O argumento tem uma certa razão de ser…estamos claramente vulneráveis enquanto país. Acho que deviamos evacuar imediatamente o Alentejo, Algarve e Peninsula de Setubal para o Norte do Tejo antes aconteça alguma desgraça
Almeida Santos sabe para quem está a falar. Desde sempre os membros do Polvo tomaram a gentinha como parva, mete-se-lhes medo, e o povo encolhe-se e ainda lhes agradece.
Isto resolvia-se tudo com independência. Se Lisboa, Oeiras e Cascais reclamassem independência do resto do país tudo se resolveria. Com um enclave na OTA claro. E um protectorado no Algarve.
Já se o pescoço de Almeida Santos fosse dinamitado, separando-lhe o Norte do Sul, estou certo de que isso não afectaria em nada a qualidade das suas intervenções políticas. Muito pelo contrário. De forma que, nem sempre o corte de ligações é uma coisa negativa. Ás vezes pode até ser uma medida altamente sanitária.
Daniel,
Não será que esta argumentação desesperada por parte do governo e do PS não é um sinal evidente da confusão que reina? Será que eles começam a ficar desesperados?
Parece-me que a solução é fazer já mais duas ou três pontes. Assim movimentavamos a economia e não corriamos tantos riscos. Falo em 2 ou 3 mas se os mesmos técnico que defendem a OTA acharem melhor e mais viável umas 7 ou 8 eu tambem concordarei. Afinal, eles é que sabem. Agora correr o risco de não poder ir passar uns dias ao Algarve é que (jamais) jamé (três vivas pó Mário Lino).
Há uma lógica que eu não percebo: se o aeroporto for no Poceirão e houver um atentado nas pontes sobre o Tejo isso impede a circulação de pessoas de Lisboa para o aeroporto… mas então se o aeroporto for na OTA e houver o mesmo atentado, isso não impede a circulação de pessoas do Sul para o aeroporto?
Cada vez mais se confirma que, na cabeça destes srs, Portugal é Lisboa e o resto é paisagem.
Isso era, para nós algarvios, um sonho. Livráva-mo-nos do domínio opressor da capital e do Norte e seguíamos caminho rumo ao futuro com os nossos vizinhos queridos alentejanos e andaluzes.
suponho que o mesmo problema se coloca indepentemente da margem. E temos cerca de duas centenas de rios…. Tantas margens.. mesmo que alguns deles sejam atravessáveis a nado.
Aquelas coisas que têm o nome de Vasco da Gama e de 25 de Abril (para além da prevista Barreiro-Chelas) são o quê? Ia jurar que eram pontes… E o trotil que sabotadores vindos de Alfa do Centauro lá põem diariamente …Um perigo!
Além do ridículo já aqui largamente explanado, há ainda a perspectiva sectária que isto representa. Dinamitar uma ponte desliga o Norte do Sul, mas isso não tem nada a ver com o aeroporto. Quer ele esteja no Norte ou no Sul isso acontecerá sempre. Ou só é grave se o país, depois de isolado pelo dinamitar de uma ponte, ficar com o aeroporto na margem oposta a Lisboa?
… e pensar que esta declaração veio no seguimento de outro extraordinário tiro no pé -”O deserto do Sul do Tejo”.
Proponho que se comece desde já a registar as charadas de Ministros e outras colaterais (como esta do Almeida Santos) escrever. “Jamais” se viu tanto Ministro a “disparar para os pés” e índices de popularidade de um Governo tão altos! … será que a oposição não percebe isto?
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
O argumento tem uma certa razão de ser…estamos claramente vulneráveis enquanto país. Acho que deviamos evacuar imediatamente o Alentejo, Algarve e Peninsula de Setubal para o Norte do Tejo antes aconteça alguma desgraça
A dinamitação de pontes é realmente um problema bicudo que atravessa os nossos dias…
Almeida Santos sabe para quem está a falar. Desde sempre os membros do Polvo tomaram a gentinha como parva, mete-se-lhes medo, e o povo encolhe-se e ainda lhes agradece.
Mas em Portugal as pontes não precisam de ser dinamitadas, simplesmente caem devido a condições naturais…é só uma questão de tempo
Isto resolvia-se tudo com independência. Se Lisboa, Oeiras e Cascais reclamassem independência do resto do país tudo se resolveria. Com um enclave na OTA claro. E um protectorado no Algarve.
Já se o pescoço de Almeida Santos fosse dinamitado, separando-lhe o Norte do Sul, estou certo de que isso não afectaria em nada a qualidade das suas intervenções políticas. Muito pelo contrário. De forma que, nem sempre o corte de ligações é uma coisa negativa. Ás vezes pode até ser uma medida altamente sanitária.
Daniel,
Não será que esta argumentação desesperada por parte do governo e do PS não é um sinal evidente da confusão que reina? Será que eles começam a ficar desesperados?
Parece-me que a solução é fazer já mais duas ou três pontes. Assim movimentavamos a economia e não corriamos tantos riscos. Falo em 2 ou 3 mas se os mesmos técnico que defendem a OTA acharem melhor e mais viável umas 7 ou 8 eu tambem concordarei. Afinal, eles é que sabem. Agora correr o risco de não poder ir passar uns dias ao Algarve é que (jamais) jamé (três vivas pó Mário Lino).
Há uma lógica que eu não percebo: se o aeroporto for no Poceirão e houver um atentado nas pontes sobre o Tejo isso impede a circulação de pessoas de Lisboa para o aeroporto… mas então se o aeroporto for na OTA e houver o mesmo atentado, isso não impede a circulação de pessoas do Sul para o aeroporto?
Cada vez mais se confirma que, na cabeça destes srs, Portugal é Lisboa e o resto é paisagem.
Isso era, para nós algarvios, um sonho. Livráva-mo-nos do domínio opressor da capital e do Norte e seguíamos caminho rumo ao futuro com os nossos vizinhos queridos alentejanos e andaluzes.
suponho que o mesmo problema se coloca indepentemente da margem. E temos cerca de duas centenas de rios…. Tantas margens.. mesmo que alguns deles sejam atravessáveis a nado.
Aquelas coisas que têm o nome de Vasco da Gama e de 25 de Abril (para além da prevista Barreiro-Chelas) são o quê? Ia jurar que eram pontes… E o trotil que sabotadores vindos de Alfa do Centauro lá põem diariamente …Um perigo!
Além do ridículo já aqui largamente explanado, há ainda a perspectiva sectária que isto representa. Dinamitar uma ponte desliga o Norte do Sul, mas isso não tem nada a ver com o aeroporto. Quer ele esteja no Norte ou no Sul isso acontecerá sempre. Ou só é grave se o país, depois de isolado pelo dinamitar de uma ponte, ficar com o aeroporto na margem oposta a Lisboa?
… e pensar que esta declaração veio no seguimento de outro extraordinário tiro no pé -”O deserto do Sul do Tejo”.
Proponho que se comece desde já a registar as charadas de Ministros e outras colaterais (como esta do Almeida Santos) escrever. “Jamais” se viu tanto Ministro a “disparar para os pés” e índices de popularidade de um Governo tão altos! … será que a oposição não percebe isto?
«Ou só é grave se o país, depois de isolado pelo dinamitar de uma ponte, ficar com o aeroporto na margem oposta a Lisboa?»
Realmente, é menos grave. O sul tem Beja e Faro e TGV para Madrid.