entendeu. Va la para as aulas que esta a precisar. E agora a serio não me chateie mais ok.
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Goebbelsinho, vejamos quem precisa de estudar história:
Lista de primeiros-ministros de Israel
- David Ben-Gurion nasceu em Płońsk, actual Polónia, com o nome de David Grün
- Moshe Sharett nasceu em Kherson Ucrânia, com o nome de Moshe Shertok
- Levi Eshkol nasceu em Oratov, Ucrânia, com o nome de Levi Školnik
- Golda Meir nasceu em Kiev, Ucrânia, com o nome de Golda Mabovitch
- Yitzhak Rabin nasceu em Jerusalém, filho de ucraniano e bielorussa que emigraram para a Palestina em 1917 e 1919
- Menachem Begin nasceu em Brest-Litovsk, Bielorussia, filho de Zeev Dov e Hassia Begun
- Yitzhak Shamir nasceu em Ruzhany, Bielorussia com o nome de Icchak Jaziernicki
- Shimon Peres nasceu em Vishneva, Polónia, com o nome de Szymon Perski
- Benjamin Netanyahu nasceu em Tel Aviv, filho de Cela e Benzion Mileikowsky, ambos originários da Bielorussia
- Ehud Barak nasceu no kibbutz Mishmar HaSharon, filho de Israel Brog, lituano, e de Esther Godin, polaca, que emigraram para a Palestina em 1930
- Ariel Sharon nasceu em Kfar Malal, filho de Shmuel e Vera Sheinerman, lituanos, que emigraram para a Palestina em 1922
- Ehud Olmert nasceu em Binyamina, filho de ucraniano e russa.
Autóctones, sem dúvida…
Goebelsinho, Israel é um país colonial, fruto, como muito bem dizes, de “ir ocupar o lugar de outros sem la ter qualquer origem ou qualquer espécie de raizes,e dominar as populações nativas pela força”, é um país racista, é um resquício de uma época que acabou e como tal está condenado a desaparecer. É apenas questão de tempo, e suspeito que não lhes resta muito.
Os slogans já passaram de prazo, o holocausto está rançoso, as vossas manipulações são cada vez mais transparentes, os vossos crimes já não são ocultáveis, acabaram-se as aliyahs e já só os lunáticos genocidas emigram para Israel. E quando os yankees começarem a procurar os culpados do desemprego, do esbulho das reformas, do fim do seu privilégio de consumidores globais, nessa altura a palavra anti-semitismo readquirirá o seu sentido.
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Touxim
é pra si.
Olhe o cajado aí ao lado.
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Snr. Daniel Oliveira: feio é mentir, manipular, e insitir nissso !
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O Snr. Daniel Oliveira habituou-se a mentir e a manipular.
Calro está que vai logo desencantar a Igreja (a “hierarquia”) católica.
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pOR QUE SERÁ QUE O sNRA. DANIEL Oliveira vai desencantar a Igreaj (a “hierarquia”) Católica, quando montes de conveicções religiosas exprimiram a sua opinião (oa que parece só os ateus é que podem expimir a sua opinião, liberdades…) crítica ?
Depois mente. E mente o jugular e atal Palmira F. Silva.
Remete para uma pg. de um jornal inglês, fedendo a anticatolicismo primário, que dá uma “notícia” neste sentido.
Claro que a notícia de factos tem…nenhum ! Só uma composição mentirosa.
O dito monsenhor não escreveu q
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não escreveu nunca qualquer carta nesse sentido !
O que aconteceu foi que vários opiniões publicadas em jornais criticaram a iniciativa (que era de pagar para ter publicidade ateia em tranpsortes públicos, muncipais).
A empresa publicitária (que não sei se realmente tinha chegado a fechar o negócio !) não aceitou o negócio (da consciência ateia) invocando a proibição da lei italiana sobre publicidade !
Aqui está, nem o bispo escreveu a carta, nem houve “pressão censória” como diz a bem-informada Palmira F. Gil, somnte foi aplicada a lei geral e houve quem tivesse exprimido opinião diversa dos ateus (o que é crime, só não é crime e “censura” a opinião paga dos ateus !).
Vergonha é mentir !
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ANONIMO
Então foi bom o debate que ontem teve com os nacionalistas de todo o mundo?
Espero que se tenha mantido ANONIMO pois acho que o Nazi do Machado não iria achar muita piada ao seu Nacionalismo-Sionista.
Que estranho mundo este em que vivemos!
A.R.A
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