verde-2

15h00, Jardim da Mãe d’Água/16h Rato

Para acabar com um proibicionismo inútil, contraproducente, injustificável e irresponsável


106 respostas ao post “Legal como a imperial”  

  1. 1 1  Antonio Cunha

    É por isto que o BE NUNCA será um partido responsavel e no qual as pessoas confiam.

    A MARIJUANA PROVOCA LESÕES CEREBRAIS

    “Objecto: Danos cerebrais causados pela marijuana
    Segundo a Dra. Susan Greenfield, titular da cátedra de Farmacologia das Sinapses da Universidade de
    Oxford e membro não político da Câmara dos Lordes inglesa, a marijuana tem o seu próprio receptor
    cerebral e interfere em mecanismos neuroquímicos muito delicados que estão na base das funções
    cognitivas, criando dependência psíquica. Foi assim que a Dra Greenfield sintetizou as conclusões de
    diversos estudos sobre os efeitos neurológicos da cannabis, entre os quais os do NIDA, Instituto Nacional
    sobre o Abuso da Droga americano. Segundo estes, o princípio do cannabis, o Delta 9-THC
    tetrahidrocannabinol, tem os mesmos efeitos neurológicos do que a cocaína, ou seja, produz exactamente
    as mesmas modificações cerebrais.”

    http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:C:2003:092E:0230:0231:PT:PDF

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    fernando baena Reply:

    Eu poderia com a mesma facilidade apresentar estudos académicos e outros de sustentação cientifica que contradizem todas as conclusões pré conceituosas no entanto sustentados também, contra este ou aquele produto…fácil (copy, understand, paste) mas sem profundidade, por alguma razão hoje se receita THC na Oncologia e outros segmentos da Medicina. Se começarem assim de uma forma tão escolástica qualquer dia estão contra os tomates e as cebolas, trangénicos (que já comem à tempos) e as asneiras socio-económicas efectuadas por cérebros de certeza muito mais sábios e ‘clean’ de ‘drogas?’ do que quem estuda os assuntos por si, sem ser formatado por uma parte que mantêm o ’status quo’ da traficância dos produtos inseguros e da corrupção pura e dura que alastra a todo o sistema. Não a ‘cannabis’ não é a causadora dos males mundiais muito menos dos portugueses…fácil. Eu fumo à quarenta anos e sou saudavel como se calhar muitos gostariam de ser. O que como, nas refeições ‘outdoor’, o que me receitam e os conselhos que me dão é que deixam muito a desejar, pois são-me transmitidos por pessoas que não percebem nada da vida nem da história da sociedade humana. Deixem primeiro de ser egoistas, de mentir, e de ser cumplices prostitutos do poder que lhes dá de comer, trabalhem em prol dos outros e depois discutam lá as proibições às ervas e às invenções médicas que foram postas no circuito do dinheiro fácil e que não curam nada, encolhem e atrofiam o ser humano. Fazer a apologia da cannabis também não faz sentido pois conheço demasiadas pessoas inteligentes e generosas que consomem sensatamente trufas e sushi e ninguém os avisa das colecções de E-colis que os obriga a Omezolans por qualquer ‘pecadilho’. Acho que existe uma certa inveja por aqueles que com uma simples erva se consolam, enquanto os outros metem industria farmaceutica para dentro e não se consolam, mas ao menos estes tomam ‘coisas’ filtradas por standards de qualidade, por que será? Fazer mal a zonas do cerebro, isso até o Prof Damásio contradiz. É mais pernicioso não criar maior numero de sinapses neurais por medos impregnados e induzidos redirecionando-os como os rebanhos a ver novelas e cinema de qualidade e fins duvidáveis e de muito mau gosto, do que fumar ‘erva’, pelo menos este bocado da natureza faz-nos, relaxar, reflectir e divertir. Quantos sites não existem referenciados que manifestam cientificamente o seu suporte à legalização e à standarização da qualidade destes produtos oferecidos desde logo pela própria Natureza? Tudo o que é demais faz mal, tal depende da aculturação de um povo e não de restrições, doutra maneira deviam era restringir estes políticos de a fazerem sem saberem nada sobre coisa nenhuma. Querem um frente a frente televisivo?

  2. 2 2  Ibn Erriq

    Daniel já todos fomos jovens…….., felizmente alguns ainda o são ;-)

    Não percebo os adjectivos ” injustificável e irresponsável” mas posso aceitar os outros.
    Assim, acreditando na sua paciência e suficiente bondade gostaria que fizesse o favor de me esclarecer.

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  3. 3 3  larissa

    Bom danos cerebrais provoca o Prozac, Cymerion, Xanax e muitos etc.(o meu irmão agradece a estes farmacos e a familia tambémpois sem eles não conseguia viver). À cerca de três anos foi colocado numa empresa multinacional em Roterdão e não é que começou a tomar com acompanhamento medico uma tisana (chá)de marijuana regularmente e acabou com o saco infernal dos medicamentos… Claro que é um caso particular e a doença é fadiga crónica mas o que é certo é que está bem, é um alto quadro qualificado a chatice é quando quer vir passar as ferias a Casa e tem que ir ao Prozac e tal e tal… mas essas são dependencias mais caras (com estilo) e legais.

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  4. 4 4  Ibn Erriq

    Larissa, ainda bem que o seu irmão está bem.

    Este é um assunto acerca do qual não tenho opinião formada. Mas a demagogia não é útil a coisa alguma.

    Dá o exemplo do seu irmão, mas julgo que o que está aqui em causa não é isso, ou será que é e eu não me apercebi. Com fins terapêuticos “tudo” deve aceitável (legal se preferir).
    Mas não é o que aqui está em causa, ou será?

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  5. 5 5  Jack

    Pois, pois, preocupem-se com a Maria Joana. É que entretanto já não posso fumar o meu SG filtro em lado nenhum e ninguém se rala…

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  6. 6 6  Jose

    #2
    faço minha essa mesma pergunta (porquê injustificável e irresponsável?).
    Daniel, pode responder?

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  7. 7 7  Luís Vicente

    Dar cabeçadas na parede também provoca lesões cerebrais. Vamos banir os tijolos e cimento?

    Legalização de todas as drogas, vamos a isso. E têm um aliado de peso, um pouco mal visto por estes dias de histeria “crisesca” mas que, tal como Marx, não vão desaparecer tão cedo:

    http://www.youtube.com/watch?v=nLsCC0LZxkY

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  8. 8 8  Vítor

    A noção de droga leve ou pesada varia de pessoa para pessoa.
    Eu sou contra o proibicionismo, mas para isso também sou claramente a favor que se legalize a cocaína e a heroína para que não haja hipocrisia.

    [Responder]

  9. 9 9  André

    A marijuana devia ser tão legal como as outras drogas se não queremos ser hipócritas..

    no entanto e analisado a situação, observa-se que o tabaco causa demasiados problemas à saúde não trazendo qualquer beneficio para os fumadores, o álcool em Portugal gera dependência em 800mil pessoas e quase ninguém fala deste grave flagelo que para além destes alcoólicos arrasta consigo famílias inteiras!

    Assim sou da opinião que a marijuana devia ser usada para fins terapêuticos, pois deve ser a única droga que em Portugal não é utilizada na industria farmacêutica.

    Em relação às boas sensações causadas pela marijuana penso que seria mais dignificante como humanos encontrarmos outros meios para a felicidade…

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  10. 10 10  José Santos

    E depois da legalização virão todos os problemas como conduzir sobre o efeito de droga etc. Isto para não falar dos efeitos a longo prazo que faz o consumo de marijuana…
    Vir dizer que a proibição é irresponsável até dá vontade rir!

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    fernando baena Reply:

    Exmo Sr. O Senhor já experimentou conversar com pessoas diferentes? negros, japoneses, hippys, rasta’s, comunistas, homossexuais,…etc.
    A longo prazo você, eu e todos nós vamos falecer, quer chamar irresponsável ao falecimento?, conduzir sob os efeitos de qualquer psicoactivo é mau, já fazer amor é bom, quer comparar uma coisa com a outra. é que sobre as viaturas que cada vez andam mais sob auto-estradas onde é proibido andar mais depressa, isso é uma irresponsabilidade. Gastar mundos e fundos a salvar Bancos e empresas de amigos, isso é irresponsabilidade. Beber e ir às ‘meninas ou meninos’ e mentir à família, isso é irresponsabilidade. Agora fumar ‘erva’ causar danos irreversíveis em zonas do cérebro, fígado…etc, essa é ‘de la Palisse’, mas afinal o que é que na vida não tem relação causa-efeito? Podemos beber até à estupidez mais crassa, mas fumar seja o que for é ‘mau’, mentir à mulher já é bom e subverter a educação dos filhos também é bom!? A Ignorância é a ignição das revoltas e da sublimação humana, a ‘erva’ nunca teve nada a ver com tais epítetos, já existia antes, tal como os cogumelos que os animais selvagens tomam com o fim de descansarem ou de se estimularem, a Natureza é uma irresponsável, já agora na Madeira a irresponsabilidade também foi da Natureza.

  11. 11 11  Henrique Morais

    Também continua a haver fugas aos impostos… Podiamos acabar com os impostos.

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  12. 12 12  JV

    inútil

    Mas não é inútil combater o roubo e o homicídio? Alguma vez, por mais que se investisse no seu combate, alguma sociedade os erradicou? Se vamos por aí, pela injustificação por improficiência, acaba-se simplesmente com as punições.

    contraproducente

    A que título? Porque «o fruto proibido é mais apetecido»? Mas acaso há alguém que decepe o vizinho por conta do «thrill» que a proibição instila?

    injustificável

    Basta ler o comentário 1 para entender que sim, é justificável.

    irresponsável

    Irresponsável é, vemo-lo, exactamente a posição contrária. Se o consumo de tabaco e álcool não podem hoje ser erradicados em razão da sua longa pervivência e incrustação na cultura social, a kannabis não tem de ir pelo mesmo caminho. É uma questão de tomar a dianteira na luta. Querer o contrário, arguindo ainda para mais com a «inutilidade» e «contraproducência» da luta, é que não denota a mínima responsabilidade.

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  13. 13 13  Zé António

    Charrinhos? Só alimados à moda do Algarve.

    Mas não compreendo este apoio do Daniel, e sus muchachos, afinal eles andam permanentemente pedrados. Onde será que eles arranjam o material?

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  14. 14 14  Madalena Madeira

    Daniel,

    Charrinhos e M. Joana , só q.b. e se for saudável e/ou terapêutico, claro. A pior droga é o álcool , ou melhor o alcoolismo, com todas as suas consequências fisiológicas e sociais,e é legal!!

    A propósito de “alargadores de consciência ” escrevi sobre ciências sociais e humanas e ciências naturais , o que acha deste pequeno texto. Será muito à frente …!?

    Parte I
    Emergência da Nova Cultura Política Electrónica
    1 – Globalização e Novas Tecnologias
    Para compreender o conceito de Globalização é necessário compreender o que é integralismo, pensamento holístico, filosofias orientais e misticismo como esquema unificador de forma de vida, ou seja, compreender o universo no seu todo como impulso para o conhecimento para a Sociedade de Conhecimento. O espaço global ou a gestão global é uma gestão holística, em que o todo é algo mais do que a soma das partes. De acordo com Levitt (Mattelart, 1991), numa abordagem global tem que se ter em conta que o mundo torna-se uma “ Aldeia Global”, a dimensão do mercado internacional, o desenvolvimento do individualismo, a americanização da juventude, a emancipação da 3ª idade e das mulheres, o modo de vida predominantemente urbano, os espaços de comunicações transnacionais e a globalização das culturas.
    É de salientar neste contexto, a rede global de Michael Foucher, da “interdependência “ discriminatória que alimenta novas frentes da desordem planetária, nomeadamente a Economia do Narcotráfico, o branqueamento, as explosões colectivas em forma de pilhagem, o apelo irracional às identidades culturais, étnicas ou religiosas e o progresso dos fundamentalismos (Mattelart, 1991).
    A rede é a mensagem de uma forma de desenvolvimento organizacional da actividade humana, de comunidades contra-culturais, da Nova Economia e do advento da sociedade em rede (Castells, 2004). No entanto, a partir de uma dada região no espaço e no tempo a História Universal orienta-se num sentimento comum lógico, num espaço supra-sensível da razão à semelhança da teoria das Supercordas que antecipa a hipótese de um hiperespaço que articula 10 dimensões, inclusive o tempo.
    As teorias unificadas renovam a ligação da humanidade com o nosso semelhante, da unidade última, do Cosmo e da consciência. Certo é que, a junção Globalização e Novas tecnologias deu origem a um “ caos”, a uma entropia que progride para o “ cosmos “, para a ordem, da diversidade das imagens, das ideias e dos sons das novas tecnologias emerge uma realidade virtualmente una e coerente que tende para a difusão e para a dispersão à semelhança da Teoria da Matriz S de Heisenberg e da Teoria da Grande Unificação que entende a gravidade como redução da Geometria que resulta da combinação da matéria e da energia no universo e dos estudos de Einstein que defende ainda outras forças que actuam sobre a matéria, a electricidade e o magnetismo. Global representa visão unificada das forças do universo, do regresso à sua origem na biossociosfera à semelhança da evolução irreversível de Ilya Prigogine que religa os sistemas em todos os domínios da observação: físico, químico, biológico, ecológico e humano (Laszlo, 1993).

    Fiquem bem

    Madalena Madeira

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  15. 15 15  desparasitante

    -a parte dos estudos cientificos e complicada por cada 500 a dizer que é prejudicial ha outros 500 que dizem o contrario..
    -pega-se no enquadramento juridico da morfina e é só mudar o nome para marijuana,e fica assim contemplado o direito a quem realmente dela necessita,sim porque ha casos na medicina em que esta substitui medicamentos bem mais nocivos a saude
    -aqueles que apoiam a legalizaçao por motivos ludicos sugiro que confrontem um toxicodependente com algumas questoes:
    -qual foi a 1a droga que usaste?
    -como tiveste acesso a drogas duras?
    -o que te motivou a usa-las?

    - para aqueles q apontam o beneficio de que sendo legal as mesmas nao sofrerao adulteraçoes que poem em risco a saude dos consumidores,relembro um caso recente na russia onde a vodka é legal e ainda assim uma contrafaçao da mesma matou algumas pessoas e mandou uns quantos pro hospital..e os medicamentos contrafeitos? a ser legalizada entao teria que ser gratuita

    e a planta da coca,tambem deve ser legalizada?
    é que esta antes de levar quimicos e passar a ser cocaina enquadra-se perfeitamente nas reinvidicaçoes da marijuana

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  16. 16 16  Ibn Erriq

    Jose, acho que vamos ficar sem resposta, a não ser que a Demora do DO se deva a facto dos assessores do BE não estarem hoje disponíveis para prestar esclarecimentos ao Daniel ;-)

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  17. 17 17  Luis Paulo Meleiro

    Carregados de razao estao estes proibicionistas comentaristas. E e’ so’ por manifesta falta de espaco na caixa de comentarios que nao expandem o seu ‘pensamento’, demonstrando tambem os efeitos perniciosos para o organismo causados pelo consumo de alcool, tabaco, gorduras saturadas, queijo da serra, morcela da beira, sal, cafe’, torresmos, jogos do benfica, ja’ disse alcool?, tabaco (ja’ ?), televisao, pesticidas, e um grande etc.
    Sei que essa omissao e’ justificavel pelo facto de estarem ocupados a preparar legislacao que vai no sentido de proibir todas essas e muitas outras substancias, como deve ser e fica bem.
    Tambem me parece perfeitamente honesta a forma como se escolhe ignorar que centenas de milhar de portugueses (e fiquemos por ai’, nao me facam falar, que vivo neste momento na California), entre os quais se contam estudantes universitarios (claro), homens e mulheres da minha terra (pais, maes de familia, contribuintes, serios, trabalhadores), trabalhando em areas como a medicina, a banca, publicidade, informatica, artes e espectaculos (duh), que diabo, no comercio-industria-e-servicos, altos cargos, baixos cargos, medios cargos, gordos, magros, gente fixe, gente bera, ciclistas, joggers, futebolistas de praia, velejadores, directores disto e daquilo, tecnicos, teoricos, professores, advogados, engenheiros nao, carago, condutores de electrico ( :-o … A serio? Nao, nao o posso afirmar), e… onde e’ que eu ia? Ah, toda esta gente consome a maria joana, com maior ou menor regularidade, para “fins recreacionais” ou outros, ou para finalidade nenhuma que se possa tentar explicar ‘a policia de costumes aqui presente (e deixa-me acreditar que eles NUNCA, meudeusnunca, tomaram contacto com a substancia maldita, ou sequer imaginam que algum dos seus familiares-amigos-colegas-esposas alguma vez sequer se aproximou da eventualidade de tal coisa).

    Mas isso nao interessa nada. Tomemos uma Dra. Susan Greenfield (ja’ agora, lindo nome), que ate’ e’ uma Lady e portanto sabera’ do que fala (?) e a “prova” de que a marijuana provoca dependencia psiquica. Coisa que as outras “cenas” que um gajo (digamos um gajo qualquer) consome todos os dias nao provoca. A propria expressao “dependencia psiquica” e’ tao infelizmente utilizada que pode abranger desde o sky-diving ate’ a um copo de Taylor’s 20 anos apos a refeicao, passando pela musica de Mozart e pelo “apetite sexual” (so’ me refiro ao “normal”).

    Ah, se nao ficou claro, concordo a 100% com as palavras do Daniel e acrescento: aqui no Golden State esta’ aberta (oficiosamente) a discussao publica sobre a descriminalizacao no sentido da legalizacao, cujo ‘driver’ maior e’… as enormes receitas fiscais que adviriam de taxar um produto de grande consumo.
    Solucao para o deficit deste estado (a 7a maior economia do mundo) e quem sabe para o nosso pais. (se bem que acho muito mais inteligente abrir 9 novos centros comerciais, incluindo “um dos 10 maiores da Europa 10!”.

    Desculpem o tamanho do comentario, isto quando um gajo esta’ “pedrado” e’ sempre a abrir.

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  18. 18 18  fado alexandrino

    A questão é muito simples.

    Qualquer pessoa que tenha tido um familiar ou um amigo envolvido no consumo de estupefacientes, e eu falo com conhecimento de causa, apenas pode desejar que nenhum dos filhos ou amigos daqueles que defendem a banalização das drogas leves se veja envolvido nos mesmos problemas.

    Aposto que o senhor Daniel Oliveira quando o filho um dia lhe chegar a casa todo pedrado com esta droga muito leve, não vai achar peada nenhuma.

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  19. 19 19  Mouzinho

    Mas explique lá porque é inútil, contraproducente, injustificável e irresponsável.

    Já agora – estava também à espera de haver aqui um post sobre a Bela Vista, e a agressão policial contra os “jovens” e excluídos. Pode ser que o Daniel tenha ganho vergonha na cara, e não tente defender sempre o indefensável.

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  20. 20 20  Maria

    13 Zé António 9 Mai 2009 às 14:50

    “Charrinhos? Só alimados à moda do Algarve.”

    :)
    Este comentário fez-me uma fome dos diabos, na próxima semana vou – me ao xixarro ;)

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  21. 21 21  Miguel Lopes

    Amigos proibicionistas, vai uma questão: Eu devo ou não ter o direito de prejudicar a minha saúde (e não a dos outros) por troca de um sabor ou duma sensação?

    Cumprimentos

    [Responder]

  22. 22 22  JOE

    Sim, fumo marijuana…
    Sim, os tão falados neurónios que “queimo” são meus e a mais ninguém dizem respeito!
    E acreditem, por impossível que isso possa parecer a muitas das pessoas que aqui vêm comentar este espaço, isso não me torna nem um meliante social nem um marginal!
    Trabalho, exerço o meu ofício com responsabillidade, pago as minhas contas, pago os meus impostos e cumpro com as minhas obrigações!!

    Incrivel não!?

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  23. 23 23  Nuno

    Bem… Tenho a dizer o seguinte, fumei Charros e fumei muitos mas muitos, durante quase 15 anos todos os dias fumei, de todas as merdas, desde haxixe erva tudo, posso dizer pela minha experiencia pessoal que, em relação ao vício não há stress foi de um dia para o outro e não se passou nada, mas no que toca á minha cabeça posso dizer que não fiquei muito bem, nunca tomei antidepressivos mas de vez em quando merecia, que a cabeça não fica no lugar!
    Pânico Social (que se perde aos poucos sem antidepressivo) Mania da super-inteligência (Tambem passa com o tempo).
    Por isso meus amigos, cada um que faça o que quiser, mas por minha experiencia eu não aconselho a ninguém!

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  24. 24 24  mia

    agora é que me lixaram então eu compro no aeroporto de Lima e nos supermercados do Peru pacotes de chá (mate de coca) aliás a unica coisa que aguenta comigo em Arequipa e a todos os que vivem no Vale de Colca … E vem agora um DESPARATISANTE dizer que é proibido… Eu que trago à laia de presente para a familia e amigos (sobretudo no verão com gelo é optimo) n vezes na bagagem de mão… não me digam que tenho andado numa de traficante? … Sim porque trago aos kilos .

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  25. 25 25  Duarte Sousa

    Se o consumo, produção e distribuição de marijuana deve ser proibido, então, em nome da coerência, devemos formular e aplicar legislação semelhante em relação ao tabaco, bebidas alcoolicas, cola, medicamentos como o Rohypnol, Xanax, Prozac etc.

    A verdade, é que independentemente, de ser legal ou não, a produção, distribuição e consumo de marijuana constitui um realidade incontornável e que parece ter ganho mais peso nas últimas décadas, sobretudo entre as camadas mais jovens da nossa sociedade.

    A legalização e regularização das drogas leves pode gerar alguns dos seguintes efeitos económicos a meu ver:

    1) aumento do turismo;

    2) dinamização da agricultura (muitos agricultores em situação de pobreza poderão considerar a produção de marijuana como uma solução);

    3) aumento da receita fiscal (em função do aumento da criação de riqueza);

    4) diminuição das margens de lucros para os traficantes de marijuana (porquê comprar a um traficante de esquina desconhecido quando se pode comprar o produto num cofeeshop com garantia de qualidade?), que ficariam limitados ao comércio de drogas pesadas;

    5) maior distribuição de riqueza (em função da receita fiscal).

    O que disse em relação às drogas leves, aplica-se também à prostituição, embora tal implicasse ainda mais regulação (ex: exames médicos, uso de contraceptivos etc).

    A grande questão reside em saber se estas medidas diminuiriam o consumo de marijuana e a prostituição?

    Eu julgo que não. Até pelo contrário, tais fenómenos apenas viriam a ganhar maior expressão em Portugal, embora isso viesse a dever-se sobretudo ao aumento da massa turística que lhes está associada.

    No entanto, também parece-me claro que, mesmo mantendo-se ilegal, o comércio de drogas leves e a prostituição têm mantido uma trajectória de crescimento, contribuindo assim para a expansão de uma economia paralela que apenas beneficia uma pequena parcela da nossa sociedade.

    Portanto, se o comércio de drogas leves e a prostituição vieram para ficar, mais vale ao Estado lucrar com isso.

    [Responder]

  26. 26 26  Sérgio

    Tudo o que é demais faz mal. Ainda assim, fumar um ou dois charros todos os dias faz incomparávelmente menos mal que beber uns copos todos os dias ou fumar um maço de tabaco por dia. Se se fumar apenas ao fim de semana então o dano é inexistente.

    Há muito preconceito e muita desinformação. E a erva é uma “droga” lixada. Acalma e relaxa muito mais que qualquer fármaco. Se fumando erva alguém fica mais paranóico é devido a problemas da sua cabeça e não da erva em si.

    Enfim, nem vale a pena. Nos anos 30 também proibiram o alcool nos estados unidos e foi a merda que se viu. Portanto continuem. Porém dentro de uns anos as gerações mais retrógadas e que deram a maior contribuição para este mundo ser como é estarão mortas e talvez a malta consiga ter um pouco da verdadeira liberdade e não daquela “liberdade” que od banqueiros e os financeiros, ajudados pelos lacaios na politica, nos querem impingir.

    [Responder]

  27. 27 27  Fernando

    Se o consumo, produção e distribuição de marijuana deve ser proibido, então, em nome da coerência, devemos formular e aplicar legislação semelhante em relação ao tabaco, bebidas alcoolicas, cola, medicamentos como o Rohypnol, Xanax, Prozac etc.

    A produção e distribuição de marijuana podiam ser perfeitamente permitidos. Tal como é a morfina, o Rohypnol, etc, isto é, com prescripção médica.


    A verdade, é que independentemente, de ser legal ou não, a produção, distribuição e consumo de marijuana constitui um realidade incontornável e que parece ter ganho mais peso nas últimas décadas, sobretudo entre as camadas mais jovens da nossa sociedade.

    Também cuspir no chão e mijar na rua parece ter ganho grande peso nas últimas décadas, bem como fugir aos impostos e conduzir em excesso de veloicidade, fazer assaltos por arrastão e a criminalidade organizada.


    1) aumento do turismo;

    Sim, porque + que precisamos é do tipo de turismo que vem á procura de fumar marijuana. Os únicos que beneficiavam eram os vendedores de tambores e t-shirs do Bob Marley (e quem mais perdia os vendedores de sabonetes e produtos de banho).


    dinamização da agricultura (muitos agricultores em situação de pobreza poderão considerar a produção de marijuana como uma solução);

    A produção agrícula de marijuana já é segunda sei permitida, para fins texteis (onde se revela muito boa, aparentemente). Mas se calhar plantar papoilas para fazer ópio também era uma boa alternativa.


    aumento da receita fiscal (em função do aumento da criação de riqueza);

    Qual riqueza?

    diminuição das margens de lucros para os traficantes de marijuana (porquê comprar a um traficante de esquina desconhecido quando se pode comprar o produto num cofeeshop com garantia de qualidade?), que ficariam limitados ao comércio de drogas pesadas;

    A diminuição da margem de lucro de traficantes é indiferente. Concordo no entanto com o benefício da separação de tipos de consumo, embora não perceba porque é que se legaliza a marijuana e não o MDMA ou os esteroides anabolizantes, para não falar de LSD, heroina, cocaina, etc.

    A grande questão reside em saber se estas medidas diminuiriam o consumo de marijuana e a prostituição?

    Seria indiferentes em termos de consumo, quando muito podemos falar de melhor forma de apoio e/ou condições sanitárias. De resto o consumo de drogas já é descriminalizado em Portugal.

    Portanto, se o comércio de drogas leves e a prostituição vieram para ficar, mais vale ao Estado lucrar com isso.

    Em parte concordo, mas é preciso ver que muita coisa “veio para ficar”, como a compra de armas, sem isso querer dizer que o estado deva abrir lojas a vender AK-47 em todo o lado (ou será que deve? isso é outra discussão).

    PS: J+a fumei marijuana e haxixe, entre outros. Não tenho nada de ideológico contra a legalização dela ou do ópio. Apenas não me convencem os argumentos do “já que está, deixa ficar”.

    [Responder]

  28. 28 28  Henrique Morais

    Eu ate axo que devemos legalixar a xena tax a ver?

    É que agora, desde que a CIA pos escutas em todos os telefones e controla as maquinas fotograficas da Kodak, isto nunca mais foi a mesma coisa. Ainda no outro dia ia a atravessar a rua e um polvo gigante perguntou-me a que horas e por que linha de metro deveria seguir para chegar ao planeta Namek, que curisoamente foi onde eu comprei um satélite por intermedio de uma farmaceutica que produzia trangenicos e que ganhou milhoes depois de ter começado a guerra da Crimeia . Dominados pelos iluminati, pelo grande capital, a nova ordem mundial, rebentou com as torres gemeas, pagaram um cheque chorudo ao Bush e as vitimas dos avioes sao agora cobaias de experiencias cientificas para criar uma grande arma biologica que ira destruir a humanidade atraves de uma pandemia, cujo virus sera lançado atraves desse antro chamado McDonalds, cuja carne e feita de rato e de restos humanos…. Felizmente ja montei um bunker em casa para quando começar a guerra neclear.

    Fds, eu sabia que n devia ter fumado aquela cena. Ja estou a falar pelos cotovelos.

    [Responder]

  29. 29 29  TMF

    Duarte Sousa: é por comentários como o seu, que não sou a favor da liberdade de expressão sem limites.Ho paura!
    Cumprimentos
    Tiago.

    [Responder]

  30. 30 30  Minhoto

    A agenda desta esquerda é o vira o disco e toca o mesmo, mas neste caso concordo. Quem quiser fuma e pronto. Até é da maneira que se acaba com esta pseudo contracultura de betolas com rastas e circence tipo kelly family e quejandos subsidiados pelos paizinhos ou pela FCT.
    Penso contudo que a mobilização poderia ser mais útil se porventura fosse para limpar os montes do mato rasteiro que incendeia Portugal todos os anos ou algo proveitoso para amortizar no quotidiano a crise aos mais desfavorecidos. No fundo são uma cambada de sortudos!

    [Responder]

  31. 31 31  Daniel Oliveira

    A todos os defensores da proibição da marijuana fica um pedido: um único argumento a favor da proibição da marijuana que não seja válido para o álcool.

    [Responder]

  32. 32 32  mancha negra

    :Luís Vicente
    «Dar cabeçadas na parede também provoca lesões cerebrais. Vamos banir os tijolos e cimento?»

    É por estas e por outras que demos, damos e vamos sempre dar maioria absoluta ao PS.

    Se isto é argumento para alguma coisa.

    Daniel Oliveira e quejandos, a discussão não é nem deve de ser sobre o efeito da “droga”, mas do lucro que esta faz a quem a vende.
    Pouco me interessa se é nociva para quem a consome ou não… interessa-me é os pagamentos em tratamentos que os agarradinhos por LIVRE ESCOLHA têm em cada esquina, de metadona e pãozinho. Enquanto que, quem trabalho uma vida inteira e sem escolha de descontos, tem um pacote de farinha pensal na despensa.

    Legalizem já todas as drogas! Deixem os desgraçados morrer!

    [Responder]

  33. 33 33  JV

    A todos os defensores da proibição da marijuana fica um pedido: um único argumento a favor da proibição da marijuana que não seja válido para o álcool.

    O Daniel tem uma incrível dificuldade de leitura. Ou isso, ou o sistema K7, adquirido do PCP, ficou-lhe na cabeça até hoje, impedindo-o de usar o cérebro para assimiliar informação mas tão só para fazer «rewind/play», desbobinando segunda, terceira, e enésima vez, perguntas que já têm resposta.
    No comentário 12 desta caixa de comentários, publicado há menos de 24 horas, escrevi o seguinte: [s]e o consumo de tabaco e álcool não podem hoje ser erradicados em razão da sua longa pervivência e incrustação na cultura social, a kannabis não tem de ir pelo mesmo caminho.
    Há maus hábitos que a sociedade adquire e que não é fácil extirpar legalmente depois de durarem demasiado tempo sem recurso a violência excessiva. Mas do mesmo modo que quando um homem tem já duas doenças não passa a ser inútil que se remedeie para não contrair uma terceira, também é lógico e aceitável que, ante a proliferação legal destas duas drogas (e das restantes que outros comentadores citaram), os Estados impeçam que ainda mais entrem no mercado legal – que preservem a saúde que resta.

    [Responder]

  34. 34 34  Vítor

    E charros transgénicos, podem-se fumar?

    [Responder]

  35. 35 35  Daniel Oliveira

    JV, referia-me a argumentos aceitáveis. Combater maus hábitos faz-se através da formação, informação, sensibilização. Não se proibem coisas porque são “maus hábitos”, e ainda mais apenas porque são maus hábitos recentes. O fast food ainda não está enraizado. Vamos proibir? Ainda assim, devo recordar que drogas com as características da marijuna não são recentes (nem recente é o seu consumo)

    [Responder]

  36. 36 36  Luís Vicente

    Mancha Negra:

    Acho bem que vote PS. Eu também o faço ;)

    Noto que também estamos em sintonia noutra coisa – preocupa-nos o lucro que a droga dá aos criminosos.

    Mas permito-me pedir-lhe que veja o link youtubiano que deixei no post que citou: A proibição é a melhor receita para dar lucros “bancários” aos cartéis de produção e trafico.

    [Responder]

  37. 37 37  fado alexandrino

    A todos os defensores da proibição da marijuana fica um pedido: um único argumento a favor da proibição da marijuana que não seja válido para o álcool.

    O senhor não consegue perceber que uma pessoa pode beber um dou dois copos de vinhos todos os dias que isso não lhe prejudica a saúde nem faz dele um alcoólico.
    Também não consegue perceber que não há nenhum viciado em drogas que tenha começado logo por se injectar nas traseiras da Igreja dos Anjos.

    E por fim esqueceu-se de me responder.
    Vai ficar feliz quando o seu filho chegar a casa todo pedrado com uma ganza de haxixe livre?

    [Responder]

  38. 38 38  Ibn Erriq

    “A todos os defensores da proibição da marijuana fica um pedido: ” É esta a sua justificação para “injustificável e irresponsável”. Parece-me muito pouco, esta à espera de uma explicação concisa e precisa.

    O Daniel deva saber melhor do que eu quando se com outra situação que pode parecer análoga dá, regra geral, maus resultados.

    Parece-me que nem sempre as convicções são a verdade, parece-me igualmente que o DO não percebe nada da poda (eu pela minha parte não percebo) mas também não me armo em grande sábio, essa é a diferença, eu só tenho dúvidas e nenhuma certeza, esperava vê-las aqui dissipadas. Engano meu :(

    [Responder]

  39. 39 39  Henrique Morais

    acabei de acordar…Vou ja fumar um que senao a cabeça não funciona. E que a tarde tenho de ir a manif dos verde eufemios pela libertaçao das baratas do Burundi. E a noite ja tenho uma reuniao combinada, onde vamos vender cenas que fizemos em casa com materiais 100% reciclaveis, vai haver teatro feito por nos, videos amadores e comida não trangenica, para poder comprar a viagem que vamos fazer, de avião claro, para a mega festa transe contra o capitalismo, em Goa, por uns modicos 2500 euros por pessoa.

    [Responder]

  40. 40 40  bico de lacre

    35 Daniel Oliveira
    10 Mai 2009 às 0:50

    Combater maus hábitos faz-se através da formação, informação, sensibilização. Não se proibem coisas porque são “maus hábitos”,

    Vou usar esta frase para promover a legalização das touradas com touros de morte.

    Obrigado, Daniel.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Apesar de não ter nada a haver, está a bater na porta errada, bico de lacre

  41. 41 41  mancha negra

    Daniel Oliveira: «Não se proibem coisas porque são “maus hábitos”, e ainda mais apenas porque são maus hábitos recentes.»

    Não, proibem-se coisas por serem bons hábitos. Nunca o contrário. ????

    Tanto quanto sei, o alarmismo é tanto e desnecessário, porque actualmente o haxixe e a marijuana são aceites socialmente. O consumo da heroína também é legal.

    Nunca foram feitos testes a larga escala em relação à legalização e à liberalização sobre às drogas pesadas, mas acho profundamente injusto gastarem-se rios e rios de dinheiro em tratamentos de metadona sobre pessoas que fizeram uma escolha na vida… ainda que errada e condicionada (como tudo na vida), enquanto que eu ando entalado sem poder escolher saúde, imposto, escola e não tenho acesso à sopinha. Se isto não é injustiça, não sei o que é.

    Os agarrados à heroína não são assim tantos, e a franja da sociedade com poder de compra para aumentar a receita dessa droga, já está perfeitamente informada. Sobra o haxixe que é fumado em qualquer canto de Lisboa, em qualquer Universidade ou em qualquer tertúlia sobre o Marxismo. Legalizem as drogas, revertam as receitas aos espoliados do Ultramar ou para a reconstrução dos tanques das lavadeiras de Alfama, mas pelo amor de Deus, discutir os efeitos da droga…. é o mesmo que discutir o efeito do álcool.

    [Responder]

  42. 42 42  desparasitante

    # mia
    para esclarecimento das suas duvidas questione no local onde compra o chá,a diferença entre esse chá e a planta de coca que eu referi… e nao proibo nada a ninguem até porque nao tenho moral para isso,já tive a minha parte nas drogas,continuo a achar que seria importante ouvirem a opiniao de ex-toxicodependentes sobre o papel das drogas leves… acho mais importante que ter um padre a dirigir as campanhas de prevençao ou alguem que fumou 3 charros qnd tinha 15 anos a defender a legalizaçao argumentando uma autoridade suprema sobre o assunto..

    [Responder]

  43. 43 43  sensimilla

    Oh desparazitante, o seu comentário é ridículo. Ou estará preso a um contexto já inexistente. Os anos 80 já lá vão, as autoridades há muito que perceberam que drogas atacar, logo, não há “secas” de haxixe, já não se compra o haxe, o polen, a erva ao mesmo gajo que vende castanha, já não há desinformação (embora muitos insistam nos mitos do costume). Sou consumidor há 15 anos sem nunca ter tocado numa droga dura. 80% dos amigos que tive neste período fumaram ou fumam haxixe. Nem um único se deixou apanhar pelas drogas duras. Há consumidores ocasionais de cocaína, mas isso acontece em casos muito especiais e em nada está relacionado com o consumo da planta que já os seguidores de Jesus Cristo (ui! há tantos anos…) utilizavam. Aliás, há muito boa gente que gosta de dar os seus riscos sem nunca ter fumado um charro. Porque é cool, porque dá status. Quem quis deixar de fumar, assim o fez sem problemas.

    [Responder]

  44. 44 44  Duarte Sousa

    «A produção e distribuição de marijuana podiam ser perfeitamente permitidos. Tal como é a morfina, o Rohypnol, etc, isto é, com prescripção médica»

    No caso da marijuana não faria sentido a prescrição médica, uma vez que as pessoas consomem-na independentemente de ser legal ou ilegal a sua comercialização.

    «Também cuspir no chão e mijar na rua parece ter ganho grande peso nas últimas décadas, bem como fugir aos impostos e conduzir em excesso de veloicidade, fazer assaltos por arrastão e a criminalidade organizada.»

    Pois, só que fumar marijuana não afecta terceiros dessa forma.
    Roubar algo, implica a apropriação ilegal, e por vezes violenta, dos bens de terceiros, cuspir para o chão, implica sujar o espaço público, conduzir embriagado e alta velocidade, implica colocar em risco a vida de terceiros etc.
    Ora, a produção e consumo de marijuana, só por si não traz nenhuma dessas implicações a terceiros. Quanto mais, só afecta terceiros em função do fumo, mas por aí, também teríamos de proibir a produção e venda de tabaco. Portanto, a sua analogia não se enquadra neste caso.

    « Sim, porque + que precisamos é do tipo de turismo que vem á procura de fumar marijuana. Os únicos que beneficiavam eram os vendedores de tambores e t-shirs do Bob Marley (e quem mais perdia os vendedores de sabonetes e produtos de banho).»

    A Holanda lucra com esse público turista. Não vejo porque Portugal não haveria de lucrar também. E olhe que há muita gente que fuma marijuana e que não está minimamente ligada à música jamaicana.

    E já agora, fique a saber, que lucrariam com a legalização da marijuana e da prostituição, os comerciantes das mais variadas áreas, os produtores e distribuidores nacionais de marijuana (como é óbvio), os donos de bordeis e prostitutas, o sector hoteleiro, o sector cultural (atrairia mais gente aos nossos museus, monumentos históricos, concertos etc…) e o Estado, claro está, através da receita fiscal.

    «A produção agrícula de marijuana já é segunda sei permitida, para fins texteis (onde se revela muito boa, aparentemente). Mas se calhar plantar papoilas para fazer ópio também era uma boa alternativa»

    Talvez, mas estamos apenas a discutir a produção de marijuana.

    «Qual riqueza?»

    O aumento da receita fiscal ficaria a dever-se aos impostos que recairiam sobres os lucros dos diversos sectores económicos que referi em cima, tal como sucede na Holanda.

    «A diminuição da margem de lucro de traficantes é indiferente. Concordo no entanto com o benefício da separação de tipos de consumo, embora não perceba porque é que se legaliza a marijuana e não o MDMA ou os esteroides anabolizantes, para não falar de LSD, heroina, cocaina, etc.»

    Não, não é indiferente, porque estamos a falar de uma economia paralela, isto é, de riqueza que não é contabilizada pelo governo e que pertence apenas a uma parcela muito pequena da nossa população.

    As drogas sintéticas, a heroína e a cocaína já são outra questão. Se também forem legalizadas, então pior será o prejuízo para os traficantes de droga.

    «Seria indiferentes em termos de consumo, quando muito podemos falar de melhor forma de apoio e/ou condições sanitárias. De resto o consumo de drogas já é descriminalizado em Portugal.»

    Não totalmente. Está imposto por lei um limite à quantidade de marijuana em posse do consumidor.

    «Em parte concordo, mas é preciso ver que muita coisa “veio para ficar”, como a compra de armas, sem isso querer dizer que o estado deva abrir lojas a vender AK-47 em todo o lado (ou será que deve? isso é outra discussão»

    Não são coisas comparáveis. Uma arma de fogo pode ser usada para matar terceiros. Já o consumo de marijuana no pior dos casos (quando exercido em grandes doses e por um período de tempo longo) poderá provocar problemas de foro psicológico, tais como depressão e esquizofrenia.

    «Já fumei marijuana e haxixe, entre outros. Não tenho nada de ideológico contra a legalização dela ou do ópio. Apenas não me convencem os argumentos do “já que está, deixa ficar”.»

    Eu não sou consumidor nem de tabaco nem de marijuana. Simplesmente, considero que cada um sabe de si. Quem quer fumar, que fume, mas que esteja ciente das consequências inerentes.

    E isto não se trata apenas de uma questão de “já que está, deixa ficar”, mas também do Estado obter lucro com este tipo de negócios que de outra forma apenas beneficia um nicho muito reduzido da nossa sociedade.

    [Responder]

  45. 45 45  Duarte Sousa

    «é por comentários como o seu, que não sou a favor da liberdade de expressão sem limites.Ho paura»

    Posso dizer o mesmo em relação a si.

    [Responder]

  46. 46 46  croky

    “O senhor não consegue perceber que uma pessoa pode beber um dou dois copos de vinhos todos os dias que isso não lhe prejudica a saúde nem faz dele um alcoólico.”

    Lol. Desculpe mas este argumento é completamente ridículo.

    Em primeiro lugar meu caro. Quem consome álcool todos os dias é considerado alcoólico. Se bebe só dois copos então é em baixo grau. No entanto esta é uma definição de alcoolismo: beber álcool todos os dias. Não importa se é só um copo ou 50, a definição em si não se encontra no grau ou quantidade de consumo mas na incidência diária.

    Se me pergunta se acho mal. Por amor de deus, é claro que não. Para alguém como eu que se está pouco marimbado para estas definições cientifico-sociais, eu bebo quase todos os dias. Pouco durante a semana, mais um pouco aos fins de semana. Se me sinto um alcoólico ? Não. Tb fumo charros quase todos os dias. Se me sinto um toxicodependente ? Não. Há dias em que não fumo ou bebo e não sinto necessidade de o fazer. Trabalho, tenho uma família e funciono integrado na sociedade. Não preciso de ninguém que me venha dizer que não posso fazer o que quero com o meu corpo.

    “Também não consegue perceber que não há nenhum viciado em drogas que tenha começado logo por se injectar nas traseiras da Igreja dos Anjos.”

    Epá. Devo estar a discutir um argumento criado pela omnisciência e omnipresença divina. Se calhar, se calhar até há viciados destes.

    De qualquer forma, tentar justificar alhos com bugalhos é contraproducente e pouco objectivo.

    “E por fim esqueceu-se de me responder.
    Vai ficar feliz quando o seu filho chegar a casa todo pedrado com uma ganza de haxixe livre?”

    Eu posso responder por mim.

    Se o meu filho for um adulto responsável, não vejo porque não possa consumir.

    Se for um adolescente tentarei educar-lo, dar-lhe conhecimento para que possa fazer um escolha informada.

    Mas ao fim e ao cabo o mesmo aconteceria com o alcool ou com o tabaco. Os adolescentes não devem consumir drogas, ponto final. Mas pera aí, já existem leis que defendem isto !!! Espectáculo ! Será que também resultam com a marijuana ? Eu acho que sim. Embora existam pessoas que querem fazer da marijuana uma droga “extraterrestre” ela não é mais do que uma droga igual a qualquer outra droga, e deve ser tratada como tal.

    O proibicionismo é o resultado estremado da incapacidade de lidar com algo. Essa falta de capacidade deve-se à falta de conhecimento. Meu caro, há 100 anos atrás podia fazer sentido para alguns proibir uma sociedade inculta de consumir drogas. Hoje em dia, o mesmo, é um insulto à inteligência de quem consome.

    [Responder]

  47. 47 47  mancha negra

    «Não totalmente. Está imposto por lei um limite à quantidade de marijuana em posse do consumidor.»

    De marijuana e de heroína e de cocaína. A marijuana e o haxixe são aceites socialmente. Não se é preso por consumir nenhuma droga.

    «poderá provocar problemas de foro psicológico, tais como depressão e esquizofrenia.»

    Ler demasiado dá dor de cabeça, não conversar com ninguém dá depressão, comer muita manga dá dor de barriga, comer muito açúcar cria dependência e dá a diabetes, ouvir burrices dá náuseas.

    A droga também visa terceiros. Um condutor da Carris com 3 doses de heroína é lesivo. Uma faca do pão é lesiva.
    As leis não assentam em relativismos, e o facto é que a venda de droga está ligada à criminalidade. O monoparentalismo não é o completo culpado. E o consumo de droga pesa pouco na criminalidade. Se, neste caso a venda/compra é a razão, porque não legalizar a venda/compra? Porque continuamos a financiar com 4000€ cada toxicodepente com metadona, enquanto que há reformados com pensões mínimas?
    São escolhas pessoais, o Estado deve de garantir o tratamento quando é procurado para tal, não deve de andar a servir de paulatino da saúde e tratar a toxicodependência como “doença”. Ninguém nasce toxicodependente, são escolhas e como tal acarretam o peso de toda a escolha.
    Seja na heroína, na cocaína, no haxixe, no skunk e no álcool.

    Eu se me tornar alcóolico, desgraço a vida e provavelmente vou viver para a rua, porque bati na mulher e fui despedido.

    Se escolho fumar uns pombos e passar à heroína, dão-em roupa lavada e um beijinho de boa noite ali em Santa Apolónia!

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Não é legal posse de marijuana. Apenas não é crime abaixo de determinada quantidade, mas ainda assim não legal

  48. 48 48  desparasitante

    #sensimilla
    eu sou ridiculo, vc e os seus amigos ja fumam ha muito e nunca experimentaram drogas pesadas, os apostolos tambem fumavam…
    sao estes os seus argumentos a favor da legalizaçao?

    [Responder]

  49. 49 49  fado alexandrino

    Quem consome álcool todos os dias é considerado alcoólico. Se bebe só dois copos então é em baixo grau.

    Apesar do abuso do álcool ser um pré-requisito para o que é definido como alcoolismo, o seu mecanismo biológico ainda é incerto. Wikipedia

    O senhor fez-me lembrar os locutores quando dizem que fulano estava “ligeiramente offside”.

    O resto do seu post, peço desculpa, só leio intervenções entre dez a quinze linhas.

    [Responder]

  50. 50 50  Maria

    Pois cá para mim legal,mas legal mesmo ainda é a imperial e os tremoços ;) ) bora lá a uma bjecas e não se zanguem por causa da maria que marias há muitas hehehe :)

    [Responder]

  51. 51 51  Caralhaz da Ribeira

    Está mais que provado que as chamadas drogas le
    ves conduzem ao consumo das pesadas, lenta ou
    mais rápida, conforme a natureza de cada um, no tocante à menor ou maior “necessidade” de “adi
    ção”. Tal como o alcool em excesso, também as
    drogas “leves” provocam dependência e lesões cerebrais irreversíveis. Terrivelmente mais grave
    são as pesadas…
    Agora, tenho que lamentar que figuras públicas como Daniel Oliveira dê corpo a uma manif de
    defensores do consumo livre de estupefacientes
    porque quem vai saber se, depois, o “charro” tem
    marijuana, cocaína ou heroína?!
    Mais grave ainda é tentarem ganhar apoios desimulando/tapeando a questão dizendo que luta se destina a “fins terapêuticos”…
    Daniel Oliveira, você é um cidadão com responsabilidades acrescidas.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Sr da Ribeira, depreendo que defende a ilegalização do álcool

  52. 52 52  Minhoto

    Croky,

    Essa de beber 2 copos de vinho por dia é ser-se alcoólico é o absurdo. Onde foi buscar essa informação? Também deve ser daquelas que diz que a cannabis cura a esquizofrenia.
    Uma pessoa que fume socialmente charros não tem qualquer tipo de problema mas um que fume mais do que 1 todos os dias deve procurar ajuda.

    [Responder]

  53. 53 53  João Pedro

    A proibição do consumo diminui o consumo?
    Não.

    A proibição torna a sociedade mais segura?
    Não.

    A proibição já beneficiou alguém além de quem vende?
    Não.

    Gostava muito de ver alguém justificar convenientemente a existência de leis deste tipo, mas depois de ler estes comentários ja vi que não é facil. Mais um caso em que parece que quem não concorda com a lei é que tem de justificar, quando a necessidade da sua existência é que deveria ser bem justificada.

    Acho preocupante a facilidade com que deixam que o estado tome as escolhas sem as justificar e a facilidade e avontade que que alguns impõem (e se sentem no direito de) os seus gostos aos outros.

    [Responder]

  54. 54 54  croky

    “Apesar do abuso do álcool ser um pré-requisito para o que é definido como alcoolismo, o seu mecanismo biológico ainda é incerto. Wikipedia

    O senhor fez-me lembrar os locutores quando dizem que fulano estava “ligeiramente offside”.

    O resto do seu post, peço desculpa, só leio intervenções entre dez a quinze linhas.”

    Belos argumentos … em primeiro a parte que interessa da wikipedia, seguindo-se a analogia sem sentido e acabando com o sacudir do capote.

    E em só uma frase …

    [Responder]

  55. 55 55  Antonio Cunha

    56 João Pedro

    A legalização do consumo diminui o consumo?
    Claro que não, aumenta-o e muito.

    A legalização torna a sociedade mais segura?
    Não, pois vai aumentar o numero de pessoal a passar para as drogas duras, e consequentemente a roubar para o vicio.

    A legalização vai beneficiar alguém além de quem vende?
    Claro que vai. Em vez dos Carteis bem identificados, vão aparecer centenas deles porque a procura vai aumentar.

    “Acho preocupante a facilidade com que deixam que o estado tome as escolhas sem as justificar e a facilidade e avontade que que alguns impõem (e se sentem no direito de) os seus gostos aos outros.”

    Claro, estou de acordo consigo. Tambem não percebo porque motivo o estado me abriga a usar o cinto de segurança no meu automóvel.

    [Responder]

  56. 56 56  Antonio Cunha

    croky

    aqui pode saber o que diz a OMS sobre o que é o alcoolismo, e se ingerir 3 copos de vinho por dia é ser alcoolico.

    http://bebesalcoolrecusa.blogs.sapo.pt/1266.html

    [Responder]

  57. 57 57  fado alexandrino

    João Pedro
    11 Mai 2009 às 2:44

    As suas três perguntas e as suas três respostas aplicam-se à venda de armas.
    Há mais quinhentos exemplos.

    [Responder]

  58. 58 58  Caralhaz da Ribeira

    Sr. de Daniel,
    “Tal como o alcool em excesso…”.
    Não pode, honestamente, daqui depreender que eu sou a favor da ilegalização do alcool…
    Bebo regradamente, e até aos dias de hoje só
    me contei duas “carraspanas”.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Então, daRibeira, tem de ser a favor da legalização da marijuana.

  59. 59 59  Hugo

    Legal como a imperial? Que absurdo.

    Um argumento válido para a proibição que não seja para o álcool? Bom, produzimos vinhos desde há vários séculos, em praticamente todas as regiões do país, sendo um dos nossos produtos mais conhecidos e mais exportáveis e tendo, assim, um peso considerável na nossa economia.

    Se eu beber uma imperial ou um copo de vinho, posso ir conduzir a seguir. Se fumar um charro, já me parece mais difícil.

    A cannabis é uma porta de abertura privilegiada (embora só entre quem quer, é certo) para outro tipo de drogas mais pesadas, pelo seu potencial de viciação. Ou será o álcool, cujo consumo é generalizado há muito?

    Quanto aos efeitos no organismo, não sendo especialista, abstenho-me de argumentar nesse aspecto. Mas todos sabemos que a cannabis, como qualquer droga, não é inofensiva.

    Mesmo que eu não tenha razão alguma no que disse, o que concedo, não há nenhuma droga que mereça uma marcha. Nenhuma.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    “Se eu beber uma imperial ou um copo de vinho, posso ir conduzir a seguir. Se fumar um charro, já me parece mais difícil. ”

    Se conduzir, não beba. Nunca leu isto. Só por curiosidade: já alguma vez experimentou um charro? Como é que julga que fica?

    Claro que não é inofensiva. Assim como o álcool.

  60. 60 60  FORTEIFEIO

    Uma vergonha este post chamar-lhe-ia asqueroso. Quem como eu que tem trinta e tal anos e que viu morrer pessoas comoo flagelo da droga, quem como eu viu o elevador que muitos passaram começando na erva e no haxixe e terminando no cavalo, quem como eu sabe que a legalização é a porta para o aumento do consumo e quem como eu viu aquela meia duzia de anormais descer a rua da misericordia por acaso não pode deixar de repudiar veemente esta estupidez. E não me venham com conversas que esta decisão que vocês querem nem sequer é apoiada pelos toxicodependentes

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    Forteefeio, viu alguém morrer por fumar marijuana? E por beber álcool, não viu?

  61. 61 61  13b

    Tanta desargumentação!!

    A tóxicodependencia é um grave problema!
    O consumo de drogas pode não ser!
    O alcoolismo é um grave problema!
    O consumo de alcool pode não ser!
    E não percebo o porque de se querer colar uma a outra.
    De facto,não concordo na forma em que a manifestação é feita.Passearem-se de ganzas e bongos na mão não é propriamente a forma mais intelegente de promover a causa da legalização.

    Por outro lado,os argumentos de quem é contra são quase sempre infundados.Nota-se que simplesmente são do contra porque já nasceram com a lei assim.Não têm como comparar.Parece que o facto de ser legal vai obrigar todos a fumar…E acho que nem vale a pena comparar com a Holanda.Não acho propriamente o melhor modelo.Acho mais inteligente o que se passa em alguns estados norte americanos.
    E estudos pró e contra,são as dezenas…é só escolher o que nos melhor convém…

    [Responder]

  62. 62 62  Duarte Sousa

    #58 António Cunha

    «A legalização do consumo diminui o consumo?
    Claro que não, aumenta-o e muito.»

    Claro que a legalização conduziria a um aumento, mas grande parte desse aumento dever-se-ia a turistas oriundos de países onde o comércio de marijuana é proíbido (Itália, Espanha, frança, Inglaterra etc). Se ja como for, o que se propõe é que seja o governo a tomar conta desse negócio. A procura de marijuana poderá depois ser controlada, mediante um ajustamento do seu preço.

    « Não, pois vai aumentar o numero de pessoal a passar para as drogas duras, e consequentemente a roubar para o vicio.»

    Terá de provar isso. O que os estudos indicam é que a maior parte das pessoas que consome marijuana fica-se pela marijuana. E olhe que por esse prisma, o comércio de álcool e tabaco deveriam ser igualmente ilegalizado, uma vez que quem fuma cannabis, começa normalmente por esses dois vícios.

    Acrescente-a a isto que ao tomar conta do comércio de drogas, o Estado estaria a cortar a maior parcela das receitas dos traficantes, contribuindo assim para que estes perdessem a sua influência na sociedade. E aproveito para o lembrar que uma parte destes traficantes estão associados a grupos terroristas.

    Se for subscritor do Economist, aconselho-o a ler o seguinte artigo:

    http://www.economist.com/world/britain/displaystory.cfm?story_id=E1_NSPGRV

    E já agora leia estes também:

    http://economics.about.com/od/incometaxestaxcuts/a/marijuana.htm

    http://economics.about.com/od/incometaxestaxcuts/a/legalize_pot.htm

    «A legalização vai beneficiar alguém além de quem vende?
    Claro que vai. Em vez dos Carteis bem identificados, vão aparecer centenas deles porque a procura vai aumentar»

    Leia com atenção os textos.

    Se o governo legalizar a produção e distribuição de marijuana, as elevadas margens de lucro de que hoje beneficiam esse carteis iriam desaparecer, tornando o negócio pouco atraente.
    Para além do mais, é preferível comprar marijuana num cofeeshop, com certificado da ASAE, do que comprar a um traficante de rua, que pode muito bem estar inserido numa rede terrorista.

    Mas mesmo que houvesse espaço para os privados, ainda assim, a sua actividade teria de ser regulada pelo governo.

    «Claro, estou de acordo consigo. Tambem não percebo porque motivo o estado me abriga a usar o cinto de segurança no meu automóvel»

    Para que não morra em caso de acidente, como é óbvio, o que não é o caso em relação ao consumo de marijuana.

    Sabe, nunca ouvi falar de ninguém que tenha morrido em função do consumo de cannabis, O mesmo já não se pode dizer em relação ao tabaco e ao álcool.

    É por estas e por outras que também dificilmente votarei num partido como o PSD ou o PS. Apesar de me considerar social-democrata, tenho a sensação de que votar num deles seria o equivalente a votar no coro da Igreja Católica.

    Estão muito distantes ainda dos partidos progresistas do Norte da Europa, tal é falta de visão para o país….

    [Responder]

  63. 63 63  Hugo

    Não, nunca fumei um charro, nunca tive tal curiosidade. E então? É preciso ficar-se ébrio para se saber e poder discutir os efeitos do álcool?

    Sim, já li o famoso “se conduzir, não beba”, mas por alguma razão existem limites legais de TAS para se conduzir, não? Se uma imperial – e foi só de uma que falei – condiciona os seus reflexos e campo de visão a ponto de adulterar perigosamente a sua condução, já é um problema fisiológico seu, Daniel…

    Olhe que gosto muito de uma boa cerveja, mas não me vejo numa marcha a gritar por ela. Prioridades, enfim.

    [Responder]

  64. 64 64  mancha negra

    Antonio Cunha: «A legalização torna a sociedade mais segura?
    Não, pois vai aumentar o numero de pessoal a passar para as drogas duras, e consequentemente a roubar para o vicio.»

    Definitivamente isto são pessoas que vieram da província!
    Então a criminalidade aumenta porque roubam para o vício?
    Amigo, isso já não existe. O tipo de criminalidade indexada a casos relativos à droga com expressividade, são em maioria relativos à VENDA!
    A ideia que o consumo de droga induz ao crime é apesar de tudo uma ideia de sonho. Agora não confunda violência com criminalidade.

    «A legalização vai beneficiar alguém além de quem vende?
    Claro que vai. Em vez dos Carteis bem identificados, vão aparecer centenas deles porque a procura vai aumentar.»

    Cartéis bem identificados? A procura vai aumentar? Conhece a lei seca? Pois, a proibição levou à procura e não o contrário. Nâo há nada que prove que a legalização e liberalização leve a um aumento da procura. Actualmente com a sociedade aberta e informada, todos sabemos os riscos da heroína.

    Sobre o mercado nem lhe digo nada, está visto que não percebe nada do que diz, e para si um cocalero é aquele que mais factura a produzir coca… ?? É por isso que eles plantam tanta batata… sai tão barato não é?

    Af, enfim, que tristeza de gente.

    [Responder]

  65. 65 65  mancha negra

    E Antonio Cunha, experimente ir ao Bairro Alto, verá que só falta terem um bazar com alvará a vender a coca e a heroína.

    Todos sabem onde encontrar e existe oferta fiável, tanto de coca, heroína, hax, erva, lsd. É tudo tão simples que até existem garotinhos de 15 anos a vender… e, imagine.. a LUCRAR.

    FORTEEFEIO

    «Quem como eu que tem trinta e tal anos e que viu morrer pessoas comoo flagelo da droga, quem como eu viu o elevador que muitos passaram começando na erva e no haxixe e terminando no cavalo»

    E então? Não foram escolhas feitas? O que tem isso que ver com a legalização?
    Sabe o drama dos diabéticos? Sabe o drama dos asmáticos? Sabe o drama dos pobres? Sabe o drama do consumismo? Sabe o drama do vício sexual?

    Guarde os dramas para si.

    [Responder]

  66. 66 66  FORTEIFEIO

    Daniel

    Vi muitos que começaram, alguns morrer, também encontrei alguém a morrer numa casa de banho , também conheci alguém que se enforcou, também conheçi quem morreu com sida. O álcool não leva ninguém a assaltar casas e a bater nos velhos na rua. Já morreram sim senhor, mas não se morre com 20 anos porra nem com 30 por causa do alcool, Daniel. Morre-se com 40 ou 50 morre-se sim senhor. Mas um alcóolico é um viciado sim senhor. O Daniel quer-me dizer que o grau de dependência do alcool é o mesmo da droga???
    Se assim é já vi que você não sabe o que diz.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    FORTEIFEIO, algumas dessas pessoas era viciada em marijuana? É que me parece que está a falar de heroina e cocaina. São drogas diferentes, como suponho que sabe. Como o álcool também é uma droga, também o é a marijuana e a heroína. A heroína pior que o álcool, o alcool pior que a marijuana, como indicam todos os estudos.

  67. 67 67  Zé António

    Fumei durante trinta anos e resolvi parar, de repente. Durante 15 dias andei à cabeçada às paredes mas consegui, já lá vão dois anos. Ao consumo do alcool vai acontecer o mesmo.

    E se em vez de promover e apoiar manifestações de apoio à legalização do canabis o Daniel promovesse uma campanha para aconselhando o não consumo. Isso é que era uma atitude responsável.

    [Responder]

  68. 68 68  Zé António

    #70 mancha negra
    “Definitivamente isto são pessoas que vieram da província!”

    Pois, só cá faltava o intelectual da cidade para explicar à saloiada como é que as coisas são. Obrigadinho ó Nódoa Negra.

    [Responder]

  69. 69 69  mancha negra

    Zé António, como sempre a visão assistencialista e reguladora de um Estado que cuida, regula e trata de si. Como a boa tradição manda, discutir os custos reais e a liberdade ou as finanças e os lucros da droga ficam para a “engenharia financeira” estatal, enquanto que você discute eternamente com o Daniel o que dá mais moca, se um charro se a heroína.

    Se isto não é ser provinciano, desculpe, não sei o que será. Assim se vê como vai a novilíngua.

    [Responder]

  70. 70 70  Antonio Cunha

    mancha negra

    como carteiro assalariado do 1100/1200 (o Daniel sabe do que falo) conheci o Bairro Alto, Alfama, Mouraria, Graça e outros bairros muito bem e de perto, portanto dispenso os seus conselhos. E conheci-os de dia, e tambem de noite.

    Tenho amigos que começaram a fumar ganzas e acabaram no cavalo. E foram muitos, infelismente.
    Portanto a mim não me ensina nada sobre drogas. Tive a licidez de não me meter nisso. Por outro lado viciei-me no tabaco, vicio do qual estou livre desde 2002, no entanto todos os dias tenho vondade de dar umas passas. Por aqui se vê a merda que é o tabaco. Imagino a Droga.

    Tudo o que se possa fazer para impedir qualquer pessoa de se meter na droga para mim é util.

    Caro Duarte

    Sabia que é proibido a menores de idade comprar alcool e tabaco em portugal ?

    Por outro lado e comparando com o tabaco, sabe qual é a percentagem de imposto que o estado cobra em cada maço de tabaco ?Imagine quanto custaria um “maço” de cigarrinhos para rir !!!!

    Por mim tanto o alcool e o tabaco deveriam ser proibidos, mas como isso é impossivel não vamos agora legalizar mais um vicio.

    [Responder]

    Daniel Oliveira Reply:

    António, tenho amigos que começaram a beber cervejas e acabaram alcoolicos. E amigos que começaram a beber muito e acabaram no cavalo. Não há nenhuma relação entre o consumo recriativo e moderado de marijuana e a toxicodependência de drogas pesadas.

  71. 71 71  FORTEIFEIO

    mancha negra

    só falta dizer se são escolhas, então morram, azar . é isso?

    mancha negra eu sou um homem vivido, não estamos aqui a brincar enxergue-se se faz favor.

    [Responder]

  72. 72 72  FORTEIFEIO

    Daniel

    desculpe que lhe diga ou é ingénuo, ou então não quer dar o braço a torcer.

    É curioso que existe um puto na frente da manifestação que deve ter uns treze anos. o Daniel tem alguma coisa a dizer ou os charros também devem ser para vender a menores. Se tiver dúvidas mando-lhe a foto que é minha.

    [Responder]

  73. 73 73  Duarte Sousa

    «Sabia que é proibido a menores de idade comprar alcool e tabaco em portugal ?»

    Sim e….? Sabia que existem miúdos com 16 e 17 anos que os compram e consomem na mesma?

    « Por outro lado e comparando com o tabaco, sabe qual é a percentagem de imposto que o estado cobra em cada maço de tabaco ?Imagine quanto custaria um “maço” de cigarrinhos para rir »

    A um preço elevado, mas abaixo daquele que é actualmente praticado pelos traficantes, a fim de se evitar a criação de mercados negros.

    «Por mim tanto o alcool e o tabaco deveriam ser proibidos, mas como isso é impossivel não vamos agora legalizar mais um vicio.»

    Eu não sou consumidor de tabaco nem de marijuana, mas prefiro ser eu a tomar a decisão de consumir ou não.

    Mas olhe que o facto de se defender a legalização da comércio de marijuana, não significa que este deva existir sem regulação estatal. Longe disso. E o mesmo digo em relação à prostituição.

    [Responder]

  74. 74 74  mancha negra

    António Cunha, como sempre o debate centra-se no seu ponto de vista e na sua vivência e do que conheceu ou do que deixou de conhecer.

    Para esclarecer serve pouco, porque dramas existem aos milhares e não duvido da sua boa vivência. Agora, o que tem isso que ver com o consumo de drogas?
    É um facto que a heroína MATA. Há quem duvide disso?
    O alcóol não moderado, MATA. Há duvidas?
    Experimente ter um desgosto amoroso ou uma perda familiar e para atenuar a dor mande uns times de cocaína, verá que vicia e que mata!
    A questão não é tanto o que mata ou deixa de matar, é a responsabilidade de cada um e o dinheiro que a droga faz render! O peso que o Estado tem em combater (ineficazmente!)!

    Pouco me interessa os seus dramas ou os dramas dos outros, interessa-me sim, ver a minha liberdade ser cerceada e os meus impostos irem para tratamentos a quem ESCOLHEU a sua vida!

    Quando se fala em liberalização e legalização é óbvio que se admite uma perscrição médica e assistida, não é a droga ao desbarato!

    Segundo ponto, a heroína não é uma droga de 1ª vez. A heroína (com as suas excepções) é uma droga de fases até se chegar a ela, e como referi, é uma droga que está em desuso na Europa.

    E António Cunha, sabe quanto custa uma dose de Crack nos States? É como a chuva. É barato porque existe demasiada oferta, não regulamentada. Experimente aplicar uma taxa e regular, a ver se não se começam a plantar batatas e o consumo a regredir…

    [Responder]

  75. 75 75  Antonio Cunha

    “E António Cunha, sabe quanto custa uma dose de Crack nos States? É como a chuva. É barato porque existe demasiada oferta, não regulamentada. Experimente aplicar uma taxa e regular, a ver se não se começam a plantar batatas e o consumo a regredir…”

    Caro Mancha, se ouvesse oferta regulamentada a malta passava a comprar a do mercado negro de fraca qualidade mas mais barata.

    É como o aborto, depois de legalizado,continuam a existir casos de aborto clandestino e pessoas a morrer por causa disso. Porque será ???

    Agora numa coisa concordo consigo. BNem mais um tostão para metadonas e merdas do género. Quem se mete na droga sabe ao que vai. E digo mais nem um tostão para quem quer deixar de fumar, pois quem começa a fumar sabe o mal que faz. E nem mais um tostão para abortos, pois quem fode sabe o que pode acontecer, e se não se proteger….AZAR. Paque o aborto. Pois se os putos de hoje em dia tem guito para telemoveis e roupas de marca, tambem tem 500€ euritos para o aborto. E se não tiverem pagam os paizinhos que tambem tem culpas, porque não os educaram convenientemente.

    Chega de termos um estado que quer ser pai de todos nós. Pelo menos nestas merdas.

    [Responder]

  76. 76 76  João Pedro

    O Antonio Cunha já está a pôr o problema ao contrário, era isto a que me referia. O que deve ser justificado é a proibição, não a legalização.
    As estatisticas mostram que qualquer lei deste genero está sujeita ao fracasso. Sempre que se proibiu o consumo de drogas ou alcool não se conseguiu reduzir o seu consumo, aumentou a criminalidade resultante da venda ilegal (e do dinheiro que isso tranfere para mãos criminosas) e aumentaram-se os riscos para quem consome dada a qualidade diminuir. Um bom caso de estudo para isto é a lei seca americana.

    [Responder]

  77. 77 77  João Pedro

    Acho também caricato que se justifique a existencia de uma lei dizendo: eu conhecia alguém que morreu devido ao consumo abusivo e continuado. Acho que é óbvio que o consumo abusivo e continuado de muita coisa leva à morte. Experimentem comer macdonalds todos os dias e verão quanto tempo de vida terão.

    [Responder]

  78. 78 78  Maria

    85 João Pedro 11 Mai 2009 às 22:32

    E então se lhes puserem dentro umas quantas doses da velha maria, ainda morrem mais depressa lool-

    [Responder]

  79. 79 79  mancha negra

    António Cunha, sou um forte apologista da criminalização do Aborto (com as devidas excepções na APLICAÇÃO DA LEI).

    Agora, não negue o evidente. Anos e anos a negar a droga e temos cartéis que entram na Forbes, temos Presidentes apologistas dos cocaleros, temos biliões e biliões para combater a droga, temos outros milhões para atenuar a dor de uma minoria “doente” (toxicodependente). Do que precisa mais para entender que a droga (seja ela qual for) regulamentada e liberalizada servirá de entrave à criação de novos cartéis?

    Aliás, o Estado ao meter o bedelho na droga, está a assumir o paternalismo. Ora, o amigo entrou em contradição.
    Quer ser adulto, mas só para o que lhe interessa, porque para o resto tem sempre a resguarda.

    [Responder]

  80. 80 80  Duarte Sousa

    «Caro Mancha, se ouvesse oferta regulamentada a malta passava a comprar a do mercado negro de fraca qualidade mas mais barata.»

    Sugiro-lhe que estude o caso holandês e os artigos expostos no meu post anterior.

    A ideia é precisamente a de baixar o preço da cannabis a um ponto tal, que deixa de ser atraente a sua produção e distribuição ilegal, o que não é dificil até porque o custo de produção é bastante baixo em comparação com o preço de venda. Claro que ao afastar os traficantes, os governos terão depois margem para aumentar o preço, mas sem atingir um ponto em que secompense a criação de um mercado negro.

    Aproveito também a recordá-lo que na óptica do consumidor é preferível comprar uma dose de marijuana num cofeeshop, em que existe um certificado de qualidade e uma garantia de que o dinheiro (ou pelos menos uma parte dele) vai para o Estado, do que comprar a estranhos que poderão inclusivamente estar inseridos numa rede terrorista.

    «Chega de termos um estado que quer ser pai de todos nós»

    Se acha isso, então muito menos sentido faz proibir a produção, venda e consumo de marijuana.

    Caso contrário, repare que segundo o que o António disse anteriormente (isto, se formos coerentes), também deveria ser proíbido o acesso ao bairro alto, a discotecas, a festas transe, a concertos de metal e a concertos de reggae e música étnica etc, pois todos constituem ambientes nos quais se proporciona e potencia o consumo de álcool, tabaco, drogas leves e drogas pesadas.

    Quanto aos tratamentos, defendo que apenas deve pagar quem tem meios para tal.

    [Responder]

  81. 81 81  Antonio Cunha

    88 Duarte Sousa

    Não estou em contradição meu amigo.

    Sou contra a legalização e sou contra o apoio do estado a essas pessoas.

    deixo-lhe aqui um pequeno texto retirado de um site Brasileiro.

    “O mito favorito associado ao movimento pró legalização é que a arrecadação pela venda oficial e pelos impostos ajudaria a impulsionar a economia. Esta reivindicação é no mínimo ingênua, na melhor das hipóteses e seguramente, não apoiada pelos fatos. O benefício econômico caso exista, seria eclipsado pelos bilhões de reais ou de dólares gastos para reparar os prejuízos sociais, incluindo-se entre eles os danos severos à saúde, a incapacitação precoce e perdas de milhões de vidas causadas pelo abuso da droga. E este é o consenso internacional atual.”

    [Responder]

  82. 82 82  Antonio Cunha

    Sou a favor da prevenção e da consciencialização.

    Hoje em dia o tabaco começa a ser visto pelos jovens como uma coisa pouco cool. Isso deve-se a muitas e muitas campanhas de consciencialização.

    Para mim que fui um viciado em nicotina, acho que se o tabaco fosse proibido eu nunca teria fumado 2 maços por dia, nem teria andado tanto tempo sofrer com a abstinencia da nicotina.

    Sabe quanto $$ o estado meu deu para me ajudar ? “ZERO”

    [Responder]

  83. 83 83  Rui Paulino

    Isto é mais uma daquelas “causas fracturantes” que está tão em moda agora não é??? Não gosto de proibições, só leva a que aumente a curiosidade e se não se tiver um espírito forte há muito boa gente que vai acabar por fazer merda, pessoalmente considero natural experimentar tudo, faz parte da fase de crescimento de todos nós, julgo no entanto que o Estado tem o dever de efectuar campanhas de sensibilização e de orientação explicando às pessoas que não há problema em se beber uma cerveja, um copo de vinho ou fumar um charro desde que isso se faça com MODERAÇÃO E INTELIGÊNCIA. As pessoas deveriam perceber que o seu corpo é como um templo, deve ser tratado com respeito, o que me irrita nas posições da extrema-esquerda sobre o assunto é que falta esta última parte, o explicar da sacralidade do corpo e o aconselhamento sobre o uso moderado e inteligente das coisas, é como diz aqui um puto do meu bairro, “É tudo à brava…”

    [Responder]

  84. 84 84  Joe

    Estou chocado…tendo em conta alguns comentários acabo de descobrir que sou toxicodependente e que devo procurar ajuda!!
    Tenho uma boa casa, um bom carro, vivo desafogadamente, exerço uma boa profissão, cumpro com as minhas obrigações…mas fumo charros…bad mistake…sou toxicodependente!

    E agora, o que faço da minha vida?

    Ok, vou deixar de trabalhar, de pagar impostos, de pagar as minhas contas como faço religiosamente e meter-me aí num centro qualquer de reabilitação porque se fumo 1 charro ou 2 por dia ( coisa que faço há anos )devo estar mesmo no fundo do poço!

    E se continuar assim, tendo em conta essas opiniões sábias que por aí circulam e que se baseiam apenas em outras opiniões ou estudos de outros indivíduos não menos sábios, mais uma semana ou duas e tou a dar no cavalo forte e feio!

    Não há tempo a perder, vou lá então… talvez até possa pedir um subsidiozito que dá sempre jeito!Afinal nem tudo é mau!

    ( E agora, como já só me restam 10 neurónios vou descansar e dormir umas horitas porque isto de escrever comentários em Blogs repletos de cabeças iluminadas cansa mesmo muito!)

    LOL

    [Responder]

  85. 85 85  mancha negra

    António Cunha.

    Temos 10 milhões de habitantes.

    5 milhões activos.

    Exclua os com o futuro resolvido, o que sobra?

    Jovens que provavelmente serão os mais aliciados, dos quais, de tão pouco que somos, a consciencialização surtiria efeito.

    Quando se fala na liberalização das drogas é referente à compra/venda regulada pelo Estado, neste caso em “mercados” pequenos.

    Quanto à legalização, é legal consumir e é aceite socialmente. Não está em causa. Um mercado como o nosso, pequeno, pode muito bem estar informado. Duvido que se ao liberalizar e “legalizar” haja uma corrida à droga. Como se todos nós estivéssemos na ânsia de consumir.

    [Responder]

  86. 86 86  Duarte Sousa

    #89 António Cunha

    «deixo-lhe aqui um pequeno texto retirado de um site Brasileiro.»

    Convinha que indicasse o link para esse artigo. É que não é dificil arranjar textos desses na net.
    Dizer que é uma boa ou má medida porque existem factos que apoiam essa convicção, só por si não chega. Há que apresentar esses factos.
    Isto, se quiser tentar provar o contrário do que aqui afirmei, ou do que é sugerido nos artigos aqui expostos por mim e que expressam a opinião de vários economistas e outros especialistas na matéria.

    «Sou a favor da prevenção e da consciencialização.»

    Também eu. Mas essa prevenção deve ser feita mediante a consciencialização e não mediante a proibição.

    «Sabe quanto $$ o estado meu deu para me ajudar ?»

    Quer mesmo comparar o vício em drogas pesadas com o vício em tabaco? Há uma grande distância.

    [Responder]

  87. 87 87  Antonio Cunha

    Caro Duarte Sousa

    Deixo-lhe aqui o link para ler o artigo na sua totalidade.
    Não quero que lhe falte nada.

    http://www.antidrogas.com.br/art_legaliza.php

    [Responder]

  88. 88 88  João Pedro

    “O benefício econômico caso exista, seria eclipsado pelos bilhões de reais ou de dólares gastos para reparar os prejuízos sociais, incluindo-se entre eles os danos severos à saúde, a incapacitação precoce e perdas de milhões de vidas causadas pelo abuso da droga. E este é o consenso internacional atual.”

    1. A obesidade, por exemplo, tem exactamente os mesmos efeitos. Vamos então fazer leis que obriguem a uma alimentação saudável. Por este ponto de vista onde vai isto acabar? Tenho muito receio de ainda ser vivo (e pela esperança média de vida ainda me restam cerca de 50 anos) quando nos começarem a impor o que temos de comer e beber.

    2. Esse consenso é o consenso de uma maioria que quer impor os seus gostos a uma minoria. Imaginemos que a maioria não gostava de sal na comida. A esta altura o consenso internacional era que o o sal devia ser proibido dadas as consequências nefastas para a saúde.

    [Responder]

  89. 89 89  croky

    Ó Joe, partilhamos muito em termos de vida.

    Estou contigo. São mais os exemplos de uma vida normal conseguida através da moderação do que essa treta do proibicionismo que trata as pessoas como “atrasados mentais”.

    No entanto, dou o braço a torcer. Existem mesmo alguns “atrasados mentais”.

    Força aí no bob e fica bem. Moderação é a chave …

    [Responder]

  90. 90 90  Antonio Cunha

    Caro Joe e Croky

    Fumem lá o que vos apetecer, pois ninguem vos vai prender. São livres para o fazer.

    Agora não venham dizer que a produção e distribuição deveria ser legalizada. Parece-me que existe aqui um objectivo egoista da vossa parte, para poderem comprar a vossa droga mais barata e de melhor qualidade.

    Mas desenganem-se, porque se o estado tomasse conta disso, o preço ficaria exactamente na mesma, ou ainda mais caro.

    [Responder]

  91. 91 91  DSC

    #duarte sousa

    “A ideia é precisamente a de baixar o preço da cannabis a um ponto tal, que deixa de ser atraente a sua produção e distribuição ilegal”.

    Você não sabe mesmo do que fala pois não? Na holanda só é legal a venda ao público. Paradoxalmente, a produção e a venda às coffeshops é ilegal. Eles é que fecham os olhos.

    [Responder]

  92. 92 92  DSC

    e as licenças da venda ao público só são concedidas às coffe shops.

    [Responder]

  93. 93 93  Joe

    António Cunha

    Antes de mais os meus cumprimentos!

    Não percebo porque veio à baila o preço da substância ou as minhas supostas “razões egoístas”!

    Apenas me limitei a referir que muitas das opiniões que aqui são plasmadas são feitas sem qualquer conhecimento de causa, por pessoas que não conhecem a substância e sequer alguma vez a experimentaram!
    Tratam-se apenas de “papagaios” que apenas reproduzem aquilo que ouvem e lêm mas ok, eu até compreendo isso embora não concorde!

    E obviamente também não obrigo nem instigo ninguém a fumar para ter uma opinião avalizada baseada no saber empírico da experiência que neste caso tem bastante mais validade por incrivel que vos possa parecer!Isso depende de cada um e das suas apetências pessoais obviamente!

    Já quanto ao preço, sinceramente, é-me irrelevante porque felizmente trabalho para ter meios mais que suficientes para o suportar! ;)

    [Responder]

  94. 94 94  João Pedro

    Uma coisa que também me suscitou curiosidade é o faco do cartaz se referir à marijuana, a droga leve mais dificil de se arranjar cá em portugal e que como tal quase ninguém experimentou. Porque não a marcha pela legalização do haxixe de longe a droga mais consumida?

    [Responder]

  95. 95 95  EL.CaBonG

    Hoje rimo-nos de episódios passados, q eram dados como certos e hoje, passados seculos pensamos na ignorância de alguns em tempos idos, dou o exemplo de Galileu Galilei c/a Teoria Heliocêntrica declarando que a afirmação de que o Sol é o centro imóvel do Universo era herética!dou este exemplo para q mtos destes comentadores possam ver o ridiculo e a hipocrisia das suas ideias pré-concebidas sobre as drogas leves…se fossemos evoluidos, legalizavamos a merda das drogas leves, mas ontem, e o estado ainda ganhava dinheiro e acabava-se a marginalização de pessoas de bem q querem e estão no seu direito de consumir drogas leves…q acreditem comem menos neurónios do q o alcool por ex.!Portanto daqui a algum tempo vamos olhar para trás e dizer:Q IDIOTAS aqueles q eram contra a legalização das drogas leves…PS:ñ sou consumidor, já fui.Esta estória faz-me lembrar a do aborto…enfim espero q ñ demore mto a q se acabe c/a hipocrisia!

    [Responder]

  96. 96 96  psyco

    é o seguinte para tudo ha k haver muderaçao sou um rapaz jovem muito estimado pela sociedade kuaxe nguem sonha k fumo canabis mas eu n deixo de ser o mesmo por ixo ate noto k contagio o meu ambiente de felicidade tenho 18 anos e tenho a mente muito aberta mesmo toda agente me da muita mais idade pois ja tenho esperiencia de vida pk a canabis fez me criar um mundo onde so ha paz e amor nao gosto de confusoes gosto da sensaçao so ixo gostaria que um dia legalizacem as drogas leves pk se as pexoas souberem impor limites ixo sim é a chave keru agradecer a grande pexoa k inventou esta planta porque ela é milhagrosa

    [Responder]

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