23 respostas ao post “o aval”  

  1. 1 1  Sem Anestesia

    Este aval do Estado é verdadeiramente pornográfico!
    Estas empresas estão sempre de peito feito quando o vento lhes é favorável, mas no meio da tempestade correm com o rabo entre as pernas para pedir a protecçao do paizinho.

    Quando o vento favorece, clamam o fim da intervencao do estado, dizem que o estado é pesado, que nas empresas deles é que as coisas funcionam bem.

    Perdoem-me se ofenderei sensibilidades, mas segundo a logica de mercado (que eu defendo) estas instituicoes deveriam ser aniquilidadas pela seleccao natural: nao prestam!

    Isto nem se trata de esquerda/direita ou proteccionismo/liberalismo. Esta situacao é um insulto aos dois modelos. Apenas os oportunistas podem concordar com esta situacao.
    Nem com o pragmatismo ligado ao maximo se pode compreender que o Estado venha dar um aval a instituicoes que constantemente pedem o fim do Estado!
    Deviam ser deixadas falir, para que ficasse de aviso.

    Mal passe (e se passar) a borrasca, é vê-los de novo a pedir o emagrecimento do estado.

    No fundo, nao há vergonha na cara neste país. Como sempre.

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  2. 2 2  Chico da Tasca

    Que eu saiba, os bancos, pelo menos os portugueses, nunca pediram ao Estado para lhes dar qualquer aval.

    O que acontecia era que as empresas e as pessoas pediam empréstimos aos bancos e estes não os concediam, uma vez que os bancos no exterior onde se financiavam, não lhos concediam também.

    Ou seja, os maiores prejudicados desta situação não seriam os bancos que, quando muito veriam os seus lucros baixar, mas sim a economia do país, que parava por completo.

    E depois, que eu saiba também, o Estado não passou 20 mil milhões de mão beijada para as mãos dos banqueiros, como a esquerda trauliteira e demagoga anda para aí a apregoar. Deu um aval, para que os bancos se pudessem financiar no exterior e, se as coisas, correrem mal, o Estado fica com uma boa parte do capital dos bancos, ou seja, nacionaliza-os, no todo ou em parte. O que eu ouvi foi que inclusivamente, nessa situação, o Estado podria intervir na distribuição de dividendos aos accionistas.

    Eu também acho que um qualquer banco se não fôr bem gerido e tenha prejuizos graves, deva ir à falência, como qualquer empresa, mas também acho isso das empresas públicas eternamente deficitárias, e do próprio Estado, que está gordo e anafado, mas que continua cheio de parasitas que nunca saem de lá porque sabem que os parolos, que somos nós, somos obrigados a manter os empregos para vida, o laxismo, a falta de vontade de trabalhar e o défice, quer queiramos quer não.

    Uma coisa não podemos esperar : é que o Arrastão, e afins, relatem os factos no seu todo. Só referem o que lhes interessa e mesmo assim distorcido.

    Uma nota : que bom seria a banca ir toda ao fundo !

    Para os Louçãs e similares não viria grande mal ao mundo, o tacho deles, e as reformas, estão mais do que assegurados, mercê do rico emprego que arranjaram, à nossa custa, nos cadeirões burgueses, mas confortáveis, da AR e dos Parlamentos Europeus.

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  3. 3 3  Daniel Oliveira

    Chico, as coisas extraordinárias que o senhor sabe.

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  4. 4 4  Chico da Tasca

    Sei, por exemplo, que a imagem que está a encabeçar este post é um hino à demagogia !

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  5. 5 5  Pedro Sales

    Chico da tasca,

    A última vez que acusou o Arrastão de demagogia foi para dizer que a MFL não pôs em causa o aumento do salário mínimo e que se limitou a criticar a precipitação do anúncio de um valor acordado em 5 de Dezembro de 2006 e que vai entrar em vigor daqui a uns dias. Como já deve ter reparado essas declarações já foram contestadas pelo próprio líder da tendência sindical do PSD.

    Antes de acusar os outros de demagogia informe-se antes de debitar os chavões do costume. Não há pior arrogância que a ignorante.

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  6. 6 6  Larissa

    tretas… os banqueiros estariam sempre numa boa como diz o C.T. … já pensaram o que seria de nós se por acaso a nossa moeda não fosse o euro?

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  7. 7 7  Chico da Tasca

    Quando eu vejo toda a esquerda extremista centralizar, repetidamente e até à exaustão, todos os problemas do país nos lucros dos bancos, tenho de lhes chamar demagogos e populistas.

    Até porque uma boa parte do endividamento das pessoas em relação aos bancos, e que representa também uma boa parte dos seus lucros, vem do crédito à habitação.

    Acontece que as pessoas foram empurradas para a compra de casa, e para o endividamento junto dos bancos, por uma lei iníqua que foi a Lei do Arrendamento, que fez várias coisas iníquas como o Roubo Legalizado da propriedade e dos rendimentos dos senhorios, a maioria deles hoje sem dinheiro e envelhecidos e ainda por cima enxovalhados, e a consequente destruição do mercado de arrendamento.

    Não foram os bancos que foram obrigar as pessoas a endividarem-se para o resto da vida, foram os politicos demagogos e irresponsáveis, os socialistas de trazer por casa, que as empurraram para isso.

    E desses, destaco todos o da extrema-esquerda, que sempre defenderam a Lei do Arrendamento e o Roubo dos Senhorios por questões ideológicas.

    Quando há 3 ou 4 anos se falou em alterar a Lei do Arrendamento, para dinamizar o mercado e trazer justiça aos senhorios, que são obrigados a subsidiar do seu bolso os inquilinos, saltou para a ribalta o senhor Francisco Louçã, a clamar do alto do pedestal que com tal lei os senhorios “ficavam com a faca e o queijo na mão”, quando ele sabe muito bem que eles, há muitos anos, que ficaram sem faca, nem queijo nem coisa nenhuma, porque foram saqueados em nome de um pseudo-socialismo.

    Ou seja, quando o senhor Louçã vem criticar os lucros dos bancos, não está a ser sómente Demagogo, está a ser Hipócrita !

    Aliás, surprende-me que o Arrastão, sempre em peleja contra as injustiças, não debite uma palavra contra este arresto legalizado dos rendimentos, e que continua (!), que está a ser feito aos senhorios com contratos de arrendamentos antigos, e rendas miseráveis !

    Louvo a Fernanda Câncio que a propósito disso escreveu há dias uma crónica de denuncia no DN.

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  8. 8 8  Sem Anestesia

    Chico, pergunta simples:

    Por que motivo recorreram ao mecanismo?

    A banca que não presta tem que ser eleminada do mercado. Se tiver que ser toda, é porque o mercado assim o exige.

    Desta forma está-se a manter artificialmente à tona de água instituições que têem má gestão.
    Lá se vai a meritrocracia, não?

    Manifesto: eu não sou de esquerda.

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  9. 9 9  Chico da Tasca

    Sem Anestesista eu já disse aqui que concordo plenamente com isso, tudo o que não preste, que não seja produtivo e que dê prejuizo, dever ir pelo cano e não deve ser mantido artificialmente.

    Mas tem é de ser tudo ! A começar pelo Estado. Porque eu não estou para andar a ser espremido com impostos, para tapar um défice numa estrutura com 200 mil “trabalhadores” a mais, e a estrutura não mudar, e eu ter de continuar a pagar ad-eternum, porque existem direitos adquiridos para todo o sempre que impedem que as coisas mudem.

    Por outro lado, é inadmissivel que o Estado tenha dívidas para com as empresas, por bens ou serviços que adquiriu, pague quando muito bem quer e entende e, ao mesmo tempo, lhes exija o pagamento dos impostos atempadamente.

    Se é para moralizar, moralize-se tudo.

    Se se comçasse pela Câmara de Lisboa, não era mau.

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  10. 10 10  Sem Anestesia

    Chico

    Aí estamos os dois no mesmo campo.

    1) O nosso Serviço Público não o é.
    Se tivéssemos 200k de funcionários públicos produtivos, era uma maravilha. Até fazíamos outsourcing de serviços administrativos do Estado.
    O problema é toda aquela gente que se abriga indevidamente no sector público, pois para eles não é uma função, nem um serviço prestado: é o empreguinho deles.
    E com isso pagam não só os servidos mas também os colegas que trabalham.

    A esquerda, por razões práticas de discurso (i.e., o seu eleitoralismo) dedica-se apenas a focar nos direitos adquiridos, sem querer questionar quem é que está a usufruir desses mesmos direitos indevidamente. Gostaria de ver a esquerda mais empenhada nessa vertente: defenderem a sua causa (direitos tal como os entendem) e pressionar para que não haja parasitismo (a palavra é essa).

    2) Rendas. Isto remete para a interpretação geral da esquerda sobre propriedade.
    Se falamos de uma esquerda que não concorde com propriedade privada, então entende-se que não sejam simpáticos para senhorios visto que isso seria uma contradição. Pela lógica da esquerda, os ex-senhorios e os ex-inquilinos seriam cidadãos iguais: nenhum teria propriedade.

    Se falamos de uma esquerda que concorde com a propriedade privada, parece-me que prevalece a ideia geral que senhorio é rico, rico é um ogre.

    [Vou usar o caso mais básico e mais apelativo à caridade possível, é intencional].
    Ora, se eu trabalhei honestamente e comprei uma casa e me vejo na necessidade de a alugar a outro, não tenho o direito moral a receber uma compensação? Ou o outro é que passa a ter os direitos todos e deixo de ter direitos?

    Abraço.

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  11. 11 11  RFF
  12. 12 12  Joaquim Teixeira

    Se existem 200.000 funcionários a mais, pergunto: Quem os empregou? Não foi o cunhado, o compadre ou o tio, nos vários governos depois dos anos 80?
    Grande parte do dinheiro que veio da Europa, foi aplicado em quê? Alcatrão e cimento.
    Na década de 90, nasceram empreiteiros como cogumelos e o “oásis” levou milhares de portuguêses a comprar casa, com os bancos a engordar todos os dias.
    Passaram dez anos e os causadores da desgraça(Cavaco Silva, Manuela F. Leite e Cª) vem agora chorar lágrimas de crocodilo.
    Curiosa a reação da direita retrógada e hipócrita, perante o aumento do salário mínimo que, caso acompanhasse o evoluir da inflação, deveria estar acima dos 600€.

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  13. 13 13  Robespierre

    Genial a inclusão desse ícone Lisboeta que é o “cego do rap”.

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  14. 14 14  

    Mas com que direito vocês põem em causa o profissionalismo dos milhares de funcionários públicos deste país? É que conforme pintam o cenário até parece que os funcionários públicos andam a nadar em dinheiro… E depois, criticar o trabalho de outros e adjectivar de “parasitismo” só está ao alcance de quem se coloca muito acima de quem se crítica, o que diz logo imensa coisa sobre o crítico…

    Tou farto de ouvir e ler ressabiamentos à cerca dos serviços públicos…

    A triste ironia que está por de traz dessa crítica ressabiada é que apenas se lembram dos “impostos” e dos “parasitas” e nunca do ensino público gratuito que usufruiram, nem do serviço nacional de saúde, nem dos níveis baixissimos de insegurança que gozamos (7º no ranking da OCDE apesar do mediatismo saloio que anda aí) e para o qual certamente contribuiram as politicas sociais, o rendimento social de inserção, e outras funções sociais que, apesar de todos os governos mais ou menos liberais, aínda vão sendo asseguradas pelo Estado… etc e tal…

    A forma como se mede a eficiência na gestão do bem público não pode ter por critério a racionalidade economica com que se avalia uma empresa. Daí que comparativamente a gestão publica possa parecer menos eficaz do que a gestão privada aos mais distraídos. Mas o erro está no crítério…

    Essa ideia de que os hospitais públicos têm que não dar prejuizo é imbecil – os hospitais têm que curar e tratar, ponto. A factura será paga por todos pois é de elementar justiça que todos tenham o mesmo tipo de qualidade nos tratamentos. Sejam pessoas de mérito ou não, sejam pessoas com mais facilidade em arranjar cunhas na empresa do tio/padrinho ou não.

    E eu já assisti serem recusadas cadeiras de rodas a quem precisava, tendo por base o “rigor orçamental”, no tempo em que se tentou transformar os hospitais em sociedades anonimas…

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  15. 15 15  Fernando

    Exacto Robespierre, esta imagem é hilariante, porra, que bem apanhado. A simples inclusão daquela frase icónica chega para transformar um gracejo numa obra superior :)

    Genial, de facto.

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  16. 16 16  ana

    Oh Fernando, o cego do Rap existe, pede dinheiro no metro, e, nos dias maus, pragueja contra a vida e contra os outros. Isto andar de metro…e não é nenhuma figura bem apanhada, é triste e patético, cheira mal, e ninguém lhe dá esmola.

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  17. 17 17  Sem Anestesia

    Sr Zé.

    Eu, na minha empresa, não tenho QUALQUER espécie de tolerância de ponto. Se há uma ponte, tenho que GASTAR 1 dia de férias do meu ‘bolso’.

    A minha mulher, sector privado, teve 5 meses de licença de maternidade com remuneração de 4 meses. No sector público: 5 meses de licença, 5 meses de salário.

    E mais acrescento, houve anos que tive aumento ZERO %. Cá não há garantias de 1% ou 2%.

    Se eu e outros vivemos com isso, também as pessoas do sector público conseguiriam.

    E, por favor, não seleccione as palavras que lhe interessam ou convêem. É mais do que óbvio que nem todos os funcionários públicos são parasitas. Mas que os há, é um facto.

    Abraço.

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  18. 18 18  João Pedro

    Caro Zé,

    Os funcionários públicos na sua maioria não prestão. Digo isto porque: vou ao hospital sou mal atendido, sou assaltado vou à esquadra sou mal atendido, vou a tribunal enquanto parte queixosa sou mal atendido, vou às finanças sou mal atendido, 80% dos professores que tive faziam um mau serviço, vou à segurança social sou mal atendido, e por aqui fora. O que me falta são exemplos em que tenha sido bem atendido.
    Gostava que me dissesse que motivo eu posso ter para falar bem dos funcionários públicos. Têm trabalho para a vida toda, são bem pagos comparado com sector privado e nós os seus clientes, mas também os seus patrões somos mal tratados por esta gente. É gente que não me merece consideração nenhuma. Bem sei que existem excepções à regra e a esses peço desculpa.

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  19. 19 19  

    Sem Anestesia e João Pedro:

    Os funcionários públicos são os nossos pais, os nossos tios, os nossos irmãos, os nossos filhos, como dizia Zapatero em relação aos gays. Já que estamos numa de generalizações então porque não dizer que os Portugueses são perguiçosos?

    Porque a questão aqui, da vossa parte, parece ter a ver mais com inveja do que com justiça. Têm inveja que os funcionários públicos tenham mais 1 mês de licensa de maternidade ou que tenham aumentos superiores (o que nem é muito verdade) e portanto formulam a vossa critica aos serviços públicos com base na suposta “mamice” de outros, sem nunca reflectir o que é o bem público, nem a importância de termos estes serviços assegurados à nós próprios.

    E não me acredito, João Pedro, que tenha sido mal tratado no hospital, na esquadra, no tribunal, nas finanças, na escola e na segurança social. Isso é demasiado azar para uma pessoa só. Eu, aínda “jove”, assisti nos últimos 10-15 anos à tremenda reorganização dos serviços públicos. E é por aí que a crítica deve seguir. Pela modernização e pela exigência e se aínda assim eles não corresponderem às necessidades exige-se MAIS FINANCIAMENTO.

    Agora, estes serviços, se alguma vez entregues ao mercado, cairíam na lógica da escola elitista para quem tem dinheiro vs. a escola pública para o pobre (à lá United States of América, a terra da liberdade), na lógica dos serviços de saúde acessiveis a quem tem seguro/trabalho (e lembrem-se de que esta lógica é a mesma que fala da flexibilização do mercado de trabalho – facilidade de despedimento), na lógica das reformas em fundos privados (viva a bolsa), etc…

    Mas querem a vida entregue à sorte? Já não basta a economia andar toda na roleta da bolsa aínda querem a saúde, a educação e as reformas na roleta???

    Eu gostei dos meus 12 anos de ensino público, gostei sempre que fui ao st António, no outro dia nas finanças esperei 2min em dia de semana, as lojas do cidadão são fantásticas… Quer dizer…
    É mesmo ter inveja de quem não merece que se tenha inveja: os funcionários públicos viram o seu salario real diminuir nos últimos anos!!! Inveja tem-se dos bancos e dos Amorins e dos Bill Gates…

    Haja paciência… Fazem lembrar as velhotas dos bairros que reclamam e chamam perguiçosa e “lambona” por a vizinha receber mais 15€ da segurança social que ela, sendo que sem aquele subsídio morreriam à fome. Não percebem que só se estão a atacar a elas mesmas…

    Luta de classes meus amigos, luta de classes…

    Pode cheirar a pó, mas faz cada vez mais sentido…

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  20. 20 20  O relaixança

    Ora Amigo estamos de acordo!!! e digo mais para dar-te o meu aval, isto é um autêntica, relaixança, estamos no caminho certo do relaixo… “Ora vão-se a relaixar”, os ditos é claro.

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  21. 21 21  José Henriques

    João Pedro
    Os funcionários públicos na sua maioria não prestão – você escreve bem. Deve ter aprendido numa escola privada.
    C.T. e Sem Anestesia- Desistam do cartão do sns, de medicamentos comparticipados, desliguem-se da Segurança Social, façam PPerres, joguem tudo o que poupam na bolsa, e eu comprimentar-vos-ei pela vossa coerência. Senão, vão dar banho ao gato, que de manguelas e calcadoiros e de gajos que cospem na mão que os ajuda está o planeta a abarrotar.

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  22. 22 22  João Pedro

    Jose Henriques,

    Presumo que o sr seja daqueles que nunca se engana e raramente tem dúvidas. Fico contente por si mas não consigo perceber se não concorda com o que escrevi ou com a existência de escolas privadas.

    Zé,

    1. Tenho funcionários públicos na minha familia que subscrevem o que eu escrevi: a maioria não presta. Isto porque os incentivos que lhes são dados são errados.
    2. O meu problema não são as regalias que os FP têm mas sim o serviço que prestam. Tem de fazer por as merecer, o que não é o caso.
    3. Não tenho razões para ter inveja de ningém porque tenho uma boa vida, não gosto é que gozem comigo ou com o meu dinheiro.
    4. Não lhe vou pormenorizar as situações, mas se não acredita no que lhe digo estou-me a cagar. Ainda assim, para acreditar, vá pela rua fora e pergunte aos transeuntes o grau de satisfação destes com os serviços que referi.
    5. O problema não é só o financiamento. O problema a que me refiro é tratarem mal as pessoas porque sabem que o patrão não as vai despedir. O cliente/utente bem se pode queixar que o lugar é garantido.
    6. Diz que demorou 2 min nas finanças, é um felizardo. Eu, sempre que vou ás finanças da minha área de residência, nunca demoro menos de 2h e sou atendido por um/uma carrancudo/a que mais parece estar a fazer-me um favor.
    7. Coitadinhos dos FPs perderam poder de compra nos ultimos anos, e os trabalhadores do sector privado não perderam? Ganham mais que os outros tirando os que ocupam cargos de topo e são os que mais se queixam e barulho fazem. Lata não vos falta, tenham mas é vergonha na cara.

    PS: Sei que generalizar é feio e por isso já anteriormente pedi desculpa àqueles que fogem à regra.

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  1. 1 Arrastão: ora podem crer que eu continuo a agradecer a alguém que tenha a bondade ou a possibilidade de me auxiliar

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