Por Daniel Oliveira
A campanha chegou aos infantários. E as crianças são transformadas em voluntárias. Não há vergonha nem regras.
Sem comentários 30 Jan 07 em Sem categoriaA campanha chegou aos infantários. E as crianças são transformadas em voluntárias. Não há vergonha nem regras.
Sem comentários 30 Jan 07 em Sem categoria
Os pais que façam uma queixa formal contra o infantário. Nao vale a pena ficarem pela indignação.
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E viva a imoralidade. Ele é Deus para ali, perguntas enviesadas para acolá. Mas são espertalhões, apelando à lagriminha fácil de quem só gosta de ver os pontos de encontro. Um pouco como a sra prof. de história Sousa Franco. O problema é que, ao contrário do que esta gente pensa, no alto da sua arrogância, as outras pessoas também têm córtex cerebral. Como tal, pode virar-se a espertice contra os espertalhões. Um pouco como o que aconteceu com a nossa senhora a chorar. Acrescento eu, um pouco como aconteceu à sra. prof. de história no debate da SIC Notícias. Ficou à nora com a réplica da convidada (denise). Não devia estar à espera que alguém do povo, ainda mais que tenha abortado, tivesse córtex. Gostei da carinha de espanto. Gosto sempre do momento em que o(a)s Chico(a)s espertos(a)s compreendem que os outros não são estúpidos.
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E viva a imoralidade. Ele é Deus para ali, perguntas enviesadas para acolá. Mas são espertalhões, apelando à lagriminha fácil de quem só gosta de ver os pontos de encontro. Um pouco como a sra prof. de história Sousa Franco. O problema é que, ao contrário do que esta gente pensa, no alto da sua arrogância, as outras pessoas também têm córtex cerebral. Como tal, pode virar-se a espertice contra os espertalhões. Um pouco como o que aconteceu com a nossa senhora a chorar. Acrescento eu, um pouco como aconteceu à sra. prof. de história no debate da SIC Notícias. Ficou à nora com a réplica da convidada (denise). Não devia estar à espera que alguém do povo, ainda mais que tenha abortado, tivesse córtex. Gostei da carinha de espanto. Gosto sempre do momento em que o(a)s Chico(a)s espertos(a)s compreendem que os outros não são estúpidos.
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voçe deve achar-se um exemplo de etica de moral e de sabedoria.
todos os que nao concordam consigo sao atrasados , desonestos e imorais
trate-se e deixe de olhar so para o seu umbigo
essa da campanha do sim basear-se nas prisoes de mulheres é de ir as lagrimas , so ainda n encontraram foi uma que realmente tivesse estado presa
p.s.-espero k haja a seguir um referendo para que o estado subsidie a reproduçao medica assistida
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burns,
Não desconverse e condene o que tem de ser condenado.
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Finalmente uma boa pergunta que deveria ser feita não só aos partidários do não como aos do sim: Será que não há limites?
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O Daniel pode estar indignado mas eu permito-me discordar e só se estiver errado nos meus fundamentos aceito reparação.
O infantário que fala suponho que é “Centro Paroquial Nº Sra Anunciada / Jardim de Infância “Aquário””
Ora bem quem procura estes infantários será ou saberá que tem uma determinada filosofia de índole católica. Não devem estar lá por engano
Quem não concorda e é ateu pois que procure os estaduais.
Eu tenho um filho desde a pré primaria num colégio de índole católica porque quero que ele tenha uma educação com valores diferentes dos que actualmente o estado proporciona é um meu direito, pago para isso e tenho o que quero não devo nem peço nada ao estado. Quem quiser uma educação diferente não tem nada que ir procurar instituições religiosas.
Essas instituições tem regulamentos que são entregues aos pais onde consta isso precisamente, e lá dão uma instrução completa não só a nível didáctico igual ao estado mas extra – actividades inclusive morais e espirituais.
Se esse infantário for como no meu caso. Não tem razão quem quer que seja em ficar admirado pois ali a educação obedece a alguns princípios que ultrapassam a mera laicidade
O que vocês não podem querer é que todos os pais eduquem os seus filhos pelos valores que vocês entendem cada um pode e se tiver possibilidades para isso dar a educação que entenda aos seus filhos, desde que não seja em estabelecimentos oficiais.
Outro caso relacionado com isso. esse movimento suponho que é o mesmo tem um site na net o Daniel que não é um infoexcluido podia saber.
http://www.positivamentenao.com
Mas esse site esta na Internet. É publico se o Daniel não sabia é outra coisa
10 semanas, 10 perguntas
Com liberdade, responda a estas 10 perguntas. No final, some os “Sim” e os “Não”. Terá descoberto, através deste Exercício de Amor, qual o sentido de voto que a sua consciência lhe pede.
A uma mulher com dificuldades na vida é a morte do filho que a sociedade oferece?
Liberalizar o aborto torna a sociedade solidária?
A mulher é mais digna por poder abortar?
Uma sociedade que nega o direito a nascer, respeita os Direitos Humanos?
É maior o direito da mãe a abortar do que o direito da criança a viver?
Sem razão clínica, abortos são cuidados de saúde?
Concorda que a saúde de outras mulheres fique à espera? (para que o aborto se faça até às 10 semanas)
Aborto “a pedido da mulher”. Há filho sem pai?
Quem engravida gera um filho. Mata-se um filho?
É-se mais humano às 10 semanas e 1 dia do que às 10 semanas?
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Eu também sou mãe de uma criança que frequenta o infantário NUvem, pertença da mesma instituição do Aquário, em Setúbal.
Eu também recebi a “famosa carta”. CVomo devem imaginar fiquei escandalizada pelo terrorismo que é usado pela IGREJA.
Irei obvimanente fazer queixa à CNE, dado que não é poss+ivel que uma instituição apoiada pelo estado (IPSS) use os seus meios e as crianças para fazer uma campanha tão suja, tão absurda.
Mas isto não me espanta, dado que temos assistido a tudo pela parte do NÂO, para pressionar cada vez mais as mulheres. São as cartas do feto que está no ceu e escreve uma carta à Mãe que o matou, são os bonecos com os seus dedinhos e os seus pézinhos…
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Qual laicidade? Estou falar da utilização de crianças em campanhas. Ninguém está a falar de laicidade. Estamos a falar de um pingo de decência.
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O senhor não esta a falar de laicidade, nem de crianças esta a falar de mensagens levadas em mochilas por crianças de um infantário dirigidas aos pais, vindas de um estabelecimento católico onde os pais puseram esses filhos para serem educados o que pressupõe uma educação com alguns valores católicos.
Acho engraçado que a Filboa ponha um filho numa instituição de índole católica e depois se revolte por receber mensagens de índole católica contra – sensos desta vida.
Ou foi para lá por engano ou não é católica a instituição e esta fazendo passar mensagens católicas e ai é condenável de resto sendo católica e sendo a mensagem dirigida aos pais, pois estes não serão ingénuos digo eu
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Estou a falar de usar crianças como voluntárias à força de uma campanha. A escola não passar a ter direitos absolutos sobre as crianças. Estou a falar da violação de todas as regras Incluindo as definidas pela CNE. De todas as regras de bom senso. E estou a falar do conteúdo da carta (vá ler), quando se mexe na muchila do filho. É apenas sórdido.
De resto, muitos dos infantários da Igreja são IPSS. Podem ter o seu espaço religioso. Mas recebem dinheiro do Estado e têm de cumprir as regras mínimas de respeito pela infância. É disso que falamos. Apenas disso.
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Recebem uma comparticipação do estado para aqueles pais que não podem pagar na totalidade, e certificada pelo irs e junta de freguesia, isso não muda o carácter da instituição nem o seu ideário nem a sua filosofia. o que o senhor queria talvez para poder vociferar mais era que essas instituições fizessem como os partidos campanha politica em espaço aberto. Como tal lhes é impedido limitam-se a transmitir mensagens através de folhetos e já agora fique sabendo que não é só esses folhetos, o meu filho quando há actividades ou outros assuntos traz essas mensagens para casa. Para dar conhecimento somente aos pais ou para pedir autorização dos pais.
Já agora deixo-lhe aqui um breve ideário de uma dessas instituições, e encerremos o assunto que para mim acho que nem merecia referencia
A maior parte das instituições de ensino ligadas a igreja não são estaduais, quem lá põe os filhos em geral recebe e se não recebe devia saber que é uma instituição ligada a igreja que tem um certa filosofia mais ou menos assim
[“Toda a comunidade educativa da instituição, alunos, professores , pessoal não docente, pais, e direcção deve assumir o ideário da instituição em consonância com a igreja e reconhecendo a família enquanto célula primeira e vital da sociedade o direito próprio e inalterável de educar os seus filho segundo a sua própria visão do mundo no contexto dos princípios da liberdade de ensinar e da liberdade de aprender e reinvindicando para as famílias o direito que pertence a todas as famílias de educar os seus filhos segundo as suas próprias tradições e valores culturais e religiosos, que ensine os seus filhos a ser ao mesmo tempo que os ensina a conhecer.
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Daniel,
não é muito coerente da sua parte defender os direitos das crianças… Você que defendo o direito maternal de as eliminar nas dez primeiras semanas. Oh que civilizado…
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Caro amigo,
No secretaria do Infantário da Corredoura em Sesimbra (propriedade do Centro Paroquial local) também estão folhetos a favor do “não” junto ao terminal de pagamento das mensalidades.
O referido folheto começa logo com uma frase bombástica “a despenalização faz aumentar o número de abortos”, especificando que “o aborto legal aumenta muito depois da legalização” (o contrário é que não faria sentido, digo eu) “e o aborto clandestino não diminui”, continuando por aí em diante com números e estatísticas de mais que duvidosa proveniência e claramente manipulados.
Mas é assim que a coisa anda e se convence uma ou outra ovelha do rebanho, como um padre de Seia que me contaram que na homilia fez uma campanha feroz pelo “não” em plena missa, dissuadindo mesmo algumas pessoas que tinham manifestado intenção de votar “sim” a, pelo menos, se abster…
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«(…) Nunca falei de uma vida em geral, mas sempre desta vida, desta mãe, deste ventre, desta criança que irá nascer. Evitei toda a generalização.»
«Os partidários extremistas do aborto (quer dizer, quase todos os intelectuais «esclarecidos» e as feministas) falam deste como de uma tragédia feminina, na qual a mulher está sozinha com o seu terrível problema, como se, nesse momento, todo o mundo a tivesse abandonado. Compreendo. Mas poderia acrescentar que, quando a mulher estava na cama, não estava sozinha. Por outro lado, pergunto-me como é que os extremistas recusam a retórica especiosa da «maternidade» com uma repulsa tão ostentatória, quando aceitam de forma totalmente acrítica a retórica apocalíptica do aborto.»
Pier Paolo Pasolini, SCRITTI CORSARI (trad. a partir da versão francesa: Écrits Corsaires, Flammarion, 1976)
Oliveira, experimnete dizer alguma coisa de esquerda. Verdadeiramente de esquerda.
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«não é muito coerente da sua parte defender os direitos das crianças…»
Pois não. Eu até as como de manhãzinha, ao pequeno almoço.
Anónimo,
De resto, não é a mesma coisa afixar um cartaz numa escola e enfia-lo na mochila dos miudos. Se não percebe a diferença, nem sei mais o que lhe dizer.
“Finalmente uma boa pergunta que deveria ser feita não só aos partidários do não como aos do sim: Será que não há limites?”
Explique-me exactamente que limites de ética e procedimentos a campanha do “Sim” violou?
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Queremos mesmo isto?
http://www.abort73.com/HTML/I-case.html
Aqui acaba a apatia da ignorância e começa a responsabilidade.
“Chegámos a um ponto tal que até o óbvio precisa ser explicado” Orson Welles
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1,3 milhões de crianças abortadas nos EUA em 2002… Calcula-se que cerca de 1/3 da actual geração de jovens americanos foi abortada…
Pasolini chama à liberalização do aborto, que é precisamente a «despenalização» que nos propõem, o precedente incondicionado de um genocídio.
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Antes de mais nada e para todos os que se manisfestaram contra esta minha posição digam se isto acontece em instituições oficiais. Ai condeno
O que esta associação fez foi fazer chegar uma mensagem aos pais que lhe entregaram os filhos para educar, mas já cheguei a algumas conclusões que muitos pais entregam as crianças sem saber aonde, nem porque princípios se regem essas instituições, dai que não me admira nada que também defendam o aborto.
A treta da utilização das criancinhas é pura treta, não houve nenhum trauma para as criancinhas nem para os pais responsáveis que sabem onde entregaram os filhos, mas incomodou o se incomodou aqueles que não tem implantação real na sociedade civil e depois querem condicionar os outros de comunicar, aqueles só podem comunicar por tempos de antena partidos e pouco mais. Os outros comunicam “pessoalmente” e mais essa comunicação podia ter sido feita nas caixas de correio mas não, foi feita aos pais e só aos pais que lhe entregaram os filhos para educar.
Bem quando eu digo que só comunicam por tempos de antena e partidos sem qualquer ligação a sociedade civil, como instituições de apoio, seja para o que for e depois querem impedir estes de assim comunicar não tendo outras opções, estou mentindo tem sim os sindicatos (e não estou contra os sindicatos)onde sempre que há uma mudança legislativa é preciso industrializar as massas para o que se vai passar e o que ai vem,, há gente que ainda vice no tempo do proletariado de farnel e chaminés de tijolo altíssimas vomitando fumo para os céus.
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Eu explico-lhe alguns limites da ética, Daniel Oliveira, que a lista é muito comprida e o tempo escasso.
Olhe, a desonestidade começa na pergunta do referendo, que para além de confusa é notoriamente capciosa. Aliás, houve juízes do Tribunal Constitucional que apesar de afectos ao PCP votaram contra a pergunta exactamente porque em consciência a consideraram desonesta, juridicamente abstrusa e inconstitucional.
É evidente que o que está em causa não é uma despenalização, que já existe na prática, uma vez que não se aplica pena às mães que abortam os filhos. O que se pretende, encapotadamente, é a pretexto de uma suposta «despenalização», liberalizar totalmente o aborto até às 10 semanas, que passa a ser feito a pedido da mãe que pretenda abortar, seja por que motivo fôr, ou mesmo sem motivo.
Como se sabe que isto é chocante, que nem toda a gente partilha do mesmo desprezo pela vida humana que ex-maoistas, estalinistas e fascistas facilmente lhe dedicam, disfarça-se descaradamente a coisa com um sentimentalismo degradante digno dos reality-shows da Endemol e grita-se que há muito sofrimento e humilhação.
A consideração pelo «sofrimento» e pela «humilhação» não podia estar mais distante daqueles que defendem o Sim, serve apenas de pretexto, do qual de novo se distanciarão o mais possível logo que os seus objectivos sejam alcançados.
E os seus objectivos são apenas a consagração legal do tratamento do ser humano como uma coisa, precisamente para facilitação da «mecânica das coisas».
Mas há muito mais, a desenvolver noutra altura.
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«O poder, de facto já não é clerical-fascista (…).»
«Neste contexto, os nossos velhos argumentos de laicos, iluministas e racionalistas não só perdem a sua gudeza e se tornam inúteis como, aliás, até fazem o jogo do poder».
Pier Paolo Pasolini, Escritos Corsários, Assírio & Alvim, 2006
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caso para perguntar: mas quem foi o “aborto” que teve essa ideia?
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Daniel,
“Pois não. Eu até as como de manhãzinha, ao pequeno almoço.”
Sendo você do BE não me admirava nada que o fizesse. Isso deve fazer parte da sua concepção de educação sexual…
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Daniel,
eu não me admirava que o BE fizesse a defesa da pedofilia, admirava-me era que fizesse o contrário…
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Sinfonia do disparate constante,
Você faz mesmo questão de fazer justiça ao seu nick
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O estado português permite a venda da vulgarmente denominada «pilula do dia seguinte», a pilula abortiva. O estado gasta milhões de euros na em informação relativa a doenças sexualmente transmissiveis. O estado gasta milhões de euros em consultas de planeamento familiar. O estado gasta milhões de euros que se destinam à disponibilização gratuita de preservativos nos centros de saude. O mercado disponibiliza varios metodos anti-concepcionais, pilulas, preservativos, dispositivos intra-uterinos, gel, etc. As mulheres que abortam devem ainda assim ir para a prisão? Claro que não, devem sim voltar para a escola – de ensino especial, de preferência. Será que pensam que só engravidam se fizerem sexo anal?
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Já vi que por aqui é só rapaziada que quando namorava levava o capuchinho na carteira, não iam com más intenções no baile de finalistas, ou não tiveram faltas nas aulas de educação sexual.
Cá para mim as moças é que tiveram juízo, “ficas-te pelos beijinhos e acabou”.
Muitos milhões de espermatozóides (vidas humanas em potência) agarrados aos lençois.
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Daniel,
“Você faz mesmo questão de fazer justiça ao seu nick”.
Eu gosto de tomar posições justas, você prefere comer criancinhas ao pequeno almoço. Isso também é uma forma de fazer justiça ao seu nome
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Daniel,
prefiro os que levam crianças a “desfiles” aos que “desfilam” para eliminar crianças.
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Daniel,
prefiro os que levam crianças a “desfiles” aos que “desfilam” para eliminar crianças.
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Maior disparate, ou maior fantochada do que esta, não deve haver em nenhum país, excepto em Portugal, onde a desfaçatez é tão grande que ainda o referendo há-de ser e as clínicas da morte já estão devidamente autorizadas.
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=20766
É a ESPAÑA, ESPAÑA, ESPAÑA DO 1º SINITRO!!!
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“Explique-me exactamente que limites de ética e procedimentos a campanha do “Sim” violou?”
Que acha dos jornalistas colocarem palavras na boca dos entrevistados, como tentaram fazer aos pais neste caso, sempre a forçarem a nota do “exagero”?
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É preciso saber que a “Carta à minha Mãe” que andou a ser distribuído nos infantários do Centro Paroquial da Anunciada em Setúbal é um atentado à inteligência e tem país pois é da responsabilidade da Associação dos Médicos Católicos Portugueses, da Associação Católica dos Enfermeiros e Profissionais de Saúde, dos Centros de Preparação para o Património – CPM Portugal e das Equipas de Nossa Senhora, conforme se lê no folheto.
E entretanto sabe-se que estas organizações católicas são coordenadas ao mais alto nível pelo patriarcado, conforme está seu próprio site:
http://www.patriarcado-lisboa.pt/vidacatolica/vcnum20/3_13_DocVigGer_distrib_trab_%20Bispos_e_Vig_gerais.doc
Vê-se que é o próprio Cardeal Patriarca que coordena as Associações dos Médicos e dos Enfermeiros e que é o D. Tomaz da Silva Nunes que tem a responsabilidade dos Centros de Preparação para o Matrimónio e das Equipas de Nª Senhora.
E lembro que pertence à Associação dos Médicos o tal dr. João Paulo Malva e aos Cursos de Nª Srª o Fernando Santos, duas das estrelas da Plataforma do Não, e aí companheiros entre muitos outros do Alexandre Relvas, António Bagão Félix; António Gentil Martins; António Lobo Xavier; Luis Nobre Guedes; Maria José Nogueira Pinto;
Nuno Morais Sarmento; Nuno Rogeiro; Teresa Venda; e da Zita Seabra!
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Voce é uma mentecapta, você diz
“ nos infantários do Centro Paroquial da Anunciada em Setúbal”
esta a falar de instituições ligadas a igreja ou a filosofia da igreja o que você quer? Só confirmou isso, alguma novidade trouxe ao assunto como isto está-se a passar em infantários ou instituições oficiais? Não.
Você esta sempre a proclamar a separação entre estado e igreja. O que quer você que façam os centros paroquiais? que apregoem a laicidade e façam a politica e propaganda do estado, quando isso vai contra os princípios católicos?
Eu tenho pena de vocês, que vão lá por os filhos porque? Querem ser católicos e não ser ao mesmo tempo? Ou é por puro interesse e o estado não vos fornece infantários e creches em quantidade. Deixem lá os católicos em paz que eles não foram fazer isso em infantários públicos, nem dirigiram as cartas a população em geral foi só aos pais que lá tinham os filhos, foi nos privados, foi nos deles , e não venha com a cantiga que por serem subsidiados tem que adoptar a filosofia laica e do estado. O carácter da instituição nem o seu ideário nem a sua filosofia muda , se o estado não gosta devia deixar de subsidiar essas instituições e arranjar infantários e creches para essas crianças em instituições oficiais, mas olhe que se verifica o contrário estas instituições tem cada vez mais procura e tem listas de espera para admitir os alunos, Esta enganada, se o estado financia isso, é porque não tem estabelecimentos próprios estaduais para suprir as necessidades da população mas então que os crie que os faça que os financie em vez de gastar dinheiro a financiar abortos. Por isso vocês não lutam
Não houve nenhum trauma para as criancinhas nem para os pais responsáveis que sabem onde entregaram os filhos, mas incomodou o se incomodou aqueles que não tem implantação real na sociedade civil e depois querem condicionar os outros de comunicar, aqueles só podem comunicar por tempos de antena partidos e pouco mais.
Deixem lá essa treta porque vocês nunca se importaram que as criancinhas sejam portadoras e usadas como transmissoras de outras mensagens das instituições para os pais, como acontece dando conhecimento ou pedindo autorização para certos acontecimentos ou actividades. Incomodou-os foi agora isto em tempo de referendo contornar os tempos de antena.
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É precisamente porque advogo a separação da igreja do Estado que vou questionar o Centro Distrital de Segurança Social de Setúbal sobre a legalidade de a direcção do Centro Paroquial da Anunciada ter utilizado as crianças para distribuir essa propaganda da igreja católica. É que as creches desse centro paroquial são IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social), que beneficiam do apoio do Estado, isto é que beneficiam dos nossos impostos.
E assim sendo devem ser isentas, não podiam tomar posição no referendo, mas não só as tomaram como instrumentalizaram as crianças na sua distribuição.
Aliás, ainda na semana passada apareceu na TVI não só o Ribeiro e Castro como outro da plataforma do “não” do Algarve a exigirem a demissão da responsável da Segurança Social do Algarve por ter enviado para os médicos um e-mail que recebera do movimento dos médicos pela escolha…
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Você é mentecapta, são isso mesmo instituições particulares, repare particulares e católicas de segurança social, Como você disse não são oficiais. Se não gosta dos católicos afaste-se e diga aos seus apaniguados para fazerem o mesmo, só procurarem instituições estaduais ou laicas e oficiais, vocês metem-me dó, pena, tristeza.
A igreja católica tem direito a fazer realçar os seus princípios nas suas instituições e para os seus crentes
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Se ainda não percebeu a diferença entre IPSS (Instituições Particulares de Segurança Social) e instituições católicas o problema é seu e é grave. Claro que nas instituições católicas a igreja católica pode ensinar o que bem entender mas nas IPSS – que são pagas pelos nossos impostos – a igreja católica tem que seguir a orientação das IPSS e concretamente em relação ao referendo não pode tomar posição.
E neste caso particular que estamos a discutir a alta hierarquia da igreja católica não só tomou posição como distribuiu um panfleto mistificador da responsabilidade da Associação dos Médicos Católicos, da Associação dos Enfermeiros Católicos, dos Centros de Preparação para o Matrimónio e dos Cursos de Nossa Senhora, instituições coordenadas ao mais alto nível do Patriarcado. E isto é ilegal, além de ter sido abusivo.
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Voce é mentecapta já falei sobre este tema aqui, você é que é um caso grave. Você acha que por o estado financiar em parte, lhe da o direito de exigir o ideário da isntituição.
Vou dizer o que já aqui disse e prove-me que isto aconteceu em instituições oficiais. Ai condeno. Eu disse isto e repito. Você esta a falar disto “Centro Paroquial Nº Sra Anunciada / Jardim de Infância “Aquário””
O que esta associação fez foi fazer chegar uma mensagem aos pais que lhe entregaram os filhos para educar, mas já cheguei a algumas conclusões que muitos pais entregam as crianças sem saber aonde, nem porque princípios se regem essas instituições, dai que não me admira nada que também defendam o aborto.
A treta da utilização das criancinhas é pura treta, não houve nenhum trauma para as criancinhas nem para os pais responsáveis que sabem onde entregaram os filhos, mas incomodou o se incomodou aqueles que não tem implantação real na sociedade civil e depois querem condicionar os outros de comunicar, aqueles só podem comunicar por tempos de antena partidos e pouco mais. Os outros comunicam “pessoalmente” e mais essa comunicação podia ter sido feita nas caixas de correio mas não, foi feita aos pais e só aos pais que lhe entregaram os filhos para educar
Recebem uma comparticipação do estado para aqueles pais que não podem pagar na totalidade, e certificada pelo irs e junta de freguesia, isso não muda o carácter da instituição nem o seu ideário nem a sua filosofia. Essas instituições não podem fazer politica como os partidos em espaços abertos mas podem fazer chegar aos pais a sua posição que alias os pais deviam saber qual é e não ficar de boca aberta todos admirados. Como tal lhes é impedido limitam-se a transmitir mensagens através de folhetos e já agora fique sabendo que não é só esses folhetos, o meu filho quando há actividades ou outros assuntos traz essas mensagens para casa. Para dar conhecimento somente aos pais ou para pedir autorização dos pais.
Acho engraçado que os pais ponham um filho numa instituição de índole católica e depois se revoltem por receber mensagens de índole católica contra – sensos desta vida.
Quem não concorda e é ateu pois que procure os estaduais.
Eu tenho um filho desde a pré primaria num colégio de índole católica porque quero que ele tenha uma educação com valores diferentes dos que actualmente o estado proporciona é um meu direito, pago para isso e tenho o que quero não devo nem peço nada ao estado. Quem quiser uma educação diferente não tem nada que ir procurar instituições religiosas.
Essas instituições tem regulamentos que são entregues aos pais onde consta isso precisamente, e lá dão uma instrução completa não só a nível didáctico igual ao estado mas extra – actividades inclusive morais e espirituais.
Já agora deixo-lhe aqui um breve ideário de uma dessas instituições,
A maior parte das instituições de ensino ligadas a igreja não são estaduais, quem lá põe os filhos em geral recebe e se não recebe devia saber que é uma instituição ligada a igreja que tem um certa filosofia mais ou menos assim
[“Toda a comunidade educativa da instituição, alunos, professores , pessoal não docente, pais, e direcção deve assumir o ideário da instituição em consonância com a igreja e reconhecendo a família enquanto célula primeira e vital da sociedade o direito próprio e inalterável de educar os seus filho segundo a sua própria visão do mundo no contexto dos princípios da liberdade de ensinar e da liberdade de aprender e reinvindicando para as famílias o direito que pertence a todas as famílias de educar os seus filhos segundo as suas próprias tradições e valores culturais e religiosos, que ensine os seus filhos a ser ao mesmo tempo que os ensina a conhecer.
Incomoda-a isto e vem com a treta do financiamento como motivo para as instituições recusarem os seus ideais, essa é boa.
[Responder]
Torno a explicar que nos seus colégios a igreja católica – ou outra qualquer – pode instituir as regras que entender, mas nas IPSS (Instituições Particulares de Segurança Social), TEM que seguir as orientações para todas as IPSS. Nestas, o princípio de igualdade sobrepõe-se ao livre arbítrio.
[Responder]
Porque? São laicas? não são, estão ao serviço do estado, colmatando falhas do estado são pertença das paroquias, arcebispados, etc. funcionam em colégios, paroquias etc. não são edifícios estatais. Funcionam com um protocolo com o estado, diga-me onde isso elimina o seu ideário.
[Responder]
Querem o livre arbítrio, querem ensinar o que bem entendem, tudo bem, mas paguem; se precisam dos subsídios do Estado então têm que cumprir com as orientações que o Estado impõe. E neste caso do referendo da despenalização não podiam distribuir o folheto do patriarcado e muito menos por meio das crianças. Foi um duplo abuso.
[Responder]
Você esta enganada e ainda se não apercebeu, quem precisa dessas instituições é o estado para colmatar as falhas que tem a nível de ensino pré primário, infantil e não só por isso em vez de fazer escolas e criar redes aproveita as que já existem e que são da igreja entendeu. Vocês é que tem que pressionar o estado para fazer isso e não fazer protocolos então com as instituições particulares. Se querem um estado laico, também tem que ser auto suficiente, para dar solução as necessidades dos cidadaõs pelo menos os laicos. Não é a igreja que precisa.
[Responder]
Ninguém obrigou a Paróquia da Anunciada a assinar o protocolo pois não? E aceita-se que tenham assinado voluntariamente o protocolo para o renegarem na primeira oportunidade? Sabe que o que está a dizer só “enterra” a igreja católica, só ajuda a dar dela uma imagem dogmática, desumana, cruel, egoísta, de quem se está marimbando para os compromissos e principalmente das necessidades das famílias da Anunciada que aí puseram os seus filhos. É você quem está a dizer que à igreja católica só interessa formar “católicos” e não cidadãos. É você quem está a pôr à luz a total insensibilidade e indiferença da igreja católica com as famílias da Anunciada.
[Responder]
Você não entende mesmo nada. Vou lhe dar um exemplo. As instituições católicas pelo menos no meu caso cobram a propina por inteiro mas o estado convencionou que essas instituições aceitassem alunos mesmo de pessoas que não pudessem pagar por inteiro essa propina por ser elevada, justificando através do irs e composição do agregado familiar passado por junta de freguesia, e depois o estado reembolsa a instituição nesse valor que as respectivas famílias por necessidade económica não podem pagar, é isto que acontece. Não são essas instituições que estão a mendigar protocolos com o estado essa é uma necessidade estadual que não tem a nível nacional uma rede de creches e jardins de infância para as respectivas populações tem que recorrer as que já existem e se umas são mesmo privadas e laicas outras são privadas mas de instituições católicas
[Responder]
[“É você quem está a dizer que à igreja católica só interessa formar “católicos” e não cidadãos”]
Quanto a esta sua afirmação deixo-a para si, é sua. Só lhe digo que conheço duas dessas instituições em que a procura para matricular filhos na pré – primaria chega aos dois anos, não há vagas é como no sistema de saúde do estado, por ai, já vê que uma grande maioria da população só quer formar católicos se calhar de preferência padres, mas acho que devia meditar nesta frase do ideário que lhe mostrei se calhar explica tudo aquilo que você não consegue ver
[“que ensine os seus filhos a ser, ao mesmo tempo que os ensina a conhecer.”]
[Responder]
Insisto: ninguém obrigou a Paróquia da Anunciada a assinar o protocolo com a Segurança Social, pois não? E por esse protocolo a Paróquia é subsidiada e tem que cumprir determinadas condições que manifestamente NÃO cumpriu. É você quem está a confirmar que à Paróquia da Anunciada só interessa o subsídio estatal e que arrogantemente se dispensa de não cumprir com as suas obrigações e é você quem volta a re-afirmar que a igreja católica se está marimbando para o serviço às famílias pois o que lhe interessa é exclusivamente a expansão das suas ideias.
[Responder]
Eu sei o protocolo. Ok, mas diga-me onde diz que por virtude do protocolo as instituições tenham que renunciar aos seus ideários, até as redes privadas tem regimento interno quer ver um de uma câmara municipal
http://www.mun-sines.pt/educacao/docs/regulamentos/regimento_CAF_JI_N_1.pdf
Com a publicação da referida lei e do Decreto-Lei n.º 147/97, de 11 de Junho, que a
regulamenta, é criada a Rede Nacional de Educação Pré-Escolar que integra duas redes
complementares: a rede pública e a rede privada. A rede privada integra os jardins-deinfância que funcionam em estabelecimentos de ensino particular e cooperativo e em
instituições particulares de solidariedade social.
Através da celebração de um Protocolo de Cooperação, assinado em 7 de Maio de 1998, pelo Ministro da Educação, pelo Ministro do Trabalho e Solidariedade e pelos presidentes da União das Instituições Particulares de Solidariedade Social, da União das Misericórdias Portuguesas e da União das Mutualidades Portuguesas, foi acordada a forma de envolvimento dos estabelecimentos de educação pré-escolar pertencentes a Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) no Programa de Expansão e Desenvolvimento da Educação Pré-Escolar.
Pelo Protocolo de Cooperação, o Estado compromete-se a apoiar financeiramente o funcionamento dos estabelecimentos de educação pré-escolar das instituições, de modo a viabilizar o acesso e a frequência de todas as crianças a uma educação pré-escolar de qualidade, independentemente do nível sócio-económico das respectivas famílias.
Em complemento do referido Protocolo, os Acordos de Cooperação, celebrados anualmente, entre as Direcções Regionais de Educação, os Centros Distritais de Segurança Social e as instituições, estabelecem os princípios, as regras e as condições de funcionamento dos estabelecimentos.
As instituições que celebram os Acordos de Cooperação obrigam-se a assegurar um
conjunto de procedimentos, designadamente a aplicação das orientações curriculares e
a observância dos limites do número de crianças por sala e por educador, de modo a
garantir a qualidade do serviço prestado e o bom funcionamento do Jardim-de-Infância.
A presente intervenção inspectiva, desenvolvida no âmbito do Sistema de Controlo
Interno da Administração Financeira do Estado (SCI), será realizada em parceria entre a
Inspecção-Geral da Educação (IGE), a Inspecção-Geral do Ministério do Trabalho e da
Solidariedade Social (IGMTSS) e os Departamentos de Fiscalização do Instituto da
Segurança Social, Instituto Público (ISS, IP).
CAPÍTULO II
Princípios gerais
Artigo 3.º
Redes de educação pré-escolar
1 – As redes de educação pré-escolar, pública e privada, constituem uma rede nacional, visando efectivar a universalidade da educação pré-escolar.
2 – A rede pública integra os estabelecimentos de educação pré-escolar criados e a funcionar na directa dependência da administração pública central e local.
3 – A rede privada integra os estabelecimentos de educação pré-escolar que funcionem em estabelecimentos de ensino particular ou cooperativo, em instituições particulares de solidariedade social e em instituições, sem fins lucrativos, que prossigam actividades no domínio da educação e do ensino
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Quem agora puxou o “regimento interno” para a discussão foi você, mas é óbvio que qualquer regimento interno tem que estar de acordo com o protocolo, nomeadamente na obrigação de uma “uma educação pré-escolar de qualidade, independentemente do nível sócio-económico das respectivas famílias” e de assegurar “procedimentos designadamente a aplicação das orientações curriculares”. E quem tem de se adaptar ao protocolo são as IPSS e não o Estado, tanto que é o Estado quem inspecciona.
Mas já estamos habituados que passe a vida a contradizer-se: na questão da educação sexual nas escolas disse (num destes posts aí para baixo) que a dispensava, pois entendia que competia à família, agora aqui diz que afinal a boa educação é a das…escolas católicas! Para os ricos, claro. Aliás, pela 1ª vez vi os tempos de antena e achei um piadão à madame do casaco de peles, aos meninos e meninas família, e principalmente ao tal de dr. João Paulo Malva e Gentil Martins no filme do…PSD e o Malva de bata e estetoscópio a garantir-nos que é “inquestionável e um dado da ciência” que a vida começa no acto da fecundação quando ainda este fim-de-semana a Ordem dos Médicos realizou um debate sobre o tema “Quando começa a vida humana?”…
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“Quem agora puxou o “regimento interno” para a discussão foi você”
(já agora também lhe mostro e pode beneficiar de minutas( porque não formar um jardim de infância você)
PROGRAMA CONTROLO
EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR)
REDE DE IPSS
http://www.ige.min-edu.pt/upload/docs/IPSS-Roteiro.pdf
Ah fui eu, então esta bem se só agora percebeu esta muito bem, há que tempos que eu lhe venho falando em ideário. E não é nenhum protocolo que obriga a renunciar a esse ideário que no caso de instituições católicas sempre existiu. É triste que não entenda as coisas mas é assim mesmo. Não há nada nos protocolos que obrigue a renunciar aos ideários, outra coisa é obrigar por exemplo as crianças a perfilhar uma ideologia católica impondo nessas instituições por exemplo aulas de moral. Esta a ver como isso não acontece. Não há nenhuma obrigação de tornar as pessoas católicas e se reserva essa educação para os pais. Agora não pode exigir que essas instituições não tenham uma ideologia católica e a manifestem aos pais que lá lhe entregam os filhos.
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A vida com nove semanas
http://www.youtube.com/watch?v=o_hCtUlRIuk
61 razões para votar Não!
http://www.alamedadigital.com.pt/n4/pdf/61_razoes.pdf
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Ninguém do SIM obriga ninguém, rigorosamente ninguém, a actuar e a pensar contra as suas ideias e a fazer seja lá o que for, neste caso interrupções voluntárias da gravidez. Você é que defende que mesmo nas IPSS da igreja católica estas têm legitimidade para OBRIGAR até as crianças a agirem de acordo com a sua ideologia e eu discordo porque acho que as instituições que o Estado subsidia não têm livre arbítrio mas sim a obrigação de cumprir com o que voluntariamente acordaram.
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Voce é mentirosa e mentecapta mas não posso deixar passar em claro isto
[“Mas já estamos habituados que passe a vida a contradizer-se: na questão da educação sexual nas escolas disse (num destes posts aí para baixo) que a dispensava, pois entendia que competia à família”]
A educação sexual e a liberdade e a vontade para falar ou não destes assuntos vem da educação e da casa e muito dessa liberdade para abordar estes assuntos vem de casa, eu não tenho preconceitos em falar disto com o meu filho e se calhar com a idade que tem, sabe bem o que é planeamento familiar, contracepção, ate diria mais que você, a quem eu nunca confiaria a educação sexual de um filho meu.
Prove-me que disse que era contra a educação sexual nas escolas, senão aqui perante todos os que lerem isto só lhe posso chamar a maior mentirosa com quem algumas vez troquei ideias prove isso, que eu me manifestei contra a educação sexual nas escolas se for capaz, o máximo que consegue é que eu disse que muito disso vinha de casa. Coisa que eu discuto sem preconceitos ou subterfúgios com a minha familia
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Mas começo a duvidar da “superioridade” da educação das escolas católicas. Então não lhe ensinaram lá que é feio chamar nomes (também feios) gratuitamente aos outros?
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Mas é preciso “provar” seja o que for quando é você mesmo que repete que a “educação sexual e a liberdade e a vontade para falar ou não destes assuntos vem da educação e da casa”?
Mas começo a duvidar da “superioridade” da educação das escolas católicas. Então não lhe ensinaram lá que é feio chamar nomes (também feios) gratuitamente aos outros?
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Voce é a maior mentirosa que já vi, prove que eu disse que era contra a educação sexual oficial, nas escolas, insinuou isso. Prove vá buscar as minhas afirmaçoes e ponha-as aqui perante todos textualmente, onde eu digo que sou contra a educação sexual oficial faça isso ou não passa de uma reles mentirosa
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Voce não consegue pois não? mas eu vou a ajudar o que eu disse foi isto
[“Outra, os filhos têm de ser desejados, meio inócuo de dizer que se não forem desejados são abortados, isto é, eliminados. E o planeamento familiar, a educação dos filhos, incluindo a sexual, não deixe isso somente ao critério do estado, é nas famílias que se começa.”]
como ve sou coerente
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Estou-me a divertir com os vossos golpes de rins! É o Marques Mendes e até o Bagão a jurarem a pés juntos que afinal não querem…as mulheres na prisão! E hoje o Bagão até já esqueceu o que ele e o Gentil Martins há um dia atrás diziam, que as mulheres têm que ser castigadas, ao menos com “trabalhos comunitários” e é você agora a dizer que não é “contra a educação sexual oficial”, não tarda também está a favor dos contraceptivos!
Mas entretanto não vi nenhum dirigente nem da plataforma do “não” ou dos outros movimentos do não ou dos partidos que apoiam o “não”a repudiar quer a distribuição da “Carta à minha Mãe” pelas crianças, quer o folheto nojento que a seita americana andou (anda?) a distribuir por Lisboa, quer o folheto da “Cruzada Internacional do Rosário de Fátima” que pelo menos foi publicado no Semanário. Nem a repudiar nem aliás a demarcarem-se…
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Você não se demarcou da “Carta à minha Mãe” e nem sequer da sua distribuição pelas crianças das creches da paróquia da Anunciada, o que seria o mínimo exigível a qualquer ser humano decente.
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Não se demarcou, pois não? Até parece que (mesmo anónimo e tudo) está com medo do dr. cara-de-pau. E tem razão, com uma cara daquelas é mesmo de ter medo. Mas no dia 11 não se esqueça que o voto é SECRETO, pode sempre votar de acordo com a sua consciência.
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A minha consciência é muito diferente da sua. Demarcar-me eu? de que? Nunca me demarco da razão.
Divirta-se com a sua e que tenha bom proveito assim o desejo
A vida com nove semanas
http://www.youtube.com/watch?v=o_hCtUlRIuk
61 razões para votar Não!
http://www.alamedadigital.com.pt/n4/pdf/61_razoes.pdf
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