Mas afinal era possível. Afinal havia dinheiro. O Governo estava apenas a guardar-se para o ano de todas as eleições. E foi neste preciso momento que saiu a sorte grande ao PS: a crise financeira internacional. Três em um: o Governo tem um argumento para abrir os cordões à bolsa, tem um álibi para a crise nacional – que, na realidade, é anterior à crise mundial – e começa já a escrever o guião em defesa da estabilidade política e da maioria absoluta. Com que cara Sócrates vai voltar a exigir sacrifícios depois das eleições? Com a mesma de sempre. Mais uma vez, será culpa da crise.
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