«O Estado laico tem vindo a afastar a Igreja da vida pública. A Igreja reagiu canonizando, no domingo passado, 498 mortos da Guerra Civil. Porém, um dos aspectos mais salientes desta luta é a intromissão dos judeus. Sempre prontos a encontrar uma brecha por onde possam entrar e dividir, os líderes judeus de toda a Europa - no mesma semana da canonização dos mortos pela Santa Sé - reuniram-se em Madrid para lembrarem os mortos da Inquisição espanhola e, segundo eles, celebrarem o reavivar da vida judaica em Espanha (vivem em Espanha 15 mil judeus). (…)
Foi na Península Ibérica que os judeus foram melhor acolhidos e tratados ao longo de toda a sua longa história, por entre os múltiplos povos e lugares em que viveram. É claro que, mesmo aqui, acabaram por dar motivos para serem expulsos, primeiro de Espanha (1492), e depois de Portugal (1521). Mas isso foi o que eles fizeram em todos os países que os receberam durante a sua história de milénios. E que voltam agora a fazer em Espanha, mais de cinco séculos depois. Está-lhes literalmente na massa do sangue.»
Por Daniel Oliveira 31 Out 07 em Sem categoria


Este pedro que se arroja deve querer ser outro”preso politico”,mais um seguidor do”cagar ao relento”.Os fins nem sempre justificam os meios.
Inacreditável!
E há gente que pensa que os anti-semitas são só os Hammer-Skins!
Existem aqui duas questões diametralmente diversas :
1 – Os judeus e as perseguições de que têm sido vítimas.
2 – Os sionistas e as vítimas que têm provocado (entre eles muitos judeus).
Uma coisa nada tem a ver com a outra. Vamos ver se o Daniel não mistura as duas coisas. Porque o Arroja já misturou (como seria de esperar).
«Vamos ver se o Daniel não mistura as duas coisas. »
De onde raio veio isso agora? Quando misturei as coisas? Neste post? Sabe que não fui eu que o escrevi e como se depreende pelo título acho-o abjecto. Noutro? De onde veio isso?
Caro Daniel,
É mais chato comentar aqui do que passar no controlo alfandegário do Dulles International Airport.
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O édito de expulsão do judeus de D Manuel é de 1496 (1520 ??? o quê?), e foi uma exigência parva dos reis católicos para que a sua filha casasse com o rei português.
E a dita expulsão revestiu-se de contornos especiais, porque não era de todo vantajoso expulsar, pura e simpesmente, os judeus do reino. A inquisição também não fez os números sinistros de mortos judeus que as pessoas pensam ou tentar passar. Em 300 anos, se mandou para o braço secular 1000 hereges, atenção hereges (não são só judeus), dá duas a três mortes por ano. Por sua vez, os tribunais civis têm, no seu historial, mortes que nem sequer é possivel enumerar.
Só em jeito de curiosidade…
Gostaria de saber quantos palestinianos já foram mortos por judeus…. Por acaso gostava.
Fiz ontem um post sobre o anti-semitismo de Pedro Arroja a propósito do post que o Daniel agora comenta e parece que piquei o autor e os seus fãs das caixas de comentários. Sobre mim, milhares de mimos: miúdo, anormal, extra-terrestre, maluquinho, jacobino, ignorante, cão-raivoso, e, o meu favorito, da autoria de um dos frequentadores dos comentários, a ideia de que só serviria para abate (provavelmente sou como aqueles judeus que fizeram por merecer ser expulsos deste cantinho da Ibéria). Contudo, para desmentir o anti-semitismo do autor ou para tentar apontar outra vez uma tese de eventual equívoco e de errada compreensão dos seus escritos, nem uma só palavra apareceu (o mais próximo a que se chegou foi a ideia de que o post “poderia gerar apreensões ou pedidos de explicação” - de facto, não só fiquei apreensivo, como pedi a muita gente para me explicar como é que ainda é possível que apareçam manifestações públicas de anti-semitismo como esta).
Pela leitura dos comentários que se fizeram aos posts do Portugal Contemporâneo (imagino o pobre Oliveira Martins a dar voltas no túmulo se imaginasse quem decidiu pedir emprestado o título), eu serei seguramente analfabeto, mas aparentemente ninguém me fez o favor de explicar em que é que li mal o que Pedro Arroja escreveu. O mal não estará no que foi escrito e mal compreendido: eu é que não percebo a razão que o autor tem, nem compreendo o quão indigno é acusá-lo de comportamentos odiosos. Sou mesmo acusado de tentativa de assassinato de carácter, quando manifestamente aquilo com que deparamos é com um suicídio de carácter bem sucedido por parte de Pedro Arroja. Um leitor
disse num comentário ao meu post que não devíamos dar-lhe o prazer de chocar e de provocar terceiros. Já afirmei em tempos que, de facto, ignorar e não dar tempo de antena a estes fenómenos é o melhor remédio na maioria dos casos. Contudo, disse também que quando a intensidade dos barbarismos tem exposição pública e atinge proporções como as que estamos a assistir, não podemos deixar de reagir em repúdio e com veemência. Para já, mantenho a mesma linha.
Este é um post ideológico e cada um é livre de seguir a ideologia que pretende.
Bem, acabei de reler a frase e verifico que não é verdade.
Há ideologias que não podem ser seguidas porque outras ideologias acham que elas são perigosas, desumanas e contrárias aos valores da humanidade.
É claro que as ideologias proibidas acham exactamente o mesmo das outras e logo que possam vão proibi-las com os mesmos argumentos.
Mas a questão que me traz aqui é uma dúvida que me assalta e provavelmente a outros.
Todos temos um modelo de sociedade que naturalmente está representado num ou mais países ou de maneira total ou por aproximação.
Qual é o modelo ou melhor dizendo qual é o país que Daniel Oliveira e, presumo, o Bloco de Esquerda gostaria de ver replicado aqui em Portugal?
Não poderia fazer um post com a resposta?
Fado Alexandrino, concerteza que sim. E para jantar, o que deseja?
Mas valerá a pena perder um segundo com cretinos “intelectuais” do calibre de P. Arroja?
Quem é o sr. Pedro Arroja…
E qual é o objectivo do seu escrito….
Parece-me um bocado infantil a maneira de pensar do dito senhor….
Faz-me colocar este tipo de escrita ,ao nivel daquele acto, de defecar no cemitério dos judeus , levado a cabo por uns admiradores do homenzinho alemão….
A sua não resposta não me surpreende.
Eu ajudo.
Presumo que seria uma mistura de Coreia do Norte com São Francisco e uns pózinhos do Luxemburgo (onde a Rosa seria rainha).
É difícil mas pode ser que cheguem lá.
Milagres acontecem, a outra coisa também.
Fado, qual é o modelo que Portugal devia seguir? Mas que raio de pergunta é essa? Não sei, vou procurar no Ikea e depois logo lhe respondo. E a sua ajuda só demonstra até onde podemos ir nessa conversa. E, já agora, o que é que tudo isso tem a ver com o post?
Ó Daniel, ponha uma aspas nisso, meu amigo…
É que não imagina a confusão na minha cabeça até perceber que era uma citação.
Ler e comentar os blogs onde escreve Pedro Arroja é como andar nos passeios e relvados portugas: sempre alerta e aos zig-zagues, para evitar pisar as bostas!
Posted by: Daniel Oliveira | novembro 1, 2007 08:51 AM
Não se trata de explicar qual o modelo que Portugal deve seguir. Esse, os portugueses, respondem nas urnas.
Trata-se de saber qual é o modelo que o senhor gostaria que nós seguíssemos.
E claro que tem relação com o post.
O post é ideológico mas a ideologia que o senhor (presumo) e o Bloco de Esquerda defendem nunca a consegui ver explicada em termos de comparação com o mundo real.
Existe, é sonho ou pesadelo?
Se existe onde?
Perguntas fáceis.
Aguardo a resposta.
Talvez seja ingenuidade minha, e é mesmo possível que o seja. Mas parece-me que se tem falado da Igreja Católica da mesma forma. Da mesma forma como o Francisco José Viegas colocou o assunto - «eles». Há uma certa mentalidade que tem tratado assim as organizações Católicas e não vejo ninguém vir defender essas pessoas que acabam, de certa forma, por ser vítimas de fundamentalismo anti-católico. A grande diferença é que esses agressores vem muitas vezes vestidos na pele de democratas.
Como sempre há dois pesos e duas medidas.
Tirando a parte do «está-lhes na massa do sangue» vejo o texto de Pedro Arroja como uma observação legítima.
Era o que faltava não poder fazer teorias sobre o lóbi judaico e ter toda a liberdade de o fazer em relação à Opus Dei ou outros.
…”o” que “eles” fizeram…
Quem são eles?
O que é que fizeram?
Como se chega áquelas conclusões?
O PA “escolhe” uma conclusão e depois inventa umas premissas!
E há quem o leve a sério e lhe responda!
o post do pedro arroja é assim como a ida do nuno rogeiro à conferência sobre a inexistência do holocausto no Irão. a diferença é que como o rogeiro foi ao vivo ele fez aquele teatro todo de andar clandestino em teerão e depois dizer que não tinha percebido o tema da conferência. este como escreveu, vai falar sempre ao lado, aliás como estes neo-liberais fazem sempre que lhes falta o argumento lógico.
O Pedro Arroja é anti-semita e não tem o mínimo pudor para o disfarçar sequer. O PA é de um anti-semitismo primário, e não há mistura nenhuma nas suas frases e na sua obsessão com conspirações judaicas. Agora pergunto eu, se não fosse o senhor ser um empedernido neo-liberal já lhe teriam saltado em cima os JMF desta abençoada terra.
Mais a sério, há uma lei que proíbe o ódio a povos ou grupos, quando este ódio é revelado publicamente. Sendo um blog um instrumento público, os posts anti-semitas do arroja não diferem muito dos sites e respectivos posts neo-nazis. Para quando a aplicação da leizinha ao senhor arroja?
Por vezes os debates que ocorrem nas caixas de discussões dos blogs são bastante interessantes. Acontece que o Daniel é simultaneamente jogador e árbitro, e apagou-me o meu primeiro texto sobre este assunto.
Não vejo porquê tanta crispação da Esquerda com este post do PA sobre o lobby Judeu. Aliás, a influência do lobby Judeu na política externa americana é um dos temas mais queridos da Esquerda, não vejo porque razão os outros não possam falar nisso também.
Aliás, se há anti-semitas em Portugal, são os Bloquistas, os PCPs e os skinheads. E fico por aqui para o texto não ser novamente censurado.
Anti-semitas,quem?o PCP?Ahahahah!É só santa(sic)ignorância.é como aqueles expertos(neologismo a junção de espertos (de xicos) com peritos(expert,em inglês,Técnico))e dizer que Staline era anti-semita(Joseph David Djugashvilli).Isto é de rebolar a rir.Mais todos os secretários gerais do Partido Comunista são descendentes de judeus!E o ani-islamismo de certas cabeças bem-pensantes o que é?Não é anti-semitismo puro e duro?!Do Be,tb sei,mas o autor do blog q desembuche se quiser…