O debate sobre o que aconteceu a uma criança durante um roubo de material de construção agora é este: quem é responsável por esta morte? Os assaltantes que a levavam ou a GNR que disparou dois tiros para os pneus que, por um azar que desafia a estatística, acabaram no peito do menino. Por isso, já sabem, crianças que tenham o azar de ter pais atrasados mentais que as levam para assaltos não se podem queixar. A polícia não tem culpa e faz o que tem a fazer. O que é a vida de uma criança ao pé do risco de fuga de um assaltante? Helena Matos faz mesmo esta pergunta: Ninguém é responsabilizado por levar uma criança para um assalto? Eu tenho ideia que as pessoas até são responsabilizadas por fazer assaltos. E se o fizerem com uma criança ainda o serão mais. Mas é de esperar que o problema não fique resolvido com a responsabilização dos assaltantes e se espere que a polícia não seja tão irresponsável como os assaltantes e tenha a vida daquela criança como primeira das primeiras prioridades. Acho eu, que sou um relativista e acho que as crianças não têm culpa dos pais que lhes calharam em sorte. Os policias não sabiam da existência da criança? Acredito. Por isso mesmo existem regras e têm de ser cumpridas. Para que não se chore depois mortes inúteis de inocentes.
66 comentários 13 Ago 08 em Sem categoria



Mas os agentes alegam que os homens estavam armados e prontos a disparar, ou pelo menos pensaram isso. E sendo assim e nao tendo conhecimento da criança ainda acha que agiram mal?
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O cigano de apelido Salazar e nome próprio Sandro,já era um perigoso cadastrado que andou a assaltar velhotes que viviam isolados nos montes alentejanos, não se tendo coibido de atacá-los violentamente. Tem razão a juíza ao dizer que são “pessoas marginais, traiçoeiras” e eu Aldina Machel acrescento “cobardes”. Graças a Deus o filho, que já frequentava a Escola da Ciganasse, foi chumbado! E quando a família toda saiu da prisão, meteram-se todos num carro, com os putos ao colo, sem as cadeirinhas que são obrigatórias para as outras raças, sem carta, sem inspecção obrigatória, sem seguro, com a polícia a olhar para eles, e nada, não houve operação STOP alguma. É a impunidade total!
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Miguel, mas não foi contra os pneus que disparam? Se era por eles estarem armados, não faz grande sentido, ou faz?
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estou completamente de acordo até à parte onde diz “mortes inúteis”. agora de inocentes?
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Ó Daniel, francamente… Já nem sei o que diga.
Andou de mal a pior (começou mais ou menos bem e terminou pessimamente) no caso do assalto ao banco. Agora é isto.
Estou a ver que a ida aos EUA não lhe deu as férias de que precisa.
Cordiais saudações de vizinhança.
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-Os polícias afirmam julgar ter visto uma arma á janela da carrinha, de facto foi encontrada uma arma no banco traseiro da carrinha, mostrada ou não aos agentes será uma questão de credibilidade, uma vez que ao que julgo, não existem imagens nem testemunhas do tiroteio. Bem, por falar em credibilidade, o pai da criança, apresentou-se em tribunal sob identidade falsa, na realidade trata-se dum criminoso condenado por assalto, evadido de Alcoentre.
-Cada um é livre de acreditar no que quiser, no pai Natal, nos amanhãs que cantam, eu escolho acreditar nos militares da GNR, sou um crente, que se há-de fazer…
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jc, a criança não era inocente?
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O decreto-lei que determina o recurso a arma de fogo em acção policial, datado de 1999, refere que “o recurso a arma de fogo só é permitido em caso de absoluta necessidade, como medida extrema, quando outros meios menos perigosos se mostrem ineficazes, e desde que proporcionado às circunstâncias”. No entanto, adianta que o agente “deve esforçar-se por reduzido ao mínimo as lesões e danos e respeitar e preservar a vida humana”.
QUANTAS MORTES MAIS VÃO PROPICIAR AO PASSAR A IDEIA DE QUE A POLÍCIA É QUE É A PARTE MÁ?E QUE OS CRIMINOSOS EM FUGA TÊM DIREITO A FUGIR?
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Este género de debates começa a ser absurdo.
Para uns, faça a policia o que fizer (mesmo salvar reféns com a vida em perigo), actua sempre mal, ou quanto muito poderia ter actuado melhor e as grandes vitimas são sempre os delinquentes. Para outros é o oposto, faça a Policia o que fizer é sempre bem feito a não ser que deixe escapar os delinquentes.
Então e a lei já não existe? Policias e ladrões, não estão ambos sujeitos a ela e não estão sujeitos a consequências pela sua violação?
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Não é melhor esperar pela conclusão do inquérito da IGAI para sabermos o que realmente se passou?
É que já li o seguinte:
Que a criança tinha 11 anos;
Que a criança tinha 13 anos;
Que os assaltantes dispararam;
Que os assaltantes não dispararam;
Que foram encontradas munições dentro da carrinha;
Que havia uma arma 6.35 na carrinha;
Que a criança tentou alvejar a GNR;
Que os tiros foram para os pneus;
Que os tiros não foram para os pneus;
Que os homens da carrinha não estavam a roubar;
Qure afinal estavam na posse materiais e ferramentas roubadas;
Que os homens da carrinha não se aperceberam da presença da GNR;
Que os homens da carrinha tentaram atropelar um GNR…
Não é melhor esperar?
Quanto à intervenção, quer-me parecer, assim de repente, que a melhor forma de evitar mortes de inocentes e desfechos trágicos, é mesmo obedecer às polícias…
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Mas afinal que regras é que não foram cumpridas?
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JP Dias, os debates fazem pouco sentido quando não lemos o que as pessoas dizem. Eu nunca disse, até pelo contrário, que a polícia agiu mal no caso do BES. Nem sequer disse que podia ter actuado melhor. Disse apenas que o resultado não foi excelente. Não é a mesma coisa. Por vezes o possível é o possível. Não passa é a ser excelente por isso.
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rms colocou o ponto no i.
Esperem pelas conclusões do inquérito.
Tudo o resto é converseta para encher horário, e o Daniel aproveita para preencher a sua “agenda”.
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Curioso, ninguém quis esperar por nenhum inquérito no caso do BES. Nem vai haver inquérito, na verdade.
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Pois não, Daniel, é por isso que o caso do BES e este não são comparáveis…
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jc, a criança não era inocente?
Este assunto é muito interessante.
Há alguns factos desagradáveis como por exemplo o senhor que ia para roubar se ter identificado na polícia com um nome falso e ser, isso sim, um cadastrado evadido ou o espalhafatoso Mercedes em que embarcaram quando saíram do Tribunal que os mandou dar uma volta e voltarem quando puderem ou o pormenor de serem ciganos e todos os dias esta raça (não sei se se pode escrever isto) estar envolvida em problemas aqui e em todo o lado onde vivem.
O outro facto ainda mais interessante é o silêncio estrondoso que o Bloco de Esquerda mantém sobre este, e por arrasto (ia a dizer arrastão) os outros palpitantes assuntos que tem acordado esta Lisboa sonolenta de Agosto.
Sempre na primeira e segunda linha da defesa dos oprimidos encarregaram agora um dos seus maiores vultos de tomar o pulso à sociedade, pois bem sabemos que podemos defender o impossível agora o absurdo pode manchar-nos a reputação.
Estou com a maior das curiosidades de ouvir o que Ana Drago, a maior defensora das minorias oprimidas tem a dizer.
Eu, por mim, e peço desculpa, pela franqueza, à resposta digo não.
Porque.
Em certos casos uma criança bem ensinado é extremamente útil num assalto, passa onde um adulto não entra e faz muito menos barulho.
Há certo tipo de crianças que eu não gosto de encontrar numa rua escura.
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Fado, não há grande debate possível com quem ache que uma criança não é sempre inocente. É uma fronteira moral impossível de ultrapassar. Mas neste caso, felizmente, a lei está do lado de quem acha o contrário do que o senhor acha. Felizmente.
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A credibilidade do Correio da Manha neste caso é nula, basta ver como foi “tratando” a notícia. Até pode ser verdade. Como as sucessivas mentiras da GNR quando a notícia surgiu o poderiam ter sido. Só que não o foram: afinal a “tentativa de atropelamento” ocorreu umas boas centenas de metros antes da perseguição acabar aos tiros, que pelos vistos só vieram de uma das partes envolvidas, e não como resposta, tal e qual a primeira versão dos factos.
Mas nem é essa a questão.
O apuramento do que realmente se passou compete aos tribunais. À GNR competia cumprir a lei, que cito de uma notícia “De acordo com o decreto-lei, um polícia pode utilizar a arma de fogo para “repelir a agressão actual ilícita contra o agente ou terceiros, se houver perigo iminente de morte ou ofensa grave à integridade física”, para “prevenir a prática de crime particularmente grave que ameace vidas humanas” e para “proceder à detenção de pessoas que represente essa ameaça e que resista à autoridade ou impedir a sua fuga”.
E uma coisa é para já segura: nenhuma destas circunstâncias encaixa nos factos, inclusive contando com a versão actual da GNR. Donde o não cumprimento da lei estar dos dois lados envolvidos. Com a diferença de uns terem roubado ferro, e o outro ter assassinado, involuntariamente ou não, uma criança.
Claro que tratando-se de uma criança cigana não é bem uma criança, é um criminoso e deve ser chumbado, como acham as Aldinas deste mundo. Aldinas e quejandos que se esforçam por criar um ambiente favorável a atitudes como a destes GNR’s: mata que é cigano.
Tenho de admitir, contudo, uma ligeira evolução civilizacional entre esta parte dos meus compatriotas. Há 250 anos não se contentariam com menos que uma fogueira da inquisição, e o crepitar dos corpos nas chamas, para seu gáudio e contentamento. Hoje já pode ser a tiro.
E hoje, supunha eu, o incitamento ao crime, a propaganda do homicídio, com ou sem base racial e/ou xenófoba, é um ilícito criminal punível por lei. Mas supunha mal. As caixas de comentários dos jornais online e não só estão cheias desses incitamentos terroristas, feitos por gente perfeitamente identificável. Não vejo é o Ministério Público a actuar.
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nem todas as crianças são anjinhos inocentes.
aos 13 anos (ou aos 11) com o treino itensivo que alguns miúdos recebem, a inocência já passou há muito tempo e o que ali está é mais um pária em potência.
é claro que a culpa não é deles. é de quem assim os formou e não lhes deu outras escolhas.
mas o vício é tal, que continuar a menosprezar a gravidade destas situações todas, do sensasionalismo com que é anunciada a etnia dos deliquentes só vai fazer com que o sentimento de revolta que vemos nos comentários à notícia, por exemplo, no público, passe um dia destes das palavras à acção. e aí vai ser tarde demais.
onde está desta vez a voz histérica da alta comissária para a imigração e diálogo intercultural? porque é que não anda a policiar as notícias?
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No caso do BES o resultado foi excelente, exactamente porque o “artista” foi abatido ! Se tivesse fugido, a esmagadora maioria dos portugueses teria ficado decepcionada. E se tivesse sido detido, a Justiça ia cometer mais uma “argolada”, pondo-o em liberdade, assim estilo “coitadinho”. O resultado foi excelente porque, tenho a certeza, dará os seus frutos.
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O ms têm razão. Mas no caso do BES deve-se abrir um inquérito nem que seja do ponto de vista formal, ou seja para toda a acção das forças de segurança deve haver um estudo do que se passou para dar melhor resposta no futuro.
O suposto pai ( será mesmo pai?) já soma mais um crime que é o de homicidio involuntário ao colocar a vida do menor em risco que resultou na sua morte.
O GNR apenas cumpriu o seu trabalho pois tentou restabelecer a ordem, uma pessoa que tenta atropelar um guarda está pronta para matar um vulgar cidadão sem pestanejar.
Daniel Oliveira acertar nos pneus não é tão simples como parece nos filmes do Steven Seagal, principalmente dentro de um carro em perseguição, a bala pode ter feito ricochete no eixo
ou jante da carrinha por exemplo.
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Daniel, por acaso não me estava a referir a si, como poderá constatar se ler um comentário que deixei noutro post seu sobre este assunto.
Curiosamente quando as pessoas interpretam as suas palavras no sentido que o Daniel pensa que eu lhes dei, mas estão de acordo com esse sentido, o Daniel não se insurge contra elas. Não leve a mal é só uma observação. Entretanto continuo à espera que o Daniel faça o levantamento que prometeu fazer sobre os blogues dedicados à guerra na Georgia, que continua a ser assunto do maior interesse!
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Sr. Daniel, a lei que regula o uso das armas de fogo é explícita: o nº 1 do art. 3.º enumera as situações em que é permitido usar arma de fogo e comporta 9 alíneas. Relembro só a alínea b: “Para efectuar a captura ou impedir a fuga de pessoa suspeita de haver cometido crime punível com pena de prisão superior a três anos ou que faça uso ou disponha de armas de fogo, armas brancas ou engenhos ou substâncias explosivas, radioactivas ou próprias para a fabricação de gases tóxicos ou asfixiantes;”
O nº 2 do mesmo artigo esclarece quando pode ser usada arma de fogo CONTRA PESSOAS e diz o seguinte: “O recurso a arma de fogo contra pessoas só é permitido desde que, cumulativamente, a respectiva finalidade não possa ser alcançada através do recurso a arma de fogo, nos termos do n.º 1 do presente artigo, e se verifique uma das circunstâncias a seguir taxativamente enumeradas:”
Ou seja, para se atirar contra pessoas é TAMBÉM necessário que a finalidade não possa ser alcançada com recurso nos termos do nº 1, ou seja, disparo para o ar ou para objecto.
Os elementos da GNR podiam ter entendido que um disparo para os pneus era suficiente para que se lograsse a detenção dos suspeitos ou poderiam ter achado que não se verificava nenhuma das circunstâncias necessárias para que seja legítimo o disparo contra pessoas; as constantes nas três alíneas do nº 2 do mesmo artigo e diploma.
É óbvio que o resultado foi péssimo e que, caso se prove que houve negligência grosseira dos agentes, estes serão responsabilizados, quer criminal quer disciplinarmente.
Só mais um ponto: ninguém pense que é fácil apontar uma arma a um pneu de um carro e acertar-lhe. É difícil. Se deveriam ter sido mais cautelosos ou se o resultado foi consequência de uma qualquer situação alheia aos agentes é o que os tribunais, a IGAE e a própria GNR irão apurar.
Também ninguém pense que um agente tivesse visto uma criança num carro e lhe acertasse propositadamente.
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O Daniel sabe se a bala saiu da arma do guarda?
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«Curioso, ninguém quis esperar por nenhum inquérito no caso do BES»
Err… Daniel, o que se passou está gravado.
O inquérito neste caso da morte da criança é para se colocar os pontos nos i´s.
Não podemos partir de um príncipio de boca.
No caso do BES há um princípio que serve de prova em qualquer tribunal. IMAGENS.
A polícia fez (e aí é que entra o inquérito) tudo ao seu alcançe. Há mais razão para ter certezas de um facto gravado em vídeo, que um facto “verbal” que tanto os Guardas como os Ciganos, se apressam a despachar.
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O diploma é:
Dec Lei 457/99
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Aquilo que ja aqui li hoje sobre -
-algumas crianças sao mais crianças que outras e algumas nem sequer sao inocentes e vai dai merecem apanhar com 1 tiro porque sao ciganas-
- da para ficar enjoada para mais de 4 semanas.
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Podem criar as regras que quiserem, ter os cuidados que se pretender, nada, nunca nada, impedirá que uma situação semelhante possa acontecer. Por exemplo, se na perseguição a GNR choca-se contra a carrinha e a criança sem cinto morresse, o que dizer? Novas regras, mais procedimentos?
Prefiro defender os militares nesta situação. Tal como no assalto do BES. É fácil falar, difícil é agir nestas situações.
Devo acrescentar, caro Daniel, que esta sua tendência para achar que as autoridades actuam sempre mal e os coitadinhos dos criminosos precisam de mais espaço, começa a ser demasiado lamechas!!
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jc, TODAS as crianças são inocentes. Os seus pais podem não ser. Elas são. Isto é a fronteira entre a barbárie e a civilização.
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provavelmente a sua definição de criança será diferente da minha. aos 13 anos, hoje em dia, com o acesso a informação desregrada e desresponsabilização da formação por parte dos pais, com a educação a ser feita cada vez mais pela internet e pelos morangos com açucar, um miúdo de 13 anos sabe mais do que eu sabia aos 18.
talvez, e não leve isto como tentativa de ofensa porque nunca o tentaria já que o tenho em demasiada consideração, devesse teorizar menos e apanhar uns banhinhos de realidade.
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É provavelmente a bala não saiu da arma do guarda. Foi decerto um dos ciganos que disparou contra a gnr e a bala fez ricochete e voltou para a viatura matando o aprendiz de criminoso. Justiça exemplar, dizem os neo-fascistas de serviço neste espaço…
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Fado (Alexandrino), não há grande debate possível com quem ache que uma criança não é sempre inocente.
Pois não.
Acontece que a criança de onze ou treze anos sabia muito bem ao que ia, não ia numa alcofinha a mamar num biberão e tarde ou cedo iria seguir a cartilha cigana que Helena Matos, que o senhor cita transcreveu como ” “é um hábito dos ciganos, qualquer cigano tem uma arma para se poder defender”., segundo palavras de um primo da família.
Acontecem aqui duas coisas:
Nunca vi, ouvi ou li que um cigano tenha sido agredido mas que o façam em primeiro lugar é notícia banal nos jornais.
O senhor deve ter alma de missionário, eu não.
E por isso volto a repetir, há certo tipo de crianças com os quais não gostaria de me cruzar numa rua escura.
Mas é claro que a esquerda acredita em todos e em tudo, para ela são todos uns anjos que apenas ainda não comungaram porque a sociedade sempre malvada não lhes dá a mão (esquerda).
Eu pelo contrário acredito no efeito de uma navalha na mão destas crianças.
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Admirei-me com o atraso que o tema chegou aqui. De resto não me admirei pois era óbvio que o artigo seria sempre contra a GNR. A GNR limitou-se a agir perante uma denúncia de furto e já que a viatura não se imobilizou, atirou para a fazer parar. Há aqui algo de errado? Creio que não.
Acho que neste país já há demasiadas leis que limitam a acção da polícia.
Morreu uma criança. É verdade. Foi grave e podia ter sido um peão que apanhasse uma bala perdida. É justo que se investigue, mas daí até crucificar a GNR como em alguns meios se tenta fazer é errado. Do lado dos criminosos – ou “arguidos” no politicamente correcto das TVs – existe uma lista de crimes vários, mas os maus são os GNR porque fizeram o seu serviço. A isso chama-se demagogia e é tão perigosa como o populismo de criticar os ciganos pro tudo! Nestas coisas o PP e o BE têm mais um ponto de união, para lá dos manos Portas.
Grave – e quase ninguém fala nisso – é o tempo de antena que foi dado aos ciganos e, a verificar-se ser verdade, o facto de termos um sistema policial que permite que um fugitivo passe por uma esquadra e um tribunal, com um BI falso… Será que no reino das maravilhas do “eng” Sócrates é mais fácil cruzar dados do fisco que da polícia??
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jurei a mim mesmo que não entraria neste debate: como não entrei no debate da menina de Torres Novas, no debate da Maddie e no debate do assalto ao BES.
Mas DO o humanismo e a tolerância são valores absolutos e ilimitados? No limite poderemos ser tolerantes com a intolerância?
E o GNR que é chamado a um assalto, naqueles minutos em que a linha da vida está num sobressalto, haverá espaço para a filosofia?
DO, é triste, muito triste a morte de uma criança – foi muito triste a morte daquela criança.
Que aquela criança é uma vítima, poucas duvidas me restam.
E também concordo, sim, que a resposta a um crime deve ser porporcional. Mas neste caso, que tenho tantas dúvidas nesta vida, sou assaltado por uma certeza: A responsabilidade da vida de uma criança é de quem a educa; aqui Toda a responsabilidade pelo sucedido é do pai do miúdo, que o sujeita a uma situação de anormalidade social – um assalto- que é social , moral e penalmente condenada pela sociedade em que convive. Toda a responsabilidade é do pai do miúdo que sujeitou o seu filho a uma situação perigosa, violenta e sujeita a um vasto rol de situações “previsivelmente imprevistas mas sempre violentas”. E no mundo da violência a fronteira entre a vida e amorte é ténue. Relevar isto e breve, os criminosos – independentemente da sua etnia- usarão crianças indefesas para servirem de escudo humano.
Por último duvido que o agente da GNR ao disparar, pudesse discernir no grupo entre a criança e os adultos e, que se por acaso tivesse discernido, optasse livremente por disparar sobre a criança em detrimento de um adulto- um pensamento deste tipo pertence ao mundo da ilógica e da fantasia.
Claro que o pai do miúdo não desejou a morte do miúdo – mas a sua acção irresponsável conduziu a isso. Repito-me: num assalto, por ser um acto de anormalidade social, surgem sempre uma série quase infinita de situações violente previsivelmente imprevisiveis.
Cumprimentos
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Esse parece me outro problema. Certas pessoas não sao obrigadas a acatar ordens. Até acredito que tenham (GNR) mentido quanto ao facto de ter disparado para os pneus. Já viram o que seria se dissessem que dispararam (por ter visto uma arma) contra outra parte do veiculo ou mesmo contra os ocupantes.
Parece me que as nossas policias precisam de acompanhar a evolução dos crimes e criminosos, mas dai a querer desculpar quem nao quer ser minimamente civilizado já me parece excessivo.
Uma morte é sempre de lamentar, mas os individuos arriscaram uma fuga e isso pode sempre trazer consequencias para inocentes. Neste caso, *ao que parece, o inocente estava no veiculo dos fugitivos.
* a inocencia pode se perder ou ser tirada mais cedo do que seria ou é aceitavel.
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“Admirei-me com o atraso que o tema chegou aqui. De resto não me admirei pois era óbvio que o artigo seria sempre contra a GNR. A GNR limitou-se a agir perante uma denúncia de furto e já que a viatura não se imobilizou, atirou para a fazer parar. Há aqui algo de errado? Creio que não.”
Há. Morreu uma criança e a arma é para usar quando necessário. Não para parar alguém que é responsável por um furto.
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A respeito da morte de um dos assaltantes do BES eu disse que estavam a soltar os demónios.
Pensam que, pelo facto de atiradores furtivos atirarem a matar, resolvem o problema? Estão enganados! Nos Estados Unidos e no Brasil é esse o método e a criminalidade aumenta cada vez mais. Aqui, ainda hoje se verificou outro assalto a um banco…e a procissão ainda vai no adro!
D. Aldina: com que então ainda bem que aquela criança foi “chumbada” (assassinada)? Onde está a sua compaixão de mãe? Não acredito que seja mulher-mãe, mas se for, só uma coisa lhe tenho a dizer: MALDITA SEJA!…
Manuel Monteiro
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Sim, com 11, 12 e 13 anos ainda se é criança. Na lei e em tudo o resto. Não se pode trabalhar, não se pode dar consentimento para ter relações sexuais, não se pode quase nada sem autorização dos pais.
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Por acaso valia a pena lembrar que um dos assaltantes tinha fugido da prisão, ou isso também não interessa nada?
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Daniel Oliveira:
Sim, é-se criança aos 11, 12 13, como se é adulto aos 30 ou 40. Mal estais ciganos, brasileiros e african
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Responda-me, se quiser, à seguinte pergunta:
- Quando deve um policia utilizar a arma que o Estado comprou para ele usar à cintura?
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Relendo a pergunta que lhe fiz noto que talvez não esteja bem formolada, por isso faço-a doutra forma:
- Quando é que, na sua opinião, é necessario um policia disparar?
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Daniel Oliveira: os ciganos têm de ser vistos dentro das suas características sócio-culturais e não à luz daquilo que você e a maioria de nós pensa. Nas comunidades ciganas aos 13 anos as raparigas já podem casar e os rapazes já são considerados uns homenzinhos, a maioria deles já abandonou a escola e “trabalha” com os pais (os ciganos devem estar no topo do abandono escolar). O que você e eu pensamos sobre isso, ou até o que está na lei, é pouco relevante para eles, a não ser que lhes interesse para se protegerem (basta ver que poucos fizeram a tropa quando era obrigatória, não têm seguro dos carros e as cartas de condução são compradas).
Fado Alexandrino: a que propósito é chamado o BE e em particular a Ana Drago para este assunto?, acaso o facto de se pertencer a uma “minoria” desculpa os comportamentos marginais?, desde quando?
Crime é crime, seja cometido por maiorias ou minorias, e não vejo como é que alguém o pode negar. Sei que há sempre uns psicólogos/sociólogos de serviço, chamados a opinar/justificar estas atitudes mas isso é típico dos órgãos de comunicação social.
Mesmo assim concordo que foi muito triste e sobretudo desnecessária a morte do rapaz seja qual for a idade dele. De quem foi a culpa é outro departamento.
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Ele é só abortos a botar faladura.Por acaso,são gente fascistóide e racista até à medula e com mau caracter que passaram a ‘democratas’.Hoje, a palavra democrata abrange a escória do pensamento(?)e acção mais desumana.E estes gajos ainda falam que os comunistas são ortodoxos e têm palas nos olhos.Vejam-se ao espelho,a vossa estupidez social e injusta reflete-se no estado actual do mundo.Estúpidos,gananciosos,mentirosos,racistas,fascistas nãO TENDES TOMATES PARA DIZER AO QUE VÃO!
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queria dizer formulada
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Olhe ,já descobriu o PAI?Não?HOUVE QUEM O VISSE A CAMINHO DE ESPANHA!!!!É ,que ,
“dizem”,que este estava a ser “procurado”,pela
justiça…Viu as imagens quando este saiu do tribunal?Não?Foi de VICTÓRIA,AMOR DE PAI?NÁ!!!
O que se viu foi ciganos a dizerem que os “OUTROS”, SÃO RÁCISTAS!!!!TENHA DÓ…Eu
QUE LEVO COM ESTES “FILMES”, HÁ MAIS DE 30 ANOS, ESTOU FARTO!!!!!!!!JÁ AGORA SRE DANIEL,
VIVEU COM ELES?COMEU?É DE “ALMADA”?NA…
NÃO ME PARECE….DA COVA DA PIEDADE?SEIXAL?
CORROIOS???Venha vêr “OS “POBRES” NO CENTRO DE ALMADA…OK???DEPOIS VÁ TRABALHAR HONESTAMENTE DE MADRUGADA
PARA A “LINDA”LISBOA”, E VOLTE CANÇADO AO FIM DA TARDE, E “SAIBA “O QUE É A “RAIVA”!!!!
A”Raiva” de se sentir “GOZADO “,POR UM GOVERNO DE MERDA, E “TAMBEM PELOS POBRES DOS CIGANOS,COM “MERCEDES”Á PORTA!!!!
DEPOIS, ÁS 20H ,AO JANTAR OUÇA-OS, A
CHAMAR-LHE “RÁCISTA”!!!!TENHA UM BOM PROVEITO SIM?????
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Portugal é o País com mais criminologistas por m2 de ecrãs de TV. Todos dizem o mesmo. São especialistas da vulgaridade! Entretanto, não se faz investigação criminal e as polícias trabalham a granel, desligadas umas das outras. As escutas dos telemóveis são o meio barato e expedito de que se servem para detectar criminosos.
Investir na prevenção do crime, fazer trabalho no terreno e desenvolver uma base de dados disponível em rede entre as polícias fica caro e o governo precisa de poupar para o espectáculo de mostrar obra que se veja na campanha eleitoral.
Como aparecem muitas armas de caça em mãos de criminosos, os armeiros foram logo escutados. Com essas escutas foram apanhados muitos caçadores com conversas esquisitas. Pedir a cabeça de javali pode levar a suspeitar de algo muito bélico e não dum troféu de caça embalsamado; saber se tem uma arma automática pode ser associado à procura de uma metralhadora e não de uma arma de caça (semiautomática) de três tiros.
Perante suspeitas tão graves, foi ordenado pelo Ministério Público (onde a arte cinegética não é, geralmente, cultivada) as buscas necessárias. Nada de especial foi encontrado, mas os caçadores (os únicos civis que para manejar uma arma têm de entregar atestado médico, registo criminal, prestar provas teóricas e práticas e obter as licenças adequadas) foram tornados no inimigo público número um pelos media.
Se houvesse trabalho de investigação no terreno sabia-se o que é evidente: quando um caçador falha a peça, só há uma de duas razões: precisa de mudar de cartuchos ou mudar para uma arma de três tiros que na gíria é chamada arma automática.
Entretanto, o homem que em Loures levava consigo o filho que terá sido vitima de uma bala disparada pela polícia, depois de ouvido sobre o assalto que fez a uma vacaria, foi mandado em paz. Soube-se, depois, que era um perigoso foragido, acusado de assaltar e maltratar idosos.
Por que é que tudo isso aconteceu?!…
Os criminologistas de serviço nem o Ministro das polícias nunca previram esta situação. Não foram capazes de descobrir que sem uma investigação no terreno e uma base de dados que possa disponibilizar uma informação em rede às polícias não há combate à criminalidade consequente. Também não dão conta de uma outra consequência do trabalho desligado e a granel das polícias: está-se a criar a ideia de que todos são potenciais criminosos até prova em contrário. É o regresso à ideia hobbesiana de “homo lupus homini”.
Mas uma sociedade da suspeita, que não desenvolve um capital de confiança não será uma sociedade decadente e sem esperança?!… E isso não potencializa a acção que levou à morte do filho desse foragido?!…Talvez fosse bom que os criminologistas e o Ministro das polícias pensassem nisto!
Será que isso vai acontecer?!…
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Ao Carlos Barbosa de Oliveira “Por acaso valia a pena lembrar que um dos assaltantes tinha fugido da prisão, ou isso não interessa nada?”
Interessa e muito!…Sobretudo à GNR e à PJ, e ao Juíz, ! Pelo menos não faziam a triste figura que fizeram!!!
Esse facto só vem agravar ainda mais a situação e desacreditar as autoridades que nem conseguem analisar um BI falso, colocado à frente do nariz!!!!
È só mais uma fraqueza das polícias e uma segurança para os criminosos e falsificadores de documentos!
Simplesmente uma vergonha!
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Quando a informação é dúbia devemos esperar pelas conclusões. Prudência, curiosamente o que acusa a policia de não ter tido, é o que o Daniel não tem. E assim, os seus posts, que até são bem escritos, viram bitaites…
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PDuarte,
Para salvar vidas, incluindo as suas.
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“Sim, com 11, 12 e 13 anos ainda se é criança. Na lei e em tudo o resto.”
E abortar?…
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“Há. Morreu uma criança e a arma é para usar quando necessário. Não para parar alguém que é responsável por um furto.” furto seguido de tentativa de atropelamento a um agente da autoridade e condução homicida que põe em perigo a comunidade.
Não era o Bloco que queria tirar as armas aos policias? Ah já sei, para acabar com o crime em vez da pistola andam com o livro de cheques do rendimento minimo e quando a escumalha tem atitudes anti-sociais dá-se um aumento de 50% para reintegração, afinal roubam pois são vitimas do capitalismo selvagem!
O Daniel está a usar a morte da criança de um modo demagógico e pouco sério com fins politicos . Parece, embora eu acredite que não seja assim, que ficou contente com a morte do menino que não passou de um trágico acidente.
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Daniel, um carro ocupado por assaltantes em fuga depois da realização dum assalto, possivelmente armados e perigosos (não esqueçamos que o condutor tentou atropelar um dos militares da GNR) é, na minha opinião, justificante do uso de arma de fogo por parte das forças policiais com o intuito de imobilizar o veículo (como ao que parece foi o que aconteceu), visto que este põe em perigo a vida de quem quer que tenha o azar de se atravessar no caminho do desvairado condutor. Fora a parte que diz respeito a isto concordo com o que disse, principalmente com o facto de a inocente criança ser a que menos culpa (se é que alguma)teve na sua morte – e diga-se de passagem que tenho pena do quão revoltado nesta vida deve estar quem pensa o contrario.
Como nota final gostava apenas de registar as declarações da comunidade cigana após este incidente, rotulando a polícia portuguesa de racista e acusando-os de perseguir insistentemente (aí concordo,só não lhe chamo é racismo) a sua comunidade – aproveitando-se mais uma vez da sua condição de minoria étnica para mais uma vez tentar condicionar a opinião pública e o trabalho das autoridades. Sou da opinião que a defesa incondicional duma minoria por ela ser uma minoria dá azo a este tipo de tentativas de “atirar o barro á parede” por parte de quem quer (e muitas vezes consegue) tirar partido do simples facto de não partilhar a étnia dominante da sociedade onde vive. Todavia, desta vez, não foi o caso deste post.
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Este é um exemplo concreto de que Portugal é estado de direito já aqui congratulei a intrevenção policial no caso do assalto do bes porque a acção da policia me pareceu justa e proporcional há gravidade da situação e não foi tomada de animo leve
Neste caso de Loures no entanto parece-me que houve uma precipitação por parte da GNR por isso está em curso uma investigação ao sucedido é sempre uma tragédia a morte de uma criança mas tambem para já não parece correcto crucificar
a GNR até tudo ficar esclarecido até porque quero acreditar que a pessoa que está a passar pior por esta situação foi a que disparou o fatal tiro…
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A crer na GNR – e neste caso é neles que creio mais pois o outro lado dá claras mostras de mentir – depois do furto houve uma tentativa de atropelamento, daí o uso da arma de fogo. Como esperava que a GNR respondesse? No momento do assalto não é de esperar que a GNR tivesse feito a avaliação do que tinha sido roubado ou que previsse a presença da criança. A julgar a GNR é apenas neste ponto: devia ou não ter usado armas? A haver fuga e tentativa de atropelamento penso que o deviam ter feito. Penso que qualquer polícia no mundo, face a uma fuga com tentativa de atropelamento faz o mesmo. Em Portugal até já se registaram casos de disparos por mera fuga a uma operação stop.
Tudo o resto é acessório. Houve uma morte sim, mas é algo que resulta de uma situação à qual a GNR só tinha de responder.
Continuo na minha, essas demagogias de esquerda são responsáveis por muita da situação em que a sociedade está actualmente, há que existir leis que retirem arrumandores da rua, que façam os habitantes dos bairros sociais pagar as rendas e que devolvam segurança às ruas. Se numa situação como esta – em que tudo indica que o crime esteve do lado do criminoso – ainda termina com a discussão sobre o serviço da GNR, então há algo errado. Imagine que um menino rico se mete, completamente alcoolizado, num porsche e de seguida atropela várias pessoas e se magoa com gravidade. O que o Daniel está aqui a discutir é se o INEM chegou a tempo de salvar a vida ao menino rico ou não. Percebe o ridículo da sua postura?
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Daniel,
não estarás querer dizer que eu defendo que o mais importante era evitar a figa dos assaltantes e para evitar esssa fuga se deve disparar mesmo que entre os assaltanets se encontrem crianças?
Mesmo que os assaltantes fossem todos adultos o acto de disparar por partes das polícias tem de ter regras nomeadamente os polícias têm o direito de se defender.
Mas mesmo que no assaltos não tivesse sido disparada uma bala, que até tivessem ido para casa todos dormir, levar uma criança para um assalto é expô-la a uma situação de risco. E isso deve ser ponderado quando e se os seus familiares forem julgados
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Vou tentar ser politicamente correcto mas… é dificil; de qualquer das maneiras sei que o DO me vai ajudar!
- vocês repararam que o pai do miudo era de “etnia cigana”? e que entrou numa carrinha mercedes?
ou eu não vi bem?…
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Helena, claro que deve ser ponderado e inevitavelmente será.
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“A crer na GNR – e neste caso é neles que creio mais pois o outro lado dá claras mostras de mentir – depois do furto houve uma tentativa de atropelamento, daí o uso da arma de fogo.”
A quantidade de versões e de incongruências que já vieram da GNR não lhe dá grande credibilidade.
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“50 Daniel Oliveira
14 Ago 2008 às 1:06
PDuarte,
Para salvar vidas, incluindo as suas.”
NÃO NÃO NÃO. Não é só para salvar vidas. Já lhe mostrei, com referências à lei, que não é assim, mas se insiste…
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Normas para perseguição de assaltantes (em preparação):
No caso da polícia ou GNR surpreender um assaltante, não deve iniciar a perseguição sem se assegurar que as seguintes normas são seguidas:
Que seja contabilizado o valor do roubo por um contabilista credenciado (deve ser fixado em lei o valor, a partir do qual será licito iniciar uma perseguição).
Deve ser averiguada a idade de todos os participantes no assalto (devendo essa tarefa ser encargo da Polícia Judiciária que deve apresentar uma fotocópia da certidão de nascimento de cada um dos assaltantes à autoridade solicitante) a fim de se avaliar tem a idade para que possam ser perseguidos.
Deve a força policial solicitar ao delegado de saúde informação sobre o estado de saúde dos assaltantes, pois se estiverem doentes, não devem ser perseguidos.
Deve ser averiguado qual o tipo e quantidade de armamento dos assaltantes. Se o armamento for inferior, a perseguição não deve ser iniciada pois seria injusto e desigual para os assaltantes (poder-se-ia pensar num subsidio governamental para que os assaltantes adquirirem armamento actualizado e restabelecer o equilíbrio entre perseguidores e perseguidos).
Dirão alguns velhos do Restelo que isto seria demorado e que os possíveis perseguidos já iriam longe…
Mas eu respondo: devagar se vai ao longe!
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Viu muitas incongruências neste caso? Quais? A carrinha terminou a marcha afastada do local do assalto, logo verifica-se a fuga. Por provar fica apenas o ângulo dos disparos e se facto houve tentativa de atropelamento de um agente. Em tudo o resto não vejo incongruências por parte da GNR (e mesmo nestes pontos não se pode falar de incongruências mas antes de falta de prova). Quer acreditar no outro lado? O que “vendeu” como padrasto o pai da vítima só para esconder que estava foragido à justiça? Há casos em que o Daniel terá toda a razão (podia ter pegado no recente cerco com polícia e GOEs a uma casa com crianças lá dentro e onde os únicos cartuchos de bala capturados eram da polícia)ou parte dela, mas aqui toma o lugar de quem não tem nenhuma razão. Como já disse, pegar na bandeira da criancinha morta às mãos da polícia é demasiado demagógico e populista num caso em que tanta coisa errada está do outro lado.
Pergunte antes que tipo de estado é este em que um preso passa um dia em esquadras e tribunais sem que se saiba que é foragido da justiça. Só falta descobrir que também recebia rendimento mínimo…
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A vida em Portugal vale cada vez menos. Abortar já é sinal de superioridade intelectual, a eutanásia uma marca registada da abertura de espírito. A defesa de criminosos, raptores e chantagistas é última palavra no politicamente correcto. A critica às forças de segurança vinda de deputados é um sinal de iluminismo. Enfim, tudo aquilo que fragiliza a defesa da vida é agora bem visto.
Por isso temos de nos habituar a uma banalização da morte, sobretudo da morte dos justos, dos inocentes, dos indefesos e das forças de segurança. Felizmente, essa banalização e o discurso do BE vão tornar-nos mais insensíveis, as nossas consciências vão ficar mais indolentes e a morte vai doer menos.
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Ti Américo, esse comentário era para lamentar a morte da criança?
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Daniel Oliveira pergunta:
“Ti Américo, esse comentário era para lamentar a morte da criança?”
Não, este comentário era para dar conta de uma crescente indiferença à vida. Estamos a passar por uma fase da história das mentalidades em que as opiniões pró-morte são associadas a uma mentalidade melhor. Isto deu origem a várias apologias da morte.
Há duas formas opostas de apologia da morte.
O elogio da morte dos mais frágeis que geram incómodo, que diminuem a qualidade de vida aos mais fortes (aborto e eutanásia). Estes defendem também que a polícia deve ser vigiada, desencorajada a atirar, se possível culpar os polícias ainda antes de se defenderem. Por outro lado, defendem o criminoso. A culpa do criminoso não é dele mesmo, mas da sociedade que o pressionou ou obrigou a ser criminoso. A sociedade é culpada e deve flagelar-se. O criminoso é inocente e deve receber subsídio de integração. Esta apologia da morte dá votos à esquerda e é adoptada pelo BE, pelo PCP-FARC.
Depois há a apologia oposta. Aqueles que defendem que os inocentes não devem morrer e que a morrer alguém devem ser apenas os culpados (assaltantes do BES). A polícia deve ter força para – caso necessário – matar culpados e defender-se. Esta defesa da morte dá votos à direita.
Os políticos, assim como os blogueiros, à esquerda e à direita são como os cangalheiros. Tentam ganhar sempre qualquer coisa com a morte dos outros.
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“Daniel Oliveira pergunta:
“Ti Américo, esse comentário era para lamentar a morte da criança?”
Não, este comentário era para dar conta de uma crescente indiferença à vida.”
Esclarecido
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