Eu não tenho nenhuma ideia de familia, senhor Vasco, mas tenho uma ideia de sociedade: uma sociedade em que o senhor não conseguia impor a sua ideia de familia aos outros. Apenas isso.
Por acaso até que sinto no ar o cheiro putrefacto de uma civilização em agonia, não tanto por causa da letra, muito menos pela emoção, mas pelo conjunto de “floribellas” que aquele espectáculo me pareceu.
Mas quanto a isso “não tenho nada…”
Mais uma vez somos confrontados com ainda mais um caso de “What do we care?!” Mas confesso que me veio uma lagrima ao canto do olho quando me lembro da musica que marcou a minha juventude…”tenho uma mae que a noite veste mini saias e saltos altos e sai para a rua e o meu pai berra-me que o traga mais cerveja do sofa da nossa roulotte e tira fotos do meu jovem rabo para vender na net.” musica esta, que n percebi pq que não foi escolhida em ninhum dos concursos da canção da eurovisão…enfim, tenho traumas.
Já agora alguem reparou que o hino por de traz do nosso Socrates era o “go west” dos pet shop boys…interesting isnt it?
Ó Sr. Manuel Anastácio, que raio é que isso tem a ver com o post?
Enoja-me a leviandade com que trata o assunto da pedofilia: “O padre de lá vem ter comigo à noite… E faz-me coisas…”.
Explique-me lá porque razão é que tinha que ser um padre (não estou a desculpabilizar), ainda por cima quando é certo e sabido que nunca ninguém fez tanto pelos orfanatos como a igreja (e justamente é a mais exposta, logo mais propensa a casos de pedofilia)?
Tanto podia ser um padre como uma freira… Sei lá…
Peço desculpa pela leviandade com que abordei um assunto sério. Mas que há casos como os que insinuei, lá isso há…
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Contigo sentimos Daniel. Abraço.
Este devia ser um hino a passar no hemiciclo.
Eu sempre achei que Portugal deveria ter sido colonizado pelos Brits e pelos Neds durante 50 anos e não unido à Coroa espanhola. Que pena.
Com as suas ideias de sociedade e família, sim sentimos a agonia…
Eu não tenho nenhuma ideia de familia, senhor Vasco, mas tenho uma ideia de sociedade: uma sociedade em que o senhor não conseguia impor a sua ideia de familia aos outros. Apenas isso.
Por acaso até que sinto no ar o cheiro putrefacto de uma civilização em agonia, não tanto por causa da letra, muito menos pela emoção, mas pelo conjunto de “floribellas” que aquele espectáculo me pareceu.
Mas quanto a isso “não tenho nada…”
Mais uma vez somos confrontados com ainda mais um caso de “What do we care?!” Mas confesso que me veio uma lagrima ao canto do olho quando me lembro da musica que marcou a minha juventude…”tenho uma mae que a noite veste mini saias e saltos altos e sai para a rua e o meu pai berra-me que o traga mais cerveja do sofa da nossa roulotte e tira fotos do meu jovem rabo para vender na net.” musica esta, que n percebi pq que não foi escolhida em ninhum dos concursos da canção da eurovisão…enfim, tenho traumas.
Já agora alguem reparou que o hino por de traz do nosso Socrates era o “go west” dos pet shop boys…interesting isnt it?
Seria melhor que ele cantasse: “não tenho pai, nem mãe… Vivo numa instituição… O padre de lá vem ter comigo à noite… E faz-me coisas…” Seria?
Ao que parece, para muita gente, isso revoltaria menos o estômago.
Mas que o espectáculo é foleiro… lá isso…
Ó Sr. Manuel Anastácio, que raio é que isso tem a ver com o post?
Enoja-me a leviandade com que trata o assunto da pedofilia: “O padre de lá vem ter comigo à noite… E faz-me coisas…”.
Explique-me lá porque razão é que tinha que ser um padre (não estou a desculpabilizar), ainda por cima quando é certo e sabido que nunca ninguém fez tanto pelos orfanatos como a igreja (e justamente é a mais exposta, logo mais propensa a casos de pedofilia)?
Tanto podia ser um padre como uma freira… Sei lá…
Peço desculpa pela leviandade com que abordei um assunto sério. Mas que há casos como os que insinuei, lá isso há…