“A única possibilidade de garantir uma avaliação eficaz, adequação das escolas ao meio onde se encontram, competência e motivação dos profissionais e participação democrática das populações na educação é a autonomia das escolas. Autonomia pedagógica, autonomia na gestão, autonomia contratual semelhante à que existe nos hospitais públicos e autonomia na avaliação dos professores. (…)
Além da obsessão avaliadora que põe exames, “rankings” e grelhas à frente da necessidade de aprender e de ensinar, o cancro da Escola Pública é a centralização. O Ministério da Educação devia ser um coordenador de políticas e um fiscalizador. Em vez disso, é um enorme conselho executivo e pedagógico que enche as escolas de papelada. É urgente entregar as escolas aos professores e aos pais.”
Ler texto completo e comentar aqui.
Sem comentários 17 Nov 08 em Sem categoria


