Sei que mandam as regras que tudo o que Israel faça, por mais inacreditável que pareça aos olhos menos informados, é apenas e sempre uma reacção à terrível ameaça do seu perigoso vizinho. E como não me quero perder no guião, preciso aqui de uma ajudinha: a construção de mais colonatos em território palestiniano é uma reacção a quê? Por favor ajudem-me, se não ainda digo alguma coisa que pode ser lida como mais um sinal de simpatia por terroristas. E eu sou um moderado. Não quero que por um minuto fique a ideia que ponho a justiça e o direito internacional à frente dos interesses do aliado natural da civilização ocidental.


34 respostas ao post “Não me deram o guião”  

  1. 1 1  Ricardo Martins

    fala-se do vestuário que o jovem deputado do BE usou hj no parlamento, já Pacheco Pereira lê alegremente o jornal lá na última fila :) http://is.gd/aMAGK

    :)

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    Antonio Cunha Reply:

    Penso que era um deputado do PCP. Manuel Tiago

  2. 2 2  Muito chateado

    Muito bem Daniel.
    O que surgiu primeiro? O ovo? A galinha? É preciso um galo?

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  3. 3 3  José

    “Sei que mandam as regras(…)”
    Mas que regras, Daniel?

    Nesta situação há aquelas pessoas que por serem de esquerda atacam Israel, há as pessoas que por serem de direita defendem Israel, e há as pessoas que pensam por si e, independentemente de serem de esquerda, direita ou nem uma coisa nem outra, têm a sua opinião pessoal.

    De resto, tem toda a razão no post.

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  4. 4 4  Tiago M. D. Ferreira

    Apesar de ter posições habitualmente tidas como de direita estou muito de acordo com a opinião expressa com o último leitor, e em casos como este (e como em tantos outros), há é que pensar pela própria cabeça…

    Mas talvez o tom demasiado irónico e moralista das intervenções contra Israel também não ajudem, não obstante a razão neste caso.

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  5. 5 5  simon

    Já sabe, não falta quem tenha a resposta de que Israel nem precisa, colonizador, prepotente, senhor da finança, das armas, como da hipocrisia a rodos. E deus não existe, Yaveh nem se diz, qual quimera, ele sabe.

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  6. 6 6  JMG

    É isso aí, Daniel, desta vez tem razão, pronto. Mas “sou um moderado”? Gabarolices não.

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  7. 7 7  Isabel Coutinho

    Eu também quero um guião:

    Para já o que é a Palestina? Algum Estado Independente, reconhecido internacionalmente? Tem um governo, um parlamento, um presidente, eleitos democraticamente? Tem uma Constituição votada pelos seus representante democraticamente eleitos para esse fim?Tem um projecto económico? Tem unidade territorial? Quais são os seus limites geográficos?

    Israel tem isso tudo, mas vive permanentemente ameaçado de extinção por parte de todos os países arabes, ou simplesmente muçulmanos, muitíssimo mais ricos, sobretudo em matérias primas como o gaz e o petróleo.

    Quem ataca e quem se defende?

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    Justicialista Reply:

    Pois é, Israel tem tudo e os outros não têm nada. E a senhora Isabel acha que isso está bem e que deve continuar, e que os outros países têm que continuar a viver sob o permanente capricho e ameaça de um Estado que já demonstrou falta de discernimento variadas vezes.

    E também razão que Israel vive sob permante risco de extinção, e pelo mal, pelo bem é melhor extreminar todas as áreas adjacentes de Israel para garantir a sobrevivência dessa grande raça salvadora do mundo.

    Não é estranho o mundo, em que vivemos? O ocidente foi lesto em apoiar o direito da nação judaica a um Estado. Mas quantas nações continuam sem estado? Só alguns exemplos no mundo ocidental: os inuits (esquimós), os índios, e os ciganos.

  8. 8 8  Daniel Oliveira

    Para já o que é a Palestina? Algum Estado Independente, reconhecido internacionalmente?
    Sim. Com representação na ONU e embaixadores, veja lá. Até em Portugal.

    Tem um governo, um parlamento, um presidente, eleitos democraticamente?
    Sim. Um parlamento com deputados eleitos de vários partidos em eleições reconhecidas pela comunidade internacional como livres e democráticas. E um presidente também eleito. Não vou explicar-lhe o que aconteceu depois das eleições que não se pode aprender demais num só dia.

    Tem uma Constituição votada pelos seus representante democraticamente eleitos para esse fim?
    Sim, tem uma constituição votada pelos deputados eleitos.

    Tem um projecto económico?
    Não pode, já que está proibida por Israel de mandar nas suas fronteiras, de ter porto e aeroporto, de construir infraestruturas, de garantir exportações, de cobrar impostos, de tudo. Quer, mas o tal país que “tem isso tudo” não deixa. Mais uma vez, posso explicar-lhe um dia como consegue Israel impedir tal coisa. Falarei então do muro, dos chekpoints, dos colonatos. Mas isso fica para quando souber mais ou menos onde fica a Palestina e Israel.

    Tem unidade territorial?
    Não deixam. Está partida em dois (Gaza – já ouviu falar? – e Cisjordânia) por decisão de Israel. E a Cisjordância (um dia digi-lhe o que é) partida em muitos por ocupação ilegal (não reconhecida pela comunidade internacional) de muitas partes do território.

    Quais são os seus limites geográficos?
    Estão no mapa. Procure. Para mim são as fronteiras de 1967. O resto é ocupado. Para Isarel é uma espécie de queijo suiço.

    Agora é só informar-se o mínimo dos minimos para poder opinar sobre este assunto. Nada de especial. Apenas o básico. Porque algumas das perguntas que fez demonstram que não faz a mais pálida ideia do que está a falar. Muito para lá do que eu imaginei que alguém que leia jornais poderia ignorar. Como é que não sabendo rigorosamente nada sobre assunto (que há um Estado, que é reconhecido internacionalmente, que tem um governo, que houve eleições) tem uma opinião sobre a matéria? Não faço ideia. Como é que sem saber se há um Estado internacionalmente reconhecido e fonteiras percebeu sequer um post sobre os colonatos? Mistério. Mas tem uma opinião. Sobre a Palestina, Israel, os árabes. Parabéns. Gostava de conseguir esse feito.

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    Justicialista Reply:

    Caro Daniel, os meus aplausos por tentar ensinar a estas pobres almas que existe muito mais mundo além do que aparece na tv, que é comentado nos jornais ou que aparece nos livros.

    Há muita gente que pensa que o mundo começa nos EUA e acaba na Europa.

    Isabel Coutinho Reply:

    Daniel,

    Tudo isso de que fala não é Palestina, mas “Alta Autoridade Plestiniana”, o que é completamente diferente.

    Quanto a tudo o resto de que falei – governo, Constituição, eleições, etc. não passa de uma farsa. Ou não?

    Silva Reply:

    E são uma farsa exactamente porquê?!

  9. 9 9  Daniel Oliveira

    Eu sei, Tiago. Com Israel temos sempre de ser muito gentis. Nada de irritações, nada de ironias. Só compreensão. Com a ocupação, com o muro de Gaza, com os muros da Cisjordânia, com os checkpoints, com as fronteiras encerradas dia sim dia não, com as crianças palestinianas que não conseguem ir à escola de cada vez que um soldado israelita decide que ninguém passa, com os velhos que não conseguem ir ao hospital, os outros que não conseguem ir para o trabalho dentro do seu próprio país, com as execuções, com quase metade dos palestinianos que passaram pelas suas prisões, com a tortura nessas prisões, com o fósforo branco em cada guerra, com os colonatos, com as demolições de casas de palestinianos, com o roubo de terras e de água dos vizinhos, com o bombardemanto de infraestruturas pagas pela Europa, com o bloqueio que não deixa entrar comida nem sair nada, com Gaza transformada numa mega prisão onde ninguém entra e ninguém sai já lá vai para um ano, com os milhares de mortes de cada vez que há uma acção punitiva, com a ocupação de quase toda a cisjordânia, com a ocupação dos montes goulã, com os assassinatos em território estrangeiro, com a prisão de quase meio parlamento palestiniano, com tudo, tudo, tudo. Só compreensão. E nunca ironia, que é uma coisa terrivel de fazer com alguém. E não ajuda nada. Porque o que ajuda mesmo é dizermos tudo com muito carinho: “Vá lá, não façam isso. Assim também não está certo”.

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  10. 10 10  DSC

    Não tem muito a ver com o post mas estive na Jordânia à uns tempos atrás e veja lá Daniel que a Palestina para eles não existe, nem sequer no mapa.

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  11. 11 11  Justicialista

    Até quando?

    Há um motivo pelo qual o conflito israelo-palestiniano nunca terá fim: ele alimenta toda uma gigantesca indústria de armamento e de defesa militar, incluindo atómica, que mais nenhum outro conflito pode oferecer aos senhores da guerra.

    A paz nunca interessou a nenhuma potência ocidental que tem os seus interesses económicos antes de qualquer consideração social ou humanitária.

    Tenho pena de dizer isto: mas a sociedade ocidental é a mais hipócrita quando o assunto é paz e direitos humanos.

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  12. 12 12  xpto

    Não lhe deram o guião ? Peça um ao Publico ou à Esther! Não lhe agrada? Ainda pode pedir nas páginas do Expresso onde escreve!!!!

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  13. 13 13  CausasPerdidas

    Quando os israelitas cá do burgo me explicarem a legitimidade de alguém, que é originário de uma família que vive há gerações na Europa ou nas Américas, ir para o território da Palestina e expulsar os camponeses para construir mais um colonato, pode ser que entenda. Não me falem da merda da religião!

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  14. 14 14  Madalena Madeira

    Daniel,

    Este conflito já cansa e não nos trás felicidade nem alegrias . Pensar demasiado no mesmo, de forma obstinada e saudosista não devolve a Palestina aos palestinianos, pelo contrário só lhe atrai instintos e emoções negativas.
    O planeta terra é vasto e a Palestina tem aproximadamente as dimensões do nosso Alentejo. O terrorismo internacional e o fundamentalismo islâmico não se justificam pela causa palestiniana ( tenhamos bom senso).
    Sabia Daniel! que , pouco antes de Israel existir como Estado (pouco depois do terminus da IIGM) os palestinianos venderam as suas terras aos judeus ( israelitas) ?! e logo após a entrada dos judeus em Israel os Estados árabes circundantes tentaram invasão do mesmo território.
    Na próxima Era os territórios pertencerão a toda a Humanidade e a noção de Nação ( com base territorial) será uma brincadeira de miúdos ( que , de facto , só deu origem a ” jogos de guerra”).

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    UFO Reply:

    “Na próxima Era os territórios pertencerão a toda a Humanidade e a noção de Nação ( com base territorial) será uma brincadeira de miúdos ( que , de facto , só deu origem a ” jogos de guerra”).”

    Já era tempo de parar de ler literatura new age, minha cara. Explique-me como pode achar tal coisa, quando os nacionalismos estão mais vivos que nos anos 30 e nada indica que vá melhorar. E se o capitalismo venceu e História e não vai nesse sentido, não adianta chorar pelos tempos do comunismo autoritário que fizeram florescer igualmente os nacionalismos. Mas acho brilhante esse seu último parágrafo. Vou relê-lo até adormecer no país das maravilhas. Diga-me, minha cara, que ideologia a embebeda? Ah, deve ser uma daquelas que “não tem ideologia” e o diz com todo o orgulho. Ignorância, minha cara, ignorância. A História desmente-a categoricamente.

  15. 15 15  Hugo

    Daniel, gostava de saber em que estatísticas é que se baseou para afirmar que metade dos palestinianos passaram pelas prisões israelistas.
    Também gostava de perceber como é que aponta tantos actos terríveis a um país, omitindo que desde a data da sua fundação tem sofrido a hostilidade dos seus vizinhos árabes. Vá ler alguns livros de História e depois diga-me quem iniciou actos terroristas sanguinários e quais foram as reais origens da guerra dos 6 dias. Em bom rigor, há praticamente 60 anos que se vive em estado de guerra naquela região e, em cenários de guerra, há sempre erros, exageros e actos criminosos que são cometidos. Não quero escamotear o mal que Israel fez, mas não posso aceitar visões tendenciosas e formatadas que só apontam os males de um dos lados da barricada… Os israelitas, mal ou bem, têm tentado defender-se ao máximo dos seus vizinhos que, muitos deles, nem aceitam a existência do estado de Israel. Por isso é normal que tenha um exército poderoso e armamento desproporcionado para o tamanho do país. É também uma questão de sobrevivência, não estamos a falar do país poderoso que invade o país pequenino, tipo Indonésia/Timor-Leste. Acho bem que denuncie as violações que os israelitas levam a cabo, mas também só lhe ficava bem ter uma visão mais imparcial e rigorosa e denunciasse, com o mesmo vigor, os crimes que foram cometidos pelos palestinianos.

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  16. 16 16  Daniel Oliveira

    DSC,
    Os jordanos (um terço da população) são os únicos árabes que detestam os palestinianos. A Jordânia tem excelentes relações com Israel. Não vem no mapa, mas a fronteira está lá. Também lá estive, sabe. E até na dita fronteira. Controlada pelos israelitas, claro.

    [Responder]

    Isabel Coutinho Reply:

    “Os jordanos (…) os únicos árabes que detestam os palestinianos. ”

    Alguma razão terão para isso. Jordanos e palestinianos, são um único e mesmo povo.
    Descendentes dos mesmo filisteus, amorreus, etc. É natural que os jordanos, não queiram lá terroristas, bombistas-suicidas, que usam mulheres e crianças como carne-para-canhão.

  17. 17 17  Lisboeta

    Em Israel continua a imperar a prática de crimes contra os palestinianos. Por isso, aplaudo sempre a defesa da Palestina. Só posso… Mas aplaudo ainda com mais força quando a defesa da causa palestiniana vem de alguém com sangue judeu…!

    [Responder]

    Isabel Coutinho Reply:

    “sangue judeu” !
    Essa só do Hitler! Não pensei que aguém hoje en dia ainda usasse essa expressão!
    Pois fique sabendo que entre nós os portugueses, todos (quase) temos algumas gotas de “sangue judeu”. E que muitos se orgulham de o ter.

    Lisboeta Reply:

    Você consegue ser perigosamente ignorante…!

  18. 18 18  Esloveno

    É engraçado como se defende para uns um estado plural, multi-étnico e multi-confessional, e para a Palestina só é correcto defender uma solução: um estado etnicamente puro, sem um judeu a viver lá (a não ser que seja com 10 soldados israelitas à volta).

    É que nem nos Balcãs e no Cáucaso a coisa se resolveu assim. Até na Bósnia e no Azerbaijão há antigos inimigos a viver lado a lado. Até em Angola, onde andamos a perder cabeças, podemos hoje lá viver e prosperar. Na Palestina é que não pode ser. Judeus não.

    Lamento, mas até o desmiolado do A.Lieberman tem razão nesta: “o que seria se proibíssemos os árabes de comprar ou construir casa em Israel?”

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  19. 19 19  Vítor

    Aprendi agora com o Justicialista que os ciganos almejam um Estado independente. Curioso, nunca ouvi essa pretensão da boca de nenhum. Provavelmente é por medo de, uma vez constituído o Estado, ser ocupado pelos israelitas.

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  20. 20 20  José Luiz Sarmento

    Isabel Coutinho:

    Mesmo que a Palestina não tivesse nada do que o Daniel teve a caridade de lhe explicar, teria pelo menos gente feita de carne e sangue como você; isto, presumindo que você é feita de carne e sangue.

    [Responder]

  21. 21 21  Daniel Oliveira

    A Isabel Coutinho vem nos dar lições de história sobre uma região a propósito da qual confessou hoje que não sabe rigorosamente nada.

    [Responder]

    Isabel Coutinho Reply:

    Confessei o quê ?

    Eu não confessei nada, apenas pedi um guião, aliás na sequência do pedido do Daniel.

  22. 22 22  simon

    Si vis pacem, para bellum.

    A coisa só lá vai, mes amis, quando armas iguais, de igual número, se enfrentarem dos dois lados, irmãmente.

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  23. 23 23  Madalena Madeira

    Meu Caro UFO ,

    Os nacionalismos estão ainda vivos para aquelas nações que precisaram de nasceram ( porque não lhes deram oportunidades para tal ) ou para aquelas que ainda têm de dar à luz . São exemplos das mesmas: o Tibete, o Curdistão , o Sahara Ocidental, as repúblicas da ex- URSS, as Eslovénia , a Esvoláquia , a Rep. Checa , Timor -Leste,etc. Para os restantes Estados – nação do globo , meu caro , esses, num futuro próximo perderão muita da sua força ( que a já a estão a delegar em OI`s). Para além deste fenómeno, assistimos ao crescimento de novos e velhos actores no sistema internacional: ONG, movimentos transnacionais , o advento do cidadão mundial, etc.
    Quanto à questão ideológica, essa poder-lhe -ei dizer que sou uma obervadora política e como politóloga apenas observo as ideologias, no entanto, abraço medidas concretas (relativas a algumas ideologias( liberalismo, socialismo , social-democracia, anarquia , individualismo, pacifismo, universalismo), que considero serem de aplicação saudável (relativas ao software livre, ecológicas, relativas à paz e segurança , respeitantes à igualdade, à liberdade, aos direitos dos animais, normalização das medicinas alternativas e complementres,relativas aos direitos dos povos indigenas,…).Infelizmente, vivemos ainda no final de uma era vazia de ideologias ( pior que isso, de princípios éticos e filosóficos, relativosà ao saber , à consciência e à auto- consciência), daí a emergência de fenómenos aberrantes como o terrorismo internacional e de Estado, o perigo e o risco de uma guerra nuclear global, a proliferação da violência e das guerras, o aumento da criminalidade e do suicídio ( entre crianças, fenómeno algo inédito nas sociedades humanas), a poluição dos ecossistemas e o sistema económico de destruição.

    Caro UFO! satisfeito?!

    [Responder]

  1. 1 SEJA – Pinus » Não me deram o guião

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