Sem respostas ao post “O argumento que faltava”  

  1. 1 1  Marco Garcia

    O argumento tem uma certa razão de ser…estamos claramente vulneráveis enquanto país. Acho que deviamos evacuar imediatamente o Alentejo, Algarve e Peninsula de Setubal para o Norte do Tejo antes aconteça alguma desgraça

  2. 2 2  Pluralismo Democrático

    A dinamitação de pontes é realmente um problema bicudo que atravessa os nossos dias…

  3. 3 3  P.Porto

    Almeida Santos sabe para quem está a falar. Desde sempre os membros do Polvo tomaram a gentinha como parva, mete-se-lhes medo, e o povo encolhe-se e ainda lhes agradece.

  4. 4 4  minhapessoa

    Mas em Portugal as pontes não precisam de ser dinamitadas, simplesmente caem devido a condições naturais…é só uma questão de tempo

  5. 5 5  Bartolomé

    Isto resolvia-se tudo com independência. Se Lisboa, Oeiras e Cascais reclamassem independência do resto do país tudo se resolveria. Com um enclave na OTA claro. E um protectorado no Algarve.

  6. 6 6  JMS

    Já se o pescoço de Almeida Santos fosse dinamitado, separando-lhe o Norte do Sul, estou certo de que isso não afectaria em nada a qualidade das suas intervenções políticas. Muito pelo contrário. De forma que, nem sempre o corte de ligações é uma coisa negativa. Ás vezes pode até ser uma medida altamente sanitária.

  7. 7 7  Nuno Gouveia

    Daniel,
    Não será que esta argumentação desesperada por parte do governo e do PS não é um sinal evidente da confusão que reina? Será que eles começam a ficar desesperados?

  8. 8 8  GRaNel

    Parece-me que a solução é fazer já mais duas ou três pontes. Assim movimentavamos a economia e não corriamos tantos riscos. Falo em 2 ou 3 mas se os mesmos técnico que defendem a OTA acharem melhor e mais viável umas 7 ou 8 eu tambem concordarei. Afinal, eles é que sabem. Agora correr o risco de não poder ir passar uns dias ao Algarve é que (jamais) jamé (três vivas pó Mário Lino).

  9. 9 9  M&M

    Há uma lógica que eu não percebo: se o aeroporto for no Poceirão e houver um atentado nas pontes sobre o Tejo isso impede a circulação de pessoas de Lisboa para o aeroporto… mas então se o aeroporto for na OTA e houver o mesmo atentado, isso não impede a circulação de pessoas do Sul para o aeroporto?

    Cada vez mais se confirma que, na cabeça destes srs, Portugal é Lisboa e o resto é paisagem.

  10. 10 10  vítor

    Isso era, para nós algarvios, um sonho. Livráva-mo-nos do domínio opressor da capital e do Norte e seguíamos caminho rumo ao futuro com os nossos vizinhos queridos alentejanos e andaluzes.

  11. 11 11  hugo

    suponho que o mesmo problema se coloca indepentemente da margem. E temos cerca de duas centenas de rios…. Tantas margens.. mesmo que alguns deles sejam atravessáveis a nado.

  12. 12 12  zás!pás!

    Aquelas coisas que têm o nome de Vasco da Gama e de 25 de Abril (para além da prevista Barreiro-Chelas) são o quê? Ia jurar que eram pontes… E o trotil que sabotadores vindos de Alfa do Centauro lá põem diariamente …Um perigo!

  13. 13 13  João

    Além do ridículo já aqui largamente explanado, há ainda a perspectiva sectária que isto representa. Dinamitar uma ponte desliga o Norte do Sul, mas isso não tem nada a ver com o aeroporto. Quer ele esteja no Norte ou no Sul isso acontecerá sempre. Ou só é grave se o país, depois de isolado pelo dinamitar de uma ponte, ficar com o aeroporto na margem oposta a Lisboa?

  14. 14 14  HCS

    … e pensar que esta declaração veio no seguimento de outro extraordinário tiro no pé -”O deserto do Sul do Tejo”.

    Proponho que se comece desde já a registar as charadas de Ministros e outras colaterais (como esta do Almeida Santos) escrever. “Jamais” se viu tanto Ministro a “disparar para os pés” e índices de popularidade de um Governo tão altos! … será que a oposição não percebe isto?

  15. 15 15  Jam

    «Ou só é grave se o país, depois de isolado pelo dinamitar de uma ponte, ficar com o aeroporto na margem oposta a Lisboa?»

    Realmente, é menos grave. O sul tem Beja e Faro e TGV para Madrid.

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