um português antifascista digno. Embora não apreciasse sobremaneira o estilo aventureirista, a maior parte dos grupos da Esquerda à esquerda da esquerda não o esquecerá. Quantos aos outros também não, há sempre um piquete de serviço aos mortos notáveis – agora vai começar de imediato a canibalização da herança ideológica do militante anti-salazarista, a começar pelo P”S” claro
Foi meu companheiro autarca na Assembleia Municipal de Lisboa. Embora fôssemos de bancadas diferentes, eu da UDP ele do PS, sempre nos demos bem e ele muitas vezes me apoiou.
Foi um grande combatente contra o fascismo e a repressão
Honra à sua memória!
Manuel Monteiro
Palma Inácio, filho de Ferragudo, Algarvio dos 7 custados ao contrário de outros, Mario Soares por exemplo, que de algarvio só se for por ter casa em Alvor, nasceu pobre, morreu pobre depois de deixar no poleiro muitossssssssssssss que não mexeram uma palha para viverem como vivem, ao invés dele que morreu num lar de caridade.
A um dos grandes construtores da democracia, UM GRANDE BEM HAJA.
Um homem corajoso, sem dúvida. Amante da liberdade, sem dúvida.
Mas do triste labéu de assaltante de bancos não se livra. Uma pequena nódoa certamente. Mas mancha o extraordinário de tudo o resto.
Menos um lutador.
Fica o respeito por ele e pela sua coragem com que cresci.
Permitam-me o DO e demais colaboradores do “Arrastão” que noticie a quem ainda não o saiba
que o meu amigo João Gomes ( assim comentava neste blogue ), João Aníbal Aguiar Gomes, um exemplo de coragem e coerência
revolucionária, ex-militante do PRP-BR e ex-membro da
Direcção Político-Militar do Projecto Global , faleceu em janeiro em Braga.
O João Gomes , o “Souto”, deixou em todos
uma grande mágoa misturada com a alegria e honra de com ele termos convivido e lutado.
“Mas do triste labéu de assaltante de bancos não se livra. …”
Xico,
Assaltantes de bancos, são os Dias Loureiro, Oliveiras e Costas, Rendeiros, Jardins Gonsalves e afins, o fazem em proveito próprio
Palma Inacio foi um revolucionário que tudo o que fez foi em função dos outros…até daqueles que depois sentados no pedestal por ele criado, o desprezaram.
Ó Xico, até eu que estou no extremo oposto do espectro político do Palma Inácio nunca me passaria pela cabeça atacá-lo por ele ter assaltado bancos para financiar a Revolução e desestabilizar o Regime. Quando se tenta derrubar um regime todos os meios são permitidos!!!
Morreu no dia da queda da Bastilha. O episódio do avião dava um filme fantástico, com a vantagem de não ser preciso acrescentar nada para efeitos dramáticos.
PANZERMAYER
“Quando se tenta derrubar um regime todos os meios são permitidos!!!”
Primeiro é preciso ver se o regime que se quer derrubar é ou não legítimo.
Se para isso é preciso agir de forma ilegítima, à luz do direito comum, parece-me mau prenúncio.
De que tudo é permitido!!! Se para matar o ditador for preciso matar 50 criancinhas à sua volta, o Panzermayer não hesita. Também com um nome desses!
Bolota,
Parece-me que o Salazar também pensava que tudo o que fazia era para o bem público!…ele até pouco lucrou…
não passa de retórica!
O Palma Inácio não precisa, mas tem a minha simpatia. Mas não se vai ao cesto da fruta dos outros…
Xico, para o Palma Inácio ele era ilegítimo e isso é quanto baste. O seu pensamento não passa de uma parolice pequeno-burguesa, se se tivesse pensado sempre assim ao longo da História ainda estaríamos no Paleolítico. Quanto ao meu nome se você não gosta azar, também não o escolhi com esse intuito. Já agora, acho Xico ridículo e parolo, suponho que deva ser essa a maravilha da Democracia não??
CARO PANZERMAYER
Quem lhe disse que não gostava do seu nome? Adorei!
Quem lhe disse que eu achava o regime de salazar legítimo?
Se lhe calhar a jeito, e se não for demasiada parolice, talvez ler-me de novo?!
Se não lhe parecer demasiado ridículo, receba um abraço e passe um bom dia. Não se zangue! Ou será uma parolice pequeno-burguesa este carinho que sinto por si, mesmo sem o conhecer? É que com esse nome imagino coisas… sei lá!
Gosta do meu nome???Fico feliz, significa portanto que nem tudo está perdido para si. Os seus abraços dispenso obrigado, e quanto ao seu carinho e toda a imaginação que põe em relação ao meu nome começam é a fazer-me desconfiar de coisas bem mais graves…
Directus, eu não sou comuna e para mim um assaltante de bancos desde que não faça mal a gente inocente é e será sempre um herói!!!
Morte ao capitalismo internacional, sempre!
No meu “misturagrossa” fiz um singelo poema em sua memória. Conheci-o. Estive com ele muitas vezes. Todavia, poucas palavras troquei com ele. A sua história de luta, quando o olhava, quando o cumprimentava, deixava-me quase sem palavras e muito emocionado. Para mim ele era um gigante, toda uma vida que simbolizava a nossa santa liberdade. Palma Inácio era por outro lado desconcertante pela sua simplicidade. Em homenagens mais que justas que feitas lhe foram e que tive a honra de assistir era impressionante essa sua mesma simplicidade. Podia ter tido tudo depois de “Abril”, mas esta figura de gigante, este símbolo-maior da nossa luta contra a tirania pouco ou nada pediu, nem nunca se lhe ouviu (publicamente, pelo menos, que me lembre) um queixume contra as injustiças e os enxovalhos que após “Abril” alguns figurões lhe fizeram. Recordo-me de ouvir contar que Pallma e alguns dos seus companheiros (também herois da nossa luta pela Liberdade) chegaram a passar mal, incluindo restrições alimentares, para terem dinheiro para a luta.
Quando alguém o confundir com um assaltante vulgar de bancos (um gatuno), das duas uma ou é ignorante ou usa e abusa de má-fé. Palma Inácio morreu pobre e poderia até só com a venda da história da sua vida (talvez um maior romance ou filme português da luta pela liberdade, por escrever ou filmar) ter morrido rico.
Honra a Palma Inácio o grande gigante da luta contra a tirania salazarenta, cuja vida antes e depois de “Abril” única e exemplar foi.
A sua Luar em seu próprio nome (pelo romantismo) simboliza bem a paixão, o maior amor da sua vida, que foi a LIBERDADE.
um português antifascista digno. Embora não apreciasse sobremaneira o estilo aventureirista, a maior parte dos grupos da Esquerda à esquerda da esquerda não o esquecerá. Quantos aos outros também não, há sempre um piquete de serviço aos mortos notáveis – agora vai começar de imediato a canibalização da herança ideológica do militante anti-salazarista, a começar pelo P”S” claro
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Foi meu companheiro autarca na Assembleia Municipal de Lisboa. Embora fôssemos de bancadas diferentes, eu da UDP ele do PS, sempre nos demos bem e ele muitas vezes me apoiou.
Foi um grande combatente contra o fascismo e a repressão
Honra à sua memória!
Manuel Monteiro
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Não foi esse gajo que limpou o BdP da Figueira da Foz?
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Já não há poucos como ele.
Honra à sua memória!
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Hermínio da Palma Inácio, um homem de honra a quem, nem a tortura e a infamia , deixou de amar o verdadeiro Portugal livre ! Bem hajá !
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Palma Inácio, filho de Ferragudo, Algarvio dos 7 custados ao contrário de outros, Mario Soares por exemplo, que de algarvio só se for por ter casa em Alvor, nasceu pobre, morreu pobre depois de deixar no poleiro muitossssssssssssss que não mexeram uma palha para viverem como vivem, ao invés dele que morreu num lar de caridade.
A um dos grandes construtores da democracia, UM GRANDE BEM HAJA.
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Um homem corajoso, sem dúvida. Amante da liberdade, sem dúvida.
Mas do triste labéu de assaltante de bancos não se livra. Uma pequena nódoa certamente. Mas mancha o extraordinário de tudo o resto.
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Menos um lutador.
Fica o respeito por ele e pela sua coragem com que cresci.
Permitam-me o DO e demais colaboradores do “Arrastão” que noticie a quem ainda não o saiba
que o meu amigo João Gomes ( assim comentava neste blogue ), João Aníbal Aguiar Gomes, um exemplo de coragem e coerência
revolucionária, ex-militante do PRP-BR e ex-membro da
Direcção Político-Militar do Projecto Global , faleceu em janeiro em Braga.
O João Gomes , o “Souto”, deixou em todos
uma grande mágoa misturada com a alegria e honra de com ele termos convivido e lutado.
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“Mas do triste labéu de assaltante de bancos não se livra. …”
Xico,
Assaltantes de bancos, são os Dias Loureiro, Oliveiras e Costas, Rendeiros, Jardins Gonsalves e afins, o fazem em proveito próprio
Palma Inacio foi um revolucionário que tudo o que fez foi em função dos outros…até daqueles que depois sentados no pedestal por ele criado, o desprezaram.
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Ó Xico, até eu que estou no extremo oposto do espectro político do Palma Inácio nunca me passaria pela cabeça atacá-lo por ele ter assaltado bancos para financiar a Revolução e desestabilizar o Regime. Quando se tenta derrubar um regime todos os meios são permitidos!!!
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BOLOTA > É assim que se fala!
Apenas lamento que o Palma Inácio tenha optado pelo cavalo errado (PS)… deitou o ouro na mão do bandido… e o resultado foi traição e desprezo.
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Morreu sem se conhecer o destino que deu ao dinheiro do assalto ao Banco de Portugal.
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Morreu no dia da queda da Bastilha. O episódio do avião dava um filme fantástico, com a vantagem de não ser preciso acrescentar nada para efeitos dramáticos.
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RIP
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PANZERMAYER
“Quando se tenta derrubar um regime todos os meios são permitidos!!!”
Primeiro é preciso ver se o regime que se quer derrubar é ou não legítimo.
Se para isso é preciso agir de forma ilegítima, à luz do direito comum, parece-me mau prenúncio.
De que tudo é permitido!!! Se para matar o ditador for preciso matar 50 criancinhas à sua volta, o Panzermayer não hesita. Também com um nome desses!
Bolota,
Parece-me que o Salazar também pensava que tudo o que fazia era para o bem público!…ele até pouco lucrou…
não passa de retórica!
O Palma Inácio não precisa, mas tem a minha simpatia. Mas não se vai ao cesto da fruta dos outros…
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Xico, para o Palma Inácio ele era ilegítimo e isso é quanto baste. O seu pensamento não passa de uma parolice pequeno-burguesa, se se tivesse pensado sempre assim ao longo da História ainda estaríamos no Paleolítico. Quanto ao meu nome se você não gosta azar, também não o escolhi com esse intuito. Já agora, acho Xico ridículo e parolo, suponho que deva ser essa a maravilha da Democracia não??
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CARO PANZERMAYER
Quem lhe disse que não gostava do seu nome? Adorei!
Quem lhe disse que eu achava o regime de salazar legítimo?
Se lhe calhar a jeito, e se não for demasiada parolice, talvez ler-me de novo?!
Se não lhe parecer demasiado ridículo, receba um abraço e passe um bom dia. Não se zangue! Ou será uma parolice pequeno-burguesa este carinho que sinto por si, mesmo sem o conhecer? É que com esse nome imagino coisas… sei lá!
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Gosta do meu nome???Fico feliz, significa portanto que nem tudo está perdido para si. Os seus abraços dispenso obrigado, e quanto ao seu carinho e toda a imaginação que põe em relação ao meu nome começam é a fazer-me desconfiar de coisas bem mais graves…
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“ Apenas lamento que o Palma Inácio tenha optado pelo cavalo errado (PS)…”
Jose Semblante,
Até Palma Inácio era imperfeito como qualquer humano.
Xico,
Fazer uma qualquer comparação entre Palma Inácio e Salazar, é comparar cagalhões com marmelos.
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Como é possível um país ter rumo quando quem assalta bancos é considerado héroi. Só se for para esta cambada de comunas !
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Directus, eu não sou comuna e para mim um assaltante de bancos desde que não faça mal a gente inocente é e será sempre um herói!!!
Morte ao capitalismo internacional, sempre!
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Uma excepção heróica no país dos conformistas.
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No meu “misturagrossa” fiz um singelo poema em sua memória. Conheci-o. Estive com ele muitas vezes. Todavia, poucas palavras troquei com ele. A sua história de luta, quando o olhava, quando o cumprimentava, deixava-me quase sem palavras e muito emocionado. Para mim ele era um gigante, toda uma vida que simbolizava a nossa santa liberdade. Palma Inácio era por outro lado desconcertante pela sua simplicidade. Em homenagens mais que justas que feitas lhe foram e que tive a honra de assistir era impressionante essa sua mesma simplicidade. Podia ter tido tudo depois de “Abril”, mas esta figura de gigante, este símbolo-maior da nossa luta contra a tirania pouco ou nada pediu, nem nunca se lhe ouviu (publicamente, pelo menos, que me lembre) um queixume contra as injustiças e os enxovalhos que após “Abril” alguns figurões lhe fizeram. Recordo-me de ouvir contar que Pallma e alguns dos seus companheiros (também herois da nossa luta pela Liberdade) chegaram a passar mal, incluindo restrições alimentares, para terem dinheiro para a luta.
Quando alguém o confundir com um assaltante vulgar de bancos (um gatuno), das duas uma ou é ignorante ou usa e abusa de má-fé. Palma Inácio morreu pobre e poderia até só com a venda da história da sua vida (talvez um maior romance ou filme português da luta pela liberdade, por escrever ou filmar) ter morrido rico.
Honra a Palma Inácio o grande gigante da luta contra a tirania salazarenta, cuja vida antes e depois de “Abril” única e exemplar foi.
A sua Luar em seu próprio nome (pelo romantismo) simboliza bem a paixão, o maior amor da sua vida, que foi a LIBERDADE.
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